Faz uns 3 anos que publiquei um post que vou transcrever aqui pra quem quiser continuar lendo. Agora vou só adicionar a novidade mais recente. Tô fazendo isso principalmente porque a experiência atual tá me deixando maluco e preciso compartilhar. É sobre uma vizinha, casada e mãe de 2 filhos, que deve ter entre 35 e 40 anos. O prédio dela fica na transversal do meu, então o ângulo não é perfeito, mas dá pro gasto pro que eu (e não me surpreenderia se ela também) quero. A questão é que tem 3 cômodos que dão pra sacada, dos quais dois parecem quartos e têm persianas e toldos na sacada que os tampam. A sala de jantar não tem persiana e o toldo da sacada que a tampa quase nunca é baixado. Também não tem cortinas. Todas as noites — o foda é que não tem horário fixo, entre 22h e meia-noite, quando os filhos já tão dormindo — ela vai pra sala de jantar (mesmo que o marido esteja lá) e, a essa altura, acho que já sabe que tô na minha sacada "espiando", e se despe, ficando completamente nua, pra depois ir pro banho (digo que vai tomar banho porque depois de um tempo volta com o cabelo molhado, mas já de camisola ou pijama). Não é um show, nem fica muito tempo pelada, e embora eu quisesse que durasse mais, é o que tem e não é nada ruim. Quem quiser continuar lendo, aí vão minhas outras experiências de voyeurismo que já publiquei há 3 anos... A verdade é que não sou de escrever, nem de ler muito. Mas como o P! dá, resolvi compartilhar com quem quiser ler umas coisas que consegui capturar com meus olhos "espiando?!" das minhas janelas. Não sei se é certo ou errado, se é invasão de privacidade ou não, só sei que há vários anos, desde que, na adolescência, fui descobrindo o sexo sem praticar, comecei a fantasiar em poder ver diretamente o que só via em filmes. E não importa que agora tenho a sorte de poder transar com quem quero e como quero. O prazer de olhar e "espiar?!" continua firme. Depois da introdução, vou compartilhar com vocês o que minha memória visual guarda:
- A primeira, numa noite de muito calor em Buenos Aires, daquelas que a sensação térmica passa dos 30º (e não por minha culpa), lembro que acordei perto das 5h da manhã, no céu a claridade mal começava a aparecer, olhei pela minha persiana baixa, como sempre fazia, e foi uma grata surpresa ver a vizinha da frente, uns 20 anos, dormindo com a persiana semiaberta e vestindo só uma calcinha. Acho que foi o primeiro par de peitos que vi sem uma tela no meio. E acho também que isso me deixou com a ideia de que sempre pode haver esperança de ver algo.
- Praia de nudismo no Uruguai, fui ver o que dava pra ver. No geral, muito ovo e pouca carne de mulher. Mas uma vez a sorte esteve do meu lado. Já tava indo embora como sempre, porque não tinha o que ver, e chegaram elas, um grupo de 5 amigas. Vi elas passarem pra um lado e pensei que vinham zoar, como eu, e que jamais tirariam o biquíni. Quando vi onde se acomodaram, fui praquele lado também. Depois de um tempo e conversando timidamente entre elas, foram se animando uma a uma, o excitante foi que faziam com vergonha e timidez.
- Da sacada da casa dos meus pais tem um prédio daqueles com banheiros virados pra fora e uma janela vertical. Dependendo da altura que você está e da altura da janela que você olha, se não tem cortina, dá pra ver. Umas duas vezes consegui ver corpos femininos se ensaboando e depois se secando. Mas o melhor foi uma vez que tinha um casal tomando banho junto...
- Da mesma sacada: numa sacada-terraço de um primeiro andar (sim, por mais que surpreenda, o seguinte aconteceu num primeiro andar), morava um casal (não o mesmo do banho anterior) que, suponho, hoje seriam exibicionistas ou desinibidos... a questão é que numa piscina inflável eles entravam nus a qualquer hora que podiam. Pena que se mudaram logo. - O que vem agora não foi do meu interesse, mas sim surpresa. Da minha casa atual (apartamento, fundos), mas uns 8 anos atrás, num domingo de manhã, num terraço não muito distante, um homem chegou, se pelou, bateu uma e foi embora.
- No prédio daquele homem, numa sacada sempre (até que não a vi mais, e hoje uma construção nova já tampa aquele prédio), uma mulher jovem saía pelada pra pendurar a toalha no varal (suponho que depois do banho).
- Da minha casa também: uma senhora de 65 que às vezes veste a camisola com as persianas levantadas... pra mim não é atraente, mas por baixo da camisola não usa nada, nem em cima nem embaixo.
- A última coisa que tenho pra ver da minha casa: num dos prédios que dá pra enxergar, uma mulher jovem, casada e agora grávida, que às vezes atravessa a sala (que não tem persianas) pelada (embora infelizmente o marido faça isso com muito mais frequência). E agora com a gravidez ela ficou muito safada e um dia deu pra ver, altas horas da madrugada e com uma luz bem fraca, um dos dois no sofá na posição de quatro. Suponho que, infelizmente pra mim, a farra vai acabar com a chegada do bebê.
- Da sacada de um escritório que eu tinha: a vizinha da sacada ao lado, uns 40 anos, eu acho, um dia saiu sem querer só de topless. Nunca mais fez isso. Depois ela se mudou e veio uma senhora de uns 65 que sofria muito com o calor e andava pelada a maior parte do dia em casa (dava pra ver pela janela da cozinha). Noutro prédio, num terraço, uma senhora de uns 55 anos fazia topless e se cobria quando o zelador subia. Noutro prédio dava pra ver o quarto principal de uma senhora de 50 que, das mais velhas que vi, era a mais gostosa; ela se pelava pra ir tomar banho e voltava pra passar creme e se vestir depois... isso era ritual quase toda manhã. No mesmo prédio, um andar acima, uma senhora separada ou viúva de uns 40 anos, era gostosa, mas só vi uma vez. Tomando sol e deu pra ver a buceta dela de perfil. No quarto do lado, a filha de uns 17/19 anos tava dormindo e começou a se trocar com a persiana meio levantada, bem na hora que eu tive que sair do escritório. Bom, essas são todas as experiências até agora. Pessoalmente, espero que continuem, mesmo que às vezes pareça por um bom tempo que a sorte acabou. A vida, pelo visto, não para de surpreender, e ficando esperto e com um pouco de sorte, os olhos vão continuar se deliciando. Se quiserem, peçam e vou tentar fazer algum relato descritivo com mais detalhes da lembrança que interessar.
- A primeira, numa noite de muito calor em Buenos Aires, daquelas que a sensação térmica passa dos 30º (e não por minha culpa), lembro que acordei perto das 5h da manhã, no céu a claridade mal começava a aparecer, olhei pela minha persiana baixa, como sempre fazia, e foi uma grata surpresa ver a vizinha da frente, uns 20 anos, dormindo com a persiana semiaberta e vestindo só uma calcinha. Acho que foi o primeiro par de peitos que vi sem uma tela no meio. E acho também que isso me deixou com a ideia de que sempre pode haver esperança de ver algo.
- Praia de nudismo no Uruguai, fui ver o que dava pra ver. No geral, muito ovo e pouca carne de mulher. Mas uma vez a sorte esteve do meu lado. Já tava indo embora como sempre, porque não tinha o que ver, e chegaram elas, um grupo de 5 amigas. Vi elas passarem pra um lado e pensei que vinham zoar, como eu, e que jamais tirariam o biquíni. Quando vi onde se acomodaram, fui praquele lado também. Depois de um tempo e conversando timidamente entre elas, foram se animando uma a uma, o excitante foi que faziam com vergonha e timidez.
- Da sacada da casa dos meus pais tem um prédio daqueles com banheiros virados pra fora e uma janela vertical. Dependendo da altura que você está e da altura da janela que você olha, se não tem cortina, dá pra ver. Umas duas vezes consegui ver corpos femininos se ensaboando e depois se secando. Mas o melhor foi uma vez que tinha um casal tomando banho junto...
- Da mesma sacada: numa sacada-terraço de um primeiro andar (sim, por mais que surpreenda, o seguinte aconteceu num primeiro andar), morava um casal (não o mesmo do banho anterior) que, suponho, hoje seriam exibicionistas ou desinibidos... a questão é que numa piscina inflável eles entravam nus a qualquer hora que podiam. Pena que se mudaram logo. - O que vem agora não foi do meu interesse, mas sim surpresa. Da minha casa atual (apartamento, fundos), mas uns 8 anos atrás, num domingo de manhã, num terraço não muito distante, um homem chegou, se pelou, bateu uma e foi embora.
- No prédio daquele homem, numa sacada sempre (até que não a vi mais, e hoje uma construção nova já tampa aquele prédio), uma mulher jovem saía pelada pra pendurar a toalha no varal (suponho que depois do banho).
- Da minha casa também: uma senhora de 65 que às vezes veste a camisola com as persianas levantadas... pra mim não é atraente, mas por baixo da camisola não usa nada, nem em cima nem embaixo.
- A última coisa que tenho pra ver da minha casa: num dos prédios que dá pra enxergar, uma mulher jovem, casada e agora grávida, que às vezes atravessa a sala (que não tem persianas) pelada (embora infelizmente o marido faça isso com muito mais frequência). E agora com a gravidez ela ficou muito safada e um dia deu pra ver, altas horas da madrugada e com uma luz bem fraca, um dos dois no sofá na posição de quatro. Suponho que, infelizmente pra mim, a farra vai acabar com a chegada do bebê.
- Da sacada de um escritório que eu tinha: a vizinha da sacada ao lado, uns 40 anos, eu acho, um dia saiu sem querer só de topless. Nunca mais fez isso. Depois ela se mudou e veio uma senhora de uns 65 que sofria muito com o calor e andava pelada a maior parte do dia em casa (dava pra ver pela janela da cozinha). Noutro prédio, num terraço, uma senhora de uns 55 anos fazia topless e se cobria quando o zelador subia. Noutro prédio dava pra ver o quarto principal de uma senhora de 50 que, das mais velhas que vi, era a mais gostosa; ela se pelava pra ir tomar banho e voltava pra passar creme e se vestir depois... isso era ritual quase toda manhã. No mesmo prédio, um andar acima, uma senhora separada ou viúva de uns 40 anos, era gostosa, mas só vi uma vez. Tomando sol e deu pra ver a buceta dela de perfil. No quarto do lado, a filha de uns 17/19 anos tava dormindo e começou a se trocar com a persiana meio levantada, bem na hora que eu tive que sair do escritório. Bom, essas são todas as experiências até agora. Pessoalmente, espero que continuem, mesmo que às vezes pareça por um bom tempo que a sorte acabou. A vida, pelo visto, não para de surpreender, e ficando esperto e com um pouco de sorte, os olhos vão continuar se deliciando. Se quiserem, peçam e vou tentar fazer algum relato descritivo com mais detalhes da lembrança que interessar.
4 comentários - Realidades que vejo pela janela
coincido con vos, pero no llego hasta ahi, no me da ponerme a sacar foto ni sabria como hacerlo disimuladamente...
Lo mismo digo, colga fotitos!