Capítulo 1, A Captura
Na Venezuela, há mais de 20 anos, um espião e sua filha, uma aprendiz de espiã, estão disfarçados. Seus nomes são Gabriela Yrene Barzana Salas, professora universitária, nascida em Santiago, Chile; mulher branca, 1,80 m de altura, medidas 89-62-91, tamanho do pé EUA: 10,5 (EUR: 41 sapatos - 42 sandálias), olhos grandes verde-mar, cabelo loiro até os ombros e um corpo atlético (forma física invejável para qualquer mulher da idade dela). Ela trabalha para a Agência de Missões Secretas do Chile (AMSC) e é espiã desde 1978 (quando tinha 18 anos), quando foi presa pela polícia chilena sob acusações de roubo e furto à mão armada, pegando 3 anos de cadeia. Após um rigoroso processo de seleção, a agência secreta decidiu recrutá-la para suas fileiras, levando em conta sua habilidade para furtar objetos (desde então, tem uns 25 anos de serviço). Andrea Gabriella Orioli Barzana, nascida na Venezuela, 22 anos, estudante universitária, é a única filha de Gabriela, fruto do casamento com Bruno Orioli. Pele dourada, 1,77 m de altura, medidas 88-60-88, tamanho do pé EUA: 8 (EUR: 37 sapatos - 38 sandálias), olhos castanho-escuros, cabelo preto azulado longo até a cintura, e um corpo bem torneado, graças às horas e horas de treino que recebeu da mãe. Gabriela (daqui pra frente, Gaby) tem no currículo secreto ter desmascarado o governo de Augusto Pinochet com poucos anos de experiência na espionagem, e ainda se infiltrou na União Soviética, conseguindo capturar documentos importantes que, no fim, ajudaram a separar a URSS, ganhando méritos suficientes para ser considerada a melhor espiã do mundo. O início de 2011 vai servir para que essa espiã internacional e famosa trabalhe para a DISS (Divizione Italiana di Servizio Segreto), já que antes, Eles tinham oferecido trabalho pra ela, mas a Gaby recusou, já que era pra fins malignos. A DISS, querendo garantir que a Gaby trabalhasse pra eles, traça um plano meticuloso e bem estudado: chama seu melhor agente, Giampiero Bonera (daqui pra frente, Gian), de 26 anos, que mora nessa cidade há 4 anos, amigo da Gaby (a Gaby dá aula pra ele na universidade onde trabalha) e da Andrea (colegas de classe; em várias ocasiões, o Gian tinha ido na casa da Gaby e da Andrea, com a desculpa de estudar) pra conseguir isso. O Gian traçou o plano dele pra executar essa missão; um dia, com a desculpa de que ela levasse ele até o centro da cidade, ele vai com ela (a Gaby) na caminhonete dela, acompanhado da Andrea Gabriella e da melhor amiga da Andrea, Anna Karina Pannitti (uma guria de uns 21 anos, altura 1,75m, pele branca como leite, medidas 87-62-91, tamanho do pé EUA: 8,5 (EUR: 38 sapatos - 39 sandálias), estuda com eles, mas não se dava muito com o Gian), umas 10 da noite, uma hora depois da Gaby dar a última aula dela; e saíram da universidade, que ficava numa área afastada da cidade. Enquanto vão pela estrada em direção à cidade, o Gian pede pra parar, porque tava com tontura e queria vomitar (era um pretexto pra preparar tudo). Quando entra de novo na caminhonete, rapidinho o Gian coloca uma máscara antigás e, antes que ela ligasse o carro, começa a borrifar um recipiente com gás insone (clorofórmio). A Gaby, tentando se segurar, fala: "Andrea..., Anna..., Giamp...". Deixa a cabeça cair no volante e apaga. Igual à Gaby, as outras duas mulheres também dormem. O Gian tira a Gaby (que tava dirigindo) e leva o carro pra um lugar afastado da estrada, onde ninguém pudesse ver nada, e em seguida amarra as três mulheres de mãos e pés, coloca a Gaby e a Andrea na parte de carga da caminhonete, ambas com a boca amordaçada com um lenço de clorofórmio, pra evitar que acordem, e deixa a Anna Karina no banco traseiro do carro, também com a boca amordaçada com um lenço de clorofórmio, cobertas por uma lona que estava no porta-malas, pra evitar qualquer suspeita; e seguem pra uma casa abandonada nos arredores da cidade. Dentro da casa tem uma porta que leva a um elevador; ele pega as 3 mulheres (uma por uma) e coloca elas lá dentro do elevador, entra e ativa. Quando o elevador chega no fim do percurso, uns 25 metros abaixo do chão, as portas se abrem e na frente tem um corredor que leva a um salão antirruído enorme. Lá, tem uma cadeira de dentista parafusada bem forte no chão; Gian pega a Gaby e amarra ela na cadeira (começa pelos tornozelos e joelhos, amarrando eles juntos, depois a cintura, os pulsos, os braços, o peito e o pescoço) enquanto isso, Gian manda uns ajudantes buscarem as outras, trazerem elas, e tirarem toda a roupa delas (a Andrea tava com uma camisa azul e preta, uma calça jeans, meias brancas e tênis sheckers azul marinho. A Anna Karina tava com uma camisa rosa, uma calça jeans preta e uns tamancos, sem meias, de sola baixa; deixando à mostra (de lingerie) uns corpos espetaculares, e uns pés bem cuidados e lindos das duas minas). Finalmente, esses ajudantes algemam os tornozelos e pulsos delas (com a cabeça pra baixo) em umas madeiras grandes em forma de X, e de frente pra Gaby, mas com um vidro grosso entre elas, de um jeito que elas se vejam, mas não se ouçam.
Capítulo 2, Por que a Gaby não trabalhou pra DISS?
Quando a Gaby acorda, que é a primeira a acordar, ela percebe que tá amarrada do pescoço até os tornozelos, numa cadeira como se fosse feita especialmente pra ela. Ela tenta se soltar, mas vê que é praticamente impossível, além disso percebe que essas amarras que ela tem, estão ligadas em vários pontos na cadeira, tornando ainda mais impossível ela conseguir se soltar. Nisso, alguém Venda os olhos dela, e em seguida, um estalo de dedos acende uma lâmpada bem na altura da cabeça da Gaby, iluminando só ela (a Gaby tava usando uma blusa laranja, com jaqueta e calça preta, além de meia-calça e uns sapatos de salto preto). Na hora, uma voz familiar falou com ela, mas ela, ainda atordoada pelo efeito do clorofórmio, não conseguia reconhecer. Essa pessoa disse o nome completo dela, descreveu toda a vida dela, as características físicas, o que ela fazia, onde morava, onde nasceu, tudo (menos que era espiã). Ela achou que era um sequestro daqueles "relâmpago" que rolam na Venezuela, que depois iam pedir resgate, e caso encerrado. Ele continuou falando, mas quando Gian disse que ela era uma espiã disfarçada, e todas as coisas que ela tinha feito, ela percebeu que não era um sequestro simples, mas sim gente bem organizada que sabia de tudo. Depois disso, Gaby falou num tom normal: "Escuta, não sei de onde você tirou essa informação, mas eu não sou essa pessoa que você tá falando. Quanto vocês querem pelo meu resgate? Hein!? 5 milhões?, 10 milhões?, me deixa fazer uma ligação, eu consigo o dinheiro que você pedir!". Gian rebateu: "Resgate?, não, você se enganou; dinheiro?, muito menos, Gaby!; nós temos, e de sobra!. Olha, vamos começar por algo, não mente pra mim. Você já cometeu o primeiro erro!. Eu sei que você é espiã, na sua casa descobri muitos documentos seus e da Andrea Gabriella Orioli Barzana, ou seja, sua filha, então, pelo seu bem, recomendo que não continue com essa farsa". Nessa hora, ela lembrou da voz dele: "Giampiero!?, É você?, Você é o cara por trás de tudo isso?" ela disse. "Primeiro acerto!, agora nivelamos o jogo!. Devo dizer, você é mais gostosa do que a gente imaginava" falou Gian. Depois, Gaby disse: "Beleza, você me descobriu, mas não sabe com quem se meteu, esse serviço secreto que você mencionou, onde eu trabalho, é um dos melhores do mundo, não vai passar um dia e você vai estar morto, seu moleque idiota! (Gaby fala como se a situação fosse ao contrário) "Como é que você tem coragem de me fazer isso!? Hein? Você não sabe, mas eu tenho um minichip via satélite implantado no meu corpo que mostra pra eles tudo que eu faço, falo e até penso. Logo vão saber se eu estou bem ou não! Me solta!" Aí Gian responde: "Gaby, seu serviço secreto é muito bom, sim, mas depois do FBI, MI6 e da KGB, a Divizione Italiana di Servizio Segreto é o quarto da lista, então você está falando com um membro da DISS. Além disso, você já falhou duas vezes, equilibramos a balança de novo, a meu favor! Escuta, este quarto foi especialmente projetado para bloquear essa tecnologia que você tem no corpo, porque fomos nós que a criamos! Então não sou tão idiota quanto você disse ainda agora." "Seus filhos da puta do caralho! O que vocês querem?" disse Gaby. "Que você trabalhe pra gente!" respondeu Gian. "Vocês acham que vou trabalhar com vocês sabendo que queriam roubar os planos e as instruções da bomba biológica?! Tão loucos, seus italianos de merda!" falou Gaby. "Como quiser, mas no final vamos ver qual vontade vence." disse Gian. "Ah, é? Então olha só o que vou fazer!" Naquele momento, Gaby tinha mordido um dente, que tinha uma pequena pílula de cianeto, mas nada, duas tentativas a mais, e nada. Aí Gian diz: "Ah, uma coisa que esqueci de te contar, sua pílula de cianeto está comigo! Meu serviço secreto é melhor que o seu, então sou mais bem treinado que você. Pelo que vejo, você tinha esse plano de contingência pra essas situações, mas agora não adianta mais (a pílula). Bruno Orioli, seu ex-marido e pai da Andrea, trabalhou pra gente; antes de morrer, ele passou muitas informações sobre você e sua filha; muito úteis, por sinal. É por isso que você está aqui! Porque na Itália decidiram que você vai trabalhar pra gente, graças ao seu currículo! Vamos começar na boa. Vou te perguntar: você quer trabalhar pra gente?" (enquanto tira a venda dos olhos dela) olhos). Agora parece que há um pouco de terror no rosto de Gaby, mas ela, corajosamente, responde: "tá bem, você me tem aqui amarrada, sem que eu possa fazer nada, mas minha resposta é NÃO! (e cospe na cara de Gian, que estava perto do rosto dela) Não vou trabalhar com vocês! Vão tomar no cu! Italianos filhos da puta!". "Você acabou de cometer seu terceiro e quarto erro, Gaby. Parece que é sua resposta definitiva, né? Muito bem. Francesco, Plano A! Mexe-te!!!" diz Gian enquanto limpava o rosto. Francesco ordena em italiano pelos alto-falantes que acendam as luzes e preparem as garotas que estavam do outro lado. Os ajudantes, um em cada uma delas, as acordam jogando um pouco de água fervendo nas plantas dos pés de cada uma. Enquanto isso acontece, Gian se afasta dos olhos de Gaby, para que ela pudesse ver (ela percebe que não está sozinha nisso, sua filha e Anna Karina, a amiga de Andrea, também estão lá, e ao virar a cabeça, nas paredes onde estão Andrea e Anna, ela vê que há uma série de instrumentos, e muitos, para torturar)
Capítulo 3: As Operações
Ambas as mulheres acordam sobressaltadas, soltando um gemido de dor. Nisso, Andrea diz: "Mãe!?, o que você está fazendo aí?, o que é isso?, o que estou fazendo aqui amarrada?, Gian!? (disse com espanto e terror ao ver Gian do outro lado do vidro e ao se ver fortemente amarrada)". Anna também se levanta, dizendo: "Gian?! o que você está fazendo aí?! o que é isso! por que estamos amarradas assim? (olhando para si mesma e para Andrea) o que a senhora Gabriela está fazendo lá? SOCORRO!, SOCORROOOOO!". "Puxa, Andrea, você nem cumpriu sua primeira missão e já está enrascada, hein?. Parece que vai ter um treinamento especial hoje, riscos do espião real!", diz Gian, "e você, senhorita Pannitti, não gaste sua energia, guarde-a, porque você vai ver o perigo do verdadeiro trabalho da Andrea e da mãe dela! E, caso não saiba, Andrea e Gabriela são espiãs, (nisso, Anna olha com espanto para Andrea e depois para Gaby) E como você está aqui, duas espiãs a mais que vão trabalhar pra DISS, não é ruim. Né, Francesco? (olhando pra ele), parece que depois disso vão nos dar um bom reconhecimento!" disse pra elas pelo interfone. "Zi, signore. Eu lindo, due femmene piu per L´DISS!" disse Francesco. Enquanto uns ajudantes terminam de preparar as garotas, Gaby fala pro Gian: "Você me tem, não é? Pra que quer elas? Deixa elas irem!". "Aja!! É aqui que eu queria chegar. Elas são meu seguro de que você vai trabalhar pra gente!" diz Gian, "sua maior fraqueza é que você não aguenta ver sua filha sofrer, por isso o plano deu certo!, porque você vai ver sua filha e a amiga dela sofrer, mas depois vem 'Lo speziale'; ah!" e na sequência, Gaby pergunta: "Lo speziale?, o que é is.." e nisso Gian coloca uma mangueira com umas tiras na boca de Gaby, depois foi abrir uma torneira, e da mangueira saiu uma forte pressão de água que estava sufocando ela, desse jeito, Gaby não conseguia falar, muito menos gritar!. Fazem sinal pro Gian que estão prontos. Quando Gaby vê, fica aterrorizada (e impotente pra fazer qualquer coisa, mexe a cadeira igual uma louca pra ver se conseguia algo, mas nada) ao ver que Andrea e Anna estão peladas completamente, e colocaram nos mamilos e em todos os dedos de cada pé, uns fios de cobre, que iam pra uma máquina. Gian pergunta "E, mudou de ideia?, Vai trabalhar pra gente?". Pelos movimentos que Gaby fez, mostrou que não, então Gian fala: "Sabe, água e eletricidade não se dão muito bem!, vamos ver se elas sabem disso!" (naquele momento, levantou a mão direita com o dedo indicador em forma de 1, e um ajudante do outro lado jogou água nas garotas, enquanto outro apertou um botão e as garotas soltaram um grito forte de dor por uns 15 seg, porque pelos fios nos pés passava eletricidade, e saía pelos fios nos mamilos, além disso, a água dobrava a força dela. Gaby ouviu elas, porque Francesco tinha aberto o interfone pra ela ouvir. Nisso, Gian falou: "nossos métodos são bem persuasivos, Gaby (que não respirava direito, por causa da água na boca), então te recomendo mudar de ideia!" "MMMNNGGGJJJLLLUUUAAAMMMPPPPPMS" (balançando a cabeça igual uma louca de um lado pro outro pra ver se soltava a mangueira, ao mesmo tempo dizendo nunca) "Nunca, é?! Beleza, depois de mais 4 toques; Andrea e a senhorita Pannitti vão chegar num ponto que não aguentam mais e vão desmaiar de dor, e você, não se esforça pra se soltar, essa mangueira tá bem presa na sua cabeça, por mais que você se mexa bruscamente, não vai soltar, aguenta, não?" Gian levantou a mão direita de novo, mas com os dedos indicador e médio em formato de 2, e a operação com as garotas se repetiu, mas dessa vez a eletricidade foi de 30 segundos, então o grito foi mais forte e mais intenso. Naquele momento, Anna desmaia, que não aguentou a dor. Andrea, que não aguentava mais, mas segurava, gritou: MALDITO! POR QUE CÊ TÁ FAZENDO ISSO COM A GENTE! entre lágrimas. Gian falou pra Gaby de mal humor: "Puxa, você é uma péssima professora, não ensinou essas 'Ragazza' a fazer esse exercício, porque não durou o que eu esperava!" Gaby, que já não aguentava mais a água na boca, gritou de novo coisas nada compreensíveis e balançou a cabeça bruscamente pra ver se conseguia alguma coisa. Gian, com raiva, vai até Francesco e fala: "Acabou o plano A, prepara a da direita pro especial, a da esquerda, mete no balde, com as rodas", apontando pras garotas. "Zi, signore" disse Francesco. Gian decide tirar a mangueira da boca de Gaby, que já tava toda molhada. Ela, tossindo, expulsando toda a água que podia, disse: AJH AJH AJH AJH MALDITO! AJH AJH AJH DEIXA ELAS IR! AJH AJH AJH ELAS NÃO TÊM NADA A VER! CÊ ME TEM AQUI! AJH AJH AJH AAAAA AJH AJH AJH FAZ O QUE QUISER COMIGO! Nesse momento, Gian pega o lenço preto de novo e venda os olhos de Gaby, de um jeito que ela não consiga ver nada. Nada.
Capítulo 4: O Especiário
"Sabe, se sua filha quiser ser espiã pra gente, ela vai precisar de um sexto sentido, a intuição. Você parece ter, mas ela, pelo visto, não herdou isso" – disse Gian. "Francesco, pronto? Vai!; va tutto benne, eh Franco!" Francesco se retira e nisso Gian começa a contar: "O Especiário, o sistema que inventamos, é capaz de captar movimentos do corpo humano e transformá-los em energia" – naquele momento, Gian pisa num botão, e a parte de baixo da cadeira se levanta, deixando as pernas num ângulo reto, e começa a tirar os sapatos dela, com a meia-calça ainda vestida. Gaby, sem forças e mal retomando o ritmo normal da respiração, não ofereceu resistência e não tinha entendido pra que Gian fazia aquilo. Gian diz pra ela: "Vou te falar uma coisa, ao ver seus pés, fiquei impressionado com a beleza deles, Gaby. Geralmente, mulheres com mais de 40 anos tendem a negligenciar os pés, mas você caprichou em mantê-los. Sua filha e a amiga dela também têm pés lindos, bem cuidados! (as unhas dos pés de Gaby estavam pintadas de verde pastel, as de Andrea de azul Itália, e as de Anna Karina de fúcsia claro). Parece que me enganei quando te chamei de professora ruim; aquele azul e rosa dos pés delas, e agora vendo os seus, te renderam um ponto a seu favor!. Seu corpo, através de uns adesivos que instalei em você, está ligado a um dispositivo que transforma movimento em energia, elétrica, nesse caso. Quando você fizer um movimento pequeno, sua filha... vai começar a sentir alguma coisa. Como? Bem, um pequeno motor elétrico vai fazer girar umas rodas no sentido anti-horário, cheias de unhas postiças compridas". Gaby imaginava de tudo, menos uma coisa, porque não podia ver. "A amiga dela, a senhorita Pannitti, está trancada num cubo com as mãos e os pés presos num cepo que serve de tampa dos dois lados (direito e esquerdo), bem esticadinha!. Bem fechado, sem frestas, esse cubo está destampado pela parte de cima. superior, e ela está separada 1m da parte inferior. Além disso, o cubo tem uma mangueira conectada, por sua vez ligada a uma bomba d'água que vai enchendo o cubo aos poucos. Vai chegar um momento em que a água vai cobrir a cabeça dela, ou melhor, o corpo da senhorita Pannitti, que, por estar esticada, só vai conseguir levantar a cabeça alguns centímetros, e aí vamos ver se ela aguenta a pressão de ficar debaixo d'água sem ar. Além disso, tem um motor que possui umas rodas iguais ao da sua filha, com umas unhas compridas também, que vão fazer o mesmo com ela. Sua filha está amarrada em forma de "L"; também tem adesivos iguais ao que você tem, tem umas penas nas axilas dela que vão se mover no sentido anti-horário, e os pés dela têm uma canga bem fixada, assim como os dedões estão amarrados de um jeito que os pezinhos lindos dela não possam se mover nada, só o corpo dela, além disso, os olhos dela estão vendados. Ela está ligada a outro dispositivo igual ao que você tem, e assim vai conseguir produzir energia para a amiga dela, eu diria... mais do que você vai produzir! CARALHO, QUE SENSO DE IRMANDADE E AMIZADE ELA TEM! Quanto mais bruscos e rápidos forem os movimentos que você e especialmente ela fizerem, mais energia é produzida, e mais rápido vai o motor das duas". Nisso, a Gaby não tinha entendido muito bem tudo até que na mente dela percebeu algo... 'Mas... como é que ele vai fazer eu e a Andrea nos mexermos para produzir essa ener... AHHHH!!! NÃO!, pensou. "Gian", disse Gaby, "me responde uma coisa; Como é que você vai fazer eu e a Andrea nos mexermos para produzir essa energia?". Ao que Gian responde: "Ainda não adivinhou? Pô, os meus elogios te tiraram a vontade de pensar, hein? Bem, desse jeito: seus pés e os da Andrea!" disse Gian. "Meus, (engoliu seco)... MEUS PÉS?" Disse Gaby, pensando ao mesmo tempo: "AS CÓCEGAS!!? E AS CÓCEGAS VÃO SER NOS MEUS PÉS!! não pode ser!!, MEUS PÉS!!!, minha parte mais sensível, NÃOOOO!!". "Bem, acertou de novo!", disse Gian. "Você é um desgraçado!, queria Nunca ter te conhecido, Maldito! Filho do demônio!" disse Gaby num último e corajoso esforço. "Te informo que você não está em posição de falar nada contra mim, Gaby, isso pode influenciar 'O Speziale'. O ponto que te dei nos pés, eu tiro! Então você volta pra -3. Ontem, quando visitei o salão de beleza onde você tinha ido há algumas horas com a Andrea, a dona; uma senhora muito simpática, me deu uma informação valiosa. Me disse que você era sensível nos pés, e a Andrea muito mais que você; as moças, quando estavam pintando suas unhas com carinho, infelizmente tocaram a planta do seu pé, e você soltou uma gargalhada, e disse que você, e a Andrea mais que você, tinham hipersensibilidade nas plantas dos pés, que ela tomasse cuidado". "MENTIRA! ISSO É TUDO MENTIRA!! Você nunca foi a salão de beleza nenhum!. Além disso, meus pés não são nada sensíveis, OS DA ANDREA MENOS AINDA!" disse Gaby de forma desesperada e preocupada. "Pois agora vamos ver se o que eu disse é mentira ou não, Gaby!. Essa eu te perdoo. Ah, um detalhe; dessa vez nem eu nem o Francesco vamos mandar fazer nada, nem na sua filha, nem na senhorita Pannitti; você mesma vai fazer!" disse Gian. "Vê como esse sistema é perfeito? Dessa vez você mesma vai dar o treinamento dos 'riscos do espião real'... tema: a capacidade de aguentar cócegas!". De repente, Gian, olhando pra Anna, diz pra Gaby: Que coincidência, né?!!!, não tinha reparado nesse detalhe!, mais um tema pro ensinamento!: "capacidade de aguentar cócegas debaixo d'água"; pra senhorita Pannitti!!!, o que acha?, 2 temas na mesma aula!, hein?, estamos melhorando o ensino!!
Capítulo 5: Uma vai embora
No momento em que Gian ia pegar uma pena, Gaby disse desesperada: "Eu aguento qualquer coisa, Gian, mas cócegas nos pés não, TE PEÇO PELO AMOR DE DEUS!, NÃO FAÇA ISSO COMIGO!, não faça cócegas na Andrea!, ela é mais sensível nos pés do que eu!. E a Anna nem se fala!!, além disso, ela não tem esse tipo de resistência que eu e a Andrea temos". DEIXA ELAS FORA DISSO! VOCÊ TEM É A MIM!!" gritei desesperada, com lágrimas. Gian responde: "Te informo que eu sabia que a senhorita Pannitti é mais sensível que vocês duas, por isso coloquei a Andrea nessa posição, porque do jeito que ela está, vai se mexer muito mais que você!. Acho que você me chamou de mentiroso, não foi? Gaby, eu sei muitas coisas sobre vocês, até da senhorita Pannitti, por isso pedi para me trocarem para a sala onde você dá aula, porque eu sabia que sua filha estava lá, me fiz amigo dela, e assim consegui entrar na sua casa, roubando muitas coisas e detalhes que hoje estou usando contra você. Viu? Agora, por todas as vezes que você mentiu pra mim, Andrea, e ainda mais a senhorita Pannitti, vão saber o que é ser espiã!". O mundo desabou sobre Gabriella Irene Barzana Salas, e sobre a filha dela e Anna Karina também. "Bem, lá vou eu!" disse Gian. "Gian, não, NÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOHAHAHAHAHAHAHAHAHANÃÃÃÃÃOOOHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAPOOOOORRRRAAAHAHAHAHAHAHAHAFAÇAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAFAVOR!", nos 10 segundos seguintes, Andrea começou a se mexer que nem uma desesperada de um lado pro outro, tentando escapar das penas nas axilas, mas não conseguia, e os pobres pés dela estavam bem lacrados, de um jeito que também não dava pra escapar das unhas que giravam nas solas, graças ao motor. "HAAAAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHADDDDEEEEEIIIIXAAAAAAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAPELO AMOR DE DEEEEEUSHAHAHAHAHAHAHAHA" disse Andrea. Mais 10 segundos, e a bomba d'água começou a fazer o serviço dela, ao mesmo tempo que as rodinhas de unhas girando nos pés de Anna Karina começaram a trabalhar perfeitamente; já que o som disso era ainda maior. "HEEEEEEE. HEEEEEEEE. HEEEEEEEEKKK. HEEEEEEE. HEEEEEEE. HAAAAAHAAAAA. HAAAAAAHAAAA." eram as gargalhadas que saíam de Anna Karina. O ritmo constante e suave da pena estava sendo devastador pra Gaby. Ela era terrivelmente cosquenta, e além disso Giampiero era um artista. Aquilo era insuportável, e não tinha nenhuma saída possível para as três mulheres. Cada segundo parecia uma eternidade. Depois de uns 15 minutos de tortura, Gian decide parar. Quando Gaby volta à sanidade, Gian conta: "Um detalhezinho que escapou, Gaby", enquanto tirava a venda dos olhos dela. Ela via que nem os pés nem o corpo de Andrea paravam de se mexer graças à roda com unhas e às penas, e os gemidos das duas só pioravam a situação delas, afundadas na própria agonia. Os poucos solavancos que o corpo de Anna Karina conseguia dar eram tão violentos que balançavam o balde, mas ela não conseguia fugir daquelas unhas do demônio, que cada vez pareciam mais e mais passeando pelas solas dos pés dela. "A energia que você produziu nesses 15 minutos só carregou as baterias dos dois aparelhos, mas de agora em diante, isso não vai parar, vai continuar até você falar. E te lembro: o balde da senhorita Pannitti já está num quarto, então te restam 3/4 do balde pra decidir." Andrea se sacudia igual uma louca, de um lado pro outro, tentando ao mesmo tempo proteger os pés e as axilas das unhas e das penas, sem saber o que isso causava. A pobre Gaby não sabia o que fazer, tava perdida. Aquilo era demais, ela não aguentaria por muito tempo, mas continuava fiel às suas ídolas. "Bem, como quiser", disse Gian, enquanto vendava os olhos dela de novo. Com a ponta de escrever da caneta, resolveu rasgar a meia do pé direito de Gaby, o que arrancou uma gargalhada forte dela; em seguida, passou pro pé esquerdo, repetiu a operação, e foi pegar um cordão. Amarrou os dedões dos pés dela, e resolveu continuar a tortura, enquanto Andrea não aguentava mais (já tava se mijando de tanto rir) e Anna Karina parecia num estado de insanidade, os dedos dela tentando inutilmente proteger a sola do pé, mas as rodas com unhas faziam o serviço direitinho. Perfeito. Já com o balde pela metade, agora Anna parecia entrar num estado de loucura, por aguentar as cócegas; mas aguentava, mesmo gritando por piedade, ao mesmo tempo que ria às gargalhadas sem conseguir parar nem respirar direito. Gian, uns três minutos depois de reiniciar a tortura com a Gaby, decide parar de novo, e tira a venda dos olhos dela, que vê que a filha e a Anna Karina não aguentam mais a tortura graças às rodas nos pés das duas mulheres. A Gaby tenta como uma louca se soltar, mas já percebe que é impossível sozinha, se outra pessoa não ajudar. Gian, educadamente, repete a pergunta: "Vai trabalhar pra gente?" Gaby, que já não aguentava mais ver a Andrea e a Anna sendo torturadas, disse: "SIM! Sim, vou trabalhar com vocês, mas... e aí, o que vai acontecer com a minha filha e a Anna?" "Tá reconsiderando? Bem, bem, bem! Tamo melhorando!" disse Gian, enquanto tapava os olhos da Gaby de novo, que gritava: "EU FALEI QUE SIM!! QUE VOU TRABALHAR COM VOCÊS!!! DEIXA ELAS IR!!! NÃO É ISSO QUE VOCÊ QUERIA?!!!" Ao que Gian responde: "Sim, em parte. Mas falta a outra parte: SABER O QUÃO BOA VOCÊ É AGUENTANDO CÓCEGAS! Por enquanto, sua filha e a Anna tão na sua frente, mas não se preocupa... olha! A água já tá chegando na cabeça da Anna!" Gian pegou as penas mais uma vez e começou a deslizá-las suavemente sobre as solas indefesas da Gaby, mantendo um ritmo lento mas firme, de cima pra baixo. Gritos genuínos de riso histérico encheram o quarto. "OUTRAAAAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA." Dessa vez, Gian tinha dito pra Gaby que as cócegas iam durar mais. Andrea tava desmoronando. Os olhos fechados dela deixavam escapar lágrimas que voavam pra todo lado quando ela balançava a cabeça freneticamente de um lado pro outro. Suava pra caralho, o cabelo já não deixava ver o rosto, por causa dos borrões de rímel: "Haahahahahaaaaaaaa. Nãoooooonãoooooonão. Heeeeeheeeeeeeeheeeeee. Nãooooooooooaaaaaiiiiiieeeeeeheeeeeeheeeeeeee." Ela não conseguia proteger um pé nem com o outro naquela dança eterna tão peculiar. Francesco se sentia estranhamente contente ao ver a jovem agente chileno-venezuelana, já toda uma mulher, transformada numa garotinha gritando. Anna Karina, com as cócegas nos pés, mal respirava; com a água por cima, parecia que às vezes esquecia que estavam matando ela de cócegas e começava a gritar socorro com toda a força que tinha, mas era inútil — as gargalhadas não deixavam ela gritar muito alto, e os ajudantes de Gian se divertiam vendo as duas mulheres morrendo de rir. Anna tentava levantar a cabeça para pegar ar, mas antes já mal tinha; agora, era impossível. Quando a água cobriu a cabeça dela, soltou um último grito: DEEEEEIXEEEEEEM DEEEEEEE....BBBBLLLUUUPPPPP!!! Depois disso, Anna Karina se mexia como uma louca debaixo d'água, mas já não podia fazer nada. Uns minutos depois, Anna Karina tinha deixado de existir. Os ajudantes perceberam porque, com as rodas girando nos pés dela, já não emitia nenhum movimento debaixo d'água. Mandaram avisar Gian, que por sua vez disse pra Gaby: "Bem, Gabriella, vamos parar por um momento".
Capítulo 6: Sim ou Não? Eis o dilema...
"NÃOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!, SEU DESGRAÇADO CACHORRO!!!! POR QUE FEZ ISSO?!, POR QUÊ?!!!!!" disse Gaby chorando depois que Gian contou que a Anna já tinha morrido. "Gaby, não é minha culpa. Se você tivesse aceitado na primeira vez que propusemos trabalhar pra gente, nada disso teria acontecido, mas... espero que sua teimosia nos sirva. Francesco, fala pro Giovanni deixar a Andrea descansar um pouco com clorofórmio, acabou 'Lo Speziale'. Prepara ela pra segunda sessão, eu cuido da Gaby, e da Anna... bom, você já sabe o que fazer." disse Gian, enquanto ia pegar clorofórmio e um pano pra usar com a Gaby de novo. Quando Gaby vê que Gian traz o Lenço, diz: "o que você vai fazer?, NÃÃÃO...!" e dorme; enquanto isso, Gian, percebendo que ela estava dormindo, a desamarra, tira a jaqueta, a blusa e os sutiãs, deixando ela com os peitos nus e a calça vestida. Depois de meia hora, Andrea e Gaby estavam amarradas nas vigas em forma de X. Quando Andrea acorda, que é a primeira a despertar, nota que os peitos dela estão nus, assim como os pés; além disso, percebe que colocaram os jeans nela, e se dá conta de que está presa com algemas na viga pelos tornozelos e pulsos, e ao virar para a direita, vê que a mãe dela está ao lado, com os peitos e os pés totalmente nus, de calça e fixada em outra viga, mas dormindo. Andrea dá uns gritos tentando acordar Gaby, que acorda e olha para todos os lados. Quando Gaby vira para a esquerda (onde está Andrea), Andrea pergunta: "Mãe, por que o Gian fez tudo isso com a gente? O que ele quer?". Gaby diz: "Filha!, você está bem!; me desculpa por ter te metido nisso! Escuta, isso começou quando seu pai quis que eu trabalhasse pra DISS, lembra? o serviço secreto que eu te falei que suspeitava onde ele trabalhava?, bom, ele tentou lavar meu cérebro, porque eu sabia uma informação valiosíssima que colocaria a DISS no mundo secreto da espionagem como terroristas, e eles (DISS) queriam me matar através do Bruno, porque se eu revelasse o que sabia pra todas as agências secretas, destruiriam a DISS, que na época tava passando por dificuldade; eu percebi tudo, mas fui na onda dele sem falar nada. Depois que a gente se separou, seu pai teve que fazer uma missão comigo; eu fiz ele falhar, e isso deixou ele moribundo; eu fui visitar ele no hospital, e antes de morrer, falei que fui eu que deixei ele daquele jeito, e que ele tinha falhado duas vezes comigo, como marido, e tentando lavar meu cérebro, além disso deixei claro que eu não traio meu país. Instantes depois ele morreu e eu achei que ele também tinha morrido. esse tormento da DISS contra mim, mas eu me enganei. Lembra que no domingo, 2 de janeiro, eu te falei pra ir com sua tia pra Margarita?, que não me perguntasse porque eu não ia? Então, na noite de sábado pra domingo, quando você me pediu permissão pra dormir na casa da Anna, eu deixei, e você achou estranho, né? Pois é, a DISS, agora mais forte, me contatou naquela noite, mas eu recusei o contato de novo, e tava com medo de me matarem, por isso te protegi, te mantendo longe de mim o máximo possível. Agora, a gente tá aqui por causa disso: Os planos e instruções da bomba biológica, e a cura dela, estão numa base militar super reforçada no Iraque. Essa base tem tantos guardas e é tão protegida, que é quase impossível pra um único espião entrar e pegar essa informação. Eles, a DISS, queriam que eu roubasse tudo, pra montar uma e depois testar numa população isolada, e depois nas cidades mais populosas do mundo. Se eles conseguissem a informação da bomba e da cura, ganhariam milhões e milhões de euros, porque só existe um recipiente com a fórmula pronta da cura; e o criador, infelizmente, morreu, levando a fórmula com ele. A DISS tem tecnologia suficiente pra duplicar esse conteúdo e vender pras maiores farmacêuticas do mundo, por quantias astronômicas. Como não conseguiram o objetivo naquele dia, o Gian, que trabalha pra eles, nos sequestrou hoje pra me forçar a fazer isso, mas minha teimosia... snif..." e começou a chorar. "Sua teimosia o quê? Por que você tá chorando?" Disse Andrea. "Minha teimosia fez a Anna Karina morrer" disse Gaby com lágrimas de dor. "O QUÊ? A Anna Morta?, não, NÃOOOO! (Andrea também começa a chorar), TUDO POR CAUSA DO SEU MALDITO TRABALHO!!! JÁ TO CANSADA DE MUDAR DE PAÍS E APRENDER IDIOMAS A CADA 6 MESES!! ENTENDEU? JÁ TO CANSADA DE VOCÊ ME PROIBIR DE TER UM NAMORADO!!, E AGORA, POR SUA CULPA, MATAM A PESSOA COM QUEM EU MAIS ME DAVA BEM!!! TANTO QUE SE VANGLORIAVAM COMO A MELHOR ESPIÃ, E NÃO CONSEGUIU FAZER NADA!!?" gritou Andrea com raiva e dor. "FILHA, NÃO CONSEGUI!, NÃO CONSEGUI!, ÀS VEZES É MELHOR UMA PESSOA MORRER DO QUE 10 MIL OU 100 MILHÕES!" responde Gaby. "MAS TINHA QUE SER A ANNA?, NÃO PODIA SER OUTRA PESSOA?, HÃ?" diz Andrea. "FILHA, ME ENTENDE!!; você acha que eu queria que a Anna morresse? Eu usei tudo que estava ao meu alcance, elas usaram vocês duas! Enquanto te matavam de cócegas, a Anna estava trancada num cubo se enchendo de água, e eles matando ela de cócegas também! E EU FUI TORTURADA PIOR!; até falei pro Gian que ia trabalhar com eles, mas quando falei, já era tarde, ele não aceitou!. Filha, Me Perdoa! Não entendo como não percebi que esse homem era espião!" disse Gaby. Andrea não disse nada, mas a dor de saber que sua melhor amiga estava morta, estava destruindo ela por dentro. Gian, estava em contato com seus superiores em Roma, que deram instruções estritas de que se ele não conseguisse que Gabriella trabalhasse para a DISS, então, seria considerado homem morto. Depois disso, Gian vai até onde estão Gaby e Andrea, e quando se aproxima, Andrea diz: "POR QUÊ? POR QUE MATOU A ANNA? POR QUE NOS MANTÉM AQUI AMARRADAS E NOS TORTURANDO? EU NÃO VOU TRABALHAR COM VOCÊS, PRIMEIRO VÃO TER QUE ME MATAR!". Ao que Gian responde de forma muito séria: "Olha, primeiro, sua mãe te deu uma explicação que nem eu mesmo poderia dar, mas devo te dizer que a senhorita Panitti quem matou foi ela (aponta para Gaby), se ela tivesse cooperado desde o início, nada teria acontecido, mas..., Gaby já mudou de ideia. Já vamos ver o que posso fazer com você...". Gian se dirige até onde está Gaby, e diz: "vou te perguntar numa boa como se nada disso tivesse acontecido e voltando ao início: Você vai trabalhar com a gente?". Gaby, que virou para onde estava Andrea, que balançava a cabeça dizendo não, falou: "E o que vai acontecer com a Andrea?", ao que que replica Gian: "Te conheço, Gabriela, você tá pensando... mas a Andrea vai ter que cooperar também, senão...". "SENÃO O QUÊ? ME FALA!!!" disse Andrea. "Calma, recomendo que você veja como sua mãe leva as coisas, senão pode ter situações desagradáveis pra você" responde Gian.
Capítulo 7: Eu sim, e você?
Gian se dirige a um painel de botões, aperta um vermelho e um verde. Naquele exato momento, a madeira da Andrea passa de vertical pra diagonal. A madeira da Gaby gira num ângulo de 90 graus pra esquerda, ficando bem de frente onde a Andrea estava. Depois disso, Gian vai até onde a Gaby está, pega as meias da Andrea que estavam no chão, faz uma bola com elas e coloca na boca da Gaby, prendendo com fita adesiva pra não sair. Depois, Gian diz: "Sua filha cuida dos pés, né? Bom, essas são as meias dela (e aponta pra boca). Vou te deixar aqui por um tempo..." e coloca uns fones de ouvido nela com rock pesado no volume máximo, de um jeito que ela não consegue ouvir nada. Gaby tentou gritar, mas não conseguia por causa das meias. Gian vai até a Andrea e diz: "Andrea, Andrea, não fica resistindo! Vamos fazer um trato, você trabalha com a gente, e eu... te prometo que você vai viver uma vida mais gostosa, fora desse mundo tão sem graça. Mas te aviso pra pensar bem no que vai falar, não tô aqui pra continuar aturando sua insolência sem te dar o que você merece, e te prometo que seu coraçãozinho não vai aguentar o que você tá prestes a sentir. Tá de acordo?". Andrea olhava pro Gian com raiva de impotência, e disse: "É a minha mãe que vocês querem, pra que precisa de mim? Ela disse que sim, MAS EU DIGO QUE NÃO!" e cuspiu nele. "Beleza, como quiser, te avisei. Agora você vai sentir coisas que ninguém nunca fez, e sabe o quê? Você vai gostar, ou melhor, a gente vai gostar!" disse Gian, indo pros pés da Andrea pra começar a tortura: "Conhecemos você palmo a palmo e sabemos sua grande fraqueza por... cócegas, especialmente depois dessa "pequena" preparação pela qual você passou, mas também sabemos que você é virgem, então vai ter o gosto e o prazer de ser eu quem, pela primeira vez, vai te dar sensações que você nunca teve. Mais uma vez, Andrea, evite aborrecimentos: você vai seguir as ideias velhas da sua mãe ou quer um mundo novo trabalhando para nós? "Você pode me estuprar, seu sádico maldito, mas mesmo que eu morra, vou resistir a tudo. EU TE DISSE QUE NÃO!" gritou a aprendiz de espiã com uma tentativa corajosa, mas não sabia o que a esperava. Dando um sinal e sem mais palavras, Gian ordena começar o tormento, iniciando com um ajudante pegando uma tesoura e rasgando e cortando completamente a calça, deixando novamente nua a filha de Gaby, outro passo para fazer cócegas com os dedos nas axilas e em cada um dos seus mamilos, e Gian arranhando as lindas e macias solas de cada pé descalço, que se contorciam e enrugavam loucamente. Andrea estremecia de cima a baixo, rindo e gritando desesperadamente, enquanto o suor começava a invadir o corpo muito bem cuidado, enquanto o ajudante que cortou a calça estava excitado, começa a se despir e começa a foder a mulher virgem, que via como pela primeira vez tinha a sensação do coito, embora não como ela talvez quisesse. "JJJAAAAAJEEJAANOOOOOJAJAJA filhos da puta, basta, JUAAAJUAAAAJAAAJEEEE nnoooooooJEEEJAJEJE" bramava a bela mulher. Depois de dez minutos intermináveis de cócegas e sexo, os ajudantes, a uma ordem de Gian, pararam, permitindo que Andrea respirasse fundo e deixasse as lágrimas, tanto de dor quanto de riso, que corriam pelo seu rosto descerem até chegarem aos seios e mamilos, que estavam afogados em suor, assim como o sangue que saía da sua buceta por ser a primeira vez que transava. Enquanto isso, Gaby via com total impotência tudo o que sua filha estava sofrendo, porque sabiam que era a forma de quebrar a famosa espiã. Depois de mais meia hora de sexo com cócegas e sem chegar a nada: “SUA PUTA MALDITA, FALA! TRABALHA COM A GENTE!” gritou o italiano, dando um tapa nela, já com um tom de desespero ao ver que a atormentada resistia até o limite das emoções. “Snifff... NUNCA, SEUS MALDITOS!” gritou a coitada atormentada entre lágrimas de dor e riso. “CONTINUEM!, mas agora trabalhem a buceta e o cu dela, vamos ver se a putinha não quebra” ordenou Gian.
Novamente começou uma sessão ainda mais selvagem, já que agora, depois de ser comida e com o lubrificante que começava a escorrer da buceta da jovem, a vagina de Andrea era atacada com um movimento selvagem dos dedos de um dos ajudantes, o que provocava ainda mais cócegas na mulher. Enquanto isso, o outro ajudante se enfiou por baixo das tábuas e, pelo buraco onde o cu de Andrea estava exposto, ele enfiou a língua, passando-a com delicadeza por toda a região do cu, não sem antes separar os dois glúteos para deixar tudo mais visível. Andrea agora estava completamente louca, com uma mistura estranha de risadas insuportáveis e excitação que não davam trégua, já que ela chorava de rir e também começava a gemer de um prazer imenso, todas sensações novas, pois nunca tinha chegado naquele ponto. Enquanto isso, a poucos metros, a mãe dela via tudo o que estavam fazendo com a filha e fazia movimentos quase sobre-humanos tentando se soltar das algemas, mas elas estavam bem presas, e isso lhe causava tanta dor quanto o que estava vendo.
“AAAHHHHHHHHJAJAJJAAAAAJIIJOOOAHHHHHH CHEGA, NÃO CONSIGO RESPIRAR, PAAAAAAAAAJAJAJAJAJAJAJA” berrava a pobre mulher, enquanto Gian agora lambia as plantas dos pés de Gaby, passando a língua entre cada um dos dedos, que se moviam freneticamente, abrindo e fechando. Enquanto isso, o ajudante que trabalhava com os dedos na buceta já estava enfiando a língua bem fundo, o que agora sim fez escorrer um líquido cremoso saindo da buceta de Andrea, que indicava que estava muito perto do seu possível primeiro orgasmo. Enquanto isso, o ajudante que estava debaixo da mesa já começava a brincar com os dedos no cu da mulher, enfiando e tirando rapidamente, causando ainda mais dor porque o cu dela não estava acostumado a ser comido. O corpo da jovem aprendiz tremia e suava como nunca antes, enquanto os pobres pés tentavam escapar do martírio da língua do perverso e antigo amigo que os fazia cócegas com luxúria e brutalidade. O ajudante da buceta continuava penetrando tanto com os dedos quanto com a língua a virgem de vinte e poucos anos para saciar seus instintos, e Andrea parecia gostar cada vez mais (era a primeira vez dela e parecia, por momentos, esquecer da situação em que se encontrava), já que com a risada se produzia uma mistura deliciosa de prazer, dor e tormento. "JAAAAAAAAHHAHHHAHHHJOOJOJEEEJJEEE BAAAASTAAAJAJAJE PELO AMOR DE DEUS!!! NÃO NÃO NÃO... VAI VAI VAI... AHHHHHHHHH" berrou Andrea, provocando um primeiro orgasmo tão brutal que os esfíncteres anais relaxaram tanto que jorrou pelo cu um jato de merda que banhou deliciosamente o italiano que estava brincando com os dedos naquela área da bela jovem. As cócegas nos pés por parte de Gian continuaram sem piedade, enquanto o outro italiano que atacava a torturada pela buceta se masturbou e, quando gozou, jorrou o esperma dele nos peitos da torturada para, mais tarde, continuar mexendo os dedos pelo estômago, axilas e mamilos da mulher, agora ainda mais macios pelo líquido seminal e pelo suor. Andrea estava num ponto em que ia explodir tudo, não aguentava mais, tinha realmente chegado ao limite físico e seu coração já ultrapassava os limites de resistência, mas mesmo assim nenhum dos 3 italianos parava e faziam Andrea continuar se contorcendo de riso, dor e prazer num suplício que já durava mais de 2 horas. "PELO AMOR DE DEUS, CHEGA HAHAHAHAHAHA NÃO AGUENTO MAIS!!! GIAN TE PEÇO PELO AMOR DE DEUS PAAAAAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA" — produzindo um novo orgasmo que deixou Andrea quase desmaiada, já que nem as cócegas nem o trabalho sexual dos outros dois paravam.
Os pés eram lambidos e faziam cócegas sem parar, com Gian olhando com prazer para a mãe dele, que continuava fazendo o impossível para sair de onde estava, mas era claramente impossível. Gian tinha realmente dado a Gabriella Irene Barzana Salas um golpe físico e emocional pesado pra nunca esquecer o poder da DISS e do que ela é capaz. O corpo todo suado da linda chileno-venezuelana se contorcia brutalmente, e a urina já jorrava a rodo da buceta sofrida dela. Gian, depois de 3 horas, já estava quase desistindo quando um dos ajudantes se aproxima e diz que Gaby fez sinal pra falar com ele. O torturador, com um toque de satisfação, aceita e sussurra no ouvido de Andrea: "Bem, minha querida amiga, parece que vamos ser bons amigos de novo". Ele vai até onde Gaby está, tira a mordaça e os fones e pergunta: "Beleza, o que você quer?". "Olha, te proponho um trato. Andrea nunca vai trabalhar contigo, eu tive que me virar pra ela trabalhar comigo. Não torture ela mais, por favor! Vocês querem que eu entregue toda a informação da bomba, né? Então, eu posso fazer o serviço. Andrea fica aqui como garantia de que vou trazer tudo. Combinado?" disse Gaby. "Hmm... beleza, vou consultar sua oferta com meus superiores e te aviso" responde Gian. "Por favor, para com tudo isso que tá fazendo com a Andrea" responde Gaby. Ele vai até onde Andrea está com um copo e dá água pra ela; Andrea toma um gole tentando recuperar as forças. Ele vai até o painel de botões, pisa em outro par enquanto vai tirando a roupa, e as tábuas das mulheres viram pra posição inversa do começo (Andrea agora vê o que vão fazer com a mãe dela). Dessa vez, ele pega as meias da Andrea, faz uma bola de novo e coloca como mordaça nela. A jovem; antes de colocar os fones de ouvido na Andrea, Gian diz pra ela: "Você vai ver um pouco do maravilhoso que acabou de passar" e coloca os fones. Ele vai até onde a Gaby está, com uma tesoura na mão, nu e excitado, diz: "Sua filha era virgem, errado da sua parte, então eu tomei a liberdade e demos o melhor orgasmo que ela poderia ter pela primeira vez, porque orgasmos extremos são os que mais se aproveitam, e vou te dar um também, mas eu sou quem vai te foder, sempre quis te comer desde que te vi pela primeira vez, você me deixava muito excitado", enquanto um ajudante ia pros peitos pra fazer cócegas naquela área, outro ia pros pés, e enquanto Gian vai cortando a calça da Gaby, ele ouve: "NÃO PELO AMOR DE DEUS CHEGA!! PARA ISSOOOOOOOAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA" um dos ajudantes começou a fazer cócegas nos peitos, enquanto Gian monta em cima e começa a foder a Gaby que continuava dizendo: "PARA, NÃO NA FRENTE DELAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA ASSIM CONTINUA CONTINUAHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHE" e o outro ajudante ia pros pés da Gaby pra lamber entre os dedos, sensações novas pra famosa espiã que, assim como a filha, gostava do que estavam fazendo com o corpo dela naquele momento. Depois de uns 45 minutos pararam, Andrea e Gabriela já estavam exaustas dessa tremenda rotina e Gian se veste pra falar com os superiores dele.
Depois de meia hora, Gian volta onde a Gaby está e diz: "Me escuta com muita atenção, porque não vou repetir. Meus chefes aceitaram sua oferta, mas com modificações. Você tem 3 dias pra nos trazer todas as informações da bomba e do contêiner que tem a cura. Agora vamos te dopar, vamos tirar o chip que você tem, e te deixar na sua casa com todas as instruções, o equipamento necessário, passaporte e passagem. Os três dias começam a contar quando você chegar no Iraque. Se não se reportar em três dias, não importa, a informação também serve pra gente, mas nesse caso, a Andrea e você sofrerão um castigo exemplar do qual não poderão escapar. Ah, e sem enganação, não vai ter jeito de você nos enganar, sempre vai ter um espião nosso te seguindo que vai nos manter informados de tudo que você faz" responde Gaby.
Capítulo 8: Final no Passado
Gaby, depois de 4 dias, completa sua missão; quando chega na Itália, Gaby pede pra falar com Gian. Gaby tinha pedido pra Gian que por favor não fizessem nada com a Andrea, ela assumia toda a culpa. Ele, educadamente, diz onde a Andrea está, manda ela ir buscar, lá encontraria o pagamento e depois podia se retirar. Andrea está num quarto, jogada no chão, dormindo e amarrada. Quando Gaby chega e começa a desamarrar a Andrea, a porta do quarto se fecha, e começa a sair gás insone por umas grelhas; esse gás faz a Gaby dormir, e Gian, com uma máscara antigás, entra no quarto e diz: "te falei Gaby que se não cumprisse em 3 dias vocês iam receber um castigo exemplar. Levem elas!!"; entram uns ajudantes também de máscara, levam a Gaby e a Andrea, e deixam elas na Câmara do Tempo, junto com Gian, que chega depois (Uma sala que permite que as pessoas que estão lá dentro sejam transportadas pra qualquer ponto da linha do tempo, mas pro passado). Gaby, Andrea e Gian são transportados pra Idade Média. Lá, eles chegam numa fazenda, na Itália Monárquica. Gian (com roupas da época, que parecia ser de alto poder na corte) vai preparar a Andrea e a Gaby (tira as roupas delas, coloca um vestido preto comprido e um chapéu preto comprido em cada uma, venda os olhos delas, deixa elas descalças, tira a pintura das unhas das mãos e dos pés das duas mulheres, pinta de preto, monta as duas num cavalo que estava lá, e amarra as mãos delas com uma corda que tá presa na sela) e monta no cavalo dele, segurando as cordas do cavalo da Andrea e da Gaby. Saem e vão da fazenda até o centro. A cidade da Sicília (onde ficava o castelo do Rei Fernando II, lá no século XVI). Quando chegam, tinham umas cadeiras de tortura, em cada cadeira tinha um tronco para os pés e umas algemas para as mãos. Gian coloca Andrea e Gaby em uma cadeira cada uma e junta as duas cadeiras. Quando Gian termina, Andrea e Gaby estavam de olhos vendados, as mãos acima da cabeça, presas nas algemas que tinham nos pulsos, e os tornozelos estavam no tronco que estava ali, deixando os pés nus para serem cosquinhas. Além disso, Gian coloca uma placa grande em italiano, acima da cabeça do par de mulheres amarradas, e se retira para a fazenda, no ponto onde foi transportado, para voltar à sua época atual. A placa que Gian deixou diz: "Minha filha e eu somos bruxas e blasfemas. Gian, o Conquistador, com poder concedido por Sua Majestade, ordenou que devíamos morrer para pagar nosso pecado, e teríamos que fazer isso em público. Então, nós decidimos que nos façam cócegas nos pés. Queremos que continuem dia e noite, não parem até que minha filha e eu estejamos mortas. Se pedirmos piedade, multipliquem a tortura, nós nunca tivemos que blasfemar ou fazer bruxarias, já não há perdão que valha. Se alguém tiver a ideia de tirar nossa venda dos olhos, morre na hora. A palavra de Gian, o Conquistador, não pode ser questionada". Os cidadãos leram a mensagem escrita e cumpriram à risca. Andrea e Gaby, quando viram que estavam sendo torturadas com cócegas, começaram a gritar como loucas, e a gente então acreditou que eram bruxas de verdade, e cumpriram o que dizia a placa; e a tortura foi multiplicada cada vez que elas gritavam por piedade. Assim terminavam as carreiras e as vidas de Gabriella Irene Bárzana Salas e Andrea Gabriella Orioli Bárzana no mundo da espionagem, de uma forma que elas nunca teriam imaginado: seus últimos dias tiveram possivelmente seus melhores orgasmos, mas sendo cosquinhas e deixadas até morrer em uma... Época em que os cidadãos adoravam torturar com cócegas os chamados bruxos e blasfemos.
Espero que tenham gostado da história.
Fim.
Na Venezuela, há mais de 20 anos, um espião e sua filha, uma aprendiz de espiã, estão disfarçados. Seus nomes são Gabriela Yrene Barzana Salas, professora universitária, nascida em Santiago, Chile; mulher branca, 1,80 m de altura, medidas 89-62-91, tamanho do pé EUA: 10,5 (EUR: 41 sapatos - 42 sandálias), olhos grandes verde-mar, cabelo loiro até os ombros e um corpo atlético (forma física invejável para qualquer mulher da idade dela). Ela trabalha para a Agência de Missões Secretas do Chile (AMSC) e é espiã desde 1978 (quando tinha 18 anos), quando foi presa pela polícia chilena sob acusações de roubo e furto à mão armada, pegando 3 anos de cadeia. Após um rigoroso processo de seleção, a agência secreta decidiu recrutá-la para suas fileiras, levando em conta sua habilidade para furtar objetos (desde então, tem uns 25 anos de serviço). Andrea Gabriella Orioli Barzana, nascida na Venezuela, 22 anos, estudante universitária, é a única filha de Gabriela, fruto do casamento com Bruno Orioli. Pele dourada, 1,77 m de altura, medidas 88-60-88, tamanho do pé EUA: 8 (EUR: 37 sapatos - 38 sandálias), olhos castanho-escuros, cabelo preto azulado longo até a cintura, e um corpo bem torneado, graças às horas e horas de treino que recebeu da mãe. Gabriela (daqui pra frente, Gaby) tem no currículo secreto ter desmascarado o governo de Augusto Pinochet com poucos anos de experiência na espionagem, e ainda se infiltrou na União Soviética, conseguindo capturar documentos importantes que, no fim, ajudaram a separar a URSS, ganhando méritos suficientes para ser considerada a melhor espiã do mundo. O início de 2011 vai servir para que essa espiã internacional e famosa trabalhe para a DISS (Divizione Italiana di Servizio Segreto), já que antes, Eles tinham oferecido trabalho pra ela, mas a Gaby recusou, já que era pra fins malignos. A DISS, querendo garantir que a Gaby trabalhasse pra eles, traça um plano meticuloso e bem estudado: chama seu melhor agente, Giampiero Bonera (daqui pra frente, Gian), de 26 anos, que mora nessa cidade há 4 anos, amigo da Gaby (a Gaby dá aula pra ele na universidade onde trabalha) e da Andrea (colegas de classe; em várias ocasiões, o Gian tinha ido na casa da Gaby e da Andrea, com a desculpa de estudar) pra conseguir isso. O Gian traçou o plano dele pra executar essa missão; um dia, com a desculpa de que ela levasse ele até o centro da cidade, ele vai com ela (a Gaby) na caminhonete dela, acompanhado da Andrea Gabriella e da melhor amiga da Andrea, Anna Karina Pannitti (uma guria de uns 21 anos, altura 1,75m, pele branca como leite, medidas 87-62-91, tamanho do pé EUA: 8,5 (EUR: 38 sapatos - 39 sandálias), estuda com eles, mas não se dava muito com o Gian), umas 10 da noite, uma hora depois da Gaby dar a última aula dela; e saíram da universidade, que ficava numa área afastada da cidade. Enquanto vão pela estrada em direção à cidade, o Gian pede pra parar, porque tava com tontura e queria vomitar (era um pretexto pra preparar tudo). Quando entra de novo na caminhonete, rapidinho o Gian coloca uma máscara antigás e, antes que ela ligasse o carro, começa a borrifar um recipiente com gás insone (clorofórmio). A Gaby, tentando se segurar, fala: "Andrea..., Anna..., Giamp...". Deixa a cabeça cair no volante e apaga. Igual à Gaby, as outras duas mulheres também dormem. O Gian tira a Gaby (que tava dirigindo) e leva o carro pra um lugar afastado da estrada, onde ninguém pudesse ver nada, e em seguida amarra as três mulheres de mãos e pés, coloca a Gaby e a Andrea na parte de carga da caminhonete, ambas com a boca amordaçada com um lenço de clorofórmio, pra evitar que acordem, e deixa a Anna Karina no banco traseiro do carro, também com a boca amordaçada com um lenço de clorofórmio, cobertas por uma lona que estava no porta-malas, pra evitar qualquer suspeita; e seguem pra uma casa abandonada nos arredores da cidade. Dentro da casa tem uma porta que leva a um elevador; ele pega as 3 mulheres (uma por uma) e coloca elas lá dentro do elevador, entra e ativa. Quando o elevador chega no fim do percurso, uns 25 metros abaixo do chão, as portas se abrem e na frente tem um corredor que leva a um salão antirruído enorme. Lá, tem uma cadeira de dentista parafusada bem forte no chão; Gian pega a Gaby e amarra ela na cadeira (começa pelos tornozelos e joelhos, amarrando eles juntos, depois a cintura, os pulsos, os braços, o peito e o pescoço) enquanto isso, Gian manda uns ajudantes buscarem as outras, trazerem elas, e tirarem toda a roupa delas (a Andrea tava com uma camisa azul e preta, uma calça jeans, meias brancas e tênis sheckers azul marinho. A Anna Karina tava com uma camisa rosa, uma calça jeans preta e uns tamancos, sem meias, de sola baixa; deixando à mostra (de lingerie) uns corpos espetaculares, e uns pés bem cuidados e lindos das duas minas). Finalmente, esses ajudantes algemam os tornozelos e pulsos delas (com a cabeça pra baixo) em umas madeiras grandes em forma de X, e de frente pra Gaby, mas com um vidro grosso entre elas, de um jeito que elas se vejam, mas não se ouçam.
Capítulo 2, Por que a Gaby não trabalhou pra DISS?
Quando a Gaby acorda, que é a primeira a acordar, ela percebe que tá amarrada do pescoço até os tornozelos, numa cadeira como se fosse feita especialmente pra ela. Ela tenta se soltar, mas vê que é praticamente impossível, além disso percebe que essas amarras que ela tem, estão ligadas em vários pontos na cadeira, tornando ainda mais impossível ela conseguir se soltar. Nisso, alguém Venda os olhos dela, e em seguida, um estalo de dedos acende uma lâmpada bem na altura da cabeça da Gaby, iluminando só ela (a Gaby tava usando uma blusa laranja, com jaqueta e calça preta, além de meia-calça e uns sapatos de salto preto). Na hora, uma voz familiar falou com ela, mas ela, ainda atordoada pelo efeito do clorofórmio, não conseguia reconhecer. Essa pessoa disse o nome completo dela, descreveu toda a vida dela, as características físicas, o que ela fazia, onde morava, onde nasceu, tudo (menos que era espiã). Ela achou que era um sequestro daqueles "relâmpago" que rolam na Venezuela, que depois iam pedir resgate, e caso encerrado. Ele continuou falando, mas quando Gian disse que ela era uma espiã disfarçada, e todas as coisas que ela tinha feito, ela percebeu que não era um sequestro simples, mas sim gente bem organizada que sabia de tudo. Depois disso, Gaby falou num tom normal: "Escuta, não sei de onde você tirou essa informação, mas eu não sou essa pessoa que você tá falando. Quanto vocês querem pelo meu resgate? Hein!? 5 milhões?, 10 milhões?, me deixa fazer uma ligação, eu consigo o dinheiro que você pedir!". Gian rebateu: "Resgate?, não, você se enganou; dinheiro?, muito menos, Gaby!; nós temos, e de sobra!. Olha, vamos começar por algo, não mente pra mim. Você já cometeu o primeiro erro!. Eu sei que você é espiã, na sua casa descobri muitos documentos seus e da Andrea Gabriella Orioli Barzana, ou seja, sua filha, então, pelo seu bem, recomendo que não continue com essa farsa". Nessa hora, ela lembrou da voz dele: "Giampiero!?, É você?, Você é o cara por trás de tudo isso?" ela disse. "Primeiro acerto!, agora nivelamos o jogo!. Devo dizer, você é mais gostosa do que a gente imaginava" falou Gian. Depois, Gaby disse: "Beleza, você me descobriu, mas não sabe com quem se meteu, esse serviço secreto que você mencionou, onde eu trabalho, é um dos melhores do mundo, não vai passar um dia e você vai estar morto, seu moleque idiota! (Gaby fala como se a situação fosse ao contrário) "Como é que você tem coragem de me fazer isso!? Hein? Você não sabe, mas eu tenho um minichip via satélite implantado no meu corpo que mostra pra eles tudo que eu faço, falo e até penso. Logo vão saber se eu estou bem ou não! Me solta!" Aí Gian responde: "Gaby, seu serviço secreto é muito bom, sim, mas depois do FBI, MI6 e da KGB, a Divizione Italiana di Servizio Segreto é o quarto da lista, então você está falando com um membro da DISS. Além disso, você já falhou duas vezes, equilibramos a balança de novo, a meu favor! Escuta, este quarto foi especialmente projetado para bloquear essa tecnologia que você tem no corpo, porque fomos nós que a criamos! Então não sou tão idiota quanto você disse ainda agora." "Seus filhos da puta do caralho! O que vocês querem?" disse Gaby. "Que você trabalhe pra gente!" respondeu Gian. "Vocês acham que vou trabalhar com vocês sabendo que queriam roubar os planos e as instruções da bomba biológica?! Tão loucos, seus italianos de merda!" falou Gaby. "Como quiser, mas no final vamos ver qual vontade vence." disse Gian. "Ah, é? Então olha só o que vou fazer!" Naquele momento, Gaby tinha mordido um dente, que tinha uma pequena pílula de cianeto, mas nada, duas tentativas a mais, e nada. Aí Gian diz: "Ah, uma coisa que esqueci de te contar, sua pílula de cianeto está comigo! Meu serviço secreto é melhor que o seu, então sou mais bem treinado que você. Pelo que vejo, você tinha esse plano de contingência pra essas situações, mas agora não adianta mais (a pílula). Bruno Orioli, seu ex-marido e pai da Andrea, trabalhou pra gente; antes de morrer, ele passou muitas informações sobre você e sua filha; muito úteis, por sinal. É por isso que você está aqui! Porque na Itália decidiram que você vai trabalhar pra gente, graças ao seu currículo! Vamos começar na boa. Vou te perguntar: você quer trabalhar pra gente?" (enquanto tira a venda dos olhos dela) olhos). Agora parece que há um pouco de terror no rosto de Gaby, mas ela, corajosamente, responde: "tá bem, você me tem aqui amarrada, sem que eu possa fazer nada, mas minha resposta é NÃO! (e cospe na cara de Gian, que estava perto do rosto dela) Não vou trabalhar com vocês! Vão tomar no cu! Italianos filhos da puta!". "Você acabou de cometer seu terceiro e quarto erro, Gaby. Parece que é sua resposta definitiva, né? Muito bem. Francesco, Plano A! Mexe-te!!!" diz Gian enquanto limpava o rosto. Francesco ordena em italiano pelos alto-falantes que acendam as luzes e preparem as garotas que estavam do outro lado. Os ajudantes, um em cada uma delas, as acordam jogando um pouco de água fervendo nas plantas dos pés de cada uma. Enquanto isso acontece, Gian se afasta dos olhos de Gaby, para que ela pudesse ver (ela percebe que não está sozinha nisso, sua filha e Anna Karina, a amiga de Andrea, também estão lá, e ao virar a cabeça, nas paredes onde estão Andrea e Anna, ela vê que há uma série de instrumentos, e muitos, para torturar)
Capítulo 3: As Operações
Ambas as mulheres acordam sobressaltadas, soltando um gemido de dor. Nisso, Andrea diz: "Mãe!?, o que você está fazendo aí?, o que é isso?, o que estou fazendo aqui amarrada?, Gian!? (disse com espanto e terror ao ver Gian do outro lado do vidro e ao se ver fortemente amarrada)". Anna também se levanta, dizendo: "Gian?! o que você está fazendo aí?! o que é isso! por que estamos amarradas assim? (olhando para si mesma e para Andrea) o que a senhora Gabriela está fazendo lá? SOCORRO!, SOCORROOOOO!". "Puxa, Andrea, você nem cumpriu sua primeira missão e já está enrascada, hein?. Parece que vai ter um treinamento especial hoje, riscos do espião real!", diz Gian, "e você, senhorita Pannitti, não gaste sua energia, guarde-a, porque você vai ver o perigo do verdadeiro trabalho da Andrea e da mãe dela! E, caso não saiba, Andrea e Gabriela são espiãs, (nisso, Anna olha com espanto para Andrea e depois para Gaby) E como você está aqui, duas espiãs a mais que vão trabalhar pra DISS, não é ruim. Né, Francesco? (olhando pra ele), parece que depois disso vão nos dar um bom reconhecimento!" disse pra elas pelo interfone. "Zi, signore. Eu lindo, due femmene piu per L´DISS!" disse Francesco. Enquanto uns ajudantes terminam de preparar as garotas, Gaby fala pro Gian: "Você me tem, não é? Pra que quer elas? Deixa elas irem!". "Aja!! É aqui que eu queria chegar. Elas são meu seguro de que você vai trabalhar pra gente!" diz Gian, "sua maior fraqueza é que você não aguenta ver sua filha sofrer, por isso o plano deu certo!, porque você vai ver sua filha e a amiga dela sofrer, mas depois vem 'Lo speziale'; ah!" e na sequência, Gaby pergunta: "Lo speziale?, o que é is.." e nisso Gian coloca uma mangueira com umas tiras na boca de Gaby, depois foi abrir uma torneira, e da mangueira saiu uma forte pressão de água que estava sufocando ela, desse jeito, Gaby não conseguia falar, muito menos gritar!. Fazem sinal pro Gian que estão prontos. Quando Gaby vê, fica aterrorizada (e impotente pra fazer qualquer coisa, mexe a cadeira igual uma louca pra ver se conseguia algo, mas nada) ao ver que Andrea e Anna estão peladas completamente, e colocaram nos mamilos e em todos os dedos de cada pé, uns fios de cobre, que iam pra uma máquina. Gian pergunta "E, mudou de ideia?, Vai trabalhar pra gente?". Pelos movimentos que Gaby fez, mostrou que não, então Gian fala: "Sabe, água e eletricidade não se dão muito bem!, vamos ver se elas sabem disso!" (naquele momento, levantou a mão direita com o dedo indicador em forma de 1, e um ajudante do outro lado jogou água nas garotas, enquanto outro apertou um botão e as garotas soltaram um grito forte de dor por uns 15 seg, porque pelos fios nos pés passava eletricidade, e saía pelos fios nos mamilos, além disso, a água dobrava a força dela. Gaby ouviu elas, porque Francesco tinha aberto o interfone pra ela ouvir. Nisso, Gian falou: "nossos métodos são bem persuasivos, Gaby (que não respirava direito, por causa da água na boca), então te recomendo mudar de ideia!" "MMMNNGGGJJJLLLUUUAAAMMMPPPPPMS" (balançando a cabeça igual uma louca de um lado pro outro pra ver se soltava a mangueira, ao mesmo tempo dizendo nunca) "Nunca, é?! Beleza, depois de mais 4 toques; Andrea e a senhorita Pannitti vão chegar num ponto que não aguentam mais e vão desmaiar de dor, e você, não se esforça pra se soltar, essa mangueira tá bem presa na sua cabeça, por mais que você se mexa bruscamente, não vai soltar, aguenta, não?" Gian levantou a mão direita de novo, mas com os dedos indicador e médio em formato de 2, e a operação com as garotas se repetiu, mas dessa vez a eletricidade foi de 30 segundos, então o grito foi mais forte e mais intenso. Naquele momento, Anna desmaia, que não aguentou a dor. Andrea, que não aguentava mais, mas segurava, gritou: MALDITO! POR QUE CÊ TÁ FAZENDO ISSO COM A GENTE! entre lágrimas. Gian falou pra Gaby de mal humor: "Puxa, você é uma péssima professora, não ensinou essas 'Ragazza' a fazer esse exercício, porque não durou o que eu esperava!" Gaby, que já não aguentava mais a água na boca, gritou de novo coisas nada compreensíveis e balançou a cabeça bruscamente pra ver se conseguia alguma coisa. Gian, com raiva, vai até Francesco e fala: "Acabou o plano A, prepara a da direita pro especial, a da esquerda, mete no balde, com as rodas", apontando pras garotas. "Zi, signore" disse Francesco. Gian decide tirar a mangueira da boca de Gaby, que já tava toda molhada. Ela, tossindo, expulsando toda a água que podia, disse: AJH AJH AJH AJH MALDITO! AJH AJH AJH DEIXA ELAS IR! AJH AJH AJH ELAS NÃO TÊM NADA A VER! CÊ ME TEM AQUI! AJH AJH AJH AAAAA AJH AJH AJH FAZ O QUE QUISER COMIGO! Nesse momento, Gian pega o lenço preto de novo e venda os olhos de Gaby, de um jeito que ela não consiga ver nada. Nada.
Capítulo 4: O Especiário
"Sabe, se sua filha quiser ser espiã pra gente, ela vai precisar de um sexto sentido, a intuição. Você parece ter, mas ela, pelo visto, não herdou isso" – disse Gian. "Francesco, pronto? Vai!; va tutto benne, eh Franco!" Francesco se retira e nisso Gian começa a contar: "O Especiário, o sistema que inventamos, é capaz de captar movimentos do corpo humano e transformá-los em energia" – naquele momento, Gian pisa num botão, e a parte de baixo da cadeira se levanta, deixando as pernas num ângulo reto, e começa a tirar os sapatos dela, com a meia-calça ainda vestida. Gaby, sem forças e mal retomando o ritmo normal da respiração, não ofereceu resistência e não tinha entendido pra que Gian fazia aquilo. Gian diz pra ela: "Vou te falar uma coisa, ao ver seus pés, fiquei impressionado com a beleza deles, Gaby. Geralmente, mulheres com mais de 40 anos tendem a negligenciar os pés, mas você caprichou em mantê-los. Sua filha e a amiga dela também têm pés lindos, bem cuidados! (as unhas dos pés de Gaby estavam pintadas de verde pastel, as de Andrea de azul Itália, e as de Anna Karina de fúcsia claro). Parece que me enganei quando te chamei de professora ruim; aquele azul e rosa dos pés delas, e agora vendo os seus, te renderam um ponto a seu favor!. Seu corpo, através de uns adesivos que instalei em você, está ligado a um dispositivo que transforma movimento em energia, elétrica, nesse caso. Quando você fizer um movimento pequeno, sua filha... vai começar a sentir alguma coisa. Como? Bem, um pequeno motor elétrico vai fazer girar umas rodas no sentido anti-horário, cheias de unhas postiças compridas". Gaby imaginava de tudo, menos uma coisa, porque não podia ver. "A amiga dela, a senhorita Pannitti, está trancada num cubo com as mãos e os pés presos num cepo que serve de tampa dos dois lados (direito e esquerdo), bem esticadinha!. Bem fechado, sem frestas, esse cubo está destampado pela parte de cima. superior, e ela está separada 1m da parte inferior. Além disso, o cubo tem uma mangueira conectada, por sua vez ligada a uma bomba d'água que vai enchendo o cubo aos poucos. Vai chegar um momento em que a água vai cobrir a cabeça dela, ou melhor, o corpo da senhorita Pannitti, que, por estar esticada, só vai conseguir levantar a cabeça alguns centímetros, e aí vamos ver se ela aguenta a pressão de ficar debaixo d'água sem ar. Além disso, tem um motor que possui umas rodas iguais ao da sua filha, com umas unhas compridas também, que vão fazer o mesmo com ela. Sua filha está amarrada em forma de "L"; também tem adesivos iguais ao que você tem, tem umas penas nas axilas dela que vão se mover no sentido anti-horário, e os pés dela têm uma canga bem fixada, assim como os dedões estão amarrados de um jeito que os pezinhos lindos dela não possam se mover nada, só o corpo dela, além disso, os olhos dela estão vendados. Ela está ligada a outro dispositivo igual ao que você tem, e assim vai conseguir produzir energia para a amiga dela, eu diria... mais do que você vai produzir! CARALHO, QUE SENSO DE IRMANDADE E AMIZADE ELA TEM! Quanto mais bruscos e rápidos forem os movimentos que você e especialmente ela fizerem, mais energia é produzida, e mais rápido vai o motor das duas". Nisso, a Gaby não tinha entendido muito bem tudo até que na mente dela percebeu algo... 'Mas... como é que ele vai fazer eu e a Andrea nos mexermos para produzir essa ener... AHHHH!!! NÃO!, pensou. "Gian", disse Gaby, "me responde uma coisa; Como é que você vai fazer eu e a Andrea nos mexermos para produzir essa energia?". Ao que Gian responde: "Ainda não adivinhou? Pô, os meus elogios te tiraram a vontade de pensar, hein? Bem, desse jeito: seus pés e os da Andrea!" disse Gian. "Meus, (engoliu seco)... MEUS PÉS?" Disse Gaby, pensando ao mesmo tempo: "AS CÓCEGAS!!? E AS CÓCEGAS VÃO SER NOS MEUS PÉS!! não pode ser!!, MEUS PÉS!!!, minha parte mais sensível, NÃOOOO!!". "Bem, acertou de novo!", disse Gian. "Você é um desgraçado!, queria Nunca ter te conhecido, Maldito! Filho do demônio!" disse Gaby num último e corajoso esforço. "Te informo que você não está em posição de falar nada contra mim, Gaby, isso pode influenciar 'O Speziale'. O ponto que te dei nos pés, eu tiro! Então você volta pra -3. Ontem, quando visitei o salão de beleza onde você tinha ido há algumas horas com a Andrea, a dona; uma senhora muito simpática, me deu uma informação valiosa. Me disse que você era sensível nos pés, e a Andrea muito mais que você; as moças, quando estavam pintando suas unhas com carinho, infelizmente tocaram a planta do seu pé, e você soltou uma gargalhada, e disse que você, e a Andrea mais que você, tinham hipersensibilidade nas plantas dos pés, que ela tomasse cuidado". "MENTIRA! ISSO É TUDO MENTIRA!! Você nunca foi a salão de beleza nenhum!. Além disso, meus pés não são nada sensíveis, OS DA ANDREA MENOS AINDA!" disse Gaby de forma desesperada e preocupada. "Pois agora vamos ver se o que eu disse é mentira ou não, Gaby!. Essa eu te perdoo. Ah, um detalhe; dessa vez nem eu nem o Francesco vamos mandar fazer nada, nem na sua filha, nem na senhorita Pannitti; você mesma vai fazer!" disse Gian. "Vê como esse sistema é perfeito? Dessa vez você mesma vai dar o treinamento dos 'riscos do espião real'... tema: a capacidade de aguentar cócegas!". De repente, Gian, olhando pra Anna, diz pra Gaby: Que coincidência, né?!!!, não tinha reparado nesse detalhe!, mais um tema pro ensinamento!: "capacidade de aguentar cócegas debaixo d'água"; pra senhorita Pannitti!!!, o que acha?, 2 temas na mesma aula!, hein?, estamos melhorando o ensino!!
Capítulo 5: Uma vai embora
No momento em que Gian ia pegar uma pena, Gaby disse desesperada: "Eu aguento qualquer coisa, Gian, mas cócegas nos pés não, TE PEÇO PELO AMOR DE DEUS!, NÃO FAÇA ISSO COMIGO!, não faça cócegas na Andrea!, ela é mais sensível nos pés do que eu!. E a Anna nem se fala!!, além disso, ela não tem esse tipo de resistência que eu e a Andrea temos". DEIXA ELAS FORA DISSO! VOCÊ TEM É A MIM!!" gritei desesperada, com lágrimas. Gian responde: "Te informo que eu sabia que a senhorita Pannitti é mais sensível que vocês duas, por isso coloquei a Andrea nessa posição, porque do jeito que ela está, vai se mexer muito mais que você!. Acho que você me chamou de mentiroso, não foi? Gaby, eu sei muitas coisas sobre vocês, até da senhorita Pannitti, por isso pedi para me trocarem para a sala onde você dá aula, porque eu sabia que sua filha estava lá, me fiz amigo dela, e assim consegui entrar na sua casa, roubando muitas coisas e detalhes que hoje estou usando contra você. Viu? Agora, por todas as vezes que você mentiu pra mim, Andrea, e ainda mais a senhorita Pannitti, vão saber o que é ser espiã!". O mundo desabou sobre Gabriella Irene Barzana Salas, e sobre a filha dela e Anna Karina também. "Bem, lá vou eu!" disse Gian. "Gian, não, NÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOHAHAHAHAHAHAHAHAHANÃÃÃÃÃOOOHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAPOOOOORRRRAAAHAHAHAHAHAHAHAFAÇAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAFAVOR!", nos 10 segundos seguintes, Andrea começou a se mexer que nem uma desesperada de um lado pro outro, tentando escapar das penas nas axilas, mas não conseguia, e os pobres pés dela estavam bem lacrados, de um jeito que também não dava pra escapar das unhas que giravam nas solas, graças ao motor. "HAAAAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHADDDDEEEEEIIIIXAAAAAAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAPELO AMOR DE DEEEEEUSHAHAHAHAHAHAHAHA" disse Andrea. Mais 10 segundos, e a bomba d'água começou a fazer o serviço dela, ao mesmo tempo que as rodinhas de unhas girando nos pés de Anna Karina começaram a trabalhar perfeitamente; já que o som disso era ainda maior. "HEEEEEEE. HEEEEEEEE. HEEEEEEEEKKK. HEEEEEEE. HEEEEEEE. HAAAAAHAAAAA. HAAAAAAHAAAA." eram as gargalhadas que saíam de Anna Karina. O ritmo constante e suave da pena estava sendo devastador pra Gaby. Ela era terrivelmente cosquenta, e além disso Giampiero era um artista. Aquilo era insuportável, e não tinha nenhuma saída possível para as três mulheres. Cada segundo parecia uma eternidade. Depois de uns 15 minutos de tortura, Gian decide parar. Quando Gaby volta à sanidade, Gian conta: "Um detalhezinho que escapou, Gaby", enquanto tirava a venda dos olhos dela. Ela via que nem os pés nem o corpo de Andrea paravam de se mexer graças à roda com unhas e às penas, e os gemidos das duas só pioravam a situação delas, afundadas na própria agonia. Os poucos solavancos que o corpo de Anna Karina conseguia dar eram tão violentos que balançavam o balde, mas ela não conseguia fugir daquelas unhas do demônio, que cada vez pareciam mais e mais passeando pelas solas dos pés dela. "A energia que você produziu nesses 15 minutos só carregou as baterias dos dois aparelhos, mas de agora em diante, isso não vai parar, vai continuar até você falar. E te lembro: o balde da senhorita Pannitti já está num quarto, então te restam 3/4 do balde pra decidir." Andrea se sacudia igual uma louca, de um lado pro outro, tentando ao mesmo tempo proteger os pés e as axilas das unhas e das penas, sem saber o que isso causava. A pobre Gaby não sabia o que fazer, tava perdida. Aquilo era demais, ela não aguentaria por muito tempo, mas continuava fiel às suas ídolas. "Bem, como quiser", disse Gian, enquanto vendava os olhos dela de novo. Com a ponta de escrever da caneta, resolveu rasgar a meia do pé direito de Gaby, o que arrancou uma gargalhada forte dela; em seguida, passou pro pé esquerdo, repetiu a operação, e foi pegar um cordão. Amarrou os dedões dos pés dela, e resolveu continuar a tortura, enquanto Andrea não aguentava mais (já tava se mijando de tanto rir) e Anna Karina parecia num estado de insanidade, os dedos dela tentando inutilmente proteger a sola do pé, mas as rodas com unhas faziam o serviço direitinho. Perfeito. Já com o balde pela metade, agora Anna parecia entrar num estado de loucura, por aguentar as cócegas; mas aguentava, mesmo gritando por piedade, ao mesmo tempo que ria às gargalhadas sem conseguir parar nem respirar direito. Gian, uns três minutos depois de reiniciar a tortura com a Gaby, decide parar de novo, e tira a venda dos olhos dela, que vê que a filha e a Anna Karina não aguentam mais a tortura graças às rodas nos pés das duas mulheres. A Gaby tenta como uma louca se soltar, mas já percebe que é impossível sozinha, se outra pessoa não ajudar. Gian, educadamente, repete a pergunta: "Vai trabalhar pra gente?" Gaby, que já não aguentava mais ver a Andrea e a Anna sendo torturadas, disse: "SIM! Sim, vou trabalhar com vocês, mas... e aí, o que vai acontecer com a minha filha e a Anna?" "Tá reconsiderando? Bem, bem, bem! Tamo melhorando!" disse Gian, enquanto tapava os olhos da Gaby de novo, que gritava: "EU FALEI QUE SIM!! QUE VOU TRABALHAR COM VOCÊS!!! DEIXA ELAS IR!!! NÃO É ISSO QUE VOCÊ QUERIA?!!!" Ao que Gian responde: "Sim, em parte. Mas falta a outra parte: SABER O QUÃO BOA VOCÊ É AGUENTANDO CÓCEGAS! Por enquanto, sua filha e a Anna tão na sua frente, mas não se preocupa... olha! A água já tá chegando na cabeça da Anna!" Gian pegou as penas mais uma vez e começou a deslizá-las suavemente sobre as solas indefesas da Gaby, mantendo um ritmo lento mas firme, de cima pra baixo. Gritos genuínos de riso histérico encheram o quarto. "OUTRAAAAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA." Dessa vez, Gian tinha dito pra Gaby que as cócegas iam durar mais. Andrea tava desmoronando. Os olhos fechados dela deixavam escapar lágrimas que voavam pra todo lado quando ela balançava a cabeça freneticamente de um lado pro outro. Suava pra caralho, o cabelo já não deixava ver o rosto, por causa dos borrões de rímel: "Haahahahahaaaaaaaa. Nãoooooonãoooooonão. Heeeeeheeeeeeeeheeeeee. Nãooooooooooaaaaaiiiiiieeeeeeheeeeeeheeeeeeee." Ela não conseguia proteger um pé nem com o outro naquela dança eterna tão peculiar. Francesco se sentia estranhamente contente ao ver a jovem agente chileno-venezuelana, já toda uma mulher, transformada numa garotinha gritando. Anna Karina, com as cócegas nos pés, mal respirava; com a água por cima, parecia que às vezes esquecia que estavam matando ela de cócegas e começava a gritar socorro com toda a força que tinha, mas era inútil — as gargalhadas não deixavam ela gritar muito alto, e os ajudantes de Gian se divertiam vendo as duas mulheres morrendo de rir. Anna tentava levantar a cabeça para pegar ar, mas antes já mal tinha; agora, era impossível. Quando a água cobriu a cabeça dela, soltou um último grito: DEEEEEIXEEEEEEM DEEEEEEE....BBBBLLLUUUPPPPP!!! Depois disso, Anna Karina se mexia como uma louca debaixo d'água, mas já não podia fazer nada. Uns minutos depois, Anna Karina tinha deixado de existir. Os ajudantes perceberam porque, com as rodas girando nos pés dela, já não emitia nenhum movimento debaixo d'água. Mandaram avisar Gian, que por sua vez disse pra Gaby: "Bem, Gabriella, vamos parar por um momento".
Capítulo 6: Sim ou Não? Eis o dilema...
"NÃOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!, SEU DESGRAÇADO CACHORRO!!!! POR QUE FEZ ISSO?!, POR QUÊ?!!!!!" disse Gaby chorando depois que Gian contou que a Anna já tinha morrido. "Gaby, não é minha culpa. Se você tivesse aceitado na primeira vez que propusemos trabalhar pra gente, nada disso teria acontecido, mas... espero que sua teimosia nos sirva. Francesco, fala pro Giovanni deixar a Andrea descansar um pouco com clorofórmio, acabou 'Lo Speziale'. Prepara ela pra segunda sessão, eu cuido da Gaby, e da Anna... bom, você já sabe o que fazer." disse Gian, enquanto ia pegar clorofórmio e um pano pra usar com a Gaby de novo. Quando Gaby vê que Gian traz o Lenço, diz: "o que você vai fazer?, NÃÃÃO...!" e dorme; enquanto isso, Gian, percebendo que ela estava dormindo, a desamarra, tira a jaqueta, a blusa e os sutiãs, deixando ela com os peitos nus e a calça vestida. Depois de meia hora, Andrea e Gaby estavam amarradas nas vigas em forma de X. Quando Andrea acorda, que é a primeira a despertar, nota que os peitos dela estão nus, assim como os pés; além disso, percebe que colocaram os jeans nela, e se dá conta de que está presa com algemas na viga pelos tornozelos e pulsos, e ao virar para a direita, vê que a mãe dela está ao lado, com os peitos e os pés totalmente nus, de calça e fixada em outra viga, mas dormindo. Andrea dá uns gritos tentando acordar Gaby, que acorda e olha para todos os lados. Quando Gaby vira para a esquerda (onde está Andrea), Andrea pergunta: "Mãe, por que o Gian fez tudo isso com a gente? O que ele quer?". Gaby diz: "Filha!, você está bem!; me desculpa por ter te metido nisso! Escuta, isso começou quando seu pai quis que eu trabalhasse pra DISS, lembra? o serviço secreto que eu te falei que suspeitava onde ele trabalhava?, bom, ele tentou lavar meu cérebro, porque eu sabia uma informação valiosíssima que colocaria a DISS no mundo secreto da espionagem como terroristas, e eles (DISS) queriam me matar através do Bruno, porque se eu revelasse o que sabia pra todas as agências secretas, destruiriam a DISS, que na época tava passando por dificuldade; eu percebi tudo, mas fui na onda dele sem falar nada. Depois que a gente se separou, seu pai teve que fazer uma missão comigo; eu fiz ele falhar, e isso deixou ele moribundo; eu fui visitar ele no hospital, e antes de morrer, falei que fui eu que deixei ele daquele jeito, e que ele tinha falhado duas vezes comigo, como marido, e tentando lavar meu cérebro, além disso deixei claro que eu não traio meu país. Instantes depois ele morreu e eu achei que ele também tinha morrido. esse tormento da DISS contra mim, mas eu me enganei. Lembra que no domingo, 2 de janeiro, eu te falei pra ir com sua tia pra Margarita?, que não me perguntasse porque eu não ia? Então, na noite de sábado pra domingo, quando você me pediu permissão pra dormir na casa da Anna, eu deixei, e você achou estranho, né? Pois é, a DISS, agora mais forte, me contatou naquela noite, mas eu recusei o contato de novo, e tava com medo de me matarem, por isso te protegi, te mantendo longe de mim o máximo possível. Agora, a gente tá aqui por causa disso: Os planos e instruções da bomba biológica, e a cura dela, estão numa base militar super reforçada no Iraque. Essa base tem tantos guardas e é tão protegida, que é quase impossível pra um único espião entrar e pegar essa informação. Eles, a DISS, queriam que eu roubasse tudo, pra montar uma e depois testar numa população isolada, e depois nas cidades mais populosas do mundo. Se eles conseguissem a informação da bomba e da cura, ganhariam milhões e milhões de euros, porque só existe um recipiente com a fórmula pronta da cura; e o criador, infelizmente, morreu, levando a fórmula com ele. A DISS tem tecnologia suficiente pra duplicar esse conteúdo e vender pras maiores farmacêuticas do mundo, por quantias astronômicas. Como não conseguiram o objetivo naquele dia, o Gian, que trabalha pra eles, nos sequestrou hoje pra me forçar a fazer isso, mas minha teimosia... snif..." e começou a chorar. "Sua teimosia o quê? Por que você tá chorando?" Disse Andrea. "Minha teimosia fez a Anna Karina morrer" disse Gaby com lágrimas de dor. "O QUÊ? A Anna Morta?, não, NÃOOOO! (Andrea também começa a chorar), TUDO POR CAUSA DO SEU MALDITO TRABALHO!!! JÁ TO CANSADA DE MUDAR DE PAÍS E APRENDER IDIOMAS A CADA 6 MESES!! ENTENDEU? JÁ TO CANSADA DE VOCÊ ME PROIBIR DE TER UM NAMORADO!!, E AGORA, POR SUA CULPA, MATAM A PESSOA COM QUEM EU MAIS ME DAVA BEM!!! TANTO QUE SE VANGLORIAVAM COMO A MELHOR ESPIÃ, E NÃO CONSEGUIU FAZER NADA!!?" gritou Andrea com raiva e dor. "FILHA, NÃO CONSEGUI!, NÃO CONSEGUI!, ÀS VEZES É MELHOR UMA PESSOA MORRER DO QUE 10 MIL OU 100 MILHÕES!" responde Gaby. "MAS TINHA QUE SER A ANNA?, NÃO PODIA SER OUTRA PESSOA?, HÃ?" diz Andrea. "FILHA, ME ENTENDE!!; você acha que eu queria que a Anna morresse? Eu usei tudo que estava ao meu alcance, elas usaram vocês duas! Enquanto te matavam de cócegas, a Anna estava trancada num cubo se enchendo de água, e eles matando ela de cócegas também! E EU FUI TORTURADA PIOR!; até falei pro Gian que ia trabalhar com eles, mas quando falei, já era tarde, ele não aceitou!. Filha, Me Perdoa! Não entendo como não percebi que esse homem era espião!" disse Gaby. Andrea não disse nada, mas a dor de saber que sua melhor amiga estava morta, estava destruindo ela por dentro. Gian, estava em contato com seus superiores em Roma, que deram instruções estritas de que se ele não conseguisse que Gabriella trabalhasse para a DISS, então, seria considerado homem morto. Depois disso, Gian vai até onde estão Gaby e Andrea, e quando se aproxima, Andrea diz: "POR QUÊ? POR QUE MATOU A ANNA? POR QUE NOS MANTÉM AQUI AMARRADAS E NOS TORTURANDO? EU NÃO VOU TRABALHAR COM VOCÊS, PRIMEIRO VÃO TER QUE ME MATAR!". Ao que Gian responde de forma muito séria: "Olha, primeiro, sua mãe te deu uma explicação que nem eu mesmo poderia dar, mas devo te dizer que a senhorita Panitti quem matou foi ela (aponta para Gaby), se ela tivesse cooperado desde o início, nada teria acontecido, mas..., Gaby já mudou de ideia. Já vamos ver o que posso fazer com você...". Gian se dirige até onde está Gaby, e diz: "vou te perguntar numa boa como se nada disso tivesse acontecido e voltando ao início: Você vai trabalhar com a gente?". Gaby, que virou para onde estava Andrea, que balançava a cabeça dizendo não, falou: "E o que vai acontecer com a Andrea?", ao que que replica Gian: "Te conheço, Gabriela, você tá pensando... mas a Andrea vai ter que cooperar também, senão...". "SENÃO O QUÊ? ME FALA!!!" disse Andrea. "Calma, recomendo que você veja como sua mãe leva as coisas, senão pode ter situações desagradáveis pra você" responde Gian.
Capítulo 7: Eu sim, e você?
Gian se dirige a um painel de botões, aperta um vermelho e um verde. Naquele exato momento, a madeira da Andrea passa de vertical pra diagonal. A madeira da Gaby gira num ângulo de 90 graus pra esquerda, ficando bem de frente onde a Andrea estava. Depois disso, Gian vai até onde a Gaby está, pega as meias da Andrea que estavam no chão, faz uma bola com elas e coloca na boca da Gaby, prendendo com fita adesiva pra não sair. Depois, Gian diz: "Sua filha cuida dos pés, né? Bom, essas são as meias dela (e aponta pra boca). Vou te deixar aqui por um tempo..." e coloca uns fones de ouvido nela com rock pesado no volume máximo, de um jeito que ela não consegue ouvir nada. Gaby tentou gritar, mas não conseguia por causa das meias. Gian vai até a Andrea e diz: "Andrea, Andrea, não fica resistindo! Vamos fazer um trato, você trabalha com a gente, e eu... te prometo que você vai viver uma vida mais gostosa, fora desse mundo tão sem graça. Mas te aviso pra pensar bem no que vai falar, não tô aqui pra continuar aturando sua insolência sem te dar o que você merece, e te prometo que seu coraçãozinho não vai aguentar o que você tá prestes a sentir. Tá de acordo?". Andrea olhava pro Gian com raiva de impotência, e disse: "É a minha mãe que vocês querem, pra que precisa de mim? Ela disse que sim, MAS EU DIGO QUE NÃO!" e cuspiu nele. "Beleza, como quiser, te avisei. Agora você vai sentir coisas que ninguém nunca fez, e sabe o quê? Você vai gostar, ou melhor, a gente vai gostar!" disse Gian, indo pros pés da Andrea pra começar a tortura: "Conhecemos você palmo a palmo e sabemos sua grande fraqueza por... cócegas, especialmente depois dessa "pequena" preparação pela qual você passou, mas também sabemos que você é virgem, então vai ter o gosto e o prazer de ser eu quem, pela primeira vez, vai te dar sensações que você nunca teve. Mais uma vez, Andrea, evite aborrecimentos: você vai seguir as ideias velhas da sua mãe ou quer um mundo novo trabalhando para nós? "Você pode me estuprar, seu sádico maldito, mas mesmo que eu morra, vou resistir a tudo. EU TE DISSE QUE NÃO!" gritou a aprendiz de espiã com uma tentativa corajosa, mas não sabia o que a esperava. Dando um sinal e sem mais palavras, Gian ordena começar o tormento, iniciando com um ajudante pegando uma tesoura e rasgando e cortando completamente a calça, deixando novamente nua a filha de Gaby, outro passo para fazer cócegas com os dedos nas axilas e em cada um dos seus mamilos, e Gian arranhando as lindas e macias solas de cada pé descalço, que se contorciam e enrugavam loucamente. Andrea estremecia de cima a baixo, rindo e gritando desesperadamente, enquanto o suor começava a invadir o corpo muito bem cuidado, enquanto o ajudante que cortou a calça estava excitado, começa a se despir e começa a foder a mulher virgem, que via como pela primeira vez tinha a sensação do coito, embora não como ela talvez quisesse. "JJJAAAAAJEEJAANOOOOOJAJAJA filhos da puta, basta, JUAAAJUAAAAJAAAJEEEE nnoooooooJEEEJAJEJE" bramava a bela mulher. Depois de dez minutos intermináveis de cócegas e sexo, os ajudantes, a uma ordem de Gian, pararam, permitindo que Andrea respirasse fundo e deixasse as lágrimas, tanto de dor quanto de riso, que corriam pelo seu rosto descerem até chegarem aos seios e mamilos, que estavam afogados em suor, assim como o sangue que saía da sua buceta por ser a primeira vez que transava. Enquanto isso, Gaby via com total impotência tudo o que sua filha estava sofrendo, porque sabiam que era a forma de quebrar a famosa espiã. Depois de mais meia hora de sexo com cócegas e sem chegar a nada: “SUA PUTA MALDITA, FALA! TRABALHA COM A GENTE!” gritou o italiano, dando um tapa nela, já com um tom de desespero ao ver que a atormentada resistia até o limite das emoções. “Snifff... NUNCA, SEUS MALDITOS!” gritou a coitada atormentada entre lágrimas de dor e riso. “CONTINUEM!, mas agora trabalhem a buceta e o cu dela, vamos ver se a putinha não quebra” ordenou Gian.
Novamente começou uma sessão ainda mais selvagem, já que agora, depois de ser comida e com o lubrificante que começava a escorrer da buceta da jovem, a vagina de Andrea era atacada com um movimento selvagem dos dedos de um dos ajudantes, o que provocava ainda mais cócegas na mulher. Enquanto isso, o outro ajudante se enfiou por baixo das tábuas e, pelo buraco onde o cu de Andrea estava exposto, ele enfiou a língua, passando-a com delicadeza por toda a região do cu, não sem antes separar os dois glúteos para deixar tudo mais visível. Andrea agora estava completamente louca, com uma mistura estranha de risadas insuportáveis e excitação que não davam trégua, já que ela chorava de rir e também começava a gemer de um prazer imenso, todas sensações novas, pois nunca tinha chegado naquele ponto. Enquanto isso, a poucos metros, a mãe dela via tudo o que estavam fazendo com a filha e fazia movimentos quase sobre-humanos tentando se soltar das algemas, mas elas estavam bem presas, e isso lhe causava tanta dor quanto o que estava vendo.
“AAAHHHHHHHHJAJAJJAAAAAJIIJOOOAHHHHHH CHEGA, NÃO CONSIGO RESPIRAR, PAAAAAAAAAJAJAJAJAJAJAJA” berrava a pobre mulher, enquanto Gian agora lambia as plantas dos pés de Gaby, passando a língua entre cada um dos dedos, que se moviam freneticamente, abrindo e fechando. Enquanto isso, o ajudante que trabalhava com os dedos na buceta já estava enfiando a língua bem fundo, o que agora sim fez escorrer um líquido cremoso saindo da buceta de Andrea, que indicava que estava muito perto do seu possível primeiro orgasmo. Enquanto isso, o ajudante que estava debaixo da mesa já começava a brincar com os dedos no cu da mulher, enfiando e tirando rapidamente, causando ainda mais dor porque o cu dela não estava acostumado a ser comido. O corpo da jovem aprendiz tremia e suava como nunca antes, enquanto os pobres pés tentavam escapar do martírio da língua do perverso e antigo amigo que os fazia cócegas com luxúria e brutalidade. O ajudante da buceta continuava penetrando tanto com os dedos quanto com a língua a virgem de vinte e poucos anos para saciar seus instintos, e Andrea parecia gostar cada vez mais (era a primeira vez dela e parecia, por momentos, esquecer da situação em que se encontrava), já que com a risada se produzia uma mistura deliciosa de prazer, dor e tormento. "JAAAAAAAAHHAHHHAHHHJOOJOJEEEJJEEE BAAAASTAAAJAJAJE PELO AMOR DE DEUS!!! NÃO NÃO NÃO... VAI VAI VAI... AHHHHHHHHH" berrou Andrea, provocando um primeiro orgasmo tão brutal que os esfíncteres anais relaxaram tanto que jorrou pelo cu um jato de merda que banhou deliciosamente o italiano que estava brincando com os dedos naquela área da bela jovem. As cócegas nos pés por parte de Gian continuaram sem piedade, enquanto o outro italiano que atacava a torturada pela buceta se masturbou e, quando gozou, jorrou o esperma dele nos peitos da torturada para, mais tarde, continuar mexendo os dedos pelo estômago, axilas e mamilos da mulher, agora ainda mais macios pelo líquido seminal e pelo suor. Andrea estava num ponto em que ia explodir tudo, não aguentava mais, tinha realmente chegado ao limite físico e seu coração já ultrapassava os limites de resistência, mas mesmo assim nenhum dos 3 italianos parava e faziam Andrea continuar se contorcendo de riso, dor e prazer num suplício que já durava mais de 2 horas. "PELO AMOR DE DEUS, CHEGA HAHAHAHAHAHA NÃO AGUENTO MAIS!!! GIAN TE PEÇO PELO AMOR DE DEUS PAAAAAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA" — produzindo um novo orgasmo que deixou Andrea quase desmaiada, já que nem as cócegas nem o trabalho sexual dos outros dois paravam.
Os pés eram lambidos e faziam cócegas sem parar, com Gian olhando com prazer para a mãe dele, que continuava fazendo o impossível para sair de onde estava, mas era claramente impossível. Gian tinha realmente dado a Gabriella Irene Barzana Salas um golpe físico e emocional pesado pra nunca esquecer o poder da DISS e do que ela é capaz. O corpo todo suado da linda chileno-venezuelana se contorcia brutalmente, e a urina já jorrava a rodo da buceta sofrida dela. Gian, depois de 3 horas, já estava quase desistindo quando um dos ajudantes se aproxima e diz que Gaby fez sinal pra falar com ele. O torturador, com um toque de satisfação, aceita e sussurra no ouvido de Andrea: "Bem, minha querida amiga, parece que vamos ser bons amigos de novo". Ele vai até onde Gaby está, tira a mordaça e os fones e pergunta: "Beleza, o que você quer?". "Olha, te proponho um trato. Andrea nunca vai trabalhar contigo, eu tive que me virar pra ela trabalhar comigo. Não torture ela mais, por favor! Vocês querem que eu entregue toda a informação da bomba, né? Então, eu posso fazer o serviço. Andrea fica aqui como garantia de que vou trazer tudo. Combinado?" disse Gaby. "Hmm... beleza, vou consultar sua oferta com meus superiores e te aviso" responde Gian. "Por favor, para com tudo isso que tá fazendo com a Andrea" responde Gaby. Ele vai até onde Andrea está com um copo e dá água pra ela; Andrea toma um gole tentando recuperar as forças. Ele vai até o painel de botões, pisa em outro par enquanto vai tirando a roupa, e as tábuas das mulheres viram pra posição inversa do começo (Andrea agora vê o que vão fazer com a mãe dela). Dessa vez, ele pega as meias da Andrea, faz uma bola de novo e coloca como mordaça nela. A jovem; antes de colocar os fones de ouvido na Andrea, Gian diz pra ela: "Você vai ver um pouco do maravilhoso que acabou de passar" e coloca os fones. Ele vai até onde a Gaby está, com uma tesoura na mão, nu e excitado, diz: "Sua filha era virgem, errado da sua parte, então eu tomei a liberdade e demos o melhor orgasmo que ela poderia ter pela primeira vez, porque orgasmos extremos são os que mais se aproveitam, e vou te dar um também, mas eu sou quem vai te foder, sempre quis te comer desde que te vi pela primeira vez, você me deixava muito excitado", enquanto um ajudante ia pros peitos pra fazer cócegas naquela área, outro ia pros pés, e enquanto Gian vai cortando a calça da Gaby, ele ouve: "NÃO PELO AMOR DE DEUS CHEGA!! PARA ISSOOOOOOOAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA" um dos ajudantes começou a fazer cócegas nos peitos, enquanto Gian monta em cima e começa a foder a Gaby que continuava dizendo: "PARA, NÃO NA FRENTE DELAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA ASSIM CONTINUA CONTINUAHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHE" e o outro ajudante ia pros pés da Gaby pra lamber entre os dedos, sensações novas pra famosa espiã que, assim como a filha, gostava do que estavam fazendo com o corpo dela naquele momento. Depois de uns 45 minutos pararam, Andrea e Gabriela já estavam exaustas dessa tremenda rotina e Gian se veste pra falar com os superiores dele.
Depois de meia hora, Gian volta onde a Gaby está e diz: "Me escuta com muita atenção, porque não vou repetir. Meus chefes aceitaram sua oferta, mas com modificações. Você tem 3 dias pra nos trazer todas as informações da bomba e do contêiner que tem a cura. Agora vamos te dopar, vamos tirar o chip que você tem, e te deixar na sua casa com todas as instruções, o equipamento necessário, passaporte e passagem. Os três dias começam a contar quando você chegar no Iraque. Se não se reportar em três dias, não importa, a informação também serve pra gente, mas nesse caso, a Andrea e você sofrerão um castigo exemplar do qual não poderão escapar. Ah, e sem enganação, não vai ter jeito de você nos enganar, sempre vai ter um espião nosso te seguindo que vai nos manter informados de tudo que você faz" responde Gaby.
Capítulo 8: Final no Passado
Gaby, depois de 4 dias, completa sua missão; quando chega na Itália, Gaby pede pra falar com Gian. Gaby tinha pedido pra Gian que por favor não fizessem nada com a Andrea, ela assumia toda a culpa. Ele, educadamente, diz onde a Andrea está, manda ela ir buscar, lá encontraria o pagamento e depois podia se retirar. Andrea está num quarto, jogada no chão, dormindo e amarrada. Quando Gaby chega e começa a desamarrar a Andrea, a porta do quarto se fecha, e começa a sair gás insone por umas grelhas; esse gás faz a Gaby dormir, e Gian, com uma máscara antigás, entra no quarto e diz: "te falei Gaby que se não cumprisse em 3 dias vocês iam receber um castigo exemplar. Levem elas!!"; entram uns ajudantes também de máscara, levam a Gaby e a Andrea, e deixam elas na Câmara do Tempo, junto com Gian, que chega depois (Uma sala que permite que as pessoas que estão lá dentro sejam transportadas pra qualquer ponto da linha do tempo, mas pro passado). Gaby, Andrea e Gian são transportados pra Idade Média. Lá, eles chegam numa fazenda, na Itália Monárquica. Gian (com roupas da época, que parecia ser de alto poder na corte) vai preparar a Andrea e a Gaby (tira as roupas delas, coloca um vestido preto comprido e um chapéu preto comprido em cada uma, venda os olhos delas, deixa elas descalças, tira a pintura das unhas das mãos e dos pés das duas mulheres, pinta de preto, monta as duas num cavalo que estava lá, e amarra as mãos delas com uma corda que tá presa na sela) e monta no cavalo dele, segurando as cordas do cavalo da Andrea e da Gaby. Saem e vão da fazenda até o centro. A cidade da Sicília (onde ficava o castelo do Rei Fernando II, lá no século XVI). Quando chegam, tinham umas cadeiras de tortura, em cada cadeira tinha um tronco para os pés e umas algemas para as mãos. Gian coloca Andrea e Gaby em uma cadeira cada uma e junta as duas cadeiras. Quando Gian termina, Andrea e Gaby estavam de olhos vendados, as mãos acima da cabeça, presas nas algemas que tinham nos pulsos, e os tornozelos estavam no tronco que estava ali, deixando os pés nus para serem cosquinhas. Além disso, Gian coloca uma placa grande em italiano, acima da cabeça do par de mulheres amarradas, e se retira para a fazenda, no ponto onde foi transportado, para voltar à sua época atual. A placa que Gian deixou diz: "Minha filha e eu somos bruxas e blasfemas. Gian, o Conquistador, com poder concedido por Sua Majestade, ordenou que devíamos morrer para pagar nosso pecado, e teríamos que fazer isso em público. Então, nós decidimos que nos façam cócegas nos pés. Queremos que continuem dia e noite, não parem até que minha filha e eu estejamos mortas. Se pedirmos piedade, multipliquem a tortura, nós nunca tivemos que blasfemar ou fazer bruxarias, já não há perdão que valha. Se alguém tiver a ideia de tirar nossa venda dos olhos, morre na hora. A palavra de Gian, o Conquistador, não pode ser questionada". Os cidadãos leram a mensagem escrita e cumpriram à risca. Andrea e Gaby, quando viram que estavam sendo torturadas com cócegas, começaram a gritar como loucas, e a gente então acreditou que eram bruxas de verdade, e cumpriram o que dizia a placa; e a tortura foi multiplicada cada vez que elas gritavam por piedade. Assim terminavam as carreiras e as vidas de Gabriella Irene Bárzana Salas e Andrea Gabriella Orioli Bárzana no mundo da espionagem, de uma forma que elas nunca teriam imaginado: seus últimos dias tiveram possivelmente seus melhores orgasmos, mas sendo cosquinhas e deixadas até morrer em uma... Época em que os cidadãos adoravam torturar com cócegas os chamados bruxos e blasfemos.
Espero que tenham gostado da história.
Fim.
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