Olá, pessoal,
Meu ex-namorado, Ángel, leu meu relato publicado aqui sobre como perdi minha virgindade anal com ele e descobriu que éramos nós. Deixo aqui o e-mail que ele me mandou ontem à noite. Não sei por que, mas fiquei excitada ao ler cada palavra dele descrevendo aquela tarde. Começamos a nos mandar SMS de novo, ele quer que a gente se encontre e, sinceramente, não sei o que fazer. Vou mantê-los informados. Aqui vai o relato dele, espero que excite vocês tanto quanto me excitou.
"Olá, Sarita:
Vejo que continua tão brincalhona como sempre. Hoje, por acaso, tropecei no seu relato, bom… no nosso… você nem se deu ao trabalho de trocar os nomes. Estava me procurando? Pois aqui estou, e muito tesudo. Ler você me deixou com muito tesão, lembrando como seu buraquinho apertado se abria quando eu enfiava meu pau nele… que delícia, princesa. Quero contar como eu vivi aquilo… quer ouvir?
Fiquei semanas obcecado com a ideia de foder seu bumbum virgem. Tive o prazer de desvirginar sua bucetinha e não queria perder essa oportunidade. Sei que você não queria e não estava disposta a ceder, talvez eu tenha perdido a mão e forçado demais a situação, mas você tem que admitir que foi uma menina má e mereceu aquela surra de cinto que te dei. Precisava se acalmar, e você mereceu, princesa.
Quando você chegou na minha casa naquela tarde, eu estava muito tesudo. Tinha visto uns filmes pornô com tema de desvirginamento anal, era uma fantasia que eu tinha, a ideia me invadia os pensamentos o tempo todo.
Ao te ver com sua saia de colegial, sua camisa branca e seus rabinhos de cavalo de menina boazinha, fiquei louco. Fomos para meu quarto e você se insinuou, levantando sua saia e me deixando ver sua nova calcinha fio-dental branca, daquelas de renda que me deixam tão doido. Que safada você é.
Naquele instante, soube que te submeteria aos meus desejos. Mesmo que você resistisse, não adiantaria nada. Seu bumbum ia doer por uns dias, era o preço que você tinha que pagar pelas suas provocações constantes. Nós nos beijamos, eu te percorri com minhas mãos e minha língua… que doce você é, Sara, todo seu corpo tinha gosto de morango, seus peitos grandes, durinhos, seus mamilos rosados, sua cintura fina, sua bunda… aquela que me deixa louco… apertada, firme, empinada, fechadinha pra mim, inalcançável até aquele dia. Nós nos despimos, que perfeição de curvas, que corpo feito pra aproveitar.
Eu estava muito excitado, você me enlouquece, sabe disso e usa isso a seu favor. Virei você quando só restava sua calcinha fio dental, puxei ela pro lado, você empinou a bunda pra mim, que visão, Sara, suas nádegas perfeitas.
Lubrifiquei meu pau com o fluxo da sua bucetinha excitada e quente, coloquei na entrada do seu cu virgem e tentei abrir caminho, você reclamou, tentou se livrar de mim, te empurrei contra a parede e segurei com mais força, você não ia escapar.
Aí me aproximei do seu ouvido e sussurrei: "Não chora, não grita, não resiste, vou te foder na bunda, goste ou não, não dificulta porque vou ter que te castigar severamente e te prometo que vou fazer doer mais do que vai doer se colaborar", você me chamou de filho da puta, não ia tolerar essa insolência, te dei um tapa na bunda, serviu pra você se acalmar por um instante enquanto tentava de novo enfiar meu pau no seu cu, era difícil, tava muito apertado e não entrava fácil, você gemia e soluçava, relaxou o corpo sabendo que tava submissa à minha vontade, mas você me passou a perna, e ia se arrepender dessa manobra em que conseguiu se soltar das minhas mãos e se trancar no banheiro.
Assustada, pedia pra deixar pra outro dia e eu não tava disposto, esses minutos que durou seu trancamento eu pensava no seu castigo, tinha que ser exemplar, você não ia esquecer que comigo não se brinca, vi minha calça no chão com meu cinto de couro novo, um sorriso cruzou meu rosto, você tinha merecido, princesa.
Te enganei quando falei pra sair que não ia rolar nada, confiante, você destrancou a porta e veio pra Me dá um beijo.
O tapa que te dei, você mesma procurou. Já no chão, amarrei suas mãos e você começou a gritar que nem uma louca. Tive que te dar outra na cara pra você calar a boca, igual uma criança mimada tendo um chilique. Te calei com fita na boca e, num segundo, já sabia onde queria pegar sua bunda.
A mesa da sala era o lugar ideal. Sua buceta ficava bem na altura da minha pica. Cada instante eu ficava mais excitado.
Com você de bruços na mesa, e só de calcinha fio-dental, voltei pro quarto, peguei meu cinto e o lubrificante, voltei na hora. Você chorava, mas só dava pra ouvir um soluço baixinho. Você esperneava, tentava se mexer, mas era difícil com as mãos amarradas nas costas.
Te avisei: "Você vai pagar por essa insolência com uns bons tapas de cinto e, quando eu terminar, vou foder essa sua bunda gostosa e apertada. Teria sido melhor na boa."
Dobrei o cinto e te dei o primeiro. Você apertou as nádegas, marcou vermelho onde eu bati. De novo te dei outro, e outro. A cada um, você dava um pulinho e juntava as nádegas vermelhas, esperneava que nem uma criança de castigo no colo levando uma surra... Nem contei. Parei quando achei que você já tinha recebido o castigo que merecia. Sua bunda tava dolorida, como tinha que ser.
Sem mais enrolação, passei lubrificante em mim e também no seu cu. Queria que fosse fácil enfiar. Separei suas pernas e deitei em cima de você. Quando encostei na sua bunda, você tremeu, provavelmente pela dor do castigo. Coloquei a cabeça da minha pica no seu cu, sentia que ia explodir. Tinha você onde queria, toda minha. Ia realizar uma das minhas fantasias mais desejadas.
Comecei a enfiar minha cabecinha no seu cu apertado, devagar, dilatando cada centímetro. Você esperneava e gritava, mas não adiantava nada, ninguém podia te ouvir amordaçada. Se você Você se mexia e reclamava, eu metia com mais força. Meu pau foi entrando até o fundo e minhas bolas bateram na sua bucetinha. Fiquei parado pra que seu buraquinho dilatasse o suficiente pra facilitar as próximas investidas, e tirei ele de novo.
De novo enfiei em você, uma vez e outra, com força. Seu cu se abria na passada e fechava quando meu pau saía do seu rabo. Fiquei nessa por um bom tempo, adorava o som das minhas bolas batendo quando você tava completamente cheia.
Não aguentei mais e numa metida funda gozei igual um louco. Senti meu leite entrando no seu cu e esquentando tudo por dentro. Você apertou as nádegas, talvez aliviada que tinha acabado. Quando todo meu sêmen foi descarregado, saí de dentro de você e fui tomar um banho.
Quando voltei, vi meu leite escorrendo do seu cu pelas suas pernas. Seu cu lindo tava dilatado, aberto, desvirgado.
Você já não chorava. Te desamarrei e tirei a mordaça. Vi como você custou a andar até o quarto onde tava sua roupa. Meio vestida e sem dizer uma palavra, você saiu pela porta e não nos vimos mais desde então.
Mas é isso, Sarita, não consegui passar um dia sem pensar em você, nem no seu rabo perfeito que foi meu naquela tarde.
Queria repetir com você. Já fazem 2 anos, com certeza já te comeram bem por aí e já não sofre tanto. Talvez você tenha até pegado gosto pela coisa. A gente podia ver como você tá.
Fala comigo, princesa,
Anjo.
Meu ex-namorado, Ángel, leu meu relato publicado aqui sobre como perdi minha virgindade anal com ele e descobriu que éramos nós. Deixo aqui o e-mail que ele me mandou ontem à noite. Não sei por que, mas fiquei excitada ao ler cada palavra dele descrevendo aquela tarde. Começamos a nos mandar SMS de novo, ele quer que a gente se encontre e, sinceramente, não sei o que fazer. Vou mantê-los informados. Aqui vai o relato dele, espero que excite vocês tanto quanto me excitou.
"Olá, Sarita:
Vejo que continua tão brincalhona como sempre. Hoje, por acaso, tropecei no seu relato, bom… no nosso… você nem se deu ao trabalho de trocar os nomes. Estava me procurando? Pois aqui estou, e muito tesudo. Ler você me deixou com muito tesão, lembrando como seu buraquinho apertado se abria quando eu enfiava meu pau nele… que delícia, princesa. Quero contar como eu vivi aquilo… quer ouvir?
Fiquei semanas obcecado com a ideia de foder seu bumbum virgem. Tive o prazer de desvirginar sua bucetinha e não queria perder essa oportunidade. Sei que você não queria e não estava disposta a ceder, talvez eu tenha perdido a mão e forçado demais a situação, mas você tem que admitir que foi uma menina má e mereceu aquela surra de cinto que te dei. Precisava se acalmar, e você mereceu, princesa.
Quando você chegou na minha casa naquela tarde, eu estava muito tesudo. Tinha visto uns filmes pornô com tema de desvirginamento anal, era uma fantasia que eu tinha, a ideia me invadia os pensamentos o tempo todo.
Ao te ver com sua saia de colegial, sua camisa branca e seus rabinhos de cavalo de menina boazinha, fiquei louco. Fomos para meu quarto e você se insinuou, levantando sua saia e me deixando ver sua nova calcinha fio-dental branca, daquelas de renda que me deixam tão doido. Que safada você é.
Naquele instante, soube que te submeteria aos meus desejos. Mesmo que você resistisse, não adiantaria nada. Seu bumbum ia doer por uns dias, era o preço que você tinha que pagar pelas suas provocações constantes. Nós nos beijamos, eu te percorri com minhas mãos e minha língua… que doce você é, Sara, todo seu corpo tinha gosto de morango, seus peitos grandes, durinhos, seus mamilos rosados, sua cintura fina, sua bunda… aquela que me deixa louco… apertada, firme, empinada, fechadinha pra mim, inalcançável até aquele dia. Nós nos despimos, que perfeição de curvas, que corpo feito pra aproveitar.
Eu estava muito excitado, você me enlouquece, sabe disso e usa isso a seu favor. Virei você quando só restava sua calcinha fio dental, puxei ela pro lado, você empinou a bunda pra mim, que visão, Sara, suas nádegas perfeitas.
Lubrifiquei meu pau com o fluxo da sua bucetinha excitada e quente, coloquei na entrada do seu cu virgem e tentei abrir caminho, você reclamou, tentou se livrar de mim, te empurrei contra a parede e segurei com mais força, você não ia escapar.
Aí me aproximei do seu ouvido e sussurrei: "Não chora, não grita, não resiste, vou te foder na bunda, goste ou não, não dificulta porque vou ter que te castigar severamente e te prometo que vou fazer doer mais do que vai doer se colaborar", você me chamou de filho da puta, não ia tolerar essa insolência, te dei um tapa na bunda, serviu pra você se acalmar por um instante enquanto tentava de novo enfiar meu pau no seu cu, era difícil, tava muito apertado e não entrava fácil, você gemia e soluçava, relaxou o corpo sabendo que tava submissa à minha vontade, mas você me passou a perna, e ia se arrepender dessa manobra em que conseguiu se soltar das minhas mãos e se trancar no banheiro.
Assustada, pedia pra deixar pra outro dia e eu não tava disposto, esses minutos que durou seu trancamento eu pensava no seu castigo, tinha que ser exemplar, você não ia esquecer que comigo não se brinca, vi minha calça no chão com meu cinto de couro novo, um sorriso cruzou meu rosto, você tinha merecido, princesa.
Te enganei quando falei pra sair que não ia rolar nada, confiante, você destrancou a porta e veio pra Me dá um beijo.
O tapa que te dei, você mesma procurou. Já no chão, amarrei suas mãos e você começou a gritar que nem uma louca. Tive que te dar outra na cara pra você calar a boca, igual uma criança mimada tendo um chilique. Te calei com fita na boca e, num segundo, já sabia onde queria pegar sua bunda.
A mesa da sala era o lugar ideal. Sua buceta ficava bem na altura da minha pica. Cada instante eu ficava mais excitado.
Com você de bruços na mesa, e só de calcinha fio-dental, voltei pro quarto, peguei meu cinto e o lubrificante, voltei na hora. Você chorava, mas só dava pra ouvir um soluço baixinho. Você esperneava, tentava se mexer, mas era difícil com as mãos amarradas nas costas.
Te avisei: "Você vai pagar por essa insolência com uns bons tapas de cinto e, quando eu terminar, vou foder essa sua bunda gostosa e apertada. Teria sido melhor na boa."
Dobrei o cinto e te dei o primeiro. Você apertou as nádegas, marcou vermelho onde eu bati. De novo te dei outro, e outro. A cada um, você dava um pulinho e juntava as nádegas vermelhas, esperneava que nem uma criança de castigo no colo levando uma surra... Nem contei. Parei quando achei que você já tinha recebido o castigo que merecia. Sua bunda tava dolorida, como tinha que ser.
Sem mais enrolação, passei lubrificante em mim e também no seu cu. Queria que fosse fácil enfiar. Separei suas pernas e deitei em cima de você. Quando encostei na sua bunda, você tremeu, provavelmente pela dor do castigo. Coloquei a cabeça da minha pica no seu cu, sentia que ia explodir. Tinha você onde queria, toda minha. Ia realizar uma das minhas fantasias mais desejadas.
Comecei a enfiar minha cabecinha no seu cu apertado, devagar, dilatando cada centímetro. Você esperneava e gritava, mas não adiantava nada, ninguém podia te ouvir amordaçada. Se você Você se mexia e reclamava, eu metia com mais força. Meu pau foi entrando até o fundo e minhas bolas bateram na sua bucetinha. Fiquei parado pra que seu buraquinho dilatasse o suficiente pra facilitar as próximas investidas, e tirei ele de novo.
De novo enfiei em você, uma vez e outra, com força. Seu cu se abria na passada e fechava quando meu pau saía do seu rabo. Fiquei nessa por um bom tempo, adorava o som das minhas bolas batendo quando você tava completamente cheia.
Não aguentei mais e numa metida funda gozei igual um louco. Senti meu leite entrando no seu cu e esquentando tudo por dentro. Você apertou as nádegas, talvez aliviada que tinha acabado. Quando todo meu sêmen foi descarregado, saí de dentro de você e fui tomar um banho.
Quando voltei, vi meu leite escorrendo do seu cu pelas suas pernas. Seu cu lindo tava dilatado, aberto, desvirgado.
Você já não chorava. Te desamarrei e tirei a mordaça. Vi como você custou a andar até o quarto onde tava sua roupa. Meio vestida e sem dizer uma palavra, você saiu pela porta e não nos vimos mais desde então.
Mas é isso, Sarita, não consegui passar um dia sem pensar em você, nem no seu rabo perfeito que foi meu naquela tarde.
Queria repetir com você. Já fazem 2 anos, com certeza já te comeram bem por aí e já não sofre tanto. Talvez você tenha até pegado gosto pela coisa. A gente podia ver como você tá.
Fala comigo, princesa,
Anjo.
3 comentários - Mi primera vez anal y el castigo que me gané 2