A coisa começou assim. Fui pro centro com um amigo, zoar e paquerar, a ideia era achar umas minas pra ficar naquela noite e se divertir pra caralho. Ele deu sorte e eu nada, nada, nada. Meu amigo tentou arrumar uma amiga da gostosa que ele pegou, mas nada. Ele marcou o lugar e eu falei: vai, eu vou voltar pra casa.
Caminhando pela San Martín indo pra praça, pensando na tesão que tava, pensei em pagar uma puta, mas não, não tinha grana. Chego na praça, vou pro ponto de ônibus, perco a porra do busão e fico esperando sentado na merda daquele lugar.
10 minutos depois, chega uma gordinha bem vestida, peitos interessantes, bumbum com leggings e uma raba deliciosa. Tava um frio da porra e ela usava uma bufanda rosinha e um cheirinho de perfume maravilhoso. Enquanto esfregava as mãos, ouço um choro baixinho, tipo ao longe. Achei que era impressão, mas fiquei ligado e era a gordinha chorando.
Como todo cavalheiro, demorei uns 5 minutos pra pensar em como perguntar o que tinha acontecido. Levantei, falei: oi, me chamo Raul, não aguento ver uma mulher chorando, me parte o coração. Tem alguma emergência? Te roubaram? Aconteceu algo? E ela, com os olhos cheios de lágrimas, me diz: "sou uma idiota, os homens são uma merda".
Epa, falei, calma, vem aqui, senta. Como você se chama? Agustina. Olha, Agustina, a vida não é um homem, a vida são muitas coisas, muitos momentos. Nessa hora, ela desaba a chorar que nem uma louca e me diz: "a gente ia casar em 4 meses, e o filho da puta me traiu com minha prima". Chora, chora, chora, chora. Abraço ela e falo: os amigos tão aqui pra te apoiar. Onde você mora? No bairro Alberdi. Paro um táxi e falo: vem, vou te levar pra casa. Não, não, ela diz, tá tudo bem. Qual o quê, falo, vem, tá frio e o ônibus filho da puta não vem. Ela sobe e a gente vai. Ela pergunta: como você se chama? Raul. "Que nome lindo", "você é muito doce". Obrigado, me conta o que aconteceu. Tava noiva, hoje me arrumei toda pra ele, e chora, chora, chora. E quando entrei em casa, a filha da puta da Marina tava fazendo um boquete nele, os dois pelados. Chora, chora. Falo: "Beleza, se acalma, me diz onde é a sua casa." "Na próxima à direita, nos prédios xxx." Ok, acompanho ela até a porta e falo: "Toma um chá e vai deitar." Ela me diz: "Quer entrar?" "Se não for incômodo, adoraria" (cavalheiro, o galã, haha). Pago o táxi, subimos pro 3º andar. Ela fala: "Vou ao banheiro." Procuro, procuro, procuro e acho onde ela tem chá, preparo dois. Ela volta e fala: "Ah, Raul, quem é você?" Digo: "Não sou um anjo, sou um demônio em redenção que busca sua boa ação." Matei ela. "Ai, que divino que você é!" Bom, ela pergunta minha idade e toda essa merda. Tomamos três chás. Falo: "Olha, são 4 da manhã e tenho que trabalhar amanhã. Melhor eu ir, você deitar e em 5 horas acordar e ver que a vida continua. Você é uma mulher linda, divina, boa pessoa, ousada e muito gostosa." Ela diz: "Você é um gordinho muito simpático." "Valeu", falo. "Olha, Raul, onde você mora?" "Moro no bairro Talleres" (mentira, morava perto dali :P). Ela diz: "Uhh, longe pra caralho daqui, como você vai embora? Deita no colchão." Falo: "Não, não, não quero incomodar, e além disso durmo sem cueca", rio. Ela diz: "E eu sem nada." Haha, risadas, risadas. Ela me fala: "Esta noite preciso de um amigo. Por favor, deixa eu retribuir sua gentileza te oferecendo um lugar pra passar o frio, só até o vento passar, sem compromisso." E eu falo: "Beleza, tá bom." Vou ao banheiro, me lavo um pouco e vou pro colchão. Ela vai se deitar. Durmo uns 40 minutos. Ouço um barulho, era ela na geladeira, pelada. Fingi que não tava vendo, olhava com um olho só, ela percebia. Fiz que virei de lado e não sei o quê, e acordei, deixando meu pau meio acordado, fora do sono, de ver aquelas tetas enormes e aquela bunda grande e durinha.
Isso é tudo que ela fez. "Aih, coitadinho, se descobriu (tudo em você, baixinha). Oi, amiguinho, você se descobriu? Tá com frio? Quer que sua amiguinha Agus te cubra?" "Não, por quê?" "Não seja malzinho, como? Quer um beijinho?" "Uhum, beleza, onde você quer?" "Na cabecinha?" "Ok." Começa a dar beijinhos e tentava... Me aguentei, mas ela beijava ele uma e outra vez. Não aguentei mais e deixei ele todo duro. Upa, te acordei? Me desculpa. Quer outro beijinho? Com linguinha? Ok. Ela começou a passar a língua na cabeça da minha pica uma e outra vez. Depois começou a enfiar a cabecinha na boca e brincava com a língua. Não consegui me segurar, peguei na cabeça dela e enfiei tudo goela abaixo. Achei que ia ficar puta, mas não. Continuava chupando que nem uma louca. "Come minha boca", ela dizia. Chupada de pica por 10 min, falei "vem cá".
Deitei ela no colchão. Abri as pernas dela e dei uma comida de buceta monumental, abri os lábios dela com minha língua, esfregava o clitóris dela que tava enorme e quente. Depois enfiava a língua dentro da buceta e voltava pro clitóris. 5 minutos gritando e apertando minha cabeça contra a buceta dela. Enquanto chupava a buceta dela, enfiei um dedo no cu e ela começou a gemer que nem uma puta. Adorei, a pica tava dura que nem pedra e os ovos explodindo de porra. Comecei a enfiar 2 dedinhos no cu dela por uns 5 min mais e ela gozou na minha boca. Uhmmm, "come, filho da puta, come que nem uma puta". Comecei a beijar a boca dela, depois os peitos com os mamões enormes e mordendo. "Senta", ela me fala.
Ela me deu uma chupada gostosa de pica e ovo, uma mamada deliciosa. Virou de costas, abriu a raba com as mãozinhas e com voz suave falou: "Desvirga ele". Levantei a pica, encaixei a cabeça e devagarzinho ela foi sentando. Primeiro a cabeça entrava e saía por uns 3 ou 4 min, sei lá. Já tava meio dilatado e ela começou a enfiar o resto. Quando chegou no fundo, falei: "Mmm, mamãe, você comeu 17cm de pica pelo cu..." Ela fala: "Me come". "Mexe", falo. Ela começa a subir e descer e minha pica desvirgina ela analmente. Depois de 10 min, falo: "Encho teu cu de porra?" "Sim, papai".
Levanto ela, coloco de bruços na cama e falo: "Abre teu cu". Ela abre e enfio tudo, e ela começa a gritar: "Me come, papai, come". Enquanto bombeio, ela fala: "Sim, sim, assim, assim. Rasga minha rabinha, sim. Mmm, sim, toda. toda... e num grito ela diz MAAARCOOOSSS sou a puta de outro. eu continuei metendo e metendo e sinto que ela começa a tremer, tava tendo outro orgasmo e ela me diz enche-me de leite JÁ. começo a meter bem forte na bunda dela, já tava super dilatada e começo a empurrar até o fundo meu pau e no último grito dela, eu digo toma putinha. pum pum 1 2 3 4 jorradas de porra continuo metendo e a porra começa a sair do cu dela toda vez que eu entrava com o pau. pum 5ª jorrada com um AHHHHHHHHHHHH filha da puta da minha parte. tiro, me jogo na cama, ela deitada com o cu aberto me diz. obrigada, o cu era dele, essa noite era dele e agora é teu pra quando quiser. – obrigado, digo, adorei arrebentar teu cu. ela levanta, o pau tava como morto. e ela diz coitadinho. pum chupada de pau, me deixa duro e ela diz, até não ficar com teu gozo na minha boca tu não vai... a gorda me chupou, enfiou tudo na pussy. fez um boquete profundo e depois de 25min tirou, chupou até a última gota de porra que me restava, sentia como se meus ovos desinchassem..
20 min de relax, ela também. digo vou embora, ela diz ok, sabe onde moro, sim, digo. mas não tenho teu cel. traz uma caneta da mesa. pego e ela diz deixa teu telefone nas tetas. 0351 numa e 155xxx xxx na outra. chamo um táxi. digo a vida continua, segue em frente. – obrigada, bonito.. vem o táxi e vou embora. chego em casa, tomo banho e recebo um texto, era a gorda e diz.... a putaria que tu me gerou ontem à noite ninguém nunca me gerou. obrigada, meu demônio!
bom, espero que gostem! é enorme, tentei encurtar, quando a gente ia pra casa dela, furou um pneu, tivemos que esperar trocar. e a conversa sobre o namorado dela não coloquei porque ninguém nem eu tava afim. haha... final feliz. – prometo postar fotos. um dia quando eu ver ela de novo. – abraços
Caminhando pela San Martín indo pra praça, pensando na tesão que tava, pensei em pagar uma puta, mas não, não tinha grana. Chego na praça, vou pro ponto de ônibus, perco a porra do busão e fico esperando sentado na merda daquele lugar.
10 minutos depois, chega uma gordinha bem vestida, peitos interessantes, bumbum com leggings e uma raba deliciosa. Tava um frio da porra e ela usava uma bufanda rosinha e um cheirinho de perfume maravilhoso. Enquanto esfregava as mãos, ouço um choro baixinho, tipo ao longe. Achei que era impressão, mas fiquei ligado e era a gordinha chorando.
Como todo cavalheiro, demorei uns 5 minutos pra pensar em como perguntar o que tinha acontecido. Levantei, falei: oi, me chamo Raul, não aguento ver uma mulher chorando, me parte o coração. Tem alguma emergência? Te roubaram? Aconteceu algo? E ela, com os olhos cheios de lágrimas, me diz: "sou uma idiota, os homens são uma merda".
Epa, falei, calma, vem aqui, senta. Como você se chama? Agustina. Olha, Agustina, a vida não é um homem, a vida são muitas coisas, muitos momentos. Nessa hora, ela desaba a chorar que nem uma louca e me diz: "a gente ia casar em 4 meses, e o filho da puta me traiu com minha prima". Chora, chora, chora, chora. Abraço ela e falo: os amigos tão aqui pra te apoiar. Onde você mora? No bairro Alberdi. Paro um táxi e falo: vem, vou te levar pra casa. Não, não, ela diz, tá tudo bem. Qual o quê, falo, vem, tá frio e o ônibus filho da puta não vem. Ela sobe e a gente vai. Ela pergunta: como você se chama? Raul. "Que nome lindo", "você é muito doce". Obrigado, me conta o que aconteceu. Tava noiva, hoje me arrumei toda pra ele, e chora, chora, chora. E quando entrei em casa, a filha da puta da Marina tava fazendo um boquete nele, os dois pelados. Chora, chora. Falo: "Beleza, se acalma, me diz onde é a sua casa." "Na próxima à direita, nos prédios xxx." Ok, acompanho ela até a porta e falo: "Toma um chá e vai deitar." Ela me diz: "Quer entrar?" "Se não for incômodo, adoraria" (cavalheiro, o galã, haha). Pago o táxi, subimos pro 3º andar. Ela fala: "Vou ao banheiro." Procuro, procuro, procuro e acho onde ela tem chá, preparo dois. Ela volta e fala: "Ah, Raul, quem é você?" Digo: "Não sou um anjo, sou um demônio em redenção que busca sua boa ação." Matei ela. "Ai, que divino que você é!" Bom, ela pergunta minha idade e toda essa merda. Tomamos três chás. Falo: "Olha, são 4 da manhã e tenho que trabalhar amanhã. Melhor eu ir, você deitar e em 5 horas acordar e ver que a vida continua. Você é uma mulher linda, divina, boa pessoa, ousada e muito gostosa." Ela diz: "Você é um gordinho muito simpático." "Valeu", falo. "Olha, Raul, onde você mora?" "Moro no bairro Talleres" (mentira, morava perto dali :P). Ela diz: "Uhh, longe pra caralho daqui, como você vai embora? Deita no colchão." Falo: "Não, não, não quero incomodar, e além disso durmo sem cueca", rio. Ela diz: "E eu sem nada." Haha, risadas, risadas. Ela me fala: "Esta noite preciso de um amigo. Por favor, deixa eu retribuir sua gentileza te oferecendo um lugar pra passar o frio, só até o vento passar, sem compromisso." E eu falo: "Beleza, tá bom." Vou ao banheiro, me lavo um pouco e vou pro colchão. Ela vai se deitar. Durmo uns 40 minutos. Ouço um barulho, era ela na geladeira, pelada. Fingi que não tava vendo, olhava com um olho só, ela percebia. Fiz que virei de lado e não sei o quê, e acordei, deixando meu pau meio acordado, fora do sono, de ver aquelas tetas enormes e aquela bunda grande e durinha.
Isso é tudo que ela fez. "Aih, coitadinho, se descobriu (tudo em você, baixinha). Oi, amiguinho, você se descobriu? Tá com frio? Quer que sua amiguinha Agus te cubra?" "Não, por quê?" "Não seja malzinho, como? Quer um beijinho?" "Uhum, beleza, onde você quer?" "Na cabecinha?" "Ok." Começa a dar beijinhos e tentava... Me aguentei, mas ela beijava ele uma e outra vez. Não aguentei mais e deixei ele todo duro. Upa, te acordei? Me desculpa. Quer outro beijinho? Com linguinha? Ok. Ela começou a passar a língua na cabeça da minha pica uma e outra vez. Depois começou a enfiar a cabecinha na boca e brincava com a língua. Não consegui me segurar, peguei na cabeça dela e enfiei tudo goela abaixo. Achei que ia ficar puta, mas não. Continuava chupando que nem uma louca. "Come minha boca", ela dizia. Chupada de pica por 10 min, falei "vem cá".
Deitei ela no colchão. Abri as pernas dela e dei uma comida de buceta monumental, abri os lábios dela com minha língua, esfregava o clitóris dela que tava enorme e quente. Depois enfiava a língua dentro da buceta e voltava pro clitóris. 5 minutos gritando e apertando minha cabeça contra a buceta dela. Enquanto chupava a buceta dela, enfiei um dedo no cu e ela começou a gemer que nem uma puta. Adorei, a pica tava dura que nem pedra e os ovos explodindo de porra. Comecei a enfiar 2 dedinhos no cu dela por uns 5 min mais e ela gozou na minha boca. Uhmmm, "come, filho da puta, come que nem uma puta". Comecei a beijar a boca dela, depois os peitos com os mamões enormes e mordendo. "Senta", ela me fala.
Ela me deu uma chupada gostosa de pica e ovo, uma mamada deliciosa. Virou de costas, abriu a raba com as mãozinhas e com voz suave falou: "Desvirga ele". Levantei a pica, encaixei a cabeça e devagarzinho ela foi sentando. Primeiro a cabeça entrava e saía por uns 3 ou 4 min, sei lá. Já tava meio dilatado e ela começou a enfiar o resto. Quando chegou no fundo, falei: "Mmm, mamãe, você comeu 17cm de pica pelo cu..." Ela fala: "Me come". "Mexe", falo. Ela começa a subir e descer e minha pica desvirgina ela analmente. Depois de 10 min, falo: "Encho teu cu de porra?" "Sim, papai".
Levanto ela, coloco de bruços na cama e falo: "Abre teu cu". Ela abre e enfio tudo, e ela começa a gritar: "Me come, papai, come". Enquanto bombeio, ela fala: "Sim, sim, assim, assim. Rasga minha rabinha, sim. Mmm, sim, toda. toda... e num grito ela diz MAAARCOOOSSS sou a puta de outro. eu continuei metendo e metendo e sinto que ela começa a tremer, tava tendo outro orgasmo e ela me diz enche-me de leite JÁ. começo a meter bem forte na bunda dela, já tava super dilatada e começo a empurrar até o fundo meu pau e no último grito dela, eu digo toma putinha. pum pum 1 2 3 4 jorradas de porra continuo metendo e a porra começa a sair do cu dela toda vez que eu entrava com o pau. pum 5ª jorrada com um AHHHHHHHHHHHH filha da puta da minha parte. tiro, me jogo na cama, ela deitada com o cu aberto me diz. obrigada, o cu era dele, essa noite era dele e agora é teu pra quando quiser. – obrigado, digo, adorei arrebentar teu cu. ela levanta, o pau tava como morto. e ela diz coitadinho. pum chupada de pau, me deixa duro e ela diz, até não ficar com teu gozo na minha boca tu não vai... a gorda me chupou, enfiou tudo na pussy. fez um boquete profundo e depois de 25min tirou, chupou até a última gota de porra que me restava, sentia como se meus ovos desinchassem..
20 min de relax, ela também. digo vou embora, ela diz ok, sabe onde moro, sim, digo. mas não tenho teu cel. traz uma caneta da mesa. pego e ela diz deixa teu telefone nas tetas. 0351 numa e 155xxx xxx na outra. chamo um táxi. digo a vida continua, segue em frente. – obrigada, bonito.. vem o táxi e vou embora. chego em casa, tomo banho e recebo um texto, era a gorda e diz.... a putaria que tu me gerou ontem à noite ninguém nunca me gerou. obrigada, meu demônio!
bom, espero que gostem! é enorme, tentei encurtar, quando a gente ia pra casa dela, furou um pneu, tivemos que esperar trocar. e a conversa sobre o namorado dela não coloquei porque ninguém nem eu tava afim. haha... final feliz. – prometo postar fotos. um dia quando eu ver ela de novo. – abraços
14 comentários - Ônibus Cordoba gostosa
te dejo +10 😉
muy buen relato...
🤤 😉