vale o que custa 3

Nos reencontrar no dia seguinte gerou muitos comentários entre nós, mas pela velocidade que as coisas tomaram, não nos animamos a contar... O que aconteceu foi que no outro dia eu estava esperando por ela no mesmo lugar e fomos para um motel mais próximo que o anterior.

Entramos no lugar e ela estava linda: botas pretas por fora de uma calça jeans clara bem justa no corpo, uma blusa branca com um decote lateral que insinuava — para quem não a conhecia — que ela poderia ter seios grandes (e realmente tem, uns 110, ainda não perguntei o tamanho exato) e, por cima da blusa branca, uma jaqueta jeans clara, óculos escuros, cabelo loiro solto... realmente linda. Todo bom doce para se tornar o máximo é a apresentação, e esse tinha aquele embrulho que a gente não quer rasgar e prefere levar pra mesinha de cabeceira...

A puxei contra meu corpo, nos beijamos com muita suavidade e paixão, passando lentamente a saborear nossas línguas. A respiração começou a mostrar sinais de agitação, que na verdade é o contrário — é quando a gente começa a esquentar os motores... Em uma de nossas conversas, ela me disse uma vez que na vida sexual dela já tinha feito de tudo (dois namorados na vida, com o último se casou e se separou)... Quando comecei a acariciar seu corpo e minha boca passou a beijar seu pescoço, ela sussurrou no meu ouvido... que tinha se enganado no comentário que fez antes, e que no nosso primeiro encontro percebeu que sua vida sexual não existia de verdade, e que o que aconteceu entre nós foi um renascer, foi dar sentido a tudo aquilo que ela tinha (corpo sexual) e que nunca entendeu como importante ou como se fosse a passagem para o paraíso...

Jaqueta, blusa, sutiã branco foram pro chão como por arte de mágica... minhas mãos seguravam seu seio direito e meus lábios faziam a festa da vida, molhando, passeando, saboreando e dando espaço à minha boca para sugar aquela pele branca tão linda, coroada por um mamilo lindo que endurecia ao meu toque... E isso faz com que você se entregue completamente a mim. Gozo. Continuo beijando para baixo, chegando na borda do seu jeans, que beijo por baixo do tecido enquanto desaboto, puxo para baixo e me deparo com uma calcinha branca com uma listrinha de umidade que, toda vez que via, me deixava com um tesão absurdo, levando a níveis altíssimos...

Passei meu nariz por toda aquela manchinha que despertava luxúria, sentindo aquele cheiro de sexo dos sonhos, e não me contive: passei a língua. Ao fazer isso, ela se contorceu sob minhas mãos. Corri urgentemente o tecido branco, deixando à vista uma boceta rosa, encharcada, muito molhada, que chupei até deixar seca... Passei minha língua pelo lado da virilha sem tocar nos lábios da sua boceta e, como resultado... daqueles lábios rosados escorria um líquido viscoso, que levantei com a ponta da língua e levei até a boca dela. Ela me olhou assustada, com os olhos bem abertos. Vendo que estava prestes a fugir do meu contato, segurei seu rosto com minhas mãos e depositei a gota do seu néctar em sua boca. Quando ela estava prestes a fazer cara feia, a beijei, beijei apaixonadamente, fazendo com que, naquele beijo, minha boca ficasse limpa do seu néctar — e ela adorou tanta loucura...

Meti-me novamente entre suas pernas e comecei a lamber aquele botãozinho tão desejado, enquanto deslizava dois dedos dentro de sua boceta. Ao movê-los junto com minha língua, arranquei dela um orgasmo inesperado, no qual ela apertou minha cabeça com as pernas com uma força enorme... Recuperando o fôlego, deitei ao seu lado (antes disso, tirei minha roupa), beijei-a e fui subindo por cima dela, penetrando-a. Na calmaria pós-recuperação do ar, consegui prolongar o orgasmo dela, que me pedia aos gritos para ir mais forte, pedia mais, gritando para não parar. E naquele momento de loucura, em que a olhava e via um orgasmo constante e longo, longo, tirei por um segundo — porque quase gozei, e aquilo não podia parar ali. Ela abriu os olhos, me olhou implorando para colocá-la de novo. Beijei sua boca bem suave, desci, beijei e chupei seus peitos rapidamente, lambi seu umbigo... Passei minha língua na pontinha do seu clitóris, aproximei minha boca da sua buceta e soprei um ar quente. Quando empurrei sua barriga contra minha boca, coloquei uma mão na nádega direita e girei bem devagar para a esquerda, deixando-a de bruços. Sem perder um segundo, minha boca começou a chupar suas nádegas, alternando entre a esquerda e a direita. Ao ver que ela se entregava totalmente à cama, minha língua entrou no canal daquela bunda que me levaria à glória, e assim cheguei naquele cu que ontem havia feito, roubado, tomado — diria violado, mas no fundo havia consentimento.

Fiz círculos com minha língua, e ela empurrou a cintura para cima, como se estivesse oferecendo num bandeja. Penetrei com a língua, arrancando suspiros da boca dela, e ali mesmo comecei a meter e sacar minha língua do seu cu enquanto dois dedos entravam e saíam da sua buceta. Não havia mais volta: seu cu estava super úmido e quente, com minha língua que nunca parou de penetrar, lamber, chupar.

Subi em cima dela, apoiando a cabecinha do meu pau na porta do seu cu. Com um pouco de pressão, minha cabecinha se perdeu naquele cuzinho quente, e com essa mesma pressão senti meu pau sendo envolvido por aquela bainha morna de pele macia. Ao encostar minha barriga nas nádegas dela, ajustei meu corpo com as mãos, puxei até quase tirar e dali comecei a me mover devagar, um pouco mais forte… e ela já dizia: "Mais… mais… mais, meu Deus!" Ela gritava, e eu, louco, me movia como se fosse perfurá-la, sentindo meu leite se acumular nos meus ovos. Enquanto pensava em tirar para prolongar o momento, ela começou a soltar uns sons deliciosos, lindos como violinos — ela estava gozando.

Me enrijeci sobre seu corpo, empurrei meu pau até meus ovos doerem, avisando que não havia mais espaço para eles. Ouvi o gozo dela, que tomou meus sentidos, me obrigando a me entregar. Senti e vi meu leite jorrar do meu pau, banhando seu interior. Seus gritos e meus gemidos de prazer se transformaram numa doce melodia da qual não… queríamos fugir e nos fundíamos ainda mais naquele descanso, naquele prazer, naquele oásis de paixões de onde não queríamos sair. Deitei sobre seu corpo entregue e, ao sentir que vocês estavam nos chamando, percebi que tinha passado muito tempo. Ambos saímos extasiados daquela posição em que queríamos entrar de novo...

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