Minha namorada é bem putinha e eu adoro isso.
Olá, meu nome é Alejandro (1,75m, 75kg, moreno claro e peludo), e minha namorada se chama Elena (1,65m, 58kg, branca e bem curvilínea). Estamos no México, na faixa dos 30 anos. Somos gente legal, tranquila, divertida e muito, mas muito tarados. Bem, pra dar um contexto, vamos contar um pouco do nosso histórico na vida liberal. Ela já é separada e, sexualmente, no casamento dela não foi lá essas coisas. Quando a conheci e transamos, os dois percebemos que isso ia ser uma parte muito importante da nossa relação. Experimentamos um monte de coisas, e isso fez com que ela se entregasse a todas as minhas fantasias. No começo, eu já tinha lido várias revistas sobre esse estilo de vida, e só de imaginar, já ficava louco de tesão. Se não tava com ela ou não a via, me masturbava feito um louco pensando em como ela seria e como se comportaria. Pois bem, em algumas transas em que ela tava muito excitada, eu aproveitava pra soltar minhas sugestões de experimentar algo diferente, com outras pessoas, mas com a recusa dela, eu só ficava ainda mais tarado. Foi por iniciativa de uma colega de trabalho dela, uma bi chamada Sandra, que ela começou a ficar curiosa. A Sandra dava em cima demais, se aproximava, acariciava e tentava beijar ou agarrar ela. Naquela época, ela me contava que o grupo de colegas de trabalho dela — 3 caras e 2 minas — propunha fazer uma reunião num hotel e soltar a franga, ou seja, tomar uns drinks e depois ver no que dava, porque viviam falando que ela era muito gostosa, magrinha mas bem feita, que dava pra ver que adorava transar e que seria uma delícia conferir. Chegaram até a propor que ela dançasse pra eles, que pagariam uma grana, pra ela se vestir de colegial ou professora, dançar, fazer um strip tease e ver no que dava, e que poderiam me chamar pra ver como ela se divertia com todo mundo. Ela não ligava pros comentários, mas sempre recusava as propostas, na verdade ela ficava excitada ao me contar, e assim como eu, a gente se esquentava tanto que acabava transando gostoso pra caralho, imaginando eu como seria aquele encontro que eles desejavam. No começo, me incomodava um pouco que o chefe dela e os outros colegas queriam comer ela, a insistência era constante, e embora a ideia me excitasse no fundo, se acontecesse talvez eu tivesse ficado mais puto.
Resumindo, um dia convenci ela a dar corda pra colega Sandra, com o objetivo de a gente fazer um menage com ela e assim os dois aproveitarem, já que Sandra também era uma delícia de mulher, porque era pra ela que mais da metade dos colegas de trabalho batiam punheta. Sandra aceitou a proposta, mas mais pela tesão de transar com ela do que por estar com nós dois. Fomos a um bar, onde descaradamente Sandra pegava minha namorada por baixo da mesa, enfiava o dedo nela, apertava os peitos dela e beijava o pescoço, enquanto eu aproveitava pra enfiar o dedo e apalpar os peitos da Sandra. As pessoas das outras mesas perceberam tudo e a maioria não tirava os olhos daquele espetáculo, foi tão excitante que o garçom que atendia nossa mesa se aproximou pra nivelar os pés da mesa só pra ver por baixo as dedadas, os amassos e as pernas gostosas sem meia e já sem calcinha das duas.
O encontro não saiu como a gente pensou porque, na minha opinião, a Sandra ficou obcecada demais por ela sem entender que era um menage. Aí terminou essa tentativa, mas a tesão continuou, e as fantasias e propostas também, até que a gente decidiu contatar por uma página especial de contatos swingers. Recebemos centenas de mensagens, e nada de encontrar algo interessante. Já nessa época, minha namorada tinha mudado de área de trabalho, com novo chefe, novos colegas, e obviamente novos pretendentes tarados. É aqui que começa o início do comportamento dela e, daí em diante, a realização das nossas fantasias. Um dos colegas dela... chamado David, se mostrou bem habilidoso, conversando muito com ela, dizendo como ela era gostosa e que dava muita vontade, mas pra não parecer tão insistente e ela cair sozinha, ele conversava bastante sobre sexo, mas sem insistir, só pedindo pra ela apresentar alguma amiga safada que quisesse ação, já que ele era um comedor de primeira, muito tarado, que tinha encontros esporádicos com amigas, mas queria uma fixa pra estar comendo, porque era um expert e adorava meter. Minha namorada, mais por curiosidade, topou e apresentou algumas amigas, mas com nenhuma delas rolou nada. Eu via que minha namorada se esforçava pra ajudar e nada acontecia. Nessa época, ele comentou com ela que ela não tinha do que reclamar, já que tinha quem comesse ela. Até chegou a falar que tinha se inscrito num site de contatos pra encontrar alguém pra transar, porque já tava desesperado. Então ela, inocente (ou com iniciativa), contou sobre nossos começos no mundo swinger e que também contatávamos homens sozinhos. Demos nosso nick do site e ele viu nossas fotos, mas quando viu as dela, ficou doido e excitadíssimo, dizendo que nunca imaginou o que minha namorada escondia debaixo da roupa. Então minha namorada botou a mão na massa e só esperou o momento em que eu mesmo pedisse. Aí ela disse que já tinha um candidato pra um ménage, e eu falei: se é o amigo David, pode ir em frente, come ele. Os olhinhos dela brilharam, ainda mais porque ela já tava morrendo de vontade de ele fazer dela a mulher dele e ver se era verdade tudo que ele dizia. Então, depois de exames de saúde e com confiança (já que eu adoro creampie), seguimos com o plano. Marcamos um dia da semana, combinamos tudo e fomos pra um hotel com jacuzzi. Antes, já tínhamos conversado os três e explicado pra ele relaxar que ia dar tudo certo. que pra mim era algo que eu gostava (emprestar minha namorada) e que ela também curtia.
Nós três entramos na jacuzzi, no começo ele estava meio indeciso sobre o que fazer e como deixar ela excitada, mas aos poucos foi tomando iniciativa e ela foi aproveitando. Ele tem um pau maior que o meu, um pouco curvado e mais grosso, então ela imediatamente se agarrou nele e ficou estimulando com a mão por um bom tempo, preparando o pedaço que ia curtir.
Com ela no meio de nós dois, a gente brincava junto, cada um com um peito dela, chupando, lambendo, e beijando o pescoço e a boca dela, enquanto abríamos as pernas dela e íamos acariciando o clitóris e a entrada da buceta dela, enfiando um dedo aos poucos, às vezes ele, às vezes eu, além de passar a mão na bunda e no cu dela. Foi nesse momento que ele se aproximou mais dela e levantou ela um pouco, pra esfregar o pau dele nas pernas dela e na entrada da buceta. Ela estava mais excitada do que nunca, porque a gente estimulava o clitóris manualmente, dedava ela, e beijava os peitos dela devagar. Cheguei perto do ouvido dela pra perguntar como ela tava se sentindo, e ela disse que estava prestes a explodir, muito quente, excitadíssima, e que já queria que ele metesse nela. David pegava o pau dele e passava a cabecinha por fora dos lábios da buceta dela, esfregando às vezes bem rápido, fazendo ela tremer. Ele colocou por um momento o pauzão dele na entrada da buceta e minha namorada, não sei se de propósito ou sem querer, fez um movimento como se tivesse escorregado, e nesse deslize enfiou o pau do David inteiro. Ela soltou um grito bem alto e gozou na hora. Eu pude sentir por fora como ela estava completamente empalada e ver o David também curtindo a buceta quente e lubrificada da minha namorada. Enquanto os dois começavam um movimento devagar pra ela se recuperar do orgasmo, eu sussurrei no ouvido dela que aquele não era o plano, que embora já Tínhamos certeza de que ela estava livre de doenças, então ele não ia comer ela sem camisinha. No começo, ela pediu pra só deixar ela dar umas metidinhas e depois ele colocaria a camisinha, mas quando vi ela fora de si, rebolando que nem uma putíssima, gemendo e se acabando, na segunda vez que falei, ela mandou um "nem fodendo", que queria sentir o esperma dele entupindo ela até o talo, já que não tinha problema. Só fiquei observando de perto e tirando umas fotos, porque era muito excitante ver minha mina bem empalada e curtindo a experiência ao máximo. Eles aguentaram um bom tempo, e depois de mais uns orgasmos dela, ele disse que tava quase gozando e perguntou se era pra tirar. Ela respondeu puxando as pernas, puxando ele pra mais perto e apertando os músculos da buceta pra espremer bem ele. Ele deu um grito forte anunciando a descarga, e os jatos de porra foram fundo na buceta da minha mina, invadindo até o útero dela. Ela teve um orgasmo ao mesmo tempo, e quando ele tirou, vi na água uns fiapos brancos de esperma boiando.
Nós três saímos do jacuzzi, e enquanto ele se recuperava deitado na cama de barriga pra cima, eu já tava prestes a explodir. Então, na hora, comecei a dedilhar ela e sentir o esperma invadindo por dentro. Minha tesão não aguentou e comecei a meter com força, sentindo a buceta dela toda lubrificada, cheia da porra do David. A cada estocada, saía um pouco de esperma da buceta gostosa dela, escorrendo pelas bordas e descendo até as nádegas, formando uma espuma branca que quem já fodeu uma buceta cheia de porra conhece bem. Não durei muito, porque tava muito excitado, então, com uma descarga elétrica imensa, fui depositando, em várias contrações, cada mililitro de porra que eu tinha guardado pra ela. A buceta dela transbordou, porque não aguentou mais segurar tanta porra. Enquanto ela se recuperava de tantos orgasmos e a gente também, ficamos batendo um papo sobre umas aventuras aqui e ali, até que o David, sem vergonha nenhuma, começou a se esfregar a pica. anunciando que estava ficando excitada e se preparando pra uma segunda foda. Pra deixá-la ainda mais tesuda, continuou beijando ela, pescoço, peitos, rosto, barriga, até chegar na buceta dela e eu soube que ela não tava nem aí de estar cheia até o talo de duas gozadas generosas, lambeu o clitóris dela, beijou um pouco a entrada da buceta, as bordas, e foi enfiando os dedos devagar, com cuidado pra não tirar todo o sêmen. Ela foi aumentando a excitação até não aguentar mais e mandou ele meter logo. Ele pegou ela de papai-e-mamãe e enfiou a pica toda de uma vez, depois colocou as perninhas dela no ombro e deu umas metidas bem fundas, tanto que ela quase chorava, perguntei se tava doendo e ela só disse que não, que nunca tinham metido tão fundo e ela tava adorando. Ele colocou ela em várias posições, de quatro, de ladinho, até que ele sussurrava no ouvido dela que ela era muito gostosa e apertava muito bem, aí sentiu a chegada dele e de novo descarregou o sêmen dentro, ela tremia de tantos orgasmos e de sentir a buceta bem cheia e lubrificada. Ele foi descansar, então eu aproveitei pra estimular ela um pouco, enquanto ela me chupava gostoso, com o espetáculo que eu tinha visto já tava mais que excitado de novo, e com a pica bem dura também a ponto de explodir de novo, então estando de quatro pra gozar, tirei a pica e a descarga de esperma ficou na junção das nádegas dela e na entrada do cuzinho, já nós três bem cansados e tarados decidimos dar por encerrada a sessão, não sem antes ela vestir a calcinha fio-dental pra impedir que saíssem as três descargas, o que foi impossível porque quando chegou em casa enfiei a mão e descobri que a maior parte tinha vazado... Deixando o David em casa, combinamos que daquele dia em diante eu seria o amante fixo pra satisfazer ela sexualmente como ela quisesse, mas também podia dispor dela quando estivesse mais que tarado e não quisesse desperdiçar o sêmen com punheta. E assim foi. Passados alguns meses, notei ela bem satisfeita e solícita, já que agora tem pica sempre que dá na telha. Às vezes saem do trabalho na hora do almoço pra dar uma rapidinha, ou na maioria das vezes ela chega mais tarde em casa. Quando chega minha vez de entrar em ação, dá pra perceber que já levaram uma boa esquentada, excitada e cheia de porra por dentro, pronta pra eu entrar com a minha dose também.
A história não termina aqui, porque ultimamente ela vivia falando do chefe atual, um senhor já maduro, lá pelos 50 e tantos anos, me dizendo que era um homem separado que morava sozinho, que às vezes não saía, e que de vez em quando ele chamava ela pra tomar um café à tarde. Até aí, eu achava que era só isso. Mas um dia fomos nós dois sozinhos num bar, bebemos um pouco além da conta, e quando chegamos na casa dela e começamos o ataque, aproveitei que ela tava meio alterada pra, enquanto comia ela, perguntar sobre o chefe. Qual não foi minha surpresa ao descobrir que há tempos ele já tinha pedido a bunda dela, dizendo que tava sozinho e não tinha como se satisfazer sexualmente, que ele tinha muito a oferecer e ela pra receber, então se completavam. E que quando ela aceitasse, iam transar gostoso pra caralho. Ele aproveitava qualquer momento sozinhos pra lembrar ela e convencê-la, até sugerindo fazer algo rápido na hora do almoço, e ainda propôs que quando ela tirasse férias, fosse visitar ele pra dar prazer o tempo todo.
Ela, já mais sóbria, diz que ainda não aceitou, e me pergunta se eu quero que ela ceda. Eu respondo que a decisão é dela, mas pelo comportamento dela, eu quase juro que o chefe já tá comendo ela, só que ela não quer me contar. Sabe que não me incomodaria, mas não quer admitir. Enfim, se ela gosta de transar gostoso e isso me excita, é mais que conveniente. tenha vários amantes para satisfazê-la, já que ela é minha puta insaciável.
Um abraço, e espero que compartilhem comigo alguma história parecida.
Resumindo, um dia convenci ela a dar corda pra colega Sandra, com o objetivo de a gente fazer um menage com ela e assim os dois aproveitarem, já que Sandra também era uma delícia de mulher, porque era pra ela que mais da metade dos colegas de trabalho batiam punheta. Sandra aceitou a proposta, mas mais pela tesão de transar com ela do que por estar com nós dois. Fomos a um bar, onde descaradamente Sandra pegava minha namorada por baixo da mesa, enfiava o dedo nela, apertava os peitos dela e beijava o pescoço, enquanto eu aproveitava pra enfiar o dedo e apalpar os peitos da Sandra. As pessoas das outras mesas perceberam tudo e a maioria não tirava os olhos daquele espetáculo, foi tão excitante que o garçom que atendia nossa mesa se aproximou pra nivelar os pés da mesa só pra ver por baixo as dedadas, os amassos e as pernas gostosas sem meia e já sem calcinha das duas.
O encontro não saiu como a gente pensou porque, na minha opinião, a Sandra ficou obcecada demais por ela sem entender que era um menage. Aí terminou essa tentativa, mas a tesão continuou, e as fantasias e propostas também, até que a gente decidiu contatar por uma página especial de contatos swingers. Recebemos centenas de mensagens, e nada de encontrar algo interessante. Já nessa época, minha namorada tinha mudado de área de trabalho, com novo chefe, novos colegas, e obviamente novos pretendentes tarados. É aqui que começa o início do comportamento dela e, daí em diante, a realização das nossas fantasias. Um dos colegas dela... chamado David, se mostrou bem habilidoso, conversando muito com ela, dizendo como ela era gostosa e que dava muita vontade, mas pra não parecer tão insistente e ela cair sozinha, ele conversava bastante sobre sexo, mas sem insistir, só pedindo pra ela apresentar alguma amiga safada que quisesse ação, já que ele era um comedor de primeira, muito tarado, que tinha encontros esporádicos com amigas, mas queria uma fixa pra estar comendo, porque era um expert e adorava meter. Minha namorada, mais por curiosidade, topou e apresentou algumas amigas, mas com nenhuma delas rolou nada. Eu via que minha namorada se esforçava pra ajudar e nada acontecia. Nessa época, ele comentou com ela que ela não tinha do que reclamar, já que tinha quem comesse ela. Até chegou a falar que tinha se inscrito num site de contatos pra encontrar alguém pra transar, porque já tava desesperado. Então ela, inocente (ou com iniciativa), contou sobre nossos começos no mundo swinger e que também contatávamos homens sozinhos. Demos nosso nick do site e ele viu nossas fotos, mas quando viu as dela, ficou doido e excitadíssimo, dizendo que nunca imaginou o que minha namorada escondia debaixo da roupa. Então minha namorada botou a mão na massa e só esperou o momento em que eu mesmo pedisse. Aí ela disse que já tinha um candidato pra um ménage, e eu falei: se é o amigo David, pode ir em frente, come ele. Os olhinhos dela brilharam, ainda mais porque ela já tava morrendo de vontade de ele fazer dela a mulher dele e ver se era verdade tudo que ele dizia. Então, depois de exames de saúde e com confiança (já que eu adoro creampie), seguimos com o plano. Marcamos um dia da semana, combinamos tudo e fomos pra um hotel com jacuzzi. Antes, já tínhamos conversado os três e explicado pra ele relaxar que ia dar tudo certo. que pra mim era algo que eu gostava (emprestar minha namorada) e que ela também curtia.
Nós três entramos na jacuzzi, no começo ele estava meio indeciso sobre o que fazer e como deixar ela excitada, mas aos poucos foi tomando iniciativa e ela foi aproveitando. Ele tem um pau maior que o meu, um pouco curvado e mais grosso, então ela imediatamente se agarrou nele e ficou estimulando com a mão por um bom tempo, preparando o pedaço que ia curtir.
Com ela no meio de nós dois, a gente brincava junto, cada um com um peito dela, chupando, lambendo, e beijando o pescoço e a boca dela, enquanto abríamos as pernas dela e íamos acariciando o clitóris e a entrada da buceta dela, enfiando um dedo aos poucos, às vezes ele, às vezes eu, além de passar a mão na bunda e no cu dela. Foi nesse momento que ele se aproximou mais dela e levantou ela um pouco, pra esfregar o pau dele nas pernas dela e na entrada da buceta. Ela estava mais excitada do que nunca, porque a gente estimulava o clitóris manualmente, dedava ela, e beijava os peitos dela devagar. Cheguei perto do ouvido dela pra perguntar como ela tava se sentindo, e ela disse que estava prestes a explodir, muito quente, excitadíssima, e que já queria que ele metesse nela. David pegava o pau dele e passava a cabecinha por fora dos lábios da buceta dela, esfregando às vezes bem rápido, fazendo ela tremer. Ele colocou por um momento o pauzão dele na entrada da buceta e minha namorada, não sei se de propósito ou sem querer, fez um movimento como se tivesse escorregado, e nesse deslize enfiou o pau do David inteiro. Ela soltou um grito bem alto e gozou na hora. Eu pude sentir por fora como ela estava completamente empalada e ver o David também curtindo a buceta quente e lubrificada da minha namorada. Enquanto os dois começavam um movimento devagar pra ela se recuperar do orgasmo, eu sussurrei no ouvido dela que aquele não era o plano, que embora já Tínhamos certeza de que ela estava livre de doenças, então ele não ia comer ela sem camisinha. No começo, ela pediu pra só deixar ela dar umas metidinhas e depois ele colocaria a camisinha, mas quando vi ela fora de si, rebolando que nem uma putíssima, gemendo e se acabando, na segunda vez que falei, ela mandou um "nem fodendo", que queria sentir o esperma dele entupindo ela até o talo, já que não tinha problema. Só fiquei observando de perto e tirando umas fotos, porque era muito excitante ver minha mina bem empalada e curtindo a experiência ao máximo. Eles aguentaram um bom tempo, e depois de mais uns orgasmos dela, ele disse que tava quase gozando e perguntou se era pra tirar. Ela respondeu puxando as pernas, puxando ele pra mais perto e apertando os músculos da buceta pra espremer bem ele. Ele deu um grito forte anunciando a descarga, e os jatos de porra foram fundo na buceta da minha mina, invadindo até o útero dela. Ela teve um orgasmo ao mesmo tempo, e quando ele tirou, vi na água uns fiapos brancos de esperma boiando.
Nós três saímos do jacuzzi, e enquanto ele se recuperava deitado na cama de barriga pra cima, eu já tava prestes a explodir. Então, na hora, comecei a dedilhar ela e sentir o esperma invadindo por dentro. Minha tesão não aguentou e comecei a meter com força, sentindo a buceta dela toda lubrificada, cheia da porra do David. A cada estocada, saía um pouco de esperma da buceta gostosa dela, escorrendo pelas bordas e descendo até as nádegas, formando uma espuma branca que quem já fodeu uma buceta cheia de porra conhece bem. Não durei muito, porque tava muito excitado, então, com uma descarga elétrica imensa, fui depositando, em várias contrações, cada mililitro de porra que eu tinha guardado pra ela. A buceta dela transbordou, porque não aguentou mais segurar tanta porra. Enquanto ela se recuperava de tantos orgasmos e a gente também, ficamos batendo um papo sobre umas aventuras aqui e ali, até que o David, sem vergonha nenhuma, começou a se esfregar a pica. anunciando que estava ficando excitada e se preparando pra uma segunda foda. Pra deixá-la ainda mais tesuda, continuou beijando ela, pescoço, peitos, rosto, barriga, até chegar na buceta dela e eu soube que ela não tava nem aí de estar cheia até o talo de duas gozadas generosas, lambeu o clitóris dela, beijou um pouco a entrada da buceta, as bordas, e foi enfiando os dedos devagar, com cuidado pra não tirar todo o sêmen. Ela foi aumentando a excitação até não aguentar mais e mandou ele meter logo. Ele pegou ela de papai-e-mamãe e enfiou a pica toda de uma vez, depois colocou as perninhas dela no ombro e deu umas metidas bem fundas, tanto que ela quase chorava, perguntei se tava doendo e ela só disse que não, que nunca tinham metido tão fundo e ela tava adorando. Ele colocou ela em várias posições, de quatro, de ladinho, até que ele sussurrava no ouvido dela que ela era muito gostosa e apertava muito bem, aí sentiu a chegada dele e de novo descarregou o sêmen dentro, ela tremia de tantos orgasmos e de sentir a buceta bem cheia e lubrificada. Ele foi descansar, então eu aproveitei pra estimular ela um pouco, enquanto ela me chupava gostoso, com o espetáculo que eu tinha visto já tava mais que excitado de novo, e com a pica bem dura também a ponto de explodir de novo, então estando de quatro pra gozar, tirei a pica e a descarga de esperma ficou na junção das nádegas dela e na entrada do cuzinho, já nós três bem cansados e tarados decidimos dar por encerrada a sessão, não sem antes ela vestir a calcinha fio-dental pra impedir que saíssem as três descargas, o que foi impossível porque quando chegou em casa enfiei a mão e descobri que a maior parte tinha vazado... Deixando o David em casa, combinamos que daquele dia em diante eu seria o amante fixo pra satisfazer ela sexualmente como ela quisesse, mas também podia dispor dela quando estivesse mais que tarado e não quisesse desperdiçar o sêmen com punheta. E assim foi. Passados alguns meses, notei ela bem satisfeita e solícita, já que agora tem pica sempre que dá na telha. Às vezes saem do trabalho na hora do almoço pra dar uma rapidinha, ou na maioria das vezes ela chega mais tarde em casa. Quando chega minha vez de entrar em ação, dá pra perceber que já levaram uma boa esquentada, excitada e cheia de porra por dentro, pronta pra eu entrar com a minha dose também.
A história não termina aqui, porque ultimamente ela vivia falando do chefe atual, um senhor já maduro, lá pelos 50 e tantos anos, me dizendo que era um homem separado que morava sozinho, que às vezes não saía, e que de vez em quando ele chamava ela pra tomar um café à tarde. Até aí, eu achava que era só isso. Mas um dia fomos nós dois sozinhos num bar, bebemos um pouco além da conta, e quando chegamos na casa dela e começamos o ataque, aproveitei que ela tava meio alterada pra, enquanto comia ela, perguntar sobre o chefe. Qual não foi minha surpresa ao descobrir que há tempos ele já tinha pedido a bunda dela, dizendo que tava sozinho e não tinha como se satisfazer sexualmente, que ele tinha muito a oferecer e ela pra receber, então se completavam. E que quando ela aceitasse, iam transar gostoso pra caralho. Ele aproveitava qualquer momento sozinhos pra lembrar ela e convencê-la, até sugerindo fazer algo rápido na hora do almoço, e ainda propôs que quando ela tirasse férias, fosse visitar ele pra dar prazer o tempo todo.
Ela, já mais sóbria, diz que ainda não aceitou, e me pergunta se eu quero que ela ceda. Eu respondo que a decisão é dela, mas pelo comportamento dela, eu quase juro que o chefe já tá comendo ela, só que ela não quer me contar. Sabe que não me incomodaria, mas não quer admitir. Enfim, se ela gosta de transar gostoso e isso me excita, é mais que conveniente. tenha vários amantes para satisfazê-la, já que ela é minha puta insaciável.
Um abraço, e espero que compartilhem comigo alguma história parecida.
fonte: www.marqueze.net
2 comentários - Minha namorada é bem puta e eu adoro