Virando Mulher - Por trás é melhor

O verão estava dando seus últimos suspiros e a tristeza e a preguiça me tomavam. Não me importava que o semestre na faculdade começasse em poucos dias, o que realmente me atormentava era pensar que, nos meses que faltavam até as férias de Natal, mal veria meu namorado, o Pablo, a não ser nos fins de semana.

Logo completaríamos dois anos juntos e estávamos muito apaixonados. Por mim, eu estava louca por ele. O dia inteiro ele estava na minha boca, seja conversando com minhas amigas ou em casa com meus pais. Nossa vida sexual ficava mais intensa a cada mês. Qualquer oportunidade que tivéssemos era aproveitada para o que desse: sexo oral, amassos, transar. Mas ainda tínhamos uma matéria pendente: o sexo anal. Não podia pedir mais da vida, até porque nos estudos eu ia muito bem até então.

A relação com meus pais estava um pouco tensa, pois faltava entendimento entre eles por causa de questões de trabalho: meu pai tinha recebido uma proposta boa para crescer, de forma bem significativa, na carreira dele. Eles estavam na dúvida se ele aceitaria e nós três mudaríamos de cidade ou se ficaríamos. O problema era minha mãe, que não queria largar o emprego dela e recomeçar em outro lugar. E eu também não queria deixar minha cidade, meus amigos e, principalmente, o Pablo.

Para nos despedirmos do verão, eu e o Pablo compramos um pacote de viagem para passar um fim de semana em Leeds, na Inglaterra. O motivo era ver ao vivo o show que o Robbie Williams faria lá no dia 8 de setembro daquele ano. Como não conseguimos ingressos para os shows em Paris e Amsterdã, que a princípio nos pareciam mais interessantes por causa das cidades, nos contentamos com a cidade inglesa, que com certeza seria feia, fria e sem graça. Mas, no fim das contas, estávamos felizes, porque perto dali teríamos Manchester e Liverpool para visitar. O show era numa sexta à noite e dormiríamos em Leeds. No sábado, a gente se viraria nas outras cidades, que, com certeza, Seguro que seriam mais interessantes, principalmente Liverpool pelo que todo mundo sabe… os Beatles.

Claro que eu tinha a permissão dos meus pais, ou pelo menos avisei eles e não botaram nenhum problema. Mesmo já tendo meus 18 anos, gostava de contar com a aprovação deles. Pra mim, a opinião e a confiança deles era algo sagrado.

Pegamos o AVE em Córdoba na quinta à tarde. Dormiríamos em Madrid naquela noite, na casa dos tios do Pablo, e na sexta de manhã viajaríamos pra Manchester, onde pegaríamos um trem pra Leeds. Chegamos nessa cidade umas quatro da tarde, com o tempo quase apertado pra ir pro hotel, dar uma rapidinha, tomar banho e trocar de roupa.

Decidimos fazer na ducha pra perder o menor tempo possível. Quando já estávamos pelados e prestes a entrar no chuveiro, o telefone tocou. Pablo atendeu porque mandava melhor no inglês do que eu. Era o recepcionista avisando que o último ônibus pro parque onde rolava o show sairia em meia hora. Quando ele desligou e me contou, meu coração disparou.

— CARALHO, QUE MERDA! — exclamei — Não acredito, agora que eu tava super excitada não dá tempo pra nada além de me vestir e me arrumar — continuei falando entre a raiva e a excitação.

— Não importa, amor — disse Pablo — a gente se alivia quando voltar à noite — tentou me consolar.

Não deu tempo de continuar reclamando porque me apressei pra me maquiar e vestir. Ele fez o mesmo, também na correria. Cinco minutos antes do horário limite, descemos pra recepção entregar a chave. A cara de puta raiva que eu tava não passou despercebida pelo recepcionista. Com mau jeito e um inglês meia-boca, perguntei por que o último ônibus saía tão cedo. Ele se desculpou mantendo a educação e alegando que era culpa do trânsito. Se os ônibus demorassem mais, parariam longe e teríamos que ir o resto do caminho a pé.

Saímos do hotel sem tirar os olhos dele. Mau: eu tinha perdido a tesão e tava de marcação com ele. Quando saí na rua e vi a agitação dos caras e minas indo pro show, a raiva passou. Subimos no ônibus e já não achamos lugar. Ficamos de pé, apertados pela manada de ovelhas que tinham o mesmo destino: o matadouro onde o Robbie ia “nos matar de prazer com a música dele”. Sentia uns e outros apertando minha bunda e meus peitos, de tão juntos que estávamos. De novo veio aquele calor que eu tinha perdido no quarto. Avisei o Pablo da situação.

– Pablo, tão esmagando minha buceta e meus peitos. Se isso durar muito mais, eu gozo aqui mesmo. – falei fazendo olhinhos.

– Hahahahaha, você me mata de rir – respondeu sem parar de rir e me olhando com paciência – Não será que o que te excita é pensar que vai pro show do seu amado Robbie? – continuou me provocando.

Não quis responder pra não virar ele de cabeça pra baixo e pisar no pescoço dele… hahahaha. Quando o ônibus chegou, nos deixou tipo a meio km do local do show. Enquanto caminhávamos, o Pablo se afastava um pouco de mim e não parava de me olhar de cima a baixo. Eu tinha colocado uns sapatos de salto bem baixo, uma minissaia de couro preto bem justa e uma calcinha fio-dental vinho por baixo, um top do mesmo material e cor da minissaia e sem sutiã. Uma mochilinha nas costas com minhas coisas. O cabelo ainda com os cachinhos que fiz uma semana atrás. Sem dúvida, tava vestida pra guerra musical. Por um momento pensei se o resto dos caras e talvez minas, me olhavam do mesmo jeito. UFFFFFFF Que calor tomava meu corpo até a virilha! Ele mal tinha vestido uma calça jeans e uma camiseta bem vagabunda. Uma jaqueta leve e meu moletom amarrado na cintura dele, um tênis e o cabelo todo bagunçado.

Quando chegamos no lugar do show, entramos depois de esperar um pouco na fila. Ao entrar no recinto, o pelo dos meus braços arrepiou, não acreditava no que meus olhos viam: aquilo tava lotado, só No final, ainda sobravam lugares livres, numa espécie de arquibancada feita de escadas, bem na frente do palco. Eu olhava pra ele e via tão longe que parecia estar a quilômetros de distância. Mas fazer o quê, já sabia que não iam nos colocar na área VIP… kkkkkk.

Todo mundo na nossa área estava sentado no chão. A bebida passava de mão em mão sem parar. Umas minas cantavam as músicas do artista. Outros caras faziam bagunça. O clima tava super animado e eu não parava de olhar pra todos os lados. Pablo fazia o mesmo, mas olhando pras garotas, os olhos quase pulavam pra fora. Não me importava, porque realmente tinha minas lindas, jovens e gostosas, era inevitável pra ele.

De vez em quando eu pegava ele olhando pra bunda daquelas gatinhas ardentes e desejáveis. Imagino que naquele momento, se tivesse chance, ele metia no cu de mais de uma. Era uma parada que deixava ele louco e que ele queria fazer comigo. Mas eu tinha um presente pra ele naquela noite: finalmente tinha me decidido a dar minha virgindade anal. Ele não fazia ideia da surpresa que o esperava no hotel.

Finalmente anunciaram o começo do show, quando as últimas luzes avermelhadas da tarde sumiram. Tocaram as notas musicais do filme "Contatos Imediatos de Terceiro Grau"... ♫ ni, no, ni, no ♪... ♪ ti, to, ti, to ♫... (algo assim) aquelas que usam pra se comunicar com extraterrestres. A galera enlouqueceu: as minas gritavam, os caras olhavam pra gente com cara de incrédulos, não conseguiam entender tanta devoção por um artista. Mas as minas são assim mesmo!

Durante o show, não parei de cantar, em coro com as minas e alguns caras, todas as músicas do nosso ídolo. O clima era realmente excitante e emocionante. Quando terminava a música que a gente tava ouvindo, todas sabíamos qual vinha depois: "Angels", a preferida da maioria, inclusive a minha.

É difícil, até agora, expressar o que eu sentia sem que as lágrimas venham. Lágrimas dos meus olhos. O corpo parecia colado no chão, meu coração batia como o de uma leoa depois de uma caçada. O ar escapava da minha boca no ritmo das batidas, sem freio, descontrolado e muito quente, tanto que meus lábios ficavam bem mornos, demais, apesar do frescor da noite. Eu olhava pro Pablo, que permanecia impassível, com aquele mesmo olhar altivo e inalterável de sempre. Peguei na mão dele, chamei ele com os olhos, ele me olhou e, sem pensar, dei um beijo longo e apaixonado na boca dele, numa tentativa de abafar o fogo que derretia a gente. Ele correspondeu com a mesma paixão, me apertando o máximo que podia. Ele espremia meus peitos contra o dele e me segurava pela bunda, como marcando a mulher dele na frente dos outros caras famintos por carne jovem e safada. Eu realmente me senti muito emocionada: pra mim, "Angels" é a música mais emocionante e linda que já ouvi, e isso se estampava no meu rosto e nos meus sentimentos.

- Eu te amo! Te amo mais do que consigo aguentar – falei no ouvido dele, quase gritando pra abafar o barulho das milhares de gargantas que ovacionavam o ídolo delas.

- Eu também, amor. Te amo muito – ele respondeu sem parar de me abraçar.

A gente se separou bem na hora em que o Robbie apresentava a música e nos incentivava a acompanhá-lo. A gritaria ficou ainda mais insuportável. Ele começou a cantar e milhares de braços se levantaram por toda parte. Pelo que soube dias depois, mais de 60 mil pessoas compareceram. Sem dúvida, isso arrepiou a pele de qualquer um.

♫♪♫ – "I sit and wait. ♪♫♪ Does an angel contemplate my fate? ♫♪♪..." – ele começou a cantar e todas nós gritamos histericamente. Conforme a música avançava, o coração batia mais forte e era difícil segurar a respiração e as lágrimas que lutavam pra escapar dos olhos, emocionadas. Por todo lado, via garotas subidas nos ombros dos caras. Algumas delas com os peitos de fora. Outras, com os pés no chão, imitavam elas e também mostravam suas corações", com os mamilos firmes e eriçados, como se quisessem que o ídolo delas reparasse e as levasse a um êxtase de amor sensual.

Eu realmente me sentia muito excitada pela música e pela cena mais própria de uma Bacanal Romana. Sem pensar, deixei cair as alças fininhas do top pelos ombros. Elas deslizaram pelos braços e, finalmente, puxei o top para baixo, até a cintura. Meus peitinhos pequenos ficaram expostos, banhados de suor. Os mamilos quase doíam de tão duros que estavam. Eu olhava para eles enquanto não parava de cantar junto com milhares de garotas e com ele, meu amado Robbie. Estavam apontando para o palco, como duas pequenas flechas de desejo.

Por trás, não parava de sentir todo tipo de empurrões, pulos e apalpadelas — inconscientes? Naquele momento, Pablo me olhou, alucinado: não podia acreditar no que via. Não me disse nada, só me encarava perplexo. Virei-me para ele e me abracei mais forte do que antes.

— Me masturba! — supliquei ansiosa, enquanto guiava a mão dele com a minha até minha bucetinha molhada e cheia de vontade.

Ele me olhou e, sem conseguir dizer nada, começou a esfregar com vários dedos sem parar, sem deixar de destruir por cima da calcinha fio-dental. Abraçada no meu amante, não parava de cantar a música junto com o resto. Sentia que as forças estavam me abandonando quando, afastando minha calcinha, ele enfiou dois dedos em forma de gancho na minha frestinha.

— UMMMMMMMMM! — um gemido forte escapou dos meus lábios sem que ninguém percebesse ou ouvisse. O barulho da música e das milhares de gargantas era ensurdecedor.

Virei-me para o palco sem que os dedos saíssem. Minhas costas se fundiram com o peito dele, empurrando minha bunda contra o pau duro dele. Ele também estava muito excitado e me fazia saber com sua dureza e tamanho. Não parava de remexer nas minhas entranhas mesmo depois de a música terminar. Eu aplaudia como podia e aproveitava os gritos da plateia para soltar e camuflar os meus, que eram de prazer, de luxúria. Mal começava a próxima música. e aproveitei pra gritar de novo com a multidão, o orgasmo molhava minha calcinha fio dental e escorria pela parte interna das pernas, quase até os joelhos. Por alguns segundos meu corpo não conseguia se mexer. A buceta apertava os dedos do Pablo e ele teve um pouco de trabalho pra me obrigar a terminar o orgasmo.

Já não gritava junto com o resto das fãs enlouquecidas. Minha ppk continuava ocupada por dois dedos mestres e mágicos. Pedi pro Pablo tirá-los e me virei pra beijá-lo com doçura e paixão.

— Pablo, por favor, tira da mochila um lencinho perfumado. Tô com a ppk que parece um pântano e as pernas cheias de rios — gritei pra ele me ouvir de primeira.

Depois de tirar e me dar, me limpei como pude. Sentia que mil olhos tinham visto a cena. Nada disso, ninguém tinha percebido… Quem ia me olhar no meio de um show enlouquecedor!! Pensava enquanto também vinha à mente uma pergunta: quantas devem ter gozado no mesmo momento que eu? Imaginei que muitas e isso me fez sentir mais satisfeita.

— Pablo, quer se aliviar, love? — perguntei encostando meus lábios bem perto da orelha dele.

— Não, Luz, tá tudo OK. Não se preocupa. Já fico feliz que você tenha aproveitado — respondeu resignado e meio satisfeito.

— Não se preocupa, quando chegarmos no hotel vou te compensar generosamente — consolei e voltei a beijar e chupar a boca dele.

O show acabou e eu me sentia muito cansada, mas a vontade de continuar a festa me dava forças renovadas. Decidimos ir pro centro da cidade, beber cerveja preta em algum PUB típico. Você não pode ir pra Inglaterra e não pedir uma boa caneca de cerveja Guinness. Tem outras mais consumidas, mas quase todo espanhol se atrai por essa em particular quando vai pra Inglaterra.

Perto de uma da madrugada tocou um sino estridente. Pablo me disse que era o aviso pra pedir a última dose, porque depois daquele momento não serviam mais nada. Decidimos ir embora e Não esperar a debandada. Como quase tudo estava fechado e já não tinha mais clima, a gente saiu pra andar pela cidade. Mesmo sem ter chovido, as ruas estavam molhadas, provavelmente tinham regado. Eu adorava passear por aquelas ruas que achava tão pitorescas.

Andando sem rumo, chegamos no rio e sentamos num banco de madeira com uma estrutura que parecia de bronze. Ficamos um tempão sentados, conversando sem parar sobre o show e as sensações tão diferentes. Pablo não ficou entediado, mas também não curtiu muito, a não ser… pela quantidade de bundas gostosas e peitinhos rosados que ele viu. Ele ainda tava com aquele olhar safado e aquela expressão de felicidade que os caras têm só de olhar e imaginar.

Paramos de falar e começamos a nos dar carinho. Como a gente tava se empolgando e não sabia o que podia rolar naquele país tão peculiar em questão de moral, não quisemos ficar muito apaixonados, pra não acabar dormindo numa cela. Pior ainda, separados, e não poder dar minha surpresa.

Como o hotel era perto, fomos de mãos dadas. Sem reparar muito na arquitetura curiosa dos prédios. A gente tava meio apressado e não tinha tempo a perder.

Chegamos no hotel e ele tava fechado. Quando o recepcionista nos viu, pela porta de vidro, saiu do balcão e abriu pra gente. Nos deu a chave e subimos pelas escadas, era só um andar. Ao entrar no quarto, fui até a sacada e corri as cortinas. A vista dava pra um parque e, por cima dele, dava pra ver alguns prédios que deviam ser oficiais ou de interesse turístico, porque estavam iluminados de um jeito lindo.

Depois de uns dois minutos, Pablo chegou perto de mim e me abraçou por trás. Apoiando o queixo no meu ombro e encostando a cabeça na minha. Eu me sentia mais romântica do que excitada contemplando aquela vista linda. Pensava que ainda tinha um dia e meio antes de voltar pra rotina e que não queria perder nada.

Os braços do meu garoto me Abraçaram minha barriga e cobri as mãos deles com as minhas. Apertei bem forte, como se quisesse segurar aquele momento de forma simbólica. Ele começou a beijar meu pescoço, o lóbulo da orelha… o cabelo loiro e cacheado. Eu soltei as mãos dele para segurar seus antebraços, estava ficando excitada de um jeito muito doce. Me sentia tão protegida que o resto do mundo não importava naquele momento.

— Pablo, apaga as luzes, por favor, quero que a luz que entra pela janela nos banhe — pedi, toda dengosa.

Ele obedeceu e segundos depois estava na mesma posição, repetindo o que tinha parado. Meu corpo balançava de um lado para o outro, bem devagar, como se dançasse uma balada. Uma das mãos dele largou minha barriga para deslizar sobre o top, acariciando meus peitos de couro preto. A sensação do toque do couro neles, pressionado pela mão dele, era divina.

Enquanto me deixava fazer, não parava de suspirar, de virar levemente a cabeça encaixando os lábios dele no meu pescoço. Levantava o queixo para que ele fosse mais adiante. Um formigueiro de formigas brincalhonas percorria meu corpo inteiro.

— Me despe devagar, Pablo! — supliquei — quero sentir suas mãos percorrendo meu corpo todo como se fossem de seda.

— Como quiser, amor, você está linda nessa meia-luz. Seu cabelo tem um monte de reflexos mágicos. — respondeu docemente.

Sem dizer mais nada, começou a atender meu pedido. Deixou as alças caírem pelos braços. Deslizou as mãos pelos peitos, por baixo do couro. Acariciou por alguns segundos até puxar a peça para baixo, até a cintura, deixando as tetinhas à mercê dele, e com elas os biquinhos que pediam atenção. Avisei sobre o apelo dos montinhos pequenos e excitados, e sem se fazer de rogado, beliscou-os com suavidade, se deliciando.

— UMMMMM! — O primeiro gemido escapou da minha boca ofegante, como um passarinho saindo da gaiola quando a portinha se abre.

— Adoro quando você faz tão suave, quando seus sentidos são só para mim. mí – sussurrei pra ele, sem parar de balançar o corpo.

Levantei os braços e pedi pra ele tirar meu top por cima da cabeça. Ele obedeceu e meu torso ficou completamente nu. Ele deslizou as mãos pelas minhas cadeiras e foi descendo até apalpar a pele das coxas. As formiguinhas mudaram de zona e vieram pra elas, me dando pequenas mordidinhas de prazer. Com as duas mãos, o Pablo foi levantando a minissaia até a cintura, deixando as coxas e as cadeiras completamente à mercê das mãos dele.

–.!!DEUSSS!! Como você me deixa louca, love! – minha boca tinha autonomia própria e as palavras saíam sem pensar.

Ele continuava me acariciando sem parar de beijar meu pescoço e metade do meu rosto. Finalmente chegou o momento em que eu me livraria daquela saia de couro que parecia sufocar minha buceta. Ele abaixou o zíper até a metade da peça e, quando ela ficou solta, deixou cair aos meus pés, deixando minha bunda colada na calça dele e o pequeno triângulo virado pra sacada, iluminado pelas luzes da rua.

Discretamente, tirei um lenço umedecido que tinha colocado na minha bucetinha, tipo um absorvente, depois de gozar no show, pra não molhar a calcinha fio dental com os restos de orgasmo. Não queria que uma coisa tão besta quebrasse a magia do momento. Me inclinei um pouquinho pra frente, deixando minha bunda meio exposta pra ele fazer o que quisesse com ela.

Ele colocou as duas mãos nas nádegas e explorou a redondeza delas. De vez em quando apertava com força, como se quisesse agarrá-las. Segurando as cortinas, de olhos fechados, eu desejava que ele tivesse um surto e me comesse ali mesmo. Meus desejos não foram realizados, por mais que eu quisesse muito, ele não se atrevia porque conhecia minhas repetidas recusas do passado.

Minha excitação tinha subido tanto que me virei pra ele, abracei o pescoço dele e o beijei com desespero. Deixei a boca dele pra levar meus lábios até a orelha direita. Sussurrando, falei no ouvido dele:

–. love, não aguento mais, quero que você me ame, quero que você me foda, quero que faça de mim o que quiser. Nos separamos, ela me pegou pela mão e juntos fomos até a cama. Ao chegar, sentei na borda, com ele na minha frente. Com certa pressa, desabotoei a calça jeans dele e puxei até os joelhos. O volume que se marcava por baixo da cueca já me fazia pressagiar uma noite promissora.

Ele, enquanto isso, tinha tirado a camiseta, também com pressa. Beijei o pau por cima da cueca que o prendia. Os primeiros gemidos de prazer começaram a surgir. Ele me desejava tanto quanto eu, mas eu queria ir devagar, não queria estragar aquele momento tão especial e romântico. Se ele não me comeu por trás quando teve chance e eu queria, aquele momento de loucura já tinha passado.

Finalmente, tirei a última peça que ele vestia e peguei o pau duro e poderoso dele com as mãos. Acariciei e beijei com calma, aproveitando cada centímetro. Por fim, coloquei na minha boca e comecei a chupar com gosto. Subia e descia, acelerando cada vez mais, da cabecinha até quase roçar os lábios nas bolas. Ao sair, brincava com a língua por um segundo antes de engolir de novo. Por um tempo, fiz um boquete bem dado e merecido.

— Pablo — chamei a atenção dele — nesta noite tão especial, quero que a gente faça algo que você deseja há tempos e que hoje estou disposta a te dar. — continuei.

— O que você quer que a gente faça, amor? — respondeu, mostrando-se receptivo.

— Quero que a gente faça por trás, no cu — falei, olhando fixamente nos olhos sóbrios dele.

— Tem certeza? — perguntou — Por que hoje te deu vontade disso? — continuou questionando.

— Por vários motivos — comecei a explicar — faz tempo que venho pensando nisso e acho que estou pronta. Pensei, quando a gente garantiu os ingressos do show, que ao vir e estar num lugar especial, num dia que com certeza vou lembrar pra sempre, gostaria de adicionar às minhas lembranças ter me entregado sem medo e sem receios. — terminei de me confessar.

— Como quiser, amor, a gente vai com calma, tempo de sobra. importante é que você sinta o mínimo de dor possível e que a gente aproveite. – respondeu ele, complacente e seguro.

Acrescentei que aquela noite a gente ia dedicar só a isso, sem praticar sexo de nenhuma outra forma. Se eu queria que fosse o menos traumático possível, tinha que ser com muita calma e tato. Eu tinha um plano pra isso e precisava de tempo e ajuda.

Me aproximei da minha mala e tirei dela uma caixinha que continha o necessário pra fazer do meu jeito. Ele ia me ajudar, mas eu quem ia comandar pra saber como e quando agir. Pedi pra ele sentar comigo na cama e comecei a mostrar o que tinha na caixinha e o que fazer com aquilo.

– Olha – comecei a explicar – isso é uma espécie de tubo de látex, de uns 10 cm, com uma das pontas fechada. Serve pra enfiar no cu, até o anel da parte que fica pra fora encostar. Como você vê, é fino e vai entrar bem com sua ajuda…

Ele prestava atenção na minha explicação e anotava tudo direitinho. Não tinha muita certeza da função daquilo, mas ouvia com interesse.

– Isso aqui é um cilindro, também de látex, e serve pra introduzir o que te mostrei antes. Tem o mesmo comprimento e é usado como um êmbolo. Viu? – mostrei como fazer.

Pablo continuava ouvindo perplexo, mas intrigado e atento. Devia estar pensando que o pau dele era bem mais grosso que aquilo e não parecia entender direito. Enquanto isso, eu peguei o próximo objeto.

– Agora vem a parte quase mais importante. Bom, quase tanto quanto as outras. – mostrei pra ele e ele ficou ainda mais confuso.

Era uma espécie de cilindro ligado a um cone, tudo formando uma peça só. Expliquei que, depois de enfiar o tubinho de látex no cu, empurrado pelo êmbolo, a gente colocava essa peça devagar, com a ideia de ir dilatando o cu até um diâmetro necessário, porque ia ficando mais grosso conforme entrava.

Depois dessa explicação, ele respirou aliviado, porque devia ter me achado louca. Muito satisfeito com a proposta, ele me disse. uma colaboração total.
- Desculpa, Pablo, esqueci de mencionar. Além disso, tem um tubinho de creme lubrificante. Você tem que me untar bem o ânus com um dedo, pra eu não sofrer muito na hora de dilatar. Depois enfia o tubinho até o fundo e, uma vez dentro, vai colocando a peça cônica devagar. Eu vou te avisar quando parar ou continuar. A ideia é que, quando o ânus for dilatando, não sofra atrito, porque quem vai sofrer é o tubinho, que é elástico.

No fim, ele acabou entendendo tudo e confirmou com a cabeça. Levantei da cama e tirei a tanga. Ele me abraçou pela cintura e beijou minha barriga. Tava mais carinhoso do que de costume.

Resignada, mas decidida, me coloquei na cama de quatro, abrindo as pernas o máximo que pude. Quando me senti pronta, pedi pra ele untar a entrada com o creme. Depois que ele fez isso, eu já sabia qual era o próximo passo. Ele enfiou o tubo um pouco e, com o êmbolo, fez ele ir até o fundo, até encostar o anel na entrada.

Olhando pra trás como dava, vi que o pau dele tava totalmente duro de novo: durante a conversa, tinha ficado meio mole. Num momento de dúvida, pedi pra ele me foder na buceta primeiro, por uns minutos. Assim, talvez eu relaxasse mais e o ânus também, porque eu sentia ele muito tenso.

Ele fez isso, meteu até o fundo e começou a me possuir, acelerando conforme entrava e saía da rachinha. Dava pra sentir o cilindro que enchia meu reto se mexendo um pouquinho. Depois de uns minutos, mandei ele parar, não queria que ele gozasse na empolgação. Ele parou e tirou tudo. Eu me sentia, além de relaxada, muito excitada.

- É a hora, Pablo – falei com a voz trêmula – vai com cuidado e paciência. Antes, lubrifica essa peça também pra entrar melhor – terminei de instruir.

Ele passou o creme e foi enfiando a ponta até onde mandei ele parar.

- Já Um pouco dilatado, agora você tira e mete algumas vezes, sem aprofundar mais. – indiquei com decisão e sem parar de tremer.

Ele fez isso algumas vezes antes de meter um pouco mais.

– ¡¡Agggggg!! – soltei um pequeno grito de dor.

– Tá doendo, amor? Se quiser, a gente para – ele disse, tentando me consolar.

– Não, Pablo, continua devagar, mais cedo ou mais tarde eu tenho que passar por isso. – pedi, resolvida a não ceder e aguentar o que viesse.

Durante quinze minutos, ele foi repetindo os avanços. Nesse tempo, não parei de soltar pequenos gritos contidos de dor. Ardia, mas eu aguentava. Finalmente, ele conseguiu introduzir até chegar na área cilíndrica, a mais larga. Eu sentia como as paredes do cu tinham dilatado e a pele esticava.

– Passa mais um pouco de creme no anel do cu, por favor – ordenei carinhosamente, buscando alívio. – Agora deixa nessa posição por um tempo. Enquanto isso, fode minha buceta de novo por uns minutos pra eu terminar de relaxar e o reto se acostumar a ter ele dentro.

Sem reclamar, ele obedeceu e meteu, muito excitado com a cena, sem dúvida ansioso pra chegar a hora de me foder por trás. Isso produziu um efeito que eu não tinha buscado: ele me fodeu com uma vontade e força incomuns nele. Por uns cinco minutos, não parou de se empenhar em me dar prazer e sentir ele também.

– ¡¡Haaaaaaaa!! Que gostosoooo! – exclamei, tentando não fazer muito escândalo pra nenhum hóspede ligar reclamando pra recepção.

O orgasmo inundou completamente minha bucetinha quente. Por uns dois minutos, não parei de gemer e ofegar de prazer. Ele não parava as investidas. Eu sentia como o que obstruía meu cu exercia uma pressão enorme nas paredes.

– Agora, Pablo – falei assim que o orgasmo acabou – entra e tira essa parada que tá no meu cu, mas devagar e sem parar. Depois de um tempinho, quando eu pedir, você tira tudo e mete bem besuntada de creme pra deslizar direitinho… Que seja o que Deus quiser! queria! – já estava resignada e com vontade de saber se sairia tão bem quanto o folheto da caixa prometia.

Foi o que fiz. Depois de um tempinho, ele tirou tudo de dentro de mim, passou creme na pica dura e foi enfiando bem devagar, mas sem parar. Agora sim eu sentia o atrito e como a pele do anel anal entrava levemente para dentro, empurrada pela fricção.

Quando ele enfiou mais ou menos metade do pau, pedi para ele me foder devagar para a gente se acostumar e minha área dolorida ir se adaptando. A dor foi diminuindo conforme ele me comia.

— Pablo, agora pode enfiar tudo, já sinto bem relaxado e a dor está sumindo — pedi, bem tranquila.

Ele continuou avançando até que senti a barriga dele batendo na minha bunda. Estava completamente dentro de mim e a dor era quase imperceptível. Ele foi saindo e entrando cada vez mais rápido. Eu sentia aquele cilindro inchado e duro pressionando as paredes do meu reto, tentando expandi-las ainda mais.

Depois de alguns minutos, aquela pica entrava e saía com uma leveza que eu nunca imaginaria. Meus medos de sentir dor e a ansiedade de finalmente dar a ele o que tinha negado por tantos meses tinham passado, tinham acabado de vez. Sem dúvida, eu ardia de vontade de que ele apreciasse e aproveitasse meu presente.

— Tudo bem, love? — ele perguntou, com medo de me machucar.

— Sim, querido, tudo bem. Já estou começando a sentir prazer. Pelo menos a dor sumiu de vez — respondi, satisfeita e cada vez mais excitada.

Chegou um momento em que ele entrava e saía de mim como se já tivéssemos feito isso centenas de vezes. O prazer vinha a cada investida do aríete dele. Meus gritos e gemidos ficavam mais frequentes. Com a mão direita, eu me masturbava o clitóris, buscando um orgasmo, uma segunda onda de prazer.

Não conseguia imaginar como Pablo aguentava tanto tempo sem que a pica explodisse e me enchesse de porra. Pensando nisso, veio à minha mente: Céu, quando você quiser gozar, pode gozar dentro, assim não tem problema de gravidez. – falei dando permissão e no fundo desejando que ele fizesse isso, pra me sentir preenchida por ele, pelo meu amor.

– Sim, Luz, não se preocupa, não falta muito. Ummmm!! Haaaa!! – ele respondeu com a voz entrecortada e gemendo de prazer.

Terminou gozando dentro de mim. Não dava pra precisar quanto leite ele soltou, mas devia ter sido uma porrada. Ele respirava muito forte, entre gemidos de satisfação.

– Você é excepcional, amor. Nunca imaginei ter uma namorada tão especial como você. Você nunca para de me surpreender – afirmou, todo exaltado e fora de si.

Essas palavras me encheram de alegria e fizeram eu gozar de um jeito brutal.

– Não para agora, Pablo, por favor! Tô gozandooo! Tô gozandooo! – supliquei sem parar de me mexer, acelerada e sem controle.

De novo, minha bucetinha ficou toda encharcada, escorrendo na cama. Era uma bagunça, mas naquele momento eu não tava nem aí, só queria aproveitar os últimos espasmos do meu orgasmo merecido.

Finalmente fiquei super relaxada, muito satisfeita e feliz, IMENSAMENTE FELIZ. Finalmente soube o que era ser penetrada pelo cu e adorei. Enquanto isso, Pablo continuava me penetrando, mas já bem devagar. O coitado tava esperando uma ordem minha pra parar.

– Pode tirar agora, amor, terminei. – pedi com a voz doce e satisfeita.

Ele tirou, e eu, colocando a mão no cu, tentei evitar que o leite que Pablo tinha descarregado dentro escorresse demais. Correndo como pude, fui pro banheiro e me limpei direitinho, tentando esvaziar os dois buracos. Enquanto fazia isso, ele entrou e foi pro chuveiro. Sem dúvida, não devia ser agradável ter o pau sujo.

Terminei tomando banho com ele, os dois juntos, entre risadas, beijos e palavras carinhosas. O que tinha começado de forma romântica e sensual na sacada, tinha terminado de um jeito bem diferente.

– Agora Pablo, agora posso dizer que sou totalmente sua. Não resta nenhuma parte do meu corpo que você não conheça ou tenha explorado – falei antes de nos fundirmos num beijo longo e apaixonado.

– Obrigado, amor. Você é incrível, Luz, você é a melhor – respondeu depois do beijo.

Por um bom tempo tomamos banho juntos enquanto brincávamos e trocávamos piadas. O pau dele tinha baixado e diminuído bastante. Com as mãos, enquanto brincávamos, eu acariciava ele tentando fazer subir de novo, como um desafio pessoal. Quando consegui, ensaboei ele generosamente.

– Pablo, tenta meter de novo, vamos ver se ele ainda tá afim ou se fechou a porta – pedi com um sorriso safado e brincalhão, sem esconder minha felicidade.

– Com certeza, vou tentar – respondeu ao meu desafio.

Me inclinei pra frente deixando minha bunda exposta pra ele. E, de fato, entrou de novo com facilidade.

– Siim, entrou!! Prêmio pro cavalheiro! Kkkkkkk – eu não parava de brincar – agora tira, porque a verdade é que tô tão satisfeita que não tenho vontade pra mais nada.

Terminamos de tomar banho e cada um foi pro seu ritual de higiene pessoal antes de dormir. E assim terminou a noite.

Na manhã seguinte acordamos cedo pra visitar a cidade e seus pontos turísticos, e depois do almoço fomos pra Manchester. Não que Leeds seja a cidade mais bonita da Inglaterra, mas é linda e muito grande, eu gostei. Além disso, eles se gabam de ser a primeira cidade do mundo a instalar semáforos. Recomendo!

A tarde passamos em Manchester e no domingo em Liverpool. Realmente foi um dos meus melhores fins de semana. Finalmente voltamos pra casa com a lembrança dessa viagem inesquecível.

Desde aquela sexta à noite, nossa vida sexual deu um salto gigante. Eu perdi a virgindade anal de forma segura e prazerosa, descobrindo um novo mundo de possibilidades pro relacionamento. Pablo conseguiu realizar o sonho dele de que eu me entregasse completamente a ele. Mas o mais importante foi que também nossos Os sentimentos aumentaram e a relação ficou mais intensa e forte. Com o tempo, cheguei a sentir que sexo anal é o que mais curto e o que me dá mais prazer.

Dessa forma tão romântica, gostosa e sem trauma é que venci a barreira que faltava derrubar. Tudo graças a um pouco de coragem, entrega e domínio da situação. E claro! Também graças às mentes brilhantes que inventam esses brinquedos sexuais. Nunca imaginei que existisse um jeito tão prático de resolver essa parada. Pelo que sei, minhas conhecidas sofreram pra caralho na primeira vez. Graças à Alicia, minha sexóloga de confiança, consegui ter um. Ela disse que não era fácil de achar, mas que, pela internet, conseguiu comprar pra mim numa loja de Amsterdã.

Amigas que me leem, se quiserem curtir uma experiência assim na primeira vez, de um jeito que não te marque negativamente por muito tempo, façam sem medo, com decisão, mas também com a cabeça no lugar. Não deixem o parceiro de vocês impor ou incentivar… quem não sente dor são eles. Beijos e força.

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3 comentários - Virando Mulher - Por trás é melhor

yeap
no sabia que existia artefactos para eso, yo tuve mi primera vez anal, no me dolio mucho porque mi novio fue suave... muy linda tu historia
muy bueno..!! ah...!! si alguna necesita un aparatito para abrir el ojete... que me avise..tengo una de carne....jeje!! le rompo bien el culo...que tanta vuelta...jaja!!