O reencontro no dia seguinte gerou muitos comentários entre nós, mas pela velocidade que a coisa tomou, não tivemos coragem de contar… só que no dia seguinte eu já tava esperando ela no mesmo lugar e fomos pra um motel mais perto que o anterior…
Entramos no lugar e ela tava linda: bota preta por fora de uma calça jeans clara e justa no corpo, uma blusa branca com um decote que caÃa de lado, insinuando pra quem não conhece ela que podia ter uns peitões grandes (na real, tem uns 110, não perguntei o tamanho ainda) e por cima dessa blusa branca, uma jaqueta jeans clara, óculos escuros, a cabeleira loira solta… realmente uma gostosa… tudo de bom pra virar o auge é a apresentação, e essa tinha um pacote que ninguém quer rasgar e quer levar pra mesa de cabeceira…
Puxei ela contra o meu corpo, nos beijamos com muita suavidade e paixão, passando devagar a saborear as lÃnguas uma da outra, a respiração começou a mostrar sinais de agitação que na verdade é o contrário, é quando a gente começa a esquentar os motores… uma vez, nas nossas conversas, ela me disse que na vida sexual dela já tinha feito de tudo (dois namorados na vida, com o último casou e separou)… quando comecei a acariciar o corpo dela e minha boca começou a beijar o pescoço dela, ela sussurrou no meu ouvido… que tinha se enganado no comentário que fez uma vez, e que no primeiro encontro que tivemos ela percebeu que a vida sexual dela não existia e que o que aconteceu foi um renascer, foi dar sentido a tudo que ela tinha (corpo sexual) e que nunca entendeu como importante ou como se fosse a porta pro paraÃso…
Jaqueta, blusa, sutiã branco foram pro chão como num passe de mágica… minhas mãos seguravam o peito direito dela e meus lábios se banqueteavam na vida dela, molhando, passeando, saboreando e deixando minha boca sugar aquela pele branca linda coroada por um mamilo gostoso que endurecia pro meu toque… e isso faz com que você se entregue completamente pra mim. gozo. Continuo beijando pra baixo até chegar na borda da calça jeans dela, que beijo por baixo do tecido enquanto tiro, puxo pra baixo, deixando à mostra uma calcinha branca com uma listrinha de umidade que, toda vez que eu via, me deixava louco de tesão, me levando a nÃveis altÃssimos...
Passei meu nariz por toda aquela manchinha que despertava luxúria, sentindo aquele cheiro de sexo dos sonhos e não me segurei de passar a lÃngua; quando fiz isso, ela se contorceu debaixo das minhas mãos. Corri com urgência o tecido branco, deixando à mostra uma buceta rosada, molhada, muito molhada, que chupei até deixar seca... Passei minha lÃngua pelo lado da virilha dela sem roçar os lábios da buceta e, como resultado... de entre esses lábios rosados, fluÃa um lÃquido viscoso que levantei com a ponta da lÃngua e levei até a boca dela, que me olhou meio assustada, de olhos bem arregalados, vendo que ela estava prestes a se esquivar do meu contato. Peguei o rosto dela com minhas mãos e depositei a gota do néctar dela na boca dela e, quando ela ia fazer cara feia, beijei ela, beijei ela muito apaixonadamente e, nesse beijo, deixei minha boca limpa do néctar dela, e ela amou tanta loucura...
Me meti de novo entre as pernas dela e comecei a lamber aquele botãozinho tão desejado e deslizei dois dedos na buceta dela que, ao mexer junto com minha lÃngua, arranquei um orgasmo inesperado nela, onde ela apertou minha cabeça com as pernas com muita força... Recuperando o fôlego, me deitei ao lado dela (antes disso, me despi), beijei ela e fui subindo por cima dela, penetrando-a na paz que vem com a recuperação do ar. Consegui que o orgasmo dela se prolongasse, ela me pedindo aos gritos que fizesse mais forte, e pedia mais aos berros e que não parasse, e naquele momento de loucura em que eu olhava pra ela e via um orgasmo constante e longo, longo, tirei por um segundo porque quase gozei e aquilo não podia parar ali. Ela abriu os olhos, me olhou como implorando pra eu colocar de novo, beijei ela bem suave na boca, desci, beijei e chupei os peitos dela bem rápido, lambi o umbigo dela, passei minha lÃngua na ponta do clitóris dela, aproximei minha boca da buceta dela e soprei ar quente. quando empurrei a barriga dela contra minha boca, coloquei uma mão na bunda direita dela e virei ela bem devagar pro lado esquerdo, deixando ela de bruços e sem perder um segundo minha boca chupava as nádegas dela alternando as chupadas de esquerda pra direita e ao ver que ela se entregava na cama, minha lÃngua entrou no canal daquela raba que ia me levar à glória, e assim cheguei naquele cuzinho que ontem eu tinha feito, roubado, tomado, diria violado mas no fundo tinha consentimento.
fiz cÃrculos com minha lÃngua e ela empurrou a cintura pra cima como se oferecesse de bandeja e eu penetrei com ela arrancando suspiros da boca dela e ali mesmo comecei a meter e tirar minha lÃngua do cuzinho dela enquanto dois dedos entravam e saÃam da buceta dela e onde não tinha mais volta; o cuzinho dela tava super úmido e quente com minha lÃngua que nunca parou de penetrar lamber chupar.
subi em cima dela apoiando a cabecinha do meu pau na porta do cuzinho dela e com um pouquinho de pressão minha cabecinha se perdeu naquele cu quente e ali com essa mesma pressão senti meu pau se enfiando naquela bainha morna de pele macia e ao tocar minha barriga contra as nádegas dela ajustei meu corpo com minhas mãos puxei ela até quase tirar e dali comecei a me mover devagar um pouco mais forte e ela já dizia mais,... mais,... mais, meu deus e gritava e eu louco me movia como se fosse perfurar ela e sentia como meu gozo se acumulava nas bolas, e enquanto pensava em tirar pra prolongar o momento ela começou com uns sons deliciosos lindos como de violinos, ela tava gozando.
me tensei no corpo dela empurrei meu pau até as bolas doerem me avisando que pra elas não tinha mais lugar, e ouvi aquele gozo dela que tomou meus sentidos me obrigando a me entregar e senti e vi como meu gozo jorrava do meu pau pra banhar o interior dela e os gritos dela junto com meus gemidos de prazer se transformaram numa doce melodia da qual não QuerÃamos fugir, mas nos fundÃamos ainda mais naquele descanso, naquele prazer, naquele oásis de paixões do qual não querÃamos sair. Deitei sobre o corpo dela, entregue, e ao sentir que nos chamavam, percebi que já tinha passado muito tempo. Nós dois saÃmos extasiados daquela posição na qual querÃamos entrar de novo...
Entramos no lugar e ela tava linda: bota preta por fora de uma calça jeans clara e justa no corpo, uma blusa branca com um decote que caÃa de lado, insinuando pra quem não conhece ela que podia ter uns peitões grandes (na real, tem uns 110, não perguntei o tamanho ainda) e por cima dessa blusa branca, uma jaqueta jeans clara, óculos escuros, a cabeleira loira solta… realmente uma gostosa… tudo de bom pra virar o auge é a apresentação, e essa tinha um pacote que ninguém quer rasgar e quer levar pra mesa de cabeceira…
Puxei ela contra o meu corpo, nos beijamos com muita suavidade e paixão, passando devagar a saborear as lÃnguas uma da outra, a respiração começou a mostrar sinais de agitação que na verdade é o contrário, é quando a gente começa a esquentar os motores… uma vez, nas nossas conversas, ela me disse que na vida sexual dela já tinha feito de tudo (dois namorados na vida, com o último casou e separou)… quando comecei a acariciar o corpo dela e minha boca começou a beijar o pescoço dela, ela sussurrou no meu ouvido… que tinha se enganado no comentário que fez uma vez, e que no primeiro encontro que tivemos ela percebeu que a vida sexual dela não existia e que o que aconteceu foi um renascer, foi dar sentido a tudo que ela tinha (corpo sexual) e que nunca entendeu como importante ou como se fosse a porta pro paraÃso…
Jaqueta, blusa, sutiã branco foram pro chão como num passe de mágica… minhas mãos seguravam o peito direito dela e meus lábios se banqueteavam na vida dela, molhando, passeando, saboreando e deixando minha boca sugar aquela pele branca linda coroada por um mamilo gostoso que endurecia pro meu toque… e isso faz com que você se entregue completamente pra mim. gozo. Continuo beijando pra baixo até chegar na borda da calça jeans dela, que beijo por baixo do tecido enquanto tiro, puxo pra baixo, deixando à mostra uma calcinha branca com uma listrinha de umidade que, toda vez que eu via, me deixava louco de tesão, me levando a nÃveis altÃssimos...
Passei meu nariz por toda aquela manchinha que despertava luxúria, sentindo aquele cheiro de sexo dos sonhos e não me segurei de passar a lÃngua; quando fiz isso, ela se contorceu debaixo das minhas mãos. Corri com urgência o tecido branco, deixando à mostra uma buceta rosada, molhada, muito molhada, que chupei até deixar seca... Passei minha lÃngua pelo lado da virilha dela sem roçar os lábios da buceta e, como resultado... de entre esses lábios rosados, fluÃa um lÃquido viscoso que levantei com a ponta da lÃngua e levei até a boca dela, que me olhou meio assustada, de olhos bem arregalados, vendo que ela estava prestes a se esquivar do meu contato. Peguei o rosto dela com minhas mãos e depositei a gota do néctar dela na boca dela e, quando ela ia fazer cara feia, beijei ela, beijei ela muito apaixonadamente e, nesse beijo, deixei minha boca limpa do néctar dela, e ela amou tanta loucura...
Me meti de novo entre as pernas dela e comecei a lamber aquele botãozinho tão desejado e deslizei dois dedos na buceta dela que, ao mexer junto com minha lÃngua, arranquei um orgasmo inesperado nela, onde ela apertou minha cabeça com as pernas com muita força... Recuperando o fôlego, me deitei ao lado dela (antes disso, me despi), beijei ela e fui subindo por cima dela, penetrando-a na paz que vem com a recuperação do ar. Consegui que o orgasmo dela se prolongasse, ela me pedindo aos gritos que fizesse mais forte, e pedia mais aos berros e que não parasse, e naquele momento de loucura em que eu olhava pra ela e via um orgasmo constante e longo, longo, tirei por um segundo porque quase gozei e aquilo não podia parar ali. Ela abriu os olhos, me olhou como implorando pra eu colocar de novo, beijei ela bem suave na boca, desci, beijei e chupei os peitos dela bem rápido, lambi o umbigo dela, passei minha lÃngua na ponta do clitóris dela, aproximei minha boca da buceta dela e soprei ar quente. quando empurrei a barriga dela contra minha boca, coloquei uma mão na bunda direita dela e virei ela bem devagar pro lado esquerdo, deixando ela de bruços e sem perder um segundo minha boca chupava as nádegas dela alternando as chupadas de esquerda pra direita e ao ver que ela se entregava na cama, minha lÃngua entrou no canal daquela raba que ia me levar à glória, e assim cheguei naquele cuzinho que ontem eu tinha feito, roubado, tomado, diria violado mas no fundo tinha consentimento.
fiz cÃrculos com minha lÃngua e ela empurrou a cintura pra cima como se oferecesse de bandeja e eu penetrei com ela arrancando suspiros da boca dela e ali mesmo comecei a meter e tirar minha lÃngua do cuzinho dela enquanto dois dedos entravam e saÃam da buceta dela e onde não tinha mais volta; o cuzinho dela tava super úmido e quente com minha lÃngua que nunca parou de penetrar lamber chupar.
subi em cima dela apoiando a cabecinha do meu pau na porta do cuzinho dela e com um pouquinho de pressão minha cabecinha se perdeu naquele cu quente e ali com essa mesma pressão senti meu pau se enfiando naquela bainha morna de pele macia e ao tocar minha barriga contra as nádegas dela ajustei meu corpo com minhas mãos puxei ela até quase tirar e dali comecei a me mover devagar um pouco mais forte e ela já dizia mais,... mais,... mais, meu deus e gritava e eu louco me movia como se fosse perfurar ela e sentia como meu gozo se acumulava nas bolas, e enquanto pensava em tirar pra prolongar o momento ela começou com uns sons deliciosos lindos como de violinos, ela tava gozando.
me tensei no corpo dela empurrei meu pau até as bolas doerem me avisando que pra elas não tinha mais lugar, e ouvi aquele gozo dela que tomou meus sentidos me obrigando a me entregar e senti e vi como meu gozo jorrava do meu pau pra banhar o interior dela e os gritos dela junto com meus gemidos de prazer se transformaram numa doce melodia da qual não QuerÃamos fugir, mas nos fundÃamos ainda mais naquele descanso, naquele prazer, naquele oásis de paixões do qual não querÃamos sair. Deitei sobre o corpo dela, entregue, e ao sentir que nos chamavam, percebi que já tinha passado muito tempo. Nós dois saÃmos extasiados daquela posição na qual querÃamos entrar de novo...
0 comentários - O que custa, vale 3 (corrigido)