Sole Surpresas (refeito e reenviado)

SURPRESAS DA SOLE (reinventado e reenviado)Há uns anos eu tava com a Sole, uma loira não muito alta, mas com um corpo espetacular, peitão bom, rabão gostoso, uns biquinhos que apontavam pro céu. A mina era e é toda definida (professora de educação física e pilates), com uma flexibilidade de cair o cu da bunda (imagina tudo que você quiser... e mais!).
A gente sempre foi muito sexual, muito pele, então não passava muito tempo sem a gente ir pros finalmentes, onde quer que fosse. Curtíamos sexo em todas as formas e, verdade seja dita, não nos privávamos de nada.
Cada um já tinha experimentado um monte de coisa na vida e agora a gente compartilhava, sem frescura. É tão lindo viver a sexualidade assim, né?

A Sole tinha uma amiga do colégio, a Ema, que eu já conhecia de fotos e do FACE, uma gostosa magra e alta, daquelas espigadas, com um corpo bonito e um olhar azul impressionante.
Segundo a Sole, a Ema até podia parecer tímida, mas era mais na dela, meio solitária, mas não antissocial — tinha seus jeitos, como todo mundo.

Nas férias, a Ema ia passar uns dias com a gente.
A gente mora num lugar lindo, que no verão é um paraíso.
A Sole tava feliz e ficava ainda mais animada conforme a data da chegada dela se aproximava; fazia uns anos que a Ema tava no exterior e elas só se viam pelo PC.

Aquele verão foi esplêndido, de sol, dias quentes e longos.
Bom, a Ema chegou. Então a gente levou ela pra passear por tudo quanto é canto, como se faz com amigos e visitas. Aqui tem umas praias muito bonitas, e foi numa delas que eu pude ver a Ema em detalhes.
Uma mulher linda, de pele branca, um rabo empinado, peitos... pequenos, mas no ponto certo com o corpo dela, e um olhar que derreteria uma geleira. Pelo jeito dela andar, cadenciado e elástico, dava pra ver que era uma mulher segura de si.

Conhecendo ela, pude curtir o humor negro sutil dela, os comentários inteligentes — enfim, era uma companhia muito estimulante... é, já sei, eu tinha ficado de pau duro pela amiga da Sole... queria ver vocês na minha situação, haha!

E, embora com a Sole a gente já tivesse conversado sobre fantasias e situações que queríamos experimentar, nunca tínhamos chegado a nada concreto, mas a verdade é que naquele momento nem me passou pela cabeça sugerir ou motivar nada, eu curtia as duas, cada uma do seu jeito (Eu estava e estou apaixonado pela Sole).

Uma semana depois da Ema estar aqui, fomos jantar num restaurante mexicano bonitinho, descobrimos que todo mundo amava aquela comida, então devoramos umas enchiladas e uns tacos, com vários margaritas.

Na saída, a Sole queria dançar (ela dança de sonho e eu acompanho na decência). Fomos pra uma balada (nada demais), dançamos os três, a Ema dançava bem gostosa, menos expressiva que a Sole, mas sensual do jeito dela. Então tava eu com duas minas do caralho, me divertindo pra caralho, me sentindo muito sortudo, pelo menos muito mais que os caras ali que devoravam elas com o olhar e com certeza soltavam uns xingamentos baixinho pra mim.

Lá pras 5 da manhã, estávamos em casa, mas ninguém tava com sono, então decidimos continuar a conversa no sofá da sala e continuar com uns tequilas (Cuervo) tomados do jeito certo: tequila, limão, sal, na ordem certa.

Eu tava bem relaxado, sentado entre as duas, perdido na conversa e viajando na maionese, quando sinto uma mão acariciando minha perna, suavemente, do joelho pra cima... mas era do lado errado!

Olhei pra baixo e era a mão da Ema, por reflexo olhei pro outro lado e lá estava a Sole, que não olhava pra mim, tinha os olhos cravados na amiga e um sorriso de orelha a orelha que eu conheço bem, tentei clarear a mente, mas antes que eu pudesse dizer ou fazer algo, a Sole passou por cima do meu colo e deu um beijo quente e profundo na amiga, ao mesmo tempo que apertava com a mão a mão da Ema no meu volume já bem evidente.

Se antes eu não tinha conseguido falar nada, agora tava mudo de mudez total!

A Sole virou a cabeça, acariciou minha bochecha e com voz de gata falou: "Você gosta da mão da Ema?"

Antes que eu pudesse... responder, Sole estava abrindo minha calça, enquanto se levantava do sofá, puxava minha pica pra fora e com a outra mão empurrava a cabeça da Ema pro meu meio das pernas.

Sole queria e controlava tudo.

Ema começou a me chupar devagar mas com determinação, enfiava a pica na boca cheia de saliva e quase chegava até as bolas.

— "E essa boquinha, cê gosta?" — perguntava Sole me olhando nos olhos, com os dela já acesos de tesão.

Quando fui abrir a boca, Sole colocou a mão nela e disse pra gente — "já volto".

Ela pulou literalmente por cima de mim e do sofá e foi pro quarto.

Ema continuava me chupando gostoso, sem falar nada também, enquanto eu ia tirando a camiseta dela pra descobrir as tetinhas gostosas dela e os biquinhos pequenos e durinhos, que eu fui amassando, arrancando da Ema os primeiros gemidos.

Ouvi a Sole voltando e virei a cabeça por cima do sofá pra ver ela vindo nua e com um consolo com cinta de uns 20 cm por 6 cm, que brilhava e pingava lubrificante.

Isso era outra surpresa, eu nunca tinha visto esse treco em casa!

Sole passou por mim, me deu um chupão daqueles e se colocou atrás da Ema, baixou a calcinha dela e puxou a fio dental branca que ela tava usando, tudo bem devagar, e começou a esfregar o consolo nas nádegas e no cuzinho.

— "Amor, cê não sabe como essa bunda é gostosa, não, Emy?"

Ema só gemeu, como concordando, com minha pica na boca.

Sole apontou o treco pro buraco da Ema, sem parar mas com cuidado, enfiou o consolo até o fundo e começou a bombar devagar, as estocadas da Sole faziam a chupada da Ema ficar no ritmo desses movimentos.

— "Cê gosta, hein? Sua putinha?" — Sole falava pra amiga... — "como eu sentia falta do teu cu, Emyputinha!" — era um jogo de palavras, um jogo entre elas.

Sole com uma mão batia uma no clitóris dela e com a outra puxava o cabelo, e Ema gemia cada vez mais fundo.

Eu tava a mil e não queria gozar rápido, tava com a pica duríssima e ensopada de saliva, que Eu gozei até o cu, então tirei a pica da boquinha da Ema delicadamente e me afastei pro lado do sofá pra poder curtir o show que as duas amigas estavam montando.

A Ema se levantou um pouco, deixando a Sole enfiar uma mão na boca dela, enquanto com a outra pegava a Ema pela cintura e, no ritmo, levava ela pra frente e pra trás. O consolo entrava até o talo, e toda vez que isso acontecia, a Sole sussurrava algo no ouvido dela, e a Ema berrava igual uma louca.

— Tava com saudade de mim, Emy? Né verdade? — dizia a Sole.
E a Ema gemia.

Depois de um bom tempo, a Sole tirou o consolo da bunda dela e elas montaram um 69 furioso.

Eu já tava pronto pra entrar em ação, quando a Sole, no chão entre as pernas da Ema, me olhou me chamando.

Me despi completamente e fiquei atrás da Ema. A visão daquela bunda brilhando de lubrificante e aquele aninho dilatado fizeram minha ereção crescer ainda mais, se é que isso era possível.

A Sole pegou minha pica com uma mão e foi enfiando no cu da Ema. Penetrei de uma vez até o fundo, mas devagar. Era uma delícia sentir o cu dela apertando minha pica, praticamente engolindo ela.

Comecei a bombar cada vez mais rápido. A Sole passava a língua da buceta da Ema pros meus ovos. Ela tinha enfiado o consolo na boca, e a Ema chupava igual uma possessa, ou tirava da boca e, cheio de saliva escorrendo, enfiava na minha Sole... era uma delícia!

Depois de um tempo assim, a Sole sentou no sofá na frente da carinha da Ema, abriu as pernas e, com as duas mãos, pegou a cabeça dela e afundou na sua entreperna... praticamente era a buceta da Sole comendo a boca da Ema.

Sole — "AI SIM! Emy, que gostoso! Isso, Emy, como eu tava com saudade da sua boquinha!"

A Sole tava em outro mundo, e gritava cada vez mais rouco e alto, até que soltou um berro, se levantando e jogando o torso nas costas da Ema.

A Ema começou a balançar pra frente e pra trás cada Cada vez mais rápido e eu enterrava minha pica, Sole continuava abraçando ela e dizia "Isso Emy, ISSO!"

Ema começou a tremer muito forte enquanto os gemidos dela explodiam num só, ela se levantou um pouco e sentou com força na minha pica, tava tendo um orgasmo anal do caralho, a bunda dela apertava minha pica quase até doer... era uma delícia!

Olhei pra Sole que tava deitada no sofá com os olhos vidrados e meio perdidos, ela fixou os olhos nos meus, o sorriso dela era uma alucinação!

Tirei a pica da bunda da Ema, que se jogou do lado da Sole abrindo as pernas dela, Sole acariciava os cabelos dela.

- "Ela te partiu ao meio, amor" - finalmente consegui falar alguma coisa!

Enterrei a pica com força naquela buceta aberta, molhada e quente e bombeei igual um louco, enquanto Ema beijava os peitos dela, o pescoço e sussurrava no ouvido.

Sole explodiu num orgasmo brusco e profundo, o corpo inteiro tremia, a buceta dela apertou minha pica igual um cadeado, eu já não aguentava mais nem queria, enchi ela de porra em várias sacudidas.

Ficamos todos largados e enlaçados por um bom tempo.

Sole falava no ouvido da Ema e as duas riam baixinho, eu não consegui ouvir o que ela dizia, tava extasiado de ver essas duas ninfas.

Ema ficou com a gente por mais quinze dias...

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