A vida inteira eu li contos eróticos, e sou novata escrevendo histórias desse tipo... mas acho que ele merece um relato, mais do que talento, a lembrança da primeira transa com meu melhor amigo.
A gente se conheceu pelo chat, afinidade imediata segundo nossas próprias revelações tempos depois. Quase um ano de conversas com humor negro e uma puta conotação sexual, que mais de uma vez nos levou à masturbação, até nos olhando pela câmera.
Mas o dia em que a gente devia se ver tinha chegado...
Não vou me aprofundar no antes porque, embora alimente minha ansiedade, não tem muita relevância.
A gente andou quarteirões e quarteirões intermináveis, eu não conseguia andar mais rápido pra chegar no lugar onde finalmente estaria com ele, o cara que me dizia toda noite que me desejava e eu, idiota, tinha adiado tanto tempo. No caminho, ele passou a mão na minha bunda uma vez e outra, me deixava louca, molhada (as mulheres vão entender o quão desconfortável é andar molhada pela vida) até que, de repente, ele parou, me pegou e me beijou.. eu queria ali mesmo, tocar, provar, gemer, mas conhecia minha cidade. Sempre tem alguém olhando.
Depois de uma parada cômica pra comprar algo pra beber, chegamos no motel, último quarto, cama de casal.
Sem eu nem tirar a mochila, eu o beijei, beijei ele, era o que eu queria, abraçar, beijar. Direto pra cama e ele tirou minha calça, os dedos dele entraram de uma vez, sem aviso, na minha buceta, que molhada, quase inundada, me fez corar. Beijos na boca, gemidos e nos peitos... em êxtase total, ele soltou o cabelo.. não dava pra descrever, muito menos dizer a vontade que eu tinha de que ele metesse, que arrombasse, que subisse em cima de mim.. mas foi o contrário, eu subi em cima dele e, sem tirar a camiseta, ele se ajeitou pra chupar meus peitos. Não esqueço a cara dele e minha buceta pulsava forte, ficava molhada, o ritmo naquele momento era desesperador. Eu queria chupar ele, desci e coloquei na boca, mas ele não queria, queria me fazer dele de outro jeito... meti com tudo, sentia ela gostosa mas ambiciosa e desejosa, depois de tanto tempo queria ela inteira dentro e comecei a me mexer... ela tocava meus peitos, queria ele fervendo... usei tudo em mim pra que a primeira vez dela comigo fosse a melhor e ela me desejasse mais...
não vou me aprofundar no que veio antes porque, embora alimente minha ansiedade, não tem muita relevância. caminhamos quadras e quadras intermináveis, não conseguia andar mais rápido pra chegar no lugar onde finalmente estaria com ele, o cara que me dizia toda noite que me desejava e eu, idiota, tinha adiado tanto tempo. no caminho, ele apertou minha bunda uma vez e outra, me deixava doida, molhada (as mulheres vão entender o desconforto de andar molhada pela vida) até que de repente ele parou, me pegou e me beijou... queria ele ali mesmo, tocar, provar, gemer, mas conhecia minha cidade. sempre tem alguém olhando.
depois de uma parada cômica pra comprar algo pra beber, chegamos no motel, último quarto, cama de casal. sem eu tirar a mochila, beijei ele, beijei ele, era o que eu queria, abraçar, beijar. fomos direto pra cama e ele tirou minha calça, os dedos dele entraram de uma vez sem aviso na minha pussy, que molhada, quase inundada, me fez corar. beijos na boca, gemidos e nos peitos... em êxtase total, ele soltou o cabelo... não conseguia descrever, muito menos dizer a vontade que eu tinha de ele meter, de arrebentar, de subir em cima de mim... mas foi o contrário, subi em cima dele e, sem tirar a camiseta, ele se ajeitou pra chupar meus peitos. não esqueço a cara dele e minha pussy pulsava forte, ficava molhada, o ritmo naquele momento me deixava desesperada, queria chupar ele, desci e coloquei na boca, mas ele não queria, queria me fazer dele de outro jeito...
ele meteu com tudo, sentia ela gostosa mas ambiciosa e desejosa, depois de tanto tempo queria ela inteira dentro e comecei a me mexer... ele tocava meus peitos, queria ele fervendo... usei tudo em mim pra que a primeira vez dele comigo fosse a melhor e ele me desejasse mais...
uma atrás da outra As investidas que eu chamo assim encheram o ar com aquele cheiro de carne humana fervendo de desejo. Eu tava feliz pra caralho montando nele, depois de tantas noites imaginando isso... Sensações diferentes me provocaram: medo de agradar ele, vergonha, não me controlo muito bem toda extasiada como eu tava, e espasmos quase orgásmicos que faziam cada metida mais gostosa que a anterior.
Eu me mexi em círculos, de frente pra trás, devagar e com força, esperando que o pau dele me enchesse e roçasse cada cantinho da minha pussy, naquele momento escorrendo de sucos mútuos.
Ele se foi num gemido delicioso... que eu já tinha tido o prazer de ouvir naquelas ligações quando a gente se masturbava, uma mistura fascinante de dor e prazer... Fiquei exausta... a gente se deitou... pra ver futebol... mais tarde eu aprenderia que era um boquete dos meus lábios.
Valeu, amigos, por me lerem. Espero que vocês curtam o resto dos meus contos e fotos, e que comentem e me deem uma força.
Beijos pra todos.
A gente se conheceu pelo chat, afinidade imediata segundo nossas próprias revelações tempos depois. Quase um ano de conversas com humor negro e uma puta conotação sexual, que mais de uma vez nos levou à masturbação, até nos olhando pela câmera.
Mas o dia em que a gente devia se ver tinha chegado...
Não vou me aprofundar no antes porque, embora alimente minha ansiedade, não tem muita relevância.
A gente andou quarteirões e quarteirões intermináveis, eu não conseguia andar mais rápido pra chegar no lugar onde finalmente estaria com ele, o cara que me dizia toda noite que me desejava e eu, idiota, tinha adiado tanto tempo. No caminho, ele passou a mão na minha bunda uma vez e outra, me deixava louca, molhada (as mulheres vão entender o quão desconfortável é andar molhada pela vida) até que, de repente, ele parou, me pegou e me beijou.. eu queria ali mesmo, tocar, provar, gemer, mas conhecia minha cidade. Sempre tem alguém olhando.
Depois de uma parada cômica pra comprar algo pra beber, chegamos no motel, último quarto, cama de casal.
Sem eu nem tirar a mochila, eu o beijei, beijei ele, era o que eu queria, abraçar, beijar. Direto pra cama e ele tirou minha calça, os dedos dele entraram de uma vez, sem aviso, na minha buceta, que molhada, quase inundada, me fez corar. Beijos na boca, gemidos e nos peitos... em êxtase total, ele soltou o cabelo.. não dava pra descrever, muito menos dizer a vontade que eu tinha de que ele metesse, que arrombasse, que subisse em cima de mim.. mas foi o contrário, eu subi em cima dele e, sem tirar a camiseta, ele se ajeitou pra chupar meus peitos. Não esqueço a cara dele e minha buceta pulsava forte, ficava molhada, o ritmo naquele momento era desesperador. Eu queria chupar ele, desci e coloquei na boca, mas ele não queria, queria me fazer dele de outro jeito... meti com tudo, sentia ela gostosa mas ambiciosa e desejosa, depois de tanto tempo queria ela inteira dentro e comecei a me mexer... ela tocava meus peitos, queria ele fervendo... usei tudo em mim pra que a primeira vez dela comigo fosse a melhor e ela me desejasse mais...
não vou me aprofundar no que veio antes porque, embora alimente minha ansiedade, não tem muita relevância. caminhamos quadras e quadras intermináveis, não conseguia andar mais rápido pra chegar no lugar onde finalmente estaria com ele, o cara que me dizia toda noite que me desejava e eu, idiota, tinha adiado tanto tempo. no caminho, ele apertou minha bunda uma vez e outra, me deixava doida, molhada (as mulheres vão entender o desconforto de andar molhada pela vida) até que de repente ele parou, me pegou e me beijou... queria ele ali mesmo, tocar, provar, gemer, mas conhecia minha cidade. sempre tem alguém olhando.
depois de uma parada cômica pra comprar algo pra beber, chegamos no motel, último quarto, cama de casal. sem eu tirar a mochila, beijei ele, beijei ele, era o que eu queria, abraçar, beijar. fomos direto pra cama e ele tirou minha calça, os dedos dele entraram de uma vez sem aviso na minha pussy, que molhada, quase inundada, me fez corar. beijos na boca, gemidos e nos peitos... em êxtase total, ele soltou o cabelo... não conseguia descrever, muito menos dizer a vontade que eu tinha de ele meter, de arrebentar, de subir em cima de mim... mas foi o contrário, subi em cima dele e, sem tirar a camiseta, ele se ajeitou pra chupar meus peitos. não esqueço a cara dele e minha pussy pulsava forte, ficava molhada, o ritmo naquele momento me deixava desesperada, queria chupar ele, desci e coloquei na boca, mas ele não queria, queria me fazer dele de outro jeito...
ele meteu com tudo, sentia ela gostosa mas ambiciosa e desejosa, depois de tanto tempo queria ela inteira dentro e comecei a me mexer... ele tocava meus peitos, queria ele fervendo... usei tudo em mim pra que a primeira vez dele comigo fosse a melhor e ele me desejasse mais...
uma atrás da outra As investidas que eu chamo assim encheram o ar com aquele cheiro de carne humana fervendo de desejo. Eu tava feliz pra caralho montando nele, depois de tantas noites imaginando isso... Sensações diferentes me provocaram: medo de agradar ele, vergonha, não me controlo muito bem toda extasiada como eu tava, e espasmos quase orgásmicos que faziam cada metida mais gostosa que a anterior.
Eu me mexi em círculos, de frente pra trás, devagar e com força, esperando que o pau dele me enchesse e roçasse cada cantinho da minha pussy, naquele momento escorrendo de sucos mútuos.
Ele se foi num gemido delicioso... que eu já tinha tido o prazer de ouvir naquelas ligações quando a gente se masturbava, uma mistura fascinante de dor e prazer... Fiquei exausta... a gente se deitou... pra ver futebol... mais tarde eu aprenderia que era um boquete dos meus lábios.
Valeu, amigos, por me lerem. Espero que vocês curtam o resto dos meus contos e fotos, e que comentem e me deem uma força.
Beijos pra todos.
3 comentários - Foi assim que passei do conto pro sexo real, espero que gost