Viciada em sexo, louca por mais, sou assim

Era tanta minha curiosidade sobre sexo que me arrisquei ao que pudesse acontecer

Bom, e aí pessoal, acabei de conhecer essa página e me animei pra escrever minha história (que espero não entediar vocês). Bom, pra começar, por razões óbvias, a única coisa que vou mudar aqui são os nomes dos envolvidos (ou seja, eu, minha família e o rapaz).

Bom, pra começar, sou de Lima – Peru, tenho 24 anos. Fisicamente, sou de corpo normal, mas com uma barriguinha, pele como quase todo mundo do meu país, morena, cabelo preto, meço 1,52 m. Meus peitos não são muito grandes, mas também não são pequenos, me viro bem porque uso tamanho 36. Minha bunda é pequena, mas firme. Mas o que mais me falam é sobre meus lábios carnudos (bom, é o que mais escuto quando saio na rua, que dá muita vontade de dar uma bela mordida neles, kkkk). Isso aconteceu há quase 3 anos atrás, quando eu tinha 21.

Era início de agosto e eu, como todos os anos nessa época, saio pra viajar por quase o mês inteiro. Antes, eu tinha conhecido um cara no chat e a gente já se falava há quase um ano, e ele já queria ter relações comigo. Na real, meus pais me criaram de um jeito mais antigo, e eu tinha um pouco de medo, vergonha e, acima de tudo, minha educação não permitia. Antes de viajar, eu tinha falado com ele pra dizer que ia ficar fora o agosto todo e que nesse tempo a gente não ia se falar. Com um pouco de tristeza ou sei lá, acho que resignação, ele aceitou, mas eu disse que no início de setembro a gente ia conversar de novo. Milton aceitou, e foi assim que ficou. Ele me chamava de "lucecita" de carinho, toda vez que eu entrava no MSN ele dizia: "Oi, minha lucecita preciosa, como foi seu dia?" ou "Lucecita, meu amor, como você está?", coisas assim. No fim, fui com toda a minha família e voltei como prometi em setembro, mas durante toda a viagem não parei de pensar nas propostas de intimidade que ele sempre me fazia.

Quando cheguei no trabalho, decidi abrir meu MSN pra ver o que tinha acontecido durante todos esses dias que fiquei fora, e encontrei uma mensagem dele. dizendo que passaria por mim um desses dias no meu trabalho pra finalmente ser dele, bom, desde o ensino médio eu ouvia minhas colegas falando sobre seus namorados, sexo, e várias terminavam a escola de barriga cheia, e no trabalho era a mesma coisa, então minha curiosidade era mais forte que minha vontade de realmente ser mulher dele, já que a mensagem não dizia dia nem hora, então não dei muita importância.

Três dias depois, saindo do trabalho e indo pegar meu carro na avenida, encontro ele me esperando no ponto de ônibus. Tem que admitir que o Milton era lindo, tinha uma bunda boa, cabelo cacheado castanho, corpo quase atlético, tem que admitir que ele é muito gostoso. Ele me pega pela cintura e diz que hoje é o dia, enquanto eu respondo que tenho que ir pro meu outro trabalho, que não tenho tempo, que outro dia seria. Ele inventa uma desculpa e diz: "vem comigo… vamos", e me pegando pela mão me leva pra um hotel perto dali. Realmente não estava segura, nada segura.

E repeti de novo que não podia, que estava ocupada e não tinha tempo pra isso, onde ele respondeu: "você nunca tem tempo, não sei por que trabalha tanto se é uma mulher sozinha". Eu respondi: "pra me manter ocupada, assim não perco tempo, pelo contrário, invisto". Ao chegar no hotel, ele disse: "não vamos demorar, isso eu juro… vamos, sim". Ainda indecisa, entramos no hotel.

Lá dentro, senti que as pessoas que estavam lá me olhavam mal, como se me acusassem de algo, e me senti realmente desconfortável, insegura e muito assustada. Pela primeira vez na vida, senti que estava fazendo algo errado. Aí ele disse: "Love Luz… o que você tem? Vamos, é por aqui". Eu o segui sem hesitar nem dizer nada até o quarto, só pra parar de sentir que estavam me olhando estranho. Ao chegar no quarto, entramos e ele disse: "senta na cama". Como uma menina obediente, sentei com muito medo, e ele percebeu meu medo. Sentou do meu lado, me abraçou e me deu um beijo suave na boca, e disse: "fica tranquila, não se preocupa, não tem mais medo… eu tô contigo". Não sei se naquele momento as palavras dele Palavras me assustaram ou me acalmaram, e ele disse: "Melhor a gente conversar, não vai acontecer nada que você não queira." E aí a gente começou a bater um papo sobre várias coisas, nossos sonhos, metas que queríamos realizar. De repente, no meio da conversa, ele colocou a mão na minha bochecha e me deu um beijo tão terno que eu correspondi. A outra mão dele estava na minha cintura e, aos poucos, ele foi me deitando na cama. Nessa hora, eu reagi, levantei assustada (explicando isso: anos atrás, na minha infância, um homem mais velho tentou abusar de mim quando eu tinha 8 anos, o que me afetou psicologicamente. E, quando a gente é criança, vai superando algumas coisas — bom, pelo menos eu achava isso até aquele momento).

Minha mente piorou tanto que eu comecei a chorar, estava aterrorizada, a ponto de não querer nem que ele me tocasse. Milton se assustou mais do que eu, eu acho, com minha reação, e disse: "O que você tem? Por que está assim? O que houve?" Quando ele tentou se aproximar, o pânico foi tão grande que eu fiquei pálida de susto e soltei um grito enorme (que, quando lembro, me dá entre riso e vergonha). Ele disse: "Luz, o que você tem? Reage... Vou sentar aqui, calma, não vou chegar perto de você se você não quiser." E aos poucos fui me acalmando. Depois, decidi sentar, fiquei um tempo assim, respirando fundo. Devagar, ele foi se aproximando, me abraçou por trás e me deu um beijo na bochecha. Depois perguntou: "O que houve, amor? Por que você ficou assim?" Eu respondi: "Nada, não tenho nada." Ele retrucou: "E por nada você deu um grito desses? É um milagre ninguém ter vindo perguntar o que estava rolando. Sério, pode me contar, confia em mim." Aí eu respondi: "São coisas que eu achava que tinham passado, mas parece que não. Só vou te dizer que eu nunca tive medo de nada, mas alguém me ensinou o que é medo. E agora lembrei de algo que pensei ter esquecido." Milton beijou minha bochecha e disse: "Agora você está comigo. E por que você lembrou disso?" Com uma risada meio tímida, só respondi: "Isso foi por sua culpa, e não quero que você me pergunte mais sobre isso, porque quero esquecer de novo. Foi assim, não tocamos mais nesse assunto. Enquanto ele me perguntava, já estávamos deitados na cama. Eu ainda estava meio chorosa e, de vez em quando, ele me beijava com muita ternura.

Eu já estava tranquila, como se nada tivesse acontecido. Na verdade, estava cansada por tudo que tinha feito e acabei cochilando. Ele me acariciava e me puxou para perto dele, como se estivesse me aninhando. Aos poucos, comecei a sentir formigamentos pelo corpo todo e uma certa ardência e desconforto na minha intimidade. Acho que ele percebeu, porque colocou a mão entre minhas pernas. Nisso, abri os olhos de susto. Naquele momento, ele me beijou, mas o beijo já não era mais de ternura, e sim de paixão. Correspondei, e não sei por quê, mas meu corpo pedia para eu fazer aquilo, e foi o que fiz. Sentia como se tivesse um forno sobre meu corpo, me sentindo quente, estranha, como se meu corpo me controlasse em vez do contrário. De repente, ele se jogou por cima de mim, sem parar de me dar aquele beijo apaixonado que estava me dominando. Eu já estava perdida, tinha até esquecido da briga que tinha dado. Ele sentou na minha barriga, tirou o casaco e a camisa, e eu ajudei a tirar. Depois, ele tirou a jaqueta e a camiseta dele, e eu também ajudei. Voltou a me beijar com aquela paixão que me fazia perder a cabeça, e tirou meu sutiã. Então, começou a chupar e lamber meus seios. Ao fazer isso, comecei a soltar gemidos leves, meus braços o abraçavam e percorriam seu corpo. Meu corpo começou a se mover sozinho, principalmente meu quadril, que começou a se levantar. Com a mão, ele não parou de acariciar minha entreperna e, ao notar o movimento do meu quadril, enfiou a mão dentro da minha calça e da minha calcinha fio dental, começando a acariciar minha buceta. Respondi com gemidos mais altos e acelerados. Ficamos assim por vários minutos, até que ele sussurrou no meu ouvido: "Agora sim, Luz, meu amor, você está pronta." Eu só balancei a cabeça em sinal de aprovação. Ele se levantou, tirou minha calça e a calcinha, e fez o mesmo com as dele. Foi nesse momento que vi o pau dele ereto, pronto para começar o trabalho. Ele se virou de novo... se jogou sobre mim, com uma mão acariciava e beliscava meus peitos e a outra ajudava a posicionar o pau dele na entrada da minha buceta, com a boca continuava me beijando com tanta paixão que me deixava mais e mais excitada, quando de repente ele empurra e é aí que os gemidos e os beijos ficaram em segundo plano e eu tentei me levantar e me afastar dele dizendo: espera, tá doendo... não faz isso que tá doendo, e ele respondeu: não se preocupa, no começo dói, depois você vai gostar, já vai ver, continuando empurrando ainda mais, a dor era imensa, tanto que comecei a me mexer com mais força para me soltar dele, e ele disse: meu amor, para de se mexer que vai doer mais e eu vou te machucar, fica quieta, eu sem dar bola continuei me mexendo e de repente é como se o movimento dos dois se unisse e foi com tanta força que entrou de uma vez, e eu respondi com um grito abafado, arqueando a coluna e segurando firme o lençol da cama, naquele momento senti como se tivessem cravado uma faca que me partia ao meio, a dor foi tanta que me venceu e eu falei: tira que tá doendo... por favor, tá doendo, e ele só respondia: eu te falei para parar de se mexer, já vai passar, só aguenta mais um pouco, e sem me deixar me acostumar com o pau dele dentro de mim, começou a se mover e a dor continuava, os movimentos dele foram cada vez mais rápidos e duros, tanto que comecei a sentir as bolas dele batendo na minha bunda, e para ele me soltar, coloquei as mãos nas costas dele e comecei a arranhá-lo, achando que com isso ele me soltaria.

Em vez disso, os movimentos dele ficaram mais rápidos e selvagens, segurando firme na minha cintura, a dor já estava passando, mas mesmo assim eu queria que ele me soltasse, o tempo pareceu eterno, ficamos assim sei lá quanto tempo, eu já começava a gemer de novo, com certeza por isso ele não ligava em me soltar, já que eu começava a curtir o ato, depois de muito tempo ele começou a fazer muito mais força e eu começava a sentir algo que nunca tinha sentido antes e que queria sair, e eu tentava segurar, enquanto ele acelerava mais os movimentos, e o que eu sentia queria sair com ainda mais força. nisso, senti algo quente dentro da minha buceta e, ao sentir aquilo, não consegui mais me segurar, e foi como se todo aquele calor saísse pela minha buceta (claro que naquele momento eu não sabia que tinha tido o primeiro orgasmo da minha vida, que foi muito gostoso e delicioso). aí eu caí na cama e ele por cima de mim.

descansamos um pouco, sentia que tava faltando ar. aí senti o Milton me dar um beijo no pescoço e foi subindo até minha bochecha e de lá até minha boca, me deu um beijo enorme, tão carinhoso, e depois me disse: "meu amor, isso foi uma delícia. outro dia te ensino mais, sim." e eu, com um pouco de risada, respondi: "parece que você é meio guloso, isso aí vai me sair caro." aí a gente riu junto. depois de descansar um pouco, ele se levantou e disse que ia tomar banho e perguntou se eu queria tomar junto. eu falei: "deixa de ser guloso, senão vai virar um viciado." e ele, rindo, foi pro banheiro. fiquei um tempo deitada até que decidi sentar. quando tentei me sentar, senti uma dor horrível na minha buceta. aí puxei o lençol e vi uma quantidade considerável de sangue na cama, que vinha da minha buceta. na minha cabeça, pensei que ele tinha me penetrado tão rápido que saiu aquele sangue. com dificuldade, me levantei, parecia que tava escaldada, haha. ele saiu do chuveiro um tempo depois e, quando me olhou, eu falei: "olha o que você fez comigo." e ele respondeu: "a primeira vez sempre dói e sai sangue. depois não, você vai ver." e a gente riu. naquela hora, entrei no banho. quando a água fria tocou meu corpo, além do frio que já tava fazendo por causa do inverno, me senti mais refrescada, mas quando passava a mão na buceta e na bunda, sentia uma ardência. ao passar a mão na buceta, vi um líquido grosso, branco e transparente, junto com sangue, e também percebi que minhas coxas estavam com resto de sangue. tentei tirar o sangue o mais rápido possível, tanto das coxas quanto da buceta. quando saí do banho, o Milton já estava trocado e me perguntou: "já se sente melhor? Uma risada meio debochada, e eu respondi: "Sim, claro, queria ver enfiarem em você com a mesma força que você enfiou em mim, pra ver se não dói." Respondi meio irritada por causa da dor que tava sentindo.

Milton, rindo, respondeu: "Não fica brava, meu amor. Poxa, Luz, como você é." Enquanto eu me trocava, percebi que ele tava me encarando, aí falei: "Que que você tanto olha, hein?" E Milton respondeu: "Ué, não posso olhar pra minha mulher?" Só olhei pra ele e continuei me trocando. Depois ele pediu pra eu sentar do lado dele, sentei e a gente começou a conversar, até que começamos a nos beijar apaixonadamente. Daí a pouco ele me jogou de novo na cama e falou: "Que tal mais um round? Já vai trabalhar não." Eu levantei e falei: "Ah, meu trabalho, tinha esquecido! Que horas são?" Ele respondeu: "Hmm, são 2h24 da tarde." E eu: "Tão tarde, não! Já tenho que ir trabalhar, agora não dá." Ele disse: "Mas se você já chegou atrasada, fica aqui comigo." Eu balancei a cabeça fazendo sinal de não, e ele falou: "Bom, então sem jeito. Deixa eu te acompanhar até o ponto pra esperar o ônibus." Respondi: "Claro, tudo bem, então vamos logo."

Quando chegamos no ponto, tivemos que esperar um pouco o ônibus. Quando ele chegou, estiquei o braço pra chamar, e quando tava quase subindo, ele me segurou pela cintura e me deu um beijo carinhoso de despedida. Aí subi no ônibus. Dessa data em diante, Milton e eu tivemos mais dois encontros íntimos. No total, nessa época, foram três, porque eu sou meio distraída e certas coisas passam batido pra mim.

Observando e pensando numa colega de trabalho que tava reclamando da menstruação, eu me toquei porque no mês passado aconteceu a mesma coisa e a minha não tinha vindo. Decidi naquela mesma tarde ir na médica. Chegando lá, falei qual era o problema. Ela respondeu que se eu não tivesse tido relações, não teria muito problema ou consequência, que podia ser algum cisto ou mioma que dava pra tratar. Imagina a minha cara, kkkk, era de rir. No final, a médica percebeu — bom, acho que sim — porque me mandou fazer exames de sangue e urina. os quais, para minha desgraça, deram positivo os dois (na minha mente eu pensava: "agora o que eu faço, não sabia se ficava feliz ou chorava"). Vendo o problema, decidi ligar pro responsável pela metade disso e nos encontramos no lugar de sempre no dia seguinte, levando os envelopes dos exames. Bom, vou poupar vocês do lenga-lenga e só resumir dizendo que o imbecil negou, falando com quem eu teria dormido. Aí eu dei um tapa nele que até minha mão ardeu. Não deixei ele nem me tocar, peguei os envelopes e fui embora puta, dizendo pra ele não me procurar mais, que eu ia dar um jeito sozinha. E foi assim, pelo menos da minha parte, porque da parte dele ele continuava ligando, segundo ele pra explicar a reação daquele dia, o que não me interessava saber.

Passaram-se dois meses disso e, poxa, os mal-estares não me deixavam em paz. No fim, tive que contar pra minha família. Resumindo: minha mãe ficou puta, meu pai não disse nada, junto com o resto da família. Depois de tanta confusão, me senti pior, mas tinha que trabalhar. E naquele momento eu tinha um motivo pra isso, já que não aguentava mais as caras feias da minha família. Arrumei um quarto e saí de casa com algumas coisas minhas (um grande defeito, segundo quem me conhece, dizem que sou muito orgulhosa, o que desde criança sempre me trouxe problemas). Apesar de tudo, me sentia mal, os enjoo principalmente me deixavam de saco cheio. Assim fui trabalhando até completar três meses de gestação. Daí não consegui mais continuar meu trabalho por dois motivos: primeiro, porque o Milton me procurava no trabalho e cada vez que eu via ele, só me dava mais raiva; segundo, a doutora disse que eu tinha cisto e mioma que apareceu na minha ultrassom e que eu estava com ameaça de aborto, então tchau trabalho. Pra resumir e não encher mais o saco: minha mãe foi até onde eu estava morando pra pedir pra eu voltar, e eu disse que iria visitar, mas não morar mais lá. Numa dessas visitas, eu estava ajudando meu pai a carregar umas caixas, quando tropecei e caí no chão. Com a queda, não conseguia me levantar. Meu pai me levou pra minha cama e fiquei lá, tremendo. Senti uns calafrios e acho que também peguei um pouco de febre. Quando abri os olhos, tava numa clínica particular.
Quando perguntei pra doutora, ela só mandou eu ficar quieta e descansar. Tava com soro na veia e sentia dor na barriga. Quando a enfermeira entrou, a doutora foi embora. Perguntei sobre minha gravidez, se o bebê tava bem. O que ela me disse me deixou petrificada: que por causa do golpe, o bebê tinha morrido dentro de mim e que precisavam tirar ele logo, que era isso que tava causando minha febre e por isso me trouxeram pra fazer um esvaziamento ou limpeza. Quis chorar, mas por causa do meu orgulho, não fiz isso. A enfermeira saiu, e um tempo depois minha mãe entrou, meio aliviada, perguntando se eu tava bem. Falei que sim, meio triste. Ela disse que se assustou porque eu tava com muita febre e sangrando. Me contou que me levou no posto, mas não quiseram me atender. Pelo que entendi, falaram que eu tava sangrando muito pouco e que não era motivo pra emergência. Aí minha mãe mandou todo mundo pro inferno e me trouxe pra cá. Depois de descansar umas horas, a doutora falou que eu já podia ir. A única coisa que minha mãe disse quando saímos foi que Deus quis que isso acontecesse por algum motivo, que Ele sabe o que faz. Bom, foi assim, triste e deprimida, que passei meus dias, tentando me distrair nos novos trampos que tinha arrumado.

Espero não ter entediado vocês com minha humilde história e espero que deixem comentários, mais do que críticas, hahaha. Valeu.

5 comentários - Viciada em sexo, louca por mais, sou assim

holaaa gracias por compartir tu relato...... es bueno pero triste.. pero no pega con el titulo de adicta al sexo
gusty_ben dijo:holaaa gracias por compartir tu relato...... es bueno pero triste.. pero no pega con el titulo de adicta al sexo

totalmente 🙄 🙄 🙄 🙄
Hola, me gusto tu relato, ye genera sentimientos opuestos porque te calienta la parte del sexo pero despues se vuelve triste. Pero la vida es asi, te agradezco por compartir y me gustaría leer mas cosas tuyas. Beso 🙂
Triston el relato,pero por algo pasan las cosas,ahora a irar para adelante y con fe,un beso y espero pronto esos relatos tuyos que nos calientan a todos,besos,Jose.- 🙄