Conheci ela trabalhando uns 2 anos atrás, mais ou menos. Ela era morena, magrinha, corpo bonito, baixinha e com uma bunda enorme — o tamanho ideal pra mim. O que me chamou atenção primeiro foram as maçãs do rosto dela (difícil de acreditar!), foi a primeira coisa que reparei nela. A gente nunca tinha trocado uma palavra até aquele momento específico em que tivemos que trabalhar juntos.
Uma noite fria em Rio Gallegos, eu fumando um cigarro preto, ela passou perto de mim e se aproximou. Suave, ela disse: "Oi, tudo bem?" Eu respondi com minha melhor cara de idiota, sem parar de olhar nos olhos escuros dela: "Tô sim! Só fumando pra passar o tempo." Ela riu: "Pois é, não tem outra opção", disse e foi embora... Essas foram as únicas palavras que trocamos naquela noite. Eu via ela no trabalho, mas não dava pra chegar e falar com ela na frente de todos os fofoqueiros que tinha no lugar. O tempo passou, eu adorava olhar pra ela, os movimentos dela, como ela mexia as mãos ao falar, ouvir ela rir, e mais ainda ver ela andar — o balanço do quadril dela me hipnotizava.
Tempo depois, encontrei ela na casa de uma conhecida, num churrasco. Ela estava radiante naquela noite: uma calça jeans justa azul clara, umas botas pretas e uma camiseta colada no corpo que deixava ver o lindo sutiã preto dela. Eu já tinha bebido bastante, então cheguei pra falar com ela. Decidimos que todo o grupo que estava no churrasco iria pra balada. Já no rolê, com uns copos a mais... copos! haha... fernet, cerveja, frizz e outras misturas lá dentro, chamei ela pra dançar. Tava tocando cuarteto — não gosto de dançar, mas se eu queria conseguir alguma coisa, tinha que fazer. Dançamos, roçamos nossos corpos e, num abraço enquanto dançávamos, acho que ela sentiu o que eu tava sentindo naquele momento... sim, tava duro! hahaha... mas ela não falou nada.
Quando saímos, fiquei na porta. Ela vinha atrás de mim, acendi um cigarro. Quando ela saiu, perguntei: "Quer que te leve em casa?" Ela respondeu: "Não, deixa, moro a três quadras." Vendo que ia perder aquela oportunidade, a única coisa que fiz naquele momento — já muito bêbado e sem pensar muito — foi pegar a mão dela quando ela se virou e puxar ela pra perto de mim. dando um beijo nela, sim! um beijo, agora que eu penso, foi por causa da mesma bebedeira que eu tava que fiz isso, senão talvez nada tivesse acontecido. terminei o beijo, ela riu e foi embora com uma amiga, eu fui dormir em casa, com a bebedeira e o tesão que tava.
Passaram os dias, eu tava no trampo quando chegou uma mensagem... "oi, lembra de mim?"... não conhecia o número, respondi: "quem é?"... toca meu celular com um "hey ho lets go!". meu toque de mensagem na época, dizia: "a mina que você beijou e nem se deu ao trabalho de pegar o número!" kkkkkk, ficamos trocando ideia a tarde toda até combinarmos que naquela noite eu iria buscar ela na casa dela.
00:00, parado na frente da casa dela no carro esperando, achei que tinha me enganado, ela não saía, 15 minutos de espera e ela sai, linda de jeans e botas, entra no carro e me cumprimenta com um beijo na bochecha, "tudo bem?" ela fala, "sim, achei que você tava me enganando, demorou pra sair", ela respondeu: "não, é que me atrasei com umas coisas, desculpa". desculpa aceita (pra ela eu perdoaria tudo!).
Liguei o carro e falei: "tenho umas cervejas, vamos pra um lugar conhecido ou pra um onde dê pra ver as estrelas?" (meu deus, que frase mais bosta e sem noção!!!). "onde dê pra ver as estrelas", ela disse, fomos de carro pro campo, pegando estrada e num lugar lindo e escuro começamos a conversar, não lembro sobre o quê, eu só olhava pra boca dela, tomamos uma cerveja e caímos na besteira do que rolou na outra noite na saída da balada, ela perguntou: "faria de novo?", respondi: "hoje e sempre" e beijei ela. (sim, eu sei, que frases mais idiotas, mas funcionaram!!).
Aos poucos fui sentindo o corpo dela, a cintura, o quadril, a bunda macia e firme que o jeans escondia, beijei o pescoço dela enquanto ela beijava o meu, quis pegar nos peitos dela e ela tirou minha mão, wtf! pensei comigo e desci a mão pro botão da calça dela, desabotoei, minha mão direita foi por trás tocando a calcinha dela, uma linda calcinha fio dental, amo!, abaixei a calça dela e beijei as pernas dela, as coxas, toda a parte de baixo dela, até chegar numa buceta linda, completamente depilada e macia, tava molhada, chupei ela como se fosse o fim do mundo, ela pirou, abaixou o zíper da minha calça e começou a me masturbar, eu já não aguentava mais! queria sentir o calor dela, fazer ela minha, deitei ela no banco de trás, abri as pernas dela, puxei a calcinha e penetrei, CARALHO! que sensação gostosa, devagar entrava e saía dela, sentia o calor dentro dela, tava fervendo e eu amava!!! ela sentou em cima de mim de frente, eu segurava a bunda dela enquanto ela se mexia linda e perfeita em cima de mim, a gente foi feito um pro outro, aquela noite foi assim, sem ela tirar a camiseta, já conto por que em outra história... gozei dentro dela e ela gritou, adorou! a noite toda foi assim, sexo tranquilo, meio tímido, essa foi a primeira vez com M.S.G.
amanheceu, levei ela pra casa e me despedi com um beijo com a promessa de buscá-la de novo.
vale lembrar que na época eu não sabia a idade dela nem nada... mas aos poucos vou contando como tudo foi rolando, espero que vocês gostem... até a próxima
Uma noite fria em Rio Gallegos, eu fumando um cigarro preto, ela passou perto de mim e se aproximou. Suave, ela disse: "Oi, tudo bem?" Eu respondi com minha melhor cara de idiota, sem parar de olhar nos olhos escuros dela: "Tô sim! Só fumando pra passar o tempo." Ela riu: "Pois é, não tem outra opção", disse e foi embora... Essas foram as únicas palavras que trocamos naquela noite. Eu via ela no trabalho, mas não dava pra chegar e falar com ela na frente de todos os fofoqueiros que tinha no lugar. O tempo passou, eu adorava olhar pra ela, os movimentos dela, como ela mexia as mãos ao falar, ouvir ela rir, e mais ainda ver ela andar — o balanço do quadril dela me hipnotizava.
Tempo depois, encontrei ela na casa de uma conhecida, num churrasco. Ela estava radiante naquela noite: uma calça jeans justa azul clara, umas botas pretas e uma camiseta colada no corpo que deixava ver o lindo sutiã preto dela. Eu já tinha bebido bastante, então cheguei pra falar com ela. Decidimos que todo o grupo que estava no churrasco iria pra balada. Já no rolê, com uns copos a mais... copos! haha... fernet, cerveja, frizz e outras misturas lá dentro, chamei ela pra dançar. Tava tocando cuarteto — não gosto de dançar, mas se eu queria conseguir alguma coisa, tinha que fazer. Dançamos, roçamos nossos corpos e, num abraço enquanto dançávamos, acho que ela sentiu o que eu tava sentindo naquele momento... sim, tava duro! hahaha... mas ela não falou nada.
Quando saímos, fiquei na porta. Ela vinha atrás de mim, acendi um cigarro. Quando ela saiu, perguntei: "Quer que te leve em casa?" Ela respondeu: "Não, deixa, moro a três quadras." Vendo que ia perder aquela oportunidade, a única coisa que fiz naquele momento — já muito bêbado e sem pensar muito — foi pegar a mão dela quando ela se virou e puxar ela pra perto de mim. dando um beijo nela, sim! um beijo, agora que eu penso, foi por causa da mesma bebedeira que eu tava que fiz isso, senão talvez nada tivesse acontecido. terminei o beijo, ela riu e foi embora com uma amiga, eu fui dormir em casa, com a bebedeira e o tesão que tava.
Passaram os dias, eu tava no trampo quando chegou uma mensagem... "oi, lembra de mim?"... não conhecia o número, respondi: "quem é?"... toca meu celular com um "hey ho lets go!". meu toque de mensagem na época, dizia: "a mina que você beijou e nem se deu ao trabalho de pegar o número!" kkkkkk, ficamos trocando ideia a tarde toda até combinarmos que naquela noite eu iria buscar ela na casa dela.
00:00, parado na frente da casa dela no carro esperando, achei que tinha me enganado, ela não saía, 15 minutos de espera e ela sai, linda de jeans e botas, entra no carro e me cumprimenta com um beijo na bochecha, "tudo bem?" ela fala, "sim, achei que você tava me enganando, demorou pra sair", ela respondeu: "não, é que me atrasei com umas coisas, desculpa". desculpa aceita (pra ela eu perdoaria tudo!).
Liguei o carro e falei: "tenho umas cervejas, vamos pra um lugar conhecido ou pra um onde dê pra ver as estrelas?" (meu deus, que frase mais bosta e sem noção!!!). "onde dê pra ver as estrelas", ela disse, fomos de carro pro campo, pegando estrada e num lugar lindo e escuro começamos a conversar, não lembro sobre o quê, eu só olhava pra boca dela, tomamos uma cerveja e caímos na besteira do que rolou na outra noite na saída da balada, ela perguntou: "faria de novo?", respondi: "hoje e sempre" e beijei ela. (sim, eu sei, que frases mais idiotas, mas funcionaram!!).
Aos poucos fui sentindo o corpo dela, a cintura, o quadril, a bunda macia e firme que o jeans escondia, beijei o pescoço dela enquanto ela beijava o meu, quis pegar nos peitos dela e ela tirou minha mão, wtf! pensei comigo e desci a mão pro botão da calça dela, desabotoei, minha mão direita foi por trás tocando a calcinha dela, uma linda calcinha fio dental, amo!, abaixei a calça dela e beijei as pernas dela, as coxas, toda a parte de baixo dela, até chegar numa buceta linda, completamente depilada e macia, tava molhada, chupei ela como se fosse o fim do mundo, ela pirou, abaixou o zíper da minha calça e começou a me masturbar, eu já não aguentava mais! queria sentir o calor dela, fazer ela minha, deitei ela no banco de trás, abri as pernas dela, puxei a calcinha e penetrei, CARALHO! que sensação gostosa, devagar entrava e saía dela, sentia o calor dentro dela, tava fervendo e eu amava!!! ela sentou em cima de mim de frente, eu segurava a bunda dela enquanto ela se mexia linda e perfeita em cima de mim, a gente foi feito um pro outro, aquela noite foi assim, sem ela tirar a camiseta, já conto por que em outra história... gozei dentro dela e ela gritou, adorou! a noite toda foi assim, sexo tranquilo, meio tímido, essa foi a primeira vez com M.S.G.
amanheceu, levei ela pra casa e me despedi com um beijo com a promessa de buscá-la de novo.
vale lembrar que na época eu não sabia a idade dela nem nada... mas aos poucos vou contando como tudo foi rolando, espero que vocês gostem... até a próxima
12 comentários - Ela 40, eu 26 (lembranças das noites juntos)