continuación de:
http://www.poringa.net/posts/relatos/2004582/Paulina-angel-una-esposa-y-madre-ejemplar-parte1.html
Era quarta-feira e tinham passado só uns dias desde a primeira consulta com o Diego, meu ginecologista; mas eu queria que no sábado, quando a gente se visse de novo, ele já notasse as mudanças que tinha sugerido. Percebi que a partir de agora ia precisar de muito tempo pra mim, então tive que contratar uma moça de tempo integral pra ficar o dia todo no apartamento e cuidar do meu filho. Por motivos óbvios, eu já não ia poder levar ele na escola nem buscar, cozinhar pra ele, etc. Aí liguei pra empregada de sempre, que trabalhava por hora, e falei sobre a possibilidade de aumentar o horário dela, dizendo que meu trabalho não me deixava tempo pra nada. Ela topou na hora por causa do aumento de salário (que meu marido ia pagar, claro). No caminho pro escritório, comprei um maço de cigarro loiro e um isqueiro, acendi um e fiquei tonta pra caralho... Mas depois dos 5 primeiros, vi que gostava de fumar. Meus colegas de trabalho ficaram muito surpresos ao me ver fumando; perguntaram o que eu tava fazendo fumando, e eu só falei que era por causa do estresse do trabalho. Às seis da tarde, fui pro Instituto de Beleza, que na verdade era um spa completo. Me associei (150.000 pesos por mês). Expliquei tudo que tinham que fazer em mim: depilação, tintura e corte de cabelo, sessões de raios UV e tal. Tenho que admitir que, quando tava sem roupa na depilação e na sessão de raios UV, fiquei muito excitada... Me mandaram tirar a calcinha pra depilar bem a buceta. Abri bem as pernas pra eles cortarem primeiro com uma tesourinha os pelos pubianos, depois passaram um creme bem suave com um pincel que fazia cócegas, e a depiladora começou a passar uma máquina que ia tirando os pelinhos. Ao sentir as pontas dos dedos na minha virilha ou nas minhas coxas, fiquei super excitada. A menina continuou com a maquininha até deixar minha vagina sem nenhum pelo. Depois, molhou uma toalha em água morna e colocou entre minhas pernas. coxa e em cima da barriga. Ela me deixou assim por uns minutos e depois trouxe uma toalha nova, macia como veludo. Em seguida, me secou e passou um hidratante. Eu tive um orgasmo, acho que ela percebeu porque olhou pra minha cara e riu.
Ao sair do spa, fui direto pra uma drogaria comprar os remédios do tratamento hormonal e a comida que o Diego tinha mandado pra eu ganhar peso: queijo bem gorduroso, chocolates, bolos, farinhas pra tomar no café, leite condensado e outras coisas como uísque, gin e cerveja. Não deu tempo de comprar roupa, então deixei pro dia seguinte. Quando cheguei no apartamento, umas 10 da noite, o menino quase não me reconheceu... Quem dirá meu marido Sebastião, que tava histérico por eu chegar tão tarde; mas ele se acalmou quando eu disse que tinha me arrumado toda gostosa pra ele. Ele ficou paralisado quando acendi um cigarro e abri uma latinha de cerveja... Tive que explicar que já tava fumando há um ano no trabalho e que agora ia precisar fumar um cigarro toda noite pra relaxar por causa do estresse.
No dia seguinte, comecei a dieta e o tratamento hormonal; também mudei de banco pra um online, pro Diego controlar meus gastos. No meio-dia, na hora do almoço, fui na Comcel comprar um celular mais moderno e depois fui buscar. À tarde, fui numa concessionária da Volkswagen e peguei um Fusca Concept modelo 2003. Daí fui pro spa tomar outra sessão de raios UV, e comecei a me enturmar com as mulheres que iam lá, todas bem superficiais e cheias da grana. Aprendi a perder a vergonha de ficar pelada na frente de outras mulheres, que por sinal elogiaram a depilação da minha buceta, que tinha ficado igualzinha a de uma menina de 4 anos.
De novo cheguei em casa depois das 10 da noite... O Sebastião me encheu o saco de novo, mas ficou surpreso com a roupa e o bronzeado que eu tava começando a ter. Dei sorte que consegui acalmá-lo na cama com uma boa mamada, na verdade nunca tinha chupado uma! E pelo tesão que ele ficou ao me ver a buceta depilada, me comeu dentro das limitações dele como nunca, embora eu tenha obrigado ele a usar camisinha, porque o que eu menos queria era outro filho. No dia seguinte, uma sexta-feira, no fim da tarde, liguei pro meu marido e falei que tinha tido uma hemorragia vaginal, então ia pra clínica onde o ginecologista fazia um check-up. Me internaram e no sábado o Diego me operou, fazendo a laqueadura de trompas. Depois da cirurgia, meu ginecologista se reuniu com o Sebastián e contou que meu problema tinham sido uns cistos nos ovários e que ele teve que tirar. "Acredite, eu sei como é difícil, mas a partir de agora vocês não vão poder ter mais filhos. É necessário que você, como marido, dê todo o apoio à Paulina, porque ela pode cair em depressão e manifestar isso com mudanças na personalidade", concluiu Diego. Cinco dias depois, voltei ao trabalho e peguei meu carro novo na concessionária. Quando meu marido viu, quase pirou de raiva, mas eu falei que era porque estava muito deprimida com a operação e que fazia compras pra levantar meu astral; que não se preocupasse, que eu ia pagar. Me fiz de vítima e deixei bem claro que, a partir de agora, meu salário iria inteiro pros meus caprichos e o dele pra pagar a hipoteca, a empregada e, no geral, todas as despesas da casa e do menino. Passado o primeiro mês, as mudanças eram notáveis: estava bem bronzeada, apesar de nunca ir pra terra quente por causa dos raios UV. Isso fazia um contraste bonito com meu cabelo loiro e meus olhos verdes (a cor dos olhos é natural). Tinha ganhado 3 quilos que ficaram principalmente nas cadeiras. Já fumava um maço por dia e tomava todo santo dia uns dois whiskies e um vinho ou outro. Percebi que os homens me olhavam de outro jeito, eu atraía eles, e eu ficava o dia inteiro com tesão... Imagino que por causa dos hormônios, as punhetas. com os consoladores (já cabiam os dois ao mesmo tempo) e por usar sempre que podia as bolas chinesas.
Comecei a provocar os homens, com minhas posturas, minhas frases de duplo sentido, meu jeito de me vestir, meus olhares diretos pro volume, etc... Onde eu trabalhava, tinha um tal de Pablo, que vinha de vez em quando no escritório pra preparar os cronogramas de auditoria. Ele era um cara de uns 40 anos, altura mediana, magro e casado (usava aliança) e trabalhava pra um banco importante. Era bem atraente, então decidi que ia comer ele, porque Diego queria que eu começasse a trair meu marido com outros caras. Marquei com o Pablo um encontro pra organizar uns detalhes do trabalho, chamando ele pra uma da tarde. Deixei ele esperando uns 20 minutos, pra tudo se estender até a hora do almoço e a gente ir junto. Me preparei especialmente pra ocasião. Tava com um vestidinho de alcinha de tricô bem justinho, daqueles que você veste pela cabeça, cor vinho, que marcava muito o contraste entre cintura e quadril. Um Wonderbra preto, que deixava as alças à mostra nos ombros, uma calcinha fio dental preta transparente (que deixava ver minha buceta depilada) com meia e cinta-liga preta. A saia mal cobria a parte de cima das meias, mas mostrava a cinta-liga quando eu sentava ou abria as pernas. Recebi ele no meu escritório e ofereci algo pra beber. Assim que ele entrou, percebi que não tirava os olhos do meu peito e da minha raba.
Levei ele pra uma mesinha tipo café que tenho no escritório, com uns banquinhos bem baixos, pra conversar de forma descontraída. Começamos a fumar e a falar de trabalho. Enquanto isso, eu abria e fechava as pernas a toda hora, deixando ver a cinta-liga... Fumava de um jeito sensual, passando a língua nos lábios. Acho que ele chegou a ver meus lábios vaginais depilados através da calcinha transparente, porque num momento ele ficou mudo. Deram duas da tarde e ele me pediu pra ir almoçar. algo com ele. Respondi que adoraria, ele se levantou e eu fiquei sentada por alguns segundos pra ele poder ver o canal das tetas, depois me levantei andando até o cabideiro pra pegar o casaco; mas no meio do caminho deixei cair o maço de cigarro, e me abaixei fingindo distração pra pegar, a saia do vestido subiu e ele pôde ver minhas nádegas separadas pelo fio dental e a cinta-liga. Quando me levantei, vi como os olhos dele iam pro meu rabo, ele devia estar muito arrepiado. Se não me comesse naquela tarde, era porque gostava de homem! Ao sair, falei pra minha secretária que passaria a tarde toda com o Pablo e que talvez não voltasse. Ao mesmo tempo, olhava pra ele molhando meus lábios vermelhos. A verdade é que um mês atrás eu seria incapaz de seduzir um homem e agora parecia uma puta procurando dar uma trepada de qualquer jeito. No restaurante, tomamos um par de cervejas antes de começar a comer. Pablo não parou de falar como eu tava gostosa, que adorava minha mudança de visual, porque era muito mais feminino e sensual.
Não parava de pensar no Diego, meu ginecologista, tinha que cumprir a dieta e os pontos combinados. Pablo começou a dizer que alguns pontos da auditoria não estavam claros e que seria melhor tratar esses pontos em particular, e que embora ambos fossemos casados, seria bom nos conhecermos melhor, etc. Eu olhava pra ele com uma risadinha debochada enquanto ele fumava outro cigarro. No fim, ele me perguntou por que não tomávamos uns drinques num apartamento que ele tinha perto e que era bem discreto. Me fiz de difícil um pouco, dizendo que tinha muito trabalho atrasado no escritório e que não sabia, ele respondeu que a empresa dele era muito boa cliente e que ninguém diria nada se eu estivesse com ele. Respondi que tudo bem, mas só um drinque. Com certeza, fiquei com a impressão de que se ele tinha um lugar só pra levar mulheres, devia ser bem putanheiro... E parecia que nunca tinha quebrado um prato!
Entramos no Audi A6 dele e arrancamos. Para o apartamento, localizado perto do Parque de la 93. Sentei com as pernas abertas e o vestido bem levantado, enquanto ele não parava de me olhar de soslaio. Começamos a falar um pouco do trabalho, de como estávamos estressados, que nossos parceiros não nos entendiam e tal. Quando chegamos ao subsolo do prédio, pegamos o elevador e tentei excitá-lo roçando a cintura nele. Também me abaixei um pouco como se fosse arrumar as meias, pra ele poder apreciar meus peitos. Vi a calça dele e parecia que a pica ia estourar. Servimos uns uísques e sentamos um de frente pro outro pra conversar. Eu, enquanto isso, cruzei as pernas distraidamente, deixando ele ver minha buceta pelada e rosada. Olhei fixamente pra ele e disse sorrindo: "E esse apartamento, pra que você usa?" Pablo não se segurou e, se jogando em cima de mim, respondeu que era pra transar com putas como eu. Ele puxou meu vestido pra baixo, e como só as alças seguravam, fiquei direto no meu conjunto de lingerie. A calcinha fio dental ele não tirou, rasgou de um lado e ela caiu sozinha no chão. "Que gostosa, essa sua buceta depilada! E pensar que umas semanas atrás você parecia uma santinha, mas na verdade é uma safada deliciosa!", exclamou. Depois começou a enfiar os dedos em mim, enquanto eu escorria de tão molhada que tava. Ele tirou a calça, vestiu uma camisinha e meteu de uma vez por dentro. Arrancou meu sutiã enquanto me comia com força, tentando me machucar, embora fosse menos dotado que o Diego... Mordia meus mamilos e não parava de me xingar, me chamando de puta, chupadora, safada, etc. Depois de um tempo, me virou e meteu no meu cu, felizmente eu já tava bem treinada (Que mania que os caras têm de comer cu!) e não doeu muito. Pablo aguentava bastante, me fez ter uns dois orgasmos, me enfiava com força e dava tapas na minha bunda. Ele percebeu que eu não era virgem no cu e disse: "Quem ia imaginar que uma mãe de família tão jovem... ia ser tão foxy de ter o cu desvirgado". Ele gozou, tirou a camisinha e mandou eu limpar a pica dele de joelhos até não sobrar uma gota de porra. Limpei e, quando vi que ele tava endurecendo de novo, comecei a chupar ele com tudo, olhando sempre nos olhos dele, usando a técnica que o Diego tinha me ensinado. Acho que o cara ficou ainda mais tesudo quando viu que eu tava me masturbando ao mesmo tempo. Quando a pica dele já tava bem dura, ele começou a me beijar com força, quase devorando minha boca, pra gozar de novo e me obrigar a engolir tudo.
Deitamos na cama e acendemos um cigarro. Ele disse que nunca tinha transado com tanto tesão, mesmo tendo comido secretárias e putas. Que nunca imaginou que uma mulher casada, mãe, profissional brilhante, pós-graduada e tudo mais, fosse melhor na cama do que uma prostituta de programa. Enquanto me dava um beijo na boca, percebi pela primeira vez que tava entrando numa espiral de loucura da qual ia ser difícil sair. Afinal, até aquele dia, já tinha traído meu marido com dois homens no último mês e já tavam me chamando de puta na cama. Levantei da cama, tirei as meias, o ligueiro e entrei no chuveiro. Tive que lavar o cabelo porque tinha resto de porra até na cabeça. Me sequei e saí do banheiro. Acendi outro cigarro e comecei a me vestir. A calcinha fio-dental não deu pra colocar porque tava rasgada, então teria que voltar pra casa sem calcinha; coloquei as meias, o ligueiro, o Wonderbra e o vestido. Como eram 10 da noite, falei pro Pablo me levar no escritório pra pegar meu carro. Ele se vestiu e me levou. No caminho, não parava de dizer que queria me ver de novo. Eu fiz a carinhosa e respondi que a gente tava conversando.
Cheguei no apartamento às 11, ainda com o cabelo molhado; então tive que falar pro meu marido que tava no clube com umas amigas e que tinha tomado banho depois da sauna. Pra variar, ele me deu uma bronca, mas eu fiz a boazinha e, com um Boa transa, acalmei ele. Pela segunda vez chupei o pau dele e ele, atordoado, me perguntou onde eu tinha aprendido aquilo. Respondi que vendo filmes pornô no Sky, e que já fazia tempo que queria fazer essas coisas com ele.
Nos dois meses seguintes continuei transando regularmente com Pablo e conquistando Sebastião na cama, tinha perdido uma esposa e mãe responsável, mas ganhei uma puta que estava sempre disponível, e digamos que ele começou a tolerar meu ritmo de vida. Por sua vez, Pablo era um cara com bastante experiência e bem degenerado; não entendia muito bem meu comportamento com ele na cama, tinha superado todas as expectativas dele, e um dia me propôs fazer um menage com uma puta. Ele disse que queria me apresentar como se eu fosse a mulher dele, que isso o deixava louco. Então lembrei que Diego tinha me dito que eu deveria me considerar bissexual e que ele gostaria que eu transasse com alguma mulher antes de vê-lo de novo. Então aceitei a proposta do Pablo, mas, claro, deixei claro que pra mim era um sacrifício enorme porque eu não era uma vagabunda e ele ia ter que me recompensar com um bom presente. Com ele sempre me mostrei mimada e tirei tudo que pude enquanto transamos.
Marcamos com a prostituta num bar perto do apartamento do Pablo. Era brasileira e se chamava Kátia. Media 1,78 de salto, era loira natural, e estava vestida como o que era: uma minissaia de couro, meia-calça preta e um top marcando os peitos. Tinha 90 de busto, não usava sutiã, cabelo solto e bem maquiada. Tem que reconhecer que era muito gostosa. Quando ela chegou, acendemos uns cigarros e pedimos umas vodcas com limão, verdade seja dita, eu estava um pouco nervosa, ia ser minha primeira vez com alguém do mesmo sexo. Terminamos as bebidas e fomos pro apartamento. Uma vez no quarto, Pablo disse que a princípio só queria olhar. A puta começou a me despir com muito cuidado, primeiro a jaqueta e depois a saia. Me deixou de calcinha e sutiã. Enquanto ela enfiava a língua na boca, começou a tirar a roupa. Com certeza tinha um corpaço, e os peitos eram naturais. Depois se aproximou de mim, tocou meu pescoço e começou a atrair a boca dela pra minha, me beijando agora mais profundamente enquanto acariciava meus peitos. Eu tava tipo viajando e deixava fazer tudo...
Ela começou a lamber cada canto do meu corpo, nós duas tínhamos a buceta totalmente depilada. Eu ficava imóvel, obedecendo docilmente a ordem de cruzar as mãos nas costas e me deitar na cama com as pernas abertas, pra ela poder me beijar o clitóris. De vez em quando deixava escapar a língua pelo meu cu, enfiando alguns dedos lá também. No final, não consegui evitar de gozar. Pablo tava se masturbando sentado numa poltrona. De repente ele se levantou e enfiou a pica na minha boca pra eu chupar ele. Eu tava de quatro, então Katia se enfiou debaixo de mim, me pegou pelo cabelo por trás e colocou a boca nos meus mamilos. A mão dela foi entre minhas pernas, e depois de acariciar minha pele morena que contrastava muito com a brancura da dela, começou a tocar meus lábios vaginais, se enfiando onde a língua dela não tinha chegado antes. Eu respirava fundo e acelerado, embora ficasse um pouco difícil por ter um pau na boca. Ao mesmo tempo, abria minhas pernas pra receber os dedos da puta lá dentro. A excitação se refletia na dureza dos meus mamilos e eu gozei de novo. Pablo tirou a pica da boca e mandou Katia me ensinar como se chupa um clitóris, então enfiei minha cara entre as pernas dela e comecei a chupar e enfiar os dedos como ela mandava. Enquanto isso, Pablo me comia o cu com toda força. Não devia estar fazendo errado, porque senti a brasileira gozar na minha cara, enquanto Pablo fazia o mesmo no meu cu. Ele tirou e Katia lambeu gulosamente todo o gozo que tinha na camisinha. Depois Katia me virou, me colocando de costas. Aproximou a barriga dela do meu cu, se levantando o máximo que podia, e começou a... a "me enfiar". Eu sentia o clitóris dela excitando com o roçamento, e ela passou um tempão me metendo, com muita força, até gozar e cair em cima de mim, toda suada. Minutos depois, a puta colocou a camisinha no Pablo com a boca, sem usar as mãos (fiquei chocada), e ele a colocou de quatro, metendo na buceta dela até o saco. Eu abri minhas pernas na frente da Katia pra ela chupar minha buceta de novo. Nós três gozamos de novo, de forma selvagem, e a Katia tomou o sêmen do Pablo outra vez. Quando terminamos, eram 10 da noite, ela foi pro chuveiro e eu e o Pablo ficamos fumando na cama. Ela foi embora com pressa, querendo continuar trabalhando. O Pablo pagou 300.000 pesos pra ela, que, obviamente, valeram a pena.
Enquanto voltava pro meu apartamento dirigindo, pensei no que tinha acontecido, e a verdade é que gostei da doçura que envolvia fazer amor com uma mulher. Desde aquele dia, nunca mais olhei pras mulheres do mesmo jeito; mulheres lindas começaram a me atrair tanto quanto os homens.
Quando cheguei em casa, era meia-noite e meu marido já tava dormindo. Cada dia eu ia pra cama mais tarde e achava mais difícil levantar pra trabalhar. A verdade é que só via meu filho um pouco nos fins de semana. Eu tava perdendo minha família...

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Era quarta-feira e tinham passado só uns dias desde a primeira consulta com o Diego, meu ginecologista; mas eu queria que no sábado, quando a gente se visse de novo, ele já notasse as mudanças que tinha sugerido. Percebi que a partir de agora ia precisar de muito tempo pra mim, então tive que contratar uma moça de tempo integral pra ficar o dia todo no apartamento e cuidar do meu filho. Por motivos óbvios, eu já não ia poder levar ele na escola nem buscar, cozinhar pra ele, etc. Aí liguei pra empregada de sempre, que trabalhava por hora, e falei sobre a possibilidade de aumentar o horário dela, dizendo que meu trabalho não me deixava tempo pra nada. Ela topou na hora por causa do aumento de salário (que meu marido ia pagar, claro). No caminho pro escritório, comprei um maço de cigarro loiro e um isqueiro, acendi um e fiquei tonta pra caralho... Mas depois dos 5 primeiros, vi que gostava de fumar. Meus colegas de trabalho ficaram muito surpresos ao me ver fumando; perguntaram o que eu tava fazendo fumando, e eu só falei que era por causa do estresse do trabalho. Às seis da tarde, fui pro Instituto de Beleza, que na verdade era um spa completo. Me associei (150.000 pesos por mês). Expliquei tudo que tinham que fazer em mim: depilação, tintura e corte de cabelo, sessões de raios UV e tal. Tenho que admitir que, quando tava sem roupa na depilação e na sessão de raios UV, fiquei muito excitada... Me mandaram tirar a calcinha pra depilar bem a buceta. Abri bem as pernas pra eles cortarem primeiro com uma tesourinha os pelos pubianos, depois passaram um creme bem suave com um pincel que fazia cócegas, e a depiladora começou a passar uma máquina que ia tirando os pelinhos. Ao sentir as pontas dos dedos na minha virilha ou nas minhas coxas, fiquei super excitada. A menina continuou com a maquininha até deixar minha vagina sem nenhum pelo. Depois, molhou uma toalha em água morna e colocou entre minhas pernas. coxa e em cima da barriga. Ela me deixou assim por uns minutos e depois trouxe uma toalha nova, macia como veludo. Em seguida, me secou e passou um hidratante. Eu tive um orgasmo, acho que ela percebeu porque olhou pra minha cara e riu.
Ao sair do spa, fui direto pra uma drogaria comprar os remédios do tratamento hormonal e a comida que o Diego tinha mandado pra eu ganhar peso: queijo bem gorduroso, chocolates, bolos, farinhas pra tomar no café, leite condensado e outras coisas como uísque, gin e cerveja. Não deu tempo de comprar roupa, então deixei pro dia seguinte. Quando cheguei no apartamento, umas 10 da noite, o menino quase não me reconheceu... Quem dirá meu marido Sebastião, que tava histérico por eu chegar tão tarde; mas ele se acalmou quando eu disse que tinha me arrumado toda gostosa pra ele. Ele ficou paralisado quando acendi um cigarro e abri uma latinha de cerveja... Tive que explicar que já tava fumando há um ano no trabalho e que agora ia precisar fumar um cigarro toda noite pra relaxar por causa do estresse.
No dia seguinte, comecei a dieta e o tratamento hormonal; também mudei de banco pra um online, pro Diego controlar meus gastos. No meio-dia, na hora do almoço, fui na Comcel comprar um celular mais moderno e depois fui buscar. À tarde, fui numa concessionária da Volkswagen e peguei um Fusca Concept modelo 2003. Daí fui pro spa tomar outra sessão de raios UV, e comecei a me enturmar com as mulheres que iam lá, todas bem superficiais e cheias da grana. Aprendi a perder a vergonha de ficar pelada na frente de outras mulheres, que por sinal elogiaram a depilação da minha buceta, que tinha ficado igualzinha a de uma menina de 4 anos.
De novo cheguei em casa depois das 10 da noite... O Sebastião me encheu o saco de novo, mas ficou surpreso com a roupa e o bronzeado que eu tava começando a ter. Dei sorte que consegui acalmá-lo na cama com uma boa mamada, na verdade nunca tinha chupado uma! E pelo tesão que ele ficou ao me ver a buceta depilada, me comeu dentro das limitações dele como nunca, embora eu tenha obrigado ele a usar camisinha, porque o que eu menos queria era outro filho. No dia seguinte, uma sexta-feira, no fim da tarde, liguei pro meu marido e falei que tinha tido uma hemorragia vaginal, então ia pra clínica onde o ginecologista fazia um check-up. Me internaram e no sábado o Diego me operou, fazendo a laqueadura de trompas. Depois da cirurgia, meu ginecologista se reuniu com o Sebastián e contou que meu problema tinham sido uns cistos nos ovários e que ele teve que tirar. "Acredite, eu sei como é difícil, mas a partir de agora vocês não vão poder ter mais filhos. É necessário que você, como marido, dê todo o apoio à Paulina, porque ela pode cair em depressão e manifestar isso com mudanças na personalidade", concluiu Diego. Cinco dias depois, voltei ao trabalho e peguei meu carro novo na concessionária. Quando meu marido viu, quase pirou de raiva, mas eu falei que era porque estava muito deprimida com a operação e que fazia compras pra levantar meu astral; que não se preocupasse, que eu ia pagar. Me fiz de vítima e deixei bem claro que, a partir de agora, meu salário iria inteiro pros meus caprichos e o dele pra pagar a hipoteca, a empregada e, no geral, todas as despesas da casa e do menino. Passado o primeiro mês, as mudanças eram notáveis: estava bem bronzeada, apesar de nunca ir pra terra quente por causa dos raios UV. Isso fazia um contraste bonito com meu cabelo loiro e meus olhos verdes (a cor dos olhos é natural). Tinha ganhado 3 quilos que ficaram principalmente nas cadeiras. Já fumava um maço por dia e tomava todo santo dia uns dois whiskies e um vinho ou outro. Percebi que os homens me olhavam de outro jeito, eu atraía eles, e eu ficava o dia inteiro com tesão... Imagino que por causa dos hormônios, as punhetas. com os consoladores (já cabiam os dois ao mesmo tempo) e por usar sempre que podia as bolas chinesas.
Comecei a provocar os homens, com minhas posturas, minhas frases de duplo sentido, meu jeito de me vestir, meus olhares diretos pro volume, etc... Onde eu trabalhava, tinha um tal de Pablo, que vinha de vez em quando no escritório pra preparar os cronogramas de auditoria. Ele era um cara de uns 40 anos, altura mediana, magro e casado (usava aliança) e trabalhava pra um banco importante. Era bem atraente, então decidi que ia comer ele, porque Diego queria que eu começasse a trair meu marido com outros caras. Marquei com o Pablo um encontro pra organizar uns detalhes do trabalho, chamando ele pra uma da tarde. Deixei ele esperando uns 20 minutos, pra tudo se estender até a hora do almoço e a gente ir junto. Me preparei especialmente pra ocasião. Tava com um vestidinho de alcinha de tricô bem justinho, daqueles que você veste pela cabeça, cor vinho, que marcava muito o contraste entre cintura e quadril. Um Wonderbra preto, que deixava as alças à mostra nos ombros, uma calcinha fio dental preta transparente (que deixava ver minha buceta depilada) com meia e cinta-liga preta. A saia mal cobria a parte de cima das meias, mas mostrava a cinta-liga quando eu sentava ou abria as pernas. Recebi ele no meu escritório e ofereci algo pra beber. Assim que ele entrou, percebi que não tirava os olhos do meu peito e da minha raba.
Levei ele pra uma mesinha tipo café que tenho no escritório, com uns banquinhos bem baixos, pra conversar de forma descontraída. Começamos a fumar e a falar de trabalho. Enquanto isso, eu abria e fechava as pernas a toda hora, deixando ver a cinta-liga... Fumava de um jeito sensual, passando a língua nos lábios. Acho que ele chegou a ver meus lábios vaginais depilados através da calcinha transparente, porque num momento ele ficou mudo. Deram duas da tarde e ele me pediu pra ir almoçar. algo com ele. Respondi que adoraria, ele se levantou e eu fiquei sentada por alguns segundos pra ele poder ver o canal das tetas, depois me levantei andando até o cabideiro pra pegar o casaco; mas no meio do caminho deixei cair o maço de cigarro, e me abaixei fingindo distração pra pegar, a saia do vestido subiu e ele pôde ver minhas nádegas separadas pelo fio dental e a cinta-liga. Quando me levantei, vi como os olhos dele iam pro meu rabo, ele devia estar muito arrepiado. Se não me comesse naquela tarde, era porque gostava de homem! Ao sair, falei pra minha secretária que passaria a tarde toda com o Pablo e que talvez não voltasse. Ao mesmo tempo, olhava pra ele molhando meus lábios vermelhos. A verdade é que um mês atrás eu seria incapaz de seduzir um homem e agora parecia uma puta procurando dar uma trepada de qualquer jeito. No restaurante, tomamos um par de cervejas antes de começar a comer. Pablo não parou de falar como eu tava gostosa, que adorava minha mudança de visual, porque era muito mais feminino e sensual.
Não parava de pensar no Diego, meu ginecologista, tinha que cumprir a dieta e os pontos combinados. Pablo começou a dizer que alguns pontos da auditoria não estavam claros e que seria melhor tratar esses pontos em particular, e que embora ambos fossemos casados, seria bom nos conhecermos melhor, etc. Eu olhava pra ele com uma risadinha debochada enquanto ele fumava outro cigarro. No fim, ele me perguntou por que não tomávamos uns drinques num apartamento que ele tinha perto e que era bem discreto. Me fiz de difícil um pouco, dizendo que tinha muito trabalho atrasado no escritório e que não sabia, ele respondeu que a empresa dele era muito boa cliente e que ninguém diria nada se eu estivesse com ele. Respondi que tudo bem, mas só um drinque. Com certeza, fiquei com a impressão de que se ele tinha um lugar só pra levar mulheres, devia ser bem putanheiro... E parecia que nunca tinha quebrado um prato!
Entramos no Audi A6 dele e arrancamos. Para o apartamento, localizado perto do Parque de la 93. Sentei com as pernas abertas e o vestido bem levantado, enquanto ele não parava de me olhar de soslaio. Começamos a falar um pouco do trabalho, de como estávamos estressados, que nossos parceiros não nos entendiam e tal. Quando chegamos ao subsolo do prédio, pegamos o elevador e tentei excitá-lo roçando a cintura nele. Também me abaixei um pouco como se fosse arrumar as meias, pra ele poder apreciar meus peitos. Vi a calça dele e parecia que a pica ia estourar. Servimos uns uísques e sentamos um de frente pro outro pra conversar. Eu, enquanto isso, cruzei as pernas distraidamente, deixando ele ver minha buceta pelada e rosada. Olhei fixamente pra ele e disse sorrindo: "E esse apartamento, pra que você usa?" Pablo não se segurou e, se jogando em cima de mim, respondeu que era pra transar com putas como eu. Ele puxou meu vestido pra baixo, e como só as alças seguravam, fiquei direto no meu conjunto de lingerie. A calcinha fio dental ele não tirou, rasgou de um lado e ela caiu sozinha no chão. "Que gostosa, essa sua buceta depilada! E pensar que umas semanas atrás você parecia uma santinha, mas na verdade é uma safada deliciosa!", exclamou. Depois começou a enfiar os dedos em mim, enquanto eu escorria de tão molhada que tava. Ele tirou a calça, vestiu uma camisinha e meteu de uma vez por dentro. Arrancou meu sutiã enquanto me comia com força, tentando me machucar, embora fosse menos dotado que o Diego... Mordia meus mamilos e não parava de me xingar, me chamando de puta, chupadora, safada, etc. Depois de um tempo, me virou e meteu no meu cu, felizmente eu já tava bem treinada (Que mania que os caras têm de comer cu!) e não doeu muito. Pablo aguentava bastante, me fez ter uns dois orgasmos, me enfiava com força e dava tapas na minha bunda. Ele percebeu que eu não era virgem no cu e disse: "Quem ia imaginar que uma mãe de família tão jovem... ia ser tão foxy de ter o cu desvirgado". Ele gozou, tirou a camisinha e mandou eu limpar a pica dele de joelhos até não sobrar uma gota de porra. Limpei e, quando vi que ele tava endurecendo de novo, comecei a chupar ele com tudo, olhando sempre nos olhos dele, usando a técnica que o Diego tinha me ensinado. Acho que o cara ficou ainda mais tesudo quando viu que eu tava me masturbando ao mesmo tempo. Quando a pica dele já tava bem dura, ele começou a me beijar com força, quase devorando minha boca, pra gozar de novo e me obrigar a engolir tudo.
Deitamos na cama e acendemos um cigarro. Ele disse que nunca tinha transado com tanto tesão, mesmo tendo comido secretárias e putas. Que nunca imaginou que uma mulher casada, mãe, profissional brilhante, pós-graduada e tudo mais, fosse melhor na cama do que uma prostituta de programa. Enquanto me dava um beijo na boca, percebi pela primeira vez que tava entrando numa espiral de loucura da qual ia ser difícil sair. Afinal, até aquele dia, já tinha traído meu marido com dois homens no último mês e já tavam me chamando de puta na cama. Levantei da cama, tirei as meias, o ligueiro e entrei no chuveiro. Tive que lavar o cabelo porque tinha resto de porra até na cabeça. Me sequei e saí do banheiro. Acendi outro cigarro e comecei a me vestir. A calcinha fio-dental não deu pra colocar porque tava rasgada, então teria que voltar pra casa sem calcinha; coloquei as meias, o ligueiro, o Wonderbra e o vestido. Como eram 10 da noite, falei pro Pablo me levar no escritório pra pegar meu carro. Ele se vestiu e me levou. No caminho, não parava de dizer que queria me ver de novo. Eu fiz a carinhosa e respondi que a gente tava conversando.
Cheguei no apartamento às 11, ainda com o cabelo molhado; então tive que falar pro meu marido que tava no clube com umas amigas e que tinha tomado banho depois da sauna. Pra variar, ele me deu uma bronca, mas eu fiz a boazinha e, com um Boa transa, acalmei ele. Pela segunda vez chupei o pau dele e ele, atordoado, me perguntou onde eu tinha aprendido aquilo. Respondi que vendo filmes pornô no Sky, e que já fazia tempo que queria fazer essas coisas com ele.
Nos dois meses seguintes continuei transando regularmente com Pablo e conquistando Sebastião na cama, tinha perdido uma esposa e mãe responsável, mas ganhei uma puta que estava sempre disponível, e digamos que ele começou a tolerar meu ritmo de vida. Por sua vez, Pablo era um cara com bastante experiência e bem degenerado; não entendia muito bem meu comportamento com ele na cama, tinha superado todas as expectativas dele, e um dia me propôs fazer um menage com uma puta. Ele disse que queria me apresentar como se eu fosse a mulher dele, que isso o deixava louco. Então lembrei que Diego tinha me dito que eu deveria me considerar bissexual e que ele gostaria que eu transasse com alguma mulher antes de vê-lo de novo. Então aceitei a proposta do Pablo, mas, claro, deixei claro que pra mim era um sacrifício enorme porque eu não era uma vagabunda e ele ia ter que me recompensar com um bom presente. Com ele sempre me mostrei mimada e tirei tudo que pude enquanto transamos.
Marcamos com a prostituta num bar perto do apartamento do Pablo. Era brasileira e se chamava Kátia. Media 1,78 de salto, era loira natural, e estava vestida como o que era: uma minissaia de couro, meia-calça preta e um top marcando os peitos. Tinha 90 de busto, não usava sutiã, cabelo solto e bem maquiada. Tem que reconhecer que era muito gostosa. Quando ela chegou, acendemos uns cigarros e pedimos umas vodcas com limão, verdade seja dita, eu estava um pouco nervosa, ia ser minha primeira vez com alguém do mesmo sexo. Terminamos as bebidas e fomos pro apartamento. Uma vez no quarto, Pablo disse que a princípio só queria olhar. A puta começou a me despir com muito cuidado, primeiro a jaqueta e depois a saia. Me deixou de calcinha e sutiã. Enquanto ela enfiava a língua na boca, começou a tirar a roupa. Com certeza tinha um corpaço, e os peitos eram naturais. Depois se aproximou de mim, tocou meu pescoço e começou a atrair a boca dela pra minha, me beijando agora mais profundamente enquanto acariciava meus peitos. Eu tava tipo viajando e deixava fazer tudo...
Ela começou a lamber cada canto do meu corpo, nós duas tínhamos a buceta totalmente depilada. Eu ficava imóvel, obedecendo docilmente a ordem de cruzar as mãos nas costas e me deitar na cama com as pernas abertas, pra ela poder me beijar o clitóris. De vez em quando deixava escapar a língua pelo meu cu, enfiando alguns dedos lá também. No final, não consegui evitar de gozar. Pablo tava se masturbando sentado numa poltrona. De repente ele se levantou e enfiou a pica na minha boca pra eu chupar ele. Eu tava de quatro, então Katia se enfiou debaixo de mim, me pegou pelo cabelo por trás e colocou a boca nos meus mamilos. A mão dela foi entre minhas pernas, e depois de acariciar minha pele morena que contrastava muito com a brancura da dela, começou a tocar meus lábios vaginais, se enfiando onde a língua dela não tinha chegado antes. Eu respirava fundo e acelerado, embora ficasse um pouco difícil por ter um pau na boca. Ao mesmo tempo, abria minhas pernas pra receber os dedos da puta lá dentro. A excitação se refletia na dureza dos meus mamilos e eu gozei de novo. Pablo tirou a pica da boca e mandou Katia me ensinar como se chupa um clitóris, então enfiei minha cara entre as pernas dela e comecei a chupar e enfiar os dedos como ela mandava. Enquanto isso, Pablo me comia o cu com toda força. Não devia estar fazendo errado, porque senti a brasileira gozar na minha cara, enquanto Pablo fazia o mesmo no meu cu. Ele tirou e Katia lambeu gulosamente todo o gozo que tinha na camisinha. Depois Katia me virou, me colocando de costas. Aproximou a barriga dela do meu cu, se levantando o máximo que podia, e começou a... a "me enfiar". Eu sentia o clitóris dela excitando com o roçamento, e ela passou um tempão me metendo, com muita força, até gozar e cair em cima de mim, toda suada. Minutos depois, a puta colocou a camisinha no Pablo com a boca, sem usar as mãos (fiquei chocada), e ele a colocou de quatro, metendo na buceta dela até o saco. Eu abri minhas pernas na frente da Katia pra ela chupar minha buceta de novo. Nós três gozamos de novo, de forma selvagem, e a Katia tomou o sêmen do Pablo outra vez. Quando terminamos, eram 10 da noite, ela foi pro chuveiro e eu e o Pablo ficamos fumando na cama. Ela foi embora com pressa, querendo continuar trabalhando. O Pablo pagou 300.000 pesos pra ela, que, obviamente, valeram a pena.
Enquanto voltava pro meu apartamento dirigindo, pensei no que tinha acontecido, e a verdade é que gostei da doçura que envolvia fazer amor com uma mulher. Desde aquele dia, nunca mais olhei pras mulheres do mesmo jeito; mulheres lindas começaram a me atrair tanto quanto os homens.
Quando cheguei em casa, era meia-noite e meu marido já tava dormindo. Cada dia eu ia pra cama mais tarde e achava mais difícil levantar pra trabalhar. A verdade é que só via meu filho um pouco nos fins de semana. Eu tava perdendo minha família...

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