Bom, depois das férias e da catapora, voltei!
E como não podia ser diferente, fui presidente de mesa pela 6ª vez seguida, enfim...
Como sou uma pessoa de sorte e boa vibe, levo tudo na esportiva (é melhor que com refrigerante) e fui cumprir meu dever cívico.
Cheguei às 7 da manhã e fui atendido por um oficial da gendarmaria (na verdade, não sei qual cargo ele tinha, porque, embora ele tenha dito, não lembro). Era um quarentão de olhos castanhos e cabelos grisalhos, com uniforme bege. Ele me olhou e, com um sorriso quase tão sexy quanto o corpo dele (pelo que dava pra ver pelo uniforme), me indicou onde pegar minha urna e, como um verdadeiro cavalheiro, me acompanhou.
O dia começou animado: às 9 da manhã, dois grupos políticos se pegaram na porrada (não sei por quê) e a polícia, a gendarmaria e vários civis tiveram que intervir pra separar eles.
Depois desse episódio, tudo ficou tensamente calmo, então o gendarme ficava indo e vindo pelo corredor das mesas o tempo todo. Coisa que as fiscais da minha mesa e eu, em particular, adorávamos.
Lá pelas 10 da manhã, começamos a conversar com o gendarme (vamos batizá-lo de Dário, pra não comprometer ele, só por precaução). Ele contou que veio de Bahía Blanca (eu era presidente numa escola de F. Varela) e que estava sozinho na escola desde sexta-feira. Eu falava coisas legais pra ele e olhava fixamente nos olhos dele com meu sorrisinho safado. Ele percebeu na hora que todas nós da mesa gostávamos dele e vinha toda hora perguntar se estava tudo bem.
O dia terminou e, apesar de minha mesa ter fechado e entregue tudo ao correio às 20h15, fiquei até as 23h ajudando outros presidentes de mesa que, por serem novos, não conseguiam terminar suas apurações. Cada vez que Dário me via em outra mesa, dizia: "Se continuar assim, você não vai embora nunca." Eu olhava pra ele e dizia que era minha obrigação ética e moral ajudar os outros.
Foi assim que, às 23h... Horas fui buscar na direção da escola minha jaqueta (que um fiscal amigavelmente tinha guardado lá) e me encontrei com o diário de novo. Ele me perguntou se eu tinha terminado finalmente, respondi que sim e ele me convidou pra um café. Eu não aguentava mais de sono e, como meu marido tinha me dito que demoraria meia hora pra me buscar, aceitei de bom grado.
Conversamos uns minutos sobre bobeiras enquanto o café esquentava. Na escola, tinha um silêncio estranho, já que quase não havia mais ninguém no prédio. Ele me perguntou como eu voltaria pra casa e contei sobre minha espera. Ele respondeu que então tínhamos pouco tempo. Olhei pra ele e sorri suavemente. Ele se aproximou e colocou a boca a poucos centímetros da minha. Fiquei paralisada, mas não me afastei. Ele me beijou. E eu o beijei.
Nem lerdo nem preguiçoso, começou a meter a mão nos meus peitos (como eu gosto que avancem sem preâmbulos estranhos, pensei) e em poucos minutos tirou da calça dele uma rola bem depilada de uma palma e meia de comprimento e uns 6 cm de circunferência. Devagar, mas com força suficiente pra eu não conseguir resistir, guiou minha cabeça até a virilha dele. Comecei a chupar, rodeando com a língua o contorno do pau dele, lambia com suavidade e metia tudo (bom... até onde cabia) na boca. Ele me levantou. Falou baixinho no meu ouvido enquanto beijava meu pescoço pra eu abaixar a calça. Me virei, ele me fez apoiar as mãos na mesa e começou a me comer. "Não goza dentro", eu disse. "Fica tranquila, coloquei camisinha", ele respondeu (capa, pensei). Ele me comeu por uns 6 minutos, quando eu não aguentava mais os gemidos porque ia gozar, ele tapou minha boca e continuou metendo. Gozei intensamente e, poucos movimentos depois, ele gozou também. Deitou o corpo nas minhas costas e disse: "A gente se vê em outubro?"
Bom, essa é minha penúltima aventura. Quando puder, posto o que rolou nas férias no escritório e o que aconteceu comigo hoje de manhã.
E como não podia ser diferente, fui presidente de mesa pela 6ª vez seguida, enfim...
Como sou uma pessoa de sorte e boa vibe, levo tudo na esportiva (é melhor que com refrigerante) e fui cumprir meu dever cívico.
Cheguei às 7 da manhã e fui atendido por um oficial da gendarmaria (na verdade, não sei qual cargo ele tinha, porque, embora ele tenha dito, não lembro). Era um quarentão de olhos castanhos e cabelos grisalhos, com uniforme bege. Ele me olhou e, com um sorriso quase tão sexy quanto o corpo dele (pelo que dava pra ver pelo uniforme), me indicou onde pegar minha urna e, como um verdadeiro cavalheiro, me acompanhou.
O dia começou animado: às 9 da manhã, dois grupos políticos se pegaram na porrada (não sei por quê) e a polícia, a gendarmaria e vários civis tiveram que intervir pra separar eles.
Depois desse episódio, tudo ficou tensamente calmo, então o gendarme ficava indo e vindo pelo corredor das mesas o tempo todo. Coisa que as fiscais da minha mesa e eu, em particular, adorávamos.
Lá pelas 10 da manhã, começamos a conversar com o gendarme (vamos batizá-lo de Dário, pra não comprometer ele, só por precaução). Ele contou que veio de Bahía Blanca (eu era presidente numa escola de F. Varela) e que estava sozinho na escola desde sexta-feira. Eu falava coisas legais pra ele e olhava fixamente nos olhos dele com meu sorrisinho safado. Ele percebeu na hora que todas nós da mesa gostávamos dele e vinha toda hora perguntar se estava tudo bem.
O dia terminou e, apesar de minha mesa ter fechado e entregue tudo ao correio às 20h15, fiquei até as 23h ajudando outros presidentes de mesa que, por serem novos, não conseguiam terminar suas apurações. Cada vez que Dário me via em outra mesa, dizia: "Se continuar assim, você não vai embora nunca." Eu olhava pra ele e dizia que era minha obrigação ética e moral ajudar os outros.
Foi assim que, às 23h... Horas fui buscar na direção da escola minha jaqueta (que um fiscal amigavelmente tinha guardado lá) e me encontrei com o diário de novo. Ele me perguntou se eu tinha terminado finalmente, respondi que sim e ele me convidou pra um café. Eu não aguentava mais de sono e, como meu marido tinha me dito que demoraria meia hora pra me buscar, aceitei de bom grado.
Conversamos uns minutos sobre bobeiras enquanto o café esquentava. Na escola, tinha um silêncio estranho, já que quase não havia mais ninguém no prédio. Ele me perguntou como eu voltaria pra casa e contei sobre minha espera. Ele respondeu que então tínhamos pouco tempo. Olhei pra ele e sorri suavemente. Ele se aproximou e colocou a boca a poucos centímetros da minha. Fiquei paralisada, mas não me afastei. Ele me beijou. E eu o beijei.
Nem lerdo nem preguiçoso, começou a meter a mão nos meus peitos (como eu gosto que avancem sem preâmbulos estranhos, pensei) e em poucos minutos tirou da calça dele uma rola bem depilada de uma palma e meia de comprimento e uns 6 cm de circunferência. Devagar, mas com força suficiente pra eu não conseguir resistir, guiou minha cabeça até a virilha dele. Comecei a chupar, rodeando com a língua o contorno do pau dele, lambia com suavidade e metia tudo (bom... até onde cabia) na boca. Ele me levantou. Falou baixinho no meu ouvido enquanto beijava meu pescoço pra eu abaixar a calça. Me virei, ele me fez apoiar as mãos na mesa e começou a me comer. "Não goza dentro", eu disse. "Fica tranquila, coloquei camisinha", ele respondeu (capa, pensei). Ele me comeu por uns 6 minutos, quando eu não aguentava mais os gemidos porque ia gozar, ele tapou minha boca e continuou metendo. Gozei intensamente e, poucos movimentos depois, ele gozou também. Deitou o corpo nas minhas costas e disse: "A gente se vê em outubro?"
Bom, essa é minha penúltima aventura. Quando puder, posto o que rolou nas férias no escritório e o que aconteceu comigo hoje de manhã.
Comentários em Destaque
16 comentários - Eleições primárias de agosto
podemos arreglarlo
quere un pijaso mio 😬
muy buen relato 😛
Gracias por tu relato y por cogerte semejante bombón que todas querían!
Gracias por compartir
nunca me comi un chiqui, que recuerde en este momento (vale la aclaración). mandame mp.