Vou começar a contar sobre meu relacionamento mais longo, agora mais um ex. Vamos chamá-lo de Andrés, porque desde que o conheci ele me disse que esse era o nome que ele queria ter. Um cara bem comum que não chamou minha atenção, mas fez de tudo pra eu reparar nele.
A primeira vez que pensei no Andrés como homem foi na saída de um show, a gente tava num táxi indo pra minha casa com uma amiga dele, ele no meio das duas, eu sabendo que a amiga não era indiferente a ele - na verdade já tinham se pegado - e ele com a mão esquerda acariciando meu cabelo, meu rosto, meus ombros, minhas costas; eu me perguntava - porque não dava pra ver - se ele também tava acariciando ela, o que me excitou, mas não falei nada, só desci quando cheguei em casa e eles continuaram no táxi.
Dias depois fomos juntos pra uma festa, nessa época a gente ia pra vários lugares juntos, mas só como amigos, e bebemos tudo que colocaram na nossa frente, pelo menos eu bebi tudo que colocaram na minha frente e no fim da festa já tava bem tonta, o Andrés me levou pra casa e eu convidei ele pra entrar depois de dar um beijo profundo; ele tava indeciso porque achava que eu tava bêbada, eu tranquilizei ele dizendo que sabia o que tava fazendo e era verdade, então ele entrou comigo bem quietinho porque na época eu morava com meus pais. Ao entrar no meu quarto, tirei a camisa dele e beijei ele fundo enquanto jogava ele na cama, sentei de pernas abertas sobre o quadril dele e comecei a me esfregar nele enquanto tirava minha blusa. O Andrés tava com uma ereção majestosa, me beijava com muita vontade na boca e nos peitos, eu cavalgava em cima dele ainda de calça e tava a mil, mas a roupa começou a atrapalhar e decidi que era hora de tirar mais coisa.
Desabotoei o cinto e a calça dele, e ele me ajudou a puxar pra baixo do quadril e tirar pelas pernas, acariciei a rola dele por cima da cueca, sentindo ela dura e quente, comecei a dar Beijos e chupadas desde o umbigo, e quando cheguei na cueca fui descendo com os dentes, isso já deixava ele no limite, eu ouvia ele gemer baixinho. Quando a cueca saiu, pude apreciar a pica do Andrés, naquele momento me pareceu a coisa mais linda que já tinha visto, perfeitamente ereta, não muito grande — mas tamanho definitivamente não é algo que me impressione — fiquei com uma puta vontade de dar uma chupada nele, então bem devagar comecei a passar a língua na cabeça enquanto abria e fechava meus lábios em volta dela, aos poucos fui colocando mais pra dentro e meus lábios se fecharam um pouco mais forte pra começar a chupar de leve primeiro, depois mais forte.
Com a mão ajudando na base e nas bolas, minha boca descendo e subindo da cabeça da pica até quase engolir tudo, sugando, saboreando... Fiquei um bom tempo fazendo isso tudo, ele gemendo e falando como minha boca era gostosa, me segurando pelo cabelo pra me guiar pra cima ou pra baixo, foi quando ele disse que queria me penetrar. Aí tirei a calça jeans e, sem tirar a calcinha fio-dental minúscula que eu tava usando naquele dia, sentei naquela dureza, primeiro me esfregando por cima, depois puxando a calcinha de lado pra mostrar meu clitóris pra cabeça dele — acho que se deram superbem desde o início. Aos pouquinhos fui mostrando um pouco mais de mim, um pouco pra dentro, um pouco pra fora... eu já tava gemendo mais alto, quando ele menos esperou, eu enfiei com a bunda até sentir ele bem dentro e nossas áreas pubianas se chocarem, depois um pouco pra fora bem devagar, e de novo uma enfiada.
Eu tava excitadíssima, bem molhada, com muita vontade de continuar me mexendo e sentir ele bem dentro, ele beijava meu pescoço e apertava meus ombros, falando tudo que tinha sonhado com aquele momento, tudo que o deixava com tesão todo dia, aí alguma coisa tomou conta dele, porque ele me fez rolar até eu ficar por baixo, e começou a me penetrar. fortemente, como possuído por uma selvageria que nunca tinha notado nele enquanto éramos amigos; ele me imobilizou e mordia meus lóbulos das orelhas e meu pescoço enquanto enfiava dentro de mim, me fazendo gozar de um jeito que nunca tinha gozado antes. Arranhei suas costas e gemi de um jeito que depois fiquei pensando que foi milagroso ninguém em casa ter descoberto a putaria que Andrés e eu estávamos aprontando no meu quarto!
Quando ele disse que não aguentava mais a excitação, que queria gozar, pedi pra ele gozar no meu peito. Sempre gostei desse jeito, sentir o esperma quentinho sobre mim, escorrendo pelos meus seios, às vezes no meu rosto. Definitivamente é algo que amo, minha parafilia favorita, pode-se dizer. Então, sem conseguir se segurar mais, Andrés tirou o pau de dentro de mim e se ajoelhou ao lado dos meus quadris, se masturbando rapidamente pra cima e pra baixo naquela turgência deliciosa que segundos antes me penetrava sem freio, até que um jato leitoso e morno caiu no meu peito e na minha barriga, os olhos dele fechados, o rosto corado, a expressão de prazer. Acho que me apaixonei naquele instante.
Os dois ficamos com "marcas de guerra" naquela ocasião. Andrés ficou com marcas das minhas unhas por vários dias. Eu fiquei com marcas de chupões no pescoço e tive que usar camisas e blusas de gola alta por alguns dias, mesmo assim algumas amigas perceberam — tão atentas elas. Se alguém em casa descobriu, nunca disseram nada... Bom... minha irmã percebeu na hora que me despedi do Andrés na porta bem no começo da madrugada, já com as primeiras luzes... só me disse: "Violetica, não fica trazendo menino pra dentro de casa, senão vai se meter em problema com mamãe e papai..." e eu respondi: "ele não é qualquer menino, é o Andrés.
A primeira vez que pensei no Andrés como homem foi na saída de um show, a gente tava num táxi indo pra minha casa com uma amiga dele, ele no meio das duas, eu sabendo que a amiga não era indiferente a ele - na verdade já tinham se pegado - e ele com a mão esquerda acariciando meu cabelo, meu rosto, meus ombros, minhas costas; eu me perguntava - porque não dava pra ver - se ele também tava acariciando ela, o que me excitou, mas não falei nada, só desci quando cheguei em casa e eles continuaram no táxi.
Dias depois fomos juntos pra uma festa, nessa época a gente ia pra vários lugares juntos, mas só como amigos, e bebemos tudo que colocaram na nossa frente, pelo menos eu bebi tudo que colocaram na minha frente e no fim da festa já tava bem tonta, o Andrés me levou pra casa e eu convidei ele pra entrar depois de dar um beijo profundo; ele tava indeciso porque achava que eu tava bêbada, eu tranquilizei ele dizendo que sabia o que tava fazendo e era verdade, então ele entrou comigo bem quietinho porque na época eu morava com meus pais. Ao entrar no meu quarto, tirei a camisa dele e beijei ele fundo enquanto jogava ele na cama, sentei de pernas abertas sobre o quadril dele e comecei a me esfregar nele enquanto tirava minha blusa. O Andrés tava com uma ereção majestosa, me beijava com muita vontade na boca e nos peitos, eu cavalgava em cima dele ainda de calça e tava a mil, mas a roupa começou a atrapalhar e decidi que era hora de tirar mais coisa.
Desabotoei o cinto e a calça dele, e ele me ajudou a puxar pra baixo do quadril e tirar pelas pernas, acariciei a rola dele por cima da cueca, sentindo ela dura e quente, comecei a dar Beijos e chupadas desde o umbigo, e quando cheguei na cueca fui descendo com os dentes, isso já deixava ele no limite, eu ouvia ele gemer baixinho. Quando a cueca saiu, pude apreciar a pica do Andrés, naquele momento me pareceu a coisa mais linda que já tinha visto, perfeitamente ereta, não muito grande — mas tamanho definitivamente não é algo que me impressione — fiquei com uma puta vontade de dar uma chupada nele, então bem devagar comecei a passar a língua na cabeça enquanto abria e fechava meus lábios em volta dela, aos poucos fui colocando mais pra dentro e meus lábios se fecharam um pouco mais forte pra começar a chupar de leve primeiro, depois mais forte.
Com a mão ajudando na base e nas bolas, minha boca descendo e subindo da cabeça da pica até quase engolir tudo, sugando, saboreando... Fiquei um bom tempo fazendo isso tudo, ele gemendo e falando como minha boca era gostosa, me segurando pelo cabelo pra me guiar pra cima ou pra baixo, foi quando ele disse que queria me penetrar. Aí tirei a calça jeans e, sem tirar a calcinha fio-dental minúscula que eu tava usando naquele dia, sentei naquela dureza, primeiro me esfregando por cima, depois puxando a calcinha de lado pra mostrar meu clitóris pra cabeça dele — acho que se deram superbem desde o início. Aos pouquinhos fui mostrando um pouco mais de mim, um pouco pra dentro, um pouco pra fora... eu já tava gemendo mais alto, quando ele menos esperou, eu enfiei com a bunda até sentir ele bem dentro e nossas áreas pubianas se chocarem, depois um pouco pra fora bem devagar, e de novo uma enfiada.
Eu tava excitadíssima, bem molhada, com muita vontade de continuar me mexendo e sentir ele bem dentro, ele beijava meu pescoço e apertava meus ombros, falando tudo que tinha sonhado com aquele momento, tudo que o deixava com tesão todo dia, aí alguma coisa tomou conta dele, porque ele me fez rolar até eu ficar por baixo, e começou a me penetrar. fortemente, como possuído por uma selvageria que nunca tinha notado nele enquanto éramos amigos; ele me imobilizou e mordia meus lóbulos das orelhas e meu pescoço enquanto enfiava dentro de mim, me fazendo gozar de um jeito que nunca tinha gozado antes. Arranhei suas costas e gemi de um jeito que depois fiquei pensando que foi milagroso ninguém em casa ter descoberto a putaria que Andrés e eu estávamos aprontando no meu quarto!
Quando ele disse que não aguentava mais a excitação, que queria gozar, pedi pra ele gozar no meu peito. Sempre gostei desse jeito, sentir o esperma quentinho sobre mim, escorrendo pelos meus seios, às vezes no meu rosto. Definitivamente é algo que amo, minha parafilia favorita, pode-se dizer. Então, sem conseguir se segurar mais, Andrés tirou o pau de dentro de mim e se ajoelhou ao lado dos meus quadris, se masturbando rapidamente pra cima e pra baixo naquela turgência deliciosa que segundos antes me penetrava sem freio, até que um jato leitoso e morno caiu no meu peito e na minha barriga, os olhos dele fechados, o rosto corado, a expressão de prazer. Acho que me apaixonei naquele instante.
Os dois ficamos com "marcas de guerra" naquela ocasião. Andrés ficou com marcas das minhas unhas por vários dias. Eu fiquei com marcas de chupões no pescoço e tive que usar camisas e blusas de gola alta por alguns dias, mesmo assim algumas amigas perceberam — tão atentas elas. Se alguém em casa descobriu, nunca disseram nada... Bom... minha irmã percebeu na hora que me despedi do Andrés na porta bem no começo da madrugada, já com as primeiras luzes... só me disse: "Violetica, não fica trazendo menino pra dentro de casa, senão vai se meter em problema com mamãe e papai..." e eu respondi: "ele não é qualquer menino, é o Andrés.
17 comentários - Meu ex-Andy - primeiro round
De verdad me parece increíble... entre tanta gente justo vos me encontrás, yo que iba a invitarte a leer cuando posteara tu historia, pero lo más increíble de todo es que hayas tenido que abrir una cuenta sólo para comentarme. En fin, gracias.
Verdad que tiene alta boquita de petera? Violexi, si usas vibrador jodete con él y luego me lo prestás que a mí también me gusta petear.
Yo iría directo a la fuente, no se te hace mejor? 😉
Gracias, besitos para vos petillo
Ya he decidido cuál será la próxima... No te la pierdas 😉 muchas gracias. 🎈
Gracias.
Angelitodemonio, sos un angelito (demonio) 😃 gracias por comentar.
Ikasle... aún no conozco ese idioma... Pero gracias.
Morbosoplacer, muchas gracias (y por las recomendaciones 🤤 )
Menteunica, logré leer tu coment!! Muchas gracias, besitos con mi boquita para vos.
Nokomi, sos un encanto, muchas gracias por tus preciosos puntos, por tu apreciada recomendación, pero sobre todo por tu comentario, besote.