Depois do nosso primeiro encontro (http://www.poringa.net/posts/relatos/1977654/Debut-Gay.html), a gente não se viu por um mês. Eu tava cheio de trabalho e, com certeza, um pouco de culpa, mas a experiência tinha sido foda. Só que também não ia forçar outro encontro.
As aulas eram tranquilas e eu vazava rápido, então o Diego era de boa e, se não dava pra me comprometer, ele não forçava. Uma tarde, eu tava com o MSN aberto e ele manda:
Diego: Oi, pode falar?
Eu: Sim, tudo bem? Como cê tá?
Diego: Morrendo de vontade de terminar o que a gente começou. Já passou um tempão, não acha?
Me pegou meio de surpresa, pensei "que estranho, por que esperou tanto?". Mas, pô, no fundo eu tava doido também, então não ia fazer drama:
Eu: Hahaha, achei que tinha ficado por isso mesmo. Mas foi bom assim.
Diego: Nada, quero te iniciar de verdade e fazer você sentir algo que nunca sentiu. Mais que isso, agora mesmo tô me tocando pensando em você.
Achei meio pesado, era uma conversa mais de putaria, mas no fim eu queria mesmo outro encontro.
Eu: Ok, cê já sabe dos meus problemas de tempo e como tenho que dar um jeito.
Diego: Amanhã cedo, umas 10h, no meu apê. Cê já conhece, lembra como chegar?
Eu: Hehehe, lembro muito bem. Deixa eu ver e te aviso à noite, vou tentar.
Era óbvio que eu tava morrendo de vontade de ir, mas a gente é casado e às vezes acontecem coisas que fogem do controle.
Lá pela meia-noite, avisei que sim, que tava tudo certo e que às 10h da manhã eu tava no apê dele.
Quando cheguei no prédio, mandei um SMS pra ele descer e me abrir. Tava nervoso, apesar de já ter rolado uma vez. Ele desceu, me cumprimentou com um beijo e eu pensando "qual é a vibe? Sobre o que a gente vai falar? Como quebrar o gelo?". Mas, assim que entramos no elevador, ele fechou a porta e disse: "Que vontade de te comer que eu tô", e me beijou, passou a mão no meu pau. Falava "como senti falta do seu pau, professor", "vou te comer, professor" e um monte de coisa que me deixava louco de tesão. Descemos do elevador, e mal entramos no apê... Tinha umas cervejinhas na mesa, ela me diz: "já tava te esperando". Começa a me beijar e se abaixa pra baixar minha calça. Eu dou um gole bem longo na cerveja pra esquentar e pegar força. Devo confessar que nunca tinha sentido tanta excitação, e ela já tava me chupando. Ela me chama pra ir pra cama dela, se deita e vai se posicionando de um jeito que eu começo a tocar nela e sentir a buceta dela na minha boca. Tava bem molhada, toda meladinha, amei o gosto dela. Chupei ela como nunca pensei que fosse fazer um dia. Nós dois demos uma chupada daquelas. Ela começou a descer pros meus ovos, e nessa hora eu virei e ela lambeu minha bunda. Algo que eu já não aguentava mais, meu pau prestes a explodir de tanta lambida que esse safado tava me dando. Ela me dizia: "hoje vou te foder sim ou sim, professor". Começou a meter os dedos, primeiro um, depois o outro. Tava com dois dedos dentro de mim, e tirou um pote de creme que passou em mim. Mas minha bunda já tava toda molhada de saliva, coisa que eu adorava, me sentir molhado no meio da racha. Ela passou o pau dela, uns 16cm, e ficava passando de cima pra baixo. Eu dizia: "sim, me fode, gostoso, me dá esse pau". Era o que ela me fazia falar: "me pede". Foi num instante que senti um incômodo do pau dela entrando na minha bunda, e pensei: "bom, aqui vai doer". Mas ela, bem devagar, foi introduzindo o pau, me dizendo coisas tipo: "tá sentindo?", "cê gosta, putinho?", "me pede ele inteiro". Isso me excitava cada vez mais. Num momento, coloquei a mão na barriga dela e percebi que já tava tudo dentro, coisa que adorei, e ela já tava bombando o pau grosso dela. Sentia como ela abria bem meu cu e eu amava, e eu pedia pra ela me foder, e ela ia devagar, mexia pros lados, até que no final começou a meter forte, forte, e eu já não sentia minhas pernas. Minha bunda tava em chamas, sentia um prazer que nunca tinha sentido. Ela me colocou na beira da cama, minhas pernas não aguentavam as bombadas, me deixei cair, e ela enquanto me segurava forte a... A cintura dela falou: "vou gozar na sua boca, vai, vai". Só pra ela tirar, eu falei que sim porque não aguentava mais. Ela tirou e me fez ver estrelas de tanta dor. Chupei umas 3 ou 4 vezes e ela gozou na minha boca e no meu rosto, porque eu não engoli. Quando terminou, me deu um guardanapo pra me limpar e na hora começou a me bater uma punheta e chupar pra eu gozar. E falou: "é assim que se toma", quando eu ia gozar, ela engoliu tudo. A gente se levantou pra se limpar no banheiro, eu não acreditava como tinha sido bom. Depois que nos limpamos, conversamos um pouco e eu penetrei ela... e assim terminou nosso segundo encontro. Depois a gente se viu umas 6 vezes mais.
Escrevam, comentem, mandem mensagem privada, o que quiserem. Se gostaram, me dá vontade de escrever o próximo.
As aulas eram tranquilas e eu vazava rápido, então o Diego era de boa e, se não dava pra me comprometer, ele não forçava. Uma tarde, eu tava com o MSN aberto e ele manda:
Diego: Oi, pode falar?
Eu: Sim, tudo bem? Como cê tá?
Diego: Morrendo de vontade de terminar o que a gente começou. Já passou um tempão, não acha?
Me pegou meio de surpresa, pensei "que estranho, por que esperou tanto?". Mas, pô, no fundo eu tava doido também, então não ia fazer drama:
Eu: Hahaha, achei que tinha ficado por isso mesmo. Mas foi bom assim.
Diego: Nada, quero te iniciar de verdade e fazer você sentir algo que nunca sentiu. Mais que isso, agora mesmo tô me tocando pensando em você.
Achei meio pesado, era uma conversa mais de putaria, mas no fim eu queria mesmo outro encontro.
Eu: Ok, cê já sabe dos meus problemas de tempo e como tenho que dar um jeito.
Diego: Amanhã cedo, umas 10h, no meu apê. Cê já conhece, lembra como chegar?
Eu: Hehehe, lembro muito bem. Deixa eu ver e te aviso à noite, vou tentar.
Era óbvio que eu tava morrendo de vontade de ir, mas a gente é casado e às vezes acontecem coisas que fogem do controle.
Lá pela meia-noite, avisei que sim, que tava tudo certo e que às 10h da manhã eu tava no apê dele.
Quando cheguei no prédio, mandei um SMS pra ele descer e me abrir. Tava nervoso, apesar de já ter rolado uma vez. Ele desceu, me cumprimentou com um beijo e eu pensando "qual é a vibe? Sobre o que a gente vai falar? Como quebrar o gelo?". Mas, assim que entramos no elevador, ele fechou a porta e disse: "Que vontade de te comer que eu tô", e me beijou, passou a mão no meu pau. Falava "como senti falta do seu pau, professor", "vou te comer, professor" e um monte de coisa que me deixava louco de tesão. Descemos do elevador, e mal entramos no apê... Tinha umas cervejinhas na mesa, ela me diz: "já tava te esperando". Começa a me beijar e se abaixa pra baixar minha calça. Eu dou um gole bem longo na cerveja pra esquentar e pegar força. Devo confessar que nunca tinha sentido tanta excitação, e ela já tava me chupando. Ela me chama pra ir pra cama dela, se deita e vai se posicionando de um jeito que eu começo a tocar nela e sentir a buceta dela na minha boca. Tava bem molhada, toda meladinha, amei o gosto dela. Chupei ela como nunca pensei que fosse fazer um dia. Nós dois demos uma chupada daquelas. Ela começou a descer pros meus ovos, e nessa hora eu virei e ela lambeu minha bunda. Algo que eu já não aguentava mais, meu pau prestes a explodir de tanta lambida que esse safado tava me dando. Ela me dizia: "hoje vou te foder sim ou sim, professor". Começou a meter os dedos, primeiro um, depois o outro. Tava com dois dedos dentro de mim, e tirou um pote de creme que passou em mim. Mas minha bunda já tava toda molhada de saliva, coisa que eu adorava, me sentir molhado no meio da racha. Ela passou o pau dela, uns 16cm, e ficava passando de cima pra baixo. Eu dizia: "sim, me fode, gostoso, me dá esse pau". Era o que ela me fazia falar: "me pede". Foi num instante que senti um incômodo do pau dela entrando na minha bunda, e pensei: "bom, aqui vai doer". Mas ela, bem devagar, foi introduzindo o pau, me dizendo coisas tipo: "tá sentindo?", "cê gosta, putinho?", "me pede ele inteiro". Isso me excitava cada vez mais. Num momento, coloquei a mão na barriga dela e percebi que já tava tudo dentro, coisa que adorei, e ela já tava bombando o pau grosso dela. Sentia como ela abria bem meu cu e eu amava, e eu pedia pra ela me foder, e ela ia devagar, mexia pros lados, até que no final começou a meter forte, forte, e eu já não sentia minhas pernas. Minha bunda tava em chamas, sentia um prazer que nunca tinha sentido. Ela me colocou na beira da cama, minhas pernas não aguentavam as bombadas, me deixei cair, e ela enquanto me segurava forte a... A cintura dela falou: "vou gozar na sua boca, vai, vai". Só pra ela tirar, eu falei que sim porque não aguentava mais. Ela tirou e me fez ver estrelas de tanta dor. Chupei umas 3 ou 4 vezes e ela gozou na minha boca e no meu rosto, porque eu não engoli. Quando terminou, me deu um guardanapo pra me limpar e na hora começou a me bater uma punheta e chupar pra eu gozar. E falou: "é assim que se toma", quando eu ia gozar, ela engoliu tudo. A gente se levantou pra se limpar no banheiro, eu não acreditava como tinha sido bom. Depois que nos limpamos, conversamos um pouco e eu penetrei ela... e assim terminou nosso segundo encontro. Depois a gente se viu umas 6 vezes mais.
Escrevam, comentem, mandem mensagem privada, o que quiserem. Se gostaram, me dá vontade de escrever o próximo.
6 comentários - Estreia gay total
Con mucho gusto voy a que me enseñé algo