Juan sentou na beira da cama, a mulher dele estava tão perto, mas tão longe dele... Eles tinham prosperado bastante desde que ele foi promovido, mas aquele emprego bom criou um abismo entre ele e a mulher dele. Já não conversavam com carinho nem se acariciavam quando se cruzavam em casa, nem sequer transavam... Estela sabia que o marido chegava cansado do trabalho e preferia não sobrecarregá-lo mais com os problemas dela de casa. Desde pequena, aprendeu que a mulher tinha que cuidar da casa e o homem trazer a comida. Mas isso estava matando ela por dentro. Cadê a chama da paixão desenfreada que sentiam um pelo outro? O casamento estava se perdendo. Eles se amavam, sim, claro, mas o sexo na cama de casal tinha perdido a batalha pra monotonia. Só disseram boa noite e se deitaram nas beiradas da cama, como se no meio dos dois tivesse montanhas de gelo. — Já não sei mais o que fazer, Judith — Estela desabou em lágrimas. — Por quê? Que que houve, Estela? — O Juan já não me deseja como antes, acho que ele não me ama mais. — Por que você diz isso, amiga? — entregando um lenço pra pobre amiga. — Ele não me toca mais, mal e mal me dá um beijo quando sai pro trabalho. Judith ficou olhando pra ela. Aquela não era a mulher que ela considerava amiga, porque num passado não tão distante, Estela era uma das mulheres mais cobiçadas: morena, rostinho bonito, um corpo gostoso. Agora, era só uma sombra daquela mulher linda, vestida com roupa de casa, sem se pentear nem um brilho labial. — Amiga, é você que afasta ele. O que você faz quando ele chega em casa? — Ué, sirvo o jantar e deixo ele descansar. — Cê tá errada. Um homem, por mais cansado que esteja, sempre tá afim de transar. — Mas... — Mas nada, Estela. Você é a mulher dele, tem que seduzir ele pra ele se aproximar de você. Olha pra você. Não que eu seja ruim, mas você se descuidou demais, amiga. — Mas o que você quer, que eu limpe de salto alto? Que lave roupa com uma francesinha? — hahaha, não, mas não estaria Nada mal que você vista algo mais sexy e se arrume um pouco, pelo amor de Deus, você tem trinta, não sessenta anos!! Odiava dar razão aos outros, mas a Judith tinha razão, ser dona de casa não significava que precisava ser uma mendiga. De repente, um pensamento horrível veio à mente: e se o seu amado Juan a deixasse por outra? E se já existisse outra na vida do marido dela? Não, não podia permitir que arrancassem ele da sua vida. Naquela noite, ficou contemplando o seu querido Juan a noite inteira e sentiu o coração apertado ao pensar que ele já não fazia parte da sua vida. — Judith, tive uma ideia, por favor vem urgente na minha casa, te espero. Estava um caco de nervos, não sabia como a Judith ia receber a ideia que naquela noite, entre sonhos e pesadelos, tinha entrado na sua cabeça. — Bom, já cheguei, o que você pensou? — Tenho um plano para conquistar o Juan antes que uma qualquer me tire ele. — ? — Primeiro passo: quero que você venha comigo comprar um conjuntinho. — Aaa, safada hahaha ok ok ok — Vamos então. Ao entrar na loja de lingerie, Estela percebeu que estava por fora de tudo aquilo. A vendedora mostrava cada pedaço de pano que ela não sabia se era roupa ou um lenço. — Mmmm, melhor não, Judith. — Ah, não, não, não, você não vai vir até aqui pra nada. Quer reconquistar ele ou não? A vendedora sorriu e a levou para um quartinho meio escondido entre caixas de roupas. — Se você quer reconquistar seu homem, tem duas opções matadoras, tudo depende de como você o quer. E mostrou dois conjuntos. Estela hesitou, mas o amor que sentia pelo seu homem venceu. — Peguei. E agora, o que vem depois? — Chegamos em casa e eu te conto... .................................................. — Ah, não, não e não, você é louca? Não, nem fodendo, não, não — Por favor, Judith, você é a única em quem posso confiar, por favoooor... — Estela chorava desconsolada sentada na sala de casa. — Como você pode me pedir uma coisa dessas? Você está doente — Doente não, desesperada, sou uma mulher desesperada, pensa nisso amanhã e me diz. Você decidiu, mas lembra que da sua decisão depende o meu casamento. ..................................................... - Amor, convida a Judith pra jantar amanhã. - Ah, tá bom, tudo bem. .................................................... - Fica claro pra você, isso eu faço por você - disse Judith, tomando um bom gole de vinho - Valeu, amiga - Mas não entendo como isso vai te ajudar. - Se acontecer o que eu temo, é porque perdi meu marido e vou ter que usar armas pesadas pra recuperar ele, mas se não rolar nada, sei que ele ainda me ama. Já sentados no salão de jantar, os três batendo papo de adulto, depois de vários copos, Estela se levanta e vai pro banheiro... Lavou o rosto com água fria, se olhou no espelho, arrumou o cabelo e se maquiou como não fazia há tempos, era uma gostosa, mas tinha esquecido da mulher do espelho. Percorreu o corredorzinho devagar, a cada passo a alma dela ia pro chão... Então, escondida atrás do móvel, conseguia uma vista boa daquela cena de partir o coração. O marido dela tava comendo a melhor amiga dela, apoiada na mesa com os peitos pra fora da blusa, Judith recebia gostosa a pica do Juan, ele a cada estocada mexia a mesinha de madeira. Juan segurava os peitinhos redondos e suculentos da Judith e a pica dele enfiada na bunda da melhor amiga da mulher dele. Estela sentia as lágrimas nascendo nos olhos e morrendo nas bochechas, mas mesmo com a tristeza tomando o coração dela, sentia um fogo invadindo a barriga dela. Ela se tocou devagar e quase com medo na buceta dela, tava molhadinha, como podia ficar excitada com aquilo?.. Quase sem pensar, esfregava o clitóris com o dedo indicador, enquanto os dedos da outra mão brincavam no cu dela. Quase de joelhos, Estela sentia o fogo avançando cada vez mais... Entre os piscar de olhos dela, Judith se aproximou e pegou na mão dela, Juan se surpreendeu, sabia que Estela era uma mulher ciumenta. - Amor, desculpa, por favor, me perdoa. - Não tem problema, Juan, foi ideia minha... - Que??? Por quê??? - Sinto muito por ter te Abandonado, entendi que, como minha mulher, eu devia sempre te corresponder. Eles se uniram num abraço por um segundo eterno, seus lábios se buscaram, seus corações pulsaram juntos. As mãos de João percorriam aquele corpo que há tempos não explorava, Estela sentia seu ser tremer a cada carícia. Judite achou que era hora de sair dali, mas ainda estava com tesão, queria continuar sendo comida, porque a pica do João era bem apetitosa. Estela pegou Judite pela mão e as duas se abraçaram.. — Valeu, amiga, muito obrigada. Se olharam com carinho e se beijaram, num beijo inocente no começo, que aos poucos foi ficando cheio de luxúria até virar um beijo apaixonado e cheio de desejo... João pegou Estela e sentou ela em cima da mesa, Judite se colocou na frente dela e, entregando a bunda pra João, acariciava os mamilos duros de Estela, alternando com pequenas lambidas. João metia em Judite de um jeito quase bestial, porque sempre tinha sido fiel à sua mulher, e, mesmo sem intimidade entre eles, nunca tinha passado pela cabeça dele fazer isso com outra mulher até aquela noite... Judite desceu devagar pela barriga de Estela até chegar na delícia da virilha dela, pequenas lambidas, carícias, lambidas de novo até se descontrolar e pegar a buceta da amiga com os lábios, saboreando todo o mel dela, deixando ela sem uma gota. João tirou o pau da bunda de Judite, desceu a mulher dele da mesa pra elas trocarem de lugar, mas, diferente de Judite, João metia em Estela devagar, e eles se moviam em sintonia, os corpos deles tinham virado um só, as almas estavam entrelaçadas pra sempre, sabiam que se pertenciam. Estela acariciou Judite com carinho, passando os dedos delicados pelos mamilos rosados, olhou pra Judite sabendo que era uma mulher muito fogosa e que não ia embora até chegar ao prazer máximo, molhou os dedos com a própria saliva e devagar penetrou Judite, primeiro com um, depois outro, até chegar no quarto, sem querer que o João metesse nela Judith de novo. Então eu tinha que fazer a Judith chegar com os dedos... Devagar, ela movia os dedos em círculos, e aos poucos foi acelerando o ritmo. Judith se contorcia de prazer, enquanto isso, João saboreava feliz a bunda redonda da sua mulher. Estela abriu as pernas de Judith e a penetrou com a língua, tirava e colocava, mexia em círculos e de cima pra baixo, brincava com o clitóris dela sem dar trégua. Molhou dois dedos com a saliva de Judith e enfiou na bunda dela. Com tanta estimulação, Judith não aguentou mais e banhou o rosto de Estela com seu melzinho. Talvez por tanto prazer, também por causa do vinho, Judith acabou dormindo em cima da mesa, pelada e com as pernas escancaradas. João pegou sua mulher como na noite de núpcias e a levou pro quarto... Estela entrou no banheiro e se preparou pra ele. Na loja de lingerie, a jovem vendedora tinha oferecido um conjunto preto com renda vermelha, de puta, e o outro era um branco com rosas pequenas nos bicos dos peitos e um lacinho na parte de trás da tanga. Qual vocês acham que ela escolheu?....... O branco. Porque no fundo do coração, ela sabia que, acontecesse o que acontecesse naquela noite, João e ela se reencontrariam. Sabia que o amor deles era puro e verdadeiro, e nada mais puro que o branco, como ela na noite de núpcias... — Te amo, te amo, meu amor, e o que eu fiz foi por você, por amor... — Eu sei... Me desculpa muito, sinto muito ter colocado o trabalho antes da gente... João beijou ternamente sua mulher, com os olhos brilhando de tanta beleza, como na primeira vez que a fez sua... Naquela noite, Estela e João fizeram amor de forma lenta e romântica. Não se apressaram, não pensaram em se satisfazer, mas sim em dar prazer um ao outro, em recuperar o tempo perdido... Espero que tenham gostado.... 🙂
6 comentários - todo por amor
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Cuando quieras, leeme! besos jujuy! 🤤