Fomos pra casa da Cris no meu carro. Forcei ela a levantar a saia pra que a bunda dela encostasse direto no banco, e na frente levantei a saia dela, deixando as coxas à mostra, a ponto de, com um pouco de atenção, dar pra ver os lábios da buceta dela de fora do carro.
Estacionei uns 50 metros da porta do prédio dela e falei:
— Tira a camisa. Vai ficar só com a jaqueta por cima.
— Senhor, a gente tá muito perto da minha casa. Podem me ver e…
— Cê fala demais pra uma gostosa que nem você — cortei ela seco. — Por acaso pedi pra você sair pelada?
— Desculpa, senhor, vou fazer agora.
Percebi como meus insultos excitavam ela. Me perguntei se ela não tava criando objeções de propósito pra me provocar.
Na hora, ela virou de costas pra mim pra evitar que vissem do lado dela. Rapidinho tirou a camisa roxa e vestiu a jaqueta de novo. Obviamente, a jaqueta fechava bem mais embaixo e ficava meio larga, então se ela não tomasse cuidado, os peitos lindos dela iam ficar completamente de fora.
— Você vai andar três passos na minha frente até a porta do seu prédio. Vai deixar a porta aberta e eu entro depois. Me espera no elevador, a gente sobe junto.
— Sim, senhor. Obrigada, senhor, por não me comprometer.
— Cê acha que eu faço isso por você? Anda, que tô doido pra chegar na sua casa, e não importa o que aconteça, não ousa cruzar os braços.
— Sim, senhor.
Cristina saiu do carro e foi pro portão. Quando tava tentando pegar a chave pra abrir a porta, apareceu um vizinho de dentro que educadamente deixou ela passar. Me aproximei um pouco pra observar e vi que era um moleque, uns 15 anos, que não conseguia tirar os olhos do decote generoso da Cris. Notei que a Cris via perfeitamente que o garoto tava olhando descaradamente pros peitos dela e, numa hora, ela fez um movimento pra cruzar os braços e se cobrir. Mas lembrou das minhas instruções e baixou os braços de novo, soltos ao lado do corpo. Cristina não sabia como cortar a conversa. E o cara não sabia como continuar, teria ficado a noite inteira no portão. Finalmente se despediram e, assim que ele saiu, eu entrei no prédio e fui direto pro elevador. Enquanto subíamos pra casa dela, perguntei:
Quem era?
É o filho de uns vizinhos que moram lá embaixo, senhor. De vez em quando meu marido e ele trocam videogames.
Ele tava muito interessado em você.
Sim, senhor, fiquei sem graça com um cara tão novo.
Não mente, foxy, aposto que você ficou com tesão.
Reconheço que sim, senhor, porque sabia que o senhor tava vendo tudo.
Cê acha que ele percebeu o quão puta você é?
Não sei, senhor, mas com certeza ele não tirava os olhos do meu decote.
Enquanto a gente conversava, o elevador subia até o quinto andar e eu passava a mão na bunda dela por baixo da saia.
Entramos no apartamento, ela na frente e eu atrás. Assim que fechei a porta, falei:
Tira a jaqueta e a saia e fica de quatro. Não tira os sapatos.
Ela deixou a saia cair e tirou a jaqueta. Tinha um corpo maravilhoso, com uma bunda firme e empinada. Tive que me segurar pra não pular em cima dela que nem um tarado. Ela ficou de quatro e eu mandei ela me levar até o quarto dela.
Atravessamos a entrada, um corredor e entramos num quarto grande com uma cama de casal.
É aqui que você dorme com seu marido?
Sim, senhor, esse é nosso quarto.
E é aqui que você vai transformar ele num grande corno manso?
Uma sombra de culpa passou pelos olhos dela, então eu falei:
Você é uma puta, então amadurece e tira esses pudores.
Ela me olhou, e como se arrancasse esses pensamentos da cabeça, me disse com um sorriso bem safado:
Sim, senhor, aqui e onde o senhor quiser, vou transformar meu marido num grande corno manso, porque o senhor pode fazer comigo o que quiser.
Assim que eu gosto, foxy, não esquece o que você é.
Não vou, senhor, sou uma puta que quer que seu dono use, insulte e humilhe ela.
Sobe na cama. Cabeça pra baixo e bunda pra cima. Vou dar uma conferida. Quão gostosa minha foxy tá
Ela subiu na cama ainda de quatro, enfiou a cabeça e abriu as pernas pra me dar acesso livre à bunda dela. Fiquei atrás e passei a mão na buceta dela. Tava toda melada e inchada.
Cê tá com tesão há muito tempo, hein, foxy?
Sim, senhor, desde hoje de manhã, ou desde ontem à noite. Não parei de pensar no senhor e nas coisas que o senhor me fala.
Enfiei dois dedos na buceta dela e comecei a mexer com força. Ela começou a gemer e a rebolar a bunda, então dei um tapa forte numa nádega e falei:
Fica quieta, piranha! Tão foxy assim que não consegue se segurar nem um instante?
Desculpa, senhor, é que eu tô muito excitada. Não vou me mexer até o senhor mandar.
Vou enfiar dois dedos no seu cu. Não quero ouvir nem um gemido. Tá certo?
Sim, senhor.
Sem tirar os dedos da buceta dela, enfiei dois dedos no cu dela depois de passar pela fenda pra molhar na buceta molhada dela. No começo ela ficou desconfortável, mas não disse uma palavra. Comecei a meter e tirar os dedos no cu dela e percebi que ela foi relaxando.
Nessa hora, a campainha tocou. Sem tirar os dedos nem do cu nem da buceta dela, perguntei:
Cê tava esperando alguém? – perguntei.
Não, senhor, não espero visita e meu marido só volta amanhã.
Tá bom, vai ver quem é, talvez a gente possa se divertir.
Ela se levantou e foi nua até a porta enquanto eu continuava olhando aquela bunda tão fantástica levantada pelos saltos altos. Ela perguntou quem era, e era o vizinho que tinha encontrado na porta.
Puxa – falei baixinho – parece que o filho da puta quer ver se consegue pegar algo mais.
Vou falar que não posso abrir, senhor.
Nada disso, veste o casaco e abre. Quero que você deixe ele tão excitado que ele vai bater uma punheta a noite inteira, mas não deixa ele te tocar. Assim ele aprende a não se meter onde não é chamado.
Mas senhor, ele conhece meu marido.
Seu marido tem que se acostumar que a mulher dele é uma puta.
Sim, senhor.
Ela vestiu o casaco. e quando eu ia pegar a saia, que estava jogada perto da porta, eu disse a ela:
Deixa a saia aí. Só a jaqueta. Você tem dez minutos pra esse moleque ir embora com a maior ereção da vida dele. Eu vou estar te observando, então se comporte como a puta que você é. Mas mantenha as aparências, que tudo pareça casual. Se fizer direito, vou deixar você engolir meu leite depois de te comer de cu.
Obrigada, Senhor, vou adorar seu leite na minha boca.
Eu me escondi atrás da porta da cozinha, pra ver a entrada do garoto e como minha puta o recebia. Além disso, a cozinha tinha outra porta que dava pra sala, então eu podia ver tudo discretamente.
Cristina arrumou um pouco o cabelo e esticou a jaqueta que mal cobria a bunda dela, enquanto deixava uma bela visão do decote. Se ela se mexesse um pouco, os peitos dela ficariam de fora, e se ela se inclinasse o mínimo, a jaqueta deixaria a bunda linda dela à mostra. Depois que se ajeitou do melhor jeito que podia, abriu um pouco a porta, mas deixando ver uma perna nua pela fresta:
Oi Jaime, o que você queria?
Oi Cris, é que outro dia eu deixei um jogo aqui e queria pegar de volta pra jogar hoje à noite.
Mas meu marido não está e eu nem sei onde ele guarda essas coisas – respondeu Cris pra dar mais clima ao jogo.
O garoto ficou parado, não tinha experiência suficiente pra lidar com uma recusa tímida, então Cris teve que salvar a situação ela mesma.
Mas tudo bem, entra e procura você mesmo, se sabe qual é.
Sim, sim, claro. Ele tira de um móvel que vocês têm embaixo da TV.
Cris se virou e foi pra sala pra que o garoto entrasse sozinho e pudesse contemplar o corpo dela quase nu. Eu vi como o truque de deixar a saia jogada na entrada deu resultado, porque Jaime olhou pra saia e imediatamente pras pernas da Cris pra verificar que ela não estava usando nada por baixo.
Cris chegou até um móvel pequeno que tinha embaixo da televisão e se inclinou pra procurar o jogo, sem dobrar os joelhos, o que deixou o moleque paralisado, olhando pra bunda e pra racha da Cris, toda depiladinha. Cris se virou rapidinho, como se tivesse sido sem querer, passando a mão por trás e alisando a jaqueta, naquele gesto tão comum que as mulheres fazem quando tão de minissaia. Sem parar de sorrir pro Jaime, ela disse:
Olha, é melhor você mesmo procurar, deve estar por aqui.
Jaime chegou perto do móvel e se ajoelhou pra olhar entre os jogos, mas Cris, em vez de dar espaço, ficou na frente dele e se inclinou de um jeito que a jaqueta abriu toda e os peitos dela ficaram balançando à vontade. Logicamente, Jaime não olhava pra gaveta, mas pros peitos da Cris, só que ela não olhava diretamente nos olhos dele pra não cortar o barato e deixar ele curtir a paisagem.
Depois de uns segundos, Cris perguntou:
E aí, achou?
É que… sei lá, não lembro.
De repente, Cris resolveu botar o garoto na saia justa.
Ei, onde cê tá olhando? No meu decote não vai achar o jogo, não.
Jaime ficou todo sem graça, sem falar uma palavra.
O que foi, agora não sabe o que dizer?
Desculpa, Cris, é que cê tava tão perto.
Olha aqui, Jaime, não vai me dizer que nunca viu uns peitos? – adorei que Cris ficou maternal com o vizinho.
Bom, em revista, mas ao natural, não.
Cris se levantou, toda digna, e se virou como se tivesse procurando em outro lugar. De repente, ficou parada na parte de cima do móvel e puxou uma cadeira. Sem dar tempo do garoto reagir, disse:
Acho que pode estar aqui, Jaime, segura a cadeira pra mim.
Claro, a cadeira não precisava ser segurada, mas o menino, todo educado, deu a mão pra ela subir e deixou Cris levantar os braços pra fuçar na estante lá em cima.
Da posição do Jaime, dava pra ver perfeitamente a bunda da Cris, e como se não bastasse, ela colocou um pé num dos braços da cadeira pra subir um pouco mais, com isso que separou as pernas deixando a buceta dela perfeitamente visível. Como a posição já não era tão estável, Cris disse pra ele:
— Jaime, me segura pra ver se eu consigo ver o que tem lá no fundo.
Jaime colocou uma mão na cadeira e a outra na coxa da Cris por trás, um pouco acima do joelho. Cris fez um gesto como se fosse cair e falou:
— Vai ter que me segurar melhor, se não quiser que eu me mate.
Jaime subiu a mão pela coxa dela até firmar melhor, e Cris se ergueu alguns centímetros. Depois, Cris apoiou os dois pés de novo na cadeira, mas Jaime não tirou a mão da bunda dela, e ela disse:
— Azar o seu, Jaime. O jogo não é aqui. Melhor você voltar amanhã ou depois.
O garoto ficou paralisado. Tinha estado a um milímetro da buceta da Cris, mas não teve coragem de dar o passo, e agora era tarde demais. Cris desceu da cadeira e, com toda naturalidade, acompanhou ele até a porta. Abriu e praticamente empurrou ele pra fora sem dizer uma palavra.
Eu saí do meu esconderijo e falei pra Cris:
— Ora, ora. Minha putinha também é uma mulher perversa, ha ha ha.
— Senhor — ela respondeu —, nunca me senti assim. De repente, era uma mulher humilhada pelo meu dono, e no instante seguinte, uma mulher poderosa diante daquele garotão.
— Você gostou, né, Cris?
— Amei a sensação de entregar minha vontade pro seu prazer. Não precisava pensar, só obedecer, e me senti muito desejada e muito importante.
— É assim, Cris. Você pode ser muito importante pra mim. Desde que me deixe tirar a mulher gostosa que você tem dentro de si.
— Quero que o senhor seja meu dono — ela declarou. — Agora entendi. Se quiser, a gente vai no bar de antes e eu como o pau daquele senhor sem hesitar, se o senhor me pedir.
— Por enquanto, o que eu quero é que você tire a jaqueta e fique de joelhos.
Cristina obedeceu na hora, tirou a jaqueta deixando o corpo nu e se ajoelhou na minha frente.
— Agora prende o cabelo num rabo de cavalo pra cima e me oferece.
Cris se Ela prendeu o cabelo de um jeito bem feminino, passando as mãos pela nuca pra levantar todo o cabelo e, quando juntou tudo, me ofereceu. Abaixou levemente a cabeça pra erguer a nuca e só disse:
Senhor?
Peguei toda a cabeleira dela enquanto, com a outra mão, abaixava meu zíper e tirava minha rola da calça. Puxei um pouco o cabelo dela pra cima, deixando a boca dela na altura da minha rola, e falei:
Coloca as mãos nas costas, Cris.
Ela obedeceu na hora, e em seguida perguntei:
Sabe o que eu quero agora?
Sim, senhor, vou chupar sua rola e engolir até a última gota do seu leite.
Perfeito, Cris, faz chegar bem fundo. É assim que eu gosto.
Vou meter até a garganta, senhor.
Então pode começar, Cris.fonte: todorelatos.com
Estacionei uns 50 metros da porta do prédio dela e falei:
— Tira a camisa. Vai ficar só com a jaqueta por cima.
— Senhor, a gente tá muito perto da minha casa. Podem me ver e…
— Cê fala demais pra uma gostosa que nem você — cortei ela seco. — Por acaso pedi pra você sair pelada?
— Desculpa, senhor, vou fazer agora.
Percebi como meus insultos excitavam ela. Me perguntei se ela não tava criando objeções de propósito pra me provocar.
Na hora, ela virou de costas pra mim pra evitar que vissem do lado dela. Rapidinho tirou a camisa roxa e vestiu a jaqueta de novo. Obviamente, a jaqueta fechava bem mais embaixo e ficava meio larga, então se ela não tomasse cuidado, os peitos lindos dela iam ficar completamente de fora.
— Você vai andar três passos na minha frente até a porta do seu prédio. Vai deixar a porta aberta e eu entro depois. Me espera no elevador, a gente sobe junto.
— Sim, senhor. Obrigada, senhor, por não me comprometer.
— Cê acha que eu faço isso por você? Anda, que tô doido pra chegar na sua casa, e não importa o que aconteça, não ousa cruzar os braços.
— Sim, senhor.
Cristina saiu do carro e foi pro portão. Quando tava tentando pegar a chave pra abrir a porta, apareceu um vizinho de dentro que educadamente deixou ela passar. Me aproximei um pouco pra observar e vi que era um moleque, uns 15 anos, que não conseguia tirar os olhos do decote generoso da Cris. Notei que a Cris via perfeitamente que o garoto tava olhando descaradamente pros peitos dela e, numa hora, ela fez um movimento pra cruzar os braços e se cobrir. Mas lembrou das minhas instruções e baixou os braços de novo, soltos ao lado do corpo. Cristina não sabia como cortar a conversa. E o cara não sabia como continuar, teria ficado a noite inteira no portão. Finalmente se despediram e, assim que ele saiu, eu entrei no prédio e fui direto pro elevador. Enquanto subíamos pra casa dela, perguntei:
Quem era?
É o filho de uns vizinhos que moram lá embaixo, senhor. De vez em quando meu marido e ele trocam videogames.
Ele tava muito interessado em você.
Sim, senhor, fiquei sem graça com um cara tão novo.
Não mente, foxy, aposto que você ficou com tesão.
Reconheço que sim, senhor, porque sabia que o senhor tava vendo tudo.
Cê acha que ele percebeu o quão puta você é?
Não sei, senhor, mas com certeza ele não tirava os olhos do meu decote.
Enquanto a gente conversava, o elevador subia até o quinto andar e eu passava a mão na bunda dela por baixo da saia.
Entramos no apartamento, ela na frente e eu atrás. Assim que fechei a porta, falei:
Tira a jaqueta e a saia e fica de quatro. Não tira os sapatos.
Ela deixou a saia cair e tirou a jaqueta. Tinha um corpo maravilhoso, com uma bunda firme e empinada. Tive que me segurar pra não pular em cima dela que nem um tarado. Ela ficou de quatro e eu mandei ela me levar até o quarto dela.
Atravessamos a entrada, um corredor e entramos num quarto grande com uma cama de casal.
É aqui que você dorme com seu marido?
Sim, senhor, esse é nosso quarto.
E é aqui que você vai transformar ele num grande corno manso?
Uma sombra de culpa passou pelos olhos dela, então eu falei:
Você é uma puta, então amadurece e tira esses pudores.
Ela me olhou, e como se arrancasse esses pensamentos da cabeça, me disse com um sorriso bem safado:
Sim, senhor, aqui e onde o senhor quiser, vou transformar meu marido num grande corno manso, porque o senhor pode fazer comigo o que quiser.
Assim que eu gosto, foxy, não esquece o que você é.
Não vou, senhor, sou uma puta que quer que seu dono use, insulte e humilhe ela.
Sobe na cama. Cabeça pra baixo e bunda pra cima. Vou dar uma conferida. Quão gostosa minha foxy tá
Ela subiu na cama ainda de quatro, enfiou a cabeça e abriu as pernas pra me dar acesso livre à bunda dela. Fiquei atrás e passei a mão na buceta dela. Tava toda melada e inchada.
Cê tá com tesão há muito tempo, hein, foxy?
Sim, senhor, desde hoje de manhã, ou desde ontem à noite. Não parei de pensar no senhor e nas coisas que o senhor me fala.
Enfiei dois dedos na buceta dela e comecei a mexer com força. Ela começou a gemer e a rebolar a bunda, então dei um tapa forte numa nádega e falei:
Fica quieta, piranha! Tão foxy assim que não consegue se segurar nem um instante?
Desculpa, senhor, é que eu tô muito excitada. Não vou me mexer até o senhor mandar.
Vou enfiar dois dedos no seu cu. Não quero ouvir nem um gemido. Tá certo?
Sim, senhor.
Sem tirar os dedos da buceta dela, enfiei dois dedos no cu dela depois de passar pela fenda pra molhar na buceta molhada dela. No começo ela ficou desconfortável, mas não disse uma palavra. Comecei a meter e tirar os dedos no cu dela e percebi que ela foi relaxando.
Nessa hora, a campainha tocou. Sem tirar os dedos nem do cu nem da buceta dela, perguntei:
Cê tava esperando alguém? – perguntei.
Não, senhor, não espero visita e meu marido só volta amanhã.
Tá bom, vai ver quem é, talvez a gente possa se divertir.
Ela se levantou e foi nua até a porta enquanto eu continuava olhando aquela bunda tão fantástica levantada pelos saltos altos. Ela perguntou quem era, e era o vizinho que tinha encontrado na porta.
Puxa – falei baixinho – parece que o filho da puta quer ver se consegue pegar algo mais.
Vou falar que não posso abrir, senhor.
Nada disso, veste o casaco e abre. Quero que você deixe ele tão excitado que ele vai bater uma punheta a noite inteira, mas não deixa ele te tocar. Assim ele aprende a não se meter onde não é chamado.
Mas senhor, ele conhece meu marido.
Seu marido tem que se acostumar que a mulher dele é uma puta.
Sim, senhor.
Ela vestiu o casaco. e quando eu ia pegar a saia, que estava jogada perto da porta, eu disse a ela:
Deixa a saia aí. Só a jaqueta. Você tem dez minutos pra esse moleque ir embora com a maior ereção da vida dele. Eu vou estar te observando, então se comporte como a puta que você é. Mas mantenha as aparências, que tudo pareça casual. Se fizer direito, vou deixar você engolir meu leite depois de te comer de cu.
Obrigada, Senhor, vou adorar seu leite na minha boca.
Eu me escondi atrás da porta da cozinha, pra ver a entrada do garoto e como minha puta o recebia. Além disso, a cozinha tinha outra porta que dava pra sala, então eu podia ver tudo discretamente.
Cristina arrumou um pouco o cabelo e esticou a jaqueta que mal cobria a bunda dela, enquanto deixava uma bela visão do decote. Se ela se mexesse um pouco, os peitos dela ficariam de fora, e se ela se inclinasse o mínimo, a jaqueta deixaria a bunda linda dela à mostra. Depois que se ajeitou do melhor jeito que podia, abriu um pouco a porta, mas deixando ver uma perna nua pela fresta:
Oi Jaime, o que você queria?
Oi Cris, é que outro dia eu deixei um jogo aqui e queria pegar de volta pra jogar hoje à noite.
Mas meu marido não está e eu nem sei onde ele guarda essas coisas – respondeu Cris pra dar mais clima ao jogo.
O garoto ficou parado, não tinha experiência suficiente pra lidar com uma recusa tímida, então Cris teve que salvar a situação ela mesma.
Mas tudo bem, entra e procura você mesmo, se sabe qual é.
Sim, sim, claro. Ele tira de um móvel que vocês têm embaixo da TV.
Cris se virou e foi pra sala pra que o garoto entrasse sozinho e pudesse contemplar o corpo dela quase nu. Eu vi como o truque de deixar a saia jogada na entrada deu resultado, porque Jaime olhou pra saia e imediatamente pras pernas da Cris pra verificar que ela não estava usando nada por baixo.
Cris chegou até um móvel pequeno que tinha embaixo da televisão e se inclinou pra procurar o jogo, sem dobrar os joelhos, o que deixou o moleque paralisado, olhando pra bunda e pra racha da Cris, toda depiladinha. Cris se virou rapidinho, como se tivesse sido sem querer, passando a mão por trás e alisando a jaqueta, naquele gesto tão comum que as mulheres fazem quando tão de minissaia. Sem parar de sorrir pro Jaime, ela disse:
Olha, é melhor você mesmo procurar, deve estar por aqui.
Jaime chegou perto do móvel e se ajoelhou pra olhar entre os jogos, mas Cris, em vez de dar espaço, ficou na frente dele e se inclinou de um jeito que a jaqueta abriu toda e os peitos dela ficaram balançando à vontade. Logicamente, Jaime não olhava pra gaveta, mas pros peitos da Cris, só que ela não olhava diretamente nos olhos dele pra não cortar o barato e deixar ele curtir a paisagem.
Depois de uns segundos, Cris perguntou:
E aí, achou?
É que… sei lá, não lembro.
De repente, Cris resolveu botar o garoto na saia justa.
Ei, onde cê tá olhando? No meu decote não vai achar o jogo, não.
Jaime ficou todo sem graça, sem falar uma palavra.
O que foi, agora não sabe o que dizer?
Desculpa, Cris, é que cê tava tão perto.
Olha aqui, Jaime, não vai me dizer que nunca viu uns peitos? – adorei que Cris ficou maternal com o vizinho.
Bom, em revista, mas ao natural, não.
Cris se levantou, toda digna, e se virou como se tivesse procurando em outro lugar. De repente, ficou parada na parte de cima do móvel e puxou uma cadeira. Sem dar tempo do garoto reagir, disse:
Acho que pode estar aqui, Jaime, segura a cadeira pra mim.
Claro, a cadeira não precisava ser segurada, mas o menino, todo educado, deu a mão pra ela subir e deixou Cris levantar os braços pra fuçar na estante lá em cima.
Da posição do Jaime, dava pra ver perfeitamente a bunda da Cris, e como se não bastasse, ela colocou um pé num dos braços da cadeira pra subir um pouco mais, com isso que separou as pernas deixando a buceta dela perfeitamente visível. Como a posição já não era tão estável, Cris disse pra ele:
— Jaime, me segura pra ver se eu consigo ver o que tem lá no fundo.
Jaime colocou uma mão na cadeira e a outra na coxa da Cris por trás, um pouco acima do joelho. Cris fez um gesto como se fosse cair e falou:
— Vai ter que me segurar melhor, se não quiser que eu me mate.
Jaime subiu a mão pela coxa dela até firmar melhor, e Cris se ergueu alguns centímetros. Depois, Cris apoiou os dois pés de novo na cadeira, mas Jaime não tirou a mão da bunda dela, e ela disse:
— Azar o seu, Jaime. O jogo não é aqui. Melhor você voltar amanhã ou depois.
O garoto ficou paralisado. Tinha estado a um milímetro da buceta da Cris, mas não teve coragem de dar o passo, e agora era tarde demais. Cris desceu da cadeira e, com toda naturalidade, acompanhou ele até a porta. Abriu e praticamente empurrou ele pra fora sem dizer uma palavra.
Eu saí do meu esconderijo e falei pra Cris:
— Ora, ora. Minha putinha também é uma mulher perversa, ha ha ha.
— Senhor — ela respondeu —, nunca me senti assim. De repente, era uma mulher humilhada pelo meu dono, e no instante seguinte, uma mulher poderosa diante daquele garotão.
— Você gostou, né, Cris?
— Amei a sensação de entregar minha vontade pro seu prazer. Não precisava pensar, só obedecer, e me senti muito desejada e muito importante.
— É assim, Cris. Você pode ser muito importante pra mim. Desde que me deixe tirar a mulher gostosa que você tem dentro de si.
— Quero que o senhor seja meu dono — ela declarou. — Agora entendi. Se quiser, a gente vai no bar de antes e eu como o pau daquele senhor sem hesitar, se o senhor me pedir.
— Por enquanto, o que eu quero é que você tire a jaqueta e fique de joelhos.
Cristina obedeceu na hora, tirou a jaqueta deixando o corpo nu e se ajoelhou na minha frente.
— Agora prende o cabelo num rabo de cavalo pra cima e me oferece.
Cris se Ela prendeu o cabelo de um jeito bem feminino, passando as mãos pela nuca pra levantar todo o cabelo e, quando juntou tudo, me ofereceu. Abaixou levemente a cabeça pra erguer a nuca e só disse:
Senhor?
Peguei toda a cabeleira dela enquanto, com a outra mão, abaixava meu zíper e tirava minha rola da calça. Puxei um pouco o cabelo dela pra cima, deixando a boca dela na altura da minha rola, e falei:
Coloca as mãos nas costas, Cris.
Ela obedeceu na hora, e em seguida perguntei:
Sabe o que eu quero agora?
Sim, senhor, vou chupar sua rola e engolir até a última gota do seu leite.
Perfeito, Cris, faz chegar bem fundo. É assim que eu gosto.
Vou meter até a garganta, senhor.
Então pode começar, Cris.fonte: todorelatos.com

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