Sou Carlos, separado e moro na Venezuela. Conheci a María pela internet quando trabalhava como segurança num país do Oriente Médio. Quando voltei e a gente se encontrou, fiquei mais que surpreso com o corpo espetacular daquela mulher: 1,65m, magra, com peitos pequenos, mas uma bunda de cair o cu que se destacava por causa da cintura fina… corpo bem típico das venezuelanas.
Eu, pra ser sincero, não sou feio não, alto e magro, 1,80m. Foi amor à primeira vista quando a vi pessoalmente. Já ouvi muito sobre encontros sexuais casuais, mas não tem nada melhor do que transar com uma parceira que você conhece e com quem já compartilhou momentos que não têm nada a ver com sexo.
Estar com ela na cama era outra parada… quando, com toda a paciência do mundo, eu beijava, lambia e acariciava o corpo dela, desde os lóbulos das orelhas, descendo pelo pescoço, nuca, costas… percorrendo cada parte do corpo dela, os bicos dos peitos… indo mais pra baixo, passando a língua pelas pernas dela… roçando a buceta dela, mas sem chegar nela direto… o nível de tesão que ela atingia era tão grande que ela não queria mais que eu fizesse amor com ela… queria que eu "comesse" ela… pedia quase aos gritos… imagina só que com um sopro perto dos bicos dos peitos dela… ou da buceta dela, ela se contorcia de prazer. É realmente divino transar com uma mulher que você quer… pra não dizer ama.
Os boquetes dela eram sensacionais, embora ela não gostasse do gosto da minha porra, às vezes ela tomava porque eu pedia… e a gente compartilhava naquilo que se chama de "beijo branco"… isso me deixava com muito tesão.
Ela me iniciou no sexo anal, me disse que já tinha praticado com o último parceiro dela, e embora seja algo que ela diz "doer pra caralho", ela aceitou praticar comigo. Era alucinante porque ela me pedia pra ficar tranquilo, tirava saliva da boca dela e passava no meu pau e depois guiava ele até o cu dela… ela mesma empurrava devagar até o final e só então pedia pra eu me mexer devagar… os orgasmos dela eram… alucinantes, e essa é uma inveja saudável que sempre tive... Minha namorada é multiorgásmica, e eles vêm um atrás do outro, segundo ela me conta, cada vez mais intensos, até que ela não aguenta mais e me pede para gozar... Era um show completo. Era incrível a forma como ela lubrificava a buceta dela.
Conforme os meses foram passando... até o primeiro ano, começamos a sentir uma certa monotonia na relação, a ponto de que nossos momentos na cama já não eram tão apaixonados... pelo menos para mim, porque ela, embora sentisse que eu já não era tão detalhista como antes. Inventamos algumas coisas, como eu enfiar dois e até três dedos no meu cu, coisa que comecei a gostar (mas não sou gay) ou eu dizia que gostaria que ela me penetrasse com um cinto de borracha (coisa que a excitava, mas nunca tive coragem de comprar). No fim, ela não queria mais que eu fizesse sexo anal nela porque dizia que doía muito... então é aí que vem a parte interessante da minha história.
Um dia, num hotel... depois de transar, coloquei um filme pornô na TV onde dois homens transavam com uma mulher. Ela assistia, mas sem muito interesse. Eu perguntei:
— Você gosta do que vê, Maria?
— É mais do mesmo... já vimos esses antes.
— Sim, mas não te excita?
— Nada — ela disse — são só atores, não acho que para uma mulher normal dois homens seja confortável.
— Podemos tentar — eu disse.
— Você deixaria outro homem me tocar? — ela falou, meio alterada.
— Só se você concordasse, no fim seria como um vibrador de carne e osso, um objeto sexual que serviria só para um propósito e pronto.
— Você é louco — ela disse — e se ele tiver um pau maior que o seu e eu acabar gostando? Como você vai lidar depois?
— Nada — eu falei — a gente repete quando você quiser e pronto.
— Me desculpa, mas eu me respeito como mulher, tenho amor próprio e não permitiria esse tipo de coisa. Você também não me proporia isso se realmente me amasse.
— Calma, meu amor — falei, me desculpando — não liga pra mim, é só uma fantasia… a gente pode brincar com isso junto, mas sei que é impossível se realizar.
- Mais te vale – Ela me disse.
Mesmo assim, a semente já estava plantada e era só questão de tempo… eu tinha certeza que aquele olhar de desejo que ela colocava nos momentos de máximo prazer, aquela perda de controle, anunciavam uma potencial foxy… pelo menos na cama. Era só questão de tempo.
No fim de semana seguinte, testei minha teoria, e depois das carícias, na penetração, quando ela só pedia mais, lancei meu ataque:
- Vai, meu amor, não para… tasty, tasty, não aguento, papi, não aguento, continua me comendo (ela nunca dizia fazer amor) então eu falei:
- Sim, meu amor, tô te comendo gostoso, adoro como você fica… quer que eu continue?
- Sim, papi, continua – ela exclamava.
- Deixa eu falar umas putarias? Minhas fantasias?
- Sim, papi, fala o que quiser, mas me dá mais dessa pica gostosa que você tem – respondeu desesperada.
- E comecei: Imagina você deitadinha… e eu vendo seus olhos, e trago outra pessoa pro quarto, e nós dois juntos tocamos seu corpo todo, seus peitos, nós dois te beijamos, você sente lábios diferentes, línguas diferentes, reconhece que umas não são minhas e curte…
- Buceta, papi, não me fala essas coisas que me excita demais!!!! – disse meio desesperada.
- Adoro que te excita, falei – e você sente uma pica tocando seus lábios, e você abre a boca e beija ela, enfia na boca devagar, sente que tem que abrir mais que o normal porque é mais grossa que a minha, enquanto eu te penetro… e você chupa desesperada.
- Papi, não aguento, papi!!! Continua, papi!!! – Ela implorava.
- E a gente troca de posição e você sente essa pica grossa entrando na sua buceta que tá escorrendo de prazer, você se sente toda preenchida por uma pica que entra mais apertada e te faz gozar de prazer, e sente o gozo quente dela dentro de você enquanto chupa minha pica até eu gozar e toma tudinho…
- Não aguentoooooo aaaaaaaaahhhhhh!!!! – E ela gozou. orgasmo mais espetacular que já tive… nunca tinha gritado daquele jeito… me excitou tanto que gozei quase ao mesmo tempo.
Era o começo do fim.
Depois ela, toda relaxada, ficou quietinha, caladinha, como se estivesse meditando sobre o que tinha acontecido… meio envergonhada por ter se deixado levar pelas minhas palavras.
— No que você está pensando? — perguntei.
Ela me olhou quase implorando:
— Me promete que nunca vai me pedir pra ficar na cama com outro cara.
— Me diz uma coisa, Maria: se só de imaginar já te deu esse prazer… imagina botar em prática?
— Sim, mas não é certo — ela disse —, relações sexuais de casal são a dois, o resto é invenção de gente doente que só busca prazer sexual sem amor. Eu te amo e não conseguiria olhar na sua cara de novo se deixar outro me tocar.
Beijei ela suavemente nos lábios e falei:
— Fica tranquila, não vamos fazer nada que ameace a relação.
O MOMENTO DA VERDADE
Não quis forçar as coisas e passaram 2 meses sem tocar no assunto. Em julho, fim do ano escolar (não contei que ela é professora de educação infantil), programamos uma viagem pra Ilha de Margarita, lugar turístico por excelência.
Fizemos as reservas num hotel 5 estrelas, a ideia era passar um fim de semana em santa paz, relaxados e esquecendo dos problemas, do Chávez e do famoso “Por que não se cala”. Poderia até dizer que esqueci completamente o assunto dos trios e essas coisas de gente sem ocupação.
Vale destacar que minha namorada é fã do Beckham, ou do físico dele, porque ela não gosta de futebol, o que ela curte é beisebol.
Desfizemos as malas no quarto e nos preparamos com nossas roupas de banho pra aproveitar a piscina. Descemos, tomamos sol, nadamos, e até aí tudo bem… nisso ela fica tomando sol com seu biquíni minúsculo e eu subi pro quarto porque algo que comi me fez mal e eu tava com o estômago solto.
Grande foi minha surpresa quando, depois de uma hora batalhando no banheiro do quarto, Desço e vejo minha gostosa namorada conversando com um cara loiro de uns um metro e noventa de altura, olhos azuis e corpo atlético. Os dois estavam rindo e, naquele momento, senti um ciúme que nunca tinha sentido antes… ainda mais quando o filho da puta me vê chegando e se despede da minha mina com um beijo na bochecha, e a sunga dele mostrava um pau semi-duro muito maior que o meu… e minha namorada olhou pra aquilo com aquele olhar de tesão que até então era só pra mim.
Não falei nada, e ela, sem eu perguntar, me disse que o cara se chamava Mark, era um alemão que falava espanhol muito bem e que sempre passava as férias em países da América Latina, então o espanhol dele era bem fluente.
À noite, fomos pra balada do hotel e, depois de dançar um pouco, a raiva já tinha passado. Curtimos pra caralho e, depois da uma da manhã, subimos pro quarto.
Eu tava meio alterado pelo álcool, sou ruim de bebida. Já na cama, Maria vestiu um baby doll sexy e ficou particularmente fogosa. Os boquetes foram pesados, ela nunca tinha feito assim, lambia com uma desesperação, a língua parecia querer alcançar minha garganta de tão fundo que os beijos iam…
— Me come, pai, do jeito que você sabe — ela disse, desesperada — do jeito que você sabe!!!
Foi aí que pensei: "Vamos ver se minha querida namorada tá transando comigo mesmo":
— Sim, meu amor, quer que eu te coma gostoso? Mas não sou Carlos, meu nome é Mark e sou da Alemanha, e vou te comer deliciosamente como ninguém nunca fez!!!
Na sequência, enfiei meu pau na buceta dela e comecei com o vai e vem de sempre… dessa vez não foi um, mas vários gritos de prazer que a Maria soltou.
— Me dá mais!!! Assim, buceta, que delícia!!!!! Não para que eu vou gozar!!!!
Não sei quantos orgasmos ela teve… mas foi uma viagem, e ela nunca tinha gritado daquele jeito antes… foi o nome do Mark que a deixou tão tesuda?
Não sei… mas de novo. Aquela pulguinha atrás da orelha não me largava, e eu ia até o fim pra descobrir.
Depois da sessão de sexo, parece que, após tanto prazer, a Maria se sentiu culpada por ter se imaginado com outro homem… que me abraçou feito um bicho-preguiça a noite toda, e eu não falei nada.
No dia seguinte, descemos pra piscina de novo, e adivinha? O Mark estava lá… parecia que tava nos esperando. Ele se aproximou da gente com aquele pau bem dotado que mal cabia na sunga e, depois de apertar minha mão, deu um beijo na bochecha da Maria, roçando os lábios… tava claro que ele também tava a fim dela… a mesa tava posta.
Falei que ia buscar uma coisa no quarto e deixei os dois. Quando voltei, não encontrei ninguém na piscina e já imaginei o pior. Procurei e achei os dois bebendo uma cerveja no bar, bem coladinhos, senhores… nasce um corno.
Falei pra Maria que precisava conversar a sós com ela, e subimos pro quarto. Perguntei o que tava rolando, por que tanta intimidade com aquele cara que mal conhecia.
— Só tô sendo educada — respondeu.
— Tem certeza de que é só educação? — perguntei, apertando.
— É só um turista bobinho — ela disse —, no fim das contas, o que pode acontecer? Ele vai voltar pro país dele e a gente nunca mais vai ver.
— Você gosta dele, né?
— Não vou negar que ele é bonito, e sim, me atrai, mas é só isso, atração física, igual quando você vê uma mulher nos seus filmes pornô e fica excitado, ou uma na rua… você sente desejo ou não?
— Sinto — falei —, sinto desejo, o problema é que nunca te conheci assim, e te ver agora dando mole pra esse cara me deixa com muito ciúme… e excitado.
— Excitado por quê, meu amor?
— Por quê? Ontem você teve os orgasmos mais fodas quando eu mencionei o nome dele, e te garanto que, se eu meter a mão debaixo do seu pareô, você tá mais molhada do que nunca… ou tô errado?
Maria ficou vermelha e só conseguiu dizer:
— Sim, esse homem mexeu comigo… eu admito.
— O que a gente vai fazer a respeito? — perguntei.
— Nada, o que a gente vai fazer? A gente vai embora amanhã, e ele… Ele vai pra Alemanha e fim de história.
— E se a gente fizer algo melhor?
— Algo como o quê, Carlos?
— Chamar ele pra cama.
— Você é louco!!! Como a gente vai fazer isso?
— Você quer ficar com ele, isso vai ficar no seu coração pra sempre e você vai pensar naquele pau grande e grosso por muito tempo… foda-se, aproveita a chance de sentir isso e pronto… vai ficar como uma lembrança gostosa, no final, pra amar alguém precisa de mais que um fim de semana, e duvido que por uma noite de prazer você acabe amando ele.
— Não, não e não… para com essas ideias ruins!!! — Ela falou, mal-humorada.
— Bom, vai ser como você quiser — eu disse.
Passou das duas da madrugada e eu já tava na cama dormindo, quando veio uma ideia na minha cabeça, tentei descartar mas não consegui. Percebi que a Maria tava dormindo, levantei, desci pra recepção e pedi o número do quarto de um alemão chamado Mark. Eles procuraram e me deram. Subi pro quarto dele e ele não tava, tive que esperar meia hora até ele chegar um pouco alterado pelas bebidas.
— Oi, Mark — falei.
— Oi, e esse milagre?
— Quero falar com você sobre a Maria.
— Aconteceu algo com ela? — Ele falou, estranhando.
— Não, na verdade não aconteceu nada, só que ela tem uma fixação em você e não quero que a gente vá embora do hotel sem resolver o problema dela… prefiro lidar com uma chifrada de momento do que com uma fantasia pra vida toda.
— Ele ficou em silêncio por um minuto e depois disse: Você vai estar lá?
— É necessário? — Retruquei.
— Eu gostaria — Ele falou num tom safado.
Olha só… o alemão tinha saído bissexual… a verdade é que pensei em abortar o plano, não me via enroscado com outro homem que não só me visse como parceiro de cama, mas como alguém que quisesse enfiar aqueles 20 centímetros de músculo ereto (depois descobri que era esse o tamanho). No final, pensei, que tão ruim pode ser? O que é bom pro peru é bom pra perua… e além de umas roçadas eventuais, não tava disposto a ir mais longe com aquele cara, por mais bonito que fosse.
— Beleza, amigo, vamos pro quarto e que a que a força nos acompanhe.
Dito isso, subimos pro quarto, e lá estava o corpo do desejo, dormindo em posição fetal, com seu baby doll que não deixa nada pra imaginação, mostrando umas bundas lindamente formadas.
— Bom, Mark, falei, vai você que eu te sigo.
— Dito isso, Mark se aproximou da cama, começando com um beijo naquelas nádegas gostosas… me lembrou de mim, é a primeira coisa que faço de manhã. Começou a acariciá-la suavemente, sentir o formato dos peitos dela. Tirou a camisa e pude contemplar aqueles chocolatinhos que deixam minha namorada louca. Tirou a calça e era evidente que o pau dele era mais comprido e grosso que o meu… sorte de alguns, pensei comigo. Lentamente, tirou a calcinha fio dental dela, ajustou as pernas e meteu a boca entre as coxas dela, lambendo aqueles fluidos vaginais que têm gosto de mel… (é sério, já provei vários e nenhum tem o gosto do da Maria).
Maria começa a sentir prazer, geme e se arqueia, pensando talvez que sou eu… ela está passando daquele estado de sonho pra lucidez, sabe que tão fazendo sexo oral nela e começa a sentir que são lábios diferentes… então se assusta e…
— Mark, o que você tá fazendo!!!!
— Oi, Maria… ele diz, e depois me olha com um olhar cúmplice…
— Carlos, o que o Mark tá fazendo aqui… não era isso que a gente tinha combinado….
— Pedi pra ele vir porque não quero o fantasma de um desejo insatisfeito entre nós… aproveita o momento e pronto, meu amor.
— Mark coloca a língua de novo na buceta da Maria, faz círculos no clitóris dela e enfia dois dedos até o fundo…
— Ahhh, não, por favor… não continua, por favor, não tá certo… para, Mark!!!!
Mark se levanta e deixa Maria ver o membro enorme dele… os olhos dela quase saltaram ao contemplar um instrumento daqueles.
— Tem certeza que não quer experimentar como é ter um desses dentro de você, Maria? — falei.
— Mark, não leva a mal, você é muito gato e eu gosto de você, mas só até aí, não quero terminar com Carlos por uma besteira passageira.
— Mark aproximou o pau do rosto da Maria.
— Sério Não quer experimentar? – Ele disse.
Maria olhou nos olhos dele e depois desceu o olhar para o pênis dele... tinha naqueles olhos aquele desejo que faz a gente perder o controle...
Ela só conseguia olhar, mas não dizia nada... é claro que havia dentro dela aquele conflito interno entre o desejo e a razão.
– Me aproximei dela, peguei a mão dela e coloquei no pênis do Mark, fechei a mão dela e comecei a mover, fazendo uma punheta pra ele.
– É bom, né, meu amor? No fim das contas, é disso que se trata, de saciar essa curiosidade... no final, tudo vai virar lembrança. Além disso, Mark não quer só ficar com você, ele quer dividir a cama com nós dois.
Maria olhou pro Mark ainda com a mão no pênis dele, com estranheza, e perguntou:
– Você é bissexual, Mark?
– Desde que me entendo por gente.
– E o que você quer fazer com o Carlos?
– Sei lá... o que ele deixar eu fazer com ele, talvez a mesma coisa que com você, talvez eu deixe ele fazer em mim... curto do mesmo jeito.
Uma mistura de desilusão e desejo tomou conta da Maria... pensei por um momento que aquilo seria o fim... mas foi exatamente o contrário, era como se a trava do preconceito tivesse se aberto. No fim, era aquilo, algo momentâneo que não teria que ser lidado no futuro, o medo dela de se apaixonar pelo Mark desapareceu.
Na sequência, ela aproximou com a mão aquele pênzão na boca dela e começou a lamber do jeito que só ela sabe fazer.
– Quer acompanhar ela? – Disse o Mark.
– Eu lambendo um pênis? – Pensei.
– Isso eu nunca imaginei... mas fazer o quê... uma vez por ano não faz mal.
Aproximei meu rosto do da Maria, que parecia não estar disposta a dividir aquele pedaço de carne, ela tava concentrada. Nisso, ela vira o olhar e me fala num tom safado:
– Que foi, pai... quer um pouquinho? Não vá que depois você goste e perca essa colheita!!!
– Só se você não tiver problema em dividir, meu amor... eu tô tranquilo com a minha sexualidade... no fim, a gente só tá curtindo o momento.
Na sequência, ela aproximou o pênis do Mark da minha boca e, imitando o jeito que ela faz, eu introduzi na minha boca, virando os lábios pra não machucar com meus dentes. dentes... uma sensação de tesão nunca antes descrita me invadiu ao sentir ele entrando e saindo da minha boca... entendi que o sexo oral pra uma mulher só tem valor quando ela sente que o parceiro tá curtindo... é uma sensação de poder.
- Mark segurou minha cabeça tentando enfiar o pau dele o mais fundo possível... era claro que ele tava gostando mais de ter minha boca no pau dele do que a da Maria... acho que no fim ela não era tão boa assim.
Me afastei e falei:
Beleza, amigo, acho que já deu, a protagonista é a Maria, então se dedica a ela primeiro.
Mark me cortou na última palavra, se inclinou e me beijou de um jeito apaixonado... tenho que admitir que foi um beijo foda... a língua dele se mexia pela minha boca toda... e eu me deixei levar pelo prazer de sentir ele... Pensei que a Maria ia ficar decepcionada com ele... e comigo...
Mas eu tava enganada.
Quando finalmente me separei do Mark, a Maria tava olhando pasma com um olhar de êxtase que eu nunca tinha visto antes... enquanto se masturbava enfiando três dedos na buceta dela... ela tava realmente curtindo o espetáculo!!!!
- Mark agarrou ela e beijou igualzinho me beijou... a Maria abraçou ele pelo pescoço desesperada com um braço enquanto com o outro batia uma pra ele...
- Me come, Mark... me come primeiro e depois, se quiser, come meu namorado... você quer comer meu namorado?
- Claro que quero – disse Mark
Sinceramente, não sei se queria passar por aquilo, um beijo e um boquete é uma coisa... mas deixar alguém arrombar o cu tão apertadinho e virgem, onde as coisas saem e nunca entram, me pareceu exagero demais.
Mark enfiou o pauzão dele na até então apertadinha (pra mim) buceta da Maria... por um momento achei que os olhos dela iam saltar fora... ela abriu eles de um jeito que só podia mostrar um espanto por algo que ela nunca tinha sentido.
- Buceta que gostosoooo... vai, pai, me come... me dá tudooo, até o fundooo!!!
Ela chamou ele de Pai!!!! bom, é algo que eu sempre desconfiei... no fim tava claro que quando uma mulher como a Maria fica excitada... ela esquece de quem pra focar no como. Mark bombava enquanto beijava Maria apaixonadamente…era realmente um espetáculo ver os dois…mas infelizmente pra Maria…Mark tava mais interessado em mim do que nela.
Mudaram de posição, Maria montou em cima do Mark e eu aproveitei pra colocar meu pau na boca dela…Maria chupava quando, qual não é minha surpresa, Mark tira da boca dela pra chupar ele mesmo…Meu Deus!!! que boquete!!! é bom ser grande e forte!!! sugava com tanta força meu pau que posso dizer que foi o melhor boquete que já recebi.
Enquanto fazia isso, começou a enfiar um dedo no meu cu… Na real não sei o que procurava…mas quando achou…me fez gemer de prazer e gozei na boca dele em menos de um minuto (o ponto G masculino, como dizem)
Nisso tudo Maria beijou ele compartilhando meu gozo, coisa de louco, pensei.
Maria cavalgava desesperadamente o pau do Mark e eu…fiquei knock out com um boquete daquele…achei que ia ficar só de observador…me enganei.
Mark colocou Maria de quatro e tava metendo nela por trás quando me pediu pra chegar perto…
—Aí não, Mark…continuem vocês — falei
Maria, cúmplice, disse entre gemidos de prazer:
—Vai, meu amor…se deixa levar pelo momento…olha que isso não vai se repetir…
Mark falou pra eu ficar tranquilão, que não ia doer e esse comentário me fez temer o pior…pediu pra eu ficar de quatro do lado da Maria e, em seguida, enquanto continuava metendo nela, tirou saliva abundante dos lábios e passou no meu cu…enfiar primeiro um…depois dois, e depois três dedos
Eu aguentava feito homem…uma mistura de dor e prazer…já tinha sentido algo parecido com os dedos da Maria…mas isso era a liga dos grandes.
Mark tirou o pau da buceta da Maria…colocou uma camisinha e enfiou devagar em mim…
—Relaxa, papai…falou Maria…você vai saber como é ser penetrado pelo cu…pra pensar duas vezes quando quiser pedir pra mim…
A dor foi só no começo…uma questão de costume, como dizem…quando As paredes do meu cu se acostumaram com aquele pau… a dor deu lugar a um prazer nunca antes experimentado… era algo visceral… nada a ver com o que eu tinha sentido antes.
Enquanto isso rolava, a Maria se colocou atrás de mim e me deu um boquete que juntou os dois prazeres, momento indescritível.
Pelo jeito que o Mark me penetrava, com fortes estocadas e gemidos, me fez entender que queria gozar dentro de mim… mas criei coragem, tirei forças da fraqueza e tirei aquele pauzão do meu cu.
— Já chega, amigão — falei exausto — Já deu pra mim… termina com a Maria, ela é a protagonista dessa história.
O Mark me olhou puto… e de má vontade tirou a camisinha, pegou a Maria pela cintura… colocou ela de pé… do jeito que ela gosta e meteu até o fundo com mais raiva do que nunca.
A Maria gritou de prazer, o Mark se mexia muito rápido, como se quisesse acelerar o processo… a Maria teve um, dois, três… nem sei quantos orgasmos antes do Mark tirar o pau e pedir pra ela virar.
— Vou gozar… mas quero os dois!!!
— Goza, pai — a Maria falou.
Eu me aproximei e o Mark me pegou pela cabeça de novo, enfiou o pau na minha boca enquanto a Maria chupava as bolas dele… e enfiou um, dois, três dedos no cu dela… eu empurrei a mão dele pra ele enfiar mais fundo.
O Mark grita, geme e goza na minha boca… quase me afoguei!!!! Tive que puxar a mão dele com força da minha cabeça pra conseguir respirar… na sequência, a Maria me beija desesperadamente, limpando o porra que escorre dos meus lábios e procurando mais com a língua dentro da minha boca.
O Mark pega as coisas dele, se veste e vai embora…
Ficamos eu e a Maria na cama… nos olhando como se não acreditássemos no que tinha acontecido…
A Maria me olha com compaixão… como se quisesse confessar algo…
E aí ela fala:
— Vou te falar uma coisa… mas não fica puto comigo.
— O que é? — pergunto.
— O Mark desde o começo me confessou que você atraía ele… e queria saber se a gente era mente aberta. Eu falei que você tinha suas fantasias, mas que não sabia até… onde você era capaz de chegar…
- Mas você gostava dele – eu disse
- Claro que gostava… até ele me confessar que era gay… mas disse que não tinha problema em ficar com uma mulher, desde que deixassem ele comer um cara também… isso me excitou pra caralho, no final acho que também tenho minhas fantasias e não sabia… te imaginar com outro homem era uma delas.
- Caralho… pensei comigo mesma… fui buscar lã e saí tosquiada.
Fim
Eu, pra ser sincero, não sou feio não, alto e magro, 1,80m. Foi amor à primeira vista quando a vi pessoalmente. Já ouvi muito sobre encontros sexuais casuais, mas não tem nada melhor do que transar com uma parceira que você conhece e com quem já compartilhou momentos que não têm nada a ver com sexo.
Estar com ela na cama era outra parada… quando, com toda a paciência do mundo, eu beijava, lambia e acariciava o corpo dela, desde os lóbulos das orelhas, descendo pelo pescoço, nuca, costas… percorrendo cada parte do corpo dela, os bicos dos peitos… indo mais pra baixo, passando a língua pelas pernas dela… roçando a buceta dela, mas sem chegar nela direto… o nível de tesão que ela atingia era tão grande que ela não queria mais que eu fizesse amor com ela… queria que eu "comesse" ela… pedia quase aos gritos… imagina só que com um sopro perto dos bicos dos peitos dela… ou da buceta dela, ela se contorcia de prazer. É realmente divino transar com uma mulher que você quer… pra não dizer ama.
Os boquetes dela eram sensacionais, embora ela não gostasse do gosto da minha porra, às vezes ela tomava porque eu pedia… e a gente compartilhava naquilo que se chama de "beijo branco"… isso me deixava com muito tesão.
Ela me iniciou no sexo anal, me disse que já tinha praticado com o último parceiro dela, e embora seja algo que ela diz "doer pra caralho", ela aceitou praticar comigo. Era alucinante porque ela me pedia pra ficar tranquilo, tirava saliva da boca dela e passava no meu pau e depois guiava ele até o cu dela… ela mesma empurrava devagar até o final e só então pedia pra eu me mexer devagar… os orgasmos dela eram… alucinantes, e essa é uma inveja saudável que sempre tive... Minha namorada é multiorgásmica, e eles vêm um atrás do outro, segundo ela me conta, cada vez mais intensos, até que ela não aguenta mais e me pede para gozar... Era um show completo. Era incrível a forma como ela lubrificava a buceta dela.
Conforme os meses foram passando... até o primeiro ano, começamos a sentir uma certa monotonia na relação, a ponto de que nossos momentos na cama já não eram tão apaixonados... pelo menos para mim, porque ela, embora sentisse que eu já não era tão detalhista como antes. Inventamos algumas coisas, como eu enfiar dois e até três dedos no meu cu, coisa que comecei a gostar (mas não sou gay) ou eu dizia que gostaria que ela me penetrasse com um cinto de borracha (coisa que a excitava, mas nunca tive coragem de comprar). No fim, ela não queria mais que eu fizesse sexo anal nela porque dizia que doía muito... então é aí que vem a parte interessante da minha história.
Um dia, num hotel... depois de transar, coloquei um filme pornô na TV onde dois homens transavam com uma mulher. Ela assistia, mas sem muito interesse. Eu perguntei:
— Você gosta do que vê, Maria?
— É mais do mesmo... já vimos esses antes.
— Sim, mas não te excita?
— Nada — ela disse — são só atores, não acho que para uma mulher normal dois homens seja confortável.
— Podemos tentar — eu disse.
— Você deixaria outro homem me tocar? — ela falou, meio alterada.
— Só se você concordasse, no fim seria como um vibrador de carne e osso, um objeto sexual que serviria só para um propósito e pronto.
— Você é louco — ela disse — e se ele tiver um pau maior que o seu e eu acabar gostando? Como você vai lidar depois?
— Nada — eu falei — a gente repete quando você quiser e pronto.
— Me desculpa, mas eu me respeito como mulher, tenho amor próprio e não permitiria esse tipo de coisa. Você também não me proporia isso se realmente me amasse.
— Calma, meu amor — falei, me desculpando — não liga pra mim, é só uma fantasia… a gente pode brincar com isso junto, mas sei que é impossível se realizar.
- Mais te vale – Ela me disse.
Mesmo assim, a semente já estava plantada e era só questão de tempo… eu tinha certeza que aquele olhar de desejo que ela colocava nos momentos de máximo prazer, aquela perda de controle, anunciavam uma potencial foxy… pelo menos na cama. Era só questão de tempo.
No fim de semana seguinte, testei minha teoria, e depois das carícias, na penetração, quando ela só pedia mais, lancei meu ataque:
- Vai, meu amor, não para… tasty, tasty, não aguento, papi, não aguento, continua me comendo (ela nunca dizia fazer amor) então eu falei:
- Sim, meu amor, tô te comendo gostoso, adoro como você fica… quer que eu continue?
- Sim, papi, continua – ela exclamava.
- Deixa eu falar umas putarias? Minhas fantasias?
- Sim, papi, fala o que quiser, mas me dá mais dessa pica gostosa que você tem – respondeu desesperada.
- E comecei: Imagina você deitadinha… e eu vendo seus olhos, e trago outra pessoa pro quarto, e nós dois juntos tocamos seu corpo todo, seus peitos, nós dois te beijamos, você sente lábios diferentes, línguas diferentes, reconhece que umas não são minhas e curte…
- Buceta, papi, não me fala essas coisas que me excita demais!!!! – disse meio desesperada.
- Adoro que te excita, falei – e você sente uma pica tocando seus lábios, e você abre a boca e beija ela, enfia na boca devagar, sente que tem que abrir mais que o normal porque é mais grossa que a minha, enquanto eu te penetro… e você chupa desesperada.
- Papi, não aguento, papi!!! Continua, papi!!! – Ela implorava.
- E a gente troca de posição e você sente essa pica grossa entrando na sua buceta que tá escorrendo de prazer, você se sente toda preenchida por uma pica que entra mais apertada e te faz gozar de prazer, e sente o gozo quente dela dentro de você enquanto chupa minha pica até eu gozar e toma tudinho…
- Não aguentoooooo aaaaaaaaahhhhhh!!!! – E ela gozou. orgasmo mais espetacular que já tive… nunca tinha gritado daquele jeito… me excitou tanto que gozei quase ao mesmo tempo.
Era o começo do fim.
Depois ela, toda relaxada, ficou quietinha, caladinha, como se estivesse meditando sobre o que tinha acontecido… meio envergonhada por ter se deixado levar pelas minhas palavras.
— No que você está pensando? — perguntei.
Ela me olhou quase implorando:
— Me promete que nunca vai me pedir pra ficar na cama com outro cara.
— Me diz uma coisa, Maria: se só de imaginar já te deu esse prazer… imagina botar em prática?
— Sim, mas não é certo — ela disse —, relações sexuais de casal são a dois, o resto é invenção de gente doente que só busca prazer sexual sem amor. Eu te amo e não conseguiria olhar na sua cara de novo se deixar outro me tocar.
Beijei ela suavemente nos lábios e falei:
— Fica tranquila, não vamos fazer nada que ameace a relação.
O MOMENTO DA VERDADE
Não quis forçar as coisas e passaram 2 meses sem tocar no assunto. Em julho, fim do ano escolar (não contei que ela é professora de educação infantil), programamos uma viagem pra Ilha de Margarita, lugar turístico por excelência.
Fizemos as reservas num hotel 5 estrelas, a ideia era passar um fim de semana em santa paz, relaxados e esquecendo dos problemas, do Chávez e do famoso “Por que não se cala”. Poderia até dizer que esqueci completamente o assunto dos trios e essas coisas de gente sem ocupação.
Vale destacar que minha namorada é fã do Beckham, ou do físico dele, porque ela não gosta de futebol, o que ela curte é beisebol.
Desfizemos as malas no quarto e nos preparamos com nossas roupas de banho pra aproveitar a piscina. Descemos, tomamos sol, nadamos, e até aí tudo bem… nisso ela fica tomando sol com seu biquíni minúsculo e eu subi pro quarto porque algo que comi me fez mal e eu tava com o estômago solto.
Grande foi minha surpresa quando, depois de uma hora batalhando no banheiro do quarto, Desço e vejo minha gostosa namorada conversando com um cara loiro de uns um metro e noventa de altura, olhos azuis e corpo atlético. Os dois estavam rindo e, naquele momento, senti um ciúme que nunca tinha sentido antes… ainda mais quando o filho da puta me vê chegando e se despede da minha mina com um beijo na bochecha, e a sunga dele mostrava um pau semi-duro muito maior que o meu… e minha namorada olhou pra aquilo com aquele olhar de tesão que até então era só pra mim.
Não falei nada, e ela, sem eu perguntar, me disse que o cara se chamava Mark, era um alemão que falava espanhol muito bem e que sempre passava as férias em países da América Latina, então o espanhol dele era bem fluente.
À noite, fomos pra balada do hotel e, depois de dançar um pouco, a raiva já tinha passado. Curtimos pra caralho e, depois da uma da manhã, subimos pro quarto.
Eu tava meio alterado pelo álcool, sou ruim de bebida. Já na cama, Maria vestiu um baby doll sexy e ficou particularmente fogosa. Os boquetes foram pesados, ela nunca tinha feito assim, lambia com uma desesperação, a língua parecia querer alcançar minha garganta de tão fundo que os beijos iam…
— Me come, pai, do jeito que você sabe — ela disse, desesperada — do jeito que você sabe!!!
Foi aí que pensei: "Vamos ver se minha querida namorada tá transando comigo mesmo":
— Sim, meu amor, quer que eu te coma gostoso? Mas não sou Carlos, meu nome é Mark e sou da Alemanha, e vou te comer deliciosamente como ninguém nunca fez!!!
Na sequência, enfiei meu pau na buceta dela e comecei com o vai e vem de sempre… dessa vez não foi um, mas vários gritos de prazer que a Maria soltou.
— Me dá mais!!! Assim, buceta, que delícia!!!!! Não para que eu vou gozar!!!!
Não sei quantos orgasmos ela teve… mas foi uma viagem, e ela nunca tinha gritado daquele jeito antes… foi o nome do Mark que a deixou tão tesuda?
Não sei… mas de novo. Aquela pulguinha atrás da orelha não me largava, e eu ia até o fim pra descobrir.
Depois da sessão de sexo, parece que, após tanto prazer, a Maria se sentiu culpada por ter se imaginado com outro homem… que me abraçou feito um bicho-preguiça a noite toda, e eu não falei nada.
No dia seguinte, descemos pra piscina de novo, e adivinha? O Mark estava lá… parecia que tava nos esperando. Ele se aproximou da gente com aquele pau bem dotado que mal cabia na sunga e, depois de apertar minha mão, deu um beijo na bochecha da Maria, roçando os lábios… tava claro que ele também tava a fim dela… a mesa tava posta.
Falei que ia buscar uma coisa no quarto e deixei os dois. Quando voltei, não encontrei ninguém na piscina e já imaginei o pior. Procurei e achei os dois bebendo uma cerveja no bar, bem coladinhos, senhores… nasce um corno.
Falei pra Maria que precisava conversar a sós com ela, e subimos pro quarto. Perguntei o que tava rolando, por que tanta intimidade com aquele cara que mal conhecia.
— Só tô sendo educada — respondeu.
— Tem certeza de que é só educação? — perguntei, apertando.
— É só um turista bobinho — ela disse —, no fim das contas, o que pode acontecer? Ele vai voltar pro país dele e a gente nunca mais vai ver.
— Você gosta dele, né?
— Não vou negar que ele é bonito, e sim, me atrai, mas é só isso, atração física, igual quando você vê uma mulher nos seus filmes pornô e fica excitado, ou uma na rua… você sente desejo ou não?
— Sinto — falei —, sinto desejo, o problema é que nunca te conheci assim, e te ver agora dando mole pra esse cara me deixa com muito ciúme… e excitado.
— Excitado por quê, meu amor?
— Por quê? Ontem você teve os orgasmos mais fodas quando eu mencionei o nome dele, e te garanto que, se eu meter a mão debaixo do seu pareô, você tá mais molhada do que nunca… ou tô errado?
Maria ficou vermelha e só conseguiu dizer:
— Sim, esse homem mexeu comigo… eu admito.
— O que a gente vai fazer a respeito? — perguntei.
— Nada, o que a gente vai fazer? A gente vai embora amanhã, e ele… Ele vai pra Alemanha e fim de história.
— E se a gente fizer algo melhor?
— Algo como o quê, Carlos?
— Chamar ele pra cama.
— Você é louco!!! Como a gente vai fazer isso?
— Você quer ficar com ele, isso vai ficar no seu coração pra sempre e você vai pensar naquele pau grande e grosso por muito tempo… foda-se, aproveita a chance de sentir isso e pronto… vai ficar como uma lembrança gostosa, no final, pra amar alguém precisa de mais que um fim de semana, e duvido que por uma noite de prazer você acabe amando ele.
— Não, não e não… para com essas ideias ruins!!! — Ela falou, mal-humorada.
— Bom, vai ser como você quiser — eu disse.
Passou das duas da madrugada e eu já tava na cama dormindo, quando veio uma ideia na minha cabeça, tentei descartar mas não consegui. Percebi que a Maria tava dormindo, levantei, desci pra recepção e pedi o número do quarto de um alemão chamado Mark. Eles procuraram e me deram. Subi pro quarto dele e ele não tava, tive que esperar meia hora até ele chegar um pouco alterado pelas bebidas.
— Oi, Mark — falei.
— Oi, e esse milagre?
— Quero falar com você sobre a Maria.
— Aconteceu algo com ela? — Ele falou, estranhando.
— Não, na verdade não aconteceu nada, só que ela tem uma fixação em você e não quero que a gente vá embora do hotel sem resolver o problema dela… prefiro lidar com uma chifrada de momento do que com uma fantasia pra vida toda.
— Ele ficou em silêncio por um minuto e depois disse: Você vai estar lá?
— É necessário? — Retruquei.
— Eu gostaria — Ele falou num tom safado.
Olha só… o alemão tinha saído bissexual… a verdade é que pensei em abortar o plano, não me via enroscado com outro homem que não só me visse como parceiro de cama, mas como alguém que quisesse enfiar aqueles 20 centímetros de músculo ereto (depois descobri que era esse o tamanho). No final, pensei, que tão ruim pode ser? O que é bom pro peru é bom pra perua… e além de umas roçadas eventuais, não tava disposto a ir mais longe com aquele cara, por mais bonito que fosse.
— Beleza, amigo, vamos pro quarto e que a que a força nos acompanhe.
Dito isso, subimos pro quarto, e lá estava o corpo do desejo, dormindo em posição fetal, com seu baby doll que não deixa nada pra imaginação, mostrando umas bundas lindamente formadas.
— Bom, Mark, falei, vai você que eu te sigo.
— Dito isso, Mark se aproximou da cama, começando com um beijo naquelas nádegas gostosas… me lembrou de mim, é a primeira coisa que faço de manhã. Começou a acariciá-la suavemente, sentir o formato dos peitos dela. Tirou a camisa e pude contemplar aqueles chocolatinhos que deixam minha namorada louca. Tirou a calça e era evidente que o pau dele era mais comprido e grosso que o meu… sorte de alguns, pensei comigo. Lentamente, tirou a calcinha fio dental dela, ajustou as pernas e meteu a boca entre as coxas dela, lambendo aqueles fluidos vaginais que têm gosto de mel… (é sério, já provei vários e nenhum tem o gosto do da Maria).
Maria começa a sentir prazer, geme e se arqueia, pensando talvez que sou eu… ela está passando daquele estado de sonho pra lucidez, sabe que tão fazendo sexo oral nela e começa a sentir que são lábios diferentes… então se assusta e…
— Mark, o que você tá fazendo!!!!
— Oi, Maria… ele diz, e depois me olha com um olhar cúmplice…
— Carlos, o que o Mark tá fazendo aqui… não era isso que a gente tinha combinado….
— Pedi pra ele vir porque não quero o fantasma de um desejo insatisfeito entre nós… aproveita o momento e pronto, meu amor.
— Mark coloca a língua de novo na buceta da Maria, faz círculos no clitóris dela e enfia dois dedos até o fundo…
— Ahhh, não, por favor… não continua, por favor, não tá certo… para, Mark!!!!
Mark se levanta e deixa Maria ver o membro enorme dele… os olhos dela quase saltaram ao contemplar um instrumento daqueles.
— Tem certeza que não quer experimentar como é ter um desses dentro de você, Maria? — falei.
— Mark, não leva a mal, você é muito gato e eu gosto de você, mas só até aí, não quero terminar com Carlos por uma besteira passageira.
— Mark aproximou o pau do rosto da Maria.
— Sério Não quer experimentar? – Ele disse.
Maria olhou nos olhos dele e depois desceu o olhar para o pênis dele... tinha naqueles olhos aquele desejo que faz a gente perder o controle...
Ela só conseguia olhar, mas não dizia nada... é claro que havia dentro dela aquele conflito interno entre o desejo e a razão.
– Me aproximei dela, peguei a mão dela e coloquei no pênis do Mark, fechei a mão dela e comecei a mover, fazendo uma punheta pra ele.
– É bom, né, meu amor? No fim das contas, é disso que se trata, de saciar essa curiosidade... no final, tudo vai virar lembrança. Além disso, Mark não quer só ficar com você, ele quer dividir a cama com nós dois.
Maria olhou pro Mark ainda com a mão no pênis dele, com estranheza, e perguntou:
– Você é bissexual, Mark?
– Desde que me entendo por gente.
– E o que você quer fazer com o Carlos?
– Sei lá... o que ele deixar eu fazer com ele, talvez a mesma coisa que com você, talvez eu deixe ele fazer em mim... curto do mesmo jeito.
Uma mistura de desilusão e desejo tomou conta da Maria... pensei por um momento que aquilo seria o fim... mas foi exatamente o contrário, era como se a trava do preconceito tivesse se aberto. No fim, era aquilo, algo momentâneo que não teria que ser lidado no futuro, o medo dela de se apaixonar pelo Mark desapareceu.
Na sequência, ela aproximou com a mão aquele pênzão na boca dela e começou a lamber do jeito que só ela sabe fazer.
– Quer acompanhar ela? – Disse o Mark.
– Eu lambendo um pênis? – Pensei.
– Isso eu nunca imaginei... mas fazer o quê... uma vez por ano não faz mal.
Aproximei meu rosto do da Maria, que parecia não estar disposta a dividir aquele pedaço de carne, ela tava concentrada. Nisso, ela vira o olhar e me fala num tom safado:
– Que foi, pai... quer um pouquinho? Não vá que depois você goste e perca essa colheita!!!
– Só se você não tiver problema em dividir, meu amor... eu tô tranquilo com a minha sexualidade... no fim, a gente só tá curtindo o momento.
Na sequência, ela aproximou o pênis do Mark da minha boca e, imitando o jeito que ela faz, eu introduzi na minha boca, virando os lábios pra não machucar com meus dentes. dentes... uma sensação de tesão nunca antes descrita me invadiu ao sentir ele entrando e saindo da minha boca... entendi que o sexo oral pra uma mulher só tem valor quando ela sente que o parceiro tá curtindo... é uma sensação de poder.
- Mark segurou minha cabeça tentando enfiar o pau dele o mais fundo possível... era claro que ele tava gostando mais de ter minha boca no pau dele do que a da Maria... acho que no fim ela não era tão boa assim.
Me afastei e falei:
Beleza, amigo, acho que já deu, a protagonista é a Maria, então se dedica a ela primeiro.
Mark me cortou na última palavra, se inclinou e me beijou de um jeito apaixonado... tenho que admitir que foi um beijo foda... a língua dele se mexia pela minha boca toda... e eu me deixei levar pelo prazer de sentir ele... Pensei que a Maria ia ficar decepcionada com ele... e comigo...
Mas eu tava enganada.
Quando finalmente me separei do Mark, a Maria tava olhando pasma com um olhar de êxtase que eu nunca tinha visto antes... enquanto se masturbava enfiando três dedos na buceta dela... ela tava realmente curtindo o espetáculo!!!!
- Mark agarrou ela e beijou igualzinho me beijou... a Maria abraçou ele pelo pescoço desesperada com um braço enquanto com o outro batia uma pra ele...
- Me come, Mark... me come primeiro e depois, se quiser, come meu namorado... você quer comer meu namorado?
- Claro que quero – disse Mark
Sinceramente, não sei se queria passar por aquilo, um beijo e um boquete é uma coisa... mas deixar alguém arrombar o cu tão apertadinho e virgem, onde as coisas saem e nunca entram, me pareceu exagero demais.
Mark enfiou o pauzão dele na até então apertadinha (pra mim) buceta da Maria... por um momento achei que os olhos dela iam saltar fora... ela abriu eles de um jeito que só podia mostrar um espanto por algo que ela nunca tinha sentido.
- Buceta que gostosoooo... vai, pai, me come... me dá tudooo, até o fundooo!!!
Ela chamou ele de Pai!!!! bom, é algo que eu sempre desconfiei... no fim tava claro que quando uma mulher como a Maria fica excitada... ela esquece de quem pra focar no como. Mark bombava enquanto beijava Maria apaixonadamente…era realmente um espetáculo ver os dois…mas infelizmente pra Maria…Mark tava mais interessado em mim do que nela.
Mudaram de posição, Maria montou em cima do Mark e eu aproveitei pra colocar meu pau na boca dela…Maria chupava quando, qual não é minha surpresa, Mark tira da boca dela pra chupar ele mesmo…Meu Deus!!! que boquete!!! é bom ser grande e forte!!! sugava com tanta força meu pau que posso dizer que foi o melhor boquete que já recebi.
Enquanto fazia isso, começou a enfiar um dedo no meu cu… Na real não sei o que procurava…mas quando achou…me fez gemer de prazer e gozei na boca dele em menos de um minuto (o ponto G masculino, como dizem)
Nisso tudo Maria beijou ele compartilhando meu gozo, coisa de louco, pensei.
Maria cavalgava desesperadamente o pau do Mark e eu…fiquei knock out com um boquete daquele…achei que ia ficar só de observador…me enganei.
Mark colocou Maria de quatro e tava metendo nela por trás quando me pediu pra chegar perto…
—Aí não, Mark…continuem vocês — falei
Maria, cúmplice, disse entre gemidos de prazer:
—Vai, meu amor…se deixa levar pelo momento…olha que isso não vai se repetir…
Mark falou pra eu ficar tranquilão, que não ia doer e esse comentário me fez temer o pior…pediu pra eu ficar de quatro do lado da Maria e, em seguida, enquanto continuava metendo nela, tirou saliva abundante dos lábios e passou no meu cu…enfiar primeiro um…depois dois, e depois três dedos
Eu aguentava feito homem…uma mistura de dor e prazer…já tinha sentido algo parecido com os dedos da Maria…mas isso era a liga dos grandes.
Mark tirou o pau da buceta da Maria…colocou uma camisinha e enfiou devagar em mim…
—Relaxa, papai…falou Maria…você vai saber como é ser penetrado pelo cu…pra pensar duas vezes quando quiser pedir pra mim…
A dor foi só no começo…uma questão de costume, como dizem…quando As paredes do meu cu se acostumaram com aquele pau… a dor deu lugar a um prazer nunca antes experimentado… era algo visceral… nada a ver com o que eu tinha sentido antes.
Enquanto isso rolava, a Maria se colocou atrás de mim e me deu um boquete que juntou os dois prazeres, momento indescritível.
Pelo jeito que o Mark me penetrava, com fortes estocadas e gemidos, me fez entender que queria gozar dentro de mim… mas criei coragem, tirei forças da fraqueza e tirei aquele pauzão do meu cu.
— Já chega, amigão — falei exausto — Já deu pra mim… termina com a Maria, ela é a protagonista dessa história.
O Mark me olhou puto… e de má vontade tirou a camisinha, pegou a Maria pela cintura… colocou ela de pé… do jeito que ela gosta e meteu até o fundo com mais raiva do que nunca.
A Maria gritou de prazer, o Mark se mexia muito rápido, como se quisesse acelerar o processo… a Maria teve um, dois, três… nem sei quantos orgasmos antes do Mark tirar o pau e pedir pra ela virar.
— Vou gozar… mas quero os dois!!!
— Goza, pai — a Maria falou.
Eu me aproximei e o Mark me pegou pela cabeça de novo, enfiou o pau na minha boca enquanto a Maria chupava as bolas dele… e enfiou um, dois, três dedos no cu dela… eu empurrei a mão dele pra ele enfiar mais fundo.
O Mark grita, geme e goza na minha boca… quase me afoguei!!!! Tive que puxar a mão dele com força da minha cabeça pra conseguir respirar… na sequência, a Maria me beija desesperadamente, limpando o porra que escorre dos meus lábios e procurando mais com a língua dentro da minha boca.
O Mark pega as coisas dele, se veste e vai embora…
Ficamos eu e a Maria na cama… nos olhando como se não acreditássemos no que tinha acontecido…
A Maria me olha com compaixão… como se quisesse confessar algo…
E aí ela fala:
— Vou te falar uma coisa… mas não fica puto comigo.
— O que é? — pergunto.
— O Mark desde o começo me confessou que você atraía ele… e queria saber se a gente era mente aberta. Eu falei que você tinha suas fantasias, mas que não sabia até… onde você era capaz de chegar…
- Mas você gostava dele – eu disse
- Claro que gostava… até ele me confessar que era gay… mas disse que não tinha problema em ficar com uma mulher, desde que deixassem ele comer um cara também… isso me excitou pra caralho, no final acho que também tenho minhas fantasias e não sabia… te imaginar com outro homem era uma delas.
- Caralho… pensei comigo mesma… fui buscar lã e saí tosquiada.
Fim
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