créditos a quem merece....
Cuidando do meu irmãozinho
Sempre que lembro dos acontecimentos daquele setembro, fico excitada… A verdade é que vivi e experimentei muitas coisas desde então, mas o tesão especial daqueles dias foi algo único e irrepetível…
Minha vida até então tinha sido relativamente normal, como a de qualquer garota… Embora no âmbito familiar não tivesse sido muito agradável. É que meus pais, apesar de poderem ser boas e agradáveis pessoas se você os tivesse como amigos, não eram exatamente os melhores progenitores do mundo. Minha infância foi cheia de abandono e praticamente tive que fazer o papel de mãe do meu irmão mais novo, nascido cinco anos depois de mim. Nossos pais sempre passavam fora quase todo o tempo, é verdade que trabalhando na maior parte, mas eu sabia que também não gostavam de ficar em casa. No entanto, e embora às vezes ao pensar nisso pareça incrível, nos viramos muito bem, e já sendo adolescente soube aproveitar a liberdade que me dava a falta de vigilância e as ausências deles… Desde bem novinha e, principalmente quando entrei na faculdade, fui uma garota vaidosa, gostosa e, como diria o careta do meu pai se soubesse, uma libertina. Começando com meu primeiro namorado aos dezesseis e até meu último rolo de verão daquele ano em que aconteceram os fatos que vou contar, tive aventuras e casos de forma contínua e com grande variedade. Tinha lido muitos contos e visto muitos filmes e queria experimentar tudo…
Então, o único homem constante na minha vida, por assim dizer, e embora nunca tivesse pensado nele como tal, era meu irmãozinho. Ele era…, como dizer…, especial. É estranho que numa família tão extrovertida como a nossa houvesse alguém como ele. Era tímido, reservado e silencioso. Não sei se era por natureza ou pela falta de afeto dos nossos pais, não entendo nada desses assuntos, e com certeza nunca o levamos a… Nenhum psicólogo. Meus pais achavam que era perda de dinheiro. E talvez eles nem ligassem. Mas a verdade é que eu me importava, mesmo sem saber o que fazer. Sandro, que é assim que meu irmão se chama, era inteligente e podia ser encantador quando criava intimidade com alguém, coisa muito rara, mas vivia numa bolha que, pelo menos na aparência, era inacessível. Principalmente desde os treze ou quatorze anos, eu me preocupava de verdade. Ele não tinha amigos entre os colegas, e minhas amigas de vinte e poucos anos não eram exatamente a melhor solução. Quando voltava da escola, eu era a única companhia dele e a única com quem ele falava, já que com meus pais, nem preciso dizer, a relação era quase nula. Bom, na real, era mais ele ouvir e eu falar. Eu adorava contar as coisas que tinha feito durante o dia e, quando ele teve idade, até comecei a narrar minhas experiências sexuais. Eu achava engraçado como ele ficava vermelho e baixava a cabeça, como se não tivesse interesse, mas eu sabia que ele me escutava bem atento… Isso sempre me divertia. Embora pra mim fosse só uma brincadeira e eu o visse apenas como meu irmão, na verdade, ele era quase como um filho… Eu não imaginava que isso pudesse mudar.
Não sei exatamente como começou, mas foi no fim de um verão longo e quente. Eu estava perto de me formar na faculdade, bem quando Sandro ia começar Direito e Ciências Políticas em setembro. Na época, ele estava muito nervoso, porque ia entrar num ambiente novo. Eu não me preocupei muito, já que isso era normal e acontecia com todo mundo. Além do mais, naquele momento, minha cabeça estava em outro lugar.
Naquele verão, eu tinha tido uma pequena aventura com um colega da faculdade. Não tinha sido nada inovador, o cara era meio sem graça e desconfiado na hora de experimentar coisas novas, mas era muito bem dotado, e isso já tinha sido suficiente pra eu aceitá-lo na minha cama por várias semanas. Depois que me cansei dele, terminei, e a verdade é que naquela época eu estava procurando algo que nunca tivesse feito antes, queria algo que totalmente mórbido, algo ainda mais proibido… Comecei a navegar na internet pra buscar ideias. Eu já tinha tido a sorte de experimentar muitas coisas: já tinha ficado com caras, com minas, feito ménage, suruba… Pensei em zoofilia, mas não me convencia de vez, ou na pira de tentar seduzir algum dos meus professores, embora nenhum me parecesse tão atraente, mesmo sabendo que eu conseguiria, porque nunca tive problema com homem nenhum graças ao meu corpo… Sim, eu tinha orgulho dele. Alta, cabelo preto caindo numa cascata suave pelas costas, olhos azuis enormes, traços delicados com um nariz empinado e uma boca macia de lábios rosados… Um corpo com curvas suaves: peitos grandes e arredondados, macios, uma pele lisa e branca que descia num tronco leve até uns quadris sedutores que seguiam em pernas longas e finas. Não fica bem eu falar isso de mim mesma, mas sou toda uma gostosa.
E eu tava nessa, procurando coisas pra experimentar quando, sei lá por quê, me vi de repente lendo um monte de contos de incesto. Não que eu nunca tivesse lido nenhum antes, mas agora comecei a devorar eles com avidez. Em quem eu pensava? Comecei pensando em dar em cima do meu pai… Ele era um conservador careta e me divertia imaginar o que aconteceria se soubessem como era a filha dele, ou se ela de repente colocasse o corpo na frente dele pra ele aproveitar… Será que ele explodiria de raiva ou se deixaria levar pela luxúria? Também pensei na minha mãe. Ela era mais liberal, mas não acho que tanto, embora me desse mais tesão do que com meu pai. Mas não. Na real, eu já não gostava nada deles naquela altura pra fantasiar direito com eles.
Sobrava meu querido irmãozinho. Ao ler um conto protagonizado por dois irmãos, pensei nele… Afinal, ele já tinha dezoito anos. Era um homem, embora eu nunca tivesse pensado nele desse jeito. E a verdade é que, pensando bem, ele era bonito também… E tão inocente na sua falta de conhecimento sobre sexo que a ideia de ensinar umas coisas pra ele encheu minha mente de Morbosidade. Mas aquela primeira ideia foi descartada. Sandro era meu irmão, pensei, não seria certo mesmo, além disso, como isso poderia afetá-lo? E isso sem contar que ele nunca faria isso comigo, mesmo que eu pedisse…
Mas apesar de ter descartado o incesto como meio de alcançar novas experiências, não consegui deixar de reparar no meu irmão de outra forma. Até as aulas começarem, ele não tinha nada para fazer e passava a maior parte do tempo lendo no quarto dele ou vendo TV. Ele era realmente gostoso. Não tanto quanto outros namorados ou amantes que eu tive, mas se não houvesse parentesco entre nós, pensei que teria reparado nele, pelo menos para uma rapidinha… Me imaginar com ele era difícil, mas a verdade é que não conseguia tirar essa ideia da cabeça. E cada vez parecia entrar mais e mais fundo. Em casa, ele se vestia de forma informal, como era verão, usava um shorts e uma camiseta, então dava para imaginá-lo pelado perfeitamente, e uma manhã me peguei pensando como ele seria de dotado.
Finalmente, um pequeno incidente no último dia de agosto praticamente me decidiu. Naquela tarde, cheguei em casa mais cedo do que o previsto, porque um encontro que tinha com umas amigas foi cancelado de última hora. Entrei em casa e vi que estava tudo tranquilo. Olhei o relógio. Estranhei que meu irmão não estivesse vendo TV, já que era hora da série favorita dele. Na verdade, estava muito silêncio. Embora achasse que era besteira, fiquei um pouco inquieta e fui até o quarto dele. Sim, lá se ouvia alguma coisa, um som abafado… Fiquei curiosa, mas hesitei sobre o que fazer… Finalmente, decidi me arriscar: bati duas vezes forte na porta como se fosse chamar, mas entrei antes que ele tivesse tempo de fazer qualquer coisa.
Ele estava sentado em frente à escrivaninha, e notei que reagiu com um movimento perto da virilha e fechando uma janela. Não precisei de mais nada para imaginar que ele tinha estado vendo pornô. Realmente, pensei rindo por dentro, meu irmãozinho já era crescido.
— Não —Eu ouvi você chegar — ela me disse. A voz dela soava calma, embora a respiração estivesse um pouco ofegante. Mesmo tentando disfarçar, amassando a camiseta dele, percebi que ele estava de pau duro. Não consegui ter noção do tamanho, mas senti um formigamento e uma estranha sensação de vazio na minha boca…
—Acabei de chegar — expliquei — O encontro que eu tinha foi cancelado.
—Ah — ele só balançou a cabeça.
—Estranho você não estar vendo sua série — comentei.
—Hoje não tava a fim — respondeu.
Foi minha vez de só balançar a cabeça. Comecei a me perguntar se ele sempre aproveitava quando ficava sozinho pra bater uma em paz… Claro, não tinha ninguém pra fazer isso, sem amigas e sem namorada… Eu era a coisa mais parecida com uma mulher na vida dele. Será que ele já tinha fantasiado comigo, com a ideia de me comer, a própria irmã?… Eu tava muito excitada com esses pensamentos… Pensei se seria a hora certa de ver até onde a situação podia ir.
—O que você tava fazendo? — perguntei, tentando soar o mais inocente possível.
—Nada, aqui, navegando na internet — respondeu.
—Vendo umas paradas? — perguntei — Quando cheguei, ouvi um vídeo — não era verdade, mas resolvi arriscar.
—É, tava no YouTube — ele falava calmo, mas conhecendo ele como eu conhecia, sabia que ele tava cada vez mais nervoso. Provavelmente se perguntando o quanto eu tinha ouvido e o quê.
O que eu deveria fazer? Eu já tinha certeza de que ele tava mentindo, e como agir? Por um lado, não gostava que ele mentisse pra mim e achava que devia dizer algo tipo que ele podia confiar em mim, que não via problema em ele ver pornô, que era super normal. Por outro lado, contra isso, contra a irmã, tava a minha versão ninfomaníaca, que cada vez tinha mais certeza de que meu querido irmãozinho era um amante em potencial. As duas brigaram um pouco e, no fim, eu disse:
—Pois é, pra mim parecia que você tava fazendo outra coisa.
—Outra coisa? — ele só repetiu, sem expressão. Sério, eu até acreditaria nele se não o conhecesse tão bem.
—Vamos, irmãozinho. Você sabe bem o que… O que você tava fazendo? Eu também. Não tem nada de errado. Além disso, eu já sei que você faz, cê acha que sou tonta?
- Não é tonta.
- Então não tenta me enganar, porque eu vi.
Aí ele ficou quieto. Na real, eu não tinha pegado ele "no flagra", mas o blefe já tinha funcionado antes e funcionou de novo.
- Você viu? – ele desviou o olhar.
- Vi. E não tem nada de errado, mas não gosto que você minta pra mim. Somos irmãos, temos confiança, né?
- Sim – ele concordou, com a voz baixa. Me olhou – Cê tá brava?
- Não, mas não mente pra mim de novo, ok?
- Ok.
Naquele momento, senti que ele tava na minha mão. Mas ainda não tinha certeza se queria ir até o fim… não tava totalmente excitada e também não sabia até onde ele iria. Resolvi dar uma sondada pra encerrar aquilo… por enquanto.
- Beleza, agora me fala o que cê tava fazendo – falei, com voz doce mas firme, ele precisava saber que eu queria resposta.
- Bom, cê já sabe – ele respondeu.
- Sei, mas vamos dizer que é um castiguinho. Quero ouvir da sua boca, e nada de eufemismos – falei, me deliciando com minhas palavras.
Ele demorou um pouco, mas depois de uns longos minutos entendeu que eu não ia embora nem ia deixar ele escapar.
- Eu tava me masturbando – confessou finalmente.
- Assim que eu gosto, com sinceridade e confiança – falei – Agora vou deixar você, tenho coisas pra fazer – me despedi saindo pela porta, satisfeita com essa vitória e meio excitada depois de ouvir as palavras do meu irmão.
Nos dias seguintes, meu interesse pelo meu irmão cresceu ainda mais. A ideia de transar com ele foi ganhando mais aceitação. Pensar em ser a primeira mina com quem ele ia ficar, em tudo que eu poderia fazer com ele… Me senti toda molhada… Além disso, pensei, com o que vou ensinar pra ele, aquela timidez besta vai sumir de uma vez. Comecei a fantasiar com tudo que poderia fazer com ele. Ele era um cara tímido, e ficar pensando na possibilidade de transformar ele num amante do prazer igual a mim… Me fazia sentir deliciosamente suja e corruptora…
Depois do incidente, eu já estava decidida a tomar pra mim a virgindade do Sandro. Comecei sondando as reações dele em relação ao sexo. Não é que eu me vestisse de forma casta antes, nem era nenhuma freira, mas agora resolvi me vestir com a menor quantidade de roupa possível e quase me exibir quando estávamos sozinhos em casa: usando shorts ou saias que mal cobriam minha bunda, ou camisetas justas, e até, com a desculpa do calor, às vezes eu só colocava um sutiã pequeno que deixava ele ver quase por completo meus peitos bem formados…
Essa tática funcionou. Claro que eu sabia que nenhum cara, por mais irmão que fosse, conseguiria ficar de boa com um corpo desses na frente do nariz sem reagir. No começo, ele parecia me evitar, mas eu quase o obrigava a me olhar, chamando ele quando a gente se cruzava no corredor, colocando minhas pernas em cima dele quando assistíamos TV, etc. Os primeiros olhares dele eram rápidos, mas quando ele ganhou um pouco de confiança e eu mostrei que não me importava que ele me observasse, ele ficava às vezes um tempão me encarando, me devorando com os olhos… Ele nunca tinha visto nenhuma garota nua tão de perto. Eu queria que ele me visse como uma mulher, assim como eu já tinha aprendido a vê-lo como um homem… Seria o primeiro passo pro meu plano de colocá-lo na minha cama e entre minhas pernas.
Também falava com ele mais do que nunca sobre sexo. Queria que na mente dele essa palavra ficasse ligada a mim, que ele não conseguisse pensar nisso sem ver meu corpo, que eu exibia pra ele ao mesmo tempo. Contava pra ele minhas últimas aventuras do verão, e ao mesmo tempo, perguntava pra ele, o que o fazia corar. Claro, ele não tinha amigas, e eu provocava dizendo coisas tipo que na faculdade ele com certeza conheceria umas gostosas, ou que quando quisesse trazer alguma pra casa pra foder, era só me avisar, pra eu não aparecer e cortar o barato. Principalmente essas coisas deixavam ele com muita vergonha, e eu, como antes, me divertia provocando ele. Mas agora tinha outra coisa… Agora eu também queria ver se ele ficava excitado.
E durante esses dias, eu também fui afetada. Fui ficando cada vez mais tesuda conforme executava meu plano e já queria ir pra cama com meu irmãozinho… Dizia pra mim mesma que ia ensinar um monte de coisas pra ele e me divertia com minha própria perversão. Cada vez passava mais tempo em casa e quase não deixava ele em paz…
Meu próximo passo foi tocar nele. Na real, ele nunca tinha gostado muito de contato físico. Mas agora, pensei, isso vai ter que mudar. Comecei com abraços curtos, às vezes do nada. No começo ele ficava desconfortável, mas aos poucos foi se acostumando. Depois os abraços ficaram mais longos e ele me deixava passar a mão no corpo dele, nas costas, nas coxas, nos braços, até na bunda dele… E percebi que, mesmo nervoso, quando eu era mais ousada, o pau dele reagia e eu começava a me aproximar pra sentir. Ele, claro, começava a se afastar quando sentia uma ereção, mas eu não deixava e ele teve que ceder. Na verdade, ele já tava começando a curtir esses jogos tanto quanto eu, e embora nunca tomasse a iniciativa, quando eu começava, ele se deixava levar. Talvez até tivesse me deixado tocar direto no pau dele, mas eu não tinha certeza se queria ir tão longe ainda, ou pelo menos daquele jeito.
Finalmente, decidi que não aguentava mais. Os olhares e as apalpadas já não me satisfaziam. Era hora de fazer de Sandro meu. E a oportunidade apareceu alguns dias depois, pouco antes do começo das aulas.
Meus pais, como eu disse, quase não ficavam em casa. Mas aquela semana seria ainda melhor. Eles iam viajar e a gente ia ter a casa toda só pra nós. Na primeira noite que passássemos sozinhos, meu irmãozinho não ia escapar de mim… Decidi preparar algo especial.
Naquele dia, eu tinha que me livrar dele até a noite, pra poder preparar tudo sem ele ver nada. Foi difícil, mas consegui convencer ele a ir com um amigo meu velho até a universidade, com a desculpa de que assim ele conheceria o lugar antes. de ir pra aula, essas coisas. Claro que ele não foi embora empolgado, mas Jorge, meu amigo, me garantiu que cuidava de tudo. De qualquer forma, não tinha tempo pra me preocupar com isso: tinha trabalho pra fazer.
Primeiro, as compras. A verdade é que gastei mais do que queria, mas era uma noite especial e, uma vez por ano, falei pra mim mesma que não tinha problema. Limpei a casa e fiz a melhor janta possível. Não que eu seja uma boa cozinheira, mas tenho um certo jeito e preparei carne com purê de batata, que o Sandro adorava, além de uma salada e um molho bom pra acompanhar. Comprei vinho, que meu irmão nunca tinha provado, pra beber, e assim esperava que ele visse o quão "sério" e "adulto" eu queria que a noite fosse… Ri sozinha ao pensar nisso.
Preparada a janta e a sala, fui pro meu quarto. Coloquei lençóis novos e arrumei um pouco o cômodo. Essa noite tava decidida a não dormir sozinha… No fim, só faltava me vestir e me arrumar. Tava decidida a ficar o mais gostosa possível. A primeira mina do meu irmão, pensei, tem que ser bem atraente… Coloquei um dos meus melhores vestidos, de seda preta, que com um decote suave mas aberto e suas linhas, deixava ver e insinuar minhas curvas sem cair num simples exibicionismo. Também calcei uns saltos altos, meia-calça e, por baixo, um conjunto de lingerie sexy. Me maquiei com capricho: sombra que contrastava com meus olhos azuis, batom vermelho intenso… Quando me olhei, pensei que mais que gostosa, podia parecer uma puta… A puta do meu irmão… Gostei.
Finalmente chegou a hora em que eles tinham que voltar. Por um momento, temi que voltassem antes, mas o Jorge devia ter controlado a situação. Tava na cozinha quando ouvi as chaves e as vozes e os passos dos dois caras entrando em casa.
— Já voltamos — disse o Jorge — Cê tá aí, Elena?
— Sim! — respondi sem sair. Não queria que vissem como eu tava: o Jorge porque não sabia o que eu planejava e que o favor que pedi pra ele pro meu irmão era uma distração, e Sandro, porque antes tinha outra surpresa pra ele.
— Bom, vou indo, tchau! — se despediu o primeiro.
— Tchau! — me despedi também sem aparecer. Esperei então a porta fechar e pouco depois falei — Sandro, você tá aí?
— Tô — ouvi a voz do meu irmão vindo da sala — Cadê você?
— Vai pro teu quarto e troca de roupa — falei — Vamos jantar. Veste a roupa que tá em cima da tua cama.
— Que roupa? — ele me perguntou.
— Sandro, amor, faz o que eu te falei — repeti com meu tom doce e imperativo.
Eu tava nervosa. Aquela era a noite e não sabia direito como ele reagiria. Claro que acho que ele não esperava, e embora esperasse que ele se deixasse levar por mim, não podia afirmar com toda certeza. Sentei de um lado da mesa, na sala de jantar, esperando ele aparecer.
— Cadê você? — ouvi ele dez minutos depois.
— Você se vestiu? — perguntei de volta.
— Sim.
— Na sala de jantar.
E, de fato, ele tinha vestido a roupa que deixei. Algo simples, mas que achei elegante. Um terno básico: camisa branca, paletó e calça escuros, sapatos marrons. Não coloquei a gravata, queria algo chique, mas não muito formal. Quando ele entrou na sala de jantar, me levantei e fui até ele pra que me visse de perto. Ele tava desconcertado, como eu esperava, mas notei no olhar dele que gostou de me ver.
— Por que a gente tá assim? — ele me perguntou.
— É uma noite especial — falei.
— Por quê?
— Porque você vai começar a faculdade logo — falei, embora não fosse por isso... — Além disso, a gente tá sozinho em casa e pensei: vamos fazer algo especial.
— Ah... — ele concordou. Mas acho que não me convenceu totalmente.
De qualquer forma, sentamos e começamos a comer. Eu tava feliz. O dia tinha sido puxado, mas eu já sentia a recompensa que ia cobrar naquela noite. Ele tava muito gostoso com a roupa que comprei e percebia como, disfarçadamente, ele olhava pro meu decote, que, por sinal, eu deixava bem à mostra.
Começamos falando da Universidade, claro. Perguntei sobre a visita e falei do que eu conhecia. A gente tocou em vários assuntos depois, e eu fiz questão de que ele bebesse todo o vinho possível… Por via das dúvidas, era melhor amolecer qualquer resistência que ele pudesse ter na hora de entrar na cama da irmã dele e, bem, no corpo da irmã dele. Hum… Eu ficava excitada só de pensar que logo teria meu irmãozinho pelado na minha cama pra realizar todos os meus desejos, e ainda por cima, virgem, sem nunca ter sido usado… Não consegui segurar um sorriso estranho ao pensar nisso, que escondi tomando um gole de vinho.
Conforme o jantar acabava e o vinho descia, fui esquentando o clima.
— Você gostou do Jorge? — perguntei.
— Sim — respondeu, dando de ombros.
— Ele é legal… e um bom amante — completei com a voz insinuante.
Ele não disse nada. Não costumava comentar quando eu falava dos meus encontros. Continuei falando do Jorge e da última vez que a gente transou. Ele parecia me ouvir com quase nenhum interesse, mas eu sabia que ele captava bem minhas palavras. Tinha certeza de que, com minha roupa, a história, o vinho e a imaginação dele fazendo o resto, logo ele estaria tão tesudo quanto eu.
— Foi uma boa experiência — concluí, esperando que ele me desse abertura pro que eu queria dizer.
— Parece — uma frase sem compromisso, mas já serve, pensei.
— Espero que você tenha experiências tão boas quanto as minhas.
— Sei lá…
— Qual é. Assim que você se abrir um pouco, vai ter um monte de minas em cima de você… Você é bem gostoso, sabia? Gostoso e desejável.
— Isso você fala por falar, porque é minha irmã — ele disse.
Pensei que era hora de partir pra tudo. O jantar já tinha acabado, e eu tomei o último gole de vinho pra pegar a coragem que precisava pra falar:
— Não vou negar que pode ser isso, mas… Sabe? Não é por ser sua irmã que minha calcinha tá molhada…
Ele me olhou, surpreso com minhas palavras. Eu me levantei e, sem tirar os olhos dos dele, fui contornando a mesa até ficar do lado dele. Ele parecia inquieto, mas eu coloquei minhas mãos em Coloquei as mãos nos ombros dele pra acalmar e evitar que ele se levantasse.
—Fica tranquilo —falo, me aproximando da orelha direita dele pra sussurrar bem pertinho— Essa noite vou te dedicar até o fim, ir-mão-zi-nho —terminei falando enquanto, entre uma sílaba e outra, mordiscava o lóbulo dele.
Ele não respondeu e por um momento não reagiu, então resolvi ir mais longe.
—Quer ver uma coisa? —perguntei.
Finalmente, ele assentiu com a cabeça. Já é meu, pensei.
Peguei a mão direita dele e a levei cuidadosamente até meus lábios. Beijei a palma com ternura e depois as pontas dos dedos. Ele observava atento meus movimentos. Em seguida, sem tirar os olhos dos dele, guiei a mão por baixo da minha saia e coloquei os dedos dele apalpando minha calcinha molhada. Senti a mão dele junto da minha bucetinha quente…, mesmo com o tecido no meio, sentia perfeitamente os dedos dele… Como ele não se atrevia a fazer nada, eu mesma movi a mão dele pra que apalpasse e sentisse o calor e a umidade… Hum… Afastei a roupa e aproximei os dedos dele da minha xota, deixei roçar a pele por um momento e tirei a mão dele… Por enquanto, só queria que ele conhecesse aquilo e já bastava.
—O que você sentiu? —perguntei.
—Calor, umidade, maciez —respondeu. Sinceramente, a resposta dele me divertiu, não consegui evitar dar uma risadinha.
Ele então olhou pros próprios dedos. As pontas estavam cobertas por uma camadinha de algo brilhante. Eu sabia muito bem o que era. Aproximei a mão dele de novo e lambi devagar dois dos quatro dedos molhados… Depois, levei os outros dois até a boca do meu irmão.
—Prova —falei.
Ele me obedeceu e lambeu meus sucos dos próprios dedos. Isso me deixou louca. Já queria que ele tomasse direto da fonte.
Me inclinei sobre ele e meus lábios foram em direção aos dele. Finalmente provei eles pela primeira vez… Eles se abriram ao meu primeiro impulso e minha língua teve acesso livre à boca dele. Já tinha beijado muitos caras, mas aquele beijo era especialmente excitante.
—Vem —falei— Vamos pro meu quarto.
Ele ainda mostrava um pouco de hesitação. no rosto, mas me seguiu docilmente quando, puxando pela mão, fiz ele se levantar e me acompanhar até meu quarto. Eu pulsava de emoção e me sentia completamente elétrica, como uma lâmpada. Estava levando meu irmãozinho pra minha cama pela mão, decidida a reduzir a nada as fantasias que ele pudesse ter, afogadas numa tempestade de sexo.
Chegamos e abri a porta, indicando que ele entrasse. Ele entrou… Eu percebia ele nervoso, inquieto…, mas dava pra ver que ele tava com tanta vontade quanto eu.
— Senta na cama — falei.
Ele sentou e eu me coloquei na frente dele, me despindo diante dos olhos dele, fazendo quase um strip-tease. Fiquei só com a lingerie que tinha vestido.
— O que você acha de mim, tô gostosa?
— Muito — ele respondeu, me devorando com os olhos.
Aí eu tirei lentamente a calcinha, de costas pra ele e me abaixando pra ele se deliciar vendo minha bunda e minha virilha. Quando me levantei e virei pra ele, já tava completamente a mil.
Apoiei minhas mãos no peito dele e fiz ele deitar de barriga pra cima na minha cama. Subi em cima dele, posicionando minhas pernas, mais de joelhos do que de cócoras, em volta da cabeça dele, de um jeito que minha buceta ficasse ao alcance da boquinha dele. Acariciei as bochechas dele e olhei docemente pra ele. Ele me olhava sem saber muito o que fazer. Eu aproximei a cabeça dele da minha entreperna e isso foi o bastante… Ele aproximou os lábios e os pousou na minha vulva ardente. Aí senti a língua dele roçar e passar entre as pregas quentes da minha buceta. Eu sabia que ele não tinha experiência, mas não tava ruim como ele começou: a língua dele percorria minha buceta inteira e começou a focar no meu clitóris, lambendo e chupando com os lábios. Aí ele usou os dedos também pra acariciar minha buceta e logo senti um dedo entrando dentro de mim. Ah. Nas últimas semanas eu tinha visto muitas vezes na minha imaginação meu irmãozinho me fazendo um boquete, mas foi melhor do que eu esperava.
Primeiro outro e depois dois dedos seguiram o primeiro, até que ele tinha três dedos se introduzindo dentro de mim enquanto ele focava a língua no meu monte de Vênus, cercando ele com os lábios… hum, até senti um arrepio gostoso quando notei os dentes dele apertando levemente. Pra ser a primeira vez dele, ele mandava melhor que muito cara, e isso me surpreendeu pra caralho. A outra mão dele acariciava minha coxa e foi deslizando até minha bunda, rodeando minha nádega e apertando… Eu já esperava que ele levasse os dedos pro buraquinho apertado que elas guardavam, mas não foi assim… Bom, pensei… Ele era novato no fim das contas, mas eu ia ensinar ele essa e muitas outras coisas, me disse.
Eu acariciava o cabelo dele e mantinha a cabeça dele pressionada contra minha entrada carnuda, desejando que ele não se afastasse. O prazer era indescritível e o tesão, inimaginável. Eu tinha conseguido o que queria e estava aproveitando além do que podia ter pedido. Me concentrei em sentir as investidas da língua dele, que agora tentava me penetrar o máximo possível enquanto os dedos pressionavam meu clitóris… Eu gemia de prazer e sabia que não ia aguentar muito mais. E foi assim, pouco depois eu chegava a um orgasmo magnífico que deixava meu néctar escorrer direto pra boca dele. Pra minha alegria, ele não hesitou em dar conta de tudo. Me regozijei de novo com a ideia, meu irmãozinho tinha comido minha bucetinha até me fazer gozar.
— Hum… Irmãozinho, você mandou muito bem — falei, me levantando.
Então desabotoei a calça dele e, depois de tirar os sapatos, puxei as pernas da calça até tirar. Feito isso, a cueca dele não demorou a seguir o mesmo caminho. Me ajoelhei na frente dele, na beira da cama, ele estava apoiado nos antebraços pra ver o que eu fazia. Eu sabia muito bem o que queria… Finalmente tinha o pau dele na minha frente, aquela rola que tantas vezes imaginei, que tantas vezes acolhi ao fantasiar pelos buracos do meu corpo… Ia ser minha.
O pau dele não era melhor que outros que eu já tinha tido, mas eu gostei. Não era muito comprido, mas era gordinho e estava Duro, de fato, parecia que eu via ele crescendo, e sentia quando o envolvia com meus dedos. Ele me olhava, li nos olhos dele a luxúria e sabia que ele queria sentir ele na minha boquinha. Mas ainda não…
Eu puxei suavemente a pele da glande dele… Ele prendeu a respiração. Aos poucos, acariciei o pau dele por inteiro, meus dedos sentindo a pele deslizando sobre o músculo central, já duro como pedra. Ele soltou o primeiro suspiro e eu aumentei o ritmo da punheta enquanto minha outra mão acariciava as bolas dele. Ele fechou os olhos para se concentrar na sensação gostosa que eu estava dando, e eu acelerei ainda mais.
Aí decidi ir além. Devagar, aproximei meus lábios e beijei a ponta, onde já tinha um pouco de líquido pré-gozo. Hum… Já gostei na hora. Eu era viciada no gosto de paus há anos, mas esse me encantou especialmente. Depois de vários beijinhos na glande, apertei meus lábios contra ele, como se fosse um aríete querendo forçar minha boca. Aos poucos, cedi e senti o pau dele invadir toda a minha boca. De uma vez, engoli até o talo. Ele tremeu de prazer ao sentir o membro desaparecer e roçar minha garganta.
Comecei a chupar, percorrendo com a boca todo o mastro ereto dele, brincando com a língua na cabeça, tentando enfiar a pontinha no furinho. Minhas mãos massageavam as bolas dele, batiam uma punheta e, molhando um dedo, fui aproximando do cu dele. Ele tremeu quando sentiu, mas não me intimidei e pressionei até enfiar o dedo inteiro enquanto continuava chupando.
Ele respirava cada vez mais rápido, ofegando de tanto prazer que estava sentindo. Eu tinha muita experiência e meu irmãozinho estava adorando. Me permiti enfiar um segundo dedo e comecei a me mexer no cu dele… Ele fez um movimento de reclamação ao sentir um incômodo crescendo no ânus, mas com a outra mão acariciei a barriga dele por baixo da camisa, tentando acalmá-lo. E quando ele relaxou, enfiei um terceiro dedo para terminar de estimular ele. enquanto eu a chupava. Eu tava a mil, tava abrindo a bunda do meu irmão enquanto ele me chupava... Me sentia de novo molhadinha e quentinha... Falei pra mim mesma que logo teria aquela pica enterrada dentro de mim.
Na real, já queria ela na hora, então parei e, pra alívio dele, tirei meus dedos de dentro. Ele tava bêbado de prazer e claramente queria mais. Me olhou com tesão, pedindo pra eu continuar, mas eu tinha outros planos. Levantei ele e ajudei a tirar a camisa enquanto a gente se beijava de novo apaixonadamente. Eu sentia ainda o suco da minha buceta na boca dele e ele devia sentir o próprio gosto na minha.
Quando a camisa voou pro chão, levei ele até uma cadeira e mandei ele sentar. Assim pude montar em cima, sentindo a ponta do pau dele quando roçou pela primeira vez na minha xereca. Essa era minha posição favorita, controlando tudo, cavalgando meu amante. Era o melhor jeito do meu irmãozinho conhecer pela primeira vez o calor de dentro de uma mulher... Minha bucetinha ia ser a primeira a ter aquela pica... Tava tão molhada que achei que dava pra enfiar de uma vez.
Quase pensei em fazer isso, mas não, preferia que ele sentisse devagar e de boa, centímetro por centímetro. Fui sentando enquanto a pica dele, segura por uma das minhas mãos pra não desviar, entrava em mim, abrindo minha carne no caminho... Amava essa sensação, ainda mais nessas circunstâncias. Sentia o pau quente e duro dele me penetrando enquanto me empalava o mais devagar possível.
Finalmente cheguei até o fundo e senti ele todo dentro, duro contra minhas paredes. Apoiei nos ombros dele mas fiquei parada um momento, querendo apertar minha buceta no pau dele, como se pudesse espremer ele... Aí beijei ele na boca. Ele aproveitou essa posição pra acariciar minha barriga e subir até meus peitos. Já tava mais confiante e isso me agradava. Entendi que ele queria provar meus peitos, então parei de beijar ele pra que ele pudesse enfiar um dos meus mamilos na boca. A boca dele, sugando como se fosse um bebê mamando no peito da mãe… A ideia me agradou e eu acariciei a cabeça dele como se fosse a mãe dele amamentando… apertando ele contra mim. A língua dele percorria o mamilo enquanto os lábios apertavam. Também lambeu o peito inteiro, dando uns “mordiscos” que me deixavam louca. Fez primeiro com uma das minhas tetas e depois com a outra.
Aí eu comecei, de verdade, a cavalgar ele, pulando apoiada nos ombros dele. Agora sentia ele entrando e saindo de mim… Oh… Ele gemia baixinho e eu acompanhava. Enquanto sentia o pau dele conhecendo a primeira do que eu imaginava ser muitas bucetinhas, entrando e saindo, eu continuei me deliciando com o tesão do incesto… Não era a primeira vez que eu era comida, mas agora era meu querido e tímido irmãozinho… Cada vez mais eu tinha certeza de que faria dele um amante do prazer como eu. Ele ia aprender muita coisa comigo, coisas que iam surpreender ele.
A gente se beijou de novo. Ele já explorava minha boca com a língua e brincava com a minha, fiquei feliz que ele tava ganhando confiança e um pouco de jeito. Eu continuei acelerando e as mãos dele, na minha cintura, me empurravam pra ir mais rápido. Eu agradei ele indo o mais rápido que podia. Nossos gemidos se cruzavam quando nossas bocas se separavam e a gente trocava suspiros e hálitos. Foi um momento de pico. Eu me sentia totalmente ligada ao meu irmãozinho, quase de um jeito… Essa posição sempre dava certo pra mim, mas aí eu quis que o Sandro experimentasse outra.
Eu saí com cuidado e por um momento lamentei perder a sensação daquele pau gostoso dentro de mim, mas tudo bem, logo ia ter ele de volta.
— Vamos pra cama — falei.
Eu me deitei de costas nos lençóis. Era uma posição clássica, mas tava com vontade. Ele foi se aproximando de mim, se posicionando por cima. Logo a gente começou a se beijar de novo enquanto o pau dele se aproximava mais uma vez da minha bucetinha ansiosa.
— Sandro, me faz amor de novo — sussurrei pra excitar ele ainda mais, se Isso era possível.
Ele não me decepcionou e, de novo, eu senti o pauzão dele entrar em mim, abrindo caminho entre meus lábios e minha carne. Ele avançou rápido e, em poucos segundos, parou com tudo dentro de mim. Ele me beijou de novo, já estava cada vez mais solto, e logo começou a se mover… Ah! Eu gemia de prazer com cada estocada dele, enquanto tentava abrir ao máximo minhas pernas pra ele entrar bem…
— Ah, irmãozinho! Sandro! Assim, me come, me fode com força, mais rápido…
Ele acelerou e eu senti o pau dele saindo e entrando cada vez com mais força… Não achei que ia aguentar muito mais… E não me enganei.
— Ah!... Elena — ele disse — Acho que vou gozar.
— Sim, meu amor! Goza na minha boquinha! — pedi.
Ele tirou rapidinho e se aproximou do meu rosto enquanto se masturbava. Eu me posicionei pra ficar bem em cima da minha cara, e minha mão substituiu a dele, enquanto eu apontava a cabecinha do pau dele bem na minha boca, abaixando pra alcançar com minha língua. Eu massageava cada vez mais rápido enquanto chupava e sugava a ponta com gosto, e logo fui recompensada.
Com um gemido suave, mas prolongado, ele começou a gozar. Eu enfiei a ponta na boca e senti o leite dele jorrar em jatos grossos que enchiam minha boca. O sêmen era quentinho, grosso, com um gosto meio ácido… Eu saboreei, achei gostoso e brinquei, querendo excitá-lo, com a porra na boca, mexendo entre os dentes com a língua e engolindo devagar, fazendo barulho. Continuei até tomar tudo e deixar o pau dele bem limpinho.
Aí ele se deitou do meu lado… tava cansado. E eu também, depois do dia de preparativos com aquele final fantástico naquela trepada em que, sentia cócegas na minha buceta só de pensar, tinha gozado tirando a virgindade do meu irmão…
Vendo ele do meu lado enquanto me aproximava pra beijá-lo de novo, decidi que essa tinha sido só a primeira de muitas vezes, e que ele ainda não conhecia nada comparado com o que o esperava…
Não sei exatamente como começou, mas foi no fim de um verão longo e quente. Eu estava perto de me formar na faculdade, bem quando Sandro ia começar Direito e Ciências Políticas em setembro. Na época, ele estava muito nervoso, porque ia entrar num ambiente novo. Eu não me preocupei muito, já que isso era normal e acontecia com todo mundo. Além do mais, naquele momento, minha cabeça estava em outro lugar.
Naquele verão, eu tinha tido uma pequena aventura com um colega da faculdade. Não tinha sido nada inovador, o cara era meio sem graça e desconfiado na hora de experimentar coisas novas, mas era muito bem dotado, e isso já tinha sido suficiente pra eu aceitá-lo na minha cama por várias semanas. Depois que me cansei dele, terminei, e a verdade é que naquela época eu estava procurando algo que nunca tivesse feito antes, queria algo que totalmente mórbido, algo ainda mais proibido… Comecei a navegar na internet pra buscar ideias. Eu já tinha tido a sorte de experimentar muitas coisas: já tinha ficado com caras, com minas, feito ménage, suruba… Pensei em zoofilia, mas não me convencia de vez, ou na pira de tentar seduzir algum dos meus professores, embora nenhum me parecesse tão atraente, mesmo sabendo que eu conseguiria, porque nunca tive problema com homem nenhum graças ao meu corpo… Sim, eu tinha orgulho dele. Alta, cabelo preto caindo numa cascata suave pelas costas, olhos azuis enormes, traços delicados com um nariz empinado e uma boca macia de lábios rosados… Um corpo com curvas suaves: peitos grandes e arredondados, macios, uma pele lisa e branca que descia num tronco leve até uns quadris sedutores que seguiam em pernas longas e finas. Não fica bem eu falar isso de mim mesma, mas sou toda uma gostosa.
E eu tava nessa, procurando coisas pra experimentar quando, sei lá por quê, me vi de repente lendo um monte de contos de incesto. Não que eu nunca tivesse lido nenhum antes, mas agora comecei a devorar eles com avidez. Em quem eu pensava? Comecei pensando em dar em cima do meu pai… Ele era um conservador careta e me divertia imaginar o que aconteceria se soubessem como era a filha dele, ou se ela de repente colocasse o corpo na frente dele pra ele aproveitar… Será que ele explodiria de raiva ou se deixaria levar pela luxúria? Também pensei na minha mãe. Ela era mais liberal, mas não acho que tanto, embora me desse mais tesão do que com meu pai. Mas não. Na real, eu já não gostava nada deles naquela altura pra fantasiar direito com eles.
Sobrava meu querido irmãozinho. Ao ler um conto protagonizado por dois irmãos, pensei nele… Afinal, ele já tinha dezoito anos. Era um homem, embora eu nunca tivesse pensado nele desse jeito. E a verdade é que, pensando bem, ele era bonito também… E tão inocente na sua falta de conhecimento sobre sexo que a ideia de ensinar umas coisas pra ele encheu minha mente de Morbosidade. Mas aquela primeira ideia foi descartada. Sandro era meu irmão, pensei, não seria certo mesmo, além disso, como isso poderia afetá-lo? E isso sem contar que ele nunca faria isso comigo, mesmo que eu pedisse…
Mas apesar de ter descartado o incesto como meio de alcançar novas experiências, não consegui deixar de reparar no meu irmão de outra forma. Até as aulas começarem, ele não tinha nada para fazer e passava a maior parte do tempo lendo no quarto dele ou vendo TV. Ele era realmente gostoso. Não tanto quanto outros namorados ou amantes que eu tive, mas se não houvesse parentesco entre nós, pensei que teria reparado nele, pelo menos para uma rapidinha… Me imaginar com ele era difícil, mas a verdade é que não conseguia tirar essa ideia da cabeça. E cada vez parecia entrar mais e mais fundo. Em casa, ele se vestia de forma informal, como era verão, usava um shorts e uma camiseta, então dava para imaginá-lo pelado perfeitamente, e uma manhã me peguei pensando como ele seria de dotado.
Finalmente, um pequeno incidente no último dia de agosto praticamente me decidiu. Naquela tarde, cheguei em casa mais cedo do que o previsto, porque um encontro que tinha com umas amigas foi cancelado de última hora. Entrei em casa e vi que estava tudo tranquilo. Olhei o relógio. Estranhei que meu irmão não estivesse vendo TV, já que era hora da série favorita dele. Na verdade, estava muito silêncio. Embora achasse que era besteira, fiquei um pouco inquieta e fui até o quarto dele. Sim, lá se ouvia alguma coisa, um som abafado… Fiquei curiosa, mas hesitei sobre o que fazer… Finalmente, decidi me arriscar: bati duas vezes forte na porta como se fosse chamar, mas entrei antes que ele tivesse tempo de fazer qualquer coisa.
Ele estava sentado em frente à escrivaninha, e notei que reagiu com um movimento perto da virilha e fechando uma janela. Não precisei de mais nada para imaginar que ele tinha estado vendo pornô. Realmente, pensei rindo por dentro, meu irmãozinho já era crescido.
— Não —Eu ouvi você chegar — ela me disse. A voz dela soava calma, embora a respiração estivesse um pouco ofegante. Mesmo tentando disfarçar, amassando a camiseta dele, percebi que ele estava de pau duro. Não consegui ter noção do tamanho, mas senti um formigamento e uma estranha sensação de vazio na minha boca…
—Acabei de chegar — expliquei — O encontro que eu tinha foi cancelado.
—Ah — ele só balançou a cabeça.
—Estranho você não estar vendo sua série — comentei.
—Hoje não tava a fim — respondeu.
Foi minha vez de só balançar a cabeça. Comecei a me perguntar se ele sempre aproveitava quando ficava sozinho pra bater uma em paz… Claro, não tinha ninguém pra fazer isso, sem amigas e sem namorada… Eu era a coisa mais parecida com uma mulher na vida dele. Será que ele já tinha fantasiado comigo, com a ideia de me comer, a própria irmã?… Eu tava muito excitada com esses pensamentos… Pensei se seria a hora certa de ver até onde a situação podia ir.
—O que você tava fazendo? — perguntei, tentando soar o mais inocente possível.
—Nada, aqui, navegando na internet — respondeu.
—Vendo umas paradas? — perguntei — Quando cheguei, ouvi um vídeo — não era verdade, mas resolvi arriscar.
—É, tava no YouTube — ele falava calmo, mas conhecendo ele como eu conhecia, sabia que ele tava cada vez mais nervoso. Provavelmente se perguntando o quanto eu tinha ouvido e o quê.
O que eu deveria fazer? Eu já tinha certeza de que ele tava mentindo, e como agir? Por um lado, não gostava que ele mentisse pra mim e achava que devia dizer algo tipo que ele podia confiar em mim, que não via problema em ele ver pornô, que era super normal. Por outro lado, contra isso, contra a irmã, tava a minha versão ninfomaníaca, que cada vez tinha mais certeza de que meu querido irmãozinho era um amante em potencial. As duas brigaram um pouco e, no fim, eu disse:
—Pois é, pra mim parecia que você tava fazendo outra coisa.
—Outra coisa? — ele só repetiu, sem expressão. Sério, eu até acreditaria nele se não o conhecesse tão bem.
—Vamos, irmãozinho. Você sabe bem o que… O que você tava fazendo? Eu também. Não tem nada de errado. Além disso, eu já sei que você faz, cê acha que sou tonta?
- Não é tonta.
- Então não tenta me enganar, porque eu vi.
Aí ele ficou quieto. Na real, eu não tinha pegado ele "no flagra", mas o blefe já tinha funcionado antes e funcionou de novo.
- Você viu? – ele desviou o olhar.
- Vi. E não tem nada de errado, mas não gosto que você minta pra mim. Somos irmãos, temos confiança, né?
- Sim – ele concordou, com a voz baixa. Me olhou – Cê tá brava?
- Não, mas não mente pra mim de novo, ok?
- Ok.
Naquele momento, senti que ele tava na minha mão. Mas ainda não tinha certeza se queria ir até o fim… não tava totalmente excitada e também não sabia até onde ele iria. Resolvi dar uma sondada pra encerrar aquilo… por enquanto.
- Beleza, agora me fala o que cê tava fazendo – falei, com voz doce mas firme, ele precisava saber que eu queria resposta.
- Bom, cê já sabe – ele respondeu.
- Sei, mas vamos dizer que é um castiguinho. Quero ouvir da sua boca, e nada de eufemismos – falei, me deliciando com minhas palavras.
Ele demorou um pouco, mas depois de uns longos minutos entendeu que eu não ia embora nem ia deixar ele escapar.
- Eu tava me masturbando – confessou finalmente.
- Assim que eu gosto, com sinceridade e confiança – falei – Agora vou deixar você, tenho coisas pra fazer – me despedi saindo pela porta, satisfeita com essa vitória e meio excitada depois de ouvir as palavras do meu irmão.
Nos dias seguintes, meu interesse pelo meu irmão cresceu ainda mais. A ideia de transar com ele foi ganhando mais aceitação. Pensar em ser a primeira mina com quem ele ia ficar, em tudo que eu poderia fazer com ele… Me senti toda molhada… Além disso, pensei, com o que vou ensinar pra ele, aquela timidez besta vai sumir de uma vez. Comecei a fantasiar com tudo que poderia fazer com ele. Ele era um cara tímido, e ficar pensando na possibilidade de transformar ele num amante do prazer igual a mim… Me fazia sentir deliciosamente suja e corruptora…
Depois do incidente, eu já estava decidida a tomar pra mim a virgindade do Sandro. Comecei sondando as reações dele em relação ao sexo. Não é que eu me vestisse de forma casta antes, nem era nenhuma freira, mas agora resolvi me vestir com a menor quantidade de roupa possível e quase me exibir quando estávamos sozinhos em casa: usando shorts ou saias que mal cobriam minha bunda, ou camisetas justas, e até, com a desculpa do calor, às vezes eu só colocava um sutiã pequeno que deixava ele ver quase por completo meus peitos bem formados…
Essa tática funcionou. Claro que eu sabia que nenhum cara, por mais irmão que fosse, conseguiria ficar de boa com um corpo desses na frente do nariz sem reagir. No começo, ele parecia me evitar, mas eu quase o obrigava a me olhar, chamando ele quando a gente se cruzava no corredor, colocando minhas pernas em cima dele quando assistíamos TV, etc. Os primeiros olhares dele eram rápidos, mas quando ele ganhou um pouco de confiança e eu mostrei que não me importava que ele me observasse, ele ficava às vezes um tempão me encarando, me devorando com os olhos… Ele nunca tinha visto nenhuma garota nua tão de perto. Eu queria que ele me visse como uma mulher, assim como eu já tinha aprendido a vê-lo como um homem… Seria o primeiro passo pro meu plano de colocá-lo na minha cama e entre minhas pernas.
Também falava com ele mais do que nunca sobre sexo. Queria que na mente dele essa palavra ficasse ligada a mim, que ele não conseguisse pensar nisso sem ver meu corpo, que eu exibia pra ele ao mesmo tempo. Contava pra ele minhas últimas aventuras do verão, e ao mesmo tempo, perguntava pra ele, o que o fazia corar. Claro, ele não tinha amigas, e eu provocava dizendo coisas tipo que na faculdade ele com certeza conheceria umas gostosas, ou que quando quisesse trazer alguma pra casa pra foder, era só me avisar, pra eu não aparecer e cortar o barato. Principalmente essas coisas deixavam ele com muita vergonha, e eu, como antes, me divertia provocando ele. Mas agora tinha outra coisa… Agora eu também queria ver se ele ficava excitado.
E durante esses dias, eu também fui afetada. Fui ficando cada vez mais tesuda conforme executava meu plano e já queria ir pra cama com meu irmãozinho… Dizia pra mim mesma que ia ensinar um monte de coisas pra ele e me divertia com minha própria perversão. Cada vez passava mais tempo em casa e quase não deixava ele em paz…
Meu próximo passo foi tocar nele. Na real, ele nunca tinha gostado muito de contato físico. Mas agora, pensei, isso vai ter que mudar. Comecei com abraços curtos, às vezes do nada. No começo ele ficava desconfortável, mas aos poucos foi se acostumando. Depois os abraços ficaram mais longos e ele me deixava passar a mão no corpo dele, nas costas, nas coxas, nos braços, até na bunda dele… E percebi que, mesmo nervoso, quando eu era mais ousada, o pau dele reagia e eu começava a me aproximar pra sentir. Ele, claro, começava a se afastar quando sentia uma ereção, mas eu não deixava e ele teve que ceder. Na verdade, ele já tava começando a curtir esses jogos tanto quanto eu, e embora nunca tomasse a iniciativa, quando eu começava, ele se deixava levar. Talvez até tivesse me deixado tocar direto no pau dele, mas eu não tinha certeza se queria ir tão longe ainda, ou pelo menos daquele jeito.
Finalmente, decidi que não aguentava mais. Os olhares e as apalpadas já não me satisfaziam. Era hora de fazer de Sandro meu. E a oportunidade apareceu alguns dias depois, pouco antes do começo das aulas.
Meus pais, como eu disse, quase não ficavam em casa. Mas aquela semana seria ainda melhor. Eles iam viajar e a gente ia ter a casa toda só pra nós. Na primeira noite que passássemos sozinhos, meu irmãozinho não ia escapar de mim… Decidi preparar algo especial.
Naquele dia, eu tinha que me livrar dele até a noite, pra poder preparar tudo sem ele ver nada. Foi difícil, mas consegui convencer ele a ir com um amigo meu velho até a universidade, com a desculpa de que assim ele conheceria o lugar antes. de ir pra aula, essas coisas. Claro que ele não foi embora empolgado, mas Jorge, meu amigo, me garantiu que cuidava de tudo. De qualquer forma, não tinha tempo pra me preocupar com isso: tinha trabalho pra fazer.
Primeiro, as compras. A verdade é que gastei mais do que queria, mas era uma noite especial e, uma vez por ano, falei pra mim mesma que não tinha problema. Limpei a casa e fiz a melhor janta possível. Não que eu seja uma boa cozinheira, mas tenho um certo jeito e preparei carne com purê de batata, que o Sandro adorava, além de uma salada e um molho bom pra acompanhar. Comprei vinho, que meu irmão nunca tinha provado, pra beber, e assim esperava que ele visse o quão "sério" e "adulto" eu queria que a noite fosse… Ri sozinha ao pensar nisso.
Preparada a janta e a sala, fui pro meu quarto. Coloquei lençóis novos e arrumei um pouco o cômodo. Essa noite tava decidida a não dormir sozinha… No fim, só faltava me vestir e me arrumar. Tava decidida a ficar o mais gostosa possível. A primeira mina do meu irmão, pensei, tem que ser bem atraente… Coloquei um dos meus melhores vestidos, de seda preta, que com um decote suave mas aberto e suas linhas, deixava ver e insinuar minhas curvas sem cair num simples exibicionismo. Também calcei uns saltos altos, meia-calça e, por baixo, um conjunto de lingerie sexy. Me maquiei com capricho: sombra que contrastava com meus olhos azuis, batom vermelho intenso… Quando me olhei, pensei que mais que gostosa, podia parecer uma puta… A puta do meu irmão… Gostei.
Finalmente chegou a hora em que eles tinham que voltar. Por um momento, temi que voltassem antes, mas o Jorge devia ter controlado a situação. Tava na cozinha quando ouvi as chaves e as vozes e os passos dos dois caras entrando em casa.
— Já voltamos — disse o Jorge — Cê tá aí, Elena?
— Sim! — respondi sem sair. Não queria que vissem como eu tava: o Jorge porque não sabia o que eu planejava e que o favor que pedi pra ele pro meu irmão era uma distração, e Sandro, porque antes tinha outra surpresa pra ele.
— Bom, vou indo, tchau! — se despediu o primeiro.
— Tchau! — me despedi também sem aparecer. Esperei então a porta fechar e pouco depois falei — Sandro, você tá aí?
— Tô — ouvi a voz do meu irmão vindo da sala — Cadê você?
— Vai pro teu quarto e troca de roupa — falei — Vamos jantar. Veste a roupa que tá em cima da tua cama.
— Que roupa? — ele me perguntou.
— Sandro, amor, faz o que eu te falei — repeti com meu tom doce e imperativo.
Eu tava nervosa. Aquela era a noite e não sabia direito como ele reagiria. Claro que acho que ele não esperava, e embora esperasse que ele se deixasse levar por mim, não podia afirmar com toda certeza. Sentei de um lado da mesa, na sala de jantar, esperando ele aparecer.
— Cadê você? — ouvi ele dez minutos depois.
— Você se vestiu? — perguntei de volta.
— Sim.
— Na sala de jantar.
E, de fato, ele tinha vestido a roupa que deixei. Algo simples, mas que achei elegante. Um terno básico: camisa branca, paletó e calça escuros, sapatos marrons. Não coloquei a gravata, queria algo chique, mas não muito formal. Quando ele entrou na sala de jantar, me levantei e fui até ele pra que me visse de perto. Ele tava desconcertado, como eu esperava, mas notei no olhar dele que gostou de me ver.
— Por que a gente tá assim? — ele me perguntou.
— É uma noite especial — falei.
— Por quê?
— Porque você vai começar a faculdade logo — falei, embora não fosse por isso... — Além disso, a gente tá sozinho em casa e pensei: vamos fazer algo especial.
— Ah... — ele concordou. Mas acho que não me convenceu totalmente.
De qualquer forma, sentamos e começamos a comer. Eu tava feliz. O dia tinha sido puxado, mas eu já sentia a recompensa que ia cobrar naquela noite. Ele tava muito gostoso com a roupa que comprei e percebia como, disfarçadamente, ele olhava pro meu decote, que, por sinal, eu deixava bem à mostra.
Começamos falando da Universidade, claro. Perguntei sobre a visita e falei do que eu conhecia. A gente tocou em vários assuntos depois, e eu fiz questão de que ele bebesse todo o vinho possível… Por via das dúvidas, era melhor amolecer qualquer resistência que ele pudesse ter na hora de entrar na cama da irmã dele e, bem, no corpo da irmã dele. Hum… Eu ficava excitada só de pensar que logo teria meu irmãozinho pelado na minha cama pra realizar todos os meus desejos, e ainda por cima, virgem, sem nunca ter sido usado… Não consegui segurar um sorriso estranho ao pensar nisso, que escondi tomando um gole de vinho.
Conforme o jantar acabava e o vinho descia, fui esquentando o clima.
— Você gostou do Jorge? — perguntei.
— Sim — respondeu, dando de ombros.
— Ele é legal… e um bom amante — completei com a voz insinuante.
Ele não disse nada. Não costumava comentar quando eu falava dos meus encontros. Continuei falando do Jorge e da última vez que a gente transou. Ele parecia me ouvir com quase nenhum interesse, mas eu sabia que ele captava bem minhas palavras. Tinha certeza de que, com minha roupa, a história, o vinho e a imaginação dele fazendo o resto, logo ele estaria tão tesudo quanto eu.
— Foi uma boa experiência — concluí, esperando que ele me desse abertura pro que eu queria dizer.
— Parece — uma frase sem compromisso, mas já serve, pensei.
— Espero que você tenha experiências tão boas quanto as minhas.
— Sei lá…
— Qual é. Assim que você se abrir um pouco, vai ter um monte de minas em cima de você… Você é bem gostoso, sabia? Gostoso e desejável.
— Isso você fala por falar, porque é minha irmã — ele disse.
Pensei que era hora de partir pra tudo. O jantar já tinha acabado, e eu tomei o último gole de vinho pra pegar a coragem que precisava pra falar:
— Não vou negar que pode ser isso, mas… Sabe? Não é por ser sua irmã que minha calcinha tá molhada…
Ele me olhou, surpreso com minhas palavras. Eu me levantei e, sem tirar os olhos dos dele, fui contornando a mesa até ficar do lado dele. Ele parecia inquieto, mas eu coloquei minhas mãos em Coloquei as mãos nos ombros dele pra acalmar e evitar que ele se levantasse.
—Fica tranquilo —falo, me aproximando da orelha direita dele pra sussurrar bem pertinho— Essa noite vou te dedicar até o fim, ir-mão-zi-nho —terminei falando enquanto, entre uma sílaba e outra, mordiscava o lóbulo dele.
Ele não respondeu e por um momento não reagiu, então resolvi ir mais longe.
—Quer ver uma coisa? —perguntei.
Finalmente, ele assentiu com a cabeça. Já é meu, pensei.
Peguei a mão direita dele e a levei cuidadosamente até meus lábios. Beijei a palma com ternura e depois as pontas dos dedos. Ele observava atento meus movimentos. Em seguida, sem tirar os olhos dos dele, guiei a mão por baixo da minha saia e coloquei os dedos dele apalpando minha calcinha molhada. Senti a mão dele junto da minha bucetinha quente…, mesmo com o tecido no meio, sentia perfeitamente os dedos dele… Como ele não se atrevia a fazer nada, eu mesma movi a mão dele pra que apalpasse e sentisse o calor e a umidade… Hum… Afastei a roupa e aproximei os dedos dele da minha xota, deixei roçar a pele por um momento e tirei a mão dele… Por enquanto, só queria que ele conhecesse aquilo e já bastava.
—O que você sentiu? —perguntei.
—Calor, umidade, maciez —respondeu. Sinceramente, a resposta dele me divertiu, não consegui evitar dar uma risadinha.
Ele então olhou pros próprios dedos. As pontas estavam cobertas por uma camadinha de algo brilhante. Eu sabia muito bem o que era. Aproximei a mão dele de novo e lambi devagar dois dos quatro dedos molhados… Depois, levei os outros dois até a boca do meu irmão.
—Prova —falei.
Ele me obedeceu e lambeu meus sucos dos próprios dedos. Isso me deixou louca. Já queria que ele tomasse direto da fonte.
Me inclinei sobre ele e meus lábios foram em direção aos dele. Finalmente provei eles pela primeira vez… Eles se abriram ao meu primeiro impulso e minha língua teve acesso livre à boca dele. Já tinha beijado muitos caras, mas aquele beijo era especialmente excitante.
—Vem —falei— Vamos pro meu quarto.
Ele ainda mostrava um pouco de hesitação. no rosto, mas me seguiu docilmente quando, puxando pela mão, fiz ele se levantar e me acompanhar até meu quarto. Eu pulsava de emoção e me sentia completamente elétrica, como uma lâmpada. Estava levando meu irmãozinho pra minha cama pela mão, decidida a reduzir a nada as fantasias que ele pudesse ter, afogadas numa tempestade de sexo.
Chegamos e abri a porta, indicando que ele entrasse. Ele entrou… Eu percebia ele nervoso, inquieto…, mas dava pra ver que ele tava com tanta vontade quanto eu.
— Senta na cama — falei.
Ele sentou e eu me coloquei na frente dele, me despindo diante dos olhos dele, fazendo quase um strip-tease. Fiquei só com a lingerie que tinha vestido.
— O que você acha de mim, tô gostosa?
— Muito — ele respondeu, me devorando com os olhos.
Aí eu tirei lentamente a calcinha, de costas pra ele e me abaixando pra ele se deliciar vendo minha bunda e minha virilha. Quando me levantei e virei pra ele, já tava completamente a mil.
Apoiei minhas mãos no peito dele e fiz ele deitar de barriga pra cima na minha cama. Subi em cima dele, posicionando minhas pernas, mais de joelhos do que de cócoras, em volta da cabeça dele, de um jeito que minha buceta ficasse ao alcance da boquinha dele. Acariciei as bochechas dele e olhei docemente pra ele. Ele me olhava sem saber muito o que fazer. Eu aproximei a cabeça dele da minha entreperna e isso foi o bastante… Ele aproximou os lábios e os pousou na minha vulva ardente. Aí senti a língua dele roçar e passar entre as pregas quentes da minha buceta. Eu sabia que ele não tinha experiência, mas não tava ruim como ele começou: a língua dele percorria minha buceta inteira e começou a focar no meu clitóris, lambendo e chupando com os lábios. Aí ele usou os dedos também pra acariciar minha buceta e logo senti um dedo entrando dentro de mim. Ah. Nas últimas semanas eu tinha visto muitas vezes na minha imaginação meu irmãozinho me fazendo um boquete, mas foi melhor do que eu esperava.
Primeiro outro e depois dois dedos seguiram o primeiro, até que ele tinha três dedos se introduzindo dentro de mim enquanto ele focava a língua no meu monte de Vênus, cercando ele com os lábios… hum, até senti um arrepio gostoso quando notei os dentes dele apertando levemente. Pra ser a primeira vez dele, ele mandava melhor que muito cara, e isso me surpreendeu pra caralho. A outra mão dele acariciava minha coxa e foi deslizando até minha bunda, rodeando minha nádega e apertando… Eu já esperava que ele levasse os dedos pro buraquinho apertado que elas guardavam, mas não foi assim… Bom, pensei… Ele era novato no fim das contas, mas eu ia ensinar ele essa e muitas outras coisas, me disse.
Eu acariciava o cabelo dele e mantinha a cabeça dele pressionada contra minha entrada carnuda, desejando que ele não se afastasse. O prazer era indescritível e o tesão, inimaginável. Eu tinha conseguido o que queria e estava aproveitando além do que podia ter pedido. Me concentrei em sentir as investidas da língua dele, que agora tentava me penetrar o máximo possível enquanto os dedos pressionavam meu clitóris… Eu gemia de prazer e sabia que não ia aguentar muito mais. E foi assim, pouco depois eu chegava a um orgasmo magnífico que deixava meu néctar escorrer direto pra boca dele. Pra minha alegria, ele não hesitou em dar conta de tudo. Me regozijei de novo com a ideia, meu irmãozinho tinha comido minha bucetinha até me fazer gozar.
— Hum… Irmãozinho, você mandou muito bem — falei, me levantando.
Então desabotoei a calça dele e, depois de tirar os sapatos, puxei as pernas da calça até tirar. Feito isso, a cueca dele não demorou a seguir o mesmo caminho. Me ajoelhei na frente dele, na beira da cama, ele estava apoiado nos antebraços pra ver o que eu fazia. Eu sabia muito bem o que queria… Finalmente tinha o pau dele na minha frente, aquela rola que tantas vezes imaginei, que tantas vezes acolhi ao fantasiar pelos buracos do meu corpo… Ia ser minha.
O pau dele não era melhor que outros que eu já tinha tido, mas eu gostei. Não era muito comprido, mas era gordinho e estava Duro, de fato, parecia que eu via ele crescendo, e sentia quando o envolvia com meus dedos. Ele me olhava, li nos olhos dele a luxúria e sabia que ele queria sentir ele na minha boquinha. Mas ainda não…
Eu puxei suavemente a pele da glande dele… Ele prendeu a respiração. Aos poucos, acariciei o pau dele por inteiro, meus dedos sentindo a pele deslizando sobre o músculo central, já duro como pedra. Ele soltou o primeiro suspiro e eu aumentei o ritmo da punheta enquanto minha outra mão acariciava as bolas dele. Ele fechou os olhos para se concentrar na sensação gostosa que eu estava dando, e eu acelerei ainda mais.
Aí decidi ir além. Devagar, aproximei meus lábios e beijei a ponta, onde já tinha um pouco de líquido pré-gozo. Hum… Já gostei na hora. Eu era viciada no gosto de paus há anos, mas esse me encantou especialmente. Depois de vários beijinhos na glande, apertei meus lábios contra ele, como se fosse um aríete querendo forçar minha boca. Aos poucos, cedi e senti o pau dele invadir toda a minha boca. De uma vez, engoli até o talo. Ele tremeu de prazer ao sentir o membro desaparecer e roçar minha garganta.
Comecei a chupar, percorrendo com a boca todo o mastro ereto dele, brincando com a língua na cabeça, tentando enfiar a pontinha no furinho. Minhas mãos massageavam as bolas dele, batiam uma punheta e, molhando um dedo, fui aproximando do cu dele. Ele tremeu quando sentiu, mas não me intimidei e pressionei até enfiar o dedo inteiro enquanto continuava chupando.
Ele respirava cada vez mais rápido, ofegando de tanto prazer que estava sentindo. Eu tinha muita experiência e meu irmãozinho estava adorando. Me permiti enfiar um segundo dedo e comecei a me mexer no cu dele… Ele fez um movimento de reclamação ao sentir um incômodo crescendo no ânus, mas com a outra mão acariciei a barriga dele por baixo da camisa, tentando acalmá-lo. E quando ele relaxou, enfiei um terceiro dedo para terminar de estimular ele. enquanto eu a chupava. Eu tava a mil, tava abrindo a bunda do meu irmão enquanto ele me chupava... Me sentia de novo molhadinha e quentinha... Falei pra mim mesma que logo teria aquela pica enterrada dentro de mim.
Na real, já queria ela na hora, então parei e, pra alívio dele, tirei meus dedos de dentro. Ele tava bêbado de prazer e claramente queria mais. Me olhou com tesão, pedindo pra eu continuar, mas eu tinha outros planos. Levantei ele e ajudei a tirar a camisa enquanto a gente se beijava de novo apaixonadamente. Eu sentia ainda o suco da minha buceta na boca dele e ele devia sentir o próprio gosto na minha.
Quando a camisa voou pro chão, levei ele até uma cadeira e mandei ele sentar. Assim pude montar em cima, sentindo a ponta do pau dele quando roçou pela primeira vez na minha xereca. Essa era minha posição favorita, controlando tudo, cavalgando meu amante. Era o melhor jeito do meu irmãozinho conhecer pela primeira vez o calor de dentro de uma mulher... Minha bucetinha ia ser a primeira a ter aquela pica... Tava tão molhada que achei que dava pra enfiar de uma vez.
Quase pensei em fazer isso, mas não, preferia que ele sentisse devagar e de boa, centímetro por centímetro. Fui sentando enquanto a pica dele, segura por uma das minhas mãos pra não desviar, entrava em mim, abrindo minha carne no caminho... Amava essa sensação, ainda mais nessas circunstâncias. Sentia o pau quente e duro dele me penetrando enquanto me empalava o mais devagar possível.
Finalmente cheguei até o fundo e senti ele todo dentro, duro contra minhas paredes. Apoiei nos ombros dele mas fiquei parada um momento, querendo apertar minha buceta no pau dele, como se pudesse espremer ele... Aí beijei ele na boca. Ele aproveitou essa posição pra acariciar minha barriga e subir até meus peitos. Já tava mais confiante e isso me agradava. Entendi que ele queria provar meus peitos, então parei de beijar ele pra que ele pudesse enfiar um dos meus mamilos na boca. A boca dele, sugando como se fosse um bebê mamando no peito da mãe… A ideia me agradou e eu acariciei a cabeça dele como se fosse a mãe dele amamentando… apertando ele contra mim. A língua dele percorria o mamilo enquanto os lábios apertavam. Também lambeu o peito inteiro, dando uns “mordiscos” que me deixavam louca. Fez primeiro com uma das minhas tetas e depois com a outra.
Aí eu comecei, de verdade, a cavalgar ele, pulando apoiada nos ombros dele. Agora sentia ele entrando e saindo de mim… Oh… Ele gemia baixinho e eu acompanhava. Enquanto sentia o pau dele conhecendo a primeira do que eu imaginava ser muitas bucetinhas, entrando e saindo, eu continuei me deliciando com o tesão do incesto… Não era a primeira vez que eu era comida, mas agora era meu querido e tímido irmãozinho… Cada vez mais eu tinha certeza de que faria dele um amante do prazer como eu. Ele ia aprender muita coisa comigo, coisas que iam surpreender ele.
A gente se beijou de novo. Ele já explorava minha boca com a língua e brincava com a minha, fiquei feliz que ele tava ganhando confiança e um pouco de jeito. Eu continuei acelerando e as mãos dele, na minha cintura, me empurravam pra ir mais rápido. Eu agradei ele indo o mais rápido que podia. Nossos gemidos se cruzavam quando nossas bocas se separavam e a gente trocava suspiros e hálitos. Foi um momento de pico. Eu me sentia totalmente ligada ao meu irmãozinho, quase de um jeito… Essa posição sempre dava certo pra mim, mas aí eu quis que o Sandro experimentasse outra.
Eu saí com cuidado e por um momento lamentei perder a sensação daquele pau gostoso dentro de mim, mas tudo bem, logo ia ter ele de volta.
— Vamos pra cama — falei.
Eu me deitei de costas nos lençóis. Era uma posição clássica, mas tava com vontade. Ele foi se aproximando de mim, se posicionando por cima. Logo a gente começou a se beijar de novo enquanto o pau dele se aproximava mais uma vez da minha bucetinha ansiosa.
— Sandro, me faz amor de novo — sussurrei pra excitar ele ainda mais, se Isso era possível.
Ele não me decepcionou e, de novo, eu senti o pauzão dele entrar em mim, abrindo caminho entre meus lábios e minha carne. Ele avançou rápido e, em poucos segundos, parou com tudo dentro de mim. Ele me beijou de novo, já estava cada vez mais solto, e logo começou a se mover… Ah! Eu gemia de prazer com cada estocada dele, enquanto tentava abrir ao máximo minhas pernas pra ele entrar bem…
— Ah, irmãozinho! Sandro! Assim, me come, me fode com força, mais rápido…
Ele acelerou e eu senti o pau dele saindo e entrando cada vez com mais força… Não achei que ia aguentar muito mais… E não me enganei.
— Ah!... Elena — ele disse — Acho que vou gozar.
— Sim, meu amor! Goza na minha boquinha! — pedi.
Ele tirou rapidinho e se aproximou do meu rosto enquanto se masturbava. Eu me posicionei pra ficar bem em cima da minha cara, e minha mão substituiu a dele, enquanto eu apontava a cabecinha do pau dele bem na minha boca, abaixando pra alcançar com minha língua. Eu massageava cada vez mais rápido enquanto chupava e sugava a ponta com gosto, e logo fui recompensada.
Com um gemido suave, mas prolongado, ele começou a gozar. Eu enfiei a ponta na boca e senti o leite dele jorrar em jatos grossos que enchiam minha boca. O sêmen era quentinho, grosso, com um gosto meio ácido… Eu saboreei, achei gostoso e brinquei, querendo excitá-lo, com a porra na boca, mexendo entre os dentes com a língua e engolindo devagar, fazendo barulho. Continuei até tomar tudo e deixar o pau dele bem limpinho.
Aí ele se deitou do meu lado… tava cansado. E eu também, depois do dia de preparativos com aquele final fantástico naquela trepada em que, sentia cócegas na minha buceta só de pensar, tinha gozado tirando a virgindade do meu irmão…
Vendo ele do meu lado enquanto me aproximava pra beijá-lo de novo, decidi que essa tinha sido só a primeira de muitas vezes, e que ele ainda não conhecia nada comparado com o que o esperava…
10 comentários - Cuidando do Irmão - Parte 1 de 3