Salve, família do Poringa! Fazia um tempo que queria compartilhar umas das minhas histórias sexuais. Por sorte, tenho várias e pra todos os gostos. Haha. Sou de Córdoba, tenho 31 anos atualmente. Tenho uma academia. Sou solteiro há vários anos (fiquei de namorada por 10 anos… isso! Dez!!!). Com a minha ex, fizemos todas as loucuras imagináveis. Espero aos poucos ir contando e contribuir com coisas quentes e engraçadas pra essa página excelente. É meu primeiro relato, aceito críticas e conselhos.
A história
Na viagem de formatura, ano 97. Camboriú, Brasil. Num dia em que levaram o grupo todo pra uma excursão numa praia afastada do centro, e não tinha ninguém, só o nosso grupo de formandos. No fim do dia de praia, todo mundo já tava indo embora pra subir no micro-ônibus que ia nos levar de volta pro hotel. O ônibus tinha estacionado umas 5 quadras de distância, e quando todos estavam saindo, meus amigos e eu fomos pros chuveiros. Éramos 5. A ideia era tirar a areia e ir um pouco mais frescos, já que a viagem de volta ia durar umas horas. Entramos pra tomar banho, eram uns chuveiros onde cabíamos todos. Então, pelados, haha! E fomos pra água. Tava nessa quando ouvimos bater na porta e gritarem pra gente. Era a Silvina, a coordenadora da viagem (quero esclarecer uma coisa: naquela época, as empresas que vendiam esse tour pra formandos usavam como ferramenta de marketing mandar garotos e garotas muito gostosos com a promessa de que eles seriam os coordenadores das nossas viagens. Pros caras, eles mandavam umas putas incríveis pra nos excitar, e pras minas, uns caras… mesma coisa!). Bom, feito o esclarecimento, serve pra entender que a coordenadora era uma puta gostosa de uns 25 anos mais ou menos. Fisicamente, era um corpo de modelo ou melhor, e de rosto parecia muito com a Gloria Carrá na melhor fase dela, tipo… nos anos da banda do Golden Rocket. Loira, com cachos dourados, sorriso lindo, cara com sardas… uma DEUSA. (Quem não sabe do que e de quem tô falando, vai no GOOGLE).
O negócio é que Tínhamos a Silvina na porta, e de dentro gritávamos de tudo, coisas como “entra, gostosa”, “vem, me ensaboa” ou… “para de encher o saco, já vamos”. Claro, tínhamos intimidade. Pagam eles (coordenadores) pra serem amigos da gente (formandos). Quando ela ficou mais insistente, não tive ideia melhor que abrir a porta pelados como estávamos. Ela se assustou, desviou o olhar e disse: “se apressem, que estamos esperando vocês”. A gente ria, mas ela continuava sem olhar. Até que peguei ela pelo braço e fiz ela entrar. E não só isso, levei ela pros chuveiros… e ela dizia: “NÃO, PARE DE ENCHER O SACO!!! SE APRESSEM. EU ESPERO VOCÊS AQUI.” Haha, beleza… mesmo que a gente fizesse muita loucura, nunca esteve em nós a bobeira de forçar ninguém, muito menos um abuso ou estupro. Mas com ela a gente se atreveu mais porque tinha algo na voz e no sorriso dela (bem pequeno, mas sorriso ainda assim) que levava na brincadeira e no fundo gostava. Então enfiamos ela no chuveiro (ela tava de biquíni e com um vestidinho daqueles de praia por cima) na hora do empurra-empurra, enfiamos ela nos chuveiros e ela dizia: “ME DEIXEM!!! IDIOTAS, TÃO ESPERANDO A GENTE.” Esse “tão esperando a gente” fez um clique em mim. Percebi que o problema não era que a gente tava passando a mão nela, mas que tava ficando tarde. Haha. Então aí a gente se soltou mais e começamos a meter a mão nos peitos dela. Nas pernas… subia, descia… eu também dei um beijo. Não me afastei, mas enquanto eu tentava beijá-la, ela continuava falando: “ME DEIXEM, GALERA, SÉRIO”, mas sempre rindo. Até que acho que vencemos um pouco e tiramos o vestidinho dela… a gente tava tudo de pau duro, bem ereto. Agora sim ela já respondia aos meus beijos e de outro amigo que também beijava ela… (ela nunca largou a pose de “AH NÃO, ME DEIXEM”, mas já quase sem resistência). Num momento, puxamos a parte de cima do biquíni e um amigo começou a chupar os peitos, eu e outro metíamos a mão na buceta. palavra: buceta e o cu… ufffff, pelo amor de deus. E ela, nessa altura, já tava pegando em alguma rola também e até bateu uma rapidinha pra um dos meus amigos…
E querem saber o que aconteceu depois??????? Aqui vocês vão querer me matar, ha! . Bom, um dos meus amigos deu “PÂNICO” no otário, e disse: “NÃO, CARA, VÃO NOS MATAR SE DESCOBRIREM”. Aí foi como se algo tivesse feito CLICK nela e a onda toda morreu… ela se vestiu rápido, e antes de ir embora disse: “EM DEZ MINUTOS FAÇO O ÔNIBUS SAIR. VOCÊS QUE SABEM O QUE FAZEM…” Nem preciso dizer que quase enchemos aquele otário de porrada. Acho que não falamos mais com ele durante toda a viagem.
Mas é… não desesperem. A gente teve uma espécie de revanche com ela. Se vocês quiserem e se gostaram de como contei essa história, conto a outra parte. Aceito críticas. Tentei escrever do jeito que gosto de ler os relatos. Com muitos detalhes e 100% reais. Um abraço a todos.
A história
Na viagem de formatura, ano 97. Camboriú, Brasil. Num dia em que levaram o grupo todo pra uma excursão numa praia afastada do centro, e não tinha ninguém, só o nosso grupo de formandos. No fim do dia de praia, todo mundo já tava indo embora pra subir no micro-ônibus que ia nos levar de volta pro hotel. O ônibus tinha estacionado umas 5 quadras de distância, e quando todos estavam saindo, meus amigos e eu fomos pros chuveiros. Éramos 5. A ideia era tirar a areia e ir um pouco mais frescos, já que a viagem de volta ia durar umas horas. Entramos pra tomar banho, eram uns chuveiros onde cabíamos todos. Então, pelados, haha! E fomos pra água. Tava nessa quando ouvimos bater na porta e gritarem pra gente. Era a Silvina, a coordenadora da viagem (quero esclarecer uma coisa: naquela época, as empresas que vendiam esse tour pra formandos usavam como ferramenta de marketing mandar garotos e garotas muito gostosos com a promessa de que eles seriam os coordenadores das nossas viagens. Pros caras, eles mandavam umas putas incríveis pra nos excitar, e pras minas, uns caras… mesma coisa!). Bom, feito o esclarecimento, serve pra entender que a coordenadora era uma puta gostosa de uns 25 anos mais ou menos. Fisicamente, era um corpo de modelo ou melhor, e de rosto parecia muito com a Gloria Carrá na melhor fase dela, tipo… nos anos da banda do Golden Rocket. Loira, com cachos dourados, sorriso lindo, cara com sardas… uma DEUSA. (Quem não sabe do que e de quem tô falando, vai no GOOGLE).
O negócio é que Tínhamos a Silvina na porta, e de dentro gritávamos de tudo, coisas como “entra, gostosa”, “vem, me ensaboa” ou… “para de encher o saco, já vamos”. Claro, tínhamos intimidade. Pagam eles (coordenadores) pra serem amigos da gente (formandos). Quando ela ficou mais insistente, não tive ideia melhor que abrir a porta pelados como estávamos. Ela se assustou, desviou o olhar e disse: “se apressem, que estamos esperando vocês”. A gente ria, mas ela continuava sem olhar. Até que peguei ela pelo braço e fiz ela entrar. E não só isso, levei ela pros chuveiros… e ela dizia: “NÃO, PARE DE ENCHER O SACO!!! SE APRESSEM. EU ESPERO VOCÊS AQUI.” Haha, beleza… mesmo que a gente fizesse muita loucura, nunca esteve em nós a bobeira de forçar ninguém, muito menos um abuso ou estupro. Mas com ela a gente se atreveu mais porque tinha algo na voz e no sorriso dela (bem pequeno, mas sorriso ainda assim) que levava na brincadeira e no fundo gostava. Então enfiamos ela no chuveiro (ela tava de biquíni e com um vestidinho daqueles de praia por cima) na hora do empurra-empurra, enfiamos ela nos chuveiros e ela dizia: “ME DEIXEM!!! IDIOTAS, TÃO ESPERANDO A GENTE.” Esse “tão esperando a gente” fez um clique em mim. Percebi que o problema não era que a gente tava passando a mão nela, mas que tava ficando tarde. Haha. Então aí a gente se soltou mais e começamos a meter a mão nos peitos dela. Nas pernas… subia, descia… eu também dei um beijo. Não me afastei, mas enquanto eu tentava beijá-la, ela continuava falando: “ME DEIXEM, GALERA, SÉRIO”, mas sempre rindo. Até que acho que vencemos um pouco e tiramos o vestidinho dela… a gente tava tudo de pau duro, bem ereto. Agora sim ela já respondia aos meus beijos e de outro amigo que também beijava ela… (ela nunca largou a pose de “AH NÃO, ME DEIXEM”, mas já quase sem resistência). Num momento, puxamos a parte de cima do biquíni e um amigo começou a chupar os peitos, eu e outro metíamos a mão na buceta. palavra: buceta e o cu… ufffff, pelo amor de deus. E ela, nessa altura, já tava pegando em alguma rola também e até bateu uma rapidinha pra um dos meus amigos…
E querem saber o que aconteceu depois??????? Aqui vocês vão querer me matar, ha! . Bom, um dos meus amigos deu “PÂNICO” no otário, e disse: “NÃO, CARA, VÃO NOS MATAR SE DESCOBRIREM”. Aí foi como se algo tivesse feito CLICK nela e a onda toda morreu… ela se vestiu rápido, e antes de ir embora disse: “EM DEZ MINUTOS FAÇO O ÔNIBUS SAIR. VOCÊS QUE SABEM O QUE FAZEM…” Nem preciso dizer que quase enchemos aquele otário de porrada. Acho que não falamos mais com ele durante toda a viagem.
Mas é… não desesperem. A gente teve uma espécie de revanche com ela. Se vocês quiserem e se gostaram de como contei essa história, conto a outra parte. Aceito críticas. Tentei escrever do jeito que gosto de ler os relatos. Com muitos detalhes e 100% reais. Um abraço a todos.
9 comentários - Locuritas na viagem de formatura