Férias dos sonhos com a minha sograA ideia da minha namorada de ir com os pais dela de férias não me agradou nada, mas também não tinha argumentos pra não ir. Meus sogros tinham ganhado um apartamento perto da costa, era uma boa chance de conhecer a região e ainda de graça.
Minha namorada chama Elena e tem 24 anos, eu sou um pouco mais velho e me chamo David. Os pais dela são gente boa, casaram novos, e a mãe sempre me deu muito tesão. Ela é muito parecida com a filha, com mais curvas e um pouco mais cheinha, imagino que a Elena vai ser assim quando ficar mais velha. Ela se chama María.
Chegando lá, decidimos alugar um carro pra conhecer melhor a região. Tinha várias praias e muitas enseadas pequenas. Quando estávamos lá só um dia, Elena começou a passar mal com muita febre. Tivemos que ir ao médico e ele disse que era só uma gripe, mas que ela precisava ficar de cama uns dias. Que azar. Naquele dia fiquei com ela no apartamento enquanto meus sogros iam pra praia e passeavam. No dia seguinte, meu sogro recebeu uma ligação do trabalho pedindo pra ele voltar imediatamente por causa de um problema. María queria ir com ele, mas convenceram ela a ficar e aproveitar as férias.
Então ficamos nós três. Elena me pediu pra fazer o favor de acompanhar a mãe dela na praia e continuar conhecendo os lugares, que ela se virava sozinha, sem problema nenhum.
Como ela disse, fomos de carro. Passamos dois dias indo pra praia, comendo fora, visitando cidades. Mesmo sendo alguns anos mais velha, eu me sentia à vontade com ela. Dava pra falar de qualquer assunto, ela ria muito, e eu adorava ver ela de biquíni. Às vezes ela ficava de topless nas praias onde era comum. A gente passava o tempo na praia lendo, jogando cartas, brincando com raquetes ou conversando.
No terceiro dia, quando já estávamos bem longe do apartamento, Decidimos parar assim que encontrássemos uma praia ou uma enseada. A primeira que achamos não era muito grande, mas tinha uma cara muito boa e resolvemos ficar. Quando fomos nos aproximando, percebemos que era uma praia de nudismo.
Da minha parte, era a primeira vez que estava numa praia de nudismo. Sempre tive vontade de ir em alguma, tinha curiosidade, mas me dava vergonha porque achava que ia ficar de pau duro assim que me despisse. Ver as minas peladas e, além disso, elas me verem me dava muito tesão.
— Podemos ir procurar outra praia, se você quiser.
— Não se preocupa comigo, David. Podemos ir pra aquela ponta, ali parece que não tem ninguém. De qualquer forma, se você quiser ficar pelado, pra mim não tem problema. Quem sabe eu me animo e tiro tudo também. Já fui umas duas vezes em praias de nudismo.
— Beleza, vamos. Mas só pra você saber, é a primeira vez que venho numa dessas.
Aquelas palavras fizeram meu pau já começar a apertar na sunga. Talvez eu tivesse a chance de ver ela pelada. Resolvi, por enquanto, pensar em outra coisa, mas quando desviei o olhar pro resto do pessoal que estava ali, a coisa não ajudou muito. Não devia ter mais de 25 pessoas na praia, mas todas estavam nuas. Reparei em algumas mulheres que estavam tomando sol, tinha de todas as idades, algumas mais velhas, mas outras bem novinhas. Meu olhar ia pros peitos, pras bundas e pras bucetas delas, algumas bem depiladas, outras com bastante pelo. Olhei pros homens que estavam por ali, me chamou a atenção que nenhum estava de pau duro. Eu tava com o meu a todo vapor, andava com a toalha perto da sunga pra não aparecer. Só eu era o estranho, pensei.
Não contei pra vocês que já fazia uns dias que eu não transava com a Elena, desde antes de sair de férias. Também não tinha me masturbado, não por falta de vontade, mas porque não tinha tido um tempo livre pra fazer isso. Então, tava muito excitado naquele momento. Quando Chegamos num lugar afastado, estendemos nossas toalhas na areia e ficamos tomando um solzinho.
— Bom, David, você não se atreve a tirar a sunga?
— Eu até me atrevo, o problema é que os homens têm mais dificuldade…
— Você tá falando de ficar de pau duro? Se for por isso, não se preocupa, isso é natural. Na primeira vez sempre rola, depois você se acostuma. E mesmo tentando disfarçar com a sunga, já reparei no volume que você tem. Aliás, não vou falar nada pra Elena, se isso te preocupa. Vai ser um segredo nosso.
Fiquei meio sem graça, não sabia o que dizer. Me dava vergonha ficar pelado na frente da minha sogra, parecia errado. Por outro lado, a gente tinha bastante intimidade, mas não imaginava que ela fosse falar comigo daquele jeito, usando essas palavras. Também pensei que nunca mais teria outra chance como essa de ver o corpo nu dela.
— Tá bom, disso ninguém fala nada. Vou tirar a sunga, mas se eu tirar, você também tira a sua.
— Pra mim não tem problema nenhum, olha.
Ela tirou a parte de baixo do biquíni. Que espetáculo. Tinha uma bela moita de pelos na buceta, quadris largos, a pele branca na área do biquíni. Não conseguia parar de olhar. Aí tirei minha sunga, tava com o pau totalmente duro. Puxei um pouco a pele pra trás pra deixar a cabecinha toda livre. Ela tava imensa, vermelho-arroxeada, brilhante, o freio puxando de um lado. Meu pau não é muito comprido, uns 16 cm, mas é bem grosso. Maria olhava sem nenhum disfarce, mas não fez nenhum comentário.
— Acho que se não passarmos protetor, vamos queimar — ela disse. — Passa creme em mim, que depois eu te passo.
Nesses dias a gente já tinha passado creme um no outro, mas só nas costas. Dessa vez, além de passar o creme, fiquei me deliciando vendo a raba dela. Deitada de bruços, eu do lado dela, a bunda era deliciosa, esplêndida, umas gotinhas de líquido escorriam da ponta da minha cabecinha.
Se não se importa, me passa um pouco na bunda também, por favor.
Eu estava encantado, o toque macio, a pele suave, fiquei um tempão acariciando e massageando devagar as nádegas dela, uma das vezes não consegui evitar deslizar os dedos pela racha da bunda, ela deu um pulo.
Se quiser, fode eu por frente.
Ha, ha, acho que você tá gostando de passar o creme em mim hoje mais que nos outros dias, fica tranquilo que por frente eu já dou conta.
Depois foi a minha vez, ela passou o creme por trás, em todos os lugares, costas, pernas, nádegas, bunda. Eu continuava duro, se os movimentos fossem um pouco mais fortes, eu teria gozado com o atrito da toalha. Virei quando ela terminou, e ela continuou passando o creme na parte de cima, eu fechei os olhos, primeiro passou nos ombros, braços, peito e abdômen, depois desceu para os pés, pernas e coxas, e após uns instantes de hesitação, passou na virilha, e ao redor da base do pau e das bolas, um arrepio percorreu meu corpo inteiro, eu não queria que parasse. O resto você se vira – ela disse. Ficamos um tempinho tomando sol, quando ela se levantou viu que eu continuava do mesmo jeito.
O que foi, minha filha te deixou de dieta, será que eu não tenho nada a ver com isso?
Bom, as duas coisas, faz uns dias que a gente não transa porque ela tá gripada, e ver você pelada também não ajuda muito.
Não me diga que você fica excitado comigo, se eu podia ser sua mãe.
Então, pra ser sincero, você me deixa muito tesudo, me dá muito tesão. Imagino que com você não tenha sido a mesma coisa ao me ver.
Você me cai bem, não é que você seja muito bonito, mas de corpo você não tá nada mal. De qualquer forma, quando eu passava o creme em você, fiquei meio com tesão ao ver seu pau tão lindo, tenho que admitir que até fiquei com a buceta molhada. Mas vamos parar de falar disso e vamos dar um mergulho pra ver se a gente se acalma. Esfriamos um pouco.
A gente foi pra água, colocou os maiôs, porque tinha um casal num barquinho perto da praia e a gente ficou com vergonha de ir pelado. Ficamos nadando, ela cansou antes de mim. Quando parei de nadar, voltei pra toalha, ela estava conversando com o casal do barco. Quando ela saiu, me disse que o casal parecia legal, que tinham oferecido uma volta de barco se a gente quisesse. Eu topei na hora, porque adoro o mar e não tenho muita chance de andar de barco ou lancha.
Pegamos todas as coisas e, sem pensar, subimos no barco. Não era muito grande, mal dava pra gente ficar os quatro na parte de trás. Eles comentaram que vinham sempre pra essa praia de nudismo, mas preferiam se afastar um pouco da costa pra ficar pelados porque às vezes apareciam olheiros, e assim ficavam mais tranquilos. Ele me pareceu ter a idade da Maria, mas a parceira dele era bem mais nova, calculei uns dois ou três anos mais velha que eu. Ele era espanhol, se chamava Carlos, e ela era francesa, falava muito pouco espanhol, se chamava Nicole.
Quando a gente tava a uma distância considerável da costa, ele desligou o motor, e fomos colocando as toalhas na parte de trás, meio amontoados: eu num canto, do lado da Maria, depois Carlos e depois Nicole. Logo eles tiraram a roupa. A Maria não hesitou nem um segundo e também tirou o biquíni. Eu pulei na água pra nadar um pouco, era uma delícia nadar ali, o mar tava calmo como uma piscina e a água era cristalina. Quando voltei, eles continuavam na mesma.
O Carlos não parava de conversar com a Maria. Ele contou que a Nicole era uma amiga, que nenhum dos dois tinha parceiro fixo, e que se pegavam de vez em quando. Parecia que minha sogra e ele estavam se dando bem, ela não tirava os olhos dele. Reparei no pau dele, bem bronzeado, tava mole mas ainda assim era bem grande. Ele era bem atraente e muito falante. A Nicole falava pouco, era uma garota loira. Gostosa, esbelta, corpo atlético, coxas firmes, peitos pequenos, pelos pubianos raspados, só sobrou um triângulo. Quando subi no barco, tirei o sungão, ainda bem que na água eu não tava de pau duro.
Nicole, não sei se por ciúme porque o Carlos tava dando mais atenção pra Maria, começou a acariciar o corpo dele. Ele continuava falando, mas quando ela chegou na altura da rola, começou a acariciar ela, que foi crescendo aos poucos. Nicole tava fazendo de propósito, talvez pra mostrar que o Carlos era dela ou talvez pra esquentar a gente. O fato é que ela pegou a rola dele na mão e ficou batendo uma até ela atingir o tamanho máximo. Aí parou, deu risada e ficou olhando pra Maria e pra mim pra ver nossa reação. Minha reação foi ficar de pau duro na hora, no talo, embora agora minha rola parecesse pequena perto da dele.
Desculpa pela Nicole, mas ela vive brincando, é meio exibicionista, gosta que olhem pra ela e de esquentar o pessoal.
Eu não tava nem aí pra brincadeira dela, mas achei que a Maria devia estar se sentindo mal. Só que eu tava errado, ela não tava nada tensa, acho que até gostou. –disse– "Não se preocupem comigo, pelo contrário, gosto de ver vocês. Sinto pelo David, o coitado tá com um tesão danado hoje." – Eu fiquei vermelho porque os três riram olhando pro estado da minha rola.
Nicole falou algo em francês que a gente não entendeu, e o Carlos traduziu: – "Ela disse que se você precisar aliviar, pode fazer, bate uma, que ninguém vai falar nada."
Claro que eu tava morrendo de vontade de bater uma, mas na frente de uns desconhecidos e, pra piorar, da minha sogra. Os três pareciam esperar pra ver o que eu respondia ou fazia.
– Vontade, tenho muita, mas me dá muita vergonha.
– Se for por mim, eu viro de costas – disse a Maria.
– O menino tem razão – falou o Carlos –, mas tive uma ideia melhor: se ele nos ver... que ela fique menos encanada.
Então, sem esperar eu responder, Carlos se deitou na toalha e pegou a mão da Nicole, levando até o pau dele. Ela entendeu o que ele queria e começou a masturbar ele. Depois de algumas punhetadas, ela aproximou os lábios da ponta da cabeça dele, ficou acariciando com os lábios e, em seguida, com a língua, começou a lamber de baixo pra cima, enquanto com uma mão segurava o pau e com a outra apertava os ovos dele. Quando já estava bem lubrificado de saliva, ela enfiou na boca — não enfiou inteiro por causa do tamanhão — e começou a fazer um boquete incrível.
Eu já não aguentava mais e comecei a me masturbar, devagar, bem devagar, a mão subindo e descendo, roçando na cabecinha inchada pra intensificar a sensação. Queria que durasse porque esse espetáculo eu não teria nem nos melhores sonhos. Não sei se me excitava mais o boquete da Nicole ou ver minha sogra pelada me olhando bater uma. No quarto movimento, jorros enormes de porra saíram disparados. Me levantei um pouco e alguns respingos caíram nas pernas da minha sogra, que tava mais perto. Saiu uma quantidade danada. Quando terminei, fiquei relaxado. Nicole, vendo que eu já tinha gozado, parou de chupar o pau do Carlos.
— Viu como não foi tão difícil? — disse Maria, enquanto limpava as pernas cheias de porra. — Agora você vai ficar mais relaxado e de boa.
Aí nós quatro entramos na água, ficamos pulando e nadando um tempão. De volta ao barco, Carlos tirou umas comidas e umas cervejas. Quando acabamos, ele puxou uma garrafa de rum e ficamos tomando doses e conversando um bocado, até a garrafa de rum acabar.
— O que a gente faz agora? — disse Nicole, em espanhol com bastante dificuldade. — Tô afim de dar uma trepada.
— Eu também — disse Carlos —, mas a gente podia todo mundo participar.
— Ei, Carlos — disse Maria —, será que você não nos convidou pra... Vir com vocês para nos excitar às nossas custas?
Bom, a verdade é que sim, a gente fica com tesão quando nos olham enquanto transamos, ou participar todo mundo numa orgia, mas se vocês se sentirem mal, a gente leva vocês de volta pra costa agora mesmo.
Como eu disse antes, pra mim tanto faz, sempre tive a fantasia de que uma situação dessas acontecesse, mas não podia contar pro meu marido, não quero nem imaginar como ele reagiria, diria que sou uma piranha ou uma vagabunda.
Maria olhava pra mim, como se pedisse minha permissão, ela tinha marido e eu tinha namorada, que ainda por cima era filha dela.
Eu não vou contar nada pra Elena nem pro seu marido, se é isso que te preocupa, por mim faz o que quiser.
Preciso confessar que, antes, quando David se masturbou e a Nicole masturbava o Carlos, eu tava com muito tesão, mas não ousava falar nada.
Então Carlos se aproximou da minha sogra e começou a beijar ela na boca, enquanto com as mãos tocava os dois mamilos, bem maiores que os da Nicole. Minha sogra se deixava levar, enquanto tentava pegar o pau dele com a mão, assim que segurou, começou a mexer com uma habilidade que eu nunca imaginaria.
Nicole, com uma mão, se acariciava o clitóris enquanto com a outra enfiava dois dedos na buceta. Ela fez um sinal pra eu me aproximar dela.
Por mim, meu pau já apontava pro céu de novo, me aproximei da Nicole, deitei de barriga pra cima na toalha dela, ela sentou em cima de mim, pegou o pau e foi enfiando devagar, no começo começou a cavalgar suave, mas conforme o orgasmo se aproximava, já ia com tudo. Não demorou muito pra ela se contorcer de prazer, dando gritos, quando terminou, eu ainda não tinha gozado, ela se afastou de mim, pegou meu pau e enfiou na boca, tava fazendo um boquete de campeonato, não demorei pra gozar, todo meu leite foi parar na boca dela, ela continuava chupando enquanto engolia tudo.
Quando me levantei, olhei pra minha direita, Carlos estava por cima de María, metendo nela com o pauzão, ela gemia, -mais, mais, mais... enfia tudo- dizia, então ele socava cada vez com mais força, -ahhhh, ahhhhh, ahhhh... mmmmmm... ela estava gozando- em poucos segundos ele inundou ela de porra e parou de bombar, ficando um tempão parado em cima dela.
De volta ao apartamento, não comentamos nada, emoções demais pra um dia só. Falamos pra Elena que a gente tinha conhecido um casal que nos levou pra dar um rolê de lancha no mar, e ela ficou tão feliz que pelo menos a gente tava se divertindo.
No dia seguinte, os primeiros pensamentos que tive foram a imagem da minha sogra gemendo com o pau de Carlos na buceta peluda dela. Não tirava isso da cabeça, queria ter sido eu no lugar. Elena já tinha melhorado muito, ia ficar mais um dia no apartamento, talvez fosse o último dia que eu teria chance de tentar algo com María.
Pegamos o carro e mudamos a rota como sempre fazíamos, dessa vez não achei nenhuma praia de nudismo, que era o que eu queria, então fomos pra uma praia que também era boa, bem grande, tinha uns hotéis perto, então tava bem cheia. Hoje não vou fazer nada, pensei. Ficamos nadando, tomando sol e passando protetor, mas claro, de sunga e biquíni.
Podíamos alugar um pedalinho - disse María.
Por mim sim, assim a gente faz um pouco de exercício - os pedalinho são daqueles que vão pela água e pra andar tem que ficar pedalando.
Tivemos que alugar um pra 6 pessoas porque os pequenos estavam todos ocupados. A gente ia conversando enquanto pedalava, no final puxamos o assunto do dia anterior, não tínhamos comentado nada até então, ela tava envergonhada, mas admitiu que a experiência foi muito excitante e cheia de tesão, que quando ela tava gozando com Carlos por cima, me viu olhando pra ela e isso a deixou ainda mais molhada. a mil. Chegamos numa área que parecia bem afastada da margem. Como o jet ski tinha espaço pra mais gente, atrás dava pra deitar nós dois, mesmo apertados, e entre os bancos ninguém nos via. Então sugeri que a gente podia tomar sol pelados como ontem.
Puta que pariu, você é um safado, só quer me ver pelada de novo.
Bom, verdade, talvez não tenha outra chance de fazer isso.
Tá bom.
Ela foi pra parte de trás e ficou pelada de novo, cada vez mais aquele corpo me deixava louco. Fiz o mesmo, mas já não tinha vergonha de mostrar o pau duro de novo. Era a chance que eu tinha e não queria perder, deitamos pra tomar sol, mas logo passei a mão num peito dela, não tinha nada a perder, se ela recusasse, tudo bem, mas ela não disse nada, então apertei os mamilos, massageando, e ela, por sua vez, passou a mão no meu pau — minha sogra estava me masturbando — depois desci até a buceta peluda dela, acariciei a vulva que já tava bem molhada, ficamos assim um bom tempo.
Me levantei e sentei em cima dela, continuei tocando os peitos dela com as duas mãos, ela de olhos fechados só dizia — hmmmm — queria foder ela, mas queria me deliciar mais, beijei os lábios dela, as bochechas, a orelha, fui descendo, os mamilos, me afastei pra descer até a bocetinha peluda dela, chupei a buceta dela, tinha um cheiro forte de mulher, delicioso, lambia os sucos dela, que delícia. Fiz ela virar, queria chupar o cu dela também — que rabo gostoso. Afastei um pouco as nádegas e me diverti com a língua no cuzinho dela. Ela continuava gemendo.
Aí, hmmmm… me fode logo, por favor, não aguento mais.
Com ela de bruços, deitei em cima dela, ela pegou meu pau com a mão e guiou até a entrada da buceta dela.
Vou te foder, vou meter tudo, inteiro, esperei muito tempo por isso.
Cala a boca e faz logo, me fode. De uma vez, que não aguento mais, seu filho da puta.
E você, uma putinha.
Já metia e tirava, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhhh, a cada movimento esmagava meu corpo contra a bunda dela, ela tremia, era uma delícia, eu me deliciava, não queria que aquilo acabasse. Ela gemia, uh uh uh uh, levantou a bunda pra cima, tava gozando. Eu já tava quase, queria que durasse mais, mas não dava, que gostoso, ia gozar, apertei com mais força — já, já, já… — uns espasmos percorreram meu corpo todo, jatos de porra saindo da minha piroca dilatada — mmmmm… continuei apertando até sair a última gota. Tava com o coração a mil, tive que descansar um pouco em cima dela até ele voltar ao normal.
Tomamos um banho pra nos limpar e logo fomos pra praia, porque já tinha passado a hora do aluguel. No caminho, ela me disse que aquilo tinha sido a primeira e a última vez, que quando chegássemos na areia, nem uma palavra sobre o assunto na vida.
Minha namorada chama Elena e tem 24 anos, eu sou um pouco mais velho e me chamo David. Os pais dela são gente boa, casaram novos, e a mãe sempre me deu muito tesão. Ela é muito parecida com a filha, com mais curvas e um pouco mais cheinha, imagino que a Elena vai ser assim quando ficar mais velha. Ela se chama María.
Chegando lá, decidimos alugar um carro pra conhecer melhor a região. Tinha várias praias e muitas enseadas pequenas. Quando estávamos lá só um dia, Elena começou a passar mal com muita febre. Tivemos que ir ao médico e ele disse que era só uma gripe, mas que ela precisava ficar de cama uns dias. Que azar. Naquele dia fiquei com ela no apartamento enquanto meus sogros iam pra praia e passeavam. No dia seguinte, meu sogro recebeu uma ligação do trabalho pedindo pra ele voltar imediatamente por causa de um problema. María queria ir com ele, mas convenceram ela a ficar e aproveitar as férias.
Então ficamos nós três. Elena me pediu pra fazer o favor de acompanhar a mãe dela na praia e continuar conhecendo os lugares, que ela se virava sozinha, sem problema nenhum.
Como ela disse, fomos de carro. Passamos dois dias indo pra praia, comendo fora, visitando cidades. Mesmo sendo alguns anos mais velha, eu me sentia à vontade com ela. Dava pra falar de qualquer assunto, ela ria muito, e eu adorava ver ela de biquíni. Às vezes ela ficava de topless nas praias onde era comum. A gente passava o tempo na praia lendo, jogando cartas, brincando com raquetes ou conversando.
No terceiro dia, quando já estávamos bem longe do apartamento, Decidimos parar assim que encontrássemos uma praia ou uma enseada. A primeira que achamos não era muito grande, mas tinha uma cara muito boa e resolvemos ficar. Quando fomos nos aproximando, percebemos que era uma praia de nudismo.
Da minha parte, era a primeira vez que estava numa praia de nudismo. Sempre tive vontade de ir em alguma, tinha curiosidade, mas me dava vergonha porque achava que ia ficar de pau duro assim que me despisse. Ver as minas peladas e, além disso, elas me verem me dava muito tesão.
— Podemos ir procurar outra praia, se você quiser.
— Não se preocupa comigo, David. Podemos ir pra aquela ponta, ali parece que não tem ninguém. De qualquer forma, se você quiser ficar pelado, pra mim não tem problema. Quem sabe eu me animo e tiro tudo também. Já fui umas duas vezes em praias de nudismo.
— Beleza, vamos. Mas só pra você saber, é a primeira vez que venho numa dessas.
Aquelas palavras fizeram meu pau já começar a apertar na sunga. Talvez eu tivesse a chance de ver ela pelada. Resolvi, por enquanto, pensar em outra coisa, mas quando desviei o olhar pro resto do pessoal que estava ali, a coisa não ajudou muito. Não devia ter mais de 25 pessoas na praia, mas todas estavam nuas. Reparei em algumas mulheres que estavam tomando sol, tinha de todas as idades, algumas mais velhas, mas outras bem novinhas. Meu olhar ia pros peitos, pras bundas e pras bucetas delas, algumas bem depiladas, outras com bastante pelo. Olhei pros homens que estavam por ali, me chamou a atenção que nenhum estava de pau duro. Eu tava com o meu a todo vapor, andava com a toalha perto da sunga pra não aparecer. Só eu era o estranho, pensei.
Não contei pra vocês que já fazia uns dias que eu não transava com a Elena, desde antes de sair de férias. Também não tinha me masturbado, não por falta de vontade, mas porque não tinha tido um tempo livre pra fazer isso. Então, tava muito excitado naquele momento. Quando Chegamos num lugar afastado, estendemos nossas toalhas na areia e ficamos tomando um solzinho.
— Bom, David, você não se atreve a tirar a sunga?
— Eu até me atrevo, o problema é que os homens têm mais dificuldade…
— Você tá falando de ficar de pau duro? Se for por isso, não se preocupa, isso é natural. Na primeira vez sempre rola, depois você se acostuma. E mesmo tentando disfarçar com a sunga, já reparei no volume que você tem. Aliás, não vou falar nada pra Elena, se isso te preocupa. Vai ser um segredo nosso.
Fiquei meio sem graça, não sabia o que dizer. Me dava vergonha ficar pelado na frente da minha sogra, parecia errado. Por outro lado, a gente tinha bastante intimidade, mas não imaginava que ela fosse falar comigo daquele jeito, usando essas palavras. Também pensei que nunca mais teria outra chance como essa de ver o corpo nu dela.
— Tá bom, disso ninguém fala nada. Vou tirar a sunga, mas se eu tirar, você também tira a sua.
— Pra mim não tem problema nenhum, olha.
Ela tirou a parte de baixo do biquíni. Que espetáculo. Tinha uma bela moita de pelos na buceta, quadris largos, a pele branca na área do biquíni. Não conseguia parar de olhar. Aí tirei minha sunga, tava com o pau totalmente duro. Puxei um pouco a pele pra trás pra deixar a cabecinha toda livre. Ela tava imensa, vermelho-arroxeada, brilhante, o freio puxando de um lado. Meu pau não é muito comprido, uns 16 cm, mas é bem grosso. Maria olhava sem nenhum disfarce, mas não fez nenhum comentário.
— Acho que se não passarmos protetor, vamos queimar — ela disse. — Passa creme em mim, que depois eu te passo.
Nesses dias a gente já tinha passado creme um no outro, mas só nas costas. Dessa vez, além de passar o creme, fiquei me deliciando vendo a raba dela. Deitada de bruços, eu do lado dela, a bunda era deliciosa, esplêndida, umas gotinhas de líquido escorriam da ponta da minha cabecinha.
Se não se importa, me passa um pouco na bunda também, por favor.
Eu estava encantado, o toque macio, a pele suave, fiquei um tempão acariciando e massageando devagar as nádegas dela, uma das vezes não consegui evitar deslizar os dedos pela racha da bunda, ela deu um pulo.
Se quiser, fode eu por frente.
Ha, ha, acho que você tá gostando de passar o creme em mim hoje mais que nos outros dias, fica tranquilo que por frente eu já dou conta.
Depois foi a minha vez, ela passou o creme por trás, em todos os lugares, costas, pernas, nádegas, bunda. Eu continuava duro, se os movimentos fossem um pouco mais fortes, eu teria gozado com o atrito da toalha. Virei quando ela terminou, e ela continuou passando o creme na parte de cima, eu fechei os olhos, primeiro passou nos ombros, braços, peito e abdômen, depois desceu para os pés, pernas e coxas, e após uns instantes de hesitação, passou na virilha, e ao redor da base do pau e das bolas, um arrepio percorreu meu corpo inteiro, eu não queria que parasse. O resto você se vira – ela disse. Ficamos um tempinho tomando sol, quando ela se levantou viu que eu continuava do mesmo jeito.
O que foi, minha filha te deixou de dieta, será que eu não tenho nada a ver com isso?
Bom, as duas coisas, faz uns dias que a gente não transa porque ela tá gripada, e ver você pelada também não ajuda muito.
Não me diga que você fica excitado comigo, se eu podia ser sua mãe.
Então, pra ser sincero, você me deixa muito tesudo, me dá muito tesão. Imagino que com você não tenha sido a mesma coisa ao me ver.
Você me cai bem, não é que você seja muito bonito, mas de corpo você não tá nada mal. De qualquer forma, quando eu passava o creme em você, fiquei meio com tesão ao ver seu pau tão lindo, tenho que admitir que até fiquei com a buceta molhada. Mas vamos parar de falar disso e vamos dar um mergulho pra ver se a gente se acalma. Esfriamos um pouco.
A gente foi pra água, colocou os maiôs, porque tinha um casal num barquinho perto da praia e a gente ficou com vergonha de ir pelado. Ficamos nadando, ela cansou antes de mim. Quando parei de nadar, voltei pra toalha, ela estava conversando com o casal do barco. Quando ela saiu, me disse que o casal parecia legal, que tinham oferecido uma volta de barco se a gente quisesse. Eu topei na hora, porque adoro o mar e não tenho muita chance de andar de barco ou lancha.
Pegamos todas as coisas e, sem pensar, subimos no barco. Não era muito grande, mal dava pra gente ficar os quatro na parte de trás. Eles comentaram que vinham sempre pra essa praia de nudismo, mas preferiam se afastar um pouco da costa pra ficar pelados porque às vezes apareciam olheiros, e assim ficavam mais tranquilos. Ele me pareceu ter a idade da Maria, mas a parceira dele era bem mais nova, calculei uns dois ou três anos mais velha que eu. Ele era espanhol, se chamava Carlos, e ela era francesa, falava muito pouco espanhol, se chamava Nicole.
Quando a gente tava a uma distância considerável da costa, ele desligou o motor, e fomos colocando as toalhas na parte de trás, meio amontoados: eu num canto, do lado da Maria, depois Carlos e depois Nicole. Logo eles tiraram a roupa. A Maria não hesitou nem um segundo e também tirou o biquíni. Eu pulei na água pra nadar um pouco, era uma delícia nadar ali, o mar tava calmo como uma piscina e a água era cristalina. Quando voltei, eles continuavam na mesma.
O Carlos não parava de conversar com a Maria. Ele contou que a Nicole era uma amiga, que nenhum dos dois tinha parceiro fixo, e que se pegavam de vez em quando. Parecia que minha sogra e ele estavam se dando bem, ela não tirava os olhos dele. Reparei no pau dele, bem bronzeado, tava mole mas ainda assim era bem grande. Ele era bem atraente e muito falante. A Nicole falava pouco, era uma garota loira. Gostosa, esbelta, corpo atlético, coxas firmes, peitos pequenos, pelos pubianos raspados, só sobrou um triângulo. Quando subi no barco, tirei o sungão, ainda bem que na água eu não tava de pau duro.
Nicole, não sei se por ciúme porque o Carlos tava dando mais atenção pra Maria, começou a acariciar o corpo dele. Ele continuava falando, mas quando ela chegou na altura da rola, começou a acariciar ela, que foi crescendo aos poucos. Nicole tava fazendo de propósito, talvez pra mostrar que o Carlos era dela ou talvez pra esquentar a gente. O fato é que ela pegou a rola dele na mão e ficou batendo uma até ela atingir o tamanho máximo. Aí parou, deu risada e ficou olhando pra Maria e pra mim pra ver nossa reação. Minha reação foi ficar de pau duro na hora, no talo, embora agora minha rola parecesse pequena perto da dele.
Desculpa pela Nicole, mas ela vive brincando, é meio exibicionista, gosta que olhem pra ela e de esquentar o pessoal.
Eu não tava nem aí pra brincadeira dela, mas achei que a Maria devia estar se sentindo mal. Só que eu tava errado, ela não tava nada tensa, acho que até gostou. –disse– "Não se preocupem comigo, pelo contrário, gosto de ver vocês. Sinto pelo David, o coitado tá com um tesão danado hoje." – Eu fiquei vermelho porque os três riram olhando pro estado da minha rola.
Nicole falou algo em francês que a gente não entendeu, e o Carlos traduziu: – "Ela disse que se você precisar aliviar, pode fazer, bate uma, que ninguém vai falar nada."
Claro que eu tava morrendo de vontade de bater uma, mas na frente de uns desconhecidos e, pra piorar, da minha sogra. Os três pareciam esperar pra ver o que eu respondia ou fazia.
– Vontade, tenho muita, mas me dá muita vergonha.
– Se for por mim, eu viro de costas – disse a Maria.
– O menino tem razão – falou o Carlos –, mas tive uma ideia melhor: se ele nos ver... que ela fique menos encanada.
Então, sem esperar eu responder, Carlos se deitou na toalha e pegou a mão da Nicole, levando até o pau dele. Ela entendeu o que ele queria e começou a masturbar ele. Depois de algumas punhetadas, ela aproximou os lábios da ponta da cabeça dele, ficou acariciando com os lábios e, em seguida, com a língua, começou a lamber de baixo pra cima, enquanto com uma mão segurava o pau e com a outra apertava os ovos dele. Quando já estava bem lubrificado de saliva, ela enfiou na boca — não enfiou inteiro por causa do tamanhão — e começou a fazer um boquete incrível.
Eu já não aguentava mais e comecei a me masturbar, devagar, bem devagar, a mão subindo e descendo, roçando na cabecinha inchada pra intensificar a sensação. Queria que durasse porque esse espetáculo eu não teria nem nos melhores sonhos. Não sei se me excitava mais o boquete da Nicole ou ver minha sogra pelada me olhando bater uma. No quarto movimento, jorros enormes de porra saíram disparados. Me levantei um pouco e alguns respingos caíram nas pernas da minha sogra, que tava mais perto. Saiu uma quantidade danada. Quando terminei, fiquei relaxado. Nicole, vendo que eu já tinha gozado, parou de chupar o pau do Carlos.
— Viu como não foi tão difícil? — disse Maria, enquanto limpava as pernas cheias de porra. — Agora você vai ficar mais relaxado e de boa.
Aí nós quatro entramos na água, ficamos pulando e nadando um tempão. De volta ao barco, Carlos tirou umas comidas e umas cervejas. Quando acabamos, ele puxou uma garrafa de rum e ficamos tomando doses e conversando um bocado, até a garrafa de rum acabar.
— O que a gente faz agora? — disse Nicole, em espanhol com bastante dificuldade. — Tô afim de dar uma trepada.
— Eu também — disse Carlos —, mas a gente podia todo mundo participar.
— Ei, Carlos — disse Maria —, será que você não nos convidou pra... Vir com vocês para nos excitar às nossas custas?
Bom, a verdade é que sim, a gente fica com tesão quando nos olham enquanto transamos, ou participar todo mundo numa orgia, mas se vocês se sentirem mal, a gente leva vocês de volta pra costa agora mesmo.
Como eu disse antes, pra mim tanto faz, sempre tive a fantasia de que uma situação dessas acontecesse, mas não podia contar pro meu marido, não quero nem imaginar como ele reagiria, diria que sou uma piranha ou uma vagabunda.
Maria olhava pra mim, como se pedisse minha permissão, ela tinha marido e eu tinha namorada, que ainda por cima era filha dela.
Eu não vou contar nada pra Elena nem pro seu marido, se é isso que te preocupa, por mim faz o que quiser.
Preciso confessar que, antes, quando David se masturbou e a Nicole masturbava o Carlos, eu tava com muito tesão, mas não ousava falar nada.
Então Carlos se aproximou da minha sogra e começou a beijar ela na boca, enquanto com as mãos tocava os dois mamilos, bem maiores que os da Nicole. Minha sogra se deixava levar, enquanto tentava pegar o pau dele com a mão, assim que segurou, começou a mexer com uma habilidade que eu nunca imaginaria.
Nicole, com uma mão, se acariciava o clitóris enquanto com a outra enfiava dois dedos na buceta. Ela fez um sinal pra eu me aproximar dela.
Por mim, meu pau já apontava pro céu de novo, me aproximei da Nicole, deitei de barriga pra cima na toalha dela, ela sentou em cima de mim, pegou o pau e foi enfiando devagar, no começo começou a cavalgar suave, mas conforme o orgasmo se aproximava, já ia com tudo. Não demorou muito pra ela se contorcer de prazer, dando gritos, quando terminou, eu ainda não tinha gozado, ela se afastou de mim, pegou meu pau e enfiou na boca, tava fazendo um boquete de campeonato, não demorei pra gozar, todo meu leite foi parar na boca dela, ela continuava chupando enquanto engolia tudo.
Quando me levantei, olhei pra minha direita, Carlos estava por cima de María, metendo nela com o pauzão, ela gemia, -mais, mais, mais... enfia tudo- dizia, então ele socava cada vez com mais força, -ahhhh, ahhhhh, ahhhh... mmmmmm... ela estava gozando- em poucos segundos ele inundou ela de porra e parou de bombar, ficando um tempão parado em cima dela.
De volta ao apartamento, não comentamos nada, emoções demais pra um dia só. Falamos pra Elena que a gente tinha conhecido um casal que nos levou pra dar um rolê de lancha no mar, e ela ficou tão feliz que pelo menos a gente tava se divertindo.
No dia seguinte, os primeiros pensamentos que tive foram a imagem da minha sogra gemendo com o pau de Carlos na buceta peluda dela. Não tirava isso da cabeça, queria ter sido eu no lugar. Elena já tinha melhorado muito, ia ficar mais um dia no apartamento, talvez fosse o último dia que eu teria chance de tentar algo com María.
Pegamos o carro e mudamos a rota como sempre fazíamos, dessa vez não achei nenhuma praia de nudismo, que era o que eu queria, então fomos pra uma praia que também era boa, bem grande, tinha uns hotéis perto, então tava bem cheia. Hoje não vou fazer nada, pensei. Ficamos nadando, tomando sol e passando protetor, mas claro, de sunga e biquíni.
Podíamos alugar um pedalinho - disse María.
Por mim sim, assim a gente faz um pouco de exercício - os pedalinho são daqueles que vão pela água e pra andar tem que ficar pedalando.
Tivemos que alugar um pra 6 pessoas porque os pequenos estavam todos ocupados. A gente ia conversando enquanto pedalava, no final puxamos o assunto do dia anterior, não tínhamos comentado nada até então, ela tava envergonhada, mas admitiu que a experiência foi muito excitante e cheia de tesão, que quando ela tava gozando com Carlos por cima, me viu olhando pra ela e isso a deixou ainda mais molhada. a mil. Chegamos numa área que parecia bem afastada da margem. Como o jet ski tinha espaço pra mais gente, atrás dava pra deitar nós dois, mesmo apertados, e entre os bancos ninguém nos via. Então sugeri que a gente podia tomar sol pelados como ontem.
Puta que pariu, você é um safado, só quer me ver pelada de novo.
Bom, verdade, talvez não tenha outra chance de fazer isso.
Tá bom.
Ela foi pra parte de trás e ficou pelada de novo, cada vez mais aquele corpo me deixava louco. Fiz o mesmo, mas já não tinha vergonha de mostrar o pau duro de novo. Era a chance que eu tinha e não queria perder, deitamos pra tomar sol, mas logo passei a mão num peito dela, não tinha nada a perder, se ela recusasse, tudo bem, mas ela não disse nada, então apertei os mamilos, massageando, e ela, por sua vez, passou a mão no meu pau — minha sogra estava me masturbando — depois desci até a buceta peluda dela, acariciei a vulva que já tava bem molhada, ficamos assim um bom tempo.
Me levantei e sentei em cima dela, continuei tocando os peitos dela com as duas mãos, ela de olhos fechados só dizia — hmmmm — queria foder ela, mas queria me deliciar mais, beijei os lábios dela, as bochechas, a orelha, fui descendo, os mamilos, me afastei pra descer até a bocetinha peluda dela, chupei a buceta dela, tinha um cheiro forte de mulher, delicioso, lambia os sucos dela, que delícia. Fiz ela virar, queria chupar o cu dela também — que rabo gostoso. Afastei um pouco as nádegas e me diverti com a língua no cuzinho dela. Ela continuava gemendo.
Aí, hmmmm… me fode logo, por favor, não aguento mais.
Com ela de bruços, deitei em cima dela, ela pegou meu pau com a mão e guiou até a entrada da buceta dela.
Vou te foder, vou meter tudo, inteiro, esperei muito tempo por isso.
Cala a boca e faz logo, me fode. De uma vez, que não aguento mais, seu filho da puta.
E você, uma putinha.
Já metia e tirava, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhhh, a cada movimento esmagava meu corpo contra a bunda dela, ela tremia, era uma delícia, eu me deliciava, não queria que aquilo acabasse. Ela gemia, uh uh uh uh, levantou a bunda pra cima, tava gozando. Eu já tava quase, queria que durasse mais, mas não dava, que gostoso, ia gozar, apertei com mais força — já, já, já… — uns espasmos percorreram meu corpo todo, jatos de porra saindo da minha piroca dilatada — mmmmm… continuei apertando até sair a última gota. Tava com o coração a mil, tive que descansar um pouco em cima dela até ele voltar ao normal.
Tomamos um banho pra nos limpar e logo fomos pra praia, porque já tinha passado a hora do aluguel. No caminho, ela me disse que aquilo tinha sido a primeira e a última vez, que quando chegássemos na areia, nem uma palavra sobre o assunto na vida.
10 comentários - Férias dos sonhos com minha sogra