Ele me ofereceu a esposa e a puta da filha

Hoje, com a movimentação da internet, é fácil contatar pessoas que tenham as mesmas inclinações sexuais que você, experimentá-las e desenvolvê-las. Na época em que se passam os fatos que vou relatar, início dos anos 80 na Espanha, a coisa era mais complicada. Havia alguns antros onde você encontrava de tudo um pouco misturado: casais em busca de ação, gays e lésbicas, cafetões, michês, sádicos, submissos, putas, oportunistas e ninfomaníacas formavam uma paisagem uniforme e não tão especializada como hoje.

Eu estava há uns dois anos morando em Madri, era o que chamavam de rentista, sempre tive alergia a trabalho e, felizmente, minha situação financeira, folgada, era um bom antídoto para essa alergia.

Um dos lugares mais devassos do século XX era o mítico Chicote, na Gran Via madrilenha, onde a gente do espetáculo e a fauna mais perversa confraternizava, bebia, contatava e dava vazão aos seus instintos. É curioso, o Chicote ainda existe e a rede musical MTV Europe o classificou como o bar mais "cool" do continente.

Foi nas intermináveis noites do Chicote que conheci o casal formado por Arturo e Estrella, ambos na casa dos quarenta. Rapidamente simpatizei com Arturo, um advogado talentoso e de boa posição, de vasta cultura e conversa amigável. Estrella, sua mulher, era uma esplêndida e magra loira oxigenada; suas imensas tetas, numa época sem silicone, contrastavam com sua magreza, possuía um olhar misterioso bem promissor. Ambos foram testemunhas de algumas das minhas conquistas (ou melhor, eu era o conquistado). As senhoras da alta sociedade madrilenha eram, naquela época, bastante solidárias e, quando descobriam e curtiam uma boa rola, o boca a boca corria e era fácil ser seduzido por alguma dama distinta que manuseava informações sensíveis sobre as dimensões da minha rola e meu jeito de usá-la. Mas não pretendo enganar vocês, não era isso o habitual; o habitual era que eu voltasse sozinho e bêbado em casa mais vezes do que gostaria.

Naquelas noites de álcool e solidão, a conversa com Arturo era um consolo agradável. Arturo e eu tomávamos drinks impossíveis enquanto a mulher dele, Estrella, paquerava um e outro até escolher um homem e apressar Arturo pra ir pra casa. Um belo dia, me surpreendi ao ver Estrella prestando atenção na nossa conversa sem flertar com ninguém. Arturo, não sem um certo pudor, me contou a história dele, que hoje é bem "normal", mas naquela época era absolutamente incomum.

Ele era um submisso, um cuck vocacional, e a mulher dele, uma foxy ninfomaníaca que adorava ser usada e tratada como uma puta suja. Foi isso que entendi depois de mais de duas horas de conversa e Dry Martinis. Aceitei o convite de ir na casa dele pra foder a Estrella, com a condição de fazer na presença dele. A situação me deixava meio nervoso e com um tesão inegável, conhecer o casal há algumas semanas me dava garantias suficientes pra encarar a parada. Isso e o desejo que Estrella despertava em mim, uma coroa pra quem eu já tinha batido uma boa quantidade de punhetas.

Moravam num daqueles apartamentos espaçosos do Bairro de Salamanca. Ao entrar, seguimos por um corredor comprido até chegar num quarto amplo, móveis antigos de grande valor e uma cama enorme com dossel davam um ar senhorial ao aposento. Arturo se ausentou pra preparar uns drinks. Fiquei sozinho com Estrella e meio sem graça, porque não sabia como reagir numa situação daquelas, reconheço minha inexperiência e pouca prática em sexo não convencional naqueles anos. Foi Estrella quem quebrou o gelo. Ela se aproximou de mim, me beijou na boca com vontade, quase furiosa, enquanto a mão dela se apossava da minha pica por cima da calça, apertando as tetas magníficas dela no meu peito.

- Mmmmmmmm! Que pica boa, seu safado! Espero que saiba usar tão bem quanto dizem por aí!

- Com uma foxy como você, certeza que faço um serviço bem feito - respondi. Respondi, criando coragem.

Estrela se soltou do meu abraço, se ajoelhou na minha frente e, me olhando nos olhos como a mais foxy das vadias, abaixou meu zíper e tirou meu pau morecilhão. Antes de enfiar na boca e começar a chupar, ela disse:

— Me falta com respeito! Me trata como uma puta! Me xinga!

Reconheço que o pedido dela soou estranho, era a primeira vez que algo assim acontecia comigo, mas quem vai negar algo pra senhora que tá te mamando o pau?

Me despi com a ajuda dela, minha roupa espalhada pelo chão, ela ainda vestida e chupando meu pau como uma campeã, como uma verdadeira expert, lambendo minhas bolas, passando a língua na cabecinha e engolindo tudo até a campainha. Atendi o pedido dela.

— Que bem que tu chupa, puta! Nenhuma foxy mamapau trabalhou meu pau como tu faz! Vai, chupa, mamona nojenta!

Tive que usar a imaginação, quanto mais eu xingava, mais Estrela caprichava no boquete, quase tinha esquecido do filho da puta do marido dela quando uns gemidos me fizeram reparar nele, tava pelado perto de umas cortinas, batendo uma pro pau pequeno dele.

Estrela chamou ele e o marido veio até onde a gente tava.

— Chupa o pau desse gostoso enquanto eu me despiro! — ordenou.

A ordem não me agradou muito, mas pra foder aquela foxy, tava disposto a quase tudo, então quando Artur se ajoelhou na minha frente e a boca dele tomou o lugar da da mulher dele, mamando meu pau, aceitei com resignação. Estrela, em pé na cama, se despia como uma estrela do streatease, jogou a calcinha dela pra mim, peguei no ar e levei ao nariz, o cheiro me hipnotizou. Vencendo os preconceitos iniciais, tenho que admitir que Artur era um bom chupador de paus. Chupava com tesão e olhinhos de cordeiro degolado. Estrela se deitou na cama, se oferecendo de pernas abertas, e com gestos insinuantes me chamou pra perto. Artur se levantou e foi quando vi que ele tava com um dildo. de couro preto e tamanho grande enfiado no rabo.

- Senta na cadeira e olha como tão comendo a sua mulher bem comida! - a loira soltou.

A situação, inédita até então na minha vida, era a seguinte. A gostosa esbelta da alta sociedade deitada na cama, eu por cima dela comendo ela na tradicional posição de missionário enquanto Arturo estava sentado ao lado numa cadeira com o consolo enfiado no cu e segurava a mão da esposa. Trocando com ela uma conversa totalmente surreal.

- Ele tá metendo a rola toda, amor! Dá pra ver a buceta bem aberta!

- Olha como ele me come, filho da puta! Que gostoso que é a rola dele!

- Mete forte! Arrebenta a buceta da minha mulherzinha! - Arturo me incentivava, acariciando minhas costas.

- Tô gozando, amor! A rola desse cara tá me deixando louca!

Eu ia na minha, foder a Estrela com a melhor vontade e a ajuda inestimável dela. Ela era do tipo rabo de lagartixa: quando o orgasmo chegava, começava a se mexer desesperada. Com um giro ágil, invertemos a posição, ficando eu embaixo e ela por cima dominando a situação. A buceta da gostosa jorrava sucos, encharcando minhas bolas; ela me montava e cavalgava enquanto o corno não perdia um detalhe. Tenho que admitir que foder uma senhora casada que se mostrava a porca mais puta enquanto o marido me incentivava era uma das experiências mais excitantes que já vivi. Quando Estrela começou a se contorcer no orgasmo, me soltei e joguei uma das minhas gozadas mais cheias na buceta daquela puta da alta sociedade.

Estrela, depois que se acalmou, desmontou de mim e ordenou pro Arturo:

- Se alimenta, filho da puta!

Arturo levantou da cadeira, aproximou os lábios da buceta da esposa, que transbordava porra da minha gozada recente, e começou a lamber e chupar os sucos misturados - a dieta dos corno, néctar da buceta da mulherzinha misturado com esperma da rola do touro. Aquela orgia a três se estendeu até o meio-dia seguinte, comi a puta por todos os buracos dela e enrabiei o corno que bebeu todas as gozadas que depositei no cu, na buceta e na boca da mulher dele. Depois de tomar banho, aceitei o convite dele pra almoçar e conheci a filha dele, Estrelinha, uma garota tímida de 17 anos, cuspida e escarrada da mãe, magrinha e peituda.

Depois daquela sessão, vieram outras. Eu peguei o gosto de ser chupado pelo corno, alimentá-lo com porra de homem e foder a mulher dele como a mais nojenta das vadias. A verdade é que eram gente agradável, a Estrela se comportava como uma dama deve se comportar, como uma senhora nos eventos sociais e como uma gostosa na cama. Mas sexo sem amor precisa de personagens e situações novas pra não acabar entediando. Umas três meses durou nossa relação até que perdi o contato deles.

Quase um ano tinha passado desde nosso último encontro, sem saber nada do casal. Eu abandonei o costume de visitar o Chicote direto, entre outras coisas porque entrei na onda de viajar e me embarquei numa longa jornada que me fez rodar meio mundo.

Mal tinha voltado pra Madrid fazia umas semanas quando fui, numa sexta, tomar um drink no Chicote. Lá estava o Arturo, sozinho, acabado e envelhecido. Entre gimlets, ele me contou a história triste dele, a Estrela tinha se envolvido com um árabe, viciou na pica mastodôntica dele, abandonou o Arturo e deixou a Estrelinha pra ele. Arturo, amargurado, me contou que a Estrelinha não era filha dele e que as últimas notícias que tinha da mãe eram que o árabe tinha largado ela e ela tava oferecendo os encantos dela, a preço de banana, num puteiro em Beirute. Tentei animar o desanimado Arturo, ele me contou que, apesar de ser um bom partido e ter tido várias chances de se amarrar de novo, assim que as mulheres sentiam as inclinações de corno dele, saíam em disparada. Que até as fofocas sobre os gostos dele tinham feito a carreira dele sofrer. carreira profissional. Também me contou que a Estrelinha já dava sinais e que dava pra ver que era uma garota inteligente e gostosa, entre copos e no auge da bebedeira, Arturo, o corno solitário, me ofereceu a chance de seduzir a "filha" dele e fazer ela participar das nossas fodas. Aceitei. No dia seguinte, depois da ressaca, me senti mal por ter aceitado uma proposta tão grande, abusar de uma jovem com o consentimento do tutor dela, mas o tesão era maior que os preconceitos.

Comecei a frequentar a casa do Arturo e a me dar bem com a Estrelinha, que nos meses sem vê-la tinha dado um estirão danado, principalmente nos peitos. Nossas conversas eram quentes, com a aprovação do Arturo e o rubor da menina, que ficava vermelha que nem um tomate quando eu insinuava como ela era linda e desejável na presença do "paizinho" dela. Aos poucos, a Estrelinha foi aceitando, de boa vontade, minhas investidas e vendo com naturalidade a tremenda anormalidade do pai dela aceitar e incentivar, todo orgulhoso, minhas insinuações na frente dele.

Uma noite, depois do jantar, todos tínhamos bebido bastante vinho e estávamos vendo um filme na TV. A Estrelinha e eu estávamos sentados no sofá e o "pai" dela numa poltrona do nosso lado. Era inverno e debaixo da mesa um braseiro de carvão aquecia nossas pernas. Fazia umas duas semanas que eu tinha conseguido roubar uns beijos escondidos da garota e já tinha visto que ela estava bem disposta a avançar nas minhas sacanagens. A Estrelinha estava usando uma saia xadrez de colegial. O Arturo me incentivava a meter a mão nela com gestos que às vezes a filha dele percebia, surpresa. Deslizei minha mão até o joelho dela. A Estrelinha, surpresa, deu um pulo, e o "pai" dela perguntou:

- Aconteceu alguma coisa, querida?

- Nada, nada!

Minha mão continuou o tempo todo no joelho dela, a cumplicidade do Arturo alimentava minha ousadia, a Estrelinha continuou olhando a TV como se nada estivesse acontecendo, mas estava acontecendo, minha mão subia pela coxa macia dela e já tateava por cima da calcinha. Arturo esfregava o pau na calça sem muito disfarce, excitado. Pude sentir a umidade da buceta da Estrellita através da calcinha dela, a mina tava gostosa. Vencida a resistência inicial, pouca, minha mão entrou por baixo da calcinha dela, encontrei o clitóris e comecei a dedar ela bem gostoso. Estrellita se contorcia no sofá e se agarrava em mim enquanto Arturo, fazendo-se de desentendido, não perdia um detalhe.

— Você não sabe como eu queria beijar a Estrellita agora — falei pro Arturo

— Pra mim não tem problema — ele respondeu — melhor você, que é um bom amigo da família e pessoa decente, do que qualquer moleque desses que andam por aí.

Estrellita não acreditava no que via, mas não resistiu, quando na presença do tutor dela, aproximei meus lábios dos dela e beijei suave e gostoso no começo, quebrando as reticências dela até gozar enrolando minha língua na dela enquanto meus dedos esfregavam o clitóris e penetravam a rachinha.

Arturo se levantou e saiu da sala:

— Vou deixar vocês a sós pra curtirem as coisas de vocês.

Estrellita ficou alucinada e mais ainda quando, antes do pai dela sair da sala, eu tirei, sem cerimônia, o pau da calça e exibi na frente dos olhos dela. Peguei a mão dela e levei até meu pau, Arturo da porta da sala, sem se esforçar muito pra se esconder, olhava a cena esfregando o volume. A buceta da Estrellita jorrava mel sem parar, acho que o orgasmo dela coincidiu com o momento em que levei a mão dela ao meu pau, em nenhum momento ela fez menção de tirar, apertou com força mas sem saber o que fazer com ele. Sem parar de dedar ela, beijei fundo. Arturo tinha sumido.

Sem nenhuma oposição, tirei o sutiã dela, dois peitinhos pequenos, lindos, redondos, de bico rosado, pularam na minha vista, meu pau pulsava na mão da Estrellita que começava um vai e vem tímido de masturbação. Chupei gostoso aquele par de joias durinhas. Estrellita estava cada vez mais receptiva aos carinhos dos meus dedos e dos meus lábios. Surpresa pela situação, mas nem tanto. Com a camisa aberta mostrando as tetas e a saia levantada, peguei ela no colo e carreguei nos braços até o quarto de hóspedes, que me era tão familiar. Consegui ver a sombra do Arturo escondido debaixo da cama. Deitei a Estrelinha no colchão, tirei a roupa dela sem a menor resistência, o corpo jovem dela era uma tentação de verdade, um pouco mais carnuda que a mãe, alta e com uma figura esplendorosa, chamava atenção a buceta quase dourada e peluda. Ela tava na expectativa, mas não mostrava nenhum nojo, nenhum medo, típica filha da mãe puta. Tirei minha roupa, Estrelinha calada não perdeu nenhum detalhe da minha anatomia e, quando me deitei na cama, do lado dela, a mão dela agarrou meu pau como se fosse um apoio seguro. Peguei a perna dela e comecei a beijar os pés, subi lambendo a panturrilha, a parte de trás do joelho, a parte interna das coxas até chegar na buceta dela de pelinhos macios, abrindo os lábios. Ela colaborou abrindo as pernas, fiquei bêbado com o cheiro da buceta virgem dela, chupei os sucos, percebi, pela reação dela aos estímulos da minha língua, a localização do clitóris pequenininho e dei uma comida de buceta trabalhada e dedicada, que ela agradeceu com um orgasmo barulhento. Dessa vez fui eu que alucinei, Arturo apareceu nu debaixo da cama pra não perder nenhum detalhe. Não sei se Estrelinha percebeu.

Esperei ela se recuperar do transe orgástico, coloquei dois travesseiros embaixo dos rins dela. Estrelinha, com um olhar de puta total, se deixava fazer sem oferecer a menor resistência, tava com o pau pra estourar. Me posicionei entre as pernas dela, passando a ponta do pau pela racha virgem que escorria enquanto chupava e mordiscava os bicos dos peitos dela, coloquei certinho na entrada da buceta e comecei a penetrar devagar, mas sem um único milímetro de recuo, até bater no hímem dela. Não dei, nem me dei, tempo pra pensar. De uma só estocada, penetrei até o saco, Estrelinha gritou de dor e, para minha surpresa, à minha direita, ouvi um gemido de prazer. Arturo se masturbava o pau, que recém-gozado escorria porra, sentado nu no chão, sem fazer o menor esforço pra disfarçar a presença dele. A racha da Estrellita apertava meu pau, a buceta dela apertada e quente, recém-desvirginada, multiplicava as sensações de prazer, senti o calor do sangue virgem dela nas minhas bolas, esperei ela se recuperar da emoção e comecei uma bombada suave, Estrellita estendeu a mão e Arturo segurou.

— Aguenta, meu céu, já vai ver como logo o gosto é maior que a dor!

— Já é, papai! Já tô gostando! Tô gostando de sentir a coisa do M. dentro de mim e saber que você gosta de me ver fazendo isso com ele.

— Fode ela! Fode minha putinha linda! Enfia bem o pau! — me ordenou Arturo, fora de si.

Não sei que monstro sádico tomou conta de mim, preso de um furor ardente, bombei o pau na buceta recém-desvirginada da Estrellita sem ligar pros gemidos dela, que duraram pouco.

Estrellita apertava os dentes e arranhava minhas costas cada vez que recebia meu pau inteiro dentro dela.

— Tô sentindo o pau todo dentro! — falava pro Arturo, buscando a cumplicidade dele, apertando a mão.

— Assim que eu gosto, minha princesa! Uma boa putinha igual sua mãe! Puta e corajosa!

— Tá queimando minha bucetinha, mas tô gostando pra caralho!

Arturo massageava minhas bolas, me incentivando na foda sem perder nenhum detalhe da penetração na buceta da Estrellita.

— Ele tá com os ovos cheios de porra! Vai encher tua buceta toda!

— Siiiiim! Siiiiiiiiim! Tô sentindo ela.

E como tava sentindo, um rio de porra escorria da ponta do meu pau até o fundo da buceta profanada dela. Os pelos da nuca arrepiaram com a gozada.

Quando tirei o pau da Estrellita, os olhos do Arturo brilhavam felizes, ele enfiou a cabeça entre as pernas dela e bebeu a gozada dela e a minha, limpando com lambidas os restos de sangue do hímen rompido. Quando terminou com a buceta da filha dele, filha, pego meu pau e deixo ele brilhando com a língua, continuei o boquete percebendo que meu pau não tinha perdido, substancialmente, a dureza, tiro ele da boca de chupadora de pau dela para me dirigir à Estrelinha:

— Chega mais e chupa o pau, meu céu! Você vai ver como esquenta!

A boca atrapalhada, por inexperiência, de Estrelinha ocupou o lugar da de Artur. Ele abriu as pernas da filha, observando os estragos do meu pau na buceta profanada dela.

— Agora sim você tá com a buceta bem bonita, meu céu! Tá linda! Um pouco irritada e bem aberta! Agora você é toda uma mulher! A puta da casa!

As palavras de Artur excitavam Estrelinha, que se mostrava como uma rabuda exibicionista experiente, apesar da falta de prática, e aumentava a força e a qualidade do boquete dela.

— Você gosta de chupar pau? — perguntou Artur

— Mmmmmmmmmuito! — respondeu ela

— Agora é a vez do seu cu! O melhor pra uma puta é ter todos os buracos desvirginados de uma vez!

— Mas vai doer! — reclamou ela, tímida

— Claro que vai doer! E mais ainda com o pau que o M tem! Mas pra puta boa, um pouco de dor dá tanto prazer ou mais que o sexo em si. Você não se preocupa, chupa o pau e vai aprendendo que tem um pau bom pra treinar, que enquanto isso eu vou preparar seu cu pra levar uma boa fodida.

— O que você mandar, papai — respondeu resignada

Estrelinha se entregava de corpo e alma ao boquete no meu pau, digna filha da mãe puta, olhava com a mesma cara de safada que ela, nos olhos, enquanto chupava pau, babando tudo com gosto. Artur, usando um creme lubrificante, enfiava os dedos no cu da filha e lambia a buceta dela. Eu tentava manter a calma e agir natural, como se a situação fosse a coisa mais normal do mundo, mas não era. Eu ia comer o cu de uma novinha que acabara de desvirginar a buceta, com a cumplicidade, apoio e ajuda da pessoa que ela considerava o pai.

— Agora você tá pronta! Os Dedos entram e saem bem!

Arturo se deitou na cama de barriga pra cima e colocou a Estrellita em cima dele, de cabeça pra baixo, chupando a buceta dela pra excitar e abrindo as nádegas dela, oferecendo a bunda dela em sacrifício pra mim. Eu já tinha passado creme lubrificante na minha pica e tava posicionado atrás da Estrellita, apontando a ponta da minha pica no buraco escuro que contrastava tanto com as nádegas marmóreas dela. As primeiras tentativas foram em vão, a Estrellita apertava o esfíncter e minha pica perdia o rumo.

— Relaxa! Não aperta! — murmurou Arturo entre as pernas dela enquanto passava a mão nas minhas bolas e guiava minha pica pro lugar certo.

Estrellita seguiu as instruções do papi dela e dessa vez sim, dessa vez eu senti o prazer indescritível que se sente quando sua pica abre um esfíncter pela primeira vez. Estrellita gritou de dor, mas os gemidos dela não me intimidaram. Sem piedade, fazendo movimentos suaves de foda, fui penetrando ela milímetro por milímetro, às vezes tirava a pica pra numa só estocada recuperar o terreno perdido e continuar penetrando ela, dava pra sentir o Arturo chupando buceta e bufando de prazer, Estrellita afundou a cabeça entre as pernas do Arturo e se ofereceu, resignada, em sacrifício, levantando a bunda. Lá embaixo, entre a minha pica e as nádegas da garota, dava pra ver os olhos do Arturo bem abertos, ansiosos, com a penetração completa do cu da Estrellita.

— Agora você já tem ela toda dentro! Agora relaxa e aproveita a chupada de buceta! Vai ver como você goza que nem uma puta! — ele incentivava.

Eu tava no paraíso, o buraco da Estrellita estrangulava e espremia minha pica, o interior dela ardia, ela se contorcia com a mistura de sensações, uma língua chupando a buceta que naquela tarde ainda era virgem e uma pica, de tamanho notável, cravada até as bolas na bunda dela, que até então era virgem.

Tirei minha pica do cu dela, lubrifiquei de novo e enfiei de uma só vez, Estrellita gritou de novo, mas já o prazer e o O vício tomava conta dela. Eu podia ver o cu dela escancarado, abrigando minha pica dentro, aumentei o ritmo da foda, ela continuava reclamando quando eu enfiava até o talo, mas eu tava nem aí, eu gostava e o Arturo gostava ainda mais. Logo os movimentos da Estrelinha foram se sincronizando com as minhas estocadas, o pai dela enfiava dois dedos na buceta dela e lambia minhas bolas. Acelerei a foda, minha pica saía do buraco dela até a metade e entrava inteira de novo, igual uma faca no coração do traidor.

— Tô queimando o cu, papai! Arde e eu adoro! Aaaaaaaahhhh! — a safada tava gozando, a pressão do intestino dela na minha pica me dava um prazer do caralho, mas eu segurei a gozada, queria trabalhar aquele rabo direito, depois dessa enrabada ela ia andar de pernas abertas por pelo menos uma semana. Minha pica já saía inteira e entrava, também inteira, no cu dela, sem a menor resistência, o anel do cu dela tinha dilatado e o intestino recebia minha pica de boa. Meti uma foda selvagem.

— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhh! — A Estrelinha tava louca de prazer, de tesão e de vício, o Arturo tinha ela onde queria e eu era o sortudo que tinha sido usado pra isso. De uma vez só enfiei no cu aberto dela e me deixei levar na gozada, curtindo a sensação do proibido, aproveitando a sensação de sentir minha pica pulsando dentro das entranhas da novinha submissa.

A Estrelinha caiu exausta em cima do pai dela, que mal conseguia respirar com o peso da buceta no rosto, mas não reclamou por isso. Com a ajuda dos movimentos involuntários do cu dela, minha pica saiu do rabo dela pingando porra e sangue, com uma manchinha de merda na ponta. O cu da Estrelinha parecia um bebedouro de pato, aberto, dilatado e escuro, transbordando porra e pingando sangue. O Arturo se levantou rápido e enfiou a língua no cu da filhinha, devorando os restos de esperma. Sangue e merda e lambendo o olho do cu da mina que reclamava de uma ardencia danada. Quando terminou a tarefa, partiu pra chupar meu pau, deixando ele, como sempre, brilhando e impecável pra revista.

Caí no sono com a Estrelinha e o Arturo mamando meu pau e trocando confidências e segredos.

18 comentários - Ele me ofereceu a esposa e a puta da filha

y ahi al caer de la cama te despertaste,.hijo de puta..y te diste cuenta que estabas soñando..
muy buena la historia me gusto ,te felicito ....para las personas que no saben apreciar las historias son una mierda ya que si sabes .las historias son de imaginacion y no son verdad,,,,GRANDE MEN
Un poco rara para mi pero muy excitante muy buena historia
Muy buen relato, me gustó. Ahí van puntos.
Excelente relato!! te felicito! no pude aguantar a que llegue mi mujer, me tuve que hacer una buena paja 😃 . Va a favorito y recomendado. No tengo puntos para dejarte...