Graças à internet, comi minha mãe

Valeu, graças à internet, eu comi minha mãe.Vou contar como comecei a transar com minha própria mãe, o que, sendo sincero, não passava pela minha cabeça antes dessa experiência, mas agora… bom, vocês vão entender quando lerem o relato. 🙎‍♂️

Meu nome é Álex (não é meu nome verdadeiro, claro, mas vou me chamar assim na história). Na época desse relato – há 2 anos –, eu tinha 18 anos. Tenho 1,81m, sou magro, corpo normal, não sou musculoso, mas também não sou frango. Sou mais ou menos branco, cabelo castanho claro e olhos castanhos. Não me acho muito bonito, mas até que pego bem com as minas. 🆒

Quanto à minha mãe, que vou chamar de Diana nessa história, ela é bem jovem, porque nasci quando ela tinha apenas 21 anos. Se vocês sabem fazer conta, vão perceber que ela tinha 39 anos na época desse relato. Fisicamente, ela é realmente gostosa. É branca, cabelo loiro escuro, liso, comprido, olhos castanhos claros, magra, peitos não muito grandes, tamanho B, mas com pernas torneadas e uma bunda bem desenhada e empinada, enfim, ela é muito bonita. Vale dizer que meu pai e ela se divorciaram há mais de 10 anos e ele quase não visita nem eu nem minha irmã, quatro anos mais nova que eu.

Como eu disse, eu pessoalmente não via minha mãe com olhar de tesão ou safadeza. Sabia que ela era uma mulher bonita, mas só isso. Não me excitava vê-la, nem nada do tipo. Eu estava passando por uma fase difícil, porque tinha acabado de entrar na faculdade, estudando engenharia, me sobrava pouco tempo e, por isso, minha vida social estava bem morta. Não tinha namorada e nem tempo pra procurar, e embora tivesse chance com uma colega da escola, nem eu nem ela tínhamos tempo pra isso.

Uma vez, fazendo uma das minhas tarefas, me senti meio sobrecarregado. Era umas 12h30 da madrugada e eu ainda estava acordado depois de umas 3 horas de trabalhos escolares. Tinha terminado um trabalho que precisava entregar no dia seguinte e ainda faltava outra tarefa, menos trabalhosa, mas ainda pendente. Para descansar" um pouco, tentei entrar num chat, que já tinha usado antes, mas sempre só por tédio, não era muito chegado a isso. Entrei numa sala de pessoas da minha idade, mas tinha poucas minas e a que consegui conversar era muito chata, então saí. Como ainda não queria voltar pra lição de casa, tentei outra sala. Vi uma que dizia "30 ou mais" com bastante gente e decidi entrar.

Coloquei o nick "Inge_00" (de "Engenheiro"), o número foi só pra conseguir entrar, porque "Inge" sozinho já tava ocupado. E realmente, tinha mais mulheres lá, todas milf, mas pra passar o tempo, não tava ruim. Depois de algumas tentativas, finalmente uma me respondeu, o nick dela era "Acuario_70". Começamos a conversar e foi até agradável. Menti dizendo que era um solteirão de 31 anos, enquanto ela disse que era uma divorciada de quase 40, mas não revelou a idade exata; além disso, esqueci de perguntar de onde ela era.

Depois de papear um pouco, querendo me esquentar, perguntei sobre a solidão dela e se ela transava com alguém. No começo, ela hesitou e pensei que tinha ido embora, mas depois respondeu que a vida sexual dela não era tão ativa quanto queria e que tava há uns seis meses sem sexo, sem dizer com quem tinha sido. Da minha parte, falei que adorava mulheres da idade dela e que de vez em quando eu pegava umas coroas mais velhas que eu.

Depois de um tempo, ela disse que precisava dormir, e embora tenha comentado que não tinha messenger, tinha se viciado naquele chat fazia pouco e entrava lá direto mais ou menos naquele horário, e que se eu visse ela, podia falar sem problema. Estranhamente, isso me deu energia pra terminar a tarefa pendente, e foi o que fiz.

Na noite seguinte, não consegui entrar no chat, tava morto de cansaço, mas um dia depois, consegui. E realmente, ela tava lá, com o mesmo nick, então chamei na hora e ela lembrou de mim. Começamos a conversar, e já que eu tinha certa confiança nela, menti, dizendo que no dia anterior não tinha entrado porque fui transar com uma garota. Da última vez, ela tinha sido reservada, mas agora pedia detalhes. Segundo eu, tinha transado com uma mulher de 35 anos, no meu apartamento, e a gente tinha se divertido pra caralho. Quando terminei meu relato imaginário, ela escreveu: "eu gostaria de ter sido ela".

- Não seria ruim – escrevi pra ela.

- Na verdade – ela respondeu – adoraria estar aí com você naquele momento.

Era óbvio que ela tava ficando com tesão. Minha história tinha excitado ela, e eu também tava, claro – e o que a gente faria? – perguntei, como quem queria que ela começasse – mas primeiro me diz como você é e como se veste, pra eu te imaginar.

Do físico dela, ela falou pouco, só que era loira, corpo normal e magro. Esqueci rápido disso quando ela confessou que tava nua, porque tinha se tocado durante meu relato. Isso me deixou a mil e começamos o cibersexo. Na hora, ela descreveu como me chupava a pica e depois a gente "fez" um 69, pra depois imaginar que eu comia ela de quatro e umas outras posições. Segundo ela, não gostava de anal, mas na fantasia a gente acabou fazendo por lá também. Ela garantiu que foi o melhor orgasmo que teve em anos, e depois de conversar mais uns minutos, disse que tinha que se despedir, mas que queria falar comigo de novo. Eu incentivei ela a criar uma conta no messenger e ela disse que ia fazer, além de avisar que só na terça (era quinta) voltaria ao chat.

Devo confessar que antes, quando era mais novo, já tinha feito cibersexo, mas nunca como naquela vez. Aquela sensação foi melhor que algumas fodas que eu já tinha dado, e com isso, esperei impaciente pela terça. O dia chegou e de noite entrei de novo no chat. Ela não tava lá e pensei que tinha mentido ou algo assim, mas tive paciência e poucos minutos depois ela entrou, com o mesmo nick de antes. Eu, naquele momento, já tinha sacado outro messenger, já que eu tava mentindo, no MSN também tinha que ser do meu "personagem" inventado. Quando começamos a conversar, ela me confessou que tinha se masturbado mais duas vezes naquela noite, imaginando que a gente tava junto e, pra minha alegria, ela disse que sim, tinha sacado o messenger, então minutos depois, já tava rolando papo por lá.

Claro, a gente teve outro delicioso cybersexo, e quando terminou, ela me perguntou o que eu tinha esquecido de perguntar antes – de onde você é, Iván (era meu nome fictício quando eu conversava com ela)?

- De Chihuahua, por quê?

- Sério? Eu também! – e ela não acreditava. A mulher com quem eu tinha tido um delicioso cybersexo um par de vezes, morava na mesma cidade que eu. No começo, duvidei e falei pra ela, precisava de uma foto pra comprovar que não era uma brincadeira. Ela me garantiu que ia tirar uma foto sexy e mandar pro meu e-mail, e eu prometi retribuir o gesto se rolasse.

No dia seguinte à tarde, enquanto eu tava num intervalo na faculdade, abri a internet no meu laptop e vi que tinha um e-mail dela. E realmente, três fotos. Nenhuma mostrava o rosto, mas exibia o corpinho gostoso dela. Duas eram de calcinha e sutiã bem sexy, que deixavam pouco pra imaginação, e na outra ela tava totalmente pelada. Ainda tinha minhas dúvidas, mas esqueci rápido porque achei muito estranho. Ela tinha tirado as fotos no banheiro e o azulejo da parede era exatamente igual ao que minha mãe tinha no banheiro dela (ela tem o banheiro dela, e eu e minha irmã, o nosso). De qualquer forma, não dava pra ver bem, e pensei que era coincidência. Eu respondi a mensagem dizendo que mandaria minhas fotos em breve. E fiz isso, porque assim que cheguei em casa, me despi e, igual a ela, tirei fotos de mim, mas sem mostrar o rosto. Já de noite, ela não se conectou, mas na tarde seguinte, quando olhei meu e-mail, ela tinha respondido com outra foto. O texto dizia: "te desejo loucamente, quero que você me possua". A foto estava anexada, mas não abri porque tinha que ir pra aula.

Cheguei em casa e minha mãe estava na cozinha. Quando olhei pra ela de frente, minha mente lembrou na hora da foto nua de "Aquário" (como eu a chamava). Reparei no corpo dela e era muito parecido com o da foto, embora talvez fosse coisa da minha cabeça. Comecei a conversar pra esquecer isso – você parece feliz, mãe – falei.

– Ei, Álex, você ficaria bravo se eu arrumasse um namorado? – ela perguntou, e a pergunta me pegou totalmente de surpresa – você já é grande, logo vai arrumar uma mulher e vai embora, e sua irmã já não é mais criança, não quero ficar sozinha.

Não soube o que responder no começo, mas depois me acalmei – não me incomoda, se você quer ter um namorado, tudo bem. Por que a pergunta?

– Por nada, não se preocupa – ela disse e voltou a lavar a louça, que era o que estava fazendo. Fui pro meu quarto e fiquei pensando comigo mesmo que era impossível eu ter pegado minha própria mãe na internet. Lembrei da foto e liguei meu laptop pra ver de novo. De novo, não dava pra ver o rosto, mas era muito gostosa. "Aquário" estava nua, com as pernas abertas, se dedando a buceta. Na outra mão, tinha um papel que dizia: "me toco pensando em você, Iván", o que tornava a foto real. A primeira coisa que fiz foi olhar o corpo dela com calma, e realmente, era muito parecido com o da minha mãe. Dava pra ver o cabelo também, e era do mesmo tom – minha mãe é uma puta – falei pra mim mesmo vendo aquela foto e fiquei com tesão, então comecei a me masturbar na hora, minha mente me fez imaginar que eu tava comendo minha mãe loucamente e que ela tava adorando.

Claro, ainda não tinha certeza, mas parecia muito provável. No nosso próximo encontro no MSN, ela pediu pra gente se ver, tentei dar uma de desinteressado, mas não adiantou, marcamos hora e lugar. Seria na frente de um restaurante "Salads" da Plaza San Agustín (quem mora em Chihuahua, México, sabe onde é). Claro que não ia comer com ela. Primeiro porque tinha mentido pra ela, e segundo porque ela podia ser minha mãe. Antes de nos despedirmos, pedi outro cybersexo e ela topou na hora. Foi tão gostoso quanto antes, ou até mais, talvez porque imaginei ela como minha mãe e isso me deixou ainda mais excitado. No fim, ela concordou que foi um cybersexo delicioso pra caralho.

No dia do encontro, cheguei um pouco atrasado de propósito e entrei na praça pelo lado oposto do restaurante. Me aproximei um pouco, sem ela me ver, e fiquei chocado. Minha mãe estava com uma minissaia que caía perfeitamente nela, meia-calça nas pernas torneadas e uma blusa vermelha (exatamente como ela tinha avisado pra eu reconhecer) que ficava uma maravilha. Meu pau reagiu na hora, mas não consegui me aproximar, claro, e fui embora. Quando cheguei em casa, bati três punhetas seguidas.

Minha mãe chegou pouco depois, triste, e me senti muito culpado, mas não podia ter aparecido lá. De noite, ela entrou no MSN e tentei puxar conversa. No começo me ignorou, mas sabia que se ela tinha entrado no messenger, era por algum motivo. Insisti, e ela acabou respondendo. Confessei que não era um homem de 31 anos, mas sim alguém de apenas 18. Pra minha surpresa, ela disse que não ligava e que teria saído comigo do mesmo jeito. Depois disso, tivemos outro cybersexo, melhor que os anteriores. Já não me importava mais que ela fosse minha mãe. Mas com certeza ela se importava, então eu precisava ter certeza antes de subir no quarto dela e realmente fazer dela minha.

- Aquário – falei – você realmente seria minha amante, independente da minha idade?

- Claro, love – ela respondeu – a gente tem uma química foda.

- E se eu fosse alguém que você conhece?

- Não me importaria – ela disse – não importa quem você é, quero ficar com você.

- Te garanto que não sou – escrevi – mas num caso hipotético, se eu fosse seu sobrinho, a gente seria amante?

- O que mais você quer que eu diga? Eu seria sua amante mesmo se você fosse meu sobrinho, meu primo, ou o que quer que fosse.

- Que tal Seu filho, Diana? – e por quase um minuto, ela não disse nada. Já não me importava mais com o que tinha acontecido, afinal, já estava bem longe – Você tá falando sério? – ela disse, mas eu larguei o laptop e subi pro quarto dela. Encontrei ela pelada, enquanto eu ainda estava de cueca. Ela me viu, mas não se escondeu nem nada, só baixou o olhar – Sê minha – falei, me aproximei e beijei ela. Ela não resistiu, e logo a língua dela correspondeu – Deixa eu ser teu homem.

- Mas nós somos…
- Somos amantes – não deixei ela terminar e beijei ela de novo. Ela já não resistiu mais – sim, somos amantes – ela disse e puxou minha cueca pra baixo pra me chupar, igualzinho no cibersexo, mas, claro, mil vezes melhor. A língua dela passava por todo meu pau e depois enfiava na boca dela pra chupar tudo. Eu segurei a cabeça dela e praticamente comecei a comer a boca dela. Ela não ligou e não demorei pra gozar na boca dela. Ela se levantou e engoliu o esperma com uma cara de safada de dar medo, deitamos na cama e continuamos nos acariciando. Até que eu fiquei por cima dela e abri as pernas dela pra finalmente penetrar. Ela tava tão molhada que não tive dificuldade pra entrar e comecei a foder ela.

Ela gemia e falava coisas tipo: “sim, mais, me faz amor, te amo” e essas coisas. Eu nem reparei que minha irmã podia ouvir alguma coisa, mas também não teria parado. Enquanto eu comia ela, chupava os peitos dela, e isso fazia ela gemer mais. Coloquei os tornozelos dela nos meus ombros e continuei fodendo ela gostoso, embora depois de um tempo ela quisesse ficar por cima. Ela montou em mim com vontade e eu via os peitos dela pulando, enquanto acariciava as pernas dela. Depois ela virou, me dando as costas, e pude ver a bunda linda dela de frente. Não resisti e comecei a acariciar o cu dela. Ela parou um momento e disse que não gostava por ali, mas não liguei e continuei esfregando lá. Ela continuou se mexendo, e gemia mais, claro que tava gostando. Depois coloquei ela de quatro e continuei fodendo ela. Não consegui resistir e dei umas palmadas nela – desculpa – falei instintivamente – não importa, love, faz comigo o que quiser.

– Então você vai ser minha putinha agora, Diana – falei, meio brincando – sim, sou sua putinha, meu love – ela respondeu, sorrindo, também sem levar muito a sério, mas isso me deixou ainda mais excitado e avisei que ia gozar logo. Ela saiu de imediato, assustada. Disse que não queria nenhum acidente e eu pensei rápido – ué, você é minha putinha, não é? – coloquei ela de quatro de novo e acariciei a bunda dela. Ela pediu pra não fazer nada por ali, mas não liguei e quando já estava lubrificada, coloquei meu pau na entradinha dela – por aqui não vou te engravidar, Diana.

– Por aí não, love – ela pediu baixinho, pra não fazer muito escândalo. Eu não quis ouvir e fui enfiando devagar. Já tinha feito sexo anal umas duas vezes com uma garota, mas agora tava mais excitado do que nunca. Logo enfiei metade do pau e comecei a me mexer. Ela reclamava, mas logo começou a gemer – não para – ela falou baixinho e claro que não parei, pelo contrário, comi ela do jeito mais gostoso possível até gozar dentro da bunda dela.

– Te amo – ela disse antes de dormirmos juntos pela primeira vez. Agora já é normal. Minha irmã acho que desconfia de algo, mas nunca falou nada. A gente tenta ter cuidado, mas somos muito safados e temos uma química boa, somos amantes e espero que a gente continue sendo por muito tempo. 😛 😛 😛 😛

Comentários em Destaque

jajajaja yo tambien soy de chihuahua, a ver cuando me la prestas

10 comentários - Graças à internet, comi minha mãe

man deja de fantaciar gordo miserable y ponerte a hacer ejercicio
Tu lo que eres un pinga de loco mamaguevo, cuantas pajas te tiras pensando en tu madre maldito desgraciado.
si es verdad sos mi idolooo..si es mentira sos un boludo importante jaja
1locot2 +4
si es verdad que tuviste sexo con tu madre pone las fotos que te mando en el msn
pinche mamon, que imaginacion ya deja esas del libro vaquero para otra ocacion jejeje