Fala, galera do P! Faz uma semana que terminei com minha ex-namorada. Ela era uma mina de classe alta que tentou se adaptar ao meu mundo o quanto pôde, e mais puta do que qualquer outra. Descobri que, depois de seis meses juntos, ela me traiu com um parente distante dela, um moleque gostoso de universidade cara e carrão de luxo.
Vou escrever cada uma das nossas histórias sexuais e tentar recuperar algumas fotos e vídeos que gravamos. Espero não ter deletado todos os arquivos.
Pra evitar possíveis problemas, resolvi trocar o nome dos personagens reais. Vou chamar minha ex-namorada de Anna.
Sem mais enrolação, vou contar a primeira vez que arrebentei a buceta dela.
Nós tínhamos bebido a noite inteira na festa de um amigo, acho que misturei JB, Cutty Shark e, claro, o uísque da minha terra, DYC. Anna tinha fumado maconha do Pablo e tomado alguns cubas-libres, estava tonta e a festa ainda continuava, eram 02:30 da manhã, a música Minimal nos envolvia numa carnificina de álcool, maconha e alguns ousados misturavam êxtase e cocaína no corpo.
Sentado no sofá da varanda, observava Anna relaxando no sofá da frente. Estávamos nos pegando há 3 semanas e ninguém ousava dar o primeiro passo. Mandei um beijo da minha posição e ela respondeu com um sorriso safado, desviando o olhar e rindo; ainda tinha medo de sermos vistos nos beijando.
Uma das garotas, Rosalía, quebrou o momento, fez isso tão alto que senti necessidade de bolar um baseado, e foi o que fiz enquanto Anna acompanhava Rosalía ao banheiro.
Não sei exatamente quanto tempo demoraram pra voltar, na verdade o baseado já tinha ido pro espaço e eu já tava servindo meu terceiro cuba-libre na cozinha, quando Rosalía me surpreendeu com um tapinha na bunda dizendo:
- Gostoso... quem dera poder te comer.
Não tinha dúvida, Rosalía e Anna tinham cheirado alguma coisa e estavam no fogo, pensando nisso, de repente senti uma mão roçando meu pau:
- Rosalía... o que cê tá fazendo?
- Brincando.
- Brincando de quê? - Respondi meio tenso, Rosalía é parente distante e sempre levei isso a sério - Não gosto de brincar com você, já é velha pra brincar... não é?
Ela se jogou no meu pescoço, beijando aquela parte entre a orelha e o pescoço, ela sabe que eu adoro, sua língua brincalhona roçava minha orelha e penetrava lenta e molhada no meu ouvido, me fazendo vibrar de prazer. Meu corpo não respondeu igual minha cabeça e comecei a percorrer suas costas até chegar na bunda dela, apertei bem forte, como se quisesse quebrá-la, queria espremê-la, então:
- Ahh... Não... não, eu... desculpa, Raúl.
Ela tinha me chamado pelo meu nome. Nome, eu estava como quem acorda de um pesadelo. Abracei ela e falei que não era nada, que a gente tinha se esquentado por causa do álcool. Aí ela lembrou:
— A Anna tá... lá em cima, no quarto grande, tive que tirar a roupa dela... ela tava encharcada de suor, acho que deu um treco nela
Meu coração tava disparado, uma taquicardia só de pensar no que podia ter acontecido. Subi as escadas e entrei no quarto, a Anna tava pelada com a janela aberta, parecia que tava possuída:
— Como você tá?
— Preciso tirar esse calor do corpo
Meus lábios percorreram a nuca dela até chegar no pescoço, de repente ela se jogou na cama, comecei a beijar o pescoço dela e a chupar a boca dela enquanto desabotoava minha camisa, ela começou a passar as mãos nas minhas costas e na minha nuca, aos poucos foi descendo até enfiar a mão no meu cu, de repente ela enrolou o lado esquerdo da minha cintura como se fosse uma cobra, separou os lábios pra me dizer:
— Por onde você quiser... mas agoraCONTINUA...
Vou escrever cada uma das nossas histórias sexuais e tentar recuperar algumas fotos e vídeos que gravamos. Espero não ter deletado todos os arquivos.
Pra evitar possíveis problemas, resolvi trocar o nome dos personagens reais. Vou chamar minha ex-namorada de Anna.
Sem mais enrolação, vou contar a primeira vez que arrebentei a buceta dela.
Nós tínhamos bebido a noite inteira na festa de um amigo, acho que misturei JB, Cutty Shark e, claro, o uísque da minha terra, DYC. Anna tinha fumado maconha do Pablo e tomado alguns cubas-libres, estava tonta e a festa ainda continuava, eram 02:30 da manhã, a música Minimal nos envolvia numa carnificina de álcool, maconha e alguns ousados misturavam êxtase e cocaína no corpo.
Sentado no sofá da varanda, observava Anna relaxando no sofá da frente. Estávamos nos pegando há 3 semanas e ninguém ousava dar o primeiro passo. Mandei um beijo da minha posição e ela respondeu com um sorriso safado, desviando o olhar e rindo; ainda tinha medo de sermos vistos nos beijando.
Uma das garotas, Rosalía, quebrou o momento, fez isso tão alto que senti necessidade de bolar um baseado, e foi o que fiz enquanto Anna acompanhava Rosalía ao banheiro.
Não sei exatamente quanto tempo demoraram pra voltar, na verdade o baseado já tinha ido pro espaço e eu já tava servindo meu terceiro cuba-libre na cozinha, quando Rosalía me surpreendeu com um tapinha na bunda dizendo:
- Gostoso... quem dera poder te comer.
Não tinha dúvida, Rosalía e Anna tinham cheirado alguma coisa e estavam no fogo, pensando nisso, de repente senti uma mão roçando meu pau:
- Rosalía... o que cê tá fazendo?
- Brincando.
- Brincando de quê? - Respondi meio tenso, Rosalía é parente distante e sempre levei isso a sério - Não gosto de brincar com você, já é velha pra brincar... não é?
Ela se jogou no meu pescoço, beijando aquela parte entre a orelha e o pescoço, ela sabe que eu adoro, sua língua brincalhona roçava minha orelha e penetrava lenta e molhada no meu ouvido, me fazendo vibrar de prazer. Meu corpo não respondeu igual minha cabeça e comecei a percorrer suas costas até chegar na bunda dela, apertei bem forte, como se quisesse quebrá-la, queria espremê-la, então:
- Ahh... Não... não, eu... desculpa, Raúl.
Ela tinha me chamado pelo meu nome. Nome, eu estava como quem acorda de um pesadelo. Abracei ela e falei que não era nada, que a gente tinha se esquentado por causa do álcool. Aí ela lembrou:
— A Anna tá... lá em cima, no quarto grande, tive que tirar a roupa dela... ela tava encharcada de suor, acho que deu um treco nela
Meu coração tava disparado, uma taquicardia só de pensar no que podia ter acontecido. Subi as escadas e entrei no quarto, a Anna tava pelada com a janela aberta, parecia que tava possuída:
— Como você tá?
— Preciso tirar esse calor do corpo
Meus lábios percorreram a nuca dela até chegar no pescoço, de repente ela se jogou na cama, comecei a beijar o pescoço dela e a chupar a boca dela enquanto desabotoava minha camisa, ela começou a passar as mãos nas minhas costas e na minha nuca, aos poucos foi descendo até enfiar a mão no meu cu, de repente ela enrolou o lado esquerdo da minha cintura como se fosse uma cobra, separou os lábios pra me dizer:
— Por onde você quiser... mas agoraCONTINUA...
3 comentários - A história que você esperava... Vendetta Histórias I
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