Querido irmão:
Estou te escrevendo esta carta pra você entender o motivo da minha decisão, e também pra saber o que aconteceu. Não sei mais como pedir seu perdão e sei que você está puto comigo, mas isso realmente me superou.
Quero te contar desde o início o que rolou. No dia em que a Daiana chegou em casa e você a apresentou, vi nela uma amiga, muito legal e gostosa, se é que posso descrevê-la com aqueles olhos verdes enormes, a pele branca e aquele cabelo loiro bem liso. Além de ser muito bonita, ela tinha um corpo lindo, uns peitões enormes, umas pernas retas e bem torneadas, uma bunda empinada e um abdômen definido. Lembra que eu te falei quando a vi: "Parabéns, irmão, sua namorada é uma gostosa"? Sempre me dei muito bem com ela, éramos amigas, e eu sempre me divertia pra caralho com ela. Quando comecei a faculdade, decidimos fazer o mesmo curso juntas. Ser colegas de classe era o máximo, estudávamos juntas. Não sei exatamente quando comecei a vê-la como mais que uma amiga. Pra mim, foi no dia em que fui na casa e ela estava prestes a tomar banho pra sair com você. Naquele momento, senti algo parecido com ciúmes, mas esses sentimentos sumiram quando a camiseta dela caiu na minha frente. Depois, ela tirou a calça, as meias, o sutiã e, por último, a calcinha, que era bem justa no corpo lindo dela. E ali estava ela, aquele corpo maravilhoso que eu nunca pensei que veria pelado. Ela falava comigo, mas eu não escutava, me sentia perdida nos peitos dela. Acho que ela percebeu, porque num momento ficou em silêncio e me sorriu. Quando vi aquele sorriso, encontrei algo diferente. Fiquei paralisada diante do olhar gostoso dela, com vontade de beijar aquela boca, de me despir e fazer amor com ela, passar a tarde deitada junto com ela. Mas, pelo amor de Deus, eu não gostava de mulheres! Nunca na vida olhei pra outra garota com esses olhos tarados, mas ela era diferente. Por que isso acontece? Por que minha vida dá essa reviravolta? Será que eu estava confusa? Será que sou gay de verdade, sendo que você sabe que eu gosto do Nicolau? Mas ele sempre teve namorada, nunca reparei se uma garota era bonita fisicamente, mas ela, naquele segundo exato em que se despiu, em que vi ela sem nada, vendo toda aquela pele extensa, aquela pele que à primeira vista parecia tão macia, não sabia o que queria, se sair correndo ou amá-la, se olhar para o outro lado ou me despir, porque o sorriso cúmplice dela me incitava a isso, tirar toda a minha roupa. Quando me toquei, ela olhava para baixo como se esperasse algo, mas talvez pela minha excitação eu fiquei paralisado e não fiz nada, e ela foi tomar banho. Deixou a porta aberta, mas fechou a cortina do banheiro, dava pra ver a silhueta magra dela. Aí não tive ideia melhor do que descer minha mão lentamente até minha virilha e começar a me tocar. Minha calça era bem grossa, mas pelo tesão que tava no meu corpo, senti cada milímetro dos meus dedos, sentia como se aquela mão que me tocava fosse a dela, e eu tocava ela. Num momento, senti uma sensação enorme no meu peito, meu estômago cheio de borboletas queria explodir e meu coração a mil por hora queria que os segundos fossem dias. Nunca tive um orgasmo com nenhum cara com quem estive, nunca me masturbei, nunca me senti tão bem, tão feliz. Quando ela terminou de se lavar, foi pro quarto já de calcinha e sutiã e se trocou. Eu saí rapidinho, sem me despedir, chorando pelos meus sentimentos. Como não sofrer se eu tava me apaixonando pela namorada do meu irmão? Ela me dava tesão, me enchia de desejos sexuais totalmente proibidos. Quando cheguei em casa, me tranquei no meu quarto, e daí a pouco o celular tocou. Era ela me ligando porque você tinha terminado com ela, você tava com ciúmes, ela me contou, que tinha mais uma pessoa na vida dela, que outro homem tinha ficado com ela. Fui vê-la, cheguei na casa dela de novo, e tava tudo escuro. Entrei como sempre faço e quando cheguei no quarto dela, encontrei ela com os olhos cheios de lágrimas. Não podia vê-la assim, ela é tão gostosa, não pode sofrer. Abracei ela forte e olhei nos olhos dela e falei: "já era, tô contigo e a gente vai". Superar isso" — quando ela me respondeu "como, se eu não sei o que fazer com meus sentimentos". Aí, olhando nos olhos dela, entendi uma coisa: ela estava apaixonada por outra pessoa, e acho que sabia quem era. O único que fiz foi fechar os olhos pra sentir os lábios dela tocando os meus, sentir as mãos dela no meu rosto, e me deixei levar. A primeira coisa que fiz foi tirar o tênis, pra poder tirar a calça sem dificuldade. Ela estava de botas, leggings e uma regata decotada. Quando terminei de tirar as meias, ela já tinha tirado as botas e estava descendo a legging quando me perguntou: "Tem certeza?" E eu não respondi, só beijei ela enquanto tirava a regata dela. Pra minha surpresa, ela não tava de sutiã. Vi aqueles pezinhos clarinhos e do tamanho ideal, só quis passar a língua neles, e fiz isso. Comecei a chupar os peitos dela, desesperada, igual quem bebe água no deserto, ou quem come depois de dias de fome. E era isso, eu tava com fome, fome do corpo dela. Olhei nos olhos dela e senti o prazer dela. Terminei de tirar a legging dela e desci devagar, beijando o pescoço, o peito, a barriga, até chegar na buceta dela. Sentir aquele gosto tão gostoso, ela tava toda depilada. Minha língua era um redemoinho dentro daqueles lábios de seda. Dela, os únicos sons que se ouviam eram gemidos de prazer, e eu, muito feliz, não queria parar. Só queria continuar até sentir os fluidos dela na minha boca. Ela pediu pra eu tirar a roupa, e eu obedeci, desesperada pra continuar sugando as partes íntimas dela. Mas ela começou, com a língua bem devagar, desde meus pés delicados até chegar na minha buceta. Não dá pra explicar a excitação de ter uma mulher beijando minha buceta. Ela subiu até meus peitinhos e depois até minha boca. Aí começamos com uma posição que eu nunca tinha feito, mas que eu amei: começamos um sessenta e nove, pra ambas aproveitarmos os fluidos uma da outra. Depois de uns minutos lindos transando... sexo oral mútuo. Ela me disse que tinha algo pra mim, algo que comprou desde o dia que me conheceu. Fiquei curiosa pra saber que presente era, e quando ela tirou de debaixo da cama, não pude acreditar: era uma espécie de cinto com um pênis. Ela disse: “Quero que você me coma, me coma como seu irmão me comeu. Vai, coloca e me come sem parar.” Eu não pensei duas vezes, coloquei e comecei a comer ela. Foi um momento maravilhoso pra mim, estava tendo sexo de verdade pela primeira vez. O que veio antes não foi nada. Desde aquele momento em que comecei a me mover cada vez mais forte, porque o prazer dela me excitava, até sentir meu fluxo escorrendo pelas minhas pernas, os fluidos dela jorrando, e terminar deitada em cima dela como se fosse um homem. Não consigo acreditar, foi o melhor momento da minha vida, e acho que nunca vou viver algo assim de novo. Por isso, minha decisão é ficar de namorada com ela e começar a viver uma vida cheia de felicidade e prazer.
Me perdoa, mas as coisas são assim. Eu te quero, mas ela, eu amo.
Estou te escrevendo esta carta pra você entender o motivo da minha decisão, e também pra saber o que aconteceu. Não sei mais como pedir seu perdão e sei que você está puto comigo, mas isso realmente me superou.
Quero te contar desde o início o que rolou. No dia em que a Daiana chegou em casa e você a apresentou, vi nela uma amiga, muito legal e gostosa, se é que posso descrevê-la com aqueles olhos verdes enormes, a pele branca e aquele cabelo loiro bem liso. Além de ser muito bonita, ela tinha um corpo lindo, uns peitões enormes, umas pernas retas e bem torneadas, uma bunda empinada e um abdômen definido. Lembra que eu te falei quando a vi: "Parabéns, irmão, sua namorada é uma gostosa"? Sempre me dei muito bem com ela, éramos amigas, e eu sempre me divertia pra caralho com ela. Quando comecei a faculdade, decidimos fazer o mesmo curso juntas. Ser colegas de classe era o máximo, estudávamos juntas. Não sei exatamente quando comecei a vê-la como mais que uma amiga. Pra mim, foi no dia em que fui na casa e ela estava prestes a tomar banho pra sair com você. Naquele momento, senti algo parecido com ciúmes, mas esses sentimentos sumiram quando a camiseta dela caiu na minha frente. Depois, ela tirou a calça, as meias, o sutiã e, por último, a calcinha, que era bem justa no corpo lindo dela. E ali estava ela, aquele corpo maravilhoso que eu nunca pensei que veria pelado. Ela falava comigo, mas eu não escutava, me sentia perdida nos peitos dela. Acho que ela percebeu, porque num momento ficou em silêncio e me sorriu. Quando vi aquele sorriso, encontrei algo diferente. Fiquei paralisada diante do olhar gostoso dela, com vontade de beijar aquela boca, de me despir e fazer amor com ela, passar a tarde deitada junto com ela. Mas, pelo amor de Deus, eu não gostava de mulheres! Nunca na vida olhei pra outra garota com esses olhos tarados, mas ela era diferente. Por que isso acontece? Por que minha vida dá essa reviravolta? Será que eu estava confusa? Será que sou gay de verdade, sendo que você sabe que eu gosto do Nicolau? Mas ele sempre teve namorada, nunca reparei se uma garota era bonita fisicamente, mas ela, naquele segundo exato em que se despiu, em que vi ela sem nada, vendo toda aquela pele extensa, aquela pele que à primeira vista parecia tão macia, não sabia o que queria, se sair correndo ou amá-la, se olhar para o outro lado ou me despir, porque o sorriso cúmplice dela me incitava a isso, tirar toda a minha roupa. Quando me toquei, ela olhava para baixo como se esperasse algo, mas talvez pela minha excitação eu fiquei paralisado e não fiz nada, e ela foi tomar banho. Deixou a porta aberta, mas fechou a cortina do banheiro, dava pra ver a silhueta magra dela. Aí não tive ideia melhor do que descer minha mão lentamente até minha virilha e começar a me tocar. Minha calça era bem grossa, mas pelo tesão que tava no meu corpo, senti cada milímetro dos meus dedos, sentia como se aquela mão que me tocava fosse a dela, e eu tocava ela. Num momento, senti uma sensação enorme no meu peito, meu estômago cheio de borboletas queria explodir e meu coração a mil por hora queria que os segundos fossem dias. Nunca tive um orgasmo com nenhum cara com quem estive, nunca me masturbei, nunca me senti tão bem, tão feliz. Quando ela terminou de se lavar, foi pro quarto já de calcinha e sutiã e se trocou. Eu saí rapidinho, sem me despedir, chorando pelos meus sentimentos. Como não sofrer se eu tava me apaixonando pela namorada do meu irmão? Ela me dava tesão, me enchia de desejos sexuais totalmente proibidos. Quando cheguei em casa, me tranquei no meu quarto, e daí a pouco o celular tocou. Era ela me ligando porque você tinha terminado com ela, você tava com ciúmes, ela me contou, que tinha mais uma pessoa na vida dela, que outro homem tinha ficado com ela. Fui vê-la, cheguei na casa dela de novo, e tava tudo escuro. Entrei como sempre faço e quando cheguei no quarto dela, encontrei ela com os olhos cheios de lágrimas. Não podia vê-la assim, ela é tão gostosa, não pode sofrer. Abracei ela forte e olhei nos olhos dela e falei: "já era, tô contigo e a gente vai". Superar isso" — quando ela me respondeu "como, se eu não sei o que fazer com meus sentimentos". Aí, olhando nos olhos dela, entendi uma coisa: ela estava apaixonada por outra pessoa, e acho que sabia quem era. O único que fiz foi fechar os olhos pra sentir os lábios dela tocando os meus, sentir as mãos dela no meu rosto, e me deixei levar. A primeira coisa que fiz foi tirar o tênis, pra poder tirar a calça sem dificuldade. Ela estava de botas, leggings e uma regata decotada. Quando terminei de tirar as meias, ela já tinha tirado as botas e estava descendo a legging quando me perguntou: "Tem certeza?" E eu não respondi, só beijei ela enquanto tirava a regata dela. Pra minha surpresa, ela não tava de sutiã. Vi aqueles pezinhos clarinhos e do tamanho ideal, só quis passar a língua neles, e fiz isso. Comecei a chupar os peitos dela, desesperada, igual quem bebe água no deserto, ou quem come depois de dias de fome. E era isso, eu tava com fome, fome do corpo dela. Olhei nos olhos dela e senti o prazer dela. Terminei de tirar a legging dela e desci devagar, beijando o pescoço, o peito, a barriga, até chegar na buceta dela. Sentir aquele gosto tão gostoso, ela tava toda depilada. Minha língua era um redemoinho dentro daqueles lábios de seda. Dela, os únicos sons que se ouviam eram gemidos de prazer, e eu, muito feliz, não queria parar. Só queria continuar até sentir os fluidos dela na minha boca. Ela pediu pra eu tirar a roupa, e eu obedeci, desesperada pra continuar sugando as partes íntimas dela. Mas ela começou, com a língua bem devagar, desde meus pés delicados até chegar na minha buceta. Não dá pra explicar a excitação de ter uma mulher beijando minha buceta. Ela subiu até meus peitinhos e depois até minha boca. Aí começamos com uma posição que eu nunca tinha feito, mas que eu amei: começamos um sessenta e nove, pra ambas aproveitarmos os fluidos uma da outra. Depois de uns minutos lindos transando... sexo oral mútuo. Ela me disse que tinha algo pra mim, algo que comprou desde o dia que me conheceu. Fiquei curiosa pra saber que presente era, e quando ela tirou de debaixo da cama, não pude acreditar: era uma espécie de cinto com um pênis. Ela disse: “Quero que você me coma, me coma como seu irmão me comeu. Vai, coloca e me come sem parar.” Eu não pensei duas vezes, coloquei e comecei a comer ela. Foi um momento maravilhoso pra mim, estava tendo sexo de verdade pela primeira vez. O que veio antes não foi nada. Desde aquele momento em que comecei a me mover cada vez mais forte, porque o prazer dela me excitava, até sentir meu fluxo escorrendo pelas minhas pernas, os fluidos dela jorrando, e terminar deitada em cima dela como se fosse um homem. Não consigo acreditar, foi o melhor momento da minha vida, e acho que nunca vou viver algo assim de novo. Por isso, minha decisão é ficar de namorada com ela e começar a viver uma vida cheia de felicidade e prazer.
Me perdoa, mas as coisas são assim. Eu te quero, mas ela, eu amo.
4 comentários - La novia de mi hermano (Lesbo)
Gracias amigo.. pronto subire mas 😉