Humilhando a Chris Parte 2

Cinco minutos depois das 11, me conectei pra ver minha nova putinha. Eu tinha certeza de que, se fizesse tudo direito, podia ter um relacionamento bem satisfatório e duradouro com a Cristina, mas também sabia que precisava dar a ela o que ela tava procurando: experiências novas, intensas até um ponto que eu ainda não conhecia, e acima de tudo, muito safadas e excitantes. Tinha que conseguir deixar a Cris num estado de cio permanente.

— Oi, Cris.
— Oi, senhor.
— Dormiu bem?
— Não sei dizer, senhor. Fiquei muito excitada, mas também muito animada.
— Isso é bom sinal, Cris. Acho que você vai me dar muitas satisfações.
— Espero que sim, senhor.
— Quero te conhecer um pouco mais. Onde você está agora?
— Tô no meu escritório, senhor. Mas tenho bastante privacidade.
— Isso vai ser muito bom pra gente.

Cris me contou que era chefe de contabilidade de uma pequena editora. Era tipo uma executiva de médio escalão e, fazia pouco mais de um ano, tinham dado um escritório só pra ela. Por sorte, ela também tinha uma webcam no escritório, já que a empresa onde trabalhava era filial de outra, sediada em outra cidade, e todo mês ela participava de uma reunião por videoconferência com outros colegas do grupo. Nunca fiquei tão feliz com as possibilidades que a internet oferece no mundo corporativo.

Ela também me contou que, entre 11 e 12, os funcionários costumavam sair pra tomar um café da manhã e que, mais ou menos às 5, encerravam o expediente, a menos que tivessem algo urgente. Mas ela geralmente ficava até as 7 ou 7:30, e nesse horário não era comum ter movimento na empresa.

— Bem, Cris — continuei —, o que você precisa fazer agora?
— Tirar a calcinha pro senhor?
— Exatamente.

Cris se levantou, e eu pude ver que ela tava usando uma saia preta acima do joelho. Era uma saia com um pouco de volume, mas bem apropriada pro trabalho. Ninguém imaginaria que por baixo tinha uma buceta morrendo de vontade de ser usada. Gostei dessa imagem dupla que a Cristina passava, e achei super conveniente pros meus planos. jogos.

Ela levantou a saia na frente pra me deixar ver a calcinha fio dental dela, também preta, um pouco mais transparente que a da noite anterior, minha putinha tinha se preparado bem, e depois se virou e se inclinou um pouco pra tirar a calcinha e me deixar ver a bunda perfeita dela. Aí sentou e escreveu:

Espero que o senhor goste de como ficou minha bucetinha, senhor. Fiz pra você.

Ela se levantou de novo e ergueu a saia na frente. A boceta dela aparecia muito bem depilada, só tinha deixado um triângulo pequenininho que deixava tudo muito atraente.

Gostei muito, Cris. Apreciei como você caprichou.

Obrigada, senhor. Espero que logo o senhor use ela como quiser.

Haha, talvez antes do que você imagina. Trouxe o que pedi?

Sim, senhor. Não é exatamente o que o senhor pediu, mas espero que sirva.

Me mostra.

Pra minha surpresa, apareceu na mão dela uma caneta Montblanc, bem grossa e comprida.

Nossa, Cris, você arrumou um artigo de luxo. É do seu marido?

Sim, senhor, dei de presente pra ele há uns meses e ele não usou.

Haha, adoro a ironia, agora vou usar ela na mulher dele.

A parte oposta à da tampa tinha uns oito centímetros de comprimento e era grossa como um dedo indicador. Além disso, era perfeitamente lisa.

Muito bem, Cris, agora coloca a câmera pra eu poder ver a cadeira e sua bunda.

Cris abaixou a câmera e colocou num móvel auxiliar, de lado em relação às pernas dela, de um jeito que dava uma visão boa.

Cris, quero que você levante a saia e prenda na cintura, e depois sente de lado deixando sua bunda e sua boceta livres pro que vou pedir.

Depois de algumas tentativas se ajeitando, Cris encontrou uma posição sentando numa das nádegas, com a bunda perfeitamente visível pela câmera.

Fode a caneta e passa ela na sua racha, mas sem enfiar.

Cris colocou uma mão na coxa pra puxar e mostrar melhor a boceta, e com a outra começou a passar a ponta da caneta por toda a racha dela. Antes de começar, ela A buceta já tava toda molhada. Em um minuto, a caneta tava brilhando com os fluidos da buceta da Cristina.

Agora quero que você coloque a ponta da caneta no seu cu e faça movimentos circulares sem apertar muito, e com a outra mão você se masturba.

Cris se remexeu na cadeira e colocou uma perna de lado em cima da mesa. Enfiou uma mão entre as pernas e começou a se tocar no clitóris com dois dedos. Com a outra, segurava a caneta e se acariciava o buraco do cu.

Bem, Cris, agora enfia a caneta devagar no seu cu sem parar de fazer movimentos circulares e com os dedos indicador e médio da outra mão aperta seu clitóris.

Não dava pra ver o rosto da Cris, mas sabia que ela tava gozando porque cada vez mexia mais a bacia com vontade. Por um momento achei que ia cair da cadeira. Aos poucos, foi enfiando a caneta no cu até quase chegar na tampinha, enquanto esfregava e apertava o clitóris cada vez mais forte.

Não tinha uma referência exata, mas no momento em que achei que ela podia gozar, mandei parar. Cris demorou uns segundos pra se recompor e ajeitar a câmera.

Senhor, por que não me deixou continuar? Tava muito tesuda.

Eu é que digo quando você goza e quando não.

Desculpa, senhor, achei que…

Não ache nada – cortei ela – a única coisa que você tem que fazer é obedecer. Tá claro?

Sim, senhor, desculpa.

Tá bem. Doeu?

Não, senhor, foi muito gostoso. Mas me sinto meio estranha por ter feito isso aqui.

A partir de agora, sua vida vai ser assim. Você vai se sentir disponível pros meus caprichos a qualquer hora do dia ou da noite.

Eu sei, senhor, e isso me excita muito. Tenho consciência de que o senhor pode me pegar e usar meu corpo do jeito que quiser, e isso me deixa louca.

Cristina ia quebrando barreiras aos poucos, e a da linguagem era outra que a gente tinha que superar. Mas eu via na cara dela que todos os poros transbordavam excitação e prazer.

Você quer dizer que te deixa uma gostosa doida, que é o que você é.

Sim, senhor. Sim, senhor, o quê?
Que sou uma foxi gostosa.
Por que você vai ser uma boa putinha, não é?
Sim, senhor, vou ser uma putinha para o senhor, para que possa usar minha buceta, minha boca e meu cu como quiser. E só o senhor vai foder meu cu de agora em diante. Estou morrendo de vontade de ser usada pelo senhor e te dar muito prazer.
Muito bem, Cris. Na verdade, eu tinha outros planos, mas vou mudá-los, dado o estado da sua desesperação. Hoje à tarde saia um pouco mais cedo. Nos vemos.
Me dá uma grande alegria, senhor. Estava desejando isso.
Não coloque a calcinha de novo.
Não vou, senhor.
A verdade é que não foi bem que eu mudei meus planos, é que eu estava louco para encontrar a Cris e ir mais fundo no processo em que a gente tinha se metido. Aquela loirinha que estava morrendo de vontade de ser dominada me deixava a mil, e se eu não a visse logo, ia acabar tendo um infarto ou estourando minha pika, ou os dois. Passei o endereço de um pub meio escuro e não muito movimentado, relativamente perto da casa dela, e marquei para as sete da noite.

Quando a vi entrar, senti o poder do caçador quando tem a presa na mira, e a vida do animal depende só do movimento do dedo. A realidade superava de longe a câmera, e a verdade é que a Cris era um tesão. Eu estava sentado no fundo do pub, num sofá baixo e de frente para a porta, então a vi na hora, mas ela demorou um pouco para me achar, e assim pude me deliciar vendo as caras de idiotas que os outros clientes faziam. Não que a Cris fosse deslumbrante, ela é mais daquelas mulheres que quando entram num lugar, todo mundo percebe que entrou. Ela estava com a saia preta que eu já tinha visto, uma blusa de seda roxa e uma jaqueta também preta. Estava elegante, mas não chamativa, e mesmo assim era difícil tirar os olhos dela.

Ela sorriu para mim de longe e veio na minha direção como uma colegial. Transbordava alegria e excitação. Quando chegou na mesa, não me levantei, simplesmente fiz um movimento com o dedo para ela se inclinar e me beijar na boca, e toquei a Peitos por cima da blusa que ela usava.
— Vai no banheiro e tira o sutiã — falei.
— Sim, senhor, não sabia…
— Vai.

Ela voltou dois minutos depois com a jaqueta um pouco mais fechada que antes, pra evitar que os mamilos aparecessem pela blusa e que os peitos dela balançassem a cada passo. Nos olhos dela dava pra ver a excitação que sentia por não estar usando roupa íntima em público, e por isso ser porque eu tinha mandado. Ela foi sentar do meu lado, mas com um movimento da mão fiz ela sentar no sofá da frente.

— Você me obedeceu?
— Sim, senhor, acabei de tirar o…
— Não tô falando disso. Abre as pernas.

Cris largou o sorriso por um instante e começou a olhar pros lados. Mesmo sem ninguém na frente dela, alguns clientes que estavam no balcão podiam perceber o que ela tava fazendo.

Como ela tava pensando mais do que devia, fiz menção de me levantar. Aí Cris ficou tensa e me olhou com uma mistura de pena e vergonha que adorei. Ela murmurou algo como "desculpa" e colocou as mãos nos joelhos. Devagar, foi puxando a saia até ficar no meio da coxa e abriu as pernas pra eu poder ver a buceta dela.

— Não fecha até eu mandar.
— Sim, senhor.
— Da próxima vez quero que me obedeça na hora.
— Desculpa, senhor, é que…
— É que o quê? — falei calmo, mas com firmeza.
— É que me sinto nua e não consigo evitar…
— Olha aqui, Cris, não quero voltar pra esse ponto toda vez que te pedir alguma coisa. Vou te dar mais uma chance de pensar. Se você não quer ser minha putinha e não quer me pertencer, me fala e a gente fica de boa.
— Por favor, senhor, não fala isso — os olhos dela estavam tristes, mas ainda mais lindos que antes.
— Então? — tava adorando humilhar a Cris.
— Sim, quero ser sua putinha, mas tem paciência, eu nunca…
— Então tá combinado que você me pertence.
— Sim, senhor.
— Seu corpo me pertence.
— Sim, senhor, meu corpo é seu.
— E eu posso fazer o que quiser com ele pra me dar prazer.
— Sim, senhor. Pode me usar como quiser
Então, se eu tiver vontade de ver você chupando a rola daquele senhor no bar, você vai fazer, não vai?
Cris não disse nada. Olhou para o senhor no bar, que tinha uns cinquenta anos, barriga de cerveja e um bigodinho bem ridículo, e virou a cabeça para mim, baixando o olhar para os joelhos ainda abertos.

Senhor, eu achava que o senhor me queria para mim
E é claro que te quero. O fato de algumas coisas que me dão prazer, para as quais eu te uso, não significa que eu não te queira. Na verdade, vou te querer e cuidar de você porque você é minha.
Cris me olhou e sorriu de novo, embora de um jeito meio inseguro, e disse baixinho:

Nesse caso, acho que sim
O quê? – respondi, porque não tinha ouvido
Que sim, que se o senhor me ordenasse, eu chuparia a rola daquele senhor
Bem, Cris. Não esqueça.
Não vou esquecer, senhor.

Cris sorriu abertamente de novo, na mesma hora, depois que a tensão passou. Percebi que a situação a tinha deixado mais excitada do que já estava. Ela continuava com as pernas um pouco abertas e, sem dar tempo para ela reagir, chamei o garçom, que veio na hora. Ao mesmo tempo, peguei a mão de Cris e a puxei para perto de mim, fazendo com que ela se inclinasse sobre a mesa, o que deixou os peitos dela à vista do garçom. Cris não parava de me olhar nos olhos, mas já não havia vergonha, só prazer. Pedi a conta ao garçom, que não tirou os olhos dos peitos de Cris nem por um instante, e disse para Cristina:

Quem sabe um dia eu te ordeno que chupe uma rola, ou uma buceta? Mas agora quero que você chupe a minha. Vamos para sua casa.
Será um prazer, senhor – disse Cris com uma alegria que faria qualquer um pensar que eu tinha acabado de dar um carro para ela.

Cristina parecia a mulher mais feliz do mundo porque ia chupar minha rola e eu ia usá-la como bem entendesse, como um objeto de prazer. Tínhamos dado mais uma volta no parafuso, e Cris tinha respondido exatamente do jeito que eu gostava, com um pouco de resistência. Se continuasse derrubando as barreiras dela, sem pressa e com calma... embora com firmeza, eu ia ter uma mulher gostosa submissa aos meus caprichos. Tipo, o paraíso. Mas naquele momento, a única coisa que eu queria era chegar na casa dela.

(Continua)
fonte: todorelatos.comHumilhando a Chris Parte 2
relato

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