Relato de uma Amadora muito putinha (Parte 3)

Última parte do relato!!!!

- Já cansei, seus putos. Vão gozar ou vou deixar vocês assim. Falei pra todos sentados no sofá, tirando a pica do Carlitos da minha boca.

- Não, não. Interveio o Ricardo, levantando do sofá e segurando meus cabelos, aproximou meu rosto da pica dele e, batendo uma punheta bem rápida, vi saírem só umas gotinhas de porra, já que era a terceira gozada dele, então não foi tanto quanto na primeira vez. O mesmo fizeram Carlitos e Iván.

- Olha aqui, rapaziada, espero discrição de vocês. Se se comportarem bem, isso pode ser divertido pra todo mundo, hein. Então, a partir de hoje, ninguém fala do assunto e, em público ou com outra pessoa, me tratam com respeito, nada que levante suspeita de que tão fazendo coisas comigo. Avisei todos enquanto limpava a porra da minha carinha com um guardanapo.

- Combinado. Todos responderam em uníssono e começaram a se vestir.

Depois teve uma discussão sobre quem ia me levar pra casa, discussão ganha pelo Iván, que dos três era o único que não sabia onde eu morava. Carlitos deu as chaves do carro pra ele, e então me despedi dele e do Ricardo, agradecendo pela noite incrível.

- Tchau, Carlitos, espero te ver logo. Adorei te rever de novo. Falei dando um abraço nele, que respondeu com um aperto nas duas nádegas e um beijinho carinhoso nos lábios.

- Eu também adorei, gostosa. Espero notícias suas em breve.

- Tchau, Ricardo, obrigada pelo convite. Ah, e obrigada por me ensinar algo novo. Falei, claramente me referindo ao sexo anal que ele tinha me dado.

- Quando quiser, minha Jenny. Pra isso que servem os amigos, pra comer elas gostoso. Disse ele, soltando uma risada e provocando gargalhadas de todos.

Desci do prédio finalmente com o Iván, rumo ao estacionamento.

- Que noite incrível, e eu quase fui com a minha namorada pra um jantar em família. Que erro enorme eu teria cometido. Me contava meu amigo enquanto abria a porta do carro pra mim.

- Não me diga! Bom, que você não foi, senão nunca mais ia te ver. Respondi, dando uma olhada safada no volume dele, ele sorriu e entrou no carro.

- Sabe de uma? Quando te conheci, me passou a impressão de ser uma putinha qualquer, mas agora você me deixou sem um adjetivo certo pra você, pelo menos não me vem à cabeça nada além de dizer que você é "bem vadia". Ele falou com cara de pau, enfatizando bem a frase.

- Ah, cala a boca, hahaha, nem sempre sou assim, encara como uma boa experiência e lembra do que eu falei: discrição e respeito. Falei enquanto acendia um cigarrão e abria a janela.

- Sim, sei, mas vai ser foda hoje transar com minha namorada sem pensar em você. Ele disse com um olhar resignado, ligando o carro.

- Então, quando você quiser e eu tiver tempo, me liga e a gente sai pra um bar ou algo assim.

- Claro, mas ouvi dizer que você faz uns trabalhos como modelo e sei que essa profissão não sobra muito tempo livre.

- Verdade, mas a gente dá um jeito, além disso, é bem provável que eu mande meu namorado pra puta que pariu.

- É, então faz o melhor pra você, não é legal a galera se achar dona do seu tempo e te tratar desse jeito. Ele comentou enquanto descia o olhar pras minhas pernas de um jeito tarado.

- Para de olhar minhas pernas, você não se cansou? Falei enquanto as abria um pouco, me insinuando, e levantava o vestido um tantinho pra mostrar que não tava de calcinha.

- Não tá de calcinha? Você é uma puta, se cobre ou eu não me responsabilizo. Meu amigo avisou, segurando o próprio volume, parecendo excitado, olhando pra minha coisinha.

- Não tenho medo, para ali naquele espaço atrás da caminhonete.

Meu amigo, bem obediente, estacionou perto de um parque, atrás de uma caminhonete. Era um parque bem conhecido da Colônia Condesa, que lá pela 1 da madrugada já não tem muito movimento e é perfeito pra fazer umas safadezas nos carros (como vocês podem ver, não era a primeira vez). que isso fazia naqueles rumos).

- Você vai me enlouquecer, esses lábios têm veneno. Me disse intensamente meu amigo antes de me beijar e se apossar de uma das minhas tetas, a verdade é que parecia um polvo com uma mão na minha bucetinha e outra massageando meus peitos, me penetrando literalmente com a língua na boca.

- Ei, não seja safado, quero que você me chupe. Murmurei pro meu amigo, já que durante a noite só me fizeram chupar eles e, com exceção do Ricardo, ninguém tinha me dado prazer.

- Mas é claro que vou te chupar. E como conseguimos, reclinamos o banco pra trás e ele se ajoelhou bem apertado entre minhas pernas, com uma das mãos levantando minha perna direita e, num movimento, enterrou literalmente a cara na minha bucetinha, a língua lambendo minha coisinha já molhadinha e os dedos se preparando pra furar meu cu.

Aquilo eu já tinha feito antes com meu namorado no mesmo lugar, me deu um prazer estranho estar no que era uma tradição pra mim e meu namorado quando estávamos pela “Condessa”, mas com outra pessoa, alguém que fazia deliciosamente, tinha uma língua enorme e muito forte, e uns dedos também muito habilidosos.

- Enfia eles, enfia dois por trás. Dizia entre gemidos, totalmente extasiada de prazer pelos movimentos da língua dele.

- Vou enfiar, mas a pica no teu cu, puta.

- Ainda não, continua, me chupa, come ela toda, gostosa, adoro como você me chupa. Literalmente me contorcia de prazer com a língua e os dedos do meu amigo.

- Essa Jenny é uma delícia, quero te foder.

- Sim, me fode, mas por trás. E me virei, ficando de quatro, me apoiando no encosto inclinado e apoiando as mãos no banco traseiro, era desconfortável ficar assim, mas eu tava muito tesuda.

Tudo ia bem, sentia meu amigo metendo forte por trás, e eu com uma das mãos acariciava meus peitos, tava mega quente e queria que ele me comesse assim a noite toda, a verdade é que ela tava bem gostosa e eu sentia como se enterrava tão fundo dentro de mim que me dava um prazer enorme,

- Que bunda gostosa você tem, Jenny. Ele disse me dando um tapa forte enquanto metia.

- Me dá... assim, mais forte. Mete tudo... palavras saíam da minha boca só querendo que ele fizesse coisas piores, e então me veio uma ideia.

- Lembra daquela vez no bar? Perguntei ao meu amigo entre gemidos.

- Como esquecer, você fez comigo no VIP.

- Quero que você faça de novo assim, agoraaaaa! Gritei quando senti um orgasmo enorme escorrendo pelas minhas pernas.

Meu amigo gozou dentro do meu cu pouco depois e tirou devagar, o que eu aproveitei, senti meu cu totalmente dilatado e a sensação de estar cheio de porra era doentia e nojentinha, mas excitante. Me virei e ajustei o banco.

- Me dá um cigarro. Falei enquanto ele se afastava do meu banco.

- Toma, boneca, que delícia de transa, sabrosa, insisto, você é a mina mais gostosa que já conheci.

- Então, a noite ainda não acabou, não inventa, nunca tinha feito tantas vezes na mesma noite, me sinto uma putinha. Falei debochando.

- Nada, que inveja do seu namorado, ele pode estar com você sempre.

- Sério que você tem inveja? Ia querer uma namorada que te trai com três na mesma noite?

- Não, se você fosse minha namorada, não te deixaria sozinha numa sexta pra evitar a tentação.

- Ah, que chato.

Conversamos assim um tempinho no carro, meu amigo não parava de olhar pros meus peitos como um cachorro louco e de passar a mão nas minhas pernas.

- Adoro seus lábios, a cor, a grossura, o formato.

- Na verdade você gosta de chupar minha buceta, idiota, não se faz.

- Não, sério, você tem uns lábios lindos e deliciosos, devia colocar um piercing na língua pra quando fizer oral, que você tanto ama.

- É, meu namorado me disse isso Pois é, um dia você me acompanha num lugar pra eu fazer uma. Falei enquanto ligava pro meu namorado no celular.

- Puta merda, o idiota me mandou pro correio de voz.

- Pra que você fala com ele, gostosa? Olha, aqui na esquina tem um bar, vamos tomar uns drinks, eu pago. Meu amigo falou, apertando um dos meus peitos.

- Tá bom, mas me leva pra casa, hein.

Fomos andando até o bar, que mais parecia um puteiro ou algo assim, cabines privadas no salão todo, cores escuras e garçonetes de lycra minúscula. No caminho até nossa mesa, vi meu professor de literatura com uma colega da escola. A tal colega não tava só fazendo companhia, não, tava sentada no colo dele, fazendo uma dancinha erótica. Pra mim, aquilo ia ser o maior fofoca na escola segunda-feira, mas agora eu tinha que cuidar da minha situação.

- Tá gostando, Jenny? Meu amigo falou, me dando passagem pra nossa cabine.

- Tô, é legal, tô gostando... E me sentei no canto pra ninguém me ver naquele lugar.

- Uma de chivas, por favor... Meu amigo pediu uma garrafa pra uma das garçonetes e, sem me perguntar nada, começou a me beijar, me encurralando no canto. Passando a mão no meu corpo todo que nem criança com brinquedo novo. Era meio desconfortável, mas eu tava me deixando levar, afinal, ele já tinha feito coisas piores comigo naquela noite.

A garçonete trouxe a garrafa e meu amigo, todo cavalheiro, me preparou um drink. Minutos depois, uma garota se aproximou, baixinha, bem magra, cabelo loiro com luzes rosas, bem "emo".

- Oi, amigo, te vi passando mais cedo e você não me cumprimentou, seu mal-educado. A garota falou da portinha da cabine, com as mãos na cintura. Tava usando um vestidinho roxo que mal cobria ela, era bem magra mas tinha umas curvas boas, era mais branca que eu e me chamou a atenção a quantidade de piercings que ela tinha.

- Oi, Katy, não te vi, juro, desculpa, entra. Meu amigo falou pra garota. abrindo caminho e sentando ela ao lado dele.

- Olha, ela é uma amiga. Me apresento educadamente pra amiga dela "““““““““““““““““““““““““““““““emo”””””””””””””””””””””””””””””””

- Oi, prazer, como você é gostosa. A mina me dá um beijo quase na boca. Pra falar a verdade, ela cheirava muito gostoso, tinha um aroma exótico tipo rosas queimadas ou algo assim.

- Valeu, você também é muito linda. Respondi hipnotizada pelos olhos azuis dela.

- É sua nova namorada, amigão? Tá melhorando, hein. Falei brincando pra ele.

- Quem dera, é só uma amiga, mas tô trabalhando nisso, haha. Meu amigo respondeu pra mina enquanto enfiava a mão entre as minhas pernas.

- Então se apressa, porque você sabe que eu não perco tempo.

Com esse comentário, deduzi que a tal Katy era uma “““““““““““““““““““““““““““““““emo””””””””””””””””””””””””””””””” lésbica, por isso que ela me hipnotizava com aqueles olhos enormes. Nós duas sorrimos e rimos com meu amigo, ele serviu uma dose pra ela, que comentou que tinha vindo com umas amigas mas já tinha se entediado com elas.

- Além disso, aqui a vista é muito melhor, Katy comentou com meu amigo enquanto trocávamos olhares insinuantes, eu nervosa mas safada, entrando na brincadeira.

- Ah, tô me sentindo nervoso aqui entre duas gostosas.

- E você, tem namorado? Perguntei bestamente pra mina pra confirmar minhas suspeitas de que ela era lésbica.

- Não, love, eu não curto pau, prefiro outras coisas. Falou assim, na lata, direta, e jogou o olhar pra minha buceta, e eu respondi quase por instinto, abrindo um pouco as pernas pra mostrar que não tava usando nada por baixo.

- Cê gosta disso? Falei, levantando uma das minhas pernas na mesa, deixando ela ver minha coisinha pelada.

- Que delícia, hein. Ela comentou, passando a língua nos lábios e olhando pro meu amigo Ivan como se pedisse permissão, aí ela se virou pra a mesa e se sentou ao meu lado, segurou minha perna que eu tinha subido na mesa e a levantou até o ombro dele, se abaixando devagar, me hipnotizando com os olhos penetrantes até chegar na minha entreperna. Meu amigo me abraçou, apertando meus peitos e prestando atenção no espetáculo que viria a seguir.

A garota não parava de me olhar. Senti ela cheirando minha coisinha, o hálito quente percorria meu corpo como eletricidade enquanto meu amigo devorava meu pescoço de beijos. Eu não conseguia parar de ver como a garota ia me comer, e quando senti a língua dela, me contorci em orgasmos múltiplos. Ela movia como uma cobra, o mais rápido que podia dentro de mim, tinha a língua mais comprida que já provei na vida, e os lábios dela acompanhavam esses movimentos, chupando meus lábios da buceta no mesmo ritmo. As mãos da garota acariciavam sensualmente minhas pernas, uma segurada pelo meu amigo e a outra apoiada nela, atrás das costas dela. Ver a carinha branca dela com aqueles cabelos loiros e rosas, mas principalmente aqueles olhos azuis, estava me deixando louca, até que senti meus fluidos escorrendo e batendo na boca dela. Os gemidos eram um ingrediente extra pra cena. A garota recebeu tudo de mim e, quando terminou, se aproximou do meu rosto. Eu podia ver a boca dela ainda molhada, e enquanto ela me oferecia os lábios pra beijar, com a mão limpava meus restos e me beijava como ninguém. A garota era uma beijadora extraordinária, os beijos dela eram incríveis, me faziam ignorar toda a sessão anterior com meus amigos.

— Uau… isso foi delicioso. Estou derretida. — Murmurei entre beijos.

— Você tem um gosto delicioso, love, sua coisinha é a mais gostosa que já provei.

Nós duas nos fundíamos em milhares de beijos, ignorando totalmente a presença do meu amigo, que depois percebi já estar sentado um pouco mais longe de nós, admirando o espetáculo no canto oposto do privê.

— Gostou, amiguinho? — Gritou Katy pro Ivan, enquanto Ela passou a língua na minha bochecha, me lambendo igual uma gatinha.

Meu amigo só balançou a cabeça e segurou o próprio pacote. Eu só sorri, ainda sem palavras pra me expressar, e procurei a boca da garota de novo pra continuar beijando ela.

— Quero que você faça de novo por trás — murmurei entre beijos pra minha nova amiga.

— Ah, safada, claro que vou fazer.

A garota tentou se abaixar de novo, mas eu parei ela e fui até onde meu amigo estava. Virei de costas pra ela, ajustei o vestido pra que ela tivesse visão total da minha bunda e me apoiei nas pernas do meu amigo. Muito rápido ela entendeu e se ajeitou atrás de mim. Com as duas mãos, acariciou minhas nádegas e as separou pra enfiar a carinha entre elas, e depois enterrar a língua comprida no meu cu. Ela girava a língua pra abrir e poder penetrar. Meu amigo só me olhava e continuava bebendo. Eu, com uma das mãos, acariciava o pacote dele enquanto aproveitava a língua da amiga dele.

— Tá gostando do que vê? — perguntei pro meu amigo, que não dizia absolutamente nada, só ficava ali, curtindo.

Ele já tava duro de novo. Eu meti a mão na calça dele e agarrei as bolas dele quando senti os dedos de Katy entrando na minha bucetinha e a língua dela no meu cu. Literalmente, ela tentava enfiar a mão toda. A mãozinha dela era pequena, então fácilmente enfiava quatro dedos em mim. Ela parecia me comer com a mão. A garota sabia o que fazer e como fazer. Consegui ver de relance a garçonete limpando a mesa de copos sujos e cinzeiros, sem se importar com o que tava rolando ali. Isso me excitou muito e me deu coragem. Então me virei, encaixei minha bunda no pacote do meu amigo e segurei a garota pelo cabelo, esfregando a cara dela na minha bucetinha, que ela lambia igual uma gatinha faminta, totalmente submissa.

— Me bate! — ela pedia, e eu dava tapas nela e esfregava de novo entre minhas pernas. Meu amigo tirou a pica pra fora e encaixou no meu cu. Novamente, ele recebeu de bom grado. Me levantei um pouco, apoiando meu peso nas pernas pra que meu amigo pudesse fazer os movimentos de penetração e a garota, o trabalho oral. Meu amigo tava com a pica cada vez mais grossa e comprida, sentia como se meu cu tivesse sangrando quando ele metia. Tudo isso me fez sentir estranha e comecei a puxar a cara da garota bruscamente.

- Tá gostando, linda? Tá gostando da minha coisinha? Perguntei pra menina, que só balançava a cabeça com os olhinhos azuis e voltava pro transe com a língua enterrada dentro de mim.

Senti ela como minha escrava pelo jeito que pedia por tapas e como aguentava eu puxar ela pelo cabelo e esfregar ela em mim, como se ligassem o interruptor de outro instinto em mim e, sem avisar, me levantei do meu amigo e com a mão puxei a pica dele da boca da garota. Ela relutou no começo.

- Obedece, estúpida. Gritei de repente.

A garota, pelo visto, era totalmente lésbica e não curtia homens, mas também era submissa e tava muito tesuda, igual a mim. Vendo meu amigo, ela abriu a boquinha e ele, grato, enfiou até a garganta. Eu me ajoelhei junto com ela e observei como ela chupava a pica que segundos antes tinha estado no meu cu.

- Tá gostando do meu gosto, amor? Murmurei no ouvido dela enquanto, com a mão na nuca, empurrava ela pro meu amigo pra enfiar tudo.

Ela só balançava a cabeça com o olhar e se deixava levar. Só tirava a pica da boca pra me chupar ou pra me beijar e limpar os fluidos do meu amigo. Eu tava me sentindo muito atraída por aquela garota, e olha que nunca tinha ficado com uma mina. Coloquei ela de pé, puxando pelo cabelo, tirei os copos e a garrafa da mesinha, coloquei ela em cima da mesa de costas pra gente e tirei a calcinha dela. Ela tinha uma buceta linda também, com piercings e uma tatuagem tribal perto. Enfiei três dedos pra sentir ela, e ela parecia adorar. Meti os dedos umas vezes e, com o olhar, mandei meu amigo pegar a minha. lugar, ele só se colocou atrás dela e sem avisar começou a meter nela, e eu fui pro outro lado da mesa, colocando minha bunda na cara dela. Aí eu vi na porta do privê duas minas nos observando, ambas com o mesmo estilo “““““““““““““““““““““““““““““““emo””””””””””””””””””””””””””””””” da Katy, as duas estavam olhando aquela cena inquietas, de mãos dadas.

Seriam amigas da Katy?... me perguntei..

Fonte: Todorelatos

3 comentários - Relato de uma Amadora muito putinha (Parte 3)

😳 😳 😳 😳 😳 todo esto en una noche?? que envivida!!! jajaja, te dejo mis puntos aca por las tres partes del relato, excelente!