É um pouco longo, mas vale a pena!!
Mesmo que muitas vezes seja difícil acreditar nesse tipo de história, a gente nunca sabe. Dessa vez foi comigo e é algo inexplicável.
Aconteceu uns 2 anos atrás com uma garota que eu nunca tinha visto. Tivemos um "encontro às cegas" e foi isso que rolou. Espero que vocês curtam, galera!
Meu nome é Mariano, e uns 2 anos atrás eu trabalhava numa empresa com a qual viajava uma vez por mês e ficava uns 15 dias fora de casa. Tudo começou numa cidade a uns 700 km da minha, quando meu colega teve que ir no banco transferir dinheiro pro meu chefe e eu aproveitei pra ir num cyber checar e-mails, bater papo, espairecer um pouco, já que na viagem era quase o tempo todo trabalhar, comer, dormir e trabalhar. Entro numa cabine com um computador e vejo que na parede tem um e-mail, de uma garota, pra ser exato. Adiciono ela, afinal, não tenho nada a perder. Os dias passam e não recebo notícias. Também não me conectei muito mais nessa viagem. Já na minha casa, na minha cidade, um dia no MSN ela me chama: "oi, novo amigo". Começamos a conversar, rolou uma química boa, ambos ouvíamos o mesmo tipo de música, curtíamos o mesmo estilo. Continuamos nos falando com o passar dos dias. Bate-papo sempre. Começamos a trocar fotos. Uma morena gostosa, parecia bonita na foto. Sempre mostrando a raba e essas coisas. Um dia ela me passa o número do celular, liguei, conversamos um pouco, e começou a rolar um outro tipo de interesse. Eu já dava em cima, ela também, e combinamos que na minha próxima viagem a gente se encontraria. Os dias foram passando, eu comecei minha viagem. Nos escrevíamos direto. Eu mantinha ela informada de quando chegaria na cidade dela e tal. Quando estou quase chegando, ligo pra ela e falo que quero nos ver, que me dissesse onde, que eu ia. Meu colega me deixa num bar onde a gente tinha combinado e vai dormir numa cidade a uns 15 km de onde estávamos. Espero alguns minutos e ela chega, de táxi. "Que impaciente!" ela diz, já que como eu não chegava, eu já tava... Esquentando. Não gosto de esperar muito, pra ser sincero, haja. "E então... —falei— não sabia se você ia vir, se tava me zoando ou o quê." Claro, como não conhecia ela pessoalmente, podia ser qualquer coisa. A gente riu e entrou pra tomar uma cerveja. Copo vai, copo vem, a gente conversou, morreu de rir, e aí chega uma amiga dela com outros amigos. Atrapalhou um pouco toda a história, mas sem problema. "Você me acompanha comprar cigarro?", ela fala. "Bora, vamos", respondi. Fomos a uma banca na esquina do bar. Espero ela do lado de fora e, quando sai, enfio um baita beijão nela. A gente sorriu e voltou pro bar, trocando uns beijos pelo caminho. Já de volta com os amigos dela, querendo ficar a sós um pouco, a gente se despediu deles e foi pra uma praça que tava na frente do bar. Começaram os beijos, as carícias. As carícias foram virando apalpação, agarração, a gente começou a esquentar e eu fiz questão de deixar claro: "não me deixa quenteee..." e a gente se apertava, eu massageava a bunda dela. "Mmmm... que bundinha gostosa", falava enquanto apertava. "Já fizeram em você?", perguntei (amo rabetas, adoro, elas tiram o pior de mim), e ela respondeu "mmm não... mas adoraria". Nisso, enfio uma mão por trás, chego no furinho da bunda dela e começo a massagear. Tudo isso numa praça, encostado num muro, na frente de um prédio gigante, tipo uma empresa ou um banco, tudo de vidro. Tanto faz. Mas não tava nem aí, eu tava muito excitado, e ela não mostrava nenhum sinal de rejeição. Tava adorando, a putinha. Enquanto massageio o furinho da bunda dela, pergunto: "cê gosta?" e ela fala "sim, mas prefiro na buceta". Automaticamente comecei a dedar ela. A gente esquentou de vez e comecei a comentar a vontade que tava de ela chupar minha pica. E ela fala "vamos pro parque que fica a uma quadra daqui" (a praça onde a gente tava era estranha, na verdade era tipo o "parque" do prédio que falei. Algo assim). Falei pra ela Tá louca!!? nem a pau!". Seguimos na mesma, mas eu já não aguentava mais. Ela continuava insistindo e eu não podia ser tão otário de continuar recusando uma proposta tão gostosa. É que pra mim era muito louco pensar na ideia de estar no parque e essa mina me chupar. Imagina se a polícia aparecia. Eu sei lá o que podia dar, né?. Num momento, falo pra ela "já foi, vamos pro parque". "Fechou, vamos" ela responde. Partimos pro parque. E ainda por cima não era uma noite bonita de verão, tava bem friozinho, mas eu tava fervendo. Sentamos num banco na área mais escura que achamos. Olhamos pra ver se não vinha ninguém. Começamos a nos beijar de novo, tiro a piroca dela e falo "quer chupar? vai lá". A mocinha desce direto pro pau e começa. Não não não... não consigo nem explicar como aquela gostosa chupava o pau. Me fazia delirar. Num momento vejo de longe um cara que, pelo jeito e de onde vinha andando, ia passar na nossa frente. Falo "espera o cara passar". Ela levanta, a gente fingiu demência, e quando ele vai embora falo "vai, você é incrível". Ela me chupa por um bom tempo, e eu: "meu deus! você gosta, hein? como você chupa, puta, incrível" (do jeito que dava, claro, quase não conseguia falar). Até que chegou O momento: "vou gozar", falo, e a puta continuava, e eu tava louco. "Aahh, quer todo o meu gozo na sua boquinha?". Do jeito que dava com tudo de pau que cabia na boca dela, ela fez o gesto de "SIM". Enchi a boca dela de porra, ela se virou de lado e cuspiu, embora depois tenha confessado que engoliu um pouquinho e amou. Depois disso levantamos, fomos pegar um táxi, ela desceu na casa dela e eu fui dormir. Mas isso não termina aqui.
No outro dia começa uma série de mensagens tipo "mmm que pau gostoso você tem... quero seu gozo de novo na minha boca, tava uma delícia!!". Eu na caminhonete, com meu colega, sem saber onde me enfiar. Na mesma tarde falei pra ela passar num local onde eu ia estar trabalhando. Ela foi. Tava com um amigo. A gente se deu uns beijos e Ela foi embora. Eu nem imaginava que depois ia poder ver ela de novo. À noite, mensagem vai, mensagem vem, ela me diz: "Tô com o Martín (o amigo dela) jogando sinuca em tal bar". Fui pra lá, jogamos sinuca, tomamos umas cervejas e começamos a esquentar. A gente se beijava e eu encostava ela por trás. Com uma cara de puta safada do caralho, ela falava: "Vamos pro hotel, Mariano, tô toda molhada, super excitada, eu pago!". Eu não acreditava. "Tô morrendo de vontade de te levar pro hotel, chupar você toda e você me comer toda". E assim por um tempo. Mas... e o amigo?!! "Bom... o que a gente faz? Vamos embora?" eu sugeri. "Fechou. Martín, bora?", ela respondeu. Acompanhamos o amigo por umas quadras até finalmente nos livrarmos dele! A gente se beijou, felizes por estarmos sozinhos de novo, super excitados. Entramos num táxi e fomos pro hotel. Chegamos, nos jogamos na cama. Começamos a nos beijar, tirei a camiseta dela, chupei os peitos dela um pouco enquanto ela olhava e ficava ainda mais excitada com o espelho no teto. Chupei a barriguinha dela enquanto descia pra chegar naquela buceta gostosa dela. Chupei ela por um bom tempo, olhei pra ela e falei: "Quero te foder, vai!". E ela responde, com toda a voz de gatinha: "Mas primeiro pelo cuzinho". Meus olhos se arregalaram igual dois ovos cozidos. Virei ela na hora e, como num bom filme pornô, cuspi no cu dela, bem cuspido. Enfiei um dedo. Entrou fácil (mentira que nunca tinham feito isso nela, hahaha). Ela reclamou um pouco, mas entrou fácil. Comecei a meter devagar até que ela solta um gemido, e eu pergunto: "Tá bem?", "Tô, continua", ela disse. Empurrei até entrar tudo. Meu deus, que sensação! Comecei a bombar, cada vez mais forte. "Tá gostando?" eu perguntava, e ela "hummm, sim, tô amando!!!". Coloquei ela de quatro e continuei metendo, e ela diz: "Aaahhh, mais forte!", com a melhor cara de puta, me olhando cheia de desejo, e eu entrei com mais força. Vocês não têm ideia de como a pica entrava naquele cu. Era um filme. Tirei a pica de uma vez e o cu dela ficou aberto. "Cê gosta, puta, hein? Cê gosta de levar quebra o bum", "aaiii sim, sim, continua, ah ah ah!!". Virei ela, levantei um pouco as perninhas dela e meti de uma vez de novo. Como entrava... Até que não aguentei mais e perguntei "gozo dentro?" e ela responde "não, nos peitos". Tirei a pica e gozei tudo nos peitos dela. A putinha passava as mãos na porra e esfregava nos próprios peitos. Deitamos, conversamos um pouco até que ela começou a me chupar de novo. Finalmente! Nunca ninguém chupou minha pica como essa mina, era incrível!. Coloquei a camisinha e comecei a meter na buceta dela. Ela gritava igual uma puta. Qualquer um ia querer estar com uma mina assim na cama! Tão puta. Ela gosta de tudo, curte, adora e capricha! E eu tava comendo ela ali! Tava louco. Ela gozou com um grito do caralho, tava toda molhada. Eu continuei, atrás dela. Ela tomou uma ducha rápida, pedimos um táxi e fomos embora, igual no encontro anterior. Ela desceu na casa dela e eu segui até a cidade pra dormir.
Graças a deus, hoje ainda tenho contato com ela. A gente troca ideia, se manda mensagem, sempre terminamos muito tarados. Hoje eu não trabalho mais naquela empresa, então não voltei pra aqueles lados. Ela hoje tem namorado, mas a gente tá esperando o próximo encontro pra se acabar. Os dois tão na maior ansiedade. Tomara que seja logo.
Espero que tenham gostado.
Abraços pra todos e não hesitem em comentar ou escrever!
Mesmo que muitas vezes seja difícil acreditar nesse tipo de história, a gente nunca sabe. Dessa vez foi comigo e é algo inexplicável.
Aconteceu uns 2 anos atrás com uma garota que eu nunca tinha visto. Tivemos um "encontro às cegas" e foi isso que rolou. Espero que vocês curtam, galera!
Meu nome é Mariano, e uns 2 anos atrás eu trabalhava numa empresa com a qual viajava uma vez por mês e ficava uns 15 dias fora de casa. Tudo começou numa cidade a uns 700 km da minha, quando meu colega teve que ir no banco transferir dinheiro pro meu chefe e eu aproveitei pra ir num cyber checar e-mails, bater papo, espairecer um pouco, já que na viagem era quase o tempo todo trabalhar, comer, dormir e trabalhar. Entro numa cabine com um computador e vejo que na parede tem um e-mail, de uma garota, pra ser exato. Adiciono ela, afinal, não tenho nada a perder. Os dias passam e não recebo notícias. Também não me conectei muito mais nessa viagem. Já na minha casa, na minha cidade, um dia no MSN ela me chama: "oi, novo amigo". Começamos a conversar, rolou uma química boa, ambos ouvíamos o mesmo tipo de música, curtíamos o mesmo estilo. Continuamos nos falando com o passar dos dias. Bate-papo sempre. Começamos a trocar fotos. Uma morena gostosa, parecia bonita na foto. Sempre mostrando a raba e essas coisas. Um dia ela me passa o número do celular, liguei, conversamos um pouco, e começou a rolar um outro tipo de interesse. Eu já dava em cima, ela também, e combinamos que na minha próxima viagem a gente se encontraria. Os dias foram passando, eu comecei minha viagem. Nos escrevíamos direto. Eu mantinha ela informada de quando chegaria na cidade dela e tal. Quando estou quase chegando, ligo pra ela e falo que quero nos ver, que me dissesse onde, que eu ia. Meu colega me deixa num bar onde a gente tinha combinado e vai dormir numa cidade a uns 15 km de onde estávamos. Espero alguns minutos e ela chega, de táxi. "Que impaciente!" ela diz, já que como eu não chegava, eu já tava... Esquentando. Não gosto de esperar muito, pra ser sincero, haja. "E então... —falei— não sabia se você ia vir, se tava me zoando ou o quê." Claro, como não conhecia ela pessoalmente, podia ser qualquer coisa. A gente riu e entrou pra tomar uma cerveja. Copo vai, copo vem, a gente conversou, morreu de rir, e aí chega uma amiga dela com outros amigos. Atrapalhou um pouco toda a história, mas sem problema. "Você me acompanha comprar cigarro?", ela fala. "Bora, vamos", respondi. Fomos a uma banca na esquina do bar. Espero ela do lado de fora e, quando sai, enfio um baita beijão nela. A gente sorriu e voltou pro bar, trocando uns beijos pelo caminho. Já de volta com os amigos dela, querendo ficar a sós um pouco, a gente se despediu deles e foi pra uma praça que tava na frente do bar. Começaram os beijos, as carícias. As carícias foram virando apalpação, agarração, a gente começou a esquentar e eu fiz questão de deixar claro: "não me deixa quenteee..." e a gente se apertava, eu massageava a bunda dela. "Mmmm... que bundinha gostosa", falava enquanto apertava. "Já fizeram em você?", perguntei (amo rabetas, adoro, elas tiram o pior de mim), e ela respondeu "mmm não... mas adoraria". Nisso, enfio uma mão por trás, chego no furinho da bunda dela e começo a massagear. Tudo isso numa praça, encostado num muro, na frente de um prédio gigante, tipo uma empresa ou um banco, tudo de vidro. Tanto faz. Mas não tava nem aí, eu tava muito excitado, e ela não mostrava nenhum sinal de rejeição. Tava adorando, a putinha. Enquanto massageio o furinho da bunda dela, pergunto: "cê gosta?" e ela fala "sim, mas prefiro na buceta". Automaticamente comecei a dedar ela. A gente esquentou de vez e comecei a comentar a vontade que tava de ela chupar minha pica. E ela fala "vamos pro parque que fica a uma quadra daqui" (a praça onde a gente tava era estranha, na verdade era tipo o "parque" do prédio que falei. Algo assim). Falei pra ela Tá louca!!? nem a pau!". Seguimos na mesma, mas eu já não aguentava mais. Ela continuava insistindo e eu não podia ser tão otário de continuar recusando uma proposta tão gostosa. É que pra mim era muito louco pensar na ideia de estar no parque e essa mina me chupar. Imagina se a polícia aparecia. Eu sei lá o que podia dar, né?. Num momento, falo pra ela "já foi, vamos pro parque". "Fechou, vamos" ela responde. Partimos pro parque. E ainda por cima não era uma noite bonita de verão, tava bem friozinho, mas eu tava fervendo. Sentamos num banco na área mais escura que achamos. Olhamos pra ver se não vinha ninguém. Começamos a nos beijar de novo, tiro a piroca dela e falo "quer chupar? vai lá". A mocinha desce direto pro pau e começa. Não não não... não consigo nem explicar como aquela gostosa chupava o pau. Me fazia delirar. Num momento vejo de longe um cara que, pelo jeito e de onde vinha andando, ia passar na nossa frente. Falo "espera o cara passar". Ela levanta, a gente fingiu demência, e quando ele vai embora falo "vai, você é incrível". Ela me chupa por um bom tempo, e eu: "meu deus! você gosta, hein? como você chupa, puta, incrível" (do jeito que dava, claro, quase não conseguia falar). Até que chegou O momento: "vou gozar", falo, e a puta continuava, e eu tava louco. "Aahh, quer todo o meu gozo na sua boquinha?". Do jeito que dava com tudo de pau que cabia na boca dela, ela fez o gesto de "SIM". Enchi a boca dela de porra, ela se virou de lado e cuspiu, embora depois tenha confessado que engoliu um pouquinho e amou. Depois disso levantamos, fomos pegar um táxi, ela desceu na casa dela e eu fui dormir. Mas isso não termina aqui.
No outro dia começa uma série de mensagens tipo "mmm que pau gostoso você tem... quero seu gozo de novo na minha boca, tava uma delícia!!". Eu na caminhonete, com meu colega, sem saber onde me enfiar. Na mesma tarde falei pra ela passar num local onde eu ia estar trabalhando. Ela foi. Tava com um amigo. A gente se deu uns beijos e Ela foi embora. Eu nem imaginava que depois ia poder ver ela de novo. À noite, mensagem vai, mensagem vem, ela me diz: "Tô com o Martín (o amigo dela) jogando sinuca em tal bar". Fui pra lá, jogamos sinuca, tomamos umas cervejas e começamos a esquentar. A gente se beijava e eu encostava ela por trás. Com uma cara de puta safada do caralho, ela falava: "Vamos pro hotel, Mariano, tô toda molhada, super excitada, eu pago!". Eu não acreditava. "Tô morrendo de vontade de te levar pro hotel, chupar você toda e você me comer toda". E assim por um tempo. Mas... e o amigo?!! "Bom... o que a gente faz? Vamos embora?" eu sugeri. "Fechou. Martín, bora?", ela respondeu. Acompanhamos o amigo por umas quadras até finalmente nos livrarmos dele! A gente se beijou, felizes por estarmos sozinhos de novo, super excitados. Entramos num táxi e fomos pro hotel. Chegamos, nos jogamos na cama. Começamos a nos beijar, tirei a camiseta dela, chupei os peitos dela um pouco enquanto ela olhava e ficava ainda mais excitada com o espelho no teto. Chupei a barriguinha dela enquanto descia pra chegar naquela buceta gostosa dela. Chupei ela por um bom tempo, olhei pra ela e falei: "Quero te foder, vai!". E ela responde, com toda a voz de gatinha: "Mas primeiro pelo cuzinho". Meus olhos se arregalaram igual dois ovos cozidos. Virei ela na hora e, como num bom filme pornô, cuspi no cu dela, bem cuspido. Enfiei um dedo. Entrou fácil (mentira que nunca tinham feito isso nela, hahaha). Ela reclamou um pouco, mas entrou fácil. Comecei a meter devagar até que ela solta um gemido, e eu pergunto: "Tá bem?", "Tô, continua", ela disse. Empurrei até entrar tudo. Meu deus, que sensação! Comecei a bombar, cada vez mais forte. "Tá gostando?" eu perguntava, e ela "hummm, sim, tô amando!!!". Coloquei ela de quatro e continuei metendo, e ela diz: "Aaahhh, mais forte!", com a melhor cara de puta, me olhando cheia de desejo, e eu entrei com mais força. Vocês não têm ideia de como a pica entrava naquele cu. Era um filme. Tirei a pica de uma vez e o cu dela ficou aberto. "Cê gosta, puta, hein? Cê gosta de levar quebra o bum", "aaiii sim, sim, continua, ah ah ah!!". Virei ela, levantei um pouco as perninhas dela e meti de uma vez de novo. Como entrava... Até que não aguentei mais e perguntei "gozo dentro?" e ela responde "não, nos peitos". Tirei a pica e gozei tudo nos peitos dela. A putinha passava as mãos na porra e esfregava nos próprios peitos. Deitamos, conversamos um pouco até que ela começou a me chupar de novo. Finalmente! Nunca ninguém chupou minha pica como essa mina, era incrível!. Coloquei a camisinha e comecei a meter na buceta dela. Ela gritava igual uma puta. Qualquer um ia querer estar com uma mina assim na cama! Tão puta. Ela gosta de tudo, curte, adora e capricha! E eu tava comendo ela ali! Tava louco. Ela gozou com um grito do caralho, tava toda molhada. Eu continuei, atrás dela. Ela tomou uma ducha rápida, pedimos um táxi e fomos embora, igual no encontro anterior. Ela desceu na casa dela e eu segui até a cidade pra dormir.
Graças a deus, hoje ainda tenho contato com ela. A gente troca ideia, se manda mensagem, sempre terminamos muito tarados. Hoje eu não trabalho mais naquela empresa, então não voltei pra aqueles lados. Ela hoje tem namorado, mas a gente tá esperando o próximo encontro pra se acabar. Os dois tão na maior ansiedade. Tomara que seja logo.
Espero que tenham gostado.
Abraços pra todos e não hesitem em comentar ou escrever!
6 comentários - Viagem de trabalho bem gostosa
😉