Passaram-se alguns meses, e embora a gente tenha visto Mabel e Carlos mais algumas vezes, por um motivo ou outro fomos nos distanciando, apesar da insistência dele em fazer alguma coisa. Laura trabalhava num banco, como já contei, a umas 20 quadras da nossa casa. Era comum eu, se chegasse mais cedo do trabalho, ir buscá-la. Às vezes me deixavam entrar, porque naquela época quase nunca saíam no horário. Não tinha computador, tudo era feito à mão, então eu conhecia todos os colegas dela, inclusive a gente comemorava os aniversários lá mesmo depois do expediente. Eu sempre festejava com eles, gostavam muito de mim, além de sermos um casalzinho recém-casado. O chefe direto da Laura era o contador, um cara gente boa pra caralho, e com o tempo viramos grandes amigos dele e da família. Até viajamos pela Europa um mês inteiro com ele e a esposa, mas isso foi muitos anos depois do que vou contar.
Como eu disse, ele gostava muito da Laura. Um dia nos convida pra jantar na casa dele, conhecemos a família, tinha três filhos, tudo show de bola. O cara tinha muita grana, porque com os irmãos era dono de uma frota de ônibus. Morava num bairro residencial da porra. No meio do jantar, ele propõe se a gente queria ficar morando naquele chalé foda, com piscina e todos os luxos, durante todo o mês de janeiro, porque eles iam viajar pra Córdoba e não queriam deixar a casa sozinha. Imagina pra gente, que morava num apartamento 2x2, era uma puta viagem de primeira. Claro que aceitamos, e no dia 1º de janeiro daquele ano a gente se mudou pro chalé: dois andares, quatro quartos, três banheiros, jardim, uma mansão pra nós.
Entre os colegas da Laura tinha o Langa, que se jogava em cima de todas. Era bonitão, saía com cada cliente ou filha de cliente do banco que aparecesse. Solteiro, gato e mulherengo, as colegas de trabalho não escapavam, ele dava em cima de todas. Com a Laura ele tinha um certo respeito porque me conhecia, mas não perdia a chance de falar umas barbaridades, que a Laura levava na esportiva. vinha, não dava importância. Laura, aquele rabo come tudo do teu marido. Laura, hoje não trouxe a saia mais curta? (naquela época davam uniformes pras empregadas, e elas tinham umas saias meio curtinhas, claro que as mais novas ainda subiam a dobra). Que pernas tu tem, Laurita, etc., etc. Ela me contava e não me afetava em nada.
Quando fomos morar em Don Bosco, onde ficava o chalé. Fernando levava ela, porque ele morava em Quilmes e ficava no caminho, eu também tinha que viajar muito mais do meu trabalho, mas chegar em casa e me jogar na piscina compensava qualquer viagem. Era lindo aqueles dias longos, a gente ficava pelado na piscina até tarde da noite.
Um dia, tô chegando e vejo o carro do Fernando estacionado na frente de casa. Chego e o filho da puta tava na piscina, a Laura sentada na borda servindo mate pra ele. Não sei se vocês imaginam minha surpresa. Era natural que o Fernando já conhecia a casa, porque sendo meio vizinho do contador, ele já tinha levado ele várias vezes no carro, e aproveitar a piscina era o mais normal.
— Oi, o que cê tá fazendo, Marce? Então, véio, vai ter que me aguentar. Te trago tua esposa, aguento ela no trabalho, pelo menos me deixa aproveitar isso, hahahaha.
— Viu esse filho da puta? Tive que dar uma sunga tua pra ele, pai. Já falei pra ele não comentar nada no banco, porque amanhã vem todo mundo, e o Garcia me mata quando eu chegar.
— Beleza, bárbaro (não sabia o que dizer). Quer uma cerveja? perguntei.
— Dá depois do mate. Vou comprar um tira-gosto, que tal? E pronto, ficou pra jantar.
Aquela noite não falei nada, porque tudo parecia o mais normal possível. No outro dia, saio cedo do trabalho, vou buscar ela no dela, e eles saem juntos com o Fernando, que claro, leva a gente até em casa. Laura, sem me consultar, fala quando a gente chega: "Quer entrar na piscina?" Claro, fazia 36 graus às 7 da tarde, como ia dizer que não?
Tinha um banheiro pra visitas perto da piscina. Ele foi, tirou a roupa na hora e ficou de cueca. Medo de água sem esperar que a gente oferecesse um short pra ele, eu não tô de sacanagem não, isso é tipo uma malha, e ele tinha razão, não usava sunga da moda na época, mas sim as tradicionais, tipo short. Bom, tomamos mate; Laura na borda servindo e nós dois na água. Falando besteira sobre as gostosas que apareciam, etc e tal.
Saio eu da piscina, vou pra cozinha, acho que pegar uma cerveja, e quando tô voltando, vejo ele saindo da água e, claro, a cueca dele não é igual à malha, grudava toda e marcava a pica, um pedaço enorme, fiquei hipnotizado, e acho que a Laura também, não conseguíamos tirar os olhos, e o pior é que ele percebeu, e em vez de ficar envergonhado e pular de volta na água, ficou parado quase a meio metro do rosto da Laura, que ainda tava sentada na borda, agora sim, mostrando o volume com maior cara de pau. Era realmente grande, e nem tava dura.
Naquela noite, claro, foi assunto de conversa, e deixou nós dois muito excitados, a Laura já ia olhar pra ele com outros olhos, e eu planejei algo na minha cabecinha louca. No dia seguinte, voltei cedo e passei pra buscá-la como de costume, enquanto esperava por ela, ele já tinha saído, então conversamos sozinhos uns minutos, o suficiente pra comentar como a gente se divertia na casa, que ficávamos até tarde na piscina e que, como estávamos sozinhos, gostávamos de ficar pelados. Joguei a isca, e ele mordeu rápido: "Não me diga, que legal, eu adoraria ficar pelado numa piscina, deve ser uma sensação." "Sim", falei, "e puta que pariu, você não sabe, hahahahaha, que a Laura adora foder na água." Ele perguntou: "Ela gosta?" "Adora, fica mais excitada." E cortei porque ela chegou.
Quando estávamos chegando, ele disse: "Galera, vocês se importam se eu ficar um pouco na piscina?" "De jeito nenhum", falamos. "Por que vocês? Quem sabe querem ficar mais à vontade sozinhos?" "Fica tranquilo", falei, "age como se você estivesse sozinho, a gente não liga."
Dito isso, mais ou menos, entramos como sempre, ele foi pro banheiro, nem pedia mais. uma sunga e do jeito que tava, se jogou na água. claro que dessa vez era de sunga, pra piorar, branca. bom, ficamos nós três na água. Laura sai pra fazer chimarrão, senta na borda como sempre. pensei: vou tentar uma coisa. com qualquer desculpa, vou deixar eles sozinhos pra ver o que rola. era fácil ver a piscina de dentro de casa, de qualquer janela dava pro jardim, em cima, embaixo, da cozinha, etc. vou pro banheiro, demoro, saio e espio. ela sai da água igual no dia anterior. mas se ontem foi um espetáculo, imaginem com uma sunga branca. ela parou de novo a meio metro da cara de Laura e quase mostrou a piroca. dava pra ver tudo por transparência, era grossa e terrivelmente cabeçuda. nunca tinha visto uma piroca daquele tamanho mole. continuava conversando com ela, mas começou a se esfregar, falava e se tocava descaradamente. dava pra ver que tava crescendo. aí eu apareci, e ele como se nada, continuou fora d'água, mostrando pra nós dois a ferramenta. eu e Laura nos olhávamos e não acreditávamos no que víamos.
num momento ele fala: "Marce, se quiser se jogar pelado como me disse, vai em frente, por mim não se acanhe." Laura queria me matar com o olhar. "que porra você disse pra ele?", "não tá certo", falei, "isso a gente faz de noite quando tá sozinho. por mim, vai, eu adoraria experimentar ficar pelado na água."
Laura levantou e foi pra cozinha, não voltou mais. naquela noite tinha um jogo importante, nem lembro qual, mas começava como todo verão, tarde. ele falou: "quer ficar pra ver? lá em cima, no quarto, tem uma TV de 29 polegadas (na época era tipo um led, mais ou menos), em preto e branco." "bárbaro, vou comprar algo pra comer." ficamos sozinhos com Laura e logo veio à tona o que rolou na piscina.
"você viu o que eu vi?", ela me disse.
"sim, não é à toa que seu coleguinha come todas, é impressionante."
"e você, que disse que a gente se banha pelado? agora quem aguenta? não tiro mais ele de cima."
"e daí, qual o problema? vai em frente."
"nem louca com alguém. do trabalho não.
- olha que uma rola assim não se consegue todo dia, falei, hahaha
nisso chegou Fernando com a comida, terminamos de jantar e nós dois fomos pra cima ver o jogo, o cara sai pro jardim e volta com a cueca branca vestida, já secou, diz, e em vez da sunga que eu tinha emprestado fica assim, quase pelado mostrando a rola impressionante dele,
subimos nós dois, Laura fica limpando tudo lá embaixo, nós deitados na cama vendo o jogo, os dois quase pelados.
Sobe Laura com vontade de dormir, me levanto e falo deita aqui enquanto termina o jogo, ela se deita do meu lado, eu tava no meio dos dois, Fernando na outra ponta, vejo que Laura fecha os olhos meio dormindo, e aproveito e falo baixinho pro Fer, vou no banheiro, sai um pouco,
Saio do quarto e com a luz apagada do corredor fico espiando o que ele faz, ele começa a olhar pra ela, as pernas lindas da Lau, ela tá com o shortinho apertado que já contei, ele começa a tocar a rola, que cresce cada vez mais, vai se aproximando devagar queria passar a mão na bunda dela, mas não tinha coragem, a rola já tava a mil, a cueca não aguentava tanta pressão, nisso eu entro, ele me olha desconcertado, entro bem devagar pra não acordar ela, quando me deito e faço sinal pra ele, pra ele sair, e eu ficava na ponta, ele entende que é pra não mexer a cama toda, mas aproveita e cola de lado na Lau, a perna peluda dele, colada na da Lau, ficamos assim um tempo, e ele vendo a situação, aperta mais a perna contra ela, nisso, a Lau supostamente dormindo estica a mão, tá de lado de frente pra ele, e abraça ele pela cintura, supostamente pensando que sou eu, ele me olha, e eu no ouvido dele falo, deixa que ela sempre dorme assim, agora com certeza estica a perna, falei isso como se fosse a coisa mais normal, e continuo vendo o jogo, ele não podia acreditar e também não conseguia disfarçar a rola, a cabeçona aparecia por cima do elástico, e ainda não tinha crescido totalmente, aos Dois minutos depois, a Laura levanta a perna e apoia na perna dele. Ela me olha de novo, eu faço sinal que tá tudo bem, me faço de desentendido. Ele não, ele me faz sinal perguntando se pode tocar na buceta que ela tinha apoiada. Dou minha aprovação e aí fodeu tudo.
Como eu disse, ele gostava muito da Laura. Um dia nos convida pra jantar na casa dele, conhecemos a família, tinha três filhos, tudo show de bola. O cara tinha muita grana, porque com os irmãos era dono de uma frota de ônibus. Morava num bairro residencial da porra. No meio do jantar, ele propõe se a gente queria ficar morando naquele chalé foda, com piscina e todos os luxos, durante todo o mês de janeiro, porque eles iam viajar pra Córdoba e não queriam deixar a casa sozinha. Imagina pra gente, que morava num apartamento 2x2, era uma puta viagem de primeira. Claro que aceitamos, e no dia 1º de janeiro daquele ano a gente se mudou pro chalé: dois andares, quatro quartos, três banheiros, jardim, uma mansão pra nós.
Entre os colegas da Laura tinha o Langa, que se jogava em cima de todas. Era bonitão, saía com cada cliente ou filha de cliente do banco que aparecesse. Solteiro, gato e mulherengo, as colegas de trabalho não escapavam, ele dava em cima de todas. Com a Laura ele tinha um certo respeito porque me conhecia, mas não perdia a chance de falar umas barbaridades, que a Laura levava na esportiva. vinha, não dava importância. Laura, aquele rabo come tudo do teu marido. Laura, hoje não trouxe a saia mais curta? (naquela época davam uniformes pras empregadas, e elas tinham umas saias meio curtinhas, claro que as mais novas ainda subiam a dobra). Que pernas tu tem, Laurita, etc., etc. Ela me contava e não me afetava em nada.
Quando fomos morar em Don Bosco, onde ficava o chalé. Fernando levava ela, porque ele morava em Quilmes e ficava no caminho, eu também tinha que viajar muito mais do meu trabalho, mas chegar em casa e me jogar na piscina compensava qualquer viagem. Era lindo aqueles dias longos, a gente ficava pelado na piscina até tarde da noite.
Um dia, tô chegando e vejo o carro do Fernando estacionado na frente de casa. Chego e o filho da puta tava na piscina, a Laura sentada na borda servindo mate pra ele. Não sei se vocês imaginam minha surpresa. Era natural que o Fernando já conhecia a casa, porque sendo meio vizinho do contador, ele já tinha levado ele várias vezes no carro, e aproveitar a piscina era o mais normal.
— Oi, o que cê tá fazendo, Marce? Então, véio, vai ter que me aguentar. Te trago tua esposa, aguento ela no trabalho, pelo menos me deixa aproveitar isso, hahahaha.
— Viu esse filho da puta? Tive que dar uma sunga tua pra ele, pai. Já falei pra ele não comentar nada no banco, porque amanhã vem todo mundo, e o Garcia me mata quando eu chegar.
— Beleza, bárbaro (não sabia o que dizer). Quer uma cerveja? perguntei.
— Dá depois do mate. Vou comprar um tira-gosto, que tal? E pronto, ficou pra jantar.
Aquela noite não falei nada, porque tudo parecia o mais normal possível. No outro dia, saio cedo do trabalho, vou buscar ela no dela, e eles saem juntos com o Fernando, que claro, leva a gente até em casa. Laura, sem me consultar, fala quando a gente chega: "Quer entrar na piscina?" Claro, fazia 36 graus às 7 da tarde, como ia dizer que não?
Tinha um banheiro pra visitas perto da piscina. Ele foi, tirou a roupa na hora e ficou de cueca. Medo de água sem esperar que a gente oferecesse um short pra ele, eu não tô de sacanagem não, isso é tipo uma malha, e ele tinha razão, não usava sunga da moda na época, mas sim as tradicionais, tipo short. Bom, tomamos mate; Laura na borda servindo e nós dois na água. Falando besteira sobre as gostosas que apareciam, etc e tal.
Saio eu da piscina, vou pra cozinha, acho que pegar uma cerveja, e quando tô voltando, vejo ele saindo da água e, claro, a cueca dele não é igual à malha, grudava toda e marcava a pica, um pedaço enorme, fiquei hipnotizado, e acho que a Laura também, não conseguíamos tirar os olhos, e o pior é que ele percebeu, e em vez de ficar envergonhado e pular de volta na água, ficou parado quase a meio metro do rosto da Laura, que ainda tava sentada na borda, agora sim, mostrando o volume com maior cara de pau. Era realmente grande, e nem tava dura.
Naquela noite, claro, foi assunto de conversa, e deixou nós dois muito excitados, a Laura já ia olhar pra ele com outros olhos, e eu planejei algo na minha cabecinha louca. No dia seguinte, voltei cedo e passei pra buscá-la como de costume, enquanto esperava por ela, ele já tinha saído, então conversamos sozinhos uns minutos, o suficiente pra comentar como a gente se divertia na casa, que ficávamos até tarde na piscina e que, como estávamos sozinhos, gostávamos de ficar pelados. Joguei a isca, e ele mordeu rápido: "Não me diga, que legal, eu adoraria ficar pelado numa piscina, deve ser uma sensação." "Sim", falei, "e puta que pariu, você não sabe, hahahahaha, que a Laura adora foder na água." Ele perguntou: "Ela gosta?" "Adora, fica mais excitada." E cortei porque ela chegou.
Quando estávamos chegando, ele disse: "Galera, vocês se importam se eu ficar um pouco na piscina?" "De jeito nenhum", falamos. "Por que vocês? Quem sabe querem ficar mais à vontade sozinhos?" "Fica tranquilo", falei, "age como se você estivesse sozinho, a gente não liga."
Dito isso, mais ou menos, entramos como sempre, ele foi pro banheiro, nem pedia mais. uma sunga e do jeito que tava, se jogou na água. claro que dessa vez era de sunga, pra piorar, branca. bom, ficamos nós três na água. Laura sai pra fazer chimarrão, senta na borda como sempre. pensei: vou tentar uma coisa. com qualquer desculpa, vou deixar eles sozinhos pra ver o que rola. era fácil ver a piscina de dentro de casa, de qualquer janela dava pro jardim, em cima, embaixo, da cozinha, etc. vou pro banheiro, demoro, saio e espio. ela sai da água igual no dia anterior. mas se ontem foi um espetáculo, imaginem com uma sunga branca. ela parou de novo a meio metro da cara de Laura e quase mostrou a piroca. dava pra ver tudo por transparência, era grossa e terrivelmente cabeçuda. nunca tinha visto uma piroca daquele tamanho mole. continuava conversando com ela, mas começou a se esfregar, falava e se tocava descaradamente. dava pra ver que tava crescendo. aí eu apareci, e ele como se nada, continuou fora d'água, mostrando pra nós dois a ferramenta. eu e Laura nos olhávamos e não acreditávamos no que víamos.
num momento ele fala: "Marce, se quiser se jogar pelado como me disse, vai em frente, por mim não se acanhe." Laura queria me matar com o olhar. "que porra você disse pra ele?", "não tá certo", falei, "isso a gente faz de noite quando tá sozinho. por mim, vai, eu adoraria experimentar ficar pelado na água."
Laura levantou e foi pra cozinha, não voltou mais. naquela noite tinha um jogo importante, nem lembro qual, mas começava como todo verão, tarde. ele falou: "quer ficar pra ver? lá em cima, no quarto, tem uma TV de 29 polegadas (na época era tipo um led, mais ou menos), em preto e branco." "bárbaro, vou comprar algo pra comer." ficamos sozinhos com Laura e logo veio à tona o que rolou na piscina.
"você viu o que eu vi?", ela me disse.
"sim, não é à toa que seu coleguinha come todas, é impressionante."
"e você, que disse que a gente se banha pelado? agora quem aguenta? não tiro mais ele de cima."
"e daí, qual o problema? vai em frente."
"nem louca com alguém. do trabalho não.
- olha que uma rola assim não se consegue todo dia, falei, hahaha
nisso chegou Fernando com a comida, terminamos de jantar e nós dois fomos pra cima ver o jogo, o cara sai pro jardim e volta com a cueca branca vestida, já secou, diz, e em vez da sunga que eu tinha emprestado fica assim, quase pelado mostrando a rola impressionante dele,
subimos nós dois, Laura fica limpando tudo lá embaixo, nós deitados na cama vendo o jogo, os dois quase pelados.
Sobe Laura com vontade de dormir, me levanto e falo deita aqui enquanto termina o jogo, ela se deita do meu lado, eu tava no meio dos dois, Fernando na outra ponta, vejo que Laura fecha os olhos meio dormindo, e aproveito e falo baixinho pro Fer, vou no banheiro, sai um pouco,
Saio do quarto e com a luz apagada do corredor fico espiando o que ele faz, ele começa a olhar pra ela, as pernas lindas da Lau, ela tá com o shortinho apertado que já contei, ele começa a tocar a rola, que cresce cada vez mais, vai se aproximando devagar queria passar a mão na bunda dela, mas não tinha coragem, a rola já tava a mil, a cueca não aguentava tanta pressão, nisso eu entro, ele me olha desconcertado, entro bem devagar pra não acordar ela, quando me deito e faço sinal pra ele, pra ele sair, e eu ficava na ponta, ele entende que é pra não mexer a cama toda, mas aproveita e cola de lado na Lau, a perna peluda dele, colada na da Lau, ficamos assim um tempo, e ele vendo a situação, aperta mais a perna contra ela, nisso, a Lau supostamente dormindo estica a mão, tá de lado de frente pra ele, e abraça ele pela cintura, supostamente pensando que sou eu, ele me olha, e eu no ouvido dele falo, deixa que ela sempre dorme assim, agora com certeza estica a perna, falei isso como se fosse a coisa mais normal, e continuo vendo o jogo, ele não podia acreditar e também não conseguia disfarçar a rola, a cabeçona aparecia por cima do elástico, e ainda não tinha crescido totalmente, aos Dois minutos depois, a Laura levanta a perna e apoia na perna dele. Ela me olha de novo, eu faço sinal que tá tudo bem, me faço de desentendido. Ele não, ele me faz sinal perguntando se pode tocar na buceta que ela tinha apoiada. Dou minha aprovação e aí fodeu tudo.
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