A Veterana, a Festa Parte 4 Final

As duas vadias com quem eu tinha transado apareceram depois de um tempo, já vestidas pra sair (e pra disfarçar a cagada que tinham dado), foram pro parque avisar as outras pra se prepararem pra cair na farra. Todas entraram, incluindo a Anita, que quando passou perto de mim sussurrou: — Vou preparar o terreno.
Eu aproveitei e limpei toda a cozinha e os meus equipamentos de trabalho.

Umas 20 minutos depois, as gatinhas desceram todas produzidas, deram tchau ao passar e saíram. Na hora, a gêmea voltou, me deu um beijo na boca e me entregou um papel: — Me liga, falou, e foi embora. Guardei o papelzinho com o telefone no bolso e comecei a arrumar minhas coisas na mochila.

Nesse momento, ouço a Ana atrás de mim dizendo: — Finalmente sozinhos, bebê. Quase desmontei o queixo com a visão que tive ao me virar. Ela estava apoiada no batente da porta, com um conjunto de lingerie meio azul, meio turquesa — puta que pariu, quem ligava pra cor naquela hora? — que vestia como se fosse esculpido à mão naquele corpão privilegiado que a coroa tinha, fruto de horas e horas na academia (e ajudado pelas mãos do cirurgião também, hehe). Fiquei parado, sem dizer nada. Ela se aproximou da geladeira, abriu e tirou uma garrafa de champanhe. — Pega duas taças ali em cima, falou, e me segue.

Subi as escadas atrás dela, maravilhado com a visão excitante daquelas nádegas, perfeitas, bronzeadas, duras como aço, que a coroa exibia, realçadas por aquela tanga enfiada na fenda do cu, que dava vontade de devorar de uma bocada só. Chegamos na porta do quarto principal e entramos. À direita, o banheiro, onde, já preparado pela Anita, nos esperava uma banheira de hidromassagem borbulhante e quente. Nos despimos um ao outro de um jeito bem romântico, nada daquela putaria animal de sempre, enquanto nossas línguas se enroscavam num beijo profundo e apaixonado; e entramos. Abri a garrafa e servi as Copas. Ana montou em cima de mim, e assim, nessa posição, bebemos e nos beijamos ternamente, como dois apaixonados. Explorávamos um ao outro com nossas línguas incansáveis, a boca, o pescoço, os ombros. Ficamos assim por um bom tempo, bebendo e beijando. Ana esfregava o clitóris dela no meu pau, a gente se esquentava, devagar, pausado mas sem parar, a temperatura subindo, preparando a porrada monumental que íamos dar mais tarde.

O tesão ia crescendo, e o champanhe acabando. Quando ela tomou o último gole, na posição em que estava, Ana pegou meu pedaço e, de uma vez, enfiou na buceta dela. Assim, cavalgando bem devagar, a gente se comeu, se tocando, se curtindo, se explorando com língua e mãos; olhando nos olhos um do outro.

No melhor da foda, ela me disse: queria que minha sobrinha curtisse um macho como você, o namorado é um babaca, merecia ter uma boa última noite. Eu beijei ela fundo.
— Gostou de comê-la? — perguntou. — Muito — respondi —, mas você não chega nem aos pés dela. Deu pra ver que isso a excitou, porque ela começou a cavalgar igual uma fera, e a gente gozou em poucos minutos.

Ficamos abraçados um tempo, até a água começar a esfriar. Tomamos banho juntos, teve uns amassos, eu, verdade, não aguentava mais, então enfiei os dedos nela por um tempo e tirei os dois últimos orgasmos da noite (o último com gozada incluída). Nos vestimos e peguei um táxi pra casa.

Foi uma noite inesquecível, uma das últimas vezes que fiquei com a veterana.
A gêmea eu liguei, a gente comeu um par de vezes que conto depois, mas por enquanto, a história chega ao fim…

Valeu a todos, espero que tenham gostado.

17 comentários - A Veterana, a Festa Parte 4 Final

de la gran siete tu post che, muy buena la historia
se lo recomiendo al unico seguidor que tengo 😀
muy buenos los relatos man, te falto cogerte a las 2 gemelas juntas, hubiese sido epico, pero = estuvieron zarpados los relatos...
Esta muy buena la historia, aunque esperaba un poco mas teniendo en cuenta las historias anteriores
ren6o
Muy buenos relatos. Te dejo puntines aca por toda la saga.
me vuelven los locos lo relats de chetas infieles y me sorprendi encontrando este!!!
que excelente!!!
ya te empieso a segui...
emprende otro relato, escribis demasiado bien para tanta espera
viejo excelente aporte esta serie de relatos. x favor seguinos contando mas
tengo algunos barradores si queres te los paso por que veo que definis muy bien los relatos, lo que me gustaria mas es extencion en el sexo y el morbo de la madre frente al marido sabiendo que lo esta haciendo infiel, en pocas palabras, mas extenso en algunos aspectos. pero al margen de eso son excelentes tus relatos sin ser impreciso.
Excelente...
Espero con ansias los relatos con tu compañera de trabajo y con la gemela...