A Masmorra da Buceta

Todos que me prestigiam me seguindo e lendo sabem que sou da Guatemala. Dessa vez, vou levar vocês pra setembro de 1992, e isso aconteceu num dos lugares mais lindos do meu país: Antígua Guatemala.

Naquela sexta-feira, já entrada a noite, a gente tinha cumprido o compromisso de trabalho. Umas 23h e a noite ainda era nova. Nós quatro, que vinhamos numa van, tava afim de beber e de zoar geral. — Por que não vamos pra Antígua? É perto... — disse o motorista. — SIIIM!!! — gritamos todo mundo junto. Meia hora depois, a gente tava entrando na cidade colonial. As ruazinhas de paralelepípedo, meio iluminadas, por ordem da prefeitura os prédios têm que ser estilo colonial, então a iluminação também. Mas não era esse nosso objetivo. Passamos o centro histórico, uns 15 minutos por estradas de terra e chegamos no nosso verdadeiro destino...

Um casarão estilo colonial se erguia sozinho no campo escuro e denso. O portal com grades e portão de ferro já te transportava na hora pra época dos fidalgos. — Boa noite, bem-vindos ao "Le Dungeon". O cover é... — disse o sujeito, enfiando a cabeça dentro do carro. — 4 pessoas vai ser de... — explicou as regras do lugar e, dando um tíquete pro motorista, apertou um botão e o portão pesado se abriu pra gente. Um estacionamento grande de cascalho, vários carros já estacionados, um manobrista de smoking apontando nosso lugar. — Aqui, por favor... Bem-vindos... — cumprimentou o rapaz. Quando descemos, duas minas gostosas, parecendo saídas da Playboy: — BEM-VINDOS AO LE DUNGEON... AQUI NÃO TEM PECADO... AQUI NÃO TEM CULPA... AQUI NÃO TEM POLÍCIA... AQUI SÓ TEM PRAZER... — disseram as duas em coro, enquanto uma se posicionava entre cada casal. As regras do porteiro eram claras: as minas usavam roupinhas minúsculas, de fio dental e corsets, que faziam elas parecerem dominadoras, e apesar da tentação de pegar nelas, era Proibido......SE TIVEREM ARMAS DE QUALQUER TIPO, SIRVAM-SE DE DEIXÁ-LAS NOS ARMÁRIOS.....E DEPOIS PASSEM PARA A ENTRADA.... disseram enquanto nos davam um beijo caloroso em cada um....Ninguém de nós usava armas nem nada do tipo, então fomos para a entrada, uma porta estilo colonial, com dois sujeitos enormes armados até os dentes, e com detectores de metais na mão....Beleza disseram ao ver o ingresso.....isso é só rotina....falou o grandalhão enquanto levantava minhas mãos e passava o detector de metais por todo o meu corpo....pode passar... repetiram o processo com os outros. Um saguão muito bem harmonizado, tudo ambientado na época colonial, uma porta que parecia de um calabouço, com barras pesadas e cadeados enormes, a música já se ouvia....-O cover...disse outra garota linda que apareceu com uma bandeja na mão... aproveitem... falando isso e voltou ao seu posto, ela também vestida como uma mistress, de fio dental mostrava sua bunda redonda e enorme, a cabeça enfeitada com um quepe de polícia, e seus peitões enormes só sustentados por uns enfeites em forma de correntes..... valeu....foi a única coisa que consegui dizer....toca uma campainha e o calabouço se abre, a bandeja que me deram tinha: uma garrafa de rum, um maço de cigarros, uns fósforos, quatro copos e um cinzeiro..... Correntes com algemas, forcas, celas, grades, chicotes e todo tipo de instrumento de tortura e humilhação enfeitavam as paredes e colunas, estas também em tons sóbrios de sépia, as mesas de madeira lembravam aquelas usadas para julgar as bruxas, a música no talo e na frente, num palco que parecia uma enorme câmara de tortura, um cano dourado, correntes, bolas de aço, algemas....-AQUI NÃO TEM PECADO...AQUI NÃO TEM CULPA...AQUI NÃO TEM POLÍCIA..... estava escrito numa tábua de aparência velha, e simulando ser escrito com sangue....isso fazia referência, por exemplo, ao casal que estava na minha frente À direita, enquanto ele cheirava sua cocaína, ela de joelhos mamava seu pauzão, se levantando de vez em quando pra cheirar também. Num outro canto, um casal de sapatão fumava numa mangueira de látex com bocal, enquanto a gente se sentava numa mesinha que dava bem na frente do palco... "Slut, mano... aqui as ondas são bem pesadas..." — disse o Niko, que era o novato. "Fica suave..." — respondi eu — "Se não te encherem o saco, não enche o deles... espera um pouco e tu vai ver..." "Simón..." — falou o Rufo — "Aqui o bagulho esquenta pra valer... só tem que aguentar a parada..." "Kkkk... pra que diabos... vocês já tão enchendo o saco do Niko... tu só curte... e pronto..." — disse o Marvin, o mais velho de todos.
A mina no palco enfiava na boca um consolador pretonaço, lambia e engolia ele todo... depois, todo melado, passava nos peitos dela, que estavam presos um no outro por uma correntinha, que era segurada em cada mamilo por um piercing... Ela vira pra gente e começa a passar o dildo na racha da bunda, molhando todo o canal entre as delícias das nádegas dela... "Mmmmm... como eu queria ser esse brinquedo..." — gritou o Niko. A mina se vira, pega o dildo de novo e beija ele todo, até que no final manda um beijo pro Niko...
O show continuou nesse pique, a gente já com sede ia secando a garrafa... Uma nova, trazida por uma gostosa, foi posta na mesa... e quando a gente serviu os primeiros tragos...Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.[/swf]http://www.youtube.com/watch?v=72rWAe0pUdQ[/swf]" rel="nofollow" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=72rWAe0pUdQ[/swf]O som daquela gaita, a música é uma das minhas favoritas, vem do fundo... da cela do fundo... uma loira gostosa... uns 1,75m. Uns peitões enormes e poderosos, que nem balançavam quando ela andava, um quadril sinuoso e imenso, que sustentava um par de bundas deliciosas e redondas, umas pernas longas e bem torneadas... sapatos de salto agulha... pretos... com fivelas até o tornozelo... meia arrastão... micro fio dental... cinta-liga em formato de cinto de castidade... corset. Que só ajudava a aumentar o tamanho impressionante das tetas... olhar felino de um verde jade... cabelo loiro com cachos muito bem feitos... a música ecoava pelo lugar...

Seus quadris no ritmo desse funk do GNRS... bastou essa música para incendiar o lugar, deixem-me explicar:

Se movendo por todo o palco ao som da gaita, se movendo felinamente, ela se jogou do palco e rebolou entre as mesas, incluindo a nossa... quando a letra começa, já subida no palco, suas roupas voam de forma sensual, mas muito sensual, rasgando até as meias, ficando só com o corset semiaberto deixando ver seus peitões, e com a cinta-liga em formato de cinto de castidade... "she says you ain't special..." ... a música continuava... e começa a acontecer... do seu corset semiaberto... ela tira um dildo fino mas comprido... brinca com ele por todo o corpo... engole e lambe... de repente se agacha... e sem mais começa a enfiar o brinquedo no cu... com muita facilidade... uma vez que o brinquedo está dentro dela... ela se levanta e continua dançando por todo lado com o dildo enfiado na sua bunda linda... aquilo virou uma loucura... assobios e aplausos... ecoavam por todo o lugar... já no final da música... de forma graciosa, ela fica de quatro e tira o dildo do cu... com ele na mão... vira de costas para o público e joga por cima do ombro... veio na nossa direção... eu tentei Receber ele... mas, como um jogador de futebol americano, fui tacleado por uns caras que me tomaram ele...... "Quem tá com ele?" disse a garota com voz ofegante...... "......AQUIII!!!" disse o filho da puta que praticamente arrancou ele das minhas mãos....."Beleza... você ganhou 15 minutos comigo pra fazer o que quiser...!.....uuuuuhhhhh......" todo mundo gritou, menos eu, que de tanta raiva até a bebedeira passou....
A gente foi muitas outras vezes pra esse lugar tão especial e escondido, mas isso já é parte de outra história.......[/swf]O prazer não é necessariamente transar...
mas curtir um momento inesquecível e delicioso... que quando você traz pra sua mente, ela recria e dá um gostinho do que você sentiu naquela hora... isso, meus queridos amigos, é um prazer eterno que sempre mora dentro de você...

Juan (o trovador lascivo).[/swf]

1 comentários - A Masmorra da Buceta

una locura como siempre vuelvo a pasar por tu mp
exelente man
🙂