Minha namorada adora mostrar a bunda Parte7

Antes de mais nada, deixo claro que, embora já tenha visto alguns dos relatos a seguir postados, não vi todos aqui no Poringa. Por isso, me atrevo a postá-los de novo, já que vou colocar as 9 partes. Espero que curtam, especialmente para o PABLO, que me deu um NFU, comentando que tinha gostado dos relatos que postei...

Minha namorada adora mostrar a bunda dela. Parte 7
Minha namorada e os médicos.

Olá, pessoal. A verdade é que eu tava decidido a não escrever mais sobre as aventuras da minha namorada, não é que não tenham rolado coisas nesse último tempo, pelo contrário, mas já tô com vergonha de contar que a Marcela cada vez tem mais vontade de mostrar a raba dela pra desconhecidos, seja onde for e em qualquer situação. Através de vários e-mails que recebi, se referiam à minha esposa como uma grande puta. Discordo disso. A Marcela tem um vício, tipo fumar ou apostar. Ela fica excitada pra caralho quando os homens olham pra bundinha dela. Tudo que acontece depois é por causa do tesão enorme dela, então não é pra julgar.

Também recebi e-mails muito legais me pedindo, por favor, pra continuar contando as histórias que vivi, então em agradecimento a todos eles, decidi contar uma das últimas que aconteceu com a gente.

Uma semana atrás, cheguei em casa do escritório com um baita mal-estar no estômago. Tava com uma dor forte na boca do estômago, então me meti na cama na hora e pedi pra Marcela chamar o médico do nosso plano de saúde. Ela, muito preocupada, fez isso e pediu pra virem o mais rápido possível, depois deitou do meu lado e começou a massagear meu estômago de leve.

Ficou assim por um tempo até eu começar a sentir a dor passar. Não só isso, com as carícias dela que quase tocavam no meu pau, comecei a ficar excitado. A Marcela, ao ver como meu pau ficou duro, pegou ele com uma mão e começou a bater uma pra mim devagar.

- Parece que já não tá doendo tanto, né? - ela perguntou sorrindo.

- Não, verdade, suas massagens me fizeram bem - respondi.

- Já vi - disse ela enquanto me masturbava mais rápido, com meu pau já completamente duro.

- Sabe que hoje no metrô um velho sem-vergonha passou a viagem inteira passando a mão na minha bundinha - continuou, sabendo que quando me contava essas coisas, eu ficava a mil.

- E você gostou? - perguntei, já Sabendo a resposta...

- Você sabe como me deixa ver que eles se aquecem com minha bunda, fiquei o dia inteiro excitada, me respondeu, enquanto levava uma mão até a virilha.

- Você teria gostado de dar o cu pro velho?

- Uiii sim, teria adorado, me respondeu enquanto se colocava de quatro apontando a bunda na minha direção, levantou a saia, puxou a fio dental e enfiou um dedo na buceta.

Eu comecei a bater uma enquanto ela com uma mão se masturbava e com a outra enfiava e tirava um dedo do seu lindo cu.

De repente, a campainha da porta de casa tocou.

- O médico, falei.

Marcela estava explodindo, nem me ouviu, continuava enfiando e tirando e gemendo.

- Marcela, o médico, repeti mais alto.

Aí ela percebeu e como pude se arrumou a roupa e foi abrir a porta. Eu enquanto isso arrumei um pouco a cama e tentei abaixar o tesão pensando em outra coisa.

Uns segundos depois ouvi vozes se aproximando do quarto e depois de entrar, minha esposa entrou com 2 médicos com seus jalecos brancos de sempre. Um deles tinha uns 55 anos e o outro uns 40. Nenhum dos dois era bonito, pelo contrário, um deles, o mais velho, era bem desagradável e desleixado. A testa dele estava toda suada e a barba um pouco crescida; o outro era um cara normal, um pouco gordo talvez, mas bem comum.

Depois de trocar cumprimentos, o mais velho sentou na cama ao meu lado, enquanto o outro ficou em pé ao lado da minha esposa, sem tirar os olhos dela.

Mostrei a área onde doía e comentei que naquele momento já estava melhor, que a dor tinha aliviado bastante.

O médico que estava sentado começou a me examinar e cada vez que se virava para falar com minha esposa, disfarçadamente dirigia o olhar para as pernas dela e para algo mais, já que da posição em que estava, certamente conseguia ver até a fio dental.

Marcela, que estava com um tesão daqueles, percebeu e abriu um abre un pouco mais as pernas pra dar uma vista melhor.

O mais novo, que tinha visto o movimento da Marcela, sentou também na cama e quase sem disfarçar começou a olhar as pernas da minha mina, que já nessa altura mostrava na cara uns trejeitos de uma puta excitação.

Depois de me examinar, o mais velho diagnosticou uma inflamação nos intestinos, produto com certeza de algo que eu tinha comido. Mas pra ter certeza, pediu permissão pra tirar minha temperatura retal, e eu aceitei. Virei de lado, abaixei a cueca e depois de passar um pouco de vaselina, ele enfiou o termômetro no meu cu, que por sorte era bem fininho, então quase nem senti.

Enquanto esperava de bruços tirarem o termômetro, ouvi o mais velho falar com a minha esposa.

— Cearam juntos ontem à noite?

— Sim, doutor, respondeu ela.

— E a senhora não sentiu nenhum mal-estar?

— Por enquanto não, respondeu Marcela.

Nessa hora, o doutor tirou o termômetro do meu cu e, vendo que tinha uns traços de febre, continuou.

— Seu marido tá com um pouco de temperatura e isso é com certeza uma intoxicação por algo que comeram ontem à noite, então seria bom, já que a gente tá aqui, examinar a senhora também.

— O senhor acha necessário, doutor? perguntei.

— Sim, muito necessário, respondeu ele enquanto olhava a Marcela de cima a baixo com cara de tesão.

Era óbvio que a única intenção era examinar minha esposa pra apalpar ela um pouco. Isso, longe de me irritar, começou a me excitar. Não só a mim: olhando pra Marcela, notei que ela também tinha percebido e dava pra ver na cara dela que aquilo tinha agradado.

— Meu amor, deixa eu ser examinada pelos doutores? ela perguntou.

— Se você quiser, respondi.

Os médicos se olharam enquanto se levantavam da cama pra dar lugar pra ela se deitar.

Marcela sentou na cama apoiando as costas na cabeceira, e os doutores sentaram na fiquei na beirada, do lado dela. Eles não conseguiam tirar os olhos das pernas da minha esposa, que por causa da posição em que ela estava, já mostrava até as coxas.

- Levanta um pouquinho a camiseta, pediu o mais velho.

Marcela obedeceu, deixando a barriguinha de fora.

O médico começou a apalpar o estômago dela e perguntar se doía. Ela respondia que não, e ele mudava a mão de lugar e perguntava de novo. Num certo momento, os dedos da mão desceram até a virilha da Marcela e começaram a massagear do jeito que ele queria. Dava pra ver que aqueles movimentos tinham deixado ela a mil.

- Senhora, por favor, desabotoe e abaixe um pouquinho a saia, pra gente examinar melhor, falou o doutor.

- Assim tá bom, doutor? Perguntou Marcela, que tinha abaixado a saia uns centímetros e mostrava os dois fios pretos da lateral da calcinha fio dental.

- Doutor, deixa comigo, falou o outro médico, enquanto jogava a mão na barriga da minha namorada.

Esse dava pra ver que era mais sem vergonha, e os toques eram mais sensuais. Ele acariciava devagar, enfiando os dedos quase roçando o começo da buceta dela.

Dava pra ver que a essa altura a Marcela já não aguentava mais. Ela tinha aberto um pouco as pernas, e a saia tinha subido, mostrando um pouco da calcinha fio dental. Eu, do lado, olhando, já muito excitado, via dois médicos apalpando minha esposa do jeito que queriam.

- Tira a camiseta que quero auscultar você, pediu um deles.

- Acontece que não tô usando nada por baixo, doutor, e não sei se meu marido vai querer que vocês vejam meus peitinhos, respondeu minha esposa, me olhando com cara de puta.

- Não tenha vergonha, seu marido sabe que somos médicos, então não vai ter problema, né? Ele me perguntou.

- Não, tudo bem, falei, quase sem conseguir falar de tanto tesão que tava.

Marcela tirou a camiseta e deixou no ar os peitinhos lindos dela, com os bicos bem durinhos por causa da excitação. Isso não passou despercebido pelos doutores, que se olharam e na mesma hora um deles... Com o estetoscópio, começou a auscultá-la, passando o aparelho por todo o peito dela, inclusive sobre os peitos, bem perto dos mamilos.

Assim, eles se revezaram e ficaram um tempão. Nenhum dos dois conseguia mais disfarçar a ereção que marcava por baixo dos jalecos brancos.

— Bem, senhora, por favor, fique de quatro e levante a saia que vou medir sua temperatura retal. — Disse o mais sem-vergonha.

— Amor, deixa eu dar a bunda pros doutores pra eles colocarem o termômetro?

Eu concordei com a cabeça, já não conseguia falar, a única coisa que queria era tirar a pica pra fora e fazer uma baita punheta.

Marcela se virou e levantou um pouco a saia, deixando metade da bunda de fora.

— Tá assim, doutor?

— Levanta mais um pouco, ou não, já que o marido não se importa, melhor tira a saia de vez, assim a gente trabalha melhor — respondeu o mais velho.

Marcela levantou um pouco a bunda e tirou a saia, ficando de quatro vestida só com a calcinha fio-dental preta e um par de meias soquete brancas.

— Não fica mais confortável assim? — perguntou o mais novo, sem conseguir tirar os olhos daquela bunda fenomenal.

— Tô sim, doutor — respondeu ela, quase inaudível por causa do tesão danado.

Não era à toa. Mais uma vez, ela tinha conseguido exibir a bunda quase nua pra dois desconhecidos, que era o que mais a excitava.

Eu, nessa altura do campeonato, olhava a cena me tocando por baixo do lençol, desejando que aquilo nunca acabasse.

— Por favor, levanta um pouco a bunda, senhora — pediu um deles, enquanto tirava o termômetro de uma maleta.

Marcela arqueou as costas e levantou a bunda, dando uma visão impressionante pros médicos, que já sem disfarce se tocavam nos membros totalmente eretos por cima da calça.

— Com licença, senhor, vou puxar a calcinha da sua esposa — disse o que estava com o termômetro na mão, sem me dar chance de proibir.

Ele pegou a fio-dental por um dos lados e a correu, deixando à mostra o furinho e a buceta da Marcela.

Passou um pouco de vaselina no termômetro e enfiou no cu dela. Um gemido escapou da boca de Marcela.

- Tá doendo, senhora? - perguntou o médico enquanto enfiava e tirava devagar o termômetro do rabo dela.

- Não, doutor, pra ser sincera nem sinto nada - respondeu ela, rebolando suavemente no ritmo do mete e tira do médico.

- Já imaginava, o problema é que esse termômetro é muito fininho e a senhora tem o cuzinho bem aberto, então não vai funcionar - disse o mais novo, já totalmente sem controle.

- Se o seu marido não se importar, vamos ter que medir a temperatura com o tato - continuou.

- Meu amor, deixa os doutores medirem minha temperatura no cuzinho com o tato? - perguntou Marcela, me olhando e mordendo o lábio inferior.

- Pode ir em frente, doutor - falei.

O médico mais novo apoiou uma mão numa nádega da raba e começou a enfiar o dedo indicador da outra mão no furinho da Marcela.

Nem preciso contar como entrou. Até os médicos se surpreenderam. Minha esposa soltou um gritinho de prazer, o que fez o cara meter e tirar o dedo num ritmo infernal, enquanto ela se contorcia no ritmo.

- Acho que sua senhora tá com febre na raba, porque dá pra sentir que tá bem quentinha lá dentro - me disse o médico que não parava de enfiar o dedo.

- Vê aí, doutor, confira - disse pro colega, cedendo o lugar.

Esse apontou dois dedos, que entraram fácil.

- O senhor tem razão, doutor, mas sinto que a buceta também tá bem quente - respondeu, enquanto com o polegar cutucava a ppk da Marcela.

- Eu não notei isso, doutor, deve ser por causa da calcinha - respondeu o outro.

- Por que o senhor não tira a calcinha da sua esposa e nos entrega ela peladinha? Assim a gente pode fazer o tratamento que ela precisa pra baixar a febre - pediu um, como se soubesse o que tava pedindo. deixaria Marcela louca, que deu a eles o primeiro orgasmo dela.

Os dois se levantaram da cama, me deixando espaço. Eu, como pude, me levantei e tirei a calcinha fio dental dela, deixando ela só com as meias. Ela se ajoelhou, abriu um pouco as pernas e ofereceu a eles uma vista linda da bundinha dela.

- Muito bem, senhor. Agora, por favor, saia da cama, sente-se ali e nos deixe trabalhar em paz - disse o mais novo, apontando para uma cadeira.

Eu obedeci. Sentei de frente para a cama, esperando ver de novo como dois caras iam arrebentar o cu da minha esposa.

- Com licença, senhor, vamos nos despir para trabalhar mais à vontade - disse um, enquanto tiravam a roupa.

Quando os dois estavam completamente pelados, subiram na cama e se ajoelharam, um de cada lado da raba da Marcela. Estavam com os paus totalmente duros e eram bem grandes, especialmente o do mais novo, que devia ter uns 5 cm de grossura.

Enquanto um acariciava o rego dela, o outro apalpava os peitos dela.

- A verdade é que sua esposa tem uma bundinha linda, pena que está dodói com febre - disse o que passava a mão na bunda dela.

- Mas não se preocupe, a gente vai curar ela - disse o outro, enquanto tocava a buceta dela.

Marcela só fazia se mexer e gemer.

- Bem, senhora, vamos começar. Se doer, avisa a gente - disse o mais velho, enquanto se posicionava atrás de Marcela e enfiava o pau na buceta dela.

- Ahhhh - saiu da boca dela.

- Tá doendo? - perguntou o que estava metendo. - Quer que eu tire?

- Não, por favor, continue, doutor. Continua, continua, continua - gritava Marcela.

- Doutor, por que não coloca algo na boca dela pra ela não gritar tanto? - pediu ao colega.

Este foi até a cabeceira da cama e esfregou o pau na cara dela. Ela pegou com uma mão e começou a lamber com desespero.

Assim ficaram por um tempo. Os médicos olhavam pra mim e diziam que minha esposa Ela tinha uma buceta e uma boquinha muito gostosas.

- E a bundinha pequena, o que acham?, perguntei eu, me masturbando freneticamente vendo a cena.

- Senhora, acho que seu marido ia adorar ver como a senhora entrega essa bundinha pequena, disse o que tinha o pau na boca dela.

- Verdade, ela tem uma bundinha pequena linda, disse o outro que tinha tirado o pau da buceta e me mostrava como seus dois dedos entravam no cu da Marcela.

- Vem cá, doutor, a senhora já tá com a bundinha pequena bem aberta. Mostra pro marido como faz o tratamento anal, continuou.

O colega tirou o pau da boca, se ajoelhou na frente do cu da Marcela e colocou aquele pedaço de carne enorme na entrada do buraquinho.

Ela empurrava pra trás e esfregava a raba desesperada no pau do médico.

- Diz pro seu marido me pedir por favor pra meter, exigiu ele.

Marcela virou o rosto, me olhou, mas não conseguiu falar nada. Eu sabia o que ela queria, então não fiz ela esperar.

- Doutor, por favor, me mostra como arrebenta a bundinha pequena da minha esposa, falei.

Essas palavras fizeram ela ter um orgasmo do caralho. Os médicos ficaram com os paus duros igual estaca.

Um deitou de barriga pra cima e colocou a Marcela por cima, começando a meter na buceta, o outro ficou atrás e enfiou no cu dela. Os três gritavam e gemiam. Diziam que iam encher ela de porra, que esse era o único jeito de baixar a febre. Marcela tinha um orgasmo atrás do outro. Eu ia pro meu segundo gozo. Trocaram de posição e continuaram até os dois explodirem dentro dela.

Exaustos, se levantaram, se trocaram e antes de ir embora, um deles abriu um pouco as bandas do cu da Marcela, que tava deitada de bruços, morta de cansaço, enfiou um dedo e, virando pra mim, falou:

- Agora a bundinha pequena dela tá mais fresquinha. Quando esquentar de novo, chama a gente.

Quando eles foram embora, me joguei do lado da Marcela e Acariciando a bunda dela, acabei dormindo.

0 comentários - Minha namorada adora mostrar a bunda Parte7