Eu sempre fui uma mulher bem alegre. Rumbera e muito descomplicada, mas apesar disso, nunca na minha vida tinha sido capaz de trair algum namorado, muito menos tinha sido capaz de transar com mais de um cara ao mesmo tempo. Não é por me gabar nem nada, mas tenho um corpo bonito que me fez ser muito popular entre os homens e ter um monte de pretendentes, e graças a ser bem rumbera e geralmente me vestir de forma bem provocante, consigo perceber o jeito que os caras me olham. Toda vez que ando na rua, sinto os homens me despindo só com o olhar e, pra ser sincera, gosto que me olhem. Mas só até aí. Gosto que os caras me olhem e façam elogios, mas sempre mantenho a distância necessária pra não rolar nada além disso. Entre minhas amigas, eu era a mais "séria", se podemos chamar assim. Já que só tinha tido 3 namorados, incluindo o que eu tinha na época, e só tinha transado com 4 homens durante toda a minha vida. Minhas amigas tinham um histórico bem mais extenso que o meu, por isso sempre me zoavam pra eu parar de ser tão "santinha", mas por causa dos meus princípios e do jeito que fui criada, nunca fazia nada que saísse do normal. Era uma noite de sábado. Minha melhor amiga, Daniela, aproveitando que os pais tinham viajado no fim de semana, decidiu junto com o irmão dela, Carlos, fazer uma festa na casa dela. Ela morava a algumas ruas da minha casa e, como éramos amigas desde crianças, naquela noite conversei com meus pais e avisei que ia dormir na casa dela, então não precisavam me esperar acordados. Eu fui pra festa com meu namorado, Armando. Daniela também estava naquela noite com o namorado dela, assim como a maioria dos que estavam lá. Meu namorado é um daqueles caras que, quando toma uns drinks, começa a ser um babaca. Naquela noite, tivemos uma pequena discussão porque eu não queria que ele bebesse demais, mas ele, com A grossura dele me disse que ele fazia o que bem entendia e quase a noite toda me deixou sozinha, preferindo ir beber com Hernán e Camilo. Eles dois eram os melhores amigos dele, junto com Carlos, o irmão da Daniela. Com eles nunca tive uma amizade propriamente dita e quase nunca trocava palavras. Além do "oi", raramente falava alguma coisa. Mas aquela noite ia ser diferente, mas não vou me adiantar. Era quase 1h da manhã. Meu namorado já tava completamente bêbado. Eu tava tão puta que nem olhava na cara dele. Minhas amigas falavam pra eu levar ele pra casa, mas eu não dava ouvidos. Os amigos decidiram levar ele embora, e ele, claro, não queria ir e me deixar sozinha na festa, porque era incrivelmente ciumento, mas eles deram um jeito e levaram. Eu, no meio da minha amargura, comecei a beber um pouco mais do que devia. Não gostava muito de beber, mas naquela noite tava pouco me fodendo tudo. Conforme o tempo passava, o pessoal ia indo embora e, quando deu 2h30 da manhã, só restavam eu, Daniela, o namorado dela, os três amigos do meu namorado e a Susana, uma amiga da Daniela. Como eu já tava entediada e sem ninguém pra conversar, resolvi ir dormir, mas Hernán, pegando na minha mão, disse: — Cata, quer dançar um pouco? — Mmmm... tá bom, sim. Não tinha dançado muito porque tava puta com meu namorado e ele ficava bolado se eu dançasse com outro cara, mas como ele já não tava mais ali, resolvi pelo menos me divertir um pouco. Dançamos umas quatro músicas. Eu não tinha muita intimidade com ele, então dançamos meio separados. Eu gostava de dançar do jeito certo: corpo com corpo, com movimentos ousados e sem frescura, mas como ele era amigo do meu namorado e eu não me dava bem com ele, não me atrevia a falar nada. Pedi pra ele me deixar ir pegar água, ele topou, mas não sem antes dizer que me esperava pra continuar dançando. Enquanto tava na cozinha, fiquei pensando que aquela era a hora de começar a conversar mais com ele e nos conhecermos melhor. já que, sendo amigo do meu namorado, muitas vezes a gente ia acabar se encontrando em alguns lugares. Quando voltei, tava tocando uma música bem animada e ele, como se lesse minha mente, me pegou pela cintura, encostou o corpo dele no meu e começamos a dançar do jeito que eu gostava. No começo fiquei com vergonha, mas olhei ao redor e vi que ninguém tava olhando pra gente, então só relaxei e me deixei levar por ele. Dançamos umas duas músicas sem falar nada. A gente tava bem juntinho. Eu sentia a rola dele na minha barriga, mas não me incomodou nem um pouco, porque não era o primeiro cara com quem eu dançava que ficava daquele jeito. Tava durona pra caralho, ele tentava se afastar um pouco, mas eu já tinha notado a ereção dele. Achei a situação até meio engraçada. Quando a música acabou, a gente se olhou e ele, tentando desviar minha atenção, falou:
— Cê dança muito bem, Cata.
— Cê dança pra caralho também — falei, dando um sorrisinho.
— Quer continuar?
— Claro.
A gente continuou dançando. Ele tava com as mãos na minha cintura, a gente dançava tão bem que eu até esqueci daquela rola dele na minha barriga. Quando a música tava na metade, ele encostou o pau de novo, senti aquela coisa dura na minha barriga outra vez, mas dessa vez ele não fez nada pra se afastar, já tava encostando de um jeito meio sem vergonha. Eu, totalmente focada na dança, não dei muita bola. Mas mesmo assim olhei em volta de novo e percebi que na sala só tinham sobrado o Carlos, o Camilo, o Hernán e eu. Não tinha reparado que todo mundo já tinha ido embora. O Carlos e o Camilo tavam concentrados numa conversa e não olhavam pra gente, então só deixei ele esfregar o pau. Mas as coisas iam esquentar mais quando, no meio da dança, ele colocou a mão direita na minha bunda. No começo, só deixou ela ali, mas depois começou a apertar. Eu fiquei surpresa, mas não me incomodei. Como não fiz nada pra impedir, ele continuou se arriscando e agora me... agarrei a outra nádega e ele apertou com força pra eu sentir ainda mais a coisa dele encostada em mim. Não sei por quê. Talvez fossem os drinks que eu tinha tomado, ou talvez eu quisesse que algo rolasse, mas não fiz nada pra impedir. Continuei dançando como se nada estivesse acontecendo. Quando a música acabou, a gente se olhou fixamente por uns segundos e sorrimos. Sem dúvida, tinha algo rolando ali. Eu, com toda certeza, estava dando carta branca pro amigo do meu namorado me apalpar à vontade, e ele não ia perder essa chance comigo. A gente se afastou um pouco do Carlos e do Camilo pra eles não verem, e o Hernán continuou me apalpando de novo. Agora, muito mais ousado, ele agarrava minha bunda e a gente quase nem dançava mais. A situação me deixava completamente excitada, não acreditava que estava me deixando apalpar daquele jeito por alguém que não era meu namorado. De repente, ele me virou de costas pra ele e a gente começou a se mexer assim. O pau dele estava colado nas minhas costas, já que sou um pouco mais baixa que ele. Mas ele começou a passar a mão na minha buceta. Sem dúvida, o maldito sabia que eu tava excitada e queria me deixar ainda mais molhada, e tava conseguindo. Depois, ele agarrava meus peitos, eu já tava no limite quando notei que o Carlos e o Camilo estavam nos olhando. Fiquei meio nervosa, me afastei dele e falei que ia pegar um pouco de água. Da cozinha, dava pra ver os três cochichando alguma coisa e me olhando. Eu não sabia do que falavam, mas não liguei. Tentei me acalmar um pouco, demorei uns minutos pra voltar pra sala. Quando voltei, o Hernán tava sentado falando no celular, e o Camilo, sem perder tempo, me perguntou se eu queria dançar com ele. Não vi motivo pra recusar e aceitei. Mas ele, ligado no que o Hernán tinha conseguido no começo, colocou as mãos na minha cintura e depois começou a me apalpar, embora de um jeito menos insistente que o Hernán. Na hora, eu devia ter botado ele no lugar, mas não fiz isso. Sem dúvida, eu queria que algo rolasse, tava me fazendo de desentendida. Enquanto Camilo continuava segurando minha bunda. A gente se movia junto e aí eu, por vontade própria, virei de costas pra ele, encostando minha bunda no pau dele, que também tava duro. Ali, eu entendi que queria sexo. Mas não sabia o que ia rolar, ele começou a pegar nos meus peitos com mais tesão e, quando eu já tava perdida de novo no calor do momento, comecei a esfregar o pau dele por cima da calça com a mão direita. A gente se virou um pouco e fiquei de frente pro Hernán e pro Carlos, que me olhavam de um jeito incrivelmente safado. Camilo continuava pegando nos meus peitos e na minha buceta, e eu, olhando fixo pro Hernán, sorri pra ele. Deus, o que tava acontecendo comigo? Não podia acreditar que estavam me apalpando na frente de duas pessoas e eu não falava nada, sendo que em situações normais eu costumava dar um tapa em quem ousasse tocar num peito meu. Hernán chegou mais perto e, com a mão direita, começou a pegar nos meus peitos. Eu, como a noite toda, deixei, e finalmente Carlos, o irmão da Daniela, também fez o mesmo. Naquele momento, eu soube que ia acabar transando com os três. Esqueci namorado, moral, princípios, tudo. Só queria foder e eles, obviamente, estavam loucos pra isso. Vocês não imaginam o nível de excitação que eu senti naquela hora. Era impressionante como minha buceta ficava molhada. Meus mamilos estavam duríssimos e meu coração batia desesperado. Comecei a esfregar os paus do Carlos e do Hernán, que estavam na minha frente, enquanto o Carlos não parava de pegar na minha buceta. Hernán começou a abaixar a calça. Eu, por cima da cueca, continuei esfregando o pau dele, e aí o Carlos também abaixou a calça, mas ele tirou a cueca, me mostrando o pauzão dele. Eu, sem hesitar, peguei nele. Camilo, atrás de mim, começou a desabotoar minha calça. Eu, descontrolada, continuava segurando o pau do Carlos, e o Hernán, ao abaixar a cueca, me guiou pra eu pegar no dele também. Tava com dois paus nas mãos e tava tão gulosa que me inclinei um pouco e comecei a... Chupando elas. Elas estavam uma do lado da outra e eu metia uma e depois a outra. Enquanto isso, o Camilo tinha conseguido tirar minha calça. Ele baixou minha calcinha fio dental até os joelhos e começou a meter dois dedos na minha buceta. Meu Deus, que delícia o que eu estava sentindo. Quando de repente sinto o Camilo começando a meter o pau dele na minha buceta. Olhei por cima do ombro e sorri pra ele. Ele me segurou pela cintura e começou a me foder. Ao mesmo tempo, eu continuava chupando os paus do Hernán e do Carlos. Aquela fodida foi incrivelmente gostosa, tanto que tive o orgasmo mais rápido da minha vida. E que orgasmo, pelo amor de Deus. Uma descarga monumental que escorria pelas minhas pernas. O Camilo não parou de me foder. Ele continuava metendo e tirando a rola enquanto eu continuava chupando. O Hernán começou a tirar minha blusa, me deixando só de sutiã, e na sequência eles tiraram ele também. Fiquei completamente nua na frente dos três. O Camilo continuou me fodendo até que, depois de alguns minutos, gozou dentro de mim. Porra, que quantidade enorme de porra que aquele infeliz tinha despejado em mim. Ele continuou metendo por alguns segundos até que, perdendo a ereção, tirou o pau. Eu podia sentir a porra começando a escorrer da minha buceta, parecia que eu estava me mijando. Sem dúvida, uma sensação maravilhosa. Mas eu não estava nem perto de satisfeita, então, depois da gozada do Camilo, olhei pro Hernán e pedi pra ele continuar. Ele obviamente se posicionou atrás de mim e, sem perder tempo, começou a meter o pau. Nunca na minha vida tinha sentido tanto prazer de pernas abertas. Sempre na hora do sexo eu sentia um pouco de vergonha e tinha dificuldade de me soltar, mas naquela noite eu estava tão relaxada que só aproveitava o que estavam fazendo comigo. O jeito que eu chupava o pau do Carlos era fenomenal. Parecia uma atriz pornô experiente. Ele bagunçava meu cabelo e, de vez em quando, me segurava pela nuca pra enfiar o pau até a garganta. Era incrível, mas nem se fala no que Eu estava sendo comida pelo Hernán. O pau dele era sem dúvida o maior dos três e estava abrindo minha buceta de um jeito único. Ele metia e tirava devagar, tirava completamente e de repente enfiava tudo, o que me deixava louca. De vez em quando acelerava e metia com muito mais força e rapidez, o que me fazia vibrar de prazer. Eu não conseguia falar muito porque tinha o pau do Camilo na boca, mas eles diziam um monte de coisas, às vezes putarias que em outros momentos eu acharia nojentas, mas naquela noite não. Adorava quando me chamavam de foxy, puta, vadia. Isso me excitava ainda mais. Meus gemidos mostravam que eu tava gostando, e eles não perguntavam nem consultavam nada, faziam o que queriam. Tanto que o Carlos, sem me avisar, gozou uma porrada na minha boca. Segurando minha cabeça, ele não me deixou cuspir, então tive que engolir tudo. Primeira vez que engolia porra e, pra ser sincera, amei. Depois, o Camilo ficou na minha frente e, já com o pau duro, meteu na minha boca. O Hernán me fez mexer um pouco. Ele sentou no sofá e me colocou de frente pra ele. Eu desci devagar, peguei o pau dele e coloquei na entrada da minha buceta, e ele começou a me penetrar. Aí o Camilo, ficando de pé do meu lado, começou a meter na minha boca. Naquela noite, quase o tempo todo eu tive um pau na boca. Eu tirava, cuspia e depois colocava de volta. Nunca tinha curtido tanto chupar um pau como naquela noite. Depois, quando percebi que o Carlos já tava de pau duro, tentei me virar pra ele ficar do outro lado e eu poder chupar ele, mas ele tinha outros planos. Colocou as mãos nas minhas costas e me empurrou um pouco, fazendo eu ficar deitada sobre o Hernán. Aí ele, encaixando a cabeça do pau no meu cu, começou a meter. Eu não fiz nada pra evitar, mesmo nunca tendo dado o rabo. Meu cu virgem ia receber pau naquela noite, então me ajeitei ainda mais pra ele poder enfiar tudo. Ele, lambuzando os dedos, Com saliva, ele enfiou no meu cu. Depois, encheu meu cu de saliva e começou a meter de novo. Dessa vez, conseguiu enfiar a cabeça da pica. Então, me segurando pelos quadris, começou a se mexer atrás de mim e foi enfiando aos poucos. Uma dor incrível me sacudiu e pedi pra ele parar, mas ele não ligou e continuou metendo. Enquanto isso, o Hernán continuava com a pica dentro da minha buceta, então eu tava recebendo as duas ao mesmo tempo. Naquele momento, ao perceber que tinha as duas picas enfiadas, me senti uma verdadeira puta. Parei de negar que tava sendo comida no cu e, pegando a pica do Camilo, comecei a chupar ele. O Carlos continuava metendo a pica em mim até que já entrava com mais facilidade. Embora não conseguisse enfiar completamente, eu sentia que chegava bem fundo; quando ele metia, parecia que eu tava cagando, o que foi uma sensação incrível. Assim, tive outro orgasmo. Parei de chupar o Camilo e me deitei sobre o Hernán, sem me mexer. Sentia meu corpo tremendo. Mas eles não paravam de me foder. Suava como nunca tinha suado na vida, e o Hernán também, então nossos corpos molhados ficavam meio escorregadios. O Carlos continuava enfiando a pica no meu cu. Meu cu tava muito dolorido, mas eu não queria que ele tirasse. Continuamos assim até o Hernán gozar debaixo de mim. Eu não desci e continuei deixando o Carlos gozar em mim; ele não parava, continuava metendo cada vez mais rápido, sentia que meu cu tava dilatando cada vez mais. Depois, fiz ele parar. O Hernán se levantou, dando lugar ao Camilo, então montei na pica dele e, em seguida, o Carlos enfiou de novo no meu cu, voltando a ter as duas picas em cada buraco. — Cê adora, né, raposinha? — Adoro... gostoso... continuem... mais... mais... — Se o Armando te visse assim. — Não fala desse filho da puta. Continuem me comendo. — Se ele soubesse que a gente tá fodendo a namorada linda dele... — Ele me mata. Falei. Eles continuaram no serviço. Mas eu não aguentava mais ter aquela pica no cu. Então parei. Levantei e agora fiquei de costas pro Camilo, já que ele, por estar embaixo, se mexia menos. Peguei a pica dele e encaixei no meu ânus. Depois desci até ter ela dentro. Aí me deitei no peito dele e abri as pernas do Carlos pra ele me foder na buceta. Ele pegou minhas pernas, levantou um pouco e começou a meter. Meu Deus, sem dúvida era a melhor coisa que tinha me acontecido. Ficamos muito tempo assim. Tive dois orgasmos com as duas picas dentro de mim. Hernán tinha me posto pra chupar. O cheiro de sêmen era intenso, o descontrole era inimaginável e o prazer que eu tava sentindo não consigo expressar em palavras, vocês têm que provar pra entender. Depois de muito tempo, Carlos gozou dentro de mim. Uma descarga enorme. Hernán, ao notar, rapidamente se colocou na minha frente e tomou o lugar do Carlos, a pica enorme dele sem dúvida era a mais gostosa, era a maior, então eu sentia que chegava bem fundo em mim. Eu não prestava atenção no que eles falavam entre si. Meus gemidos eram tão intensos que quase não dava pra ouvi-los, isso somado ao som da música dificultava escutar o que comentavam. O que eu conseguia ouvir era quando me chamavam de rabuda. Nunca imaginei que aguentaria tanto tempo com uma pica no cu. Eles já não tinham nenhuma consideração. Enfiavam com muita força. Mas eu gostava, então não podia reclamar. Quando Camilo gozou no meu cu, foi aí que pude dar uma pequena pausa. Levantei e fui pra cozinha. Tomei muita água. Lembro que bebia com tanta sede que escorria pelas bochechas e caía no meu peito. Mas Hernán não tava disposto a perder tempo. Chegou na cozinha e me montou na mesinha que tem lá, abriu minhas pernas e começou a meter, ele começou a chupar meus peitos, e do jeito que fez foi sensacional. Aí tive um novo Orgasmo, ele me deixou descansar uns segundos.
- Continua, papai. Continua metendo em mim.
- Como quiser, putinha.
Ele meteu de novo, me deitou na mesa e continuou metendo. Como a mesa era bem pequena, Carlos, na outra ponta, aproveitou que minha cabeça ficava pra fora e me fez chupar ele. Eles não perdiam tempo e me comiam de todos os jeitos possíveis. Camilo, que tava tomando uma cerveja, derramou quase tudo nos meus peitos. Tava gelada pra caralho, o que foi incrivelmente gostoso, e depois começou a lamber eles. Eu não podia pedir mais nada. Eles estavam me dando a foda mais deliciosa que eu já tinha recebido.
Fiquei deitada naquela mesa por um tempão. Até que cansei e levantei. Hernán me colocou de quatro e começou a meter no meu cu. Camilo e Carlos, na minha frente, me fizeram chupar eles. Eu tava gozando tanto que sentia quase nada de dor no cu, por causa da pica enorme do Hernán. Olhei o relógio. Eram 5h10 da manhã, e eu ainda tava sendo comida pelos amigos do meu namorado. Já tava exausta pra caralho, mas eles não mostravam cansaço nenhum.
Voltamos pra sala e de novo meteram duas picas ao mesmo tempo, mais uma na boca. Quando Hernán gozou no meu cu, eles decidiram arrebentar minha buceta de vez. Camilo sentou no sofá e meteu na minha buceta, mas só a cabeça da pica, e aí Carlos começou a meter a dele também na buceta. Aí sim, senti uma dor dilacerante. Enterrei minhas unhas nas costas do Carlos, era doloroso pra caralho. As duas picas conseguiram entrar na minha buceta, mas não completamente.
- Aguenta, raposinha. Aguenta que a gente vai meter as duas.
- Não… dói… dói… não… para…
Eles não me ouviam. Continuavam metendo. Cada vez entravam mais e mais, até que finalmente as duas picas conseguiram entrar na minha buceta. Eles tentavam se mexer, mas era muito difícil, então só o Carlos metia e tirava. Hernán ele me olhava de um jeito que dava pra entender que ele tava tentando dizer "que puta você é", e eu olhando pra ele, sorria. Sem dúvida, por mais dor que eu estivesse sentindo, adorava me sentir assim, como uma verdadeira rabuda faminta de paus. Quando não aguentei mais, pedi pra eles pararem, já que pra eles também tava difícil, eles tiraram. Depois, enfiaram de novo um em cada buraco. Hernán me colocou pra chupar o dele, então eu fiquei com os 3 buracos cheios de paus. Ficamos assim por um bom tempo também. Ninguém conseguia gozar. Já eram quase 6 da manhã. Camilo foi o primeiro a gozar. Meu cu ficou cheinho de porra, Hernán sem perder tempo começou a meter no meu cu enquanto Carlos continuava metendo na minha buceta. Eu fui a próxima a gozar. Esse seria meu último orgasmo naquela manhã/noite. Me deixaram pegar um pouco de ar e depois continuaram enfiando. Carlos gozou na minha buceta e Hernán logo em seguida fez o mesmo no meu cu. Eu tava morta. Dolorida por todos os lados. Levantei e sentei no chão. Mas tava tão cansada que deitei ali. Olhava pra eles e sorria de um jeito agradecido. Porque apesar de não me dar bem com eles, eles tinham me dado a melhor trepada da minha vida. Escorria sêmen pelo meu cu e pela minha buceta. Eu tava jogada no chão de barriga pra cima com as pernas abertas, morta de cansaço. Mas eles ainda tinham energia, eu já não aguentava mais, minha buceta tava destruída, assim como meu cu, então falei que não dava mais. Eles começaram a se masturbar ao meu redor, o que me excitou. Me ajoelhei e comecei a chupar um por um. Demoraram muito pra gozar. - Como você chupa gostoso, cata. - Mmmm…mmmm - Toda uma puta chupando. - Mmm…mmmmm…. Obviamente não podia falar nada porque tinha um pau na boca, mas me saboreava com cada insulto deles, que pra mim eram elogios. Quando finalmente começaram a gozar, me ajoelhei e abri a boca. Hernán foi o primeiro a fazer isso. Encho minha cara de porra. Depois, uns minutos mais tarde, Carlos fez o mesmo. Ele gozou nos meus peitos, deixando tudo cheio de porra dele e, finalmente, Camilo me virou de costas e gozou na minha bunda, costas e pernas. Eu estava toda coberta de porra. Sentei e comecei a me limpar. Com as mãos, ia tirando a porra e levando à boca. Hernán tirou uma foto minha com o celular, e eu até sorri pra foto. Depois, pedi pra ele apagar, mas não sem antes pedir que me mandasse pro meu celular. Ainda tenho essa foto de lembrança, embora não seja necessário, porque aquela noite jamais vou esquecer. Depois, fui pro banheiro, tomei um banho rápido e finalmente fui pro quarto, onde capotei que nem uma foca. Quando acordei, eram 12h40. Daniela estava preparando o almoço e Carlos estava na sala. Quando ele me viu, sorriu, mas eu, morrendo de vergonha, fui correndo pra perto da Daniela. Por vários dias, não falei com nenhum dos três, até que um dia, estando na casa do meu namorado, eles chegaram. O momento mais constrangedor da minha vida foi aquele. Os três me cumprimentaram com beijo no rosto. Eu, de forma seca, tentei me afastar deles e os ignorava o máximo que podia. Quando, num instante, ficamos sozinhos, Hernán me disse pra não me preocupar, que o Armando jamais saberia de nada. Que aquele seria nosso segredo e que nunca mais íamos falar sobre isso. Me senti mais tranquila com essas palavras e, a partir daquele dia, minha relação com eles melhorou pra caralho. Nunca mais comentamos aquela noite até que, no dia do meu aniversário, morrendo de tesão, me entreguei a eles de novo. Atualmente, continuo com meu namorado, Armando. Acho que pra me vingar de todas as coisas que ele me fez, e de um jeito um pouco mais frequente, me encontro com os três amigos dele, que continuam me dando prazer igual à primeira vez. Já tive mais de 10 encontros com eles e, hoje em dia, virei a putinha deles. Embora ninguém tenha ideia do que a gente faz, eu não... não perco oportunidade de me entregar pra quem, sem dúvida, são os melhores amantes que já tive. Os amigos do meu namorado.
— Cê dança muito bem, Cata.
— Cê dança pra caralho também — falei, dando um sorrisinho.
— Quer continuar?
— Claro.
A gente continuou dançando. Ele tava com as mãos na minha cintura, a gente dançava tão bem que eu até esqueci daquela rola dele na minha barriga. Quando a música tava na metade, ele encostou o pau de novo, senti aquela coisa dura na minha barriga outra vez, mas dessa vez ele não fez nada pra se afastar, já tava encostando de um jeito meio sem vergonha. Eu, totalmente focada na dança, não dei muita bola. Mas mesmo assim olhei em volta de novo e percebi que na sala só tinham sobrado o Carlos, o Camilo, o Hernán e eu. Não tinha reparado que todo mundo já tinha ido embora. O Carlos e o Camilo tavam concentrados numa conversa e não olhavam pra gente, então só deixei ele esfregar o pau. Mas as coisas iam esquentar mais quando, no meio da dança, ele colocou a mão direita na minha bunda. No começo, só deixou ela ali, mas depois começou a apertar. Eu fiquei surpresa, mas não me incomodei. Como não fiz nada pra impedir, ele continuou se arriscando e agora me... agarrei a outra nádega e ele apertou com força pra eu sentir ainda mais a coisa dele encostada em mim. Não sei por quê. Talvez fossem os drinks que eu tinha tomado, ou talvez eu quisesse que algo rolasse, mas não fiz nada pra impedir. Continuei dançando como se nada estivesse acontecendo. Quando a música acabou, a gente se olhou fixamente por uns segundos e sorrimos. Sem dúvida, tinha algo rolando ali. Eu, com toda certeza, estava dando carta branca pro amigo do meu namorado me apalpar à vontade, e ele não ia perder essa chance comigo. A gente se afastou um pouco do Carlos e do Camilo pra eles não verem, e o Hernán continuou me apalpando de novo. Agora, muito mais ousado, ele agarrava minha bunda e a gente quase nem dançava mais. A situação me deixava completamente excitada, não acreditava que estava me deixando apalpar daquele jeito por alguém que não era meu namorado. De repente, ele me virou de costas pra ele e a gente começou a se mexer assim. O pau dele estava colado nas minhas costas, já que sou um pouco mais baixa que ele. Mas ele começou a passar a mão na minha buceta. Sem dúvida, o maldito sabia que eu tava excitada e queria me deixar ainda mais molhada, e tava conseguindo. Depois, ele agarrava meus peitos, eu já tava no limite quando notei que o Carlos e o Camilo estavam nos olhando. Fiquei meio nervosa, me afastei dele e falei que ia pegar um pouco de água. Da cozinha, dava pra ver os três cochichando alguma coisa e me olhando. Eu não sabia do que falavam, mas não liguei. Tentei me acalmar um pouco, demorei uns minutos pra voltar pra sala. Quando voltei, o Hernán tava sentado falando no celular, e o Camilo, sem perder tempo, me perguntou se eu queria dançar com ele. Não vi motivo pra recusar e aceitei. Mas ele, ligado no que o Hernán tinha conseguido no começo, colocou as mãos na minha cintura e depois começou a me apalpar, embora de um jeito menos insistente que o Hernán. Na hora, eu devia ter botado ele no lugar, mas não fiz isso. Sem dúvida, eu queria que algo rolasse, tava me fazendo de desentendida. Enquanto Camilo continuava segurando minha bunda. A gente se movia junto e aí eu, por vontade própria, virei de costas pra ele, encostando minha bunda no pau dele, que também tava duro. Ali, eu entendi que queria sexo. Mas não sabia o que ia rolar, ele começou a pegar nos meus peitos com mais tesão e, quando eu já tava perdida de novo no calor do momento, comecei a esfregar o pau dele por cima da calça com a mão direita. A gente se virou um pouco e fiquei de frente pro Hernán e pro Carlos, que me olhavam de um jeito incrivelmente safado. Camilo continuava pegando nos meus peitos e na minha buceta, e eu, olhando fixo pro Hernán, sorri pra ele. Deus, o que tava acontecendo comigo? Não podia acreditar que estavam me apalpando na frente de duas pessoas e eu não falava nada, sendo que em situações normais eu costumava dar um tapa em quem ousasse tocar num peito meu. Hernán chegou mais perto e, com a mão direita, começou a pegar nos meus peitos. Eu, como a noite toda, deixei, e finalmente Carlos, o irmão da Daniela, também fez o mesmo. Naquele momento, eu soube que ia acabar transando com os três. Esqueci namorado, moral, princípios, tudo. Só queria foder e eles, obviamente, estavam loucos pra isso. Vocês não imaginam o nível de excitação que eu senti naquela hora. Era impressionante como minha buceta ficava molhada. Meus mamilos estavam duríssimos e meu coração batia desesperado. Comecei a esfregar os paus do Carlos e do Hernán, que estavam na minha frente, enquanto o Carlos não parava de pegar na minha buceta. Hernán começou a abaixar a calça. Eu, por cima da cueca, continuei esfregando o pau dele, e aí o Carlos também abaixou a calça, mas ele tirou a cueca, me mostrando o pauzão dele. Eu, sem hesitar, peguei nele. Camilo, atrás de mim, começou a desabotoar minha calça. Eu, descontrolada, continuava segurando o pau do Carlos, e o Hernán, ao abaixar a cueca, me guiou pra eu pegar no dele também. Tava com dois paus nas mãos e tava tão gulosa que me inclinei um pouco e comecei a... Chupando elas. Elas estavam uma do lado da outra e eu metia uma e depois a outra. Enquanto isso, o Camilo tinha conseguido tirar minha calça. Ele baixou minha calcinha fio dental até os joelhos e começou a meter dois dedos na minha buceta. Meu Deus, que delícia o que eu estava sentindo. Quando de repente sinto o Camilo começando a meter o pau dele na minha buceta. Olhei por cima do ombro e sorri pra ele. Ele me segurou pela cintura e começou a me foder. Ao mesmo tempo, eu continuava chupando os paus do Hernán e do Carlos. Aquela fodida foi incrivelmente gostosa, tanto que tive o orgasmo mais rápido da minha vida. E que orgasmo, pelo amor de Deus. Uma descarga monumental que escorria pelas minhas pernas. O Camilo não parou de me foder. Ele continuava metendo e tirando a rola enquanto eu continuava chupando. O Hernán começou a tirar minha blusa, me deixando só de sutiã, e na sequência eles tiraram ele também. Fiquei completamente nua na frente dos três. O Camilo continuou me fodendo até que, depois de alguns minutos, gozou dentro de mim. Porra, que quantidade enorme de porra que aquele infeliz tinha despejado em mim. Ele continuou metendo por alguns segundos até que, perdendo a ereção, tirou o pau. Eu podia sentir a porra começando a escorrer da minha buceta, parecia que eu estava me mijando. Sem dúvida, uma sensação maravilhosa. Mas eu não estava nem perto de satisfeita, então, depois da gozada do Camilo, olhei pro Hernán e pedi pra ele continuar. Ele obviamente se posicionou atrás de mim e, sem perder tempo, começou a meter o pau. Nunca na minha vida tinha sentido tanto prazer de pernas abertas. Sempre na hora do sexo eu sentia um pouco de vergonha e tinha dificuldade de me soltar, mas naquela noite eu estava tão relaxada que só aproveitava o que estavam fazendo comigo. O jeito que eu chupava o pau do Carlos era fenomenal. Parecia uma atriz pornô experiente. Ele bagunçava meu cabelo e, de vez em quando, me segurava pela nuca pra enfiar o pau até a garganta. Era incrível, mas nem se fala no que Eu estava sendo comida pelo Hernán. O pau dele era sem dúvida o maior dos três e estava abrindo minha buceta de um jeito único. Ele metia e tirava devagar, tirava completamente e de repente enfiava tudo, o que me deixava louca. De vez em quando acelerava e metia com muito mais força e rapidez, o que me fazia vibrar de prazer. Eu não conseguia falar muito porque tinha o pau do Camilo na boca, mas eles diziam um monte de coisas, às vezes putarias que em outros momentos eu acharia nojentas, mas naquela noite não. Adorava quando me chamavam de foxy, puta, vadia. Isso me excitava ainda mais. Meus gemidos mostravam que eu tava gostando, e eles não perguntavam nem consultavam nada, faziam o que queriam. Tanto que o Carlos, sem me avisar, gozou uma porrada na minha boca. Segurando minha cabeça, ele não me deixou cuspir, então tive que engolir tudo. Primeira vez que engolia porra e, pra ser sincera, amei. Depois, o Camilo ficou na minha frente e, já com o pau duro, meteu na minha boca. O Hernán me fez mexer um pouco. Ele sentou no sofá e me colocou de frente pra ele. Eu desci devagar, peguei o pau dele e coloquei na entrada da minha buceta, e ele começou a me penetrar. Aí o Camilo, ficando de pé do meu lado, começou a meter na minha boca. Naquela noite, quase o tempo todo eu tive um pau na boca. Eu tirava, cuspia e depois colocava de volta. Nunca tinha curtido tanto chupar um pau como naquela noite. Depois, quando percebi que o Carlos já tava de pau duro, tentei me virar pra ele ficar do outro lado e eu poder chupar ele, mas ele tinha outros planos. Colocou as mãos nas minhas costas e me empurrou um pouco, fazendo eu ficar deitada sobre o Hernán. Aí ele, encaixando a cabeça do pau no meu cu, começou a meter. Eu não fiz nada pra evitar, mesmo nunca tendo dado o rabo. Meu cu virgem ia receber pau naquela noite, então me ajeitei ainda mais pra ele poder enfiar tudo. Ele, lambuzando os dedos, Com saliva, ele enfiou no meu cu. Depois, encheu meu cu de saliva e começou a meter de novo. Dessa vez, conseguiu enfiar a cabeça da pica. Então, me segurando pelos quadris, começou a se mexer atrás de mim e foi enfiando aos poucos. Uma dor incrível me sacudiu e pedi pra ele parar, mas ele não ligou e continuou metendo. Enquanto isso, o Hernán continuava com a pica dentro da minha buceta, então eu tava recebendo as duas ao mesmo tempo. Naquele momento, ao perceber que tinha as duas picas enfiadas, me senti uma verdadeira puta. Parei de negar que tava sendo comida no cu e, pegando a pica do Camilo, comecei a chupar ele. O Carlos continuava metendo a pica em mim até que já entrava com mais facilidade. Embora não conseguisse enfiar completamente, eu sentia que chegava bem fundo; quando ele metia, parecia que eu tava cagando, o que foi uma sensação incrível. Assim, tive outro orgasmo. Parei de chupar o Camilo e me deitei sobre o Hernán, sem me mexer. Sentia meu corpo tremendo. Mas eles não paravam de me foder. Suava como nunca tinha suado na vida, e o Hernán também, então nossos corpos molhados ficavam meio escorregadios. O Carlos continuava enfiando a pica no meu cu. Meu cu tava muito dolorido, mas eu não queria que ele tirasse. Continuamos assim até o Hernán gozar debaixo de mim. Eu não desci e continuei deixando o Carlos gozar em mim; ele não parava, continuava metendo cada vez mais rápido, sentia que meu cu tava dilatando cada vez mais. Depois, fiz ele parar. O Hernán se levantou, dando lugar ao Camilo, então montei na pica dele e, em seguida, o Carlos enfiou de novo no meu cu, voltando a ter as duas picas em cada buraco. — Cê adora, né, raposinha? — Adoro... gostoso... continuem... mais... mais... — Se o Armando te visse assim. — Não fala desse filho da puta. Continuem me comendo. — Se ele soubesse que a gente tá fodendo a namorada linda dele... — Ele me mata. Falei. Eles continuaram no serviço. Mas eu não aguentava mais ter aquela pica no cu. Então parei. Levantei e agora fiquei de costas pro Camilo, já que ele, por estar embaixo, se mexia menos. Peguei a pica dele e encaixei no meu ânus. Depois desci até ter ela dentro. Aí me deitei no peito dele e abri as pernas do Carlos pra ele me foder na buceta. Ele pegou minhas pernas, levantou um pouco e começou a meter. Meu Deus, sem dúvida era a melhor coisa que tinha me acontecido. Ficamos muito tempo assim. Tive dois orgasmos com as duas picas dentro de mim. Hernán tinha me posto pra chupar. O cheiro de sêmen era intenso, o descontrole era inimaginável e o prazer que eu tava sentindo não consigo expressar em palavras, vocês têm que provar pra entender. Depois de muito tempo, Carlos gozou dentro de mim. Uma descarga enorme. Hernán, ao notar, rapidamente se colocou na minha frente e tomou o lugar do Carlos, a pica enorme dele sem dúvida era a mais gostosa, era a maior, então eu sentia que chegava bem fundo em mim. Eu não prestava atenção no que eles falavam entre si. Meus gemidos eram tão intensos que quase não dava pra ouvi-los, isso somado ao som da música dificultava escutar o que comentavam. O que eu conseguia ouvir era quando me chamavam de rabuda. Nunca imaginei que aguentaria tanto tempo com uma pica no cu. Eles já não tinham nenhuma consideração. Enfiavam com muita força. Mas eu gostava, então não podia reclamar. Quando Camilo gozou no meu cu, foi aí que pude dar uma pequena pausa. Levantei e fui pra cozinha. Tomei muita água. Lembro que bebia com tanta sede que escorria pelas bochechas e caía no meu peito. Mas Hernán não tava disposto a perder tempo. Chegou na cozinha e me montou na mesinha que tem lá, abriu minhas pernas e começou a meter, ele começou a chupar meus peitos, e do jeito que fez foi sensacional. Aí tive um novo Orgasmo, ele me deixou descansar uns segundos.
- Continua, papai. Continua metendo em mim.
- Como quiser, putinha.
Ele meteu de novo, me deitou na mesa e continuou metendo. Como a mesa era bem pequena, Carlos, na outra ponta, aproveitou que minha cabeça ficava pra fora e me fez chupar ele. Eles não perdiam tempo e me comiam de todos os jeitos possíveis. Camilo, que tava tomando uma cerveja, derramou quase tudo nos meus peitos. Tava gelada pra caralho, o que foi incrivelmente gostoso, e depois começou a lamber eles. Eu não podia pedir mais nada. Eles estavam me dando a foda mais deliciosa que eu já tinha recebido.
Fiquei deitada naquela mesa por um tempão. Até que cansei e levantei. Hernán me colocou de quatro e começou a meter no meu cu. Camilo e Carlos, na minha frente, me fizeram chupar eles. Eu tava gozando tanto que sentia quase nada de dor no cu, por causa da pica enorme do Hernán. Olhei o relógio. Eram 5h10 da manhã, e eu ainda tava sendo comida pelos amigos do meu namorado. Já tava exausta pra caralho, mas eles não mostravam cansaço nenhum.
Voltamos pra sala e de novo meteram duas picas ao mesmo tempo, mais uma na boca. Quando Hernán gozou no meu cu, eles decidiram arrebentar minha buceta de vez. Camilo sentou no sofá e meteu na minha buceta, mas só a cabeça da pica, e aí Carlos começou a meter a dele também na buceta. Aí sim, senti uma dor dilacerante. Enterrei minhas unhas nas costas do Carlos, era doloroso pra caralho. As duas picas conseguiram entrar na minha buceta, mas não completamente.
- Aguenta, raposinha. Aguenta que a gente vai meter as duas.
- Não… dói… dói… não… para…
Eles não me ouviam. Continuavam metendo. Cada vez entravam mais e mais, até que finalmente as duas picas conseguiram entrar na minha buceta. Eles tentavam se mexer, mas era muito difícil, então só o Carlos metia e tirava. Hernán ele me olhava de um jeito que dava pra entender que ele tava tentando dizer "que puta você é", e eu olhando pra ele, sorria. Sem dúvida, por mais dor que eu estivesse sentindo, adorava me sentir assim, como uma verdadeira rabuda faminta de paus. Quando não aguentei mais, pedi pra eles pararem, já que pra eles também tava difícil, eles tiraram. Depois, enfiaram de novo um em cada buraco. Hernán me colocou pra chupar o dele, então eu fiquei com os 3 buracos cheios de paus. Ficamos assim por um bom tempo também. Ninguém conseguia gozar. Já eram quase 6 da manhã. Camilo foi o primeiro a gozar. Meu cu ficou cheinho de porra, Hernán sem perder tempo começou a meter no meu cu enquanto Carlos continuava metendo na minha buceta. Eu fui a próxima a gozar. Esse seria meu último orgasmo naquela manhã/noite. Me deixaram pegar um pouco de ar e depois continuaram enfiando. Carlos gozou na minha buceta e Hernán logo em seguida fez o mesmo no meu cu. Eu tava morta. Dolorida por todos os lados. Levantei e sentei no chão. Mas tava tão cansada que deitei ali. Olhava pra eles e sorria de um jeito agradecido. Porque apesar de não me dar bem com eles, eles tinham me dado a melhor trepada da minha vida. Escorria sêmen pelo meu cu e pela minha buceta. Eu tava jogada no chão de barriga pra cima com as pernas abertas, morta de cansaço. Mas eles ainda tinham energia, eu já não aguentava mais, minha buceta tava destruída, assim como meu cu, então falei que não dava mais. Eles começaram a se masturbar ao meu redor, o que me excitou. Me ajoelhei e comecei a chupar um por um. Demoraram muito pra gozar. - Como você chupa gostoso, cata. - Mmmm…mmmm - Toda uma puta chupando. - Mmm…mmmmm…. Obviamente não podia falar nada porque tinha um pau na boca, mas me saboreava com cada insulto deles, que pra mim eram elogios. Quando finalmente começaram a gozar, me ajoelhei e abri a boca. Hernán foi o primeiro a fazer isso. Encho minha cara de porra. Depois, uns minutos mais tarde, Carlos fez o mesmo. Ele gozou nos meus peitos, deixando tudo cheio de porra dele e, finalmente, Camilo me virou de costas e gozou na minha bunda, costas e pernas. Eu estava toda coberta de porra. Sentei e comecei a me limpar. Com as mãos, ia tirando a porra e levando à boca. Hernán tirou uma foto minha com o celular, e eu até sorri pra foto. Depois, pedi pra ele apagar, mas não sem antes pedir que me mandasse pro meu celular. Ainda tenho essa foto de lembrança, embora não seja necessário, porque aquela noite jamais vou esquecer. Depois, fui pro banheiro, tomei um banho rápido e finalmente fui pro quarto, onde capotei que nem uma foca. Quando acordei, eram 12h40. Daniela estava preparando o almoço e Carlos estava na sala. Quando ele me viu, sorriu, mas eu, morrendo de vergonha, fui correndo pra perto da Daniela. Por vários dias, não falei com nenhum dos três, até que um dia, estando na casa do meu namorado, eles chegaram. O momento mais constrangedor da minha vida foi aquele. Os três me cumprimentaram com beijo no rosto. Eu, de forma seca, tentei me afastar deles e os ignorava o máximo que podia. Quando, num instante, ficamos sozinhos, Hernán me disse pra não me preocupar, que o Armando jamais saberia de nada. Que aquele seria nosso segredo e que nunca mais íamos falar sobre isso. Me senti mais tranquila com essas palavras e, a partir daquele dia, minha relação com eles melhorou pra caralho. Nunca mais comentamos aquela noite até que, no dia do meu aniversário, morrendo de tesão, me entreguei a eles de novo. Atualmente, continuo com meu namorado, Armando. Acho que pra me vingar de todas as coisas que ele me fez, e de um jeito um pouco mais frequente, me encontro com os três amigos dele, que continuam me dando prazer igual à primeira vez. Já tive mais de 10 encontros com eles e, hoje em dia, virei a putinha deles. Embora ninguém tenha ideia do que a gente faz, eu não... não perco oportunidade de me entregar pra quem, sem dúvida, são os melhores amantes que já tive. Os amigos do meu namorado.
7 comentários - Amigos do noivo (por catalina)