Amor, terror e ação (Seja o personagem)

Aqui está a tradução para o português brasileiro:

**Roteiro de videogame**


Escolha seu personagem, tome as decisões por ele e chegue ao seu próprio destino.



Personagem um: Homem, 27 anos, Capitão e piloto Carlos Estévez, força aérea argentina. (Jogador um) Personagem dois: Mulher, 25 anos, doutora em medicina genética Andrea Fisgone, ex-namorada do capitão. (máquina ou jogador dois)

Começa


Tipo informativo, jornalista junto a um mapa. Jornalista: —As Nações Unidas traçaram um círculo no mapa, e o centro dele é o Rio da Prata. (Aponta o mapa com um círculo e um símbolo ômega dentro) A chamada zona ômega abrange metade da Argentina, todo o Uruguai e boa parte do Brasil. Lá dentro, toda a população se entregou a um canibalismo desenfreado, com evidente transtorno mental e uma grande deterioração física; literalmente, parecem estar apodrecendo vivas. (Imagens de soldados matando cadáveres ambulantes e a narração continua) Enquanto isso, nos arredores do perímetro, os soldados, a fogo e bala, tentam conter a expansão, enquanto alguns poucos refugiados são postos em quarentena; ao que parece, o contágio se dá por contato físico com troca de fluidos, e leva alguns minutos para mostrar seus efeitos.

Tela preta, letras brancas: "Mas na zona (símbolo ômega) nem tudo que anda... está morto


Mapa com círculo, zoom na Ilha do Fogo, paisagem, construção, interior, mostra o personagem um andando pelo hospital, vê a personagem dois desmaiada no chão e se aproxima, acorda ela: —Andrea, Andrea, acorda… você tá bem? —Tô, aquelas… coisas nos atacaram —Te morderam, você foi mordida? —Bati a cabeça e… Ele examina ela e ajuda a levantar, na hora entra primeiro um, seguido de três cientistas enlouquecidos, podres e famintos. Personagem um vai ter que matar eles com o revólver de regulamento. (Se personagem um for tocado, vai pro capítulo 2; se personagem dois for tocado, vai pro capítulo 3). Um: Vim te buscar, Andrea, temos que sair daqui Dois: Como? Tá todo mundo morto Um: Vamos sair da parte científica da base, volta comigo pra zona militar, lá a gente encontra uma avioneta. Dois: Sério que você voltou por mim Um: Sempre… (E entrega a arma pra ela, puxa uma faca) Juntos, percorrem as instalações civis, matando qualquer cadáver que se mexa, (Se forem tocados, capítulo 2 e capítulo 3). Conseguem sair pra parte de fora, onde veem, ao longe e na tempestade, as instalações militares. Duas motos de neve estão paradas de lado. Dois: Isso é uma loucura, o vírus se espalha muito rápido; quando a gente chegar na avioneta, a linha segura vai estar a mil quilômetros daqui; nunca vamos conseguir Um: Lembro quando a gente tava junto, conseguimos muitas coisas (E se beijam) Sobem nas motos e chegam na base militar, onde encontram outro revólver e outra faca, dois rifles de mira telescópica, e alguns explosivos numa mochila. Avançam pela zona militar matando soldados podres, depois um general sedento de sangue… e com os cachorros dele. (Animais mais rápidos que pulam em cima de vocês; têm que ser mortos a faca). Finalmente, chegando na pista de pouso com a avioneta, veem um dando voltas em círculo dentro da torre de controle: Dois: Esse aí não é o Richard Um: Meu melhor amigo, lembra dele de quando a gente tava junto Um: Que horror no que se tornou… e se eles nos morderem, Carlos, e se morderem você ou eu? (Um saca seu rifle com luneta) Um: Você faz ou eu faço (mostrando o rifle) Um de nós dois mata o melhor amigo. Sobem no avião e decolam.

Capítulo dois

Dois: Te morderam, Carlos, você tá infectado
Um: Tenho só uns minutos, depois você já sabe o que fazer
Dois: Mas eu te amo, Carlos, não sei se vou conseguir… (A conversa é interrompida pela chegada de um infectado, eles matam ele)
Um: Eu também te amo, Andrea (Eles se beijam, tiram a roupa, transam; começa a contagem regressiva de dois minutos no relógio). Continuam até gozar junto com o relógio. (Se ele mata quando se transforma, capítulo 4; se não mata, capítulo 6)


Capítulo três


Um: Te morderam, Andrea, você tá infectada
Dois: Por favor… me mata
Um: Não, você ainda é minha Andrea

Elas se beijam, se despem, transam. O relógio de contagem regressiva começa: dois minutos. Elas continuam avançando.
(Se decidir matar ela, capítulo 5; se não, capítulo 7).



Capítulo quatro


Carlos se transforma e ela mete um tiro na testa dele, segue sozinha tentando chegar no avião, se consegue, quando vai subir sente umas cãibras no estômago, levanta a camiseta e vê a barriga com algo se mexendo lá dentro. Fim. (Se for mordida estando sozinha, vai ter seus dois minutos e fim com transformação).

Capítulo cinco

Andrea se transforma e Carlos a executa com um tiro certeiro no coração. Ele segue sozinho tentando chegar ao aviãozinho; se for mordido, vai ter seus dois minutos. Fim.

Capítulo seis


Carlos se transforma e ela foge pra não matá-lo. Continua avançando em busca do avião. Se conseguir, bem antes de subir, ele aparece na frente dela. Ela não vai ter outra escolha. Fim.


Capítulo sete


Andrea se transforma, ele foge pra não matar ela e segue sozinho atrás do avião. Se conseguir, ao subir vai ver ela podre… e decola. Fim.

Contista: DCF contistasami@gmail.com

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