Outro conto bom que vi por aíAntes de começar, devo dizer que meu marido é um homem extremamente ciumento. Eu aprendi a conviver com o ciúme dele, mas no começo era bem insuportável. Eu não podia falar com nenhum outro homem na rua, porque ele começava a perguntar quem era, por que eu tava falando com ele, de onde eu conhecia, e a gente acabava brigando. Se ele descobrir o que aconteceu nas últimas férias, tenho certeza de que me mata.
A gente já tava há uma semana no apartamento da praia quando o irmão mais novo dele ligou pra perguntar se podia passar o fim de semana com a gente. Segundo ele, tinha conhecido uma garota e queria ficar a sós com ela, mas não tinha grana pra bancar um lugar. Meu marido, que sempre teve um fraco pelo irmão, mesmo ele sendo um festeiro sem talento, convidou os dois pra passar uns dias com a gente.
Eles chegaram na sexta à tarde. Ela devia ter uns vinte e dois ou vinte e três anos e era inegavelmente gostosa. Pelo sotaque, era asturiana e logo a gente ficou muito amiga. Eu tenho trinta agora e me sinto mais jovem e imprevisível do que nunca, então enquanto eles desciam pra tomar uma cerveja antes do jantar, a gente ficou as duas batendo papo um pouco. Era uma mina muito legal, mas me pareceu bem reservada e contida, tímida talvez. Depois de umas duas horas falando de besteira, nossos respectivos finalmente voltaram e a gente saiu pra jantar pra comemorar a chegada deles.
O jantar foi bem legal e depois a gente foi tomar uns drinks no único bar noturno do povoado costeiro onde a gente tava. Enquanto a gente tava lá, eu percebi que meu cunhado e a namorada dele não paravam de se beijar, piscar e se acariciar por baixo da mesa. A verdade é que eles tavam começando a namorar, segundo ela tinha me contado antes, e eu senti inveja deles. Meu marido é um cara foda, mas não é tão expressivo.
Em algum momento da noite, meu cunhado foi pro banheiro e, segundos depois, a namorada dele foi também. Os dois demoraram um demorou pra sair e, quando voltaram, estavam meio acalorados. Ri por dentro pensando que deviam ter ido dar uma trepada no banheiro e não vou negar que fiquei com muito tesão só de imaginar. Puta merda, a tímida e o cunhado! Pensando nisso, fui me excitando cada vez mais. Tanto que cheguei perto do meu marido e sussurrei no ouvido dele que queria transar na hora.
- Agora? - ele respondeu - Espera a gente terminar o drink e vamos pra casa, ok?
- Vamos pro banheiro - instiguei - Vai ser divertido. Como quando a gente começou a namorar, lembra?
- Não fala besteira! Daqui a cinco minutos a gente vai pra casa e te como lá do jeito que você quiser.
Fiquei puta. Levamos mais de quinze minutos pra voltar pra casa e, quando chegamos e entramos no quarto, meu marido tentou me levar pra cama, mas eu não quis.
- Cê tá louca? - ele disse - Antes você queria transar num banheiro fedido e agora diz que não tá a fim. Resolve logo, porra?
- Passou a vontade, ok?
Meu marido levantou, foi pro banheiro e, com certeza, bateu uma punheta pra relaxar. Ele fazia isso direto, quando eu não queria trepar. Eu também fazia, não pensem que não. O fato é que, quando voltou, dormiu na hora e eu fiquei ali, olhando pro teto no escuro, sem conseguir pegar no sono. Ficava pensando no casal do quarto ao lado, imaginando eles lá, fodendo com muita paixão, completando o que tinham começado na desconfortável privada de um bar.
Foi aí que ouvi os gemidos através da parede. Chegavam meio distantes, mas eram gemidos de prazer, sem dúvida. A cama começou a ranger e os gemidos foram ficando mais intensos. Tavam se divertindo pra caralho. Eu senti que tava ficando molhada como não ficava há séculos e minha mão, sem eu perceber, deslizou pra minha buceta. Esbarrei no meu marido com os primeiros movimentos e ele nem notou. Isso me deu uma ideia do caralho. Tirei ela da cabeça e comecei a me masturbar Ali mesmo, com os joelhos levantados, enfiando meus dedinhos por baixo da minha calcinha e acariciando os lábios da minha buceta. Eu estava ficando tão excitada que a ideia de antes voltou à minha cabeça, uma e outra vez. Tive um orgasmo, mas não foi suficiente. Queria mais.
No quarto ao lado, eles pararam a marcha. Tinham gozado mais ou menos na mesma hora que eu, mas eu continuei com minha masturbação. Afastei a calcinha o máximo que pude e desci meu dedinho do clitóris até o meu cu. Fazia muito tempo que não usava aquele buraquinho para me dar prazer e naquele instante, não entendi direito por quê. Eu adorava acariciá-lo por fora, molhando um dedinho nos meus fluidos vaginais e depois lubrificando meu cu com eles. Quando já estava super empolgada e tinha deixado o cu de lado para focar no meu clitóris, no quarto ao lado eles voltaram com tudo.
Isso era demais. Sem pensar duas vezes, me levantei e fui realizar a ideia que não saía da minha cabeça. Caminhei até a porta do quarto deles e abri de repente, surpreendendo-os no ato. Meu cunhado, completamente pelado, estava de joelhos com a cabeça enterrada entre as pernas da namorada dele. Ele se virou e me olhou, revirando os olhos.
— Já que vocês não me deixam dormir — falei — pelo menos me deixem participar...
Eles se entreolharam. Sorriram e balançaram a cabeça concordando. Fechei a porta e subi na cama, tirando a camisola e mostrando meus peitos para meu cunhado. A namorada dele acariciou minhas coxas e ele voltou com tudo, devorando a buceta dela enquanto nós nos beijávamos. Nunca antes tinha sentido vontade de beijar uma mulher, mas já estava na hora de deixar os preconceitos de lado. A língua dela era tão sensual que não consegui evitar acariciar os peitos dela e descer para beijá-los. Eu ouvia os gemidos dela e meu cunhado lá embaixo, sem parar as lambidas, olhando como podia.
A garota estava prestes a gozar quando me arrastei para baixo de vez e, deitada de barriga para cima, peguei o instrumento do meu cunhado e eu o levei à boca. Ele estava bem duro. Com certeza ele tinha pensado em enfiar bem fundo naquela garota, gozar dentro dela, mas eu não ia deixar. Queria chupar aquele pau até ele se derramar todo em mim. Não demorou pra acontecer. Ele levantou a cabeça da buceta da namorada e, sentado sobre meus peitos, deixou que o leite dele invadisse minha boca e meu rosto. A garota dele se jogou e começou a lamber minha cara e acariciar o pau do meu cunhado enquanto ele terminava de gozar. Eu me sentia realmente suja e realmente bem.
- Foi fantástico - ela disse - Nunca pensei que ver outra chupando você fosse tão excitante.
- Concordo. Mas ela não teve prazer - meu cunhado falou - Vamos dar o que ela merece.
Então a garota dele rastejou até minhas coxas e começou a lambê-las, enquanto ele cuidava dos meus peitos. Ali, com as duas línguas me lambendo e os quatro lábios dedicados a mim, eu parecia estar prestes a morrer de prazer. Aos poucos, as sensações quentes e os arrepios de gosto foram aumentando, até que senti o momento de gozar bem próximo. Quando estava quase lá, meu cunhado se levantou, puxando meu mamilo com os lábios, e me mostrou o pau dele, duro de novo.
- Vem, cunhada, vou te dar o que você merece.
Eu fiquei de quatro, do jeito que mais gosto. Estava morrendo de vontade de que ele enfiasse aquela vara até o fundo das minhas entranhas. Então a namorada dele veio para debaixo de mim e continuou chupando a entrada da minha bucetinha.
- Essa buceta é minha - ela disse - Quero que ela goze na minha boca. Arranja outro lugar.
Meu cunhado nem pensou duas vezes. Abriu minhas nádegas com as mãos e colocou o pau na entrada do meu cu. Eu já tinha praticado sexo anal algumas vezes, mas nunca tinha gostado de verdade, e meu marido tinha abandonado essas práticas para se dedicar a um sexo bem menos interessante. Simplesmente, me deixei levar...
- Espera - eu falei - Com cuidado. Faz tempo que não entra nada aí...
- Vai Entrar perfeitamente, cunhada — ele me respondeu — Você tem uma bunda das mais gostosas e não sei como meu irmão não aproveita como deveria... Vem, já vai ver que não dói nada.
Não saberia descrever o prazer do pau dele no meu cu enquanto a língua daquela garota perfurava minha buceta. Achava que ia gozar a cada segundo, sentia minha xota tão quente que parecia pegar fogo e minhas pernas tremiam. As mãos dela acariciavam minhas coxas por dentro e pegavam nas bolas dele, que batiam sem parar, porque ele metia tão fundo que sumia inteiro dentro da minha bunda. Ardia, doía pra caralho, mas o prazer era tão intenso que eu não parava de gemer e gritar.
— Tá gostando, cunhada? — ele dizia, se encostando nas minhas costas — Meu irmãozinho não faz essas coisas pra você, né?
Não. A verdade é que não. O irmãozinho dele é um cara legal, mas na cama é sem criatividade e sem invenção. Fingir orgasmos pra ele poder gozar sossegado era uma arte na qual eu tava me tornando expert. Naquela noite, todos os orgasmos foram absolutamente reais, e eu tava tendo mais numa noite do que em muitas semanas de casamento.
Que língua e que lábios os daquela garota! Me davam tanto prazer que eu achei que ia sufocar ela com tudo que saía da minha buceta. Então, quando já tinha perdido a conta de mim mesma e parecia entrar num mundo de pura depravação, senti uma baita jorrada de porra quente dentro do meu cu. Meu cunhado soltou um gemido grave e tirou o pau de uma vez, soltando o resto da gozada na cara daquela garota. Ele gozou pra caramba, mesmo sendo a quarta vez em apenas três horas. E eu caí na cama, completamente exausta. Tava com a bunda ardendo, a buceta irritada e a sensação mais maravilhosa do mundo.
A gente repetiu várias vezes naquele fim de semana e ainda hoje, meses depois, nos juntamos de vez em quando pra mais uma sessão de prazer. Meu marido continua achando que eu sou a Mulherzinha sem graça que sempre fui.
2 comentários - Trio Gostoso pra Casada