Esta é a história da minha primeira fantasia, quando eu ainda era menor de idade. Quando jovem, conheci uma mulher muito mais velha que eu, que me impactou com sua beleza desde o início. Ela era mestiça, com um corpo bem torneado – apesar de que naquela época não existiam academias como hoje, de onde saem mulheres espetaculares – ela era muito gostosa, mesmo sem essas facilidades. Nos conhecemos num compromisso de família, me apresentaram como secretária do meu tio. Ela vestia um conjunto de blazer e saia azul, a saia tinha uma fenda que ia do meio da coxa até a barra abaixo dos joelhos, as pernas cobertas com meia-calça preta e os pés com sapatos de salto alto. O blazer era tão justo que dava pra adivinhar facilmente os peitos que ela tinha, e aquele corpo maravilhoso com umas curvas espetaculares que faziam dela uma mulher desejável por onde quer que você olhasse. Toda vez que ela se sentava, a fenda da saia me deixava ver aquelas pernas lindas e grossas. Por coincidência, se é que se pode dizer, ela procurava se sentar bem na minha frente e, se fazendo de distraída, cruzava e descruzava as pernas com a intenção de me mostrar algo mais do que um olhar fugaz meu poderia ver das pernas dela.
A noite foi passando normalmente, entre danças e bebidas, ela ficava cada vez mais gostosa, porque os movimentos dela quando dançava comigo eram sensuais e muito provocantes. Mais de um galã mais velho que eu tentou chegar nela, mas pelo visto nenhum a atraiu, e na cabeça dela só estava o garotinho – ou seja, eu – que ela pensava em devorar. A noite foi passando e as geladas (cervejas) foram acabando, então meu tio me pediu pra ir ao depósito comprar algumas caixas e até me deu dinheiro pro táxi. Quando ela ouviu isso, se ofereceu pra me levar no carro dela até o depósito pra facilitar a compra. Eu só fiquei perplexo e meio desconcertado com aquilo. deixando-me atônito e sem reação, meu tio aceitou e com uma piscadela me disse quando saía de casa: "aproveita, ela gosta de você". E fomos em direção ao carro dele. Já dentro do carro, ela se acomodou de um jeito que a abertura da saia não deixava nada para a imaginação — a saia não cobria absolutamente nada. Dava para ver a calcinha branca por baixo da transparência da meia-calça preta que ela usava. Sem o menor pudor, ela me perguntou se eu gostava das pernas dela, e eu respondi com um movimento de cabeça que sim. Ela perguntou de novo se eu não queria tocá-las e, sem esperar minha resposta, pegou minha mão e colocou entre as pernas dela. Ao colocar minha mão sobre a buceta dela, senti um calor impressionante e a umidade da calcinha — a meia-calça estava até molhada. Meio impactado com a situação, só consegui mover minha mão desajeitadamente, roçando as partes dela por cima da meia e da calcinha. Ela se contorcia de prazer e soltava uns gemidos de tesão e satisfação. Mas, ainda não satisfeita com o que estava fazendo, parou o carro e, com a rapidez que aquele tesão todo dava, tirou a meia-calça e a calcinha. Para minha surpresa, vi pela primeira vez a buceta de uma mulher completamente depilada. Isso acabou com minha timidez e me deu uma ereção na hora. Ela, claro, percebeu muito bem o efeito do que tinha feito, puxou minha mão e pediu para eu masturbá-la. Eu, óbvio, não pensei duas vezes e comecei a mexer meus dedos e minha mão na hora. Ela só se mexia desesperadamente e gemia como uma mulher que queria aquilo há muito tempo.
Sem dizer uma palavra, ela ligou o carro e estacionou debaixo de uma árvore num parque bem tranquilo perto do depósito. Sem falar nada, parou o carro, reclinou o banco e abriu a jaqueta e a blusa, mostrando os peitos lindos e grandes, com uns mamilos marrons que só davam vontade de chupar e morder. Eu, que ainda não tinha comido ela... Uma mulher tão espetacular quanto ela, e eu sem conseguir controlar meus instintos, com meus dedos cravados na buceta ardente dela, me joguei pra chupar aqueles peitos lindos e fazer ela gemer de prazer e luxúria. Depois de um bom tempo de masturbação e amassos, e após alguns orgasmos, ela se recuperou, reclinou meu banco e descobriu lentamente meu pau, que naquele instante tava prestes a explodir. Ela pegou e colocou na boca dela com muita delicadeza. Acho que em toda minha vida nenhuma das minhas parceiras me fez sentir tanto prazer chupando meu pau. Eu só sentia que as veias do meu pau iam estourar de tão maravilhosa que foi a chupada. Mas ela sabia muito bem medir o tempo, e quando eu tava prestes a gozar na boca dela, ela babava meu prepúcio e não tocava até eu recuperar a razão e o controle do meu brinquedo. De repente, e mais uma vez sem dizer absolutamente nada, num pulo ela se sentou em cima de mim, enfiando meu pau dentro da buceta ardente e suculenta dela, começando a cavalgar devagar. E conforme a excitação dela aumentava, ela se mexia com mais força e soltava uns gritos desgarradores de prazer. Ela gemia e se contorcia como se uma descarga elétrica tivesse percorrendo o corpo inteiro dela. Eu, meio assustado pela minha inexperiência, só olhava e curtia aquele rosto de luxúria e prazer, até que um grito entre soluços e satisfação anunciou o orgasmo dela. Se contorcendo e tremendo, ela se deitou em cima do meu corpo magro e ficou lá deitada por um bom tempo, até que depois de uns minutos conseguiu se recompor. Na sequência, ela ficou de quatro e me pediu pra meter por trás. Eu sabia que meu pau não aguentaria mais e que, assim que eu metesse, ia gozar. Mas lembrei de uma coisa que um amigo me ensinou quando eu era adolescente: "Respira fundo e segura o ar o máximo que conseguir, até onde o pulmão aguentar, e solta devagar. Depois, mete nela e bombeia com força, porque tempo de sobra você vai ter." Assim que fiz o exercício, quase que na mesma hora, fiquei atrás dela e meti. Penetrei com força, fiquei bombando nela por um bom tempo até que ela, feito uma puta no cio, se contorcia, gemia e gritava. Queria que eu enchesse ela de porra, até que chegou o que os dois esperavam, quase juntos, e ao mesmo tempo explodimos num orgasmo que eu simplesmente descreveria como sensacional. Enchi a barriga dela com meu leite de moleque adolescente, e ficamos lá, eu deitado em cima dela no banco do carro por uns minutos. Ela, feito uma puta satisfeita, procurava meus lábios, me beijava com carinho e acariciava meu corpo e meu pau mole, falando bem devagar que eu fui um verdadeiro garanhão pra ser tão novo, e que a partir daquele momento eu seria o amante dela, porque ela confessou que era casada e tinha uma filha. Nós dois nos arrumamos, fomos comprar as cervejas e voltamos pra casa do meu tio. Depois disso, continuamos nos vendo e realizando outras fantasias bem arriscadas, mas isso eu conto em outra história.
A noite foi passando normalmente, entre danças e bebidas, ela ficava cada vez mais gostosa, porque os movimentos dela quando dançava comigo eram sensuais e muito provocantes. Mais de um galã mais velho que eu tentou chegar nela, mas pelo visto nenhum a atraiu, e na cabeça dela só estava o garotinho – ou seja, eu – que ela pensava em devorar. A noite foi passando e as geladas (cervejas) foram acabando, então meu tio me pediu pra ir ao depósito comprar algumas caixas e até me deu dinheiro pro táxi. Quando ela ouviu isso, se ofereceu pra me levar no carro dela até o depósito pra facilitar a compra. Eu só fiquei perplexo e meio desconcertado com aquilo. deixando-me atônito e sem reação, meu tio aceitou e com uma piscadela me disse quando saía de casa: "aproveita, ela gosta de você". E fomos em direção ao carro dele. Já dentro do carro, ela se acomodou de um jeito que a abertura da saia não deixava nada para a imaginação — a saia não cobria absolutamente nada. Dava para ver a calcinha branca por baixo da transparência da meia-calça preta que ela usava. Sem o menor pudor, ela me perguntou se eu gostava das pernas dela, e eu respondi com um movimento de cabeça que sim. Ela perguntou de novo se eu não queria tocá-las e, sem esperar minha resposta, pegou minha mão e colocou entre as pernas dela. Ao colocar minha mão sobre a buceta dela, senti um calor impressionante e a umidade da calcinha — a meia-calça estava até molhada. Meio impactado com a situação, só consegui mover minha mão desajeitadamente, roçando as partes dela por cima da meia e da calcinha. Ela se contorcia de prazer e soltava uns gemidos de tesão e satisfação. Mas, ainda não satisfeita com o que estava fazendo, parou o carro e, com a rapidez que aquele tesão todo dava, tirou a meia-calça e a calcinha. Para minha surpresa, vi pela primeira vez a buceta de uma mulher completamente depilada. Isso acabou com minha timidez e me deu uma ereção na hora. Ela, claro, percebeu muito bem o efeito do que tinha feito, puxou minha mão e pediu para eu masturbá-la. Eu, óbvio, não pensei duas vezes e comecei a mexer meus dedos e minha mão na hora. Ela só se mexia desesperadamente e gemia como uma mulher que queria aquilo há muito tempo.
Sem dizer uma palavra, ela ligou o carro e estacionou debaixo de uma árvore num parque bem tranquilo perto do depósito. Sem falar nada, parou o carro, reclinou o banco e abriu a jaqueta e a blusa, mostrando os peitos lindos e grandes, com uns mamilos marrons que só davam vontade de chupar e morder. Eu, que ainda não tinha comido ela... Uma mulher tão espetacular quanto ela, e eu sem conseguir controlar meus instintos, com meus dedos cravados na buceta ardente dela, me joguei pra chupar aqueles peitos lindos e fazer ela gemer de prazer e luxúria. Depois de um bom tempo de masturbação e amassos, e após alguns orgasmos, ela se recuperou, reclinou meu banco e descobriu lentamente meu pau, que naquele instante tava prestes a explodir. Ela pegou e colocou na boca dela com muita delicadeza. Acho que em toda minha vida nenhuma das minhas parceiras me fez sentir tanto prazer chupando meu pau. Eu só sentia que as veias do meu pau iam estourar de tão maravilhosa que foi a chupada. Mas ela sabia muito bem medir o tempo, e quando eu tava prestes a gozar na boca dela, ela babava meu prepúcio e não tocava até eu recuperar a razão e o controle do meu brinquedo. De repente, e mais uma vez sem dizer absolutamente nada, num pulo ela se sentou em cima de mim, enfiando meu pau dentro da buceta ardente e suculenta dela, começando a cavalgar devagar. E conforme a excitação dela aumentava, ela se mexia com mais força e soltava uns gritos desgarradores de prazer. Ela gemia e se contorcia como se uma descarga elétrica tivesse percorrendo o corpo inteiro dela. Eu, meio assustado pela minha inexperiência, só olhava e curtia aquele rosto de luxúria e prazer, até que um grito entre soluços e satisfação anunciou o orgasmo dela. Se contorcendo e tremendo, ela se deitou em cima do meu corpo magro e ficou lá deitada por um bom tempo, até que depois de uns minutos conseguiu se recompor. Na sequência, ela ficou de quatro e me pediu pra meter por trás. Eu sabia que meu pau não aguentaria mais e que, assim que eu metesse, ia gozar. Mas lembrei de uma coisa que um amigo me ensinou quando eu era adolescente: "Respira fundo e segura o ar o máximo que conseguir, até onde o pulmão aguentar, e solta devagar. Depois, mete nela e bombeia com força, porque tempo de sobra você vai ter." Assim que fiz o exercício, quase que na mesma hora, fiquei atrás dela e meti. Penetrei com força, fiquei bombando nela por um bom tempo até que ela, feito uma puta no cio, se contorcia, gemia e gritava. Queria que eu enchesse ela de porra, até que chegou o que os dois esperavam, quase juntos, e ao mesmo tempo explodimos num orgasmo que eu simplesmente descreveria como sensacional. Enchi a barriga dela com meu leite de moleque adolescente, e ficamos lá, eu deitado em cima dela no banco do carro por uns minutos. Ela, feito uma puta satisfeita, procurava meus lábios, me beijava com carinho e acariciava meu corpo e meu pau mole, falando bem devagar que eu fui um verdadeiro garanhão pra ser tão novo, e que a partir daquele momento eu seria o amante dela, porque ela confessou que era casada e tinha uma filha. Nós dois nos arrumamos, fomos comprar as cervejas e voltamos pra casa do meu tio. Depois disso, continuamos nos vendo e realizando outras fantasias bem arriscadas, mas isso eu conto em outra história.
1 comentários - Minha iniciação com as milf!