Minha iniciação com as milf!

Esta é a história da minha primeira fantasia, quando eu ainda era menor de idade. Quando jovem, conheci uma mulher muito mais velha que eu, que me impactou com sua beleza desde o início. Ela era mestiça, com um corpo bem torneado, apesar de naquela época não existirem academias como hoje — de onde saem mulheres espetaculares — ela era muito gostosa, mesmo sem essas facilidades. Nos conhecemos num compromisso de família, me apresentaram como secretária do meu tio. Ela vestia um conjunto de blazer e saia azul, a saia tinha uma fenda que ia do meio da coxa até a barra abaixo dos joelhos, as pernas cobertas com meia-calça preta e os pés com sapatos de salto alto. O blazer era tão justo que dava pra adivinhar facilmente os peitões que ela tinha, e aquele corpo maravilhoso com curvas de dar água na boca, que fazia dela uma mulher desejável por onde quer que você olhasse. Toda vez que ela sentava, a fenda da saia me deixava ver aquelas pernas lindas e grossas. Por coincidência, se é que se pode dizer, ela procurava sentar bem na minha frente e, se fazendo de desligada, cruzava e descruzava as pernas com a intenção de me mostrar algo mais do que um olhar rápido meu poderia ver das pernas dela.

A noite foi passando normalmente, entre danças e bebidas, ela parecia cada vez mais tesuda, porque os movimentos dela quando dançava comigo eram sensuais e muito provocantes. Mais de um galã mais velho que eu tentou chegar nela, mas parece que nenhum a atraiu, e na cabeça dela só estava o menininho — ou seja, eu — que ela planejava devorar. Depois que a noite passou e as geladas (cervejas) estavam acabando, meu tio me pediu pra ir ao depósito comprar algumas caixas e até me deu dinheiro pro táxi. Ao ouvir isso, ela se ofereceu pra me levar no carro dela até o depósito pra facilitar a compra. Eu só fiquei perplexo e meio desconcertado com aquilo. oferecimento, ficando atônito e sem resposta da minha parte, meu tio aceitou e com uma piscadela me disse quando saía de casa: "aproveita, ela gosta de você" e fomos em direção ao carro dele. Já instalados no carro, ela se acomodou de um jeito que a abertura da saia não deixava nada pra imaginação — a saia não tampava absolutamente nada, dava pra ver a calcinha branca dela por baixo da transparência da meia-calça preta que ela usava. Ela, sem o menor pudor, me perguntou se eu gostava das pernas dela, e eu respondi com um movimento de cabeça que sim, e ela me perguntou de novo se eu não queria tocá-las. E sem esperar minha resposta, pegou minha mão e colocou entre as pernas dela. Ao colocar minha mão sobre a buceta dela, senti um calor impressionante e a umidade da calcinha, que até a meia-calça estava molhada. Eu, meio impactado com a situação, só consegui mexer minha mão desajeitadamente e roçar as partes dela por cima da meia e da calcinha. Ela se contorcia de prazer e soltava uns gemidos de tesão e satisfação, mas ainda não satisfeita com o que estava fazendo, parou o carro e, com a rapidez que aquele momento de tesão dava, tirou a meia-calça e a calcinha. E, pra minha surpresa, pude ver pela primeira vez a buceta de uma mulher completamente depilada. Isso conseguiu quebrar minha timidez e causou uma ereção imediata. Ela, claro, percebendo muito bem o efeito do que tinha feito, puxou minha mão e pediu pra eu masturbá-la. Eu, óbvio, não pensei duas vezes e imediatamente comecei a mexer meus dedos e minha mão. Ela só se mexia desesperadamente e gemia como uma mulher que queria isso há muito tempo.

Sem dizer uma palavra, ela ligou o carro e estacionou debaixo de uma árvore num parque bem tranquilo perto do depósito. E, sem falar nada, parou o carro, reclinou o banco e abriu a jaqueta e a blusa, mostrando os peitos lindos e grandes dela, com uns mamilos marrons que só davam vontade de chupar e morder. Eu, que ainda não tinha comido ela... Uma mulher tão espetacular quanto ela, e eu sem conseguir controlar meus instintos, com meus dedos enfiados na buceta ardente dela, me joguei pra chupar aqueles peitos lindos e fazer ela gemer de prazer e luxúria. Depois de um bom tempo de masturbação e apalpadas, e após alguns orgasmos, ela se recompôs, reclinou meu banco e descobriu lentamente meu pau, que naquele instante tava prestes a explodir. Ela pegou e colocou na boca dela com muita delicadeza. Acho que em toda minha vida, nenhuma das minhas parceiras me fez sentir tanto prazer ao chupar meu pau. Eu só sentia que as veias do meu pau iam estourar de tão maravilhosa que foi a chupada. Mas ela sabia muito bem medir o tempo, e quando eu tava prestes a gozar na boca dela, ela babava meu prepúcio e não tocava até eu recuperar a razão e o controle do meu mastro. De repente, e mais uma vez sem dizer absolutamente nada, num pulo ela montou em mim, enfiando meu pau dentro da buceta ardente e suculenta dela, começando a cavalgar devagar. E conforme a excitação dela aumentava, ela se mexia com mais força e soltava uns gritos desgarradores de prazer. Ela gemia e se contorcia como se uma descarga elétrica tivesse percorrendo o corpo inteiro dela. Eu, meio assustado pela minha inexperiência, só olhava e curtia aquele rosto de luxúria e prazer, até que um grito entre soluços e satisfação anunciou o orgasmo dela. Se contorcendo e tremendo, ela se deitou sobre meu corpo magro e ficou lá deitada por um bom tempo, até que depois de uns minutos conseguiu se recompor. Na sequência, ela ficou de quatro e me pediu pra meter por trás. Eu sabia que meu pau não aguentaria mais e que, assim que eu metesse, ia gozar. Mas lembrei de algo que um amigo me ensinou quando eu era adolescente: "Respira fundo e segura o ar o máximo que teus pulmões aguentarem, e solta devagar. Depois, mete nela e bombeia com força, porque tempo de sobra você vai ter." Assim que fiz o exercício, quase que imediatamente me coloquei atrás dela e... Penetrei com força, fiquei bombando nela por um bom tempo até que ela, feito uma puta no cio, se contorcia, gemia e gritava. Queria que eu enchesse ela de porra, até que chegou o que os dois esperavam: quase juntos, ao mesmo tempo, explodimos num orgasmo que eu simplesmente descreveria como sensacional. Enchi a barriga dela com meu leite de moleque adolescente, e ficamos lá, eu deitado sobre ela no banco do carro por uns minutos. Ela, feito uma puta satisfeita, procurava meus lábios, me beijava com carinho, acariciava meu corpo e meu pau murcho, e falava bem devagar que eu fui um garanhão, mesmo sendo tão novo, e que a partir daquele momento eu seria o amante dela — porque ela confessou que era casada e tinha uma filha. A gente se arrumou, foi comprar as cervejas e voltou pra casa do meu tio. Depois disso, continuamos nos vendo e realizando outras fantasias bem arriscadas, mas isso eu conto numa outra história.

1 comentários - Minha iniciação com as milf!

uffff ,,, yo no he tenido tanta suerte con las maduras ... pero espero que llegue ese dia ...ja'