Cuidando do meu irmãozinho (2, A Amiga e a Piscina)
Naquela manhã, acordei abraçada com o Sandro. Um novo dia já tinha me surpreendido várias vezes dividindo a cama com alguém, mas daquela vez achei especialmente doce e gostoso. Fiquei um tempinho olhando pra ele... Ele parecia tão fofo e inocente. Sorri sozinha, tinha vencido, tinha conseguido o que queria: Transar com meu irmão.
E me sentia perfeitamente bem. É verdade que não tinha parado pra pensar que depois de fazer aquilo existia a chance de me sentir mal ou ter algum tipo de remorso por ter cometido incesto. E foi uma boa decisão, já que não era nada disso. Ele tinha curtido, eu com certeza também, pensei lembrando de cada um dos momentos deliciosos da noite anterior, e ninguém tinha saído prejudicado. A gente, simplesmente, pensei, éramos dois irmãos que tinham expressado seu afeto fraternal... Dei uma risadinha suave, gostei dessa ideia.
E já comecei a pensar no próximo passo. O que eu poderia fazer com o Sandro? A ideia de ser sua instrutora nos prazeres do sexo, que já tinha passado pela minha cabeça antes, voltou. Sabia que meu irmãozinho tímido não tinha mais experiências além da de ontem, e por outro lado, com o jeito envergonhado que ele tinha e alguns preconceitos que eu conhecia... Sim, estava claro que ele ia precisar da ajuda de uma irmã tão experiente quanto eu. Meu irmãozinho ia ficar surpreso com os tabus que sua professora ousada ia fazê-lo quebrar... Imaginando tudo isso, comecei a ficar molhada. Tanto que, de repente, me senti completamente excitada, e ainda estava do lado do meu irmão, na minha cama, os dois peladinhos...
Me aproximei dele enquanto começava a acariciar minha buceta com os dedos da mão direita e beijei ele ternamente nos lábios. Ele não reagiu, nem quando fiz de novo, mas na terceira vez ele entreabriu os olhos.
- Bom dia, irmãozinho - cumprimentei.
Ele, ainda meio sonolento, foi falar alguma coisa, mas eu... silêncio com outro beijo, enfiando minha língua na boquinha dele sem encontrar resistência. Eu estava de lado, com a mão direita já acariciando minha rachinha e brincando com meu monte de Vênus, enquanto a esquerda ia brincar com os cabelos do Sandro.
—Hoje, café na cama — brinquei.
E pra continuar a piada, aproximei meus dedos, já molhados dos meus suquinhos, como tinha feito na noite anterior. Ele devia ter lembrado, porque dessa vez não precisei falar nada pra ele levar os dedos à boquinha e lamber. Isso foi o que faltava pra eu ficar completamente tesuda.
Decidi que naquela hora não precisava de frescura e fui, faminta, pro pau dele, e mesmo não estando totalmente duro ainda, enfiei ele inteiro e de uma vez na boca. Sem tirar nem um centímetro, me posicionei de bruços sobre ele, de jeito que minha virilha ficasse ao alcance da dele. Um 69.
Senti as mãos dele na minha bunda e como depois passava um momento nas minhas pernas, pra colocá-las do jeito que queria, antes de voltar a me acariciar e apertar minhas nádegas. Isso me agradou, e vendo o interesse dele, comecei a pensar em oferecer algo mais do que só tocar, mas isso seria depois, agora queria que ele voltasse a saborear minha bucetinha como ontem.
Claro que ele não me fez esperar nem precisou de instruções. Logo senti a língua dele percorrendo devagar minha rachinha, focando no meu clitóris quando passava por cima, tentando sentir cada milímetro da minha pele, tentando às vezes penetrar e abrir minha xerequinha pra provar meu interior. Ele mexia a linguinha na minha buceta com uma habilidade impressionante e gostosa. Fiquei feliz em pensar que tinha estado com caras mais experientes que não sabiam chupar uma buceta nem metade do bem que meu irmão inexperiente. Talvez fosse um talento de família, pensei, divertida e satisfeita.
Ele ficou lambendo e beijando ainda mais um tempo antes de começar a usar os dedos. Ele também parecia querer apressar, porque senti ele enfiar três dedos de uma vez enquanto Os lábios dele sugavam meu clitóris, que ficava sob a pressão excitante dos dentes dele. E então os outros dedos dele percorreram minha bunda, acariciando minhas nádegas até alcançar meu buraquinho. Eles estavam molhados e começaram a acariciar meu orifício fechado por cima. Eu tremi levemente quando a ponta de um deles entrou no meu cu e começou a dilatá-lo. Logo ele tinha introduzido o dedo por completo e enfiava e tirava com facilidade. Eu já tinha muita experiência alojando dedos e coisas maiores no meu rabo.
Mais dois foram seguindo, se movendo no ritmo dos que exploravam as profundezas da minha bucetinha enquanto os lábios e dentes dele absorviam, sugavam e possuíam minha monte de Vênus à vontade. Nessa situação, cheguei logo a um grande e delicioso orgasmo sobre a boca dele… Pensei que isso sim era uma boa forma de começar o dia.
E enquanto ele tinha me satisfeito, eu devolvia o favor. Quando enfiei a piroca dele na boca, não estava totalmente dura, mas também não estava mole. O toque e o calor da minha mão não demoraram a fazer efeito nela. Isso me encantava, adorava pegar uma rolinha e ver como crescia e endurecia nas minhas mãos… ou na minha boca.
Eu a enfiava o máximo que cabia, chupando ela toda, e depois ia tirando, apertando meus lábios contra o tronco endurecido, terminando brincando com minha língua na glande carnuda, que começava a soltar líquido pré-seminal que eu tomava com sede ansiosa.
Comecei a acariciar os ovos dele e, apoiando nos cotovelos, direcionei minha outra mão para a bunda dele. Tinha umedecido dois dedos e logo os tinha acariciando o cu dele. O primeiro entrou com relativa facilidade quando coloquei bem em cima do buraquinho e apertei um pouco. Ele não pareceu reagir à minha intrusão e, enquanto acelerava o boquete, enfiei outro dedo. O cu dele continuava tão apertadinho quanto no dia anterior, embora dessa vez ele não se mexesse em sinal de reclamação. Pensei que era um bom sinal. Acariciei o interior dele enquanto com a outra mão passei masturbando ele enquanto minha língua dominava a cabecinha dele.
Ele gozou pouco depois de mim, me avisando antes de terminar. Eu coloquei a ponta na minha boquinha e apertei com meus lábios em volta. Não queria que escapasse nenhuma gota. Enquanto isso, continuei masturbando e enfiando os dedos nele. Os primeiros jatos dele senti quase chegando na minha garganta, os outros encheram minha boquinha de novo com a porra gostosa dele, que eu recebia com muito prazer. Me virei e nos beijamos de novo.
Aí me deu uma ideia. Levantei da cama e virei pra ele, fazendo sinal pra me seguir. Ele obedeceu, e eu fui rapidinho pro banheiro, entrando no chuveiro. Ele estava meio sem graça, mas entrou também, e eu fechei o box. Não tinha muito espaço, mas dava pra nos mexer o suficiente. Abri o registro e a água, primeiro fria e depois morna, caiu sobre nós. Beijei ele de novo enquanto abraçava e percorria a pele molhada dele. Ele fez o mesmo, senti as mãos dele na minha cintura e na minha bunda… Me virei pra fechar a água e peguei a esponja. Coloquei um pouco de sabão e passei pra ele.
— Esfrega minhas costas — pedi.
Ele começou a fazer isso, e senti as mãos dele e o sabão cobrindo meus ombros e descendo pelas costas e cintura.
— Continua mais pra baixo — indiquei quando ele chegou no fim.
Ele desceu e chegou na minha bunda, que começou a ensaboar também. A esponja passou entre minhas pernas e senti o calor da mão dele deslizando sobre minha bunda, até chegar na minha buceta. A outra mão dele acariciava meus peitos e depois desceu pela barriga até o mesmo alvo. Logo ele estava explorando minhas duas entradas enquanto sentia o sabão escorrendo em fios pelas minhas pernas. Ele me acariciava suavemente, enfiando um dedo na minha bunda e esfregando minha bucetinha.
Aí eu me virei e tirei a esponja dele pra fazer o mesmo. Comecei a ensaboar o peito dele, e minhas mãos desceram pela barriga, cintura, braços, e finalmente fui pro pau dele, que já estava quase totalmente duro de novo. Ensaboei ele, preparando ele pro que já tinha decidido.
Virei de costas de novo e me apoiei na parede, abrindo as pernas.
— Vai, não aguento mais — falei no tom mais insinuante que consegui —. Mete agora.
Ele se aproximou e se posicionou pra penetrar minha buceta. Mas não era isso que eu queria.
— Aí não, maninho — corrigi, guiando a piroquinha dele com minha mão na direção do meu cu —. Aqui.
Ele pareceu hesitar.
— Vai! — insisti, recuando pra roçar a cabecinha dele na minha bunda.
Então ele se decidiu e, guiando também com a mão, colocou na minha entradinha traseira e empurrou. Ao entrar, senti uma pontada de dor, mas tava suave por causa do meu cu lubrificado e do pau dele, além de eu já ter pegado quase gosto por aquela sensação.
Ele foi me penetrando devagar, sentia meu cu cheio enquanto ele enterrava o pau dentro de mim. Mais uma barreira vencida, pensei, gozando e passando a língua nos lábios de prazer. Não demorou pra ter enfiado tudo.
Ficamos um tempo parados e logo começou o movimento de penetração. Senti a piroquinha dele toda apertada dentro do meu cuzinho estreito. Eu gemia baixinho e ele, além disso, voltou a acariciar minha bucetinha com uma das mãos, percorrendo minha frestinha e enfiando os dedos enquanto me empalava com estocadas mais fortes.
Ele acelerou o ritmo enquanto eu me jogava pra trás o suficiente pra nos beijarmos enquanto ele me sodomizava. Nossos ofegos se misturavam, igual o calor dos nossos corpos ensaboados. Eu me sentia cada vez mais tesuda. Naquele momento, ele sussurrou:
— Queria te comer também pela frente.
Me esquentou ainda mais o pedido dele, embora eu tenha achado graça no eufemismo que ele usou;
— Pela frente? — fingi dúvida ao perguntar.
— Você sabe.
— Não. Por onde você diz que quer? — quase dava pra rir, que pudico ele era pra falar, apesar de naquela hora ainda estar arrombando meu cu.
— Pela sua bucetinha — soltou finalmente.
— Ah! — continuei no jogo —. Claro que sim, maninho, o que Quer! Mas tem que gozar no meu cu, isso sim.
—Tá bom —concordou.
Ele tirou de dentro de mim e me fez virar. Me deixei levar, e ele me penetrou de novo na minha buceta com facilidade, porque eu já tava toda molhada. Aí ele pegou minhas pernas e enrolou na cintura dele, eu me segurei nos ombros dele pra me firmar melhor, e nessa posição ele continuou me metendo. Sentia meu corpo inteiro colado no dele enquanto eu quicava, sendo levantada e caindo sem parar. Meus peitos balançavam no ritmo daquela brincadeira, e ele logo pegou um dos meus mamilos com a boca e chupou como se fosse um bebê. Nessa posição, eu sentia ele ainda mais fundo, e agora os dedos dele, enquanto me seguravam pelo cu, exploravam meu cu dilatado. Um segundo orgasmo veio naquela hora, e senti meus fluidos banhando o pau dele. Então, ele me abaixou devagar e me fez virar de costas. Entendi na hora e ofereci meu cu. Ele me penetrou rápido e, depois de duas ou três estocadas, começou a gozar dentro de mim. Senti meu cu enchendo rapidinho com o leite dele e, quando ele tirou, escorrendo pro chão do chuveiro.
O resto do dia foi surpreendentemente normal, ou pelo menos pareceu, considerando o que tinha rolado. Pra minha alegria, ele parecia aceitar aquilo com a mesma naturalidade que eu e me tratava como sempre. Não podia ter sido melhor.
E eu já tava pensando no próximo passo que a gente podia dar. Tinha tido umas ideias, mas não me decidia por nenhuma, e verdade seja dita, não tava totalmente convencida de que conseguiria seduzi-lo pra fazer certas coisas.
Foi pouco depois do almoço, umas duas da tarde, que a oportunidade apareceu sozinha na minha frente. Eu tava largada no sofá da sala, ainda fazia muito calor e eu tava meio sufocada. Tinha as pernas esticadas em cima das pernas do meu irmão, que naquele momento tava concentrado jogando videogame. Às vezes eu me divertia vendo ele jogar, embora pessoalmente não me interessasse muito e também não fosse boa nisso. Mas naquela às vezes minha mente vagava longe…
…Até que o telefone tocou. A música do meu celular rasgou o ar e encheu o ambiente. Naquele momento, eu preferia não ter que falar com ninguém, mas estendi o braço até a mesinha à minha esquerda, peguei o aparelho e levei ao ouvido:
– Alô? – perguntei, segurando um bocejo.
– Não me diga que você estava dormindo – a voz, que reconheci na hora, veio num tom de deboche.
– Só estava descansando um pouco, Raquel – falei.
– Tá bom – dava pra ouvir a risada dela claramente – Bom, vamos ao que interessa. Você tem planos pra essa tarde?
– Não – respondi, embora não fosse totalmente verdade. Sabia que queria fazer algo com o Sandro, mas ainda não tinha me decidido.
– Então eu vou passar a tarde no sítio, sabe, na casinha que a gente tem lá, no meio do nada.
– Parece muito divertido – zoei.
– É que agora a gente colocou uma piscina, sabe? Mas essa tarde parece que vou ficar sozinha.
– Não me diga.
– Tô te dizendo sim.
– Então você vai ter ela toda pra você, né?
– Bom, sim, mas eu sou muito generosa e pensei que você ia querer dar um mergulho se não tivesse nada melhor pra fazer, e a gente dar umas risadas e tal.
– Pois não me pareceria ruim – falei. A verdade é que a ideia me animou pra caralho. Amava piscinas, praia, água e nadar no geral. Com certeza ia ser divertido. Mas lembrei do Sandro. E meus planos com ele? Bom, talvez fosse uma boa ideia ele vir – Olha, uma coisa.
– Fala.
– Posso ir com meu irmão?
– Claro, por que não? Assim conheço ele de uma vez.
– Beleza, mas não exagera com ele, você sabe que ele é meio tímido – falei.
– Vou ser muito boazinha e doce com seu irmãozinho, fica tranquila – ela respondeu – Mas eu pensei que a gente fosse brincar, sabe – disse com uma voz insinuante.
Não sorri. Claro que sabia do que ela tava falando. Raquel e eu, além de boas amigas, já tínhamos tido uns encontros sexuais algumas vezes. Mas agora eu imaginava algo a mais. Um menage com meu irmão, embora não soubesse como os outros iam reagir. dois.
— A gente pode brincar, se você quiser — respondi.
— E seu irmão?
— Não se preocupa com isso.
— Beleza. Então, cê vem às quatro?
— A gente vai estar lá — afirmei, encerrando a ligação e colocando o celular de volta no lugar.
Meu irmão não tinha parado de jogar o tempo todo, mas eu sabia que ele tinha ficado mais do que ligado, mesmo fingindo que não. A real é que ele não gostava de sair, preferia ficar em casa. Mas hoje não ia ser assim.
Esperei um pouco pra ver se ele perguntava alguma coisa. Mas não perguntou, então resolvi falar:
— Era a Raquel, uma amiga — expliquei.
— Ah — ele só disse.
— Ela tava me contando que os pais dela colocaram uma piscina num terreninho que eles têm no sítio — ele continuava na dele — E convidou a gente pra ir essa tarde. O que cê acha?
— Sei lá.
— Ia ser só a gente dois e ela.
— …
— E já falei que a gente vai. Vai ser divertido.
— Mas…
— Mas nada, cara.
Sabia que ele não tava muito convencido, mas não rebateu nem falou mais nada. Eu tava encantada, pensando no que a gente podia fazer… Tudo tava dando certo pra mim.
Era verdade mesmo que a casinha de campo da minha amiga ficava no meio do nada. Nos últimos minutos da viagem, a gente quase não viu outras casinhas espalhadas por uma paisagem agreste.
Meu irmão, que tava do meu lado no banco do carona, ainda não tava muito tranquilo com a ideia, mesmo eu tendo tentado relaxar ele com uma conversa agradável enquanto a gente chegava. E olha que ele não sabia dos meus planos de verdade, pensei; se soubesse, com certeza ia ficar pior.
A Raquel tava na porta e abriu pra gente entrar, e eu estacionei do lado da porta. O terreno que os pais da minha amiga tinham era grande, mas mal aproveitado, e, tendo só uma casinha e, agora, a piscina que tinham construído, sobrava muito espaço vazio.
— Ei! E aí, como foi a viagem? — ela me cumprimentou quando eu desci. Olhei pra ela, tava de blusa branca e uma saia xadrez que deixava entrever a sua bunda esplêndida. figura, os peitões dela, a cintura desenhada e as pernas longas à mostra. Ela tinha prendido o cabelo loiro em duas maria-chiquinhas lindas e usava um boné que fazia sombra nos olhos verdes lindos, no narizinho e nos lábios finos e rosados.
— Longo e chato, espero que tenha valido a pena — falei, dando dois beijinhos no rosto dela. Virei a tempo de ver meu irmão fechar a porta — Sandro, vem aqui — chamei. Ele se aproximou meio desconfiado — Esse é meu irmão — apresentei quando ele chegou do meu lado — Ela é a Raquel.
— Oi — respondeu seco.
— Prazer em te conhecer — ela chegou perto e deu dois beijos. Só então ele, meio sem jeito, retribuiu — Bom, vocês querem algo pra beber, ir ao banheiro? — falou, indo em direção à casa enquanto a gente seguia. Eu tinha pegado a bolsa com os maiôs antes de fechar o carro.
— Eu não quero nada, valeu — respondi.
— Eu vou ter que ir ao banheiro — disse meu irmão. Eu já esperava, ele sempre ia depois de viajar de carro.
— Por aquele corredor, a segunda porta à esquerda — indicou a Raquel, assim que entramos direto numa cozinha enorme por uma porta de vidro dupla que tava aberta.
— Toma — estendi o sunga pra ele — Já que vai no banheiro, veste.
Ele me olhou meio na dúvida antes de pegar e sair.
— Acho que dá tempo de trocar enquanto ele vem — falei, e assim que vi a porta fechar, comecei a tirar a roupa e colocar num banquinho que tinha do lado.
— E se seu irmão chegar antes? — ela perguntou surpresa, mas sabia que tava adorando o que via, enquanto eu já tinha tirado o top e o sutiã.
— Acho que não, mas tô nem aí — falei, tirando a calça e a calcinha fio-dental que eu tava usando.
— Mas você sabe como me deixa louca te ver assim — comentou ela.
— Bom, então não olha — respondi, já vestindo o biquíni.
— E você diz que não liga se seu irmão te visse? Acho que ele não ia ficar indiferente ao que viu — ela sorriu. Também, mas por um motivo bem diferente. Ela não imaginava que tinha dado a chance pro meu irmãozinho fazer algo além de olhar. Fiquei pensando em como contar pra ela de um jeito que a deixasse toda molhadinha. Era assim que eu queria ela pro que eu tava planejando.
— Já sei que não, mas quem disse que eu quero que ele fique indiferente?
— Bom, se fosse outro cara qualquer que você quisesse levar pra cama, até vai, mas ele é seu irmão.
— Essas duas coisas são incompatíveis? — perguntei com toda inocência.
— Acho que sim. Normalmente a gente não transa com o irmão, cê já pensou nisso alguma vez? — diante do meu silêncio, ela continuou — Bom, admito que ele é bonitinho, mas sei lá, é seu irmão.
— Então, já pensei sim — falei — E talvez até mais que isso.
— Não! — ela parecia chocada, mas com uma excitação curiosa — Cê não tá falando sério… Com seu irmão?
— Sim — me limitei a dizer.
Ela ficou de boca aberta, mas não parecia rejeitar a ideia.
— A verdade é que ele é gostoso, não posso te culpar — disse por fim, parecia excitada.
— Mas olha só, você já tá toda molhada — exclamei com fingida surpresa.
— Tô há uns dias com um tesão danado — riu — Por isso te chamei, tinha que aproveitar essa tarde que teria tempo e sossego pra gente dar mais uma rodada no nosso joguinho particular.
— Eu também tava assim — falei — Mas ontem à noite recebi ajuda.
— Do seu irmão?
— Sim. E hoje de manhã de novo.
— Uau. Que putaria, tia.
— Cê não faz ideia.
— E como é que foi?
— Ele manda muito bem, mesmo sem ter muita experiência.
— Oh!
— Quer brincar com ele?
— Então foi pra isso que você trouxe ele, hein?
— Pensei que podia ser uma boa ideia a gente se divertir os três. Mas não contei pra ele ainda.
— Parece bom.
— Cê tem as paradas dos nossos jogos aqui?
— Tenho.
— Prepara elas, coloca numa bolsa e leva pra piscina, tenho uma ideia.
— Beleza, de quebra vou trocar de roupa no meu quarto.
Nesse momento, a porta do banheiro abriu e meu irmão voltou, de sunga e com a roupa na mão.
— Onde posso deixar — Isso? — perguntou ele.
— Aí mesmo — apontei pro banquinho onde eu tinha deixado a minha.
— Espera aqui enquanto vou me trocar — disse Raquel.
Ficamos nós dois sozinhos na cozinha.
— Tá meio nervoso, hein? — falei pra ele pouco depois.
— Tô — respondeu.
— Então relaxa, a gente vai se divertir pra caramba.
— Vou tentar — disse.
— Ela é uma amigona minha, então tenta ser um pouco legal, ok?
— Ok.
— Tá com sede?
— Não.
Fiquei olhando pra ele por um tempo, pensando se ele conseguia imaginar o que eu tava planejando. Mas quando ia falar mais alguma coisa, Raquel voltou, já usando um biquíni que deixava pouco pra imaginação e uma bolsa enorme na mão, onde disse que levava toalhas, protetor solar e outras coisas. Achei que também levava o que eu tinha pedido. Olhei pro meu irmão pra ver se a visão do corpo dela já tava começando a animar ele, mas se foi o caso, disfarçou muito bem. Ele tava usando um sungão, que parecia uma bermuda, então também não consegui perceber se houve reação ou não.
Fomos então pra piscina, que ficava num lado da casa. Era de alvenaria e maior do que eu imaginava. Raquel foi a primeira, eu fui atrás. Descemos pela escadinha. Nossa! A água, mesmo com o sol lá em cima e o calorão, tava bem gelada. Meu irmão foi o último.
— Tá meio fria — comentou.
— Só meio? — brinquei.
Ficamos um tempão na água. A verdade é que era bem divertido e, quando você ficava um pouco, o frio sumia. Era uma delícia. Aí lembrei do que eu realmente queria fazer e decidi começar minha tática.
Fiz um sinal pra Raquel e saímos da piscina. Pegamos duas esteiras, como se estivéssemos na praia, e deitamos, usando as toalhas como travesseiros pra apoiar a cabeça.
— Irmãozinho, vem aqui um pouco — chamei.
Ele saiu e veio pro meu lado. Peguei um pote de protetor solar, que a gente já tinha passado antes, e entreguei pra ele. deitei.
—Quero pegar um pouco mais de sol, mas sem me arriscar a me queimar — expliquei. — Passa nas minhas costas — pedi.
Virei de bruços. Ele fez o que pedi. Senti o protetor cair nas minhas costas e depois as mãos dele espalhando por tudo, dos ombros até a beirada onde perde o nome casto. Como vi que o fio do biquíni atrapalhava, desamarrei e assim ele conseguiu fazer mais fácil. As mãos dele percorriam suavemente minhas costas, massageando. Pedi pra ele continuar um pouco mais, ele fazia muito bem e eu adorava.
Mas eu queria ir além, então falei:
— Já que tá aí, passa também na frente — virei de barriga pra cima.
Se ele achou estranho, não demonstrou. Só colocou mais um pouco de protetor e começou a espalhar pelo meu torso, subindo até meus ombros. Tava nisso quando tirei a parte de cima do biquíni e meus peitos ficaram totalmente à mostra, a poucos centímetros das mãos dele. Ele as afastou, claramente surpreso e confuso.
— Decidi fazer topless, irmãozinho — vi a Raquel se levantar pra me olhar. A princípio meio surpresa, mas sacou meu jogo. — Então, Sandro, vai terminar de passar o protetor ou o quê?
Ele claramente não esperava por isso, mas eu peguei uma das mãos dele e levei até meus peitos. Nisso, a Raquel disse:
— Sabe, Elena? Ouvi dizer que passar um pouco de saliva antes do protetor deixa mais eficaz.
— É mesmo? — respondi, divertida com a ideia. — Ouviu isso, irmão? Vamos testar.
Ele não parecia disposto. Tudo isso tava pegando ele desprevenido.
— Vamos, irmãozinho — insisti, levando minha mão até o pau dele pra ele saber que eu tava falando sério.
Aí ele reagiu, se abaixando e começando a lamber minha teta direita. Primeiro chupou o mamilo e depois continuou, descendo quase em círculos pelo “montinho”, lambendo cada centímetro de pele. Com isso e com o que eu planejava na minha cabeça, já tava a mil. Pouco depois, ele passou a fazer o mesmo com a esquerda.
— Pronto — limitou-se a dizer quando se separou. Olhei para Raquel, ela estava claramente tão excitada quanto eu. Quanto ao Sandro, o pau dele estava cada vez mais duro sob minha mão.
— Acho que vou colocar minhas amigas no sol também, para tirar a marca feia do biquíni — disse Raquel, tirando também a parte de cima — E aqui eu não tinha passado protetor…, precisaria de ajuda para não me queimar — disse ela, olhando para meu irmão.
— Tá bom — disse ele, se colocando entre as duas e se inclinando agora sobre ela.
Ele se abaixou e colocou um dos mamilos de Raquel na boca, e depois o máximo que pôde daquele peito generoso e enorme, lambendo e chupando. Com a mão, ainda com protetor, acariciava a barriga dela e vi como ela levou a mão dele até a virilha, fazendo com que ele a enfiasse por baixo… Via os dedos do meu irmão se mexerem sob o tecido enquanto ele lambia os peitos dela e ela gemia baixinho. Fiquei com inveja, então me levantei e, me colocando ao lado dele, peguei a outra mão dele e coloquei sobre minha bucetinha depois de tirar o resto do biquíni. Ele começou a me masturbar na hora. Os dedos dele, bem lubrificados pelo protetor que ainda tinha, percorriam o caminho já conhecido e entravam com facilidade dentro de mim. Eu olhava para a outra mão dele, que devia estar fazendo o mesmo na bucetinha da Raquel, via ela se mexer sob o tecido.
— Irmãozinho — falei então — Mas vejo que agora é você quem pode se queimar.
— É verdade — interveio Raquel.
Peguei o pote de protetor e, depois de passar nas mãos, comecei a espalhar nas costas dele. Raquel, se levantando, fez o mesmo no peito. Nós duas fomos nos coordenando para ir descendo. Ele se deixava fazer e nós acariciávamos o corpo todo dele com a desculpa do protetor. Ele devia estar um pouco nervoso, mas se deixou levar.
Chegamos na sunga e, depois de trocarmos um olhar de cumplicidade safada, tiramos ela. Ele, ao nosso sinal, levantou os pés para que pudéssemos tirar.
Minhas mãos não demoraram a se enfiar entre as nádegas dele e logo eu tinha o cuzinho dele na mira. Com A crema era simples e logo eu estava enfiando um dedinho com rápida agilidade. Raquel também não tinha demorado, embora ela tivesse pulado a crema e já estava enfiando toda a gostosa piroca do meu irmão na boca. Meu irmão gemia baixinho enquanto brincava com os rabinhos de cavalo dela.
Eu decidi ser breve também e procurei na bolsa da Raquel. Como esperava, não demorei a encontrar o que procurava em um dos compartimentos. Tirei rapidamente, não queria que o Sandro visse antes da hora, mas dei um toque na Raquel, que parou de chupar por um momento pra olhar e sorriu morbidamente quando viu na minha mão e adivinhou minhas intenções.
Lubrifiquei com crema aquele consolo e o direcionei pro buraquinho do meu irmão. Vibrei de emoção, ele não fazia ideia do que o esperava. Raquel se apoiou com as mãos nas pernas dele pra segurá-lo. Ele devia ter sentido algo no cu, mas não fez nada. E então, coloquei a ponta daquele falso pau na entrada e apertei.
Graças ao lubrificante que tinha no brinquedo e no cu do meu irmão, ele se enterrou lá dentro com mais facilidade do que eu esperava. Ele, de repente dolorido, tentou se mexer, mas entre nós duas impedimos.
— Calma, irmãozinho — falei — Agora dói, mas depois você vai gostar.
Ele ficou quieto, e eu fiquei um tempo, esperando o cu dele se acostumar antes de começar a mexer o consolo lá dentro enquanto Raquel acelerava no boquete. Aí trocamos de lugar, e enquanto era a Raquel quem dirigia a fodida do meu irmãozinho, eu pude voltar a aproveitar o gosto da piroca dele na minha boca. Tava toda molhada da saliva da Raquel, mas isso só dava mais tesão. Incrivelmente, eu sentia ela cada vez mais dura na minha boca.
Aí senti ela pulsar e me avisou que ia gozar. Chamei a Raquel e fiz ela voltar a se colocar na frente do meu irmãozinho e enfiar o pau dele na boca. Eu segurei a cabeça dele pra ele não conseguir mexer. Não que ele fosse fazer isso, mas me dava Muito tesão. Pelo suspiro gostoso do meu irmão, soube que ele tava gozando, e pela cara dela, que tava recebendo tudo quentinho na boca, engolindo o máximo que podia. Eu queria ter sido eu, mas pensei que devia pelo menos provar a Raquel. Ri sozinha pensando nessa ideia. Quando ela se afastou, a piroquinha do meu irmãozinho tava limpinha. Ela veio até mim e, puxando minha cabeça pra trás, se sentou em cima de mim e me beijou. Quando fez isso, com a língua dela, entrou na minha boca a porra do meu irmão. Ela foi me dando até eu engolir tudo.
Me fez deitar num tapete e tirou a calcinha do meu biquíni. Aí vi que na mão dela tava o consolo que a gente tinha usado com meu irmão. Ela se abaixou e começou a lamber minha bucetinha, passando a língua nos meus lábios e apertando com os dedos no meu monte de Vênus antes de ir enfiando eles na minha ppk. E vi que meu irmão se colocou atrás dela e também tirou o resto do biquíni dela. Ela deixou ele fazer e ele se meteu debaixo dela, entre as pernas dela. Ela abaixou um pouco a bunda, não precisava ver pra saber que tava colocando a bucetinha dela ao alcance da boquinha do meu irmãozinho. Ele não ia decepcionar.
Mas eu tinha outras coisas pra pensar. Raquel não esperou muito mais antes de enfiar o consolo dentro da minha bucetinha. Senti minha carne se abrir pra aquela piroca grande de borracha e um arrepio de prazer percorreu meu corpo todo. O tesão da situação me dominava e eu tava totalmente molhada. Ela viu isso e meteu inteira de uma vez, começando a me comer com força logo depois. Eu gemia e pedia mais e mais. Num dado momento, ela ia responder quando as palavras dela foram abafadas por um gritinho. Não demorei pra entender que ela tinha chegado ao orgasmo e que a bucetinha dela tava jorrando os fluidos na boquinha do Sandro.
— Porra — disse ela, ofegante — Você ensinou bem seu irmãozinho — falou pra mim.
— Não — corrigi — É talento natural — expliquei com um sorriso.
Aí fiz ela se levantar e deitar no outro tapete. Eu procurei na Peguei a bolsa e tirei outro brinquedo, um consolador de duas pontas. Deitei do lado dela e enfiei uma ponta na minha bucetinha, e ela então subiu em cima de mim e enfiou a outra na dela, e as duas começamos a nos mexer, sendo fodidas ao mesmo tempo.
Meu irmãozinho já tava pronto pra mais ação, e eu, sem mais enrolação, falei:
— Sandro, o cuzinho da Raquel tá te esperando.
Ela ia reclamar alguma coisa, mas eu calei ela com um beijo profundo de língua, devorando a boca dela. Vi meu irmão se posicionar por cima dela, se ajeitar e… Dava pra ver perfeitamente na cara da minha amiga quando o pau do meu irmão entrou de uma vez até o fundo do cu dela. Enquanto isso, o consolador de duas cabeças continuava fodendo nós duas. Eu peguei o primeiro brinquedo e, a meu pedido, meu irmãozinho enfiou ele no meu cu. Agora as duas estávamos sendo duplamente penetradas, e nossos gemidos se misturavam no ar.
— Vamos trocar de posição — pediu a Raquel.
Meu irmãozinho saiu de dentro dela pra ela poder se levantar, e ela foi até a bolsa. Não sabia o que ela tava procurando, eu não tinha visto mais brinquedos, mas vi ela pegar alguma coisa e fazer algo. Ela tinha colocado o primeiro consolador, preso com uma cinta.
— Entra na buceta da sua irmã — pediu pro Sandro.
Ele não hesitou, deitou em cima de mim e, enquanto a gente se beijava, ele me penetrou. Agora eu tinha um pau de verdade de novo, quentinho, entrando e saindo de mim. E então a Raquel subiu em cima do Sandro… Ah! Ela ia foder ele… A ideia me agradou. Ela ia meter nele enquanto ele metia em mim. Na cara dele deu pra ver o momento em que aquela rola falsa entrou nele de novo, e eu senti no pau dele pulsando dentro de mim. A gente ficou um tempão nessa posição.
Depois a Raquel pediu pra gente trocar de lugar, de modo que meu irmãozinho ficou debaixo de mim. E foi aí que meu cu conheceu de novo o brinquedo da minha amiga. Naquele momento eu tive um orgasmo tão forte que me desmanchei de prazer. Ah! Eu já não gemia mais, tava gritando, possuída pelos dois paus. Era Melhor que muitos outros que eu já tinha tido.
Raquel saiu de dentro de mim e colocou a bucetinha dela na minha boca, então comecei a devorar com vontade, como se fosse um sedento provando água depois de uma grande seca. Eu sentia o gosto da periquita dela e minha língua percorria as dobras da boceta. Ela pegou o vibrador e me deu. Eu enfiei nele e, ela estava tão quente que não demorou pra gozar.
E meu irmão também não aguentou muito mais. Ele tirou de dentro da minha buceta, avisando que ia terminar. Raquel me fez virar pra ficar por cima do meu irmão, tipo um 69, e empurrou minha cabeça pra eu meter ele na boca. Era o que eu tinha feito antes…
A gozada do meu irmão não demorou e logo ele estava enchendo minha boca. Eu esperava toda ansiosa e senti aquela substância gelatinosa jorrando da ponta dele e alcançando minha garganta nos primeiros momentos. Continuei chupando, sentindo o pau do meu irmão perder o tamanho, até deixar ele limpinho.
Raquel me fez levantar e me beijou na boca, pedindo com a língua o butim que eu carregava. Compartilhei com ela, mas não quis dar tudo…
— É boa mesmo essa creme — comentou ela, depois que engolimos tudo.
Naquela manhã, acordei abraçada com o Sandro. Um novo dia já tinha me surpreendido várias vezes dividindo a cama com alguém, mas daquela vez achei especialmente doce e gostoso. Fiquei um tempinho olhando pra ele... Ele parecia tão fofo e inocente. Sorri sozinha, tinha vencido, tinha conseguido o que queria: Transar com meu irmão.
E me sentia perfeitamente bem. É verdade que não tinha parado pra pensar que depois de fazer aquilo existia a chance de me sentir mal ou ter algum tipo de remorso por ter cometido incesto. E foi uma boa decisão, já que não era nada disso. Ele tinha curtido, eu com certeza também, pensei lembrando de cada um dos momentos deliciosos da noite anterior, e ninguém tinha saído prejudicado. A gente, simplesmente, pensei, éramos dois irmãos que tinham expressado seu afeto fraternal... Dei uma risadinha suave, gostei dessa ideia.
E já comecei a pensar no próximo passo. O que eu poderia fazer com o Sandro? A ideia de ser sua instrutora nos prazeres do sexo, que já tinha passado pela minha cabeça antes, voltou. Sabia que meu irmãozinho tímido não tinha mais experiências além da de ontem, e por outro lado, com o jeito envergonhado que ele tinha e alguns preconceitos que eu conhecia... Sim, estava claro que ele ia precisar da ajuda de uma irmã tão experiente quanto eu. Meu irmãozinho ia ficar surpreso com os tabus que sua professora ousada ia fazê-lo quebrar... Imaginando tudo isso, comecei a ficar molhada. Tanto que, de repente, me senti completamente excitada, e ainda estava do lado do meu irmão, na minha cama, os dois peladinhos...
Me aproximei dele enquanto começava a acariciar minha buceta com os dedos da mão direita e beijei ele ternamente nos lábios. Ele não reagiu, nem quando fiz de novo, mas na terceira vez ele entreabriu os olhos.
- Bom dia, irmãozinho - cumprimentei.
Ele, ainda meio sonolento, foi falar alguma coisa, mas eu... silêncio com outro beijo, enfiando minha língua na boquinha dele sem encontrar resistência. Eu estava de lado, com a mão direita já acariciando minha rachinha e brincando com meu monte de Vênus, enquanto a esquerda ia brincar com os cabelos do Sandro.
—Hoje, café na cama — brinquei.
E pra continuar a piada, aproximei meus dedos, já molhados dos meus suquinhos, como tinha feito na noite anterior. Ele devia ter lembrado, porque dessa vez não precisei falar nada pra ele levar os dedos à boquinha e lamber. Isso foi o que faltava pra eu ficar completamente tesuda.
Decidi que naquela hora não precisava de frescura e fui, faminta, pro pau dele, e mesmo não estando totalmente duro ainda, enfiei ele inteiro e de uma vez na boca. Sem tirar nem um centímetro, me posicionei de bruços sobre ele, de jeito que minha virilha ficasse ao alcance da dele. Um 69.
Senti as mãos dele na minha bunda e como depois passava um momento nas minhas pernas, pra colocá-las do jeito que queria, antes de voltar a me acariciar e apertar minhas nádegas. Isso me agradou, e vendo o interesse dele, comecei a pensar em oferecer algo mais do que só tocar, mas isso seria depois, agora queria que ele voltasse a saborear minha bucetinha como ontem.
Claro que ele não me fez esperar nem precisou de instruções. Logo senti a língua dele percorrendo devagar minha rachinha, focando no meu clitóris quando passava por cima, tentando sentir cada milímetro da minha pele, tentando às vezes penetrar e abrir minha xerequinha pra provar meu interior. Ele mexia a linguinha na minha buceta com uma habilidade impressionante e gostosa. Fiquei feliz em pensar que tinha estado com caras mais experientes que não sabiam chupar uma buceta nem metade do bem que meu irmão inexperiente. Talvez fosse um talento de família, pensei, divertida e satisfeita.
Ele ficou lambendo e beijando ainda mais um tempo antes de começar a usar os dedos. Ele também parecia querer apressar, porque senti ele enfiar três dedos de uma vez enquanto Os lábios dele sugavam meu clitóris, que ficava sob a pressão excitante dos dentes dele. E então os outros dedos dele percorreram minha bunda, acariciando minhas nádegas até alcançar meu buraquinho. Eles estavam molhados e começaram a acariciar meu orifício fechado por cima. Eu tremi levemente quando a ponta de um deles entrou no meu cu e começou a dilatá-lo. Logo ele tinha introduzido o dedo por completo e enfiava e tirava com facilidade. Eu já tinha muita experiência alojando dedos e coisas maiores no meu rabo.
Mais dois foram seguindo, se movendo no ritmo dos que exploravam as profundezas da minha bucetinha enquanto os lábios e dentes dele absorviam, sugavam e possuíam minha monte de Vênus à vontade. Nessa situação, cheguei logo a um grande e delicioso orgasmo sobre a boca dele… Pensei que isso sim era uma boa forma de começar o dia.
E enquanto ele tinha me satisfeito, eu devolvia o favor. Quando enfiei a piroca dele na boca, não estava totalmente dura, mas também não estava mole. O toque e o calor da minha mão não demoraram a fazer efeito nela. Isso me encantava, adorava pegar uma rolinha e ver como crescia e endurecia nas minhas mãos… ou na minha boca.
Eu a enfiava o máximo que cabia, chupando ela toda, e depois ia tirando, apertando meus lábios contra o tronco endurecido, terminando brincando com minha língua na glande carnuda, que começava a soltar líquido pré-seminal que eu tomava com sede ansiosa.
Comecei a acariciar os ovos dele e, apoiando nos cotovelos, direcionei minha outra mão para a bunda dele. Tinha umedecido dois dedos e logo os tinha acariciando o cu dele. O primeiro entrou com relativa facilidade quando coloquei bem em cima do buraquinho e apertei um pouco. Ele não pareceu reagir à minha intrusão e, enquanto acelerava o boquete, enfiei outro dedo. O cu dele continuava tão apertadinho quanto no dia anterior, embora dessa vez ele não se mexesse em sinal de reclamação. Pensei que era um bom sinal. Acariciei o interior dele enquanto com a outra mão passei masturbando ele enquanto minha língua dominava a cabecinha dele.
Ele gozou pouco depois de mim, me avisando antes de terminar. Eu coloquei a ponta na minha boquinha e apertei com meus lábios em volta. Não queria que escapasse nenhuma gota. Enquanto isso, continuei masturbando e enfiando os dedos nele. Os primeiros jatos dele senti quase chegando na minha garganta, os outros encheram minha boquinha de novo com a porra gostosa dele, que eu recebia com muito prazer. Me virei e nos beijamos de novo.
Aí me deu uma ideia. Levantei da cama e virei pra ele, fazendo sinal pra me seguir. Ele obedeceu, e eu fui rapidinho pro banheiro, entrando no chuveiro. Ele estava meio sem graça, mas entrou também, e eu fechei o box. Não tinha muito espaço, mas dava pra nos mexer o suficiente. Abri o registro e a água, primeiro fria e depois morna, caiu sobre nós. Beijei ele de novo enquanto abraçava e percorria a pele molhada dele. Ele fez o mesmo, senti as mãos dele na minha cintura e na minha bunda… Me virei pra fechar a água e peguei a esponja. Coloquei um pouco de sabão e passei pra ele.
— Esfrega minhas costas — pedi.
Ele começou a fazer isso, e senti as mãos dele e o sabão cobrindo meus ombros e descendo pelas costas e cintura.
— Continua mais pra baixo — indiquei quando ele chegou no fim.
Ele desceu e chegou na minha bunda, que começou a ensaboar também. A esponja passou entre minhas pernas e senti o calor da mão dele deslizando sobre minha bunda, até chegar na minha buceta. A outra mão dele acariciava meus peitos e depois desceu pela barriga até o mesmo alvo. Logo ele estava explorando minhas duas entradas enquanto sentia o sabão escorrendo em fios pelas minhas pernas. Ele me acariciava suavemente, enfiando um dedo na minha bunda e esfregando minha bucetinha.
Aí eu me virei e tirei a esponja dele pra fazer o mesmo. Comecei a ensaboar o peito dele, e minhas mãos desceram pela barriga, cintura, braços, e finalmente fui pro pau dele, que já estava quase totalmente duro de novo. Ensaboei ele, preparando ele pro que já tinha decidido.
Virei de costas de novo e me apoiei na parede, abrindo as pernas.
— Vai, não aguento mais — falei no tom mais insinuante que consegui —. Mete agora.
Ele se aproximou e se posicionou pra penetrar minha buceta. Mas não era isso que eu queria.
— Aí não, maninho — corrigi, guiando a piroquinha dele com minha mão na direção do meu cu —. Aqui.
Ele pareceu hesitar.
— Vai! — insisti, recuando pra roçar a cabecinha dele na minha bunda.
Então ele se decidiu e, guiando também com a mão, colocou na minha entradinha traseira e empurrou. Ao entrar, senti uma pontada de dor, mas tava suave por causa do meu cu lubrificado e do pau dele, além de eu já ter pegado quase gosto por aquela sensação.
Ele foi me penetrando devagar, sentia meu cu cheio enquanto ele enterrava o pau dentro de mim. Mais uma barreira vencida, pensei, gozando e passando a língua nos lábios de prazer. Não demorou pra ter enfiado tudo.
Ficamos um tempo parados e logo começou o movimento de penetração. Senti a piroquinha dele toda apertada dentro do meu cuzinho estreito. Eu gemia baixinho e ele, além disso, voltou a acariciar minha bucetinha com uma das mãos, percorrendo minha frestinha e enfiando os dedos enquanto me empalava com estocadas mais fortes.
Ele acelerou o ritmo enquanto eu me jogava pra trás o suficiente pra nos beijarmos enquanto ele me sodomizava. Nossos ofegos se misturavam, igual o calor dos nossos corpos ensaboados. Eu me sentia cada vez mais tesuda. Naquele momento, ele sussurrou:
— Queria te comer também pela frente.
Me esquentou ainda mais o pedido dele, embora eu tenha achado graça no eufemismo que ele usou;
— Pela frente? — fingi dúvida ao perguntar.
— Você sabe.
— Não. Por onde você diz que quer? — quase dava pra rir, que pudico ele era pra falar, apesar de naquela hora ainda estar arrombando meu cu.
— Pela sua bucetinha — soltou finalmente.
— Ah! — continuei no jogo —. Claro que sim, maninho, o que Quer! Mas tem que gozar no meu cu, isso sim.
—Tá bom —concordou.
Ele tirou de dentro de mim e me fez virar. Me deixei levar, e ele me penetrou de novo na minha buceta com facilidade, porque eu já tava toda molhada. Aí ele pegou minhas pernas e enrolou na cintura dele, eu me segurei nos ombros dele pra me firmar melhor, e nessa posição ele continuou me metendo. Sentia meu corpo inteiro colado no dele enquanto eu quicava, sendo levantada e caindo sem parar. Meus peitos balançavam no ritmo daquela brincadeira, e ele logo pegou um dos meus mamilos com a boca e chupou como se fosse um bebê. Nessa posição, eu sentia ele ainda mais fundo, e agora os dedos dele, enquanto me seguravam pelo cu, exploravam meu cu dilatado. Um segundo orgasmo veio naquela hora, e senti meus fluidos banhando o pau dele. Então, ele me abaixou devagar e me fez virar de costas. Entendi na hora e ofereci meu cu. Ele me penetrou rápido e, depois de duas ou três estocadas, começou a gozar dentro de mim. Senti meu cu enchendo rapidinho com o leite dele e, quando ele tirou, escorrendo pro chão do chuveiro.
O resto do dia foi surpreendentemente normal, ou pelo menos pareceu, considerando o que tinha rolado. Pra minha alegria, ele parecia aceitar aquilo com a mesma naturalidade que eu e me tratava como sempre. Não podia ter sido melhor.
E eu já tava pensando no próximo passo que a gente podia dar. Tinha tido umas ideias, mas não me decidia por nenhuma, e verdade seja dita, não tava totalmente convencida de que conseguiria seduzi-lo pra fazer certas coisas.
Foi pouco depois do almoço, umas duas da tarde, que a oportunidade apareceu sozinha na minha frente. Eu tava largada no sofá da sala, ainda fazia muito calor e eu tava meio sufocada. Tinha as pernas esticadas em cima das pernas do meu irmão, que naquele momento tava concentrado jogando videogame. Às vezes eu me divertia vendo ele jogar, embora pessoalmente não me interessasse muito e também não fosse boa nisso. Mas naquela às vezes minha mente vagava longe…
…Até que o telefone tocou. A música do meu celular rasgou o ar e encheu o ambiente. Naquele momento, eu preferia não ter que falar com ninguém, mas estendi o braço até a mesinha à minha esquerda, peguei o aparelho e levei ao ouvido:
– Alô? – perguntei, segurando um bocejo.
– Não me diga que você estava dormindo – a voz, que reconheci na hora, veio num tom de deboche.
– Só estava descansando um pouco, Raquel – falei.
– Tá bom – dava pra ouvir a risada dela claramente – Bom, vamos ao que interessa. Você tem planos pra essa tarde?
– Não – respondi, embora não fosse totalmente verdade. Sabia que queria fazer algo com o Sandro, mas ainda não tinha me decidido.
– Então eu vou passar a tarde no sítio, sabe, na casinha que a gente tem lá, no meio do nada.
– Parece muito divertido – zoei.
– É que agora a gente colocou uma piscina, sabe? Mas essa tarde parece que vou ficar sozinha.
– Não me diga.
– Tô te dizendo sim.
– Então você vai ter ela toda pra você, né?
– Bom, sim, mas eu sou muito generosa e pensei que você ia querer dar um mergulho se não tivesse nada melhor pra fazer, e a gente dar umas risadas e tal.
– Pois não me pareceria ruim – falei. A verdade é que a ideia me animou pra caralho. Amava piscinas, praia, água e nadar no geral. Com certeza ia ser divertido. Mas lembrei do Sandro. E meus planos com ele? Bom, talvez fosse uma boa ideia ele vir – Olha, uma coisa.
– Fala.
– Posso ir com meu irmão?
– Claro, por que não? Assim conheço ele de uma vez.
– Beleza, mas não exagera com ele, você sabe que ele é meio tímido – falei.
– Vou ser muito boazinha e doce com seu irmãozinho, fica tranquila – ela respondeu – Mas eu pensei que a gente fosse brincar, sabe – disse com uma voz insinuante.
Não sorri. Claro que sabia do que ela tava falando. Raquel e eu, além de boas amigas, já tínhamos tido uns encontros sexuais algumas vezes. Mas agora eu imaginava algo a mais. Um menage com meu irmão, embora não soubesse como os outros iam reagir. dois.
— A gente pode brincar, se você quiser — respondi.
— E seu irmão?
— Não se preocupa com isso.
— Beleza. Então, cê vem às quatro?
— A gente vai estar lá — afirmei, encerrando a ligação e colocando o celular de volta no lugar.
Meu irmão não tinha parado de jogar o tempo todo, mas eu sabia que ele tinha ficado mais do que ligado, mesmo fingindo que não. A real é que ele não gostava de sair, preferia ficar em casa. Mas hoje não ia ser assim.
Esperei um pouco pra ver se ele perguntava alguma coisa. Mas não perguntou, então resolvi falar:
— Era a Raquel, uma amiga — expliquei.
— Ah — ele só disse.
— Ela tava me contando que os pais dela colocaram uma piscina num terreninho que eles têm no sítio — ele continuava na dele — E convidou a gente pra ir essa tarde. O que cê acha?
— Sei lá.
— Ia ser só a gente dois e ela.
— …
— E já falei que a gente vai. Vai ser divertido.
— Mas…
— Mas nada, cara.
Sabia que ele não tava muito convencido, mas não rebateu nem falou mais nada. Eu tava encantada, pensando no que a gente podia fazer… Tudo tava dando certo pra mim.
Era verdade mesmo que a casinha de campo da minha amiga ficava no meio do nada. Nos últimos minutos da viagem, a gente quase não viu outras casinhas espalhadas por uma paisagem agreste.
Meu irmão, que tava do meu lado no banco do carona, ainda não tava muito tranquilo com a ideia, mesmo eu tendo tentado relaxar ele com uma conversa agradável enquanto a gente chegava. E olha que ele não sabia dos meus planos de verdade, pensei; se soubesse, com certeza ia ficar pior.
A Raquel tava na porta e abriu pra gente entrar, e eu estacionei do lado da porta. O terreno que os pais da minha amiga tinham era grande, mas mal aproveitado, e, tendo só uma casinha e, agora, a piscina que tinham construído, sobrava muito espaço vazio.
— Ei! E aí, como foi a viagem? — ela me cumprimentou quando eu desci. Olhei pra ela, tava de blusa branca e uma saia xadrez que deixava entrever a sua bunda esplêndida. figura, os peitões dela, a cintura desenhada e as pernas longas à mostra. Ela tinha prendido o cabelo loiro em duas maria-chiquinhas lindas e usava um boné que fazia sombra nos olhos verdes lindos, no narizinho e nos lábios finos e rosados.
— Longo e chato, espero que tenha valido a pena — falei, dando dois beijinhos no rosto dela. Virei a tempo de ver meu irmão fechar a porta — Sandro, vem aqui — chamei. Ele se aproximou meio desconfiado — Esse é meu irmão — apresentei quando ele chegou do meu lado — Ela é a Raquel.
— Oi — respondeu seco.
— Prazer em te conhecer — ela chegou perto e deu dois beijos. Só então ele, meio sem jeito, retribuiu — Bom, vocês querem algo pra beber, ir ao banheiro? — falou, indo em direção à casa enquanto a gente seguia. Eu tinha pegado a bolsa com os maiôs antes de fechar o carro.
— Eu não quero nada, valeu — respondi.
— Eu vou ter que ir ao banheiro — disse meu irmão. Eu já esperava, ele sempre ia depois de viajar de carro.
— Por aquele corredor, a segunda porta à esquerda — indicou a Raquel, assim que entramos direto numa cozinha enorme por uma porta de vidro dupla que tava aberta.
— Toma — estendi o sunga pra ele — Já que vai no banheiro, veste.
Ele me olhou meio na dúvida antes de pegar e sair.
— Acho que dá tempo de trocar enquanto ele vem — falei, e assim que vi a porta fechar, comecei a tirar a roupa e colocar num banquinho que tinha do lado.
— E se seu irmão chegar antes? — ela perguntou surpresa, mas sabia que tava adorando o que via, enquanto eu já tinha tirado o top e o sutiã.
— Acho que não, mas tô nem aí — falei, tirando a calça e a calcinha fio-dental que eu tava usando.
— Mas você sabe como me deixa louca te ver assim — comentou ela.
— Bom, então não olha — respondi, já vestindo o biquíni.
— E você diz que não liga se seu irmão te visse? Acho que ele não ia ficar indiferente ao que viu — ela sorriu. Também, mas por um motivo bem diferente. Ela não imaginava que tinha dado a chance pro meu irmãozinho fazer algo além de olhar. Fiquei pensando em como contar pra ela de um jeito que a deixasse toda molhadinha. Era assim que eu queria ela pro que eu tava planejando.
— Já sei que não, mas quem disse que eu quero que ele fique indiferente?
— Bom, se fosse outro cara qualquer que você quisesse levar pra cama, até vai, mas ele é seu irmão.
— Essas duas coisas são incompatíveis? — perguntei com toda inocência.
— Acho que sim. Normalmente a gente não transa com o irmão, cê já pensou nisso alguma vez? — diante do meu silêncio, ela continuou — Bom, admito que ele é bonitinho, mas sei lá, é seu irmão.
— Então, já pensei sim — falei — E talvez até mais que isso.
— Não! — ela parecia chocada, mas com uma excitação curiosa — Cê não tá falando sério… Com seu irmão?
— Sim — me limitei a dizer.
Ela ficou de boca aberta, mas não parecia rejeitar a ideia.
— A verdade é que ele é gostoso, não posso te culpar — disse por fim, parecia excitada.
— Mas olha só, você já tá toda molhada — exclamei com fingida surpresa.
— Tô há uns dias com um tesão danado — riu — Por isso te chamei, tinha que aproveitar essa tarde que teria tempo e sossego pra gente dar mais uma rodada no nosso joguinho particular.
— Eu também tava assim — falei — Mas ontem à noite recebi ajuda.
— Do seu irmão?
— Sim. E hoje de manhã de novo.
— Uau. Que putaria, tia.
— Cê não faz ideia.
— E como é que foi?
— Ele manda muito bem, mesmo sem ter muita experiência.
— Oh!
— Quer brincar com ele?
— Então foi pra isso que você trouxe ele, hein?
— Pensei que podia ser uma boa ideia a gente se divertir os três. Mas não contei pra ele ainda.
— Parece bom.
— Cê tem as paradas dos nossos jogos aqui?
— Tenho.
— Prepara elas, coloca numa bolsa e leva pra piscina, tenho uma ideia.
— Beleza, de quebra vou trocar de roupa no meu quarto.
Nesse momento, a porta do banheiro abriu e meu irmão voltou, de sunga e com a roupa na mão.
— Onde posso deixar — Isso? — perguntou ele.
— Aí mesmo — apontei pro banquinho onde eu tinha deixado a minha.
— Espera aqui enquanto vou me trocar — disse Raquel.
Ficamos nós dois sozinhos na cozinha.
— Tá meio nervoso, hein? — falei pra ele pouco depois.
— Tô — respondeu.
— Então relaxa, a gente vai se divertir pra caramba.
— Vou tentar — disse.
— Ela é uma amigona minha, então tenta ser um pouco legal, ok?
— Ok.
— Tá com sede?
— Não.
Fiquei olhando pra ele por um tempo, pensando se ele conseguia imaginar o que eu tava planejando. Mas quando ia falar mais alguma coisa, Raquel voltou, já usando um biquíni que deixava pouco pra imaginação e uma bolsa enorme na mão, onde disse que levava toalhas, protetor solar e outras coisas. Achei que também levava o que eu tinha pedido. Olhei pro meu irmão pra ver se a visão do corpo dela já tava começando a animar ele, mas se foi o caso, disfarçou muito bem. Ele tava usando um sungão, que parecia uma bermuda, então também não consegui perceber se houve reação ou não.
Fomos então pra piscina, que ficava num lado da casa. Era de alvenaria e maior do que eu imaginava. Raquel foi a primeira, eu fui atrás. Descemos pela escadinha. Nossa! A água, mesmo com o sol lá em cima e o calorão, tava bem gelada. Meu irmão foi o último.
— Tá meio fria — comentou.
— Só meio? — brinquei.
Ficamos um tempão na água. A verdade é que era bem divertido e, quando você ficava um pouco, o frio sumia. Era uma delícia. Aí lembrei do que eu realmente queria fazer e decidi começar minha tática.
Fiz um sinal pra Raquel e saímos da piscina. Pegamos duas esteiras, como se estivéssemos na praia, e deitamos, usando as toalhas como travesseiros pra apoiar a cabeça.
— Irmãozinho, vem aqui um pouco — chamei.
Ele saiu e veio pro meu lado. Peguei um pote de protetor solar, que a gente já tinha passado antes, e entreguei pra ele. deitei.
—Quero pegar um pouco mais de sol, mas sem me arriscar a me queimar — expliquei. — Passa nas minhas costas — pedi.
Virei de bruços. Ele fez o que pedi. Senti o protetor cair nas minhas costas e depois as mãos dele espalhando por tudo, dos ombros até a beirada onde perde o nome casto. Como vi que o fio do biquíni atrapalhava, desamarrei e assim ele conseguiu fazer mais fácil. As mãos dele percorriam suavemente minhas costas, massageando. Pedi pra ele continuar um pouco mais, ele fazia muito bem e eu adorava.
Mas eu queria ir além, então falei:
— Já que tá aí, passa também na frente — virei de barriga pra cima.
Se ele achou estranho, não demonstrou. Só colocou mais um pouco de protetor e começou a espalhar pelo meu torso, subindo até meus ombros. Tava nisso quando tirei a parte de cima do biquíni e meus peitos ficaram totalmente à mostra, a poucos centímetros das mãos dele. Ele as afastou, claramente surpreso e confuso.
— Decidi fazer topless, irmãozinho — vi a Raquel se levantar pra me olhar. A princípio meio surpresa, mas sacou meu jogo. — Então, Sandro, vai terminar de passar o protetor ou o quê?
Ele claramente não esperava por isso, mas eu peguei uma das mãos dele e levei até meus peitos. Nisso, a Raquel disse:
— Sabe, Elena? Ouvi dizer que passar um pouco de saliva antes do protetor deixa mais eficaz.
— É mesmo? — respondi, divertida com a ideia. — Ouviu isso, irmão? Vamos testar.
Ele não parecia disposto. Tudo isso tava pegando ele desprevenido.
— Vamos, irmãozinho — insisti, levando minha mão até o pau dele pra ele saber que eu tava falando sério.
Aí ele reagiu, se abaixando e começando a lamber minha teta direita. Primeiro chupou o mamilo e depois continuou, descendo quase em círculos pelo “montinho”, lambendo cada centímetro de pele. Com isso e com o que eu planejava na minha cabeça, já tava a mil. Pouco depois, ele passou a fazer o mesmo com a esquerda.
— Pronto — limitou-se a dizer quando se separou. Olhei para Raquel, ela estava claramente tão excitada quanto eu. Quanto ao Sandro, o pau dele estava cada vez mais duro sob minha mão.
— Acho que vou colocar minhas amigas no sol também, para tirar a marca feia do biquíni — disse Raquel, tirando também a parte de cima — E aqui eu não tinha passado protetor…, precisaria de ajuda para não me queimar — disse ela, olhando para meu irmão.
— Tá bom — disse ele, se colocando entre as duas e se inclinando agora sobre ela.
Ele se abaixou e colocou um dos mamilos de Raquel na boca, e depois o máximo que pôde daquele peito generoso e enorme, lambendo e chupando. Com a mão, ainda com protetor, acariciava a barriga dela e vi como ela levou a mão dele até a virilha, fazendo com que ele a enfiasse por baixo… Via os dedos do meu irmão se mexerem sob o tecido enquanto ele lambia os peitos dela e ela gemia baixinho. Fiquei com inveja, então me levantei e, me colocando ao lado dele, peguei a outra mão dele e coloquei sobre minha bucetinha depois de tirar o resto do biquíni. Ele começou a me masturbar na hora. Os dedos dele, bem lubrificados pelo protetor que ainda tinha, percorriam o caminho já conhecido e entravam com facilidade dentro de mim. Eu olhava para a outra mão dele, que devia estar fazendo o mesmo na bucetinha da Raquel, via ela se mexer sob o tecido.
— Irmãozinho — falei então — Mas vejo que agora é você quem pode se queimar.
— É verdade — interveio Raquel.
Peguei o pote de protetor e, depois de passar nas mãos, comecei a espalhar nas costas dele. Raquel, se levantando, fez o mesmo no peito. Nós duas fomos nos coordenando para ir descendo. Ele se deixava fazer e nós acariciávamos o corpo todo dele com a desculpa do protetor. Ele devia estar um pouco nervoso, mas se deixou levar.
Chegamos na sunga e, depois de trocarmos um olhar de cumplicidade safada, tiramos ela. Ele, ao nosso sinal, levantou os pés para que pudéssemos tirar.
Minhas mãos não demoraram a se enfiar entre as nádegas dele e logo eu tinha o cuzinho dele na mira. Com A crema era simples e logo eu estava enfiando um dedinho com rápida agilidade. Raquel também não tinha demorado, embora ela tivesse pulado a crema e já estava enfiando toda a gostosa piroca do meu irmão na boca. Meu irmão gemia baixinho enquanto brincava com os rabinhos de cavalo dela.
Eu decidi ser breve também e procurei na bolsa da Raquel. Como esperava, não demorei a encontrar o que procurava em um dos compartimentos. Tirei rapidamente, não queria que o Sandro visse antes da hora, mas dei um toque na Raquel, que parou de chupar por um momento pra olhar e sorriu morbidamente quando viu na minha mão e adivinhou minhas intenções.
Lubrifiquei com crema aquele consolo e o direcionei pro buraquinho do meu irmão. Vibrei de emoção, ele não fazia ideia do que o esperava. Raquel se apoiou com as mãos nas pernas dele pra segurá-lo. Ele devia ter sentido algo no cu, mas não fez nada. E então, coloquei a ponta daquele falso pau na entrada e apertei.
Graças ao lubrificante que tinha no brinquedo e no cu do meu irmão, ele se enterrou lá dentro com mais facilidade do que eu esperava. Ele, de repente dolorido, tentou se mexer, mas entre nós duas impedimos.
— Calma, irmãozinho — falei — Agora dói, mas depois você vai gostar.
Ele ficou quieto, e eu fiquei um tempo, esperando o cu dele se acostumar antes de começar a mexer o consolo lá dentro enquanto Raquel acelerava no boquete. Aí trocamos de lugar, e enquanto era a Raquel quem dirigia a fodida do meu irmãozinho, eu pude voltar a aproveitar o gosto da piroca dele na minha boca. Tava toda molhada da saliva da Raquel, mas isso só dava mais tesão. Incrivelmente, eu sentia ela cada vez mais dura na minha boca.
Aí senti ela pulsar e me avisou que ia gozar. Chamei a Raquel e fiz ela voltar a se colocar na frente do meu irmãozinho e enfiar o pau dele na boca. Eu segurei a cabeça dele pra ele não conseguir mexer. Não que ele fosse fazer isso, mas me dava Muito tesão. Pelo suspiro gostoso do meu irmão, soube que ele tava gozando, e pela cara dela, que tava recebendo tudo quentinho na boca, engolindo o máximo que podia. Eu queria ter sido eu, mas pensei que devia pelo menos provar a Raquel. Ri sozinha pensando nessa ideia. Quando ela se afastou, a piroquinha do meu irmãozinho tava limpinha. Ela veio até mim e, puxando minha cabeça pra trás, se sentou em cima de mim e me beijou. Quando fez isso, com a língua dela, entrou na minha boca a porra do meu irmão. Ela foi me dando até eu engolir tudo.
Me fez deitar num tapete e tirou a calcinha do meu biquíni. Aí vi que na mão dela tava o consolo que a gente tinha usado com meu irmão. Ela se abaixou e começou a lamber minha bucetinha, passando a língua nos meus lábios e apertando com os dedos no meu monte de Vênus antes de ir enfiando eles na minha ppk. E vi que meu irmão se colocou atrás dela e também tirou o resto do biquíni dela. Ela deixou ele fazer e ele se meteu debaixo dela, entre as pernas dela. Ela abaixou um pouco a bunda, não precisava ver pra saber que tava colocando a bucetinha dela ao alcance da boquinha do meu irmãozinho. Ele não ia decepcionar.
Mas eu tinha outras coisas pra pensar. Raquel não esperou muito mais antes de enfiar o consolo dentro da minha bucetinha. Senti minha carne se abrir pra aquela piroca grande de borracha e um arrepio de prazer percorreu meu corpo todo. O tesão da situação me dominava e eu tava totalmente molhada. Ela viu isso e meteu inteira de uma vez, começando a me comer com força logo depois. Eu gemia e pedia mais e mais. Num dado momento, ela ia responder quando as palavras dela foram abafadas por um gritinho. Não demorei pra entender que ela tinha chegado ao orgasmo e que a bucetinha dela tava jorrando os fluidos na boquinha do Sandro.
— Porra — disse ela, ofegante — Você ensinou bem seu irmãozinho — falou pra mim.
— Não — corrigi — É talento natural — expliquei com um sorriso.
Aí fiz ela se levantar e deitar no outro tapete. Eu procurei na Peguei a bolsa e tirei outro brinquedo, um consolador de duas pontas. Deitei do lado dela e enfiei uma ponta na minha bucetinha, e ela então subiu em cima de mim e enfiou a outra na dela, e as duas começamos a nos mexer, sendo fodidas ao mesmo tempo.
Meu irmãozinho já tava pronto pra mais ação, e eu, sem mais enrolação, falei:
— Sandro, o cuzinho da Raquel tá te esperando.
Ela ia reclamar alguma coisa, mas eu calei ela com um beijo profundo de língua, devorando a boca dela. Vi meu irmão se posicionar por cima dela, se ajeitar e… Dava pra ver perfeitamente na cara da minha amiga quando o pau do meu irmão entrou de uma vez até o fundo do cu dela. Enquanto isso, o consolador de duas cabeças continuava fodendo nós duas. Eu peguei o primeiro brinquedo e, a meu pedido, meu irmãozinho enfiou ele no meu cu. Agora as duas estávamos sendo duplamente penetradas, e nossos gemidos se misturavam no ar.
— Vamos trocar de posição — pediu a Raquel.
Meu irmãozinho saiu de dentro dela pra ela poder se levantar, e ela foi até a bolsa. Não sabia o que ela tava procurando, eu não tinha visto mais brinquedos, mas vi ela pegar alguma coisa e fazer algo. Ela tinha colocado o primeiro consolador, preso com uma cinta.
— Entra na buceta da sua irmã — pediu pro Sandro.
Ele não hesitou, deitou em cima de mim e, enquanto a gente se beijava, ele me penetrou. Agora eu tinha um pau de verdade de novo, quentinho, entrando e saindo de mim. E então a Raquel subiu em cima do Sandro… Ah! Ela ia foder ele… A ideia me agradou. Ela ia meter nele enquanto ele metia em mim. Na cara dele deu pra ver o momento em que aquela rola falsa entrou nele de novo, e eu senti no pau dele pulsando dentro de mim. A gente ficou um tempão nessa posição.
Depois a Raquel pediu pra gente trocar de lugar, de modo que meu irmãozinho ficou debaixo de mim. E foi aí que meu cu conheceu de novo o brinquedo da minha amiga. Naquele momento eu tive um orgasmo tão forte que me desmanchei de prazer. Ah! Eu já não gemia mais, tava gritando, possuída pelos dois paus. Era Melhor que muitos outros que eu já tinha tido.
Raquel saiu de dentro de mim e colocou a bucetinha dela na minha boca, então comecei a devorar com vontade, como se fosse um sedento provando água depois de uma grande seca. Eu sentia o gosto da periquita dela e minha língua percorria as dobras da boceta. Ela pegou o vibrador e me deu. Eu enfiei nele e, ela estava tão quente que não demorou pra gozar.
E meu irmão também não aguentou muito mais. Ele tirou de dentro da minha buceta, avisando que ia terminar. Raquel me fez virar pra ficar por cima do meu irmão, tipo um 69, e empurrou minha cabeça pra eu meter ele na boca. Era o que eu tinha feito antes…
A gozada do meu irmão não demorou e logo ele estava enchendo minha boca. Eu esperava toda ansiosa e senti aquela substância gelatinosa jorrando da ponta dele e alcançando minha garganta nos primeiros momentos. Continuei chupando, sentindo o pau do meu irmão perder o tamanho, até deixar ele limpinho.
Raquel me fez levantar e me beijou na boca, pedindo com a língua o butim que eu carregava. Compartilhei com ela, mas não quis dar tudo…
— É boa mesmo essa creme — comentou ela, depois que engolimos tudo.
5 comentários - Cuidando a mi hermanito (2, la Amiga y la Piscina)