Bom, aqui vou explicar como eu me masturbei com... bom, vocês vão descobrir conforme forem lendo o texto.
Além disso, queria dizer que é meu primeiro conto e me deixaria muito excitado se as minas me dissessem como se divertiram. Esse conto tem duas partes, vamos ver se eu me animo pra fazer a segunda ;)
Naquele dia, acordei com um volume suspeito na calça. Eu era um jovem bem inexperiente em questões sexuais e nunca tinha me masturbado, no máximo no chuveiro eu puxava a pele e passava o dedo na cabecinha, o que me dava muito prazer. Aquele dia foi especial, fui pra cozinha depois de vestir uma cueca pra disfarçar a ereção. Minha irmã estava tomando café, ela tem um ano a menos que eu e, apesar de ser mais desenvolvida que eu, não tem muito peito. Ela é de altura normal, magrinha, não demais, mas magrinha. Tem cabelo escuro e olhos verdes, diferente de mim, que tenho olhos castanhos. Naquela manhã, ela usava uma camiseta rosa de manga curta, que deixava ver um pouco do decote, e um shortinho tão curto que até aparecia uma calcinha rosa com carinhas pequenas da Hello Kitty. Essa imagem me excitou um pouco mais, embora eu nunca tivesse sentido tesão pela minha irmã. — Oi, Carlos — ela disse, sorrindo. Eu respondi o cumprimento, também sorrindo. Vi os olhos dela fixarem na minha virilha e ela me devolveu um olhar safado. — Senta — ela disse, apontando pra uma cadeira ao lado dela. O café continuou normal, minha ereção quase tinha baixado, até que minha irmã deixou cair uma torrada no chão. Ela se abaixou pra pegar e a camiseta descolou do peito dela, de um jeito que eu pude ver o peitinho pequeno com um mamilo rosado e ereto. Meu pau encheu de sangue de novo e eu levantei da mesa de repente, com a intenção de ir ao banheiro. Fui rápido pro banheiro, a porta estava aberta e a luz acesa, mas não liguei porque achava que minha mãe tava dormindo e sabia que meu pai estava numa viagem de negócios. Não podia estar mais enganado, abri um pouco a porta e fechei de novo, porque vi minha mãe, de costas pra mim, fazendo alguma coisa no bidê. Fiquei observando minha mãe pela fresta da porta. Ela usava um roupão azul que cobria o corpo todo. Então ela fez um Gesticulei e vi uma calcinha pequena cair aos pés dela. Ela levantou um dos pés, pegou a calcinha e foi em direção à porta. Corri até o fim do corredor pra ela não me ver, e ela deixou a calcinha no chão. Voltou pro banheiro, e eu corri de novo até a porta pra não perder nenhum detalhe. Meu pau tava quase explodindo, então não pensei duas vezes. Abaixei a cueca e tirei meu pau pra fora, uns 16 cm. Puxei a pele pra trás, cuspi na cabecinha, passei o dedo de leve e comecei a subir e descer a mão, o que fez um arrepio percorrer meu corpo inteiro. Na mesma hora, vi ela deixar o roupão cair aos pés e me mostrar aquela silhueta perfeita. Vi a bunda dela meio caída por causa da idade, e entre as nádegas dava pra ver um pouco de pelo pubiano. Ela se virou, e eu vi minha mãe como nunca tinha visto antes. Era uma mulher ainda jovem, com cabelo comprido e molhado que batia nos peitões grandes e deixava à mostra uns mamilos eriçados pelo frio, de cor escura que tinham ficado com o tempo. Os peitos estavam meio caídos, mas não liguei pra isso. Baixei o olhar pra boceta dela, era peluda e eu mal conseguia ver como era. Minha surpresa foi quando ela pegou uma gilete e um pote de espuma. Se agachou com as pernas abertas em cima do bidê, e eu vi os lábios da boceta se separarem um pouco. Ela passou espuma na mão e se lambuzou toda. Eu continuei batendo punheta sem parar, meu coração acelerou. Ela passou a gilete e, quando terminou, pegou um pouco de água do bidê e enxaguou a espuma, o suficiente pra eu ver minha primeira boceta. Tava inchadinha e, dentro de uns lábios externos carnudos, saíam outros ainda mais carnudos. Era marrom, com certeza por causa da depilação repetida. Aquela visão me excitou, e eu me masturbei com mais força. Aquela boceta tinha me parido, eu tinha saído daquela conchinha que agora me deixava louco. Minha mãe se virou de frente pro bidê e colocou a torneira apontando pra vagina dela. Uma mão foi pra Seu peito e começou a apertar enquanto com dois dedos apertava um dos mamilos dela. Ela soltava uns gemidinhos e fazia força com os dedos dos pés. Quando pensei que a coisa não podia melhorar, virei o olhar e do meu lado vi a calcinha dela. Era branca com listras, não parecia muito grande. Levantei e abri com dois dedos. Era apaixonante, por dentro estava meio suja na região anal. Reparei um pouco mais e vi que a parte que roçava nos lábios da buceta dela estava molhada e tinha um líquido transparente. Passei um dedo naquele, pra mim, líquido estranho e esfreguei os dedos nele. Queria provar mas não tive coragem. Como notei que era viscoso, passei na minha glande, subi a pele do pau e desci de novo. Aquele líquido me dava um prazer extremo. De repente, a porta do banheiro se abriu: — Mas que porra você tá fazendo?!! — Disse minha mãe brava, de roupão. Então, meu pau, de tanto que ia explodir, explodir, explodir e explodir... explodiu. Um jato enorme de porra jorrou da minha glande vermelha e foi parar nos pés da minha mãe. — AAAAAAAAAAaaaaaaaaaaaaaaaaaa, mas pode saber que buceta você acha que tá fazendo? — Gritou minha mãe, tanto que duvidei que minha irmã não tivesse ouvido. — Mãe, me desculpa — falei envergonhado — Isso você não pode fazer, não é o lugar nem eu sou a pessoa certa! — Respondeu gritando, mas mais calma. — Desculpa mesmo, é que adorei ver seu corpo, nunca tinha sentido isso antes — falei quase chorando. Mais calma, ela disse: — Sabe, querido, acho que seu pai e eu erramos, fomos muito fechados em relação a sexo — pegou a calcinha dela da minha mão e foi limpar meu gozo dos pés. Então parou e com um olhar safado virou pra mim: — Vamos fazer uma coisa, pega minha calcinha e cheira, é assim que cheira a buceta de uma mulher — Colocou de novo na minha mão, meu pau já tava mole de tanta tensão que passei. Sobre sexo, eu sabia o básico, o que era um pau, uma buceta, uns peitos, como se tinha os filhos... Mas eu estava com a calcinha da minha mãe nas mãos, ela estava na minha frente e me deixava cheirar. Aí eu reparei de novo naquele líquido estranho, transparente e viscoso na calcinha. - Mãe, o que é isso? - Perguntei curioso. Ela ficou vermelha, fez menção de abrir a boca, mas fechou de novo, envergonhada, e finalmente respondeu: - Olha, as mulheres, quando ficam excitadas, soltam esse líquido pela buceta pra facilitar a penetração. - E é gostoso? - perguntei. Ela riu um pouco: - Não posso te dizer. Provei por curiosidade há muito tempo, antes de ter relações. Prova se quiser - disse ela, excitada. Levei a calcinha à boca, estiquei a língua e lambi a parte molhada. Era algo apaixonante, um líquido salgado que se desfazia na boca. Aí me deu vontade de cheirar a calcinha pra saber como era o cheiro da vulva da minha mãe. Levei a calcinha ao nariz e senti pela primeira vez: uma mistura de suor, salgado e fluidos vaginais invadiu meu nariz. Fechei os olhos pra sentir o cheiro mais fundo. Quando abri, vi minha mãe agachada, passando os dedos nos pés e colocando meu esperma nos dedos. O indicador e o anelar estavam completamente cheios de porra. Ela cheirou o indicador: - Meu filho provou meu suquinho, agora é minha vez - e piscou o olho pra mim. Enfiou o dedo indicador na boca e chupou com o mesmo prazer que uma puta chupando um pau. O cheiro da calcinha dela e minha mãe provando meu esperma fez meu pau endurecer de novo. Aí aconteceu algo incrível. Minha mãe enfiou a mão por baixo do roupão e, pela cara de prazer dela, percebi que tinha enfiado o dedo anelar com meu esperma na buceta gostosa dela. - Bem, depois de provar seu suco, eu adoraria te dar umas aulas - disse minha mãe com uma voz sensual. Fomos pro banheiro, eu sentei na privada e ela no bidê. Ela mandou eu ficar de pé. Pegou meu pau com uma mão e disse: - Isso é o pau, os testículos e a glande. O pau fica grande e duro quando fica excitado, igual você agora. E na glande está a fonte do prazer, viu, se eu chupar você fica mais excitado. Ela aproximou os lábios carnudos da minha glande e os abriu pra mostrar a língua. Com a ponta da língua, esfregou o botão vermelho e inchado, milhares de sensações percorreram meu corpo. Ela se afastou: – Viu como você ficou excitado? Agora vou te mostrar o corpo da mulher. Ela abriu a parte do pescoço do roupão e colocou a mão dentro pra tirar o peito. Um peito meio caído saiu de lá. – Isso é um peito, é macio e no meio tem uma montanhazinha chamada mamilo. O meu está meio marrom, por causa da idade que tenho. – Ela explicou, bem vermelha. – Mãe, posso tocar? – Perguntei excitado, com o pau duro igual aço. – Claro que pode, filho. Eu toquei um pouco, cada vez mais forte, focando nos mamilos dela. – Hummmm... – Ela ficou ainda mais vermelha do que já estava. – Você vai fazer a mãe ficar molhada – comentou excitada. – Ficar molhada? Não entendi... – Perguntei pra minha mãe. – Kkkkk, já tinha esquecido da parte mais importante do corpo de uma mulher. Quando uma mulher fica molhada, é porque está excitada e sai aquele líquido que tinha na minha calcinha antes. Então agora vou te mostrar minha buceta. Ela sentou no bidê e eu fiquei de joelhos. Ela tirou o roupão de vez e abriu um pouco as pernas. – Olha, filho, isso é uma vulva, a vulva da sua mãe. A imagem acelerou minha respiração, eu observava de mais perto que antes a buceta dela, meio aberta. Dava pra ver como brilhava por causa do fluxo vaginal. Estava vermelha e a 20 cm da vulva dela eu sentia o calor que saía. – Pode tocar se quiser – Ela disse sorrindo. Aceitei sem pensar, com um pouco de medo aproximei meu dedo daquela vulva excitada. Toquei um dos lábios externos. Estava bem macio e quente. Tirei de novo. – Viu, filho, isso é a vulva, e isso... – Ela levou a mão até a vulva e colocou um dedo em cada lábio, que depois separou. – Vê essa coisinha aqui em cima? É o clitóris, se Me tocar aí me dá um tesão danado, hahahaha. O primeiro buraquinho é pra mina mijar, e o de mais embaixo é a buceta, por ali que entra o pau. — Eu observava com toda atenção minha primeira buceta, era espetacular, meio marrom por fora, mas se você separasse os lábios, ficava vermelha e muito mais gostosa. De novo, aproximei o dedo daquela buceta quente e molhada. Enfiei devagar, a buceta apertava meu dedo molhado. Minha mãe soltou um gemido e arqueou as costas. — Aaaih, filho, enfia e tira — com as forças que ainda tinha, ela explicou — por último, você também tem um, mas também serve pro sexo, isso aqui é o cu — e levantou um pouco a bunda, de um jeito que a buceta ficou na minha altura e, quase colado no bidê, estava o cu dela. Era escuro e cheio de ruguinhas. Naquele momento, um pouco de fluido da buceta escorreu pro cu dela. — Por favor, filho, enfia o outro dedo aí também — ela implorou. Minha outra mão foi pro rabo dela. Passei o dedo no fluido da minha mãe que tinha escorrido pro cu e enfiei com muita dificuldade. Eu sentia as rugas e uma pressão forte. Minha mãe deu um gritinho e eu vi uma lágrima escorrendo pela cara vermelha dela. Sabia que tava doendo, mas que dava prazer também, então continuei enfiando. Cada vez entrava mais fácil e eu tava com vontade de provar o gosto do cu dela, então tirei o dedo e coloquei na boca. Era um gosto muito gostoso, doce e amargo ao mesmo tempo. O vai e vem continuou até minha mãe começar a tremer e um líquido transparente saiu da buceta dela e acabou na minha cara. — Desculpa — disse minha mãe, preocupada. Ela aproximou o rosto do meu e lambeu. Ela vestiu o roupão de novo e eu saí com o pau duro. Continua... O próximo relato vai ser a continuação dessa história, espero que mais excitante. E aqui a recompensa: a xota da minha mãe!!!
Muito obrigado por passarem aqui neste post, comentem 🙂
21 comentários - Minha primeira vez e foi incesto!
aun la tengo que escribir, pero tranquilo que ya me pondré!! 🙂
Si, tu critica mucho pero a ver si creas un post 😉. Entonces podras criticar.
jjajaja, claroo que es mentira jajajja, aunke lo intento hacer lo más real posible. Aunke todo es de mi imaginacion, eee..
si no e sreal.. entonces te pido disculpas.
😉 tranquilo, no te disculpes.
rara historia pero exitante : $
yo lo tuve qe descubrir con mi novia y qede como tonto al preguntarle sobre su mojada vagina : $