Precisava sair, me distrair, e por isso aceitei o convite da minha irmã para jantar.
Meu filho (maior de 18 anos) não gostou nada, ficou cada vez pior, ficava com ciúmes o tempo todo, queria saber aonde eu ia, com quem, que horas eu voltava…
—Olha como você tá vestida, parece que vai dar uns pegas —ele me repreendeu.
—Sou sua mãe, não sua amante —lembrei a ele.
Preciso falar um pouco da minha irmã. Tivemos uma relação estranha de amor e ódio ao longo da vida. Ela é dois anos mais nova e bem diferente de mim. Muito mais ativa sexualmente e muito mais precoce. Eu me casei jovem, mas virgem; naquela época, ela já tinha passado por várias camas.
Somos muito amigas, não temos segredos, contamos tudo uma pra outra. Ela é insegura e competitiva comigo. A pior coisa que ela me fez foi transar com meu ex-marido quando ainda estávamos casados. Nem tenho certeza se foi por gosto, acho que ela fez pra provar pra ele que ela fode melhor que eu.
Naquela época, meu ex-marido já tinha se revelado um verdadeiro porco. Quando o confrontei por ter transado com minha irmã, ele respondeu cinicamente:
—Todo homem tem duas fantasias: comer uma mãe e a filha, e comer duas irmãs. Fica tranquila, sua mãe vai se salvar.
Fiquei anos sem falar com minha irmã por causa disso. Brigamos feio, nos chamamos de puta uma à outra, mas o tempo cura as feridas. Quando me divorciei —e meu divórcio foi muito traumático, por sinal—, ela ficou ao meu lado. Desde então, voltamos a ser como antes, amigas e confidentes.
Agora ela também é divorciada, não tem problemas de dinheiro nem pra conseguir homens. O problema dela é fazer eles durarem. Ela quer um relacionamento duradouro, mas os caras só a procuram pra transar. E minha irmã cria vínculos com eles através do sexo, convencida de que, se agradar em tudo, não vão abandoná-la —o que, pra mim, é um erro.
Minha irmã me levou a um restaurante exclusivo. Durante o jantar, conversamos sobre tudo. e nós rimos bastante. O malbec que tomamos contribuiu para animar o clima, saímos do restaurante meio tontas. Minha irmã, incorrigível, até flertou com o garçom. Ela tem com o que, é muito atraente, e naquela noite estava usando um vestido curto que ficava muito bem nela. Decidimos ir para a balada e lá encontramos por acaso um ex-namorado que ela teve no ensino médio. Ele estava com um amigo, e nós quatro começamos a dançar. Era tão óbvio que minha irmã estava interessada nele que eu disse disfarçadamente no ouvido dela: "Para um pouco, você tá parecendo uma doida." "Você não sabe como eu gostava dele quando era adolescente. E ele ainda tá muito gostoso", ela me respondeu. Continuamos dançando, e em determinado momento percebi que tinha perdido ela de vista. "Para onde foi minha irmã?", perguntei ao cara que estava dançando comigo. "Ela foi com meu amigo, mas não se preocupa, eles já voltam." O cara com quem eu estava não me interessava particularmente e eu não estava a fim de pegar ninguém, mas ele era legal e eu estava me divertindo dançando com ele. De fato, minha irmã reapareceu depois de um tempo com duas bebidas e um grande sorriso. Ela estava decididamente bêbada. Me passou um dos copos, pegou minha mão e fomos até uns bancos. "O que foi?", perguntei. Ela não conseguia parar de rir. Conseguiu se recompor um pouco, encostou a boca no meu ouvido e disse: "Chupei ele todinho no banheiro." No começo não entendi, mas logo percebi. Ela tinha bafo de álcool e de porra. Quando ela percebeu, pela expressão no meu rosto, que eu tinha entendido, deu uma risadinha infantil. "Mana, me sinto uma colegial", ela gritou. "Você tá muito louca", eu ri. "Esse cara foi meu namorado, mas éramos muito jovens, nunca aconteceu nada. E olha que coincidência, nós dois tínhamos essa fantasia desde aquela época." "E bom... parabéns pela fantasia realizada." Brindamos, e ela me disse: "Dei minha calcinha pra ele." "Você fez o quê?" Ela abriu levemente as pernas para que eu pudesse ver por baixo da saia. "Mana, você tá sem calcinha. Buceta" – exclamei.
Ela soltou outra gargalhada.
– Mais uma fantasia realizada – gritou, e brindamos de novo.
Foi então que apareceram o ex-namorado dela e o amigo.
– Vamos tomar a última dose na minha casa? – propôs o cara.
Eu não estava muito a fim, mas minha irmã insistiu tanto que aceitei.
Ao sair da balada, o ar fresco da madrugada me atingiu. Foi quando percebi que eu também tinha bebido muito. Na verdade, os quatro estávamos bem bêbados, rindo de qualquer coisa.
Minha irmã e o ex-namorado dela sentaram no banco de trás do carro. O cara que estava comigo era o que menos tinha bebido, então assumiu a direção; eu sentei no banco do passageiro, ao lado dele.
Fomos ouvindo música e conversando. De repente, ele olhou pelo retrovisor e comentou:
– Esses dois continuam recuperando o tempo perdido.
Virei o olhar para trás. Minha irmã estava dando outro boquete no ex-namorado dela.
Não soube o que dizer. As coisas estavam tomando um rumo que me deixava inquieta.
O cara dirigia e alternava entre olhar no retrovisor e olhar para mim, atento à minha reação. Também espiava sem disfarce meu decote. O ar frio tinha endurecido meus mamilos, que marcavam no tecido do vestido.
Descaradamente, ele ajustou o volume na calça.
– Impossível ficar indiferente com o espetáculo que estão dando aí atrás, né? – disse.
A verdade é que minha irmã estava pronta para qualquer coisa, nunca a tinha visto tão solta assim. E como obviamente ninguém é de pau, eu também estava me contagiando com a excitação dela.
Chegamos na casa, descemos do carro, e ninguém encontrava as chaves para abrir a porta. Minha irmã estava com o vestido levantado, pendurada no pescoço do ex-namorado, que tinha o pau para fora da calça e apertava a bunda dela. Todos ríamos, pela bebedeira, pelos nervos e pela excitação.
As chaves apareceram e conseguimos entrar. Eles foram direto para o quarto; eu fiquei com o outro cara, que se dedicou a preparar uns drinks.
Minha irmã é bem barulhenta quando transa. Logo ouvimos os gritos dela.
—Assim… assim filho da puta… me fode toda… assim… ahhh… como você me come gostoso…
Eu fiquei na sala. A situação me deixou um pouco desconfortável.
O cara me ofereceu um drink com um sorriso.
—Parece que somos testemunhas de uma reconciliação —disse divertido.
Nos sentamos num sofá da sala. Os gritos da minha irmã estavam me enlouquecendo. Eu a conheço, ela fazia tanto escândalo pra me mostrar quanto podia gozar, quão boa ela era na cama.
Senti inveja. Morria de vontade de estar no lugar dela, porque eu também gostava muito do cara. Já o amigo dele não me atraía.
—Você é diferente da sua irmã, né? —me perguntou.
—Sim, somos diferentes.
—Tá na cara. Você é mais gostosa.
Soou meio brega, e isso me desanimou.
Ele, por outro lado, estava com muito tesão. Me deu um beijo e meteu a mão entre minhas coxas.
—Podíamos imitar eles, né? —disse.
Eu deixei. Enquanto minha irmã estava sendo comida no quarto, ele me comeu no sofá. Foi um sexo rápido, sem tirar a roupa e bem insatisfatório pra mim, porque o cara gozou muito rápido.
Nisso, minha irmã apareceu na sala, completamente pelada, só usando os sapatos de salto alto. O rosto dela estava desfigurado, os peitos suados, a parte de dentro das coxas encharcada.
—Preciso de um drink —disse, e pegou meu copo.
Fiquei paralisada. Já vi minha irmã nua antes, mas nunca no meio do sexo. E ela também nunca me viu nas condições em que eu estava, com a saia levantada e a buceta cheia de porra.
Não sei se ela percebeu o espetáculo que estava dando. Bebeu do meu copo com avidez. O cara do meu lado a devorava com os olhos.
Que paradoxo, pensei. Esse cara gosta da minha irmã, e eu gosto do cara que tá com minha irmã.
O ex-namorado não demorou a aparecer, também pelado e com uma ereção esplêndida.
—Continuamos, meu amor? — ele disse. Ela tomou outro gole e ofereceu a ele. - Você aguenta continuar? - desafiou ele, rindo. - Claro que sim. Eles se beijaram. Depois ele disse, se dirigindo a nós: - Vocês querem entrar na brincadeira, gente? Minha irmã deu um tapinha no pau dele. - Você é um porquinho, hein. - Por quê? Podemos nos divertir os quatro. - Você quer foder minha irmã, seu porquinho. Meu coração parecia querer sair do peito. Nunca tinha pensado na possibilidade de dividir a cama com minha irmã. - Eu só estou dizendo pra gente se divertir, nada mais - o cara riu. Mas minha irmã estava irritada. Mudanças súbitas de humor eram típicas dela. - O que foi, não basta eu? É porque eu não quis dar o cu? Tá bom, eu dou. Quer me comer o cu? Vamos, vamos ver se você consegue fazer direito - ela falou de má vontade. Era outra atitude típica da minha irmã. No fundo, ela é uma mulher insegura, que não admite competição, ainda mais se a competição fosse eu. E que só sabe prender os caras pelo sexo. Dava pra ver que uma tempestade estava chegando, e decidi evitá-la. Então me levantei. - Vou indo - falei. - Não, não é pra ninguém ficar chateado - eles disseram. - Não, melhor eu ir mesmo - insisti. Para confirmar minhas suspeitas, minha irmã me abraçou e sussurrou no meu ouvido: - Não rouba ele de mim, por favor. Não rouba esse cara porque eu gosto muito dele. - Fica tranquila, eu vou mesmo - respondi a ela. O ex-namorado dela se intrometeu e disse: - Vamos, um beijo entre as irmãs. Esta é uma noite de reconciliação. Mais calma, minha irmã recuperou o sorriso, mas disse "não, não, não". - Um beijo, um beijo, um beijo! - eles cantaram. - Não, não - ela repetiu. Me chamou a atenção a recusa dela. Eu, por outro lado, queria beijá-la sim. Mulheres em geral não me atraem, mas minha irmã... vê-la pelada, cheirando a sexo, recém comida pelo cara que eu gosto... e eu excitada e mal comida... era demais. Eles continuaram gritando "um beijo, um beijo". Minha irmã me disse: - Vai, fala pra eles que não, pra ver se te obedecem. Mas eu, que já ultrapassei todos os limites, tinha outra ideia. - E por e não? – perguntei.
Ela teve uma reação que eu não esperava, ficou agressiva.
– Você tá louca? Somos irmãs, sua puta do caralho.
Ficou um silêncio. Ela me empurrou e saiu dando passos largos em direção ao banheiro.
– Transem vocês dois com essa puta, já que gostam tanto – gritou.
Deu vontade de chorar. O ex-namorado dela me disse:
– Não liga pra ela, a bebida bateu forte.
Eu estava tão atordoada que não conseguia acreditar no que tinha acontecido.
Ajeitei meu vestido e procurei minha bolsa. O ex-namorado me segurou.
– Não, espera, não vai embora, vou falar com ela.
– É inútil – falei.
– Isso foi culpa minha, deixa eu resolver.
Tinha algo no olhar dele que já vi em outros homens. Aquele cara tava com mais vontade de fazer uma suruba comigo e minha irmã do que qualquer outra coisa no mundo.
E claro, ele tinha notado que eu tinha vontade de beijar minha irmã.
– Não vai, me dá um minuto – insistiu.
Deu um beijo leve nos meus lábios e foi até o banheiro. Parou na porta e começou a falar com ela, tentando convencê-la a sair.
Fiquei na sala com o outro cara, que também tava com a ideia da festa na cabeça: tinha tirado a calça. O pau dele, ainda duro, era pequeno. Por isso quase não tinha sentido quando ele me penetrou.
– Por que você não fica confortável também? – disse.
Achei patético. Minha cabeça tava na minha irmã e no ex-namorado dela.
Fui até o banheiro e parei na porta.
– Sua irmã ficou difícil, não tem jeito, não quer sair – o ex-namorado me falou.
– Deixa ela quieta, vai passar e ela sai sozinha.
O cara baixou a voz:
– Me dá uma força, vai, me ajuda a convencer ela.
Olhou pra sala, onde o amigo dele estava, e com voz ainda mais baixa disse:
– Se ficarmos só nós dois e você será melhor? Posso mandar meu amigo embora…
Confirmado, o cara tava morrendo de vontade de fazer uma suruba com a gente. Eu coloquei os pés dele no chão.
– Não quero te desapontar, mas acho que essa noite não vai rolar o que você tá pensando.
– Não te vai, me dá uma força - ele implorou.
- Outra hora - insisti.
- Posso te ligar? - ele perguntou.
Bati na porta e disse pra minha irmã:
- Pode sair, tô indo embora.
Alguns segundos depois minha irmã abriu. Dava pra ver que ela tinha chorado.
Ela se jogou no ex-namorado e deu um beijo de língua.
- Você comeu ela? - ela perguntou, obviamente se referindo a mim.
- Não, não, meu amor, de jeito nenhum.
- Me come só a mim então. Vamos pra cama, fode minha bunda, fode tudo, faz o que quiser comigo.
Foram pro quarto. O outro cara se ofereceu pra me levar pra casa. No carro, ele deu em cima de mim, falou do quanto estava com tesão. Eu também estava, mas não ia me entregar pra ele.
Entrei sorrateira em casa, achando que meu filho estaria dormindo. Mas encontrei ele na minha cama, pelado, vendo um pornô no notebook. Nem se deu ao trabalho de se cobrir.
- Como foi? - ele perguntou.
- Boa. Sua tia manda lembranças - respondi cansada.
De propósito, me despi na frente dele, entrei na cama e virei de lado, dando as costas como se fosse dormir. Meu filho fechou o notebook e deixou na mesa de cabeceira.
Fechei os olhos. Pensei que, naquele exato momento, minha irmã estava levando no cu. Igual a mim.
Continua...
Meu filho (maior de 18 anos) não gostou nada, ficou cada vez pior, ficava com ciúmes o tempo todo, queria saber aonde eu ia, com quem, que horas eu voltava…
—Olha como você tá vestida, parece que vai dar uns pegas —ele me repreendeu.
—Sou sua mãe, não sua amante —lembrei a ele.
Preciso falar um pouco da minha irmã. Tivemos uma relação estranha de amor e ódio ao longo da vida. Ela é dois anos mais nova e bem diferente de mim. Muito mais ativa sexualmente e muito mais precoce. Eu me casei jovem, mas virgem; naquela época, ela já tinha passado por várias camas.
Somos muito amigas, não temos segredos, contamos tudo uma pra outra. Ela é insegura e competitiva comigo. A pior coisa que ela me fez foi transar com meu ex-marido quando ainda estávamos casados. Nem tenho certeza se foi por gosto, acho que ela fez pra provar pra ele que ela fode melhor que eu.
Naquela época, meu ex-marido já tinha se revelado um verdadeiro porco. Quando o confrontei por ter transado com minha irmã, ele respondeu cinicamente:
—Todo homem tem duas fantasias: comer uma mãe e a filha, e comer duas irmãs. Fica tranquila, sua mãe vai se salvar.
Fiquei anos sem falar com minha irmã por causa disso. Brigamos feio, nos chamamos de puta uma à outra, mas o tempo cura as feridas. Quando me divorciei —e meu divórcio foi muito traumático, por sinal—, ela ficou ao meu lado. Desde então, voltamos a ser como antes, amigas e confidentes.
Agora ela também é divorciada, não tem problemas de dinheiro nem pra conseguir homens. O problema dela é fazer eles durarem. Ela quer um relacionamento duradouro, mas os caras só a procuram pra transar. E minha irmã cria vínculos com eles através do sexo, convencida de que, se agradar em tudo, não vão abandoná-la —o que, pra mim, é um erro.
Minha irmã me levou a um restaurante exclusivo. Durante o jantar, conversamos sobre tudo. e nós rimos bastante. O malbec que tomamos contribuiu para animar o clima, saímos do restaurante meio tontas. Minha irmã, incorrigível, até flertou com o garçom. Ela tem com o que, é muito atraente, e naquela noite estava usando um vestido curto que ficava muito bem nela. Decidimos ir para a balada e lá encontramos por acaso um ex-namorado que ela teve no ensino médio. Ele estava com um amigo, e nós quatro começamos a dançar. Era tão óbvio que minha irmã estava interessada nele que eu disse disfarçadamente no ouvido dela: "Para um pouco, você tá parecendo uma doida." "Você não sabe como eu gostava dele quando era adolescente. E ele ainda tá muito gostoso", ela me respondeu. Continuamos dançando, e em determinado momento percebi que tinha perdido ela de vista. "Para onde foi minha irmã?", perguntei ao cara que estava dançando comigo. "Ela foi com meu amigo, mas não se preocupa, eles já voltam." O cara com quem eu estava não me interessava particularmente e eu não estava a fim de pegar ninguém, mas ele era legal e eu estava me divertindo dançando com ele. De fato, minha irmã reapareceu depois de um tempo com duas bebidas e um grande sorriso. Ela estava decididamente bêbada. Me passou um dos copos, pegou minha mão e fomos até uns bancos. "O que foi?", perguntei. Ela não conseguia parar de rir. Conseguiu se recompor um pouco, encostou a boca no meu ouvido e disse: "Chupei ele todinho no banheiro." No começo não entendi, mas logo percebi. Ela tinha bafo de álcool e de porra. Quando ela percebeu, pela expressão no meu rosto, que eu tinha entendido, deu uma risadinha infantil. "Mana, me sinto uma colegial", ela gritou. "Você tá muito louca", eu ri. "Esse cara foi meu namorado, mas éramos muito jovens, nunca aconteceu nada. E olha que coincidência, nós dois tínhamos essa fantasia desde aquela época." "E bom... parabéns pela fantasia realizada." Brindamos, e ela me disse: "Dei minha calcinha pra ele." "Você fez o quê?" Ela abriu levemente as pernas para que eu pudesse ver por baixo da saia. "Mana, você tá sem calcinha. Buceta" – exclamei.
Ela soltou outra gargalhada.
– Mais uma fantasia realizada – gritou, e brindamos de novo.
Foi então que apareceram o ex-namorado dela e o amigo.
– Vamos tomar a última dose na minha casa? – propôs o cara.
Eu não estava muito a fim, mas minha irmã insistiu tanto que aceitei.
Ao sair da balada, o ar fresco da madrugada me atingiu. Foi quando percebi que eu também tinha bebido muito. Na verdade, os quatro estávamos bem bêbados, rindo de qualquer coisa.
Minha irmã e o ex-namorado dela sentaram no banco de trás do carro. O cara que estava comigo era o que menos tinha bebido, então assumiu a direção; eu sentei no banco do passageiro, ao lado dele.
Fomos ouvindo música e conversando. De repente, ele olhou pelo retrovisor e comentou:
– Esses dois continuam recuperando o tempo perdido.
Virei o olhar para trás. Minha irmã estava dando outro boquete no ex-namorado dela.
Não soube o que dizer. As coisas estavam tomando um rumo que me deixava inquieta.
O cara dirigia e alternava entre olhar no retrovisor e olhar para mim, atento à minha reação. Também espiava sem disfarce meu decote. O ar frio tinha endurecido meus mamilos, que marcavam no tecido do vestido.
Descaradamente, ele ajustou o volume na calça.
– Impossível ficar indiferente com o espetáculo que estão dando aí atrás, né? – disse.
A verdade é que minha irmã estava pronta para qualquer coisa, nunca a tinha visto tão solta assim. E como obviamente ninguém é de pau, eu também estava me contagiando com a excitação dela.
Chegamos na casa, descemos do carro, e ninguém encontrava as chaves para abrir a porta. Minha irmã estava com o vestido levantado, pendurada no pescoço do ex-namorado, que tinha o pau para fora da calça e apertava a bunda dela. Todos ríamos, pela bebedeira, pelos nervos e pela excitação.
As chaves apareceram e conseguimos entrar. Eles foram direto para o quarto; eu fiquei com o outro cara, que se dedicou a preparar uns drinks.
Minha irmã é bem barulhenta quando transa. Logo ouvimos os gritos dela.
—Assim… assim filho da puta… me fode toda… assim… ahhh… como você me come gostoso…
Eu fiquei na sala. A situação me deixou um pouco desconfortável.
O cara me ofereceu um drink com um sorriso.
—Parece que somos testemunhas de uma reconciliação —disse divertido.
Nos sentamos num sofá da sala. Os gritos da minha irmã estavam me enlouquecendo. Eu a conheço, ela fazia tanto escândalo pra me mostrar quanto podia gozar, quão boa ela era na cama.
Senti inveja. Morria de vontade de estar no lugar dela, porque eu também gostava muito do cara. Já o amigo dele não me atraía.
—Você é diferente da sua irmã, né? —me perguntou.
—Sim, somos diferentes.
—Tá na cara. Você é mais gostosa.
Soou meio brega, e isso me desanimou.
Ele, por outro lado, estava com muito tesão. Me deu um beijo e meteu a mão entre minhas coxas.
—Podíamos imitar eles, né? —disse.
Eu deixei. Enquanto minha irmã estava sendo comida no quarto, ele me comeu no sofá. Foi um sexo rápido, sem tirar a roupa e bem insatisfatório pra mim, porque o cara gozou muito rápido.
Nisso, minha irmã apareceu na sala, completamente pelada, só usando os sapatos de salto alto. O rosto dela estava desfigurado, os peitos suados, a parte de dentro das coxas encharcada.
—Preciso de um drink —disse, e pegou meu copo.
Fiquei paralisada. Já vi minha irmã nua antes, mas nunca no meio do sexo. E ela também nunca me viu nas condições em que eu estava, com a saia levantada e a buceta cheia de porra.
Não sei se ela percebeu o espetáculo que estava dando. Bebeu do meu copo com avidez. O cara do meu lado a devorava com os olhos.
Que paradoxo, pensei. Esse cara gosta da minha irmã, e eu gosto do cara que tá com minha irmã.
O ex-namorado não demorou a aparecer, também pelado e com uma ereção esplêndida.
—Continuamos, meu amor? — ele disse. Ela tomou outro gole e ofereceu a ele. - Você aguenta continuar? - desafiou ele, rindo. - Claro que sim. Eles se beijaram. Depois ele disse, se dirigindo a nós: - Vocês querem entrar na brincadeira, gente? Minha irmã deu um tapinha no pau dele. - Você é um porquinho, hein. - Por quê? Podemos nos divertir os quatro. - Você quer foder minha irmã, seu porquinho. Meu coração parecia querer sair do peito. Nunca tinha pensado na possibilidade de dividir a cama com minha irmã. - Eu só estou dizendo pra gente se divertir, nada mais - o cara riu. Mas minha irmã estava irritada. Mudanças súbitas de humor eram típicas dela. - O que foi, não basta eu? É porque eu não quis dar o cu? Tá bom, eu dou. Quer me comer o cu? Vamos, vamos ver se você consegue fazer direito - ela falou de má vontade. Era outra atitude típica da minha irmã. No fundo, ela é uma mulher insegura, que não admite competição, ainda mais se a competição fosse eu. E que só sabe prender os caras pelo sexo. Dava pra ver que uma tempestade estava chegando, e decidi evitá-la. Então me levantei. - Vou indo - falei. - Não, não é pra ninguém ficar chateado - eles disseram. - Não, melhor eu ir mesmo - insisti. Para confirmar minhas suspeitas, minha irmã me abraçou e sussurrou no meu ouvido: - Não rouba ele de mim, por favor. Não rouba esse cara porque eu gosto muito dele. - Fica tranquila, eu vou mesmo - respondi a ela. O ex-namorado dela se intrometeu e disse: - Vamos, um beijo entre as irmãs. Esta é uma noite de reconciliação. Mais calma, minha irmã recuperou o sorriso, mas disse "não, não, não". - Um beijo, um beijo, um beijo! - eles cantaram. - Não, não - ela repetiu. Me chamou a atenção a recusa dela. Eu, por outro lado, queria beijá-la sim. Mulheres em geral não me atraem, mas minha irmã... vê-la pelada, cheirando a sexo, recém comida pelo cara que eu gosto... e eu excitada e mal comida... era demais. Eles continuaram gritando "um beijo, um beijo". Minha irmã me disse: - Vai, fala pra eles que não, pra ver se te obedecem. Mas eu, que já ultrapassei todos os limites, tinha outra ideia. - E por e não? – perguntei.
Ela teve uma reação que eu não esperava, ficou agressiva.
– Você tá louca? Somos irmãs, sua puta do caralho.
Ficou um silêncio. Ela me empurrou e saiu dando passos largos em direção ao banheiro.
– Transem vocês dois com essa puta, já que gostam tanto – gritou.
Deu vontade de chorar. O ex-namorado dela me disse:
– Não liga pra ela, a bebida bateu forte.
Eu estava tão atordoada que não conseguia acreditar no que tinha acontecido.
Ajeitei meu vestido e procurei minha bolsa. O ex-namorado me segurou.
– Não, espera, não vai embora, vou falar com ela.
– É inútil – falei.
– Isso foi culpa minha, deixa eu resolver.
Tinha algo no olhar dele que já vi em outros homens. Aquele cara tava com mais vontade de fazer uma suruba comigo e minha irmã do que qualquer outra coisa no mundo.
E claro, ele tinha notado que eu tinha vontade de beijar minha irmã.
– Não vai, me dá um minuto – insistiu.
Deu um beijo leve nos meus lábios e foi até o banheiro. Parou na porta e começou a falar com ela, tentando convencê-la a sair.
Fiquei na sala com o outro cara, que também tava com a ideia da festa na cabeça: tinha tirado a calça. O pau dele, ainda duro, era pequeno. Por isso quase não tinha sentido quando ele me penetrou.
– Por que você não fica confortável também? – disse.
Achei patético. Minha cabeça tava na minha irmã e no ex-namorado dela.
Fui até o banheiro e parei na porta.
– Sua irmã ficou difícil, não tem jeito, não quer sair – o ex-namorado me falou.
– Deixa ela quieta, vai passar e ela sai sozinha.
O cara baixou a voz:
– Me dá uma força, vai, me ajuda a convencer ela.
Olhou pra sala, onde o amigo dele estava, e com voz ainda mais baixa disse:
– Se ficarmos só nós dois e você será melhor? Posso mandar meu amigo embora…
Confirmado, o cara tava morrendo de vontade de fazer uma suruba com a gente. Eu coloquei os pés dele no chão.
– Não quero te desapontar, mas acho que essa noite não vai rolar o que você tá pensando.
– Não te vai, me dá uma força - ele implorou.
- Outra hora - insisti.
- Posso te ligar? - ele perguntou.
Bati na porta e disse pra minha irmã:
- Pode sair, tô indo embora.
Alguns segundos depois minha irmã abriu. Dava pra ver que ela tinha chorado.
Ela se jogou no ex-namorado e deu um beijo de língua.
- Você comeu ela? - ela perguntou, obviamente se referindo a mim.
- Não, não, meu amor, de jeito nenhum.
- Me come só a mim então. Vamos pra cama, fode minha bunda, fode tudo, faz o que quiser comigo.
Foram pro quarto. O outro cara se ofereceu pra me levar pra casa. No carro, ele deu em cima de mim, falou do quanto estava com tesão. Eu também estava, mas não ia me entregar pra ele.
Entrei sorrateira em casa, achando que meu filho estaria dormindo. Mas encontrei ele na minha cama, pelado, vendo um pornô no notebook. Nem se deu ao trabalho de se cobrir.
- Como foi? - ele perguntou.
- Boa. Sua tia manda lembranças - respondi cansada.
De propósito, me despi na frente dele, entrei na cama e virei de lado, dando as costas como se fosse dormir. Meu filho fechou o notebook e deixou na mesa de cabeceira.
Fechei os olhos. Pensei que, naquele exato momento, minha irmã estava levando no cu. Igual a mim.
Continua...
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