Olá, meu nome é Ângela, quero contar como entreguei meu corpo pra um professor que tive uns anos atrás. Sempre fui de boa com meu corpo, sou morena, magra e tenho uma altura normal, meu cabelo é bem preto e meio ondulado, meu rosto me agrada bastante, principalmente meus olhos, porque tenho uns cílios grandes e uma boca pequena mas bem definida, minha bunda é pequena mas tá no lugar, meus peitos não são muito grandes mas são firmes, uso um sutiã tamanho B.
Bom, vou contar, isso começou quando eu tava no ensino fundamental, meu corpo naquela época era bem diferente, era muito magra, meus peitos não tinham crescido nada e minha bunda nem se fala, era completamente reta, só meu rosto era igual, falavam que eu parecia mais velha mas só de cara, porque meu corpo não tinha se desenvolvido.
Eu tava no último ano do fundamental, quando entrou na minha escola um professor, na verdade era um estagiário, ou seja, tava estudando pra ser professor e tinha que cumprir o estágio final.
Ele foi designado pra três das seis turmas, dava aula de matemática, a gente viu que ele era muito novo, tinha só 20 anos, fizemos umas brincadeiras e não obedecíamos ele, mas ele logo botou ordem e se mostrou super rígido. No começo, muitas de nós sentíamos atração por ele e dávamos em cima, mas por causa do jeito duro e sério dele, paramos.
Pra falar a verdade, ele ensinou bastante, e no fim se tornou um bom amigo, a gente passou a gostar mais dele do que dos nossos professores de verdade.
Quando terminei o fundamental, entrei no ensino médio, na minha escola ficam juntos o fundamental, o médio e a faculdade, então continuei no mesmo lugar, como a maioria dos meus colegas.
Esse professor que eu tô falando se chama Rolando, a gente não soube mais nada dele até eu entrar no segundo ano do ensino médio, porque quando nos designaram os novos professores, ele tava lá, vários ex-alunos já conhecíamos ele, alguns ficaram felizes e outros outros não.
A atitude dele era muito parecida com a de quando dava aula pra gente no ensino médio, mas ele tava um pouco mais simpático. Ele dava a maioria das minhas aulas, já que era matemática e minha especialidade era contabilidade.
Enfim, às vezes a gente convidava ele pra festas e ele até aparecia, mas se comportava como professor. Várias de nós gostavam dele, mas tinha uma garota chamada Inês que dava em cima do professor com tudo, de um jeito que até deixava ele nervoso. A Inês é muito linda e tem um corpo maravilhoso, a gente achava que o Rolando ia cair de amores por ela, mas não foi assim.
Meu corpo naquela época já tinha mudado, ficou mais definido e eu tava um pouco melhor, mas me descuidei um pouco, porque comia pra caralho e acabei ganhando uma barriguinha, kkk. A única coisa boa de engordar um pouco foi que meus peitos cresceram: de um sutiã B fui pra um C. Adorava o peso que eles tinham e os olhares que eu atraía dos caras.
Comecei a sair com um cara bem gato, e depois de alguns meses a gente transou pela primeira vez. Não foi nada especial nem espetacular, só fizemos algumas vezes.
Descobri que ele me traiu e terminei o namoro. Fiquei muito triste, sentava sozinha nos corredores da escola e às vezes chorava. Um dia, meu professor me viu e perguntou o que tava rolando. Como eu confiava muito nele, contei o que tinha acontecido. Ele disse que eu ainda era uma menina e que ia encontrar alguém que me valorizasse. Criei coragem e perguntei se ele me achava bonita e se gostaria de ser meu namorado. Ele sorriu e respondeu que sim, mas só se tivesse a minha idade.
Isso me animou um pouco. Eu usava a desculpa de estar triste pra poder conversar com ele. Um dia, tava com umas amigas num shopping, vi o Rolando de longe e fui até ele. Ele me cumprimentou, e a gente o convidou pro cinema. O filme terminou muito tarde, então ele levou a gente pra casa. Éramos três garotas, e eu fui a última que ele deixou. Quase chegando na minha casa, quando ele... pedi pra ele parar pra comprar um refrigerante, ele parou e quando ia ligar o carro de novo, abracei ele e dei um beijo bem carinhoso, ele correspondeu e eu abri a boca pra meter minha língua e tocar a dele, ficamos nos beijando por vários minutos, comecei a ficar muito excitada, ele me segurava pela cintura, eu tava meio envergonhada pelos quilos a mais que eu tinha, mesmo assim, colava meu corpo no dele o máximo que podia, a mão dele começou a subir e chegou nos meus peitos, ele amassou bem devagar, eu tava respirando muito forte, nem meu ex-namorado tinha me acariciado daquele jeito, sentia meus bicos endurecendo, coloquei minha mão no pau dele, ele parou de me beijar e disse que não era certo o que a gente tava fazendo, ligou o carro e me levou pra casa.
Ao me despedir dele, dei um beijo suave e ele ficou mudo. Na escola, ele começou a agir muito frio, me chamava pelo sobrenome, isso me fazia muito mal, eu tava apaixonada por ele, tentava falar com ele mas ele me evitava, pra me distrair, comecei a malhar pra caramba, minha barriga sumiu e ficou bem tanquinho e firme, meus peitos mantiveram o tamanho. Fiquei mais gostosa e os caras me seguiam, mas eu continuava apaixonada pelo meu professor.
Passaram-se os meses, e eu ainda tava apaixonada por ele, lembrava daquele beijo e das carícias que ele me deu, sempre que pensava nisso, me masturbava.
Terminei o ensino médio e entrei na faculdade, fiquei na mesma escola na esperança de pelo menos vê-lo, durante as aulas, quase desmaiei ao ver um dos meus futuros professores, era o Rolando!, de novo ele ia dar aula pra mim, mas de novo a Inês tava lá, ela tinha ficado ainda mais linda, a pele dela é muito branca, olhos verdes e um corpo muito bem feito, parecia uma boneca de verdade, ela assim que viu ele já começou a dar em cima, eu ficava furiosa vendo aquilo, tinha certeza que dessa vez ela ia conquistar ele.
Um dia eu vi os dois tomando um café juntos, senti que ia morrer vendo eles juntos, a Inês percebeu que eu tava olhando e deu Um beijinho na bochecha, eu me afastei dali. Quando cheguei em casa, passei a chorar. Os meses se passaram e o Rolando estava um pouco mais gentil, isso me agradou, mas eu não parava de pensar que ele tinha um relacionamento com a Inês. Eu ia fazer 18 anos em uma semana, então convidei ele pra minha festa que era num fim de semana, mas ele não pôde ir por causa de um compromisso da faculdade. Mandou o presente com um dos meus colegas: era um lindo vestido branco e azul, de alcinhas, o tecido bem fininho, tipo pra usar na praia. Na segunda, quando cheguei na escola, ele perguntou se eu tinha gostado do presente. Respondi que sim, mas que queria que ele estivesse lá comigo. Ele disse que ia compensar não ter podido ir. Em tom de brincadeira, falei que convidava ele pra comer. Ele hesitou, mas aceitou. Não podia acreditar, ele tinha dito sim.
Meus pais precisavam viajar uns dias pra fora da cidade, então aproveitei a data e convidei o Rolando pra minha casa. Coloquei o vestido que ele me deu. Quando ele chegou, recebi ele normalmente, embora estivesse morrendo de vontade de beijá-lo. Ele perguntou onde estavam meus pais, e respondi que tiveram que sair de emergência.
Sentamos pra conversar. Não me segurei e perguntei se ele estava saindo com a Inês. Ele caiu na gargalhada, e isso me irritou um pouco. Ele parou de rir e disse que ele e a Inês eram primos distantes, e que por isso ela enchia o saco dele com os flertes. Eu comecei a rir também. Isso me acalmou muito. Depois de conversar um bom tempo, resolvi perguntar se eu agradava ele. Ele se calou e disse que era hora de ir. Tentou se levantar, mas eu segurei ele pela mão. Ele me olhou e disse que eu era muito gostosa, mas que precisava ficar com alguém da minha idade, que eu ainda era uma menina. Comecei a chorar, e ele sentou do meu lado, me abraçou, e ficamos assim uns minutos.
Parei de chorar, e ele limpou minhas lágrimas. Sorri pra ele, e ele me surpreendeu com um beijo. No começo foi suave, só encostando nossos lábios, depois usamos nossas línguas. Ele me abraçou. Forte e com uma das mãos acariciava meu rosto.
Colocou as mãos na minha cintura e foi subindo devagar, pegou meus peitos e os acariciava lentamente, puxava eles suavemente para perto dele, meus mamilos ficaram duros e ele os esfregava por cima do vestido, largou meus peitos por um momento e acariciou minhas pernas, das panturrilhas até as coxas, não me segurei e sentei no colo dele, olhando de frente, começou a beijar meu pescoço e eu soltei uns gemidinhos baixos.
Falei pra ele me comer, ele me segurou forte pelas nádegas e me carregou, não paramos de nos beijar e eu guiei ele até meu quarto, chegando lá ele sentou na cama, não me soltou nem por um segundo, as mãos dele brincavam com minha bunda, acariciava e dava uns apertões de leve, pegou a parte de baixo do meu vestido e levantou pra poder tirar, só precisei levantar as mãos pra ele conseguir.
Fiquei só de calcinha e sutiã, me levantei e comecei a despir ele, deixei ele só de cueca e deitamos na cama, subi em cima dele e dava pra sentir o pau duro dele batendo nas minhas pernas, não tiramos o resto da roupa e vi como o pau dele ficou mais duro ainda quando me viu nua, isso me excitou pra caralho, ele se dedicou a chupar meus peitos, fazia isso muito gostoso, passava a língua por cada centímetro dos meus seios, especialmente nos mamilos e na auréola, sugava em ritmos diferentes, forte e depois devagar, ao mesmo tempo enfiava os dedos na minha buceta, pressionando meu clitóris e às vezes meu cu, molhei os lençóis de tão tesuda que tava, peguei o pau dele e acariciei bem devagar, sentia o sangue fervendo em cada veia, o comprimento do pau dele era normal, uns 15 ou 16 centímetros, na real, era maior que o do cara que transei pela primeira vez, o que parecia enorme era a grossura, minha mão não conseguia envolver ele inteiro, isso me excitava mais ainda, mas ao mesmo tempo me dava medo. E o que mais me surpreendeu era a cabeça do pau, que era uns dois centímetros mais grossa que o resto do pênis.
Ele se coloquei entre minhas pernas e eu as abri o máximo que pude. Ele me perguntou se era minha primeira vez, respondi que não, mas que só tinha feito duas vezes, e pedi que fosse carinhoso porque o pau dele era muito grosso pra mim.
Ele me beijou bem devagar, peguei o pau dele e coloquei na minha buceta, ele foi enfiando aos poucos, colocou só a ponta e eu arqueei as costas de prazer. Ele aproveitou isso e enfiou a mão esquerda debaixo de mim, me segurou firme e continuou metendo, sentia minha buceta se abrindo, mas ao mesmo tempo doía, sentia que não conseguia esticar mais. Eu me mexia demais enquanto soltava gemidos de dor e prazer, ele enfiou a mão direita debaixo de mim e me segurou pelo ombro esquerdo, me deixou imobilizada. Tirou o pau, deixando só a ponta dentro de mim, isso doía mais do que ter ele inteiro, porque minha buceta tinha que esticar mais na entrada, e olha que ele só tinha enfiado a metade.
Comecei a chorar, mas ele não me deu descanso, enfiou de uma vez até a metade, gritei de dor, pedi pra ele parar, mas ao mesmo tempo o segurei colocando minhas pernas em volta dele e arranhando suas costas e nádegas. Ele entendeu que, apesar de eu pedir pra parar, meu corpo pedia mais prazer. Tentou enfiar tudo, mas não conseguiu, começou a se mover devagar, sentia minha buceta ajustando o pau dele, cada vez que ele saía um pouco de mim, parte dos músculos da minha buceta esticavam pra fora junto com o pau dele. Isso me deixava louca. Ele disse que ia me penetrar completamente, eu só concordei com a cabeça e ele empurrou com força, as bolas dele bateram na minha bunda, chorei de prazer e dor, peguei nas nádegas dele e apertei com minhas pernas. Ele começou a bombar devagar e foi acelerando o ritmo, minha buceta foi se adaptando ao pau grosso dele, mas ainda assim sentia como se parte da minha buceta estivesse saindo de dentro de mim junto com o pau dele, doía pra caralho, mas o prazer também era imenso. Eu não queria que ele saísse de dentro de mim, sentia um líquido estranho na minha buceta, não era meu próprio fluido, era algo diferente. Dei importância e deixei ele continuar me penetrando, tive vários orgasmos, só lambia os lábios do Rolando e também parte do peito dele.
Ele diminuiu o ritmo da penetração, enfiou tudo em mim e me segurou pelas nádegas, se virou e fiquei montada nele, me pegou pela cintura e me guiou pra subir e descer no pau dele, olhei pra minha buceta e vi claramente uns dois centímetros da parte interna da minha vagina se esticando pra fora apertando o pau dele, não acreditei no que via, não liguei e continuei subindo e descendo no pau dele, tava sentada nele, ele se levantou pra chupar meus peitos e acariciar minhas nádegas, apertou elas com toda força e me guiava na hora de me deixar cair no pau dele, me deu um tapa na bunda e isso me esquentou pra caralho, empurrei ele e me deitei em cima, só mexia minha cintura pra cima e pra baixo, ele acariciou meu rosto e me beijou com carinho, tivemos o orgasmo mais forte que já senti, o pau dele pulsava dentro de mim, inchava e soltava jatos de porra.
Quando os espasmos dos nossos sexos acabaram, me afastei dele e um líquido escorreu de mim, peguei um pouco com a mão e notei que era uma mistura dos meus fluidos, dos dele, de porra e um pouco de sangue, o pau dele era tão grosso que machucou um pouco.
Depois disso, tomamos banho juntos e fizemos amor de novo. Naquele dia, me entreguei por completo, tivemos sexo anal, mas isso vou contar depois.
Espero que tenham gostado.
Bom, vou contar, isso começou quando eu tava no ensino fundamental, meu corpo naquela época era bem diferente, era muito magra, meus peitos não tinham crescido nada e minha bunda nem se fala, era completamente reta, só meu rosto era igual, falavam que eu parecia mais velha mas só de cara, porque meu corpo não tinha se desenvolvido.
Eu tava no último ano do fundamental, quando entrou na minha escola um professor, na verdade era um estagiário, ou seja, tava estudando pra ser professor e tinha que cumprir o estágio final.
Ele foi designado pra três das seis turmas, dava aula de matemática, a gente viu que ele era muito novo, tinha só 20 anos, fizemos umas brincadeiras e não obedecíamos ele, mas ele logo botou ordem e se mostrou super rígido. No começo, muitas de nós sentíamos atração por ele e dávamos em cima, mas por causa do jeito duro e sério dele, paramos.
Pra falar a verdade, ele ensinou bastante, e no fim se tornou um bom amigo, a gente passou a gostar mais dele do que dos nossos professores de verdade.
Quando terminei o fundamental, entrei no ensino médio, na minha escola ficam juntos o fundamental, o médio e a faculdade, então continuei no mesmo lugar, como a maioria dos meus colegas.
Esse professor que eu tô falando se chama Rolando, a gente não soube mais nada dele até eu entrar no segundo ano do ensino médio, porque quando nos designaram os novos professores, ele tava lá, vários ex-alunos já conhecíamos ele, alguns ficaram felizes e outros outros não.
A atitude dele era muito parecida com a de quando dava aula pra gente no ensino médio, mas ele tava um pouco mais simpático. Ele dava a maioria das minhas aulas, já que era matemática e minha especialidade era contabilidade.
Enfim, às vezes a gente convidava ele pra festas e ele até aparecia, mas se comportava como professor. Várias de nós gostavam dele, mas tinha uma garota chamada Inês que dava em cima do professor com tudo, de um jeito que até deixava ele nervoso. A Inês é muito linda e tem um corpo maravilhoso, a gente achava que o Rolando ia cair de amores por ela, mas não foi assim.
Meu corpo naquela época já tinha mudado, ficou mais definido e eu tava um pouco melhor, mas me descuidei um pouco, porque comia pra caralho e acabei ganhando uma barriguinha, kkk. A única coisa boa de engordar um pouco foi que meus peitos cresceram: de um sutiã B fui pra um C. Adorava o peso que eles tinham e os olhares que eu atraía dos caras.
Comecei a sair com um cara bem gato, e depois de alguns meses a gente transou pela primeira vez. Não foi nada especial nem espetacular, só fizemos algumas vezes.
Descobri que ele me traiu e terminei o namoro. Fiquei muito triste, sentava sozinha nos corredores da escola e às vezes chorava. Um dia, meu professor me viu e perguntou o que tava rolando. Como eu confiava muito nele, contei o que tinha acontecido. Ele disse que eu ainda era uma menina e que ia encontrar alguém que me valorizasse. Criei coragem e perguntei se ele me achava bonita e se gostaria de ser meu namorado. Ele sorriu e respondeu que sim, mas só se tivesse a minha idade.
Isso me animou um pouco. Eu usava a desculpa de estar triste pra poder conversar com ele. Um dia, tava com umas amigas num shopping, vi o Rolando de longe e fui até ele. Ele me cumprimentou, e a gente o convidou pro cinema. O filme terminou muito tarde, então ele levou a gente pra casa. Éramos três garotas, e eu fui a última que ele deixou. Quase chegando na minha casa, quando ele... pedi pra ele parar pra comprar um refrigerante, ele parou e quando ia ligar o carro de novo, abracei ele e dei um beijo bem carinhoso, ele correspondeu e eu abri a boca pra meter minha língua e tocar a dele, ficamos nos beijando por vários minutos, comecei a ficar muito excitada, ele me segurava pela cintura, eu tava meio envergonhada pelos quilos a mais que eu tinha, mesmo assim, colava meu corpo no dele o máximo que podia, a mão dele começou a subir e chegou nos meus peitos, ele amassou bem devagar, eu tava respirando muito forte, nem meu ex-namorado tinha me acariciado daquele jeito, sentia meus bicos endurecendo, coloquei minha mão no pau dele, ele parou de me beijar e disse que não era certo o que a gente tava fazendo, ligou o carro e me levou pra casa.
Ao me despedir dele, dei um beijo suave e ele ficou mudo. Na escola, ele começou a agir muito frio, me chamava pelo sobrenome, isso me fazia muito mal, eu tava apaixonada por ele, tentava falar com ele mas ele me evitava, pra me distrair, comecei a malhar pra caramba, minha barriga sumiu e ficou bem tanquinho e firme, meus peitos mantiveram o tamanho. Fiquei mais gostosa e os caras me seguiam, mas eu continuava apaixonada pelo meu professor.
Passaram-se os meses, e eu ainda tava apaixonada por ele, lembrava daquele beijo e das carícias que ele me deu, sempre que pensava nisso, me masturbava.
Terminei o ensino médio e entrei na faculdade, fiquei na mesma escola na esperança de pelo menos vê-lo, durante as aulas, quase desmaiei ao ver um dos meus futuros professores, era o Rolando!, de novo ele ia dar aula pra mim, mas de novo a Inês tava lá, ela tinha ficado ainda mais linda, a pele dela é muito branca, olhos verdes e um corpo muito bem feito, parecia uma boneca de verdade, ela assim que viu ele já começou a dar em cima, eu ficava furiosa vendo aquilo, tinha certeza que dessa vez ela ia conquistar ele.
Um dia eu vi os dois tomando um café juntos, senti que ia morrer vendo eles juntos, a Inês percebeu que eu tava olhando e deu Um beijinho na bochecha, eu me afastei dali. Quando cheguei em casa, passei a chorar. Os meses se passaram e o Rolando estava um pouco mais gentil, isso me agradou, mas eu não parava de pensar que ele tinha um relacionamento com a Inês. Eu ia fazer 18 anos em uma semana, então convidei ele pra minha festa que era num fim de semana, mas ele não pôde ir por causa de um compromisso da faculdade. Mandou o presente com um dos meus colegas: era um lindo vestido branco e azul, de alcinhas, o tecido bem fininho, tipo pra usar na praia. Na segunda, quando cheguei na escola, ele perguntou se eu tinha gostado do presente. Respondi que sim, mas que queria que ele estivesse lá comigo. Ele disse que ia compensar não ter podido ir. Em tom de brincadeira, falei que convidava ele pra comer. Ele hesitou, mas aceitou. Não podia acreditar, ele tinha dito sim.
Meus pais precisavam viajar uns dias pra fora da cidade, então aproveitei a data e convidei o Rolando pra minha casa. Coloquei o vestido que ele me deu. Quando ele chegou, recebi ele normalmente, embora estivesse morrendo de vontade de beijá-lo. Ele perguntou onde estavam meus pais, e respondi que tiveram que sair de emergência.
Sentamos pra conversar. Não me segurei e perguntei se ele estava saindo com a Inês. Ele caiu na gargalhada, e isso me irritou um pouco. Ele parou de rir e disse que ele e a Inês eram primos distantes, e que por isso ela enchia o saco dele com os flertes. Eu comecei a rir também. Isso me acalmou muito. Depois de conversar um bom tempo, resolvi perguntar se eu agradava ele. Ele se calou e disse que era hora de ir. Tentou se levantar, mas eu segurei ele pela mão. Ele me olhou e disse que eu era muito gostosa, mas que precisava ficar com alguém da minha idade, que eu ainda era uma menina. Comecei a chorar, e ele sentou do meu lado, me abraçou, e ficamos assim uns minutos.
Parei de chorar, e ele limpou minhas lágrimas. Sorri pra ele, e ele me surpreendeu com um beijo. No começo foi suave, só encostando nossos lábios, depois usamos nossas línguas. Ele me abraçou. Forte e com uma das mãos acariciava meu rosto.
Colocou as mãos na minha cintura e foi subindo devagar, pegou meus peitos e os acariciava lentamente, puxava eles suavemente para perto dele, meus mamilos ficaram duros e ele os esfregava por cima do vestido, largou meus peitos por um momento e acariciou minhas pernas, das panturrilhas até as coxas, não me segurei e sentei no colo dele, olhando de frente, começou a beijar meu pescoço e eu soltei uns gemidinhos baixos.
Falei pra ele me comer, ele me segurou forte pelas nádegas e me carregou, não paramos de nos beijar e eu guiei ele até meu quarto, chegando lá ele sentou na cama, não me soltou nem por um segundo, as mãos dele brincavam com minha bunda, acariciava e dava uns apertões de leve, pegou a parte de baixo do meu vestido e levantou pra poder tirar, só precisei levantar as mãos pra ele conseguir.
Fiquei só de calcinha e sutiã, me levantei e comecei a despir ele, deixei ele só de cueca e deitamos na cama, subi em cima dele e dava pra sentir o pau duro dele batendo nas minhas pernas, não tiramos o resto da roupa e vi como o pau dele ficou mais duro ainda quando me viu nua, isso me excitou pra caralho, ele se dedicou a chupar meus peitos, fazia isso muito gostoso, passava a língua por cada centímetro dos meus seios, especialmente nos mamilos e na auréola, sugava em ritmos diferentes, forte e depois devagar, ao mesmo tempo enfiava os dedos na minha buceta, pressionando meu clitóris e às vezes meu cu, molhei os lençóis de tão tesuda que tava, peguei o pau dele e acariciei bem devagar, sentia o sangue fervendo em cada veia, o comprimento do pau dele era normal, uns 15 ou 16 centímetros, na real, era maior que o do cara que transei pela primeira vez, o que parecia enorme era a grossura, minha mão não conseguia envolver ele inteiro, isso me excitava mais ainda, mas ao mesmo tempo me dava medo. E o que mais me surpreendeu era a cabeça do pau, que era uns dois centímetros mais grossa que o resto do pênis.
Ele se coloquei entre minhas pernas e eu as abri o máximo que pude. Ele me perguntou se era minha primeira vez, respondi que não, mas que só tinha feito duas vezes, e pedi que fosse carinhoso porque o pau dele era muito grosso pra mim.
Ele me beijou bem devagar, peguei o pau dele e coloquei na minha buceta, ele foi enfiando aos poucos, colocou só a ponta e eu arqueei as costas de prazer. Ele aproveitou isso e enfiou a mão esquerda debaixo de mim, me segurou firme e continuou metendo, sentia minha buceta se abrindo, mas ao mesmo tempo doía, sentia que não conseguia esticar mais. Eu me mexia demais enquanto soltava gemidos de dor e prazer, ele enfiou a mão direita debaixo de mim e me segurou pelo ombro esquerdo, me deixou imobilizada. Tirou o pau, deixando só a ponta dentro de mim, isso doía mais do que ter ele inteiro, porque minha buceta tinha que esticar mais na entrada, e olha que ele só tinha enfiado a metade.
Comecei a chorar, mas ele não me deu descanso, enfiou de uma vez até a metade, gritei de dor, pedi pra ele parar, mas ao mesmo tempo o segurei colocando minhas pernas em volta dele e arranhando suas costas e nádegas. Ele entendeu que, apesar de eu pedir pra parar, meu corpo pedia mais prazer. Tentou enfiar tudo, mas não conseguiu, começou a se mover devagar, sentia minha buceta ajustando o pau dele, cada vez que ele saía um pouco de mim, parte dos músculos da minha buceta esticavam pra fora junto com o pau dele. Isso me deixava louca. Ele disse que ia me penetrar completamente, eu só concordei com a cabeça e ele empurrou com força, as bolas dele bateram na minha bunda, chorei de prazer e dor, peguei nas nádegas dele e apertei com minhas pernas. Ele começou a bombar devagar e foi acelerando o ritmo, minha buceta foi se adaptando ao pau grosso dele, mas ainda assim sentia como se parte da minha buceta estivesse saindo de dentro de mim junto com o pau dele, doía pra caralho, mas o prazer também era imenso. Eu não queria que ele saísse de dentro de mim, sentia um líquido estranho na minha buceta, não era meu próprio fluido, era algo diferente. Dei importância e deixei ele continuar me penetrando, tive vários orgasmos, só lambia os lábios do Rolando e também parte do peito dele.
Ele diminuiu o ritmo da penetração, enfiou tudo em mim e me segurou pelas nádegas, se virou e fiquei montada nele, me pegou pela cintura e me guiou pra subir e descer no pau dele, olhei pra minha buceta e vi claramente uns dois centímetros da parte interna da minha vagina se esticando pra fora apertando o pau dele, não acreditei no que via, não liguei e continuei subindo e descendo no pau dele, tava sentada nele, ele se levantou pra chupar meus peitos e acariciar minhas nádegas, apertou elas com toda força e me guiava na hora de me deixar cair no pau dele, me deu um tapa na bunda e isso me esquentou pra caralho, empurrei ele e me deitei em cima, só mexia minha cintura pra cima e pra baixo, ele acariciou meu rosto e me beijou com carinho, tivemos o orgasmo mais forte que já senti, o pau dele pulsava dentro de mim, inchava e soltava jatos de porra.
Quando os espasmos dos nossos sexos acabaram, me afastei dele e um líquido escorreu de mim, peguei um pouco com a mão e notei que era uma mistura dos meus fluidos, dos dele, de porra e um pouco de sangue, o pau dele era tão grosso que machucou um pouco.
Depois disso, tomamos banho juntos e fizemos amor de novo. Naquele dia, me entreguei por completo, tivemos sexo anal, mas isso vou contar depois.
Espero que tenham gostado.
5 comentários - soy chica y esto paso con mi maestro
y que te rompio el culo una verga asi,,,,