Antes de mais nada, as devidas desculpas por não ter aparecido nesse tempo todo, mas minha ausência foi por causa de um problema familiar sério que vou contar pra vocês agora. Agora que já passou tudo e essa experiência vai ficar só como uma lembrança ruim, posso contar o que rolou do melhor jeito que sei: através de um relato. Beijos pra todo mundo, e já vou ficar em dia com as mensagens, comentários e recomendações. Até a próxima.
A notícia me atingiu como se um caminhão com reboque tivesse passado por cima de mim. Foi minha mãe quem ligou e, com poucas palavras, fez o mundo ao meu redor desabar.
— Mary, internaram seu tio, parece que é grave — ela disse.
Um suor frio começou a percorrer meu corpo, achei que fosse desmaiar, mas fiz o impossível para me manter de pé e não demonstrar o que aquela notícia realmente significava para mim.
Ela se referia, claro, ao meu tio Carlos. Parecia inacreditável, mas fazia apenas alguns dias que eu tinha estado com ele. Foi a primeira pessoa em quem pensei quando tive problemas com meu marido. Liguei pra ele e contei o que estava rolando. Combinamos de nos ver para conversar com mais calma. Nos encontramos no lugar de sempre, tomamos algo e batemos papo, conversamos muito, e depois fomos para o hotel de sempre, transamos, e aí tudo pareceu diferente. É inacreditável o que uma foda pode fazer, mas depois de dar uma com meu tio, eu via tudo com outros olhos, nada mais parecia tão grave, e até me surpreendia por não ter percebido antes como todas aquelas respostas estavam tão perto. E agora isso acontecia.
Perguntei pra minha mãe onde ele estava internado, guardei o celular e comecei a chorar. Tava preocupada com meu tio. Ele significa muito pra mim, foi o primeiro homem da minha vida, quem me ensinou tudo que sei sobre sexo. Foi o primeiro que viu em mim uma putinha em potencial, então soube me pegar bem na hora certa e me moldar do jeito dele. Foi ele quem me ensinou a chupar. Eu tinha 17 anos quando ele me deu uma aula prática completa sobre como atender um homem oralmente.
— Isso é algo que os caras que saírem com você vão pedir sempre, e já imagino que vão ser muitos, então você tem que estar preparada — ele soube me avisar na época.
Ele se sentou no sofá, puxou o pau já meio duro, e como se fosse um professor dando lição pra aluna, disse:
— Vai, vem cá, me mostra o que você sabe fazer.
Me ajeitei no ajo, entre as pernas dela, e segurando pela base, envolvendo os ovos dele com minhas mãos, comecei a lamber pelas laterais.
—Sim… muito bem… esse é um bom começo… claro que sim! — suspirou satisfeito, visivelmente lisonjeado pelas minhas lambidas entusiasmadas.
—Agora cuspe na cabeça e chupa, só a cabeça — ele me instruiu em seguida.
—Cuspir nela? — me surpreendi.
—Sim, é bom pra lubrificar e deixar o boquete mais fluido — explicou de forma instrutiva.
Fiz o que ele disse, cuspi no glande.
—Mais… cuspe um pouco mais — pediu.
Cuspi mais, como ele mandou, e ri, não consegui evitar, achei muito engraçado estar cuspindo na pica do meu próprio tio. Espalhei a saliva pelo glande e, metendo na boca, chupei com uma vontade danada.
—Ahhhhhh… Mary, acho que não tenho nada pra te ensinar, você faz mais que bem, vai enlouquecer os homens com essa boquinha — disse ele entre um suspiro.
Aquela foi a primeira vez que gozou na minha boca, e embora em algum momento ele achasse que eu não ia ter coragem, engoli toda a porra dele, me lambendo gostosa enquanto saboreava no paladar aquele licor de ovo com o qual desde então adoro me embriagar, e é que, diferente de muitas outras mulheres, eu gostei de sêmen de cara.
Eu ia lembrando dessa experiência enquanto me dirigia à clínica. Quando cheguei, minha tia Edith estava no corredor. Os olhos vermelhos. Ao me ver, levantou, correu até mim e me abraçou. Eu também desabei a chorar, pedindo pelo amor de Deus que me dissesse o que tinha acontecido com meu tio. Como pôde, me contou entre lágrimas e fungadas.
Foi um acidente, um carro o atropelou e o arrastou por vários metros. Estava vivo por milagre, e embora tivesse chegado consciente ao hospital, agora estava sedado, esperando uma cirurgia. Entrei com ela no quarto e o vi lá, deitado, com hematomas no rosto, um olho inchado, e um monte de tubos e mangueiras conectados ao corpo. Partia meu coração. Alguém que tenha passado por uma Uma situação dessas, você sabe como me senti naquele momento, e a dor aumentava ao saber que quem o atropelou fugiu do local do acidente, deixando ele largado ali, quase morrendo, como se fosse um cachorro. Me aproximei da cama e, mesmo que ele não pudesse me ouvir, peguei na mão dele, beijei e disse que o amava muito. Minha tia se emocionou com meu gesto.
Outra lembrança, das tantas que tenho com ele, me veio naquela hora. Eu saía da escola, como sempre, ao meio-dia, mas era diferente. Me sentia diferente, fazia apenas uma semana que meu tio tinha me feito mulher, então tudo tinha outra cor, me sentia, sei lá… como se estivesse apaixonada. Ao chegar na esquina, vejo ele me esperando.
— Tio! — grito e corro ao encontro dele.
Abraço ele e dou um beijo, na bochecha, claro.
— Vem, quero te levar a um lugar — ele me diz.
Subimos no carro dele, aquele inesquecível Dodge 1500 laranja, e partimos.
— Um amigo viajou e me deixou as chaves do apartamento dele, acho que não vai ter problema a gente usar por um tempo, não é? — ele disse.
— Acho que não — concordei toda animada, delirando de antecipação por um novo encontro sexual com meu querido tio Carlos.
O apartamento ficava no Caballito, perto do parque Rivadavia. Um dois ambientes charmoso de um homem solteiro. Assim que entramos, meu tio me pegou por trás e, apertando minhas nádegas com as mãos, sussurrou no meu ouvido:
— Você não sabe como me excita com esse uniforme.
Naquela tarde, a gente transou pra caralho. Não demos trégua. A gente metia uma vez e eu já estava pedindo outra. Sei lá, acho que acabou um pacote inteiro de camisinhas, hahaha.
Eu adorava quando ele se deitava na cama, pelado, abria as pernas e, colocando as mãos atrás da cabeça, me dizia com o sorriso mais perverso:
— Vem, sua putinha… chupa aqui!
Foi daí que ficou o “putinha”, eu adorava que ele me chamasse assim, que dissesse naquele tom lascivo que usava quando estávamos a sós, e que ela ainda continua usando toda vez que a gente se encontra. "slut", só de ouvir isso, meu corpo inteiro treme.
Fazendo a minha safada, eu subia na cama e, de quatro, me aproximava daquela ereção sublime que fazia as delícias não só da minha boca, mas do meu corpo inteiro. Pelo que ele dizia, eu tinha melhorado minha técnica naqueles poucos dias, tanto que até fiz ele gozar só com o uso dos meus lábios. Depois de uma boa chupada, a pica ficou dura demais e começou a pulsar, soltando jorros de porra que eu tentava segurar com o céu da boca. Não consegui engolir tudo, porque era muito, mas me virei pra saborear uma boa parte, passando a língua nos lábios pra não deixar escapar o que derramava.
— Siiiiiiiiii... isso... engole tudo... até a última gota... siiiiiiiii... ahhhhhhhh... é toda sua... siiiiiiiiiii... vamos ver... como é que a menina toma a porra?... — ele dizia, e eu abria a boca pra mostrar como engolia o sêmen dele, me lambendo com vontade de mais.
— Essa noite eu fico pra cuidar dele — disse minha tia então, interrompendo bruscamente aquela lembrança gostosa.
— Tia, você não pode, olha como você tá, parece exausta — apontei.
— Mas quem vai ficar se não for eu? — ela disse, resignada.
— Eu posso ficar, tia, aliás, eu adoraria ficar — falei.
A tia Edith me olhou e sorriu.
— Você sempre foi a sobrinha preferida dele, sabia? — comentou.
— Não, mas é bom saber — concordei, devolvendo o sorriso.
Apesar da relação que tenho com meu tio, nunca tive nenhuma animosidade com minha tia. Amo ela demais também, e nunca me senti como se fosse a outra ou algo assim. Sei muito bem que é uma relação bem peculiar, ou melhor, "pra fuder", e muitos podem me considerar uma filha da puta por ser amante do meu tio por tanto tempo, mas foi assim que as coisas aconteceram. Além do meu marido, ele é o único com quem gosto de repetir o menu. Não digo que sou apaixonada, mas sinto algo muito especial por ele.
No fim das contas, essa Noite eu ficaria para acompanhá-lo. Me despedi da minha tia e fui pra casa me trocar e comer algo leve. Coloquei na bolsa um livro, o iPod e voltei pro hospital. Minha tia ainda estava lá. Ela me agradeceu de novo e foi pra casa dela, não sem antes prometer que estaria de volta de manhã bem cedo. Meu tio continuava sedado, então puxei uma cadeira perto da cama dele e comecei a ler o livro, quando percebi já estava cochilando. Olhei a hora no meu relógio, era quase meia-noite. Escutei um pouco de música no iPod e, já cansada da posição em que estava sentada, me levantei. Meu tio parecia tranquilo, então saí no corredor pra esticar as pernas. Ia e voltava até a porta da sala, até que descobri num canto uma máquina de café. Voltei pro quarto pegar umas moedas na minha bolsa e peguei um cappuccino. Sentei pra tomar no mesmo corredor, que naquela hora estava silencioso e deserto, e de novo as lembranças daquela época dourada da minha juventude voltaram à minha mente. Lembro daquelas fodas com meu tio como quem lembra daqueles momentos felizes que gostaria de viver uma e outra vez, e talvez seja por isso que sou tão puta, talvez eu busque nos homens o que experimentei com meu tio naqueles anos não tão distantes. Apesar de depois ter tido vários namorados e até um marido, sempre voltava pra ele. Não sei quando foi que combinamos que seríamos amantes pra vida toda, acho que simplesmente aconteceu. Nem mesmo quando contei que ia casar a gente parou de se ver. Já naquela época a gente tinha o costume de se encontrar no mesmo lugar de sempre. Primeiro na confeitaria, pra tomar algo e conversar um pouco, e depois íamos pro hotel que fica a só meia quadra. Transávamos até não aguentar mais e depois cada um pro seu lado. Quando anunciei meu casamento iminente, achei que aquilo significaria o fim dos nossos encontros secretos. — Tio, vou casar — contei uma tarde ligando pro celular dele. — Parabéns, sobrinha, seu namorado é um bom homem, tenho certeza que vai te me fazer muito feliz - ele me disse.
Naquele momento ninguém disse nada, achei que era óbvio que não nos veríamos mais, já que uma coisa era enganar meus namorados transando com ele, mas outra bem diferente era enganar meu marido novo.
Casei, fui para a lua de mel, e embora achasse que não ia mais cair na infidelidade, como tinha feito com alguns namorados anteriores, não consegui evitar. Precisava botar chifre no meu marido, apesar da minha relutância inicial em continuar fazendo da minha vida uma mentira constante, aquela necessidade extrema venceu a batalha. A primeira vez foi na própria lua de mel, depois seria com meu tio. Liguei pra ele pouco depois de casada.
-Preciso te ver - falei.
Acho que ele entendeu.
Nos encontramos no dia seguinte, na confeitaria de sempre, e enquanto tomávamos algo, conversamos como sempre fazemos, como verdadeiros confidentes. Contei, claro, da minha infidelidade recente.
-Você gostou? - ele quis saber.
Hesitei por um instante.
-Sim... gostei - concordei finalmente, sem mais hesitação.
-Bom, isso é o que importa, sobrinha, que você tenha gostado, o resto são só detalhes - ele disse.
Ri, sempre com poucas palavras meu tio sabia como tirar o drama do que eu achava ser uma verdadeira tragédia. Tinha sido infiel ao meu marido? E daí, o importante é que eu realmente tinha aproveitado. E foi assim.
-Então... vamos? - ele perguntou depois de um tempo, em óbvia alusão ao hotel que ficava a poucos metros.
-Sim, vamos - concordei sem nem hesitar.
Aquela seria nossa primeira vez juntos depois de eu ter casado.
-Você gosta assim? - perguntei depois no hotel, me colocando de quatro e levantando bem a bundinha pra ele, mexendo de um lado pro outro, esperando ansiosa pela pica dele.
-Perfeito! - ele exclamou, enquanto encaixava a cabeça bem na entrada e metia de pouquinho em pouquinho, fazendo eu sentir ela por partes, sem pressa, sempre controlando o ritmo, acelerando quando precisava acelerar e diminuindo quando a A situação exigia isso.
Sentir a pica do meu tio deslizando dentro de mim, me enchendo aos poucos, é tipo uma experiência religiosa pra mim, uma sensação única e incomparável, e até hoje me impacta como se fosse o primeiro dia. Como naquela noite de ano novo.
Mas eu tinha uma surpresa guardada pra ele, porque numa dessas tantas metidas e tiradas que me deixavam louca, aproveitando que a pica tinha saído da receptora original, segurei ela com uma mão e, por mim mesma, enfiei no outro buraco, o menor, que até então só tinha sido usado uma vez, pelo desconhecido do metrô.
— Uauuuu, sobrinha, não esperava por isso! — exclamou ele, satisfeito, quando encaixei a cabeça da pica dele na entrada apertada do meu cu.
Apesar do estrago que aquele cara tinha feito, o buraco anal tinha recuperado rapidinho a estreiteza natural, então quando ele começou a meter, pareceu que eu tava sendo desvirginada de novo. Por sorte, os fluidos da minha buceta são bem generosos pra lubrificar tudo ao redor — lembro quando ainda não sabia que aquilo era porra.
— Tio… tô me mijando — eu falava naquelas primeiras gozadas, quando sentia um monte de líquido jorrando de dentro de mim que eu não conseguia segurar.
Ele ria e me acalmava, dizendo que era super normal, mesmo quando, às vezes, esses fluidos saíam voando igual fonte.
Esse mesmo fluido ajudou naquela hora pra pica do meu tio se encaixar no meu cu, deixando o resto deslizar do jeito certo, me enchendo de repente, abrindo bem a minha bundinha, me partindo ao meio, me dando sem parar nem restrição uma foda dos sonhos.
Terminei o cappuccino e voltei pro lado dele, não queria ficar muito tempo longe. Ele parecia calmo e tranquilo, se não fosse por todos aqueles aparelhos ao redor e pelo soro e outras substâncias intravenosas. Dava pra dizer que ele tava dormindo. Peguei na mão dele e, quase sem perceber, comecei a rezar. Fazia tempo que não fazia isso, mas naquele momento senti que nós dois precisávamos. Não é que eu estivesse afastada de Deus, até vejo Ele quase todo dia, mas é verdade que já não rezo tanto como antes, e em certas situações, fazer isso te dá um alívio no meio de tanta agonia. Falei Amém e beijei a mão dele.
— Te amo, tio — sussurrei no ouvido dele.
E, diferente de outras vezes, essa foi a primeira em que meus sentimentos estavam mais do que claros.
A notícia me atingiu como se um caminhão com reboque tivesse passado por cima de mim. Foi minha mãe quem ligou e, com poucas palavras, fez o mundo ao meu redor desabar.
— Mary, internaram seu tio, parece que é grave — ela disse.
Um suor frio começou a percorrer meu corpo, achei que fosse desmaiar, mas fiz o impossível para me manter de pé e não demonstrar o que aquela notícia realmente significava para mim.
Ela se referia, claro, ao meu tio Carlos. Parecia inacreditável, mas fazia apenas alguns dias que eu tinha estado com ele. Foi a primeira pessoa em quem pensei quando tive problemas com meu marido. Liguei pra ele e contei o que estava rolando. Combinamos de nos ver para conversar com mais calma. Nos encontramos no lugar de sempre, tomamos algo e batemos papo, conversamos muito, e depois fomos para o hotel de sempre, transamos, e aí tudo pareceu diferente. É inacreditável o que uma foda pode fazer, mas depois de dar uma com meu tio, eu via tudo com outros olhos, nada mais parecia tão grave, e até me surpreendia por não ter percebido antes como todas aquelas respostas estavam tão perto. E agora isso acontecia.
Perguntei pra minha mãe onde ele estava internado, guardei o celular e comecei a chorar. Tava preocupada com meu tio. Ele significa muito pra mim, foi o primeiro homem da minha vida, quem me ensinou tudo que sei sobre sexo. Foi o primeiro que viu em mim uma putinha em potencial, então soube me pegar bem na hora certa e me moldar do jeito dele. Foi ele quem me ensinou a chupar. Eu tinha 17 anos quando ele me deu uma aula prática completa sobre como atender um homem oralmente.
— Isso é algo que os caras que saírem com você vão pedir sempre, e já imagino que vão ser muitos, então você tem que estar preparada — ele soube me avisar na época.
Ele se sentou no sofá, puxou o pau já meio duro, e como se fosse um professor dando lição pra aluna, disse:
— Vai, vem cá, me mostra o que você sabe fazer.
Me ajeitei no ajo, entre as pernas dela, e segurando pela base, envolvendo os ovos dele com minhas mãos, comecei a lamber pelas laterais.
—Sim… muito bem… esse é um bom começo… claro que sim! — suspirou satisfeito, visivelmente lisonjeado pelas minhas lambidas entusiasmadas.
—Agora cuspe na cabeça e chupa, só a cabeça — ele me instruiu em seguida.
—Cuspir nela? — me surpreendi.
—Sim, é bom pra lubrificar e deixar o boquete mais fluido — explicou de forma instrutiva.
Fiz o que ele disse, cuspi no glande.
—Mais… cuspe um pouco mais — pediu.
Cuspi mais, como ele mandou, e ri, não consegui evitar, achei muito engraçado estar cuspindo na pica do meu próprio tio. Espalhei a saliva pelo glande e, metendo na boca, chupei com uma vontade danada.
—Ahhhhhh… Mary, acho que não tenho nada pra te ensinar, você faz mais que bem, vai enlouquecer os homens com essa boquinha — disse ele entre um suspiro.
Aquela foi a primeira vez que gozou na minha boca, e embora em algum momento ele achasse que eu não ia ter coragem, engoli toda a porra dele, me lambendo gostosa enquanto saboreava no paladar aquele licor de ovo com o qual desde então adoro me embriagar, e é que, diferente de muitas outras mulheres, eu gostei de sêmen de cara.
Eu ia lembrando dessa experiência enquanto me dirigia à clínica. Quando cheguei, minha tia Edith estava no corredor. Os olhos vermelhos. Ao me ver, levantou, correu até mim e me abraçou. Eu também desabei a chorar, pedindo pelo amor de Deus que me dissesse o que tinha acontecido com meu tio. Como pôde, me contou entre lágrimas e fungadas.
Foi um acidente, um carro o atropelou e o arrastou por vários metros. Estava vivo por milagre, e embora tivesse chegado consciente ao hospital, agora estava sedado, esperando uma cirurgia. Entrei com ela no quarto e o vi lá, deitado, com hematomas no rosto, um olho inchado, e um monte de tubos e mangueiras conectados ao corpo. Partia meu coração. Alguém que tenha passado por uma Uma situação dessas, você sabe como me senti naquele momento, e a dor aumentava ao saber que quem o atropelou fugiu do local do acidente, deixando ele largado ali, quase morrendo, como se fosse um cachorro. Me aproximei da cama e, mesmo que ele não pudesse me ouvir, peguei na mão dele, beijei e disse que o amava muito. Minha tia se emocionou com meu gesto.
Outra lembrança, das tantas que tenho com ele, me veio naquela hora. Eu saía da escola, como sempre, ao meio-dia, mas era diferente. Me sentia diferente, fazia apenas uma semana que meu tio tinha me feito mulher, então tudo tinha outra cor, me sentia, sei lá… como se estivesse apaixonada. Ao chegar na esquina, vejo ele me esperando.
— Tio! — grito e corro ao encontro dele.
Abraço ele e dou um beijo, na bochecha, claro.
— Vem, quero te levar a um lugar — ele me diz.
Subimos no carro dele, aquele inesquecível Dodge 1500 laranja, e partimos.
— Um amigo viajou e me deixou as chaves do apartamento dele, acho que não vai ter problema a gente usar por um tempo, não é? — ele disse.
— Acho que não — concordei toda animada, delirando de antecipação por um novo encontro sexual com meu querido tio Carlos.
O apartamento ficava no Caballito, perto do parque Rivadavia. Um dois ambientes charmoso de um homem solteiro. Assim que entramos, meu tio me pegou por trás e, apertando minhas nádegas com as mãos, sussurrou no meu ouvido:
— Você não sabe como me excita com esse uniforme.
Naquela tarde, a gente transou pra caralho. Não demos trégua. A gente metia uma vez e eu já estava pedindo outra. Sei lá, acho que acabou um pacote inteiro de camisinhas, hahaha.
Eu adorava quando ele se deitava na cama, pelado, abria as pernas e, colocando as mãos atrás da cabeça, me dizia com o sorriso mais perverso:
— Vem, sua putinha… chupa aqui!
Foi daí que ficou o “putinha”, eu adorava que ele me chamasse assim, que dissesse naquele tom lascivo que usava quando estávamos a sós, e que ela ainda continua usando toda vez que a gente se encontra. "slut", só de ouvir isso, meu corpo inteiro treme.
Fazendo a minha safada, eu subia na cama e, de quatro, me aproximava daquela ereção sublime que fazia as delícias não só da minha boca, mas do meu corpo inteiro. Pelo que ele dizia, eu tinha melhorado minha técnica naqueles poucos dias, tanto que até fiz ele gozar só com o uso dos meus lábios. Depois de uma boa chupada, a pica ficou dura demais e começou a pulsar, soltando jorros de porra que eu tentava segurar com o céu da boca. Não consegui engolir tudo, porque era muito, mas me virei pra saborear uma boa parte, passando a língua nos lábios pra não deixar escapar o que derramava.
— Siiiiiiiiii... isso... engole tudo... até a última gota... siiiiiiiii... ahhhhhhhh... é toda sua... siiiiiiiiiii... vamos ver... como é que a menina toma a porra?... — ele dizia, e eu abria a boca pra mostrar como engolia o sêmen dele, me lambendo com vontade de mais.
— Essa noite eu fico pra cuidar dele — disse minha tia então, interrompendo bruscamente aquela lembrança gostosa.
— Tia, você não pode, olha como você tá, parece exausta — apontei.
— Mas quem vai ficar se não for eu? — ela disse, resignada.
— Eu posso ficar, tia, aliás, eu adoraria ficar — falei.
A tia Edith me olhou e sorriu.
— Você sempre foi a sobrinha preferida dele, sabia? — comentou.
— Não, mas é bom saber — concordei, devolvendo o sorriso.
Apesar da relação que tenho com meu tio, nunca tive nenhuma animosidade com minha tia. Amo ela demais também, e nunca me senti como se fosse a outra ou algo assim. Sei muito bem que é uma relação bem peculiar, ou melhor, "pra fuder", e muitos podem me considerar uma filha da puta por ser amante do meu tio por tanto tempo, mas foi assim que as coisas aconteceram. Além do meu marido, ele é o único com quem gosto de repetir o menu. Não digo que sou apaixonada, mas sinto algo muito especial por ele.
No fim das contas, essa Noite eu ficaria para acompanhá-lo. Me despedi da minha tia e fui pra casa me trocar e comer algo leve. Coloquei na bolsa um livro, o iPod e voltei pro hospital. Minha tia ainda estava lá. Ela me agradeceu de novo e foi pra casa dela, não sem antes prometer que estaria de volta de manhã bem cedo. Meu tio continuava sedado, então puxei uma cadeira perto da cama dele e comecei a ler o livro, quando percebi já estava cochilando. Olhei a hora no meu relógio, era quase meia-noite. Escutei um pouco de música no iPod e, já cansada da posição em que estava sentada, me levantei. Meu tio parecia tranquilo, então saí no corredor pra esticar as pernas. Ia e voltava até a porta da sala, até que descobri num canto uma máquina de café. Voltei pro quarto pegar umas moedas na minha bolsa e peguei um cappuccino. Sentei pra tomar no mesmo corredor, que naquela hora estava silencioso e deserto, e de novo as lembranças daquela época dourada da minha juventude voltaram à minha mente. Lembro daquelas fodas com meu tio como quem lembra daqueles momentos felizes que gostaria de viver uma e outra vez, e talvez seja por isso que sou tão puta, talvez eu busque nos homens o que experimentei com meu tio naqueles anos não tão distantes. Apesar de depois ter tido vários namorados e até um marido, sempre voltava pra ele. Não sei quando foi que combinamos que seríamos amantes pra vida toda, acho que simplesmente aconteceu. Nem mesmo quando contei que ia casar a gente parou de se ver. Já naquela época a gente tinha o costume de se encontrar no mesmo lugar de sempre. Primeiro na confeitaria, pra tomar algo e conversar um pouco, e depois íamos pro hotel que fica a só meia quadra. Transávamos até não aguentar mais e depois cada um pro seu lado. Quando anunciei meu casamento iminente, achei que aquilo significaria o fim dos nossos encontros secretos. — Tio, vou casar — contei uma tarde ligando pro celular dele. — Parabéns, sobrinha, seu namorado é um bom homem, tenho certeza que vai te me fazer muito feliz - ele me disse.
Naquele momento ninguém disse nada, achei que era óbvio que não nos veríamos mais, já que uma coisa era enganar meus namorados transando com ele, mas outra bem diferente era enganar meu marido novo.
Casei, fui para a lua de mel, e embora achasse que não ia mais cair na infidelidade, como tinha feito com alguns namorados anteriores, não consegui evitar. Precisava botar chifre no meu marido, apesar da minha relutância inicial em continuar fazendo da minha vida uma mentira constante, aquela necessidade extrema venceu a batalha. A primeira vez foi na própria lua de mel, depois seria com meu tio. Liguei pra ele pouco depois de casada.
-Preciso te ver - falei.
Acho que ele entendeu.
Nos encontramos no dia seguinte, na confeitaria de sempre, e enquanto tomávamos algo, conversamos como sempre fazemos, como verdadeiros confidentes. Contei, claro, da minha infidelidade recente.
-Você gostou? - ele quis saber.
Hesitei por um instante.
-Sim... gostei - concordei finalmente, sem mais hesitação.
-Bom, isso é o que importa, sobrinha, que você tenha gostado, o resto são só detalhes - ele disse.
Ri, sempre com poucas palavras meu tio sabia como tirar o drama do que eu achava ser uma verdadeira tragédia. Tinha sido infiel ao meu marido? E daí, o importante é que eu realmente tinha aproveitado. E foi assim.
-Então... vamos? - ele perguntou depois de um tempo, em óbvia alusão ao hotel que ficava a poucos metros.
-Sim, vamos - concordei sem nem hesitar.
Aquela seria nossa primeira vez juntos depois de eu ter casado.
-Você gosta assim? - perguntei depois no hotel, me colocando de quatro e levantando bem a bundinha pra ele, mexendo de um lado pro outro, esperando ansiosa pela pica dele.
-Perfeito! - ele exclamou, enquanto encaixava a cabeça bem na entrada e metia de pouquinho em pouquinho, fazendo eu sentir ela por partes, sem pressa, sempre controlando o ritmo, acelerando quando precisava acelerar e diminuindo quando a A situação exigia isso.
Sentir a pica do meu tio deslizando dentro de mim, me enchendo aos poucos, é tipo uma experiência religiosa pra mim, uma sensação única e incomparável, e até hoje me impacta como se fosse o primeiro dia. Como naquela noite de ano novo.
Mas eu tinha uma surpresa guardada pra ele, porque numa dessas tantas metidas e tiradas que me deixavam louca, aproveitando que a pica tinha saído da receptora original, segurei ela com uma mão e, por mim mesma, enfiei no outro buraco, o menor, que até então só tinha sido usado uma vez, pelo desconhecido do metrô.
— Uauuuu, sobrinha, não esperava por isso! — exclamou ele, satisfeito, quando encaixei a cabeça da pica dele na entrada apertada do meu cu.
Apesar do estrago que aquele cara tinha feito, o buraco anal tinha recuperado rapidinho a estreiteza natural, então quando ele começou a meter, pareceu que eu tava sendo desvirginada de novo. Por sorte, os fluidos da minha buceta são bem generosos pra lubrificar tudo ao redor — lembro quando ainda não sabia que aquilo era porra.
— Tio… tô me mijando — eu falava naquelas primeiras gozadas, quando sentia um monte de líquido jorrando de dentro de mim que eu não conseguia segurar.
Ele ria e me acalmava, dizendo que era super normal, mesmo quando, às vezes, esses fluidos saíam voando igual fonte.
Esse mesmo fluido ajudou naquela hora pra pica do meu tio se encaixar no meu cu, deixando o resto deslizar do jeito certo, me enchendo de repente, abrindo bem a minha bundinha, me partindo ao meio, me dando sem parar nem restrição uma foda dos sonhos.
Terminei o cappuccino e voltei pro lado dele, não queria ficar muito tempo longe. Ele parecia calmo e tranquilo, se não fosse por todos aqueles aparelhos ao redor e pelo soro e outras substâncias intravenosas. Dava pra dizer que ele tava dormindo. Peguei na mão dele e, quase sem perceber, comecei a rezar. Fazia tempo que não fazia isso, mas naquele momento senti que nós dois precisávamos. Não é que eu estivesse afastada de Deus, até vejo Ele quase todo dia, mas é verdade que já não rezo tanto como antes, e em certas situações, fazer isso te dá um alívio no meio de tanta agonia. Falei Amém e beijei a mão dele.
— Te amo, tio — sussurrei no ouvido dele.
E, diferente de outras vezes, essa foi a primeira em que meus sentimentos estavam mais do que claros.
8 comentários - O acidente
Y si necesitás algo... nada mejor que un hombro poringuero ¿no?
Besos.
saludos desde Perú