El juglar lujurioso; Doña Carlota.

Olá, pessoal, é um prazer trazer de novo um conto da minha autoria, espero que gostem e, se for o caso, comentem... João.

Era a época em que a Espanha tomava controle das colônias da América, e esta era uma colônia em sua maioria. Aqui, numa dessas cidades, vivia um casal da mais alta nobreza: Dom Fernando de la Barca, nobre espanhol dedicado ao comércio de tecidos, que se casara com Carlota Portales, uma mulher doce de família abastada, bem mais nova que ele.

Carlota era uma mulher realmente linda, seu porte elegante e seus modos impecáveis a faziam uma verdadeira dama, mas era sua figura que, apesar dos belos vestidos da época, deixava transparecer sua beleza escultural, sobretudo aqueles peitos enormes que ela exibia nos decotes bem na moda das ruas de Paris, pois era de lá que os traziam. A amargura chegou à sua casa quando, de maneira inexplicável, Dom Fernando morreu. O frade que veio dar a extrema-unção encontrou o falecido em seu quarto com um sorriso inusitado no rosto e só soube dizer: "Bendito seja, pois com um sorriso recebeu a morte, o que indica que sua alma partiu em paz."

O que o frade não sabia era que Carlota era uma verdadeira fera na cama, e tanta era a exigência de ser satisfeita pelo marido, que ele, sendo mais velho que ela, não aguentou aquele ritmo de vida e morreu na noite anterior, enquanto Carlota cavalgava sobre ele.

Tempo depois dos funerais e com o desejo atravessado, já que o pobre falecido não conseguiu satisfazê-la em sua última cavalgada, aquela mulher ardente se pôs a tarefa de buscar consolo. Uma tarde, enquanto vestida de luto sóbrio e rigoroso, passeava pela praça de armas da cidade, com o rosto coberto por um véu, ela fixou o olhar num belo rapaz que ajudava o tendeiro a carregar uns fardos numa carroça. O jovem, de corpo lindo, pois para o efeito havia tirado suas roupas de mangas compridas e golas cuidadas, ficando só com uma camisa de algodão, deixava contemplar aqueles braços musculosos que, pelo esforço, estavam inchados e enormes.
"Vai e pergunta ao tendeiro de um jeito que ele não desconfie quem é esse moço bonito que tão galhardamente o ajuda... vai rápido", disse a uma de suas donzelas que a acompanhava. "Miguel, diz o tendeiro que é o nome do fidalgo."
Carlota, engenhosa como era e agora com dinheiro, pois sua viuvez a deixou em excelente posição, bolou o seguinte plano: pôs-se a sair à noite e arruinar seu jardim, e na manhã seguinte uma das donzelas, constrangida, contou-lhe que aparentemente um animal havia estragado seu jardim. Ela então mandou pedir ao tendeiro notícias de Miguel, para que ele pudesse ajudá-la com o jardim. O tendeiro deu o endereço dele, e ela enviou o seguinte bilhete, dizendo para si mesma: "Espero que seja tão sacana quanto bonito". O bilhete dizia assim:
"Senhor Dom Miguel, se Vossa Mercê tiver a bondade de vir à minha humilde casa, venha e me ajude com meu jardim descuidado, pois há muito tempo não há jardineiro que nele trabalhe, e suas rosas, murchando e secando, estão implorando para serem regadas por um homem que saiba como realizar essa tarefa. Pois tenho que lhe contar que elas são especialmente sedentas e exigem muito cuidado e tratamento que só um jardineiro experiente pode oferecer, e, acima de tudo, que tenha fôlego para aguentar longos períodos de trabalho, pois é extenso o que minhas flores precisam... Atenciosamente, Carlota Vda. de la Barca."
A donzela voltou ao meio-dia e trouxe resposta afirmativa de Miguel, e disse muito contente à sua senhora: "O senhor diz que com muito prazer cuidará do jardim, que minha senhora não se preocupe, que ele já regou todo tipo de flor antes, e que tempo e vitalidade ele tem de sobra, que minha senhora só indique quando e a que horas, e com prazer trará as ferramentas que tem para esses fins..." Um calor percorreu o corpo da mulher, pois seu bilhete havia sido compreendido por aquele belo rapaz.
Naquela manhã de sábado, a donzela Anuncio a chegada de Miguel, pontual como lhe foi pedido, e levando-o até o jardim, mandou que esperasse ali pela senhora. Carlota vestiu um vestido leve, daqueles que se usava para ficar em casa, mas, apesar do sóbrio luto que o preto denota, aquele decote parisiense deixava entrever seus majestosos seios — ou pelo menos uma pequena parte deles.

Foi até o jardim, que já era inspecionado por Miguel, que, astutamente, havia tirado a camisa e trabalhava nele. Ao vê-lo de costas e contemplar aquela grande espinha, seu corpo sentiu um arrepio. E quando Miguel se virou para cumprimentá-la, não pôde deixar de contemplar aquele enorme volume que, em suas sungas de trabalho, se destacava grande e grosso. Isso fez com que sua buceta começasse a lubrificar só de pensar no que havia por baixo.

"O vosso jardim não está tão mal quanto vossa mercê descrevia em sua nota... são apenas uns apetrechos e umas grades, pois poucas são as rosas realmente danificadas, my wife..." Aquela voz rouca e viril a estremeceu, e a proximidade e o aroma viril do rapaz a esquentavam ainda mais. Respondendo com um sorriso encantador e safado, disse: "Vossa mercê deve saber que não são só essas rosas que tenho em casa, pois há algumas que não gosto que vejam, e essas estão abandonadas demais. Era a essas que me referia. Acredita vossa mercê que pode cuidar dessas rosas? Pois são de cuidado especial e aspecto delicado, então ninguém as viu..."

Miguel sorriu, olhando fixamente para aqueles olhos castanhos claros de Carlota, e com um olhar firme e voz profunda, disse sem rodeios: "Vossa mercê não se preocupe, pois, se observo bem, noto que ferramentas não trago muitas. Tudo o que é preciso para cuidar da vossa rosa querida eu trago comigo. Só me indique onde está esse jardim abandonado, e com prazer vou regá-lo."

A mulher, virando-lhe as costas, chamou suas duas criadas e, mandando-as para a praça e depois para o mercado, instruiu que trouxessem a despensa, sabendo que isso levaria umas horas, pois era longe de sua casa. casa, depois que as donzelas foram embora, ela voltou ao jardim e, dizendo ao rapaz onde ficava o quarto dela, o guiou apressadamente. Uma vez lá, ela apareceu de novo, mas desta vez com um olhar ardente e lascivo. Sem dizer uma palavra, o rapaz se pôs a beijar aqueles lábios carnudos e sensuais, enquanto suas mãos se dedicavam a desabotoar a fileira de botões da blusa. Quando a tirou, tinha diante de si um lindo torso feminino preso num espartilho preto que apertava um enorme par de tetas túrgidas e deliciosas. Ele pousou os lábios no pescoço da dama e, beijando a parte de cima dos seios, desatou as tiras do espartilho. Terminado isso, seus olhos contemplaram umas tetonas brancas com auréolas morenas e mamilos grandes e eretos. A senhora não podia acreditar que o volume agora debaixo da calça de trabalho do rapaz parecia querer explodir, e a buceta dela se lubrificava cada vez mais. Tirando a camisa dele, descobriu um peito masculino perfeito, musculoso e peludo, um par de braços grandes e fortes. Mordendo o lábio inferior, enquanto o jovem, colado nas tetas dela, já tinha tirado boa parte do vestido. Quando tirou a anágua branca, ficou diante dele um lindo par de pernas longas e perfeitamente torneadas que sustentavam um corpo maravilhoso.

"Esta é a rosa de que vos falei; é delicada e precisa de muito trabalho, pois não floresce tão rapidamente como outras que certamente vossa mercê já regou", disse Carlota sensualmente. A visão daquela flor fez o jovem jogar a senhora na cama e tirar a grande calcinha que ela vestia, e diante dele estava a buceta dela, povoada por uma fina penugem púbica. Abriu-lhe as pernas o máximo que pôde e, sem mais, mergulhou naquela racha que já jorrava líquido, e, dando lambidas, foi abrindo-a com a língua, de modo que os fluidos saíam a jorros daquela gruta tão desejosa de carne de rapaz.

"O que me fazeis... vossa mercê... mmmmmmm isso eu não conhecia, mas não pareis mmmmmmm onde... como..." dizia a senhora ao sentir aquelas Carícias nunca antes prodigadas à sua flor de mulher, era parar, mas continuava dando língua naquela buceta pulsante e molhada enquanto segurava os peitões monumentais da senhora.
Depois de um momento, o corpo da dona se arqueou e seus fluidos foram muitos; a cara do rapaz ficou coberta de fluido daquela flor, mas sem parar a investida, continuou lambendo e chupando aquela delícia. O jovem se levantou, pronto pra terminar o serviço, mas a senhora pediu que deixasse ele ver ele nu, pois tinha curiosidade da sua hombridade. Ele baixou as calças e, depois de tirar as cuecas compridas, deixou no ar um portento enorme de ferramenta, que ereta e comprida mostrava todas as veias inchadas e azuladas, coroada por uma cabeçona vermelha e pingando líquido pelo buraco único que tem.
"Bendita providência, pareceis um potro de puro sangue, que grande e grossa é vossa hombridade; na minha vida pensei que existisse coisa tão bela... me permitis tocá-la..."
"Vossa mercê pode tocar e fazer o que lhe apetecer; esta é a ferramenta de que vos falei, com esta, com certeza vossa rosa ficará bem tratada, se vossa mercê se animar com ela."
Aproximando-se, pegou o pauzão do jovem e, subindo e descendo com cuidado a pele, abria os olhos o máximo que podia, pois não acreditava no tamanho daquilo. O jovem, já ardente, pegou a senhora, que estava de joelhos na frente dele, e colocando entre os peitões aquela pica enorme, a prendeu com ambas e começou a se masturbar assim. O aroma e o calor faziam a buceta da mulher ficar molhada demais, e não aguentando mais a espera, ela se levantou e se deitou de barriga pra cima na cama, e com um gemido abriu suas pernas esplêndidas, oferecendo sua rosa ao seu jardineiro jovem e forte. De uma só vez, e como um toureiro ao apontar pro seu inimigo, deixou ir a fundo sua espada de carne dura, grossa e enorme; sentiu como abria as paredes daquela buceta, até sentia que tocava no fundo dela. gostando do formigamento que o tocar no fundo causava, tentava ir mais fundo.
"aahhhgggg......mmmmmmm.......vosmecêêêê meee esttááá mataaando ahhhhha assiimmm não pareis por nada duruuu massss duruuu que faz tempo que não regavam meu jardim mmmmmmmmduro muuuuuito....." ela sentia como suas paredes da buceta se enchiam a cada estocada, e como sua buceta era batida e preenchida por aquele pedaço enorme de pica, tentava abrir mais as pernas pra receber mais do seu jovem amante, mas já não conseguia, enquanto ele, enlouquecido, lambia e mordia seus deliciosos mamilos eretos e morenos, a estocada começou a ficar mais e mais rápida e ela parou o amante e pedindo que ele se deitasse na cama, colocou ele de barriga pra cima, a pica se erguia como um obelisco ao prazer feminino, sua pulsação e movimento arrepiavam as costas da mulher ao vê-la, resoluta e desejosa, sentou-se sobre aquele descomunal membro, sentiu como rasgava sua buceta ardente e sedenta de gozo, sentava-se com força sobre ele, dando voltas e subindo e descendo com tanta força que os colhões do jovem se levantavam a cada sentada, não demorou muito e outro jorro de líquido vaginal lubrificou aquela pica enorme e minutos depois de vários gemidos e vozes de prazer, aquela pica descarregou enormes jorros de esperma morno e grosso dentro da já satisfeita buceta da senhora que, sem parar, continuou sentando sobre ela e saíram de sua buceta grossas linhas brancas de esperma misturado com líquido do próprio orgasmo.
"AHH que momento lindo, agora sim gozei como devia, pois a última vez que gozava assim, meu marido morreu sob meus embates, mas você sim me deixou satisfeita e bem servida....."
Não foi a última vez que ambos se viram, pois Miguel sabia de muitas artes e assim, quando algo quebrava na casa de Carlota, que misteriosamente começou a ser muito frequente, era a ele que chamavam para que com sua "ferramenta" consertasse o que estivesse defeituoso, mas na verdade era em Que jardim lindo onde o trabalho dela e os líquidos dela regavam a rosa ardente da Carlota......

Espero que vocês gostem, desculpem o texto longo, mas a gente precisava do contexto histórico e por isso se alongou. Isso é de minha autoria, espero os comentários de vocês, obrigado por me lerem...... Juan, antes tontopoeta.

2 comentários - El juglar lujurioso; Doña Carlota.

Buen relato amigo y ambientado en la época de la Colonia !!!

Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!

A putaria do trovador; Dona Carlota.

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