Bom, aqui vou contar um rolê que aconteceu comigo há três anos:
Era fim de ano e minha família teve a brilhante ideia de ir visitar meus avós e minhas tias que moram tudo perto, na mesma cidade, e todas elas só têm filhas mulheres. Era a segunda vez que a gente se via e resolvemos ficar mais um tempinho. No dia que a gente ia embora, minhas primas encheram o saco da minha mãe pra eu ficar mais tempo, convenceram ela e eu acabei ficando.
A gente saía pra dançar, zuar, fazer essas paradas, mas tinha uma prima minha que era muito mais agarrada comigo. Quando saía, me pegava pela mão, vivia querendo ficar perto, não gostava quando minhas outras primas me abraçavam, na hora de dormir se encostava bem onde eu tava e tal. Sem mais delongas, uma noite que saímos todos juntos, fizemos um esquenta num bar e tomamos umas cervejas. Já meio altos, decidimos ir pra balada, mas pra nossa surpresa tava chovendo. Éramos quatro: eu, minha prima que é mais grudada comigo, outra prima e um primo de outra cidade que eu já conhecia. Resolvemos nos separar porque eu não queria ir dançar, e aí minha prima me seguiu, enquanto a outra prima e o primo foram pra balada.
Chegamos na casa dela. Como eu não tinha minha roupa de dormir, ela me emprestou uma calça do pai dela e, como tava calor, dormi sem camisa. Ela vestiu uma regatinha curta, tirou o sutiã e, por baixo, tava com um shortinho beeem curto. Todas as camas tavam ocupadas, menos uma, então a gente deitou junto.
Ficamos rolando de um lado pro outro na cama porque a situação era muito estranha pra mim. Acabamos de frente um pro outro, cara a cara. Eu não conseguia ver ela, mas sentia a respiração dela na minha boca. Depois de um tempão, comecei a me aproximar e, de repente, senti o roçar dos lábios dela. Fiquei pensando: "O que tô fazendo? É minha prima". Mas sei lá se era por causa da bebida ou se eu realmente tava afim dela, mas pensei: "vou ter que fazer alguma coisa". Me aproximei de novo e encostei meus lábios bem juntinhos nos dela. os meus e, de repente, ela começou a me beijar desesperadamente. Fui ficando com tesão e minhas mãos começaram a entrar por baixo da camiseta dela até chegar nos peitos, e a minha outra mão foi pelo short dela até tocar e apertar toda aquela bundinha pequena. Ela começou a me tocar no pau, e no calor do momento, puxei o short dela pra baixo enquanto os beijos continuavam e meti a mão na buceta dela, toda molhadinha. Mas, de repente, ela me soltou e virou de costas. Achei que tinha passado dos limites e que algo ruim ia rolar. No dia seguinte, acabei dormindo de cansaço, mas preocupado. Na manhã seguinte, ela acordou mais cedo que todo mundo, vi ela pegar uma gaveta e ir pro banheiro. Quando ela voltou do banheiro, eu levantei e fingi que nada tinha acontecido, cumprimentei ela e ela respondeu numa boa. Decidi ir ao banheiro e me deparei com a calcinha que ela tinha usado naquela noite. Cheguei perto e vi que estava toda molhadinha. Deixei lá e, desde aquele dia, não rolou mais nada. Poucos dias depois, fui embora, mas sei que um dia vou voltar pra buscar mais.
Era fim de ano e minha família teve a brilhante ideia de ir visitar meus avós e minhas tias que moram tudo perto, na mesma cidade, e todas elas só têm filhas mulheres. Era a segunda vez que a gente se via e resolvemos ficar mais um tempinho. No dia que a gente ia embora, minhas primas encheram o saco da minha mãe pra eu ficar mais tempo, convenceram ela e eu acabei ficando.
A gente saía pra dançar, zuar, fazer essas paradas, mas tinha uma prima minha que era muito mais agarrada comigo. Quando saía, me pegava pela mão, vivia querendo ficar perto, não gostava quando minhas outras primas me abraçavam, na hora de dormir se encostava bem onde eu tava e tal. Sem mais delongas, uma noite que saímos todos juntos, fizemos um esquenta num bar e tomamos umas cervejas. Já meio altos, decidimos ir pra balada, mas pra nossa surpresa tava chovendo. Éramos quatro: eu, minha prima que é mais grudada comigo, outra prima e um primo de outra cidade que eu já conhecia. Resolvemos nos separar porque eu não queria ir dançar, e aí minha prima me seguiu, enquanto a outra prima e o primo foram pra balada.
Chegamos na casa dela. Como eu não tinha minha roupa de dormir, ela me emprestou uma calça do pai dela e, como tava calor, dormi sem camisa. Ela vestiu uma regatinha curta, tirou o sutiã e, por baixo, tava com um shortinho beeem curto. Todas as camas tavam ocupadas, menos uma, então a gente deitou junto.
Ficamos rolando de um lado pro outro na cama porque a situação era muito estranha pra mim. Acabamos de frente um pro outro, cara a cara. Eu não conseguia ver ela, mas sentia a respiração dela na minha boca. Depois de um tempão, comecei a me aproximar e, de repente, senti o roçar dos lábios dela. Fiquei pensando: "O que tô fazendo? É minha prima". Mas sei lá se era por causa da bebida ou se eu realmente tava afim dela, mas pensei: "vou ter que fazer alguma coisa". Me aproximei de novo e encostei meus lábios bem juntinhos nos dela. os meus e, de repente, ela começou a me beijar desesperadamente. Fui ficando com tesão e minhas mãos começaram a entrar por baixo da camiseta dela até chegar nos peitos, e a minha outra mão foi pelo short dela até tocar e apertar toda aquela bundinha pequena. Ela começou a me tocar no pau, e no calor do momento, puxei o short dela pra baixo enquanto os beijos continuavam e meti a mão na buceta dela, toda molhadinha. Mas, de repente, ela me soltou e virou de costas. Achei que tinha passado dos limites e que algo ruim ia rolar. No dia seguinte, acabei dormindo de cansaço, mas preocupado. Na manhã seguinte, ela acordou mais cedo que todo mundo, vi ela pegar uma gaveta e ir pro banheiro. Quando ela voltou do banheiro, eu levantei e fingi que nada tinha acontecido, cumprimentei ela e ela respondeu numa boa. Decidi ir ao banheiro e me deparei com a calcinha que ela tinha usado naquela noite. Cheguei perto e vi que estava toda molhadinha. Deixei lá e, desde aquele dia, não rolou mais nada. Poucos dias depois, fui embora, mas sei que um dia vou voltar pra buscar mais.
4 comentários - A priminha gostosa
😉