Ele ficou sentado no chão, chupando a buceta dela por uns vinte minutos, no escuro só se ouvia a língua se enfiando na Laura, era tudo muito louco, a Mabel podia acordar, e aí ia dar uma puta confusão. Eu continuei fingindo que tava roncando, de repente sinto que o Carlos se ajoelha, o pau dele fica na altura da buceta molhada, não custou muito pra penetrar ela, deu duas metidas e a gente sentiu a Mabel virar e fazer barulho. O Carlos se jogou em cima de mim, me empurrou e deitou, ficando eu colado na cama, a gente ficou paralisado, mas por sorte ela não acordou, só se ajeitou na cama. A gente fingiu que tava dormindo, mas já era mais de 6 da manhã, e no fim todo mundo dormiu de verdade.
Acordei umas doze horas do meio-dia, as minhas já não estavam mais na cama, o Carlos roncava do meu lado, acordei ele, a gente comentou tudo que tinha rolado, e não dava pra acreditar no que a gente tinha feito. Ele me contou detalhes que eu não tinha conseguido perceber no escuro. Não tinha dúvida que a Laura devia ter percebido tudo, um monte de sensações estranhas me invadiram, ciúmes, medo de dar alguma merda, o que eu ia fazer, ia falar alguma coisa quando a gente tivesse sozinho em casa ou ia ficar calado esperando que ela falasse primeiro?
A gente tomou café, as minhas já tavam comendo, eu procurava o olhar da Laura, nada, nenhum sinal estranho, tudo parecia normal. Falaram da festa, de como a gente tinha se divertido, a gente tinha que ir embora, minha sogra tava esperando pra almoçar.
Naquela tarde de domingo a gente passou o dia transando, a Laura tava muito tesuda, nada foi dito sobre a noite passada, só que no meio da foda eu comecei a falar pra ela o quão puta ela era, como você gosta de pau, etc., etc., tudo coisa nova no nosso relacionamento, acho que gozei umas 4 vezes naquela tarde inesquecível.
— Você é minha puta
— Sim, sim, me come que eu tô com tesão
Durante a semana ela comeu quase todo dia, mas sobre o que aconteceu no sábado nada, nem se falava. Na quinta a Mabel liga pra convidar a gente pra comer pizza na casa dela e depois ir pra Tomar algo perto, claro, eu tinha falado com o Carlos por telefone e acertado todos os detalhes, a gente passaria, se possível, outro sábado na casa deles............
No sábado de manhã fomos fazer compras, e a Laura me pergunta:
– A gente vai dormir na casa da Mabel?
– Sei lá, não falei sobre isso, mas seria bom, assim a gente não viaja tão tarde.
– Tô falando por você, que tem que dormir no chão.
– Sem problema, eu durmo em qualquer lugar.
– Tinha que avisar ela que a gente vai ficar.
– Ao meio-dia a gente liga e avisa (não tinha celular).
Claro que ligamos, e elas mandaram a gente levar roupa, pra no dia seguinte pegar sol no terraço, eles moravam num PH com terraço.
A Laura se arrumou pra ir comer pizza, ficou espetacular, vestiu a saia mais curtinha que tinha e uma calcinha minúscula, eu olhava pra ela e fingia que não tava vendo nada, sem fazer comentário, além disso levamos roupa pra dormir e biquíni pra pegar sol.
O jantar foi normal, comemos, bebemos muita cerveja, a Mabel bebe, a Laura não, só refrigerante, e depois a gente foi pra uma balada perto da casa delas, onde tomamos uísque e fizemos umas merdas, umas 2 da manhã, a Mabel fala que tá com sono. Com o tanto que tinha bebido, claro, o Carlos caprichou em encher o copo dela a noite toda.
Chegamos, a gente foi fumar no terraço e preparar o novo ataque, e as minhas foram dormir.
– Começo igual ao outro dia?
– É, coloca a mão na buceta dela e chupa que ela derrete toda.
– Mas aí não dá pra meter, a cama balança muito, o Carlos fala.
– E se você desce ela pro chão?
– Tá louco, se ela tá aí, (é verdade, eu tava meio doido, mas quase certeza que a Laura sabia que eu sabia).
– Tem razão, então você começa e a gente vai vendo, tô muito tesudo.
– Eu também, tô com o pau duro, pega aqui.
– Nossa, como você tá.
Tava duríssimo, a situação era muito mais excitante, e fazer tudo aquilo a um metro da Mabel deixava a gente mais tarado ainda.
– Será que elas deitaram igual ao outro dia??? pergunto.
—Você se faz de besta e acende a luz, como se não tivesse percebido, apaga rápido, assim a Mabel não acorda, que já deve estar morta de cansada.
Entramos devagar e eu acendo a luz, apago, "Ai, me enganei", falo. Laura estava do lado certo com a bunda bem empinada, as duas cobertas com um lençol, a gente se tocava fazendo gesto de ok.
Mal deitamos, o Carlos enfia a mão entre as pernas da Lau, ela abre e deixa a pussy bem exposta, a mini calcinha estava enfiada na buceta já molhada. Dessa vez ele só ficou uns cinco minutos acariciando ela e logo sentou pra deixar a boca na altura da pussy, puxou ela pra beirada, ela ajudou, e começou o show de linguadas. Não se ouvia nada, mas eu sentia. A Mabel já tava roncando.
Ele ficou um tempão chupando a pussy dela, dava pra sentir que a Lau tava mordendo o travesseiro pra não fazer barulho. Nisso, sinto o Carlos levantar e sair do quarto, me toca pra eu ficar tranquilo, deixa a porta meio aberta. Eu ronco pra Lau saber que ainda tô ali. Passam cinco minutos e a Lau levanta devagar e sai também. Não aguento mais e saio pra espiar.
O quarto dá pra um pátio pequeno, não vejo ninguém. Era uma noite de lua cheia. "Onde será que tão?", penso. "No banheiro?" Saio, a luz tava apagada e a porta aberta, não tavam lá. "Onde? Na varanda, claro, era o lugar mais seguro." Começo a subir devagar pra não fazer barulho, e aí vejo eles: Laura apoiada no parapeito com a bunda pra cima, o baby doll na cintura, e Carlos agachado atrás chupando o cu e a pussy dela sem parar.
Mil coisas passaram pela minha cabeça. "O que eu tô fazendo aqui?" Entreguei minha mulher pro meu melhor amigo e a gostosa tava adorando. De novo o ciúme, queria matar os dois, mas ao mesmo tempo, vendo eles gozarem tanto, meu pau a mil, eu me acalmava. "Ela não vai me querer mais?" Mal tínhamos meses de casados, como pude chegar nisso? Será que eu realmente tinha... Bagunça no barraco.
Comecei a bater uma brona gostosa quando vi que o Carlos se levantou e, de costas, meteu nela e começou a bombar sem parar. Eles se beijavam, e isso me deixava mais doido, mas o tesão era maior que toda a minha raiva. Desci rápido, com medo de que a Mabel acordasse. Entrei no quarto e só se ouvia o ronco suave dela. Fiquei tranquilo. Deitei e continuei batendo uma, gozei tanta porra que nem lembrava mais. Limpei com a cueca e quase dormi. Os amantes não apareciam. A curiosidade falou mais alto e voltei pro terraço. Agora ela estava de frente, continuavam se beijando, e ele comia ela devagar...
Acordei umas doze horas do meio-dia, as minhas já não estavam mais na cama, o Carlos roncava do meu lado, acordei ele, a gente comentou tudo que tinha rolado, e não dava pra acreditar no que a gente tinha feito. Ele me contou detalhes que eu não tinha conseguido perceber no escuro. Não tinha dúvida que a Laura devia ter percebido tudo, um monte de sensações estranhas me invadiram, ciúmes, medo de dar alguma merda, o que eu ia fazer, ia falar alguma coisa quando a gente tivesse sozinho em casa ou ia ficar calado esperando que ela falasse primeiro?
A gente tomou café, as minhas já tavam comendo, eu procurava o olhar da Laura, nada, nenhum sinal estranho, tudo parecia normal. Falaram da festa, de como a gente tinha se divertido, a gente tinha que ir embora, minha sogra tava esperando pra almoçar.
Naquela tarde de domingo a gente passou o dia transando, a Laura tava muito tesuda, nada foi dito sobre a noite passada, só que no meio da foda eu comecei a falar pra ela o quão puta ela era, como você gosta de pau, etc., etc., tudo coisa nova no nosso relacionamento, acho que gozei umas 4 vezes naquela tarde inesquecível.
— Você é minha puta
— Sim, sim, me come que eu tô com tesão
Durante a semana ela comeu quase todo dia, mas sobre o que aconteceu no sábado nada, nem se falava. Na quinta a Mabel liga pra convidar a gente pra comer pizza na casa dela e depois ir pra Tomar algo perto, claro, eu tinha falado com o Carlos por telefone e acertado todos os detalhes, a gente passaria, se possível, outro sábado na casa deles............
No sábado de manhã fomos fazer compras, e a Laura me pergunta:
– A gente vai dormir na casa da Mabel?
– Sei lá, não falei sobre isso, mas seria bom, assim a gente não viaja tão tarde.
– Tô falando por você, que tem que dormir no chão.
– Sem problema, eu durmo em qualquer lugar.
– Tinha que avisar ela que a gente vai ficar.
– Ao meio-dia a gente liga e avisa (não tinha celular).
Claro que ligamos, e elas mandaram a gente levar roupa, pra no dia seguinte pegar sol no terraço, eles moravam num PH com terraço.
A Laura se arrumou pra ir comer pizza, ficou espetacular, vestiu a saia mais curtinha que tinha e uma calcinha minúscula, eu olhava pra ela e fingia que não tava vendo nada, sem fazer comentário, além disso levamos roupa pra dormir e biquíni pra pegar sol.
O jantar foi normal, comemos, bebemos muita cerveja, a Mabel bebe, a Laura não, só refrigerante, e depois a gente foi pra uma balada perto da casa delas, onde tomamos uísque e fizemos umas merdas, umas 2 da manhã, a Mabel fala que tá com sono. Com o tanto que tinha bebido, claro, o Carlos caprichou em encher o copo dela a noite toda.
Chegamos, a gente foi fumar no terraço e preparar o novo ataque, e as minhas foram dormir.
– Começo igual ao outro dia?
– É, coloca a mão na buceta dela e chupa que ela derrete toda.
– Mas aí não dá pra meter, a cama balança muito, o Carlos fala.
– E se você desce ela pro chão?
– Tá louco, se ela tá aí, (é verdade, eu tava meio doido, mas quase certeza que a Laura sabia que eu sabia).
– Tem razão, então você começa e a gente vai vendo, tô muito tesudo.
– Eu também, tô com o pau duro, pega aqui.
– Nossa, como você tá.
Tava duríssimo, a situação era muito mais excitante, e fazer tudo aquilo a um metro da Mabel deixava a gente mais tarado ainda.
– Será que elas deitaram igual ao outro dia??? pergunto.
—Você se faz de besta e acende a luz, como se não tivesse percebido, apaga rápido, assim a Mabel não acorda, que já deve estar morta de cansada.
Entramos devagar e eu acendo a luz, apago, "Ai, me enganei", falo. Laura estava do lado certo com a bunda bem empinada, as duas cobertas com um lençol, a gente se tocava fazendo gesto de ok.
Mal deitamos, o Carlos enfia a mão entre as pernas da Lau, ela abre e deixa a pussy bem exposta, a mini calcinha estava enfiada na buceta já molhada. Dessa vez ele só ficou uns cinco minutos acariciando ela e logo sentou pra deixar a boca na altura da pussy, puxou ela pra beirada, ela ajudou, e começou o show de linguadas. Não se ouvia nada, mas eu sentia. A Mabel já tava roncando.
Ele ficou um tempão chupando a pussy dela, dava pra sentir que a Lau tava mordendo o travesseiro pra não fazer barulho. Nisso, sinto o Carlos levantar e sair do quarto, me toca pra eu ficar tranquilo, deixa a porta meio aberta. Eu ronco pra Lau saber que ainda tô ali. Passam cinco minutos e a Lau levanta devagar e sai também. Não aguento mais e saio pra espiar.
O quarto dá pra um pátio pequeno, não vejo ninguém. Era uma noite de lua cheia. "Onde será que tão?", penso. "No banheiro?" Saio, a luz tava apagada e a porta aberta, não tavam lá. "Onde? Na varanda, claro, era o lugar mais seguro." Começo a subir devagar pra não fazer barulho, e aí vejo eles: Laura apoiada no parapeito com a bunda pra cima, o baby doll na cintura, e Carlos agachado atrás chupando o cu e a pussy dela sem parar.
Mil coisas passaram pela minha cabeça. "O que eu tô fazendo aqui?" Entreguei minha mulher pro meu melhor amigo e a gostosa tava adorando. De novo o ciúme, queria matar os dois, mas ao mesmo tempo, vendo eles gozarem tanto, meu pau a mil, eu me acalmava. "Ela não vai me querer mais?" Mal tínhamos meses de casados, como pude chegar nisso? Será que eu realmente tinha... Bagunça no barraco.
Comecei a bater uma brona gostosa quando vi que o Carlos se levantou e, de costas, meteu nela e começou a bombar sem parar. Eles se beijavam, e isso me deixava mais doido, mas o tesão era maior que toda a minha raiva. Desci rápido, com medo de que a Mabel acordasse. Entrei no quarto e só se ouvia o ronco suave dela. Fiquei tranquilo. Deitei e continuei batendo uma, gozei tanta porra que nem lembrava mais. Limpei com a cueca e quase dormi. Os amantes não apareciam. A curiosidade falou mais alto e voltei pro terraço. Agora ela estava de frente, continuavam se beijando, e ele comia ela devagar...
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