Durante minha gravidez, a única vez que meu marido (agora ex-marido) me acompanhou ao médico foi quando eu já estava no oitavo mês e tinha uma barriga bem grande. Levei como um gesto bonito, mas quem leu meus relatos anteriores sabe que ele é um pervertido, um tarado, então eu não devia descartar alguma sacanagem da parte dele. Naquela época, eu era apaixonadíssima por ele (e ainda sou, depois de todas as maldades que ele me fez) e perdoava tudo.
O motivo da consulta era que eu sentia vontade de urinar o tempo todo. O médico pediu que eu me deitasse na maca ginecológica para um exame externo.
Ele se surpreendeu ao ver que, por baixo da minissaia, eu não estava usando calcinha. Isso mesmo, meu ex pedia que eu usasse minissaias o tempo todo, até naquele estado, e adorava me fazer sair na rua sem nada por baixo porque sabia que eu morria de vergonha (e de tesão).
— É que a calcinha me irrita um pouco — falei pro médico, inventando uma desculpa.
Ele calçou luvas de látex e examinou discretamente os lábios da minha buceta.
— Não vejo irritação nenhuma — disse enquanto me examinava.
Então meu ex-marido fez a primeira intervenção típica do estilo dele:
— Ela reclama de ardor interno.
Fulminei ele com o olhar. O médico, muito profissional, falou:
— Vou fazer um exame um pouco mais profundo. Me avise se sentir desconforto.
Com muito cuidado, ele enfiou um dedo na minha buceta e mexeu devagar.
A gravidez, como acontece com muitas de nós, me deixou especialmente sensível. Pra ser sincera, me deixou com tesão, e eu me excitava com muita facilidade. Aquele dedo fuçando na minha intimidade causou um efeito terrível em mim. Percebi que estava me molhando, e isso me envergonhou.
Meu marido, que naquela altura já tinha me compartilhado com outros como conto em outro relato, estava adorando a situação.
O médico terminou de me examinar como se nada tivesse acontecido, tirou as luvas molhadas pelo meu fluxo vaginal e confirmou que não via nada. Sintoma de irritação. De qualquer forma, ele disse que ia me receitar um remédio e que eu precisava fazer uns exames pra descartar infecção.
Voltou pra mesa dele, e enquanto escrevia a receita dos exames, meu então marido perguntou:
— Tem algum problema se a gente continuar transando?
Eu fiquei vermelha de vergonha. O médico sorriu educado sem parar de escrever e respondeu:
— Bom, com certos cuidados, não teria problema.
E aí meu marido perguntou de novo:
— Isso inclui sexo anal?
Eu fiquei mais vermelha ainda. O médico levantou os olhos e olhou pra ele, como pra ver se a pergunta era séria ou brincadeira.
Meu ex-marido tava com aquele sorriso perverso de sempre. Muito profissional, o médico disse:
— Bom, essa é uma decisão que vocês têm que tomar como casal, sem ninguém se sentir desconfortável. E com os cuidados necessários.
Meu marido me olhou como quem diz “te falei”.
O médico me deu a receita e pediu pra eu voltar assim que tivesse os resultados.
Saímos do consultório e, enquanto andávamos até o carro, eu reclamei com meu marido:
— Você é sem noção, como é que pergunta uma coisa dessas?
— Pra calar a sua boca, que vive arrumando desculpa pra não dar.
— É arriscado.
— Não, não, não, o médico disse que não.
— Ele disse que tinha que ter cuidado.
— Não disse isso.
— Disse sim.
Aí meu marido ficou agressivo, como sempre (esse foi um dos motivos da nossa separação).
— Escuta aqui, querida, eu tô de saco cheio de que desde que você engravidou, você só me chupa a pica e mais nada.
— Não basta?
— Não. Eu quero foder. Tre-par, entendeu?
Eu tinha medo de transar no meu estado. Consegui ganhar tempo: a gente adiaria até sair os resultados dos exames.
Uns dias depois, voltei ao consultório. O médico olhou o laudo bioquímico e sorriu satisfeito.
— Tá tudo perfeito, não precisa temer nada.
— Que alívio.
Me preparei pra me despedir, e ele disse:
— Me desculpe se eu fizer um comentário… aquilo que seu marido perguntou — Seu marido, ele perguntou sério?
Baixei o olhar e senti minhas bochechas corarem. Não precisava responder.
— Olha, senhora, não quero me intrometer na sua privacidade, você é livre pra me responder ou não, mas como médico, preciso saber pra poder aconselhá-la. Você está acostumada com sexo anal?
Minhas bochechas ficaram ainda mais vermelhas.
— Não me entenda mal. Cada casal é um mundo e sabe o que faz. Você é uma mulher muito gostosa, muito sensual, eu entendo que seu marido… bom, é o que eu faria se estivesse no lugar dele. Mas o assunto me preocupa porque, se você não tem experiência, não é um bom momento pra começar com essa prática.
— Não… sim… tá tudo bem… agradeço sua preocupação.
— Sexo anal na gravidez… não é contraindicado, mas exige uma certa prática prévia.
— Sim, entendi — falei sem levantar o olhar.
— Você quer uma opinião profissional sobre se está em condições de praticar?
— Como assim?
Senti que o médico já não tinha a atitude profissional do outro dia. Um certo brilho nos olhos dele denunciava.
— Poderia examinar você e dar meu diagnóstico.
— Me examinar?
— Sim, ver, por exemplo, se você tem a dilatação suficiente.
Só de pensar em ter que mostrar o cu pra ele, fiquei cheia de vergonha. Me perguntei se ele tava falando a verdade ou se tava se aproveitando da situação.
— Não, não precisa — falei.
— Eu ficaria mais tranquilo se te examinasse.
Baixei o olhar de novo. Sou muito dócil, fraca de caráter, e custava a dizer não.
— É só um minuto — insistiu, já com as luvas de látex na mão.
Tirei forças não sei de onde e recusei.
— Não, doutor, não precisa.
Ele pareceu decepcionado. Guardou as luvas numa gaveta e me disse:
— Bom, então me permita te entregar isso.
Procurou numa gaveta e tirou um vidrinho com um bico comprido.
— Isso deve ser usado antes, entende? É feito especialmente. Você introduz esse bico e se lubrifica perfeitamente por dentro.
— Obrigada — falei gaguejando.
— Entendo que Você já está acostumada com sexo anal, mas nenhuma precaução é demais. Me prometa que vai usar.
— Sim, sim.
— E mais uma coisa. Você está de calcinha?
Eu corei de novo sem conseguir responder.
— Pergunto porque é recomendável usar, como primeira barreira pra evitar infecções.
— Vou levar em conta.
Saí rapidinho do consultório. O vidro joguei no primeiro lixo que encontrei.
Naquela noite, durante o jantar, meu ex me perguntou como tinham sido os exames.
— Bem, tô perfeita — sorri.
— Muito bem, muito bem, fico felizão.
Me deu um beijo e eu me permiti comemorar com uma taça de vinho.
Depois fui pra cama e ele deitou um tempo depois, completamente pelado.
A mão dele foi direto na minha entreperna.
— Que bom saber que você tem a pussy saudável, sem nada estranho.
Fiquei molhada na hora com o toque dos dedos dele e comecei a gemer.
Enquanto beijava meu pescoço, ele perguntou:
— Me diz… você ficou com tesão quando o médico enfiou o dedinho?
— Não começa… — falei entre suspiros de prazer.
— Qual é, pra mim você pode contar tudo… ficou com tesão?
— Você é um pervertido… falou de propósito…
— Claro que falei de propósito. Adorei ver ele enfiar o dedinho e você ficar nervosa…
— E se eu tivesse ficado mais excitada do que com você?
— Impossível — disse enfiando dois dedos na minha pussy.
Isso arrancou um gemido profundo de prazer, meu corpo vibrou.
Ele fez uma punheta suave, sussurrando no meu ouvido:
— Você não sabe como me excita assim, grávida.
Eu também tava muito excitada. Tentei pegar o pau dele com uma mão, mas ele desviou com um sorriso safado.
— Ei… não se apressa… temos a noite toda… hoje não vai ter mamadeira, vamos testar outra coisa.
Ele deslizou pela cama pra baixo, se posicionou entre minhas pernas abertas e começou a me chupar.
Brincou com meus lábios da buceta, com meu clitóris, e não demorou pra eu ter um orgasmo entre gemidos de prazer.
— Nossa, que gostosa você tá, mamãe… melhor ainda… vou tirar toda a vontade que tenho acumulada.
Suavemente, ele me fez… Deite de lado e levanta uma perna. Ele voltou a chupar minha buceta, e depois se concentrou no meu cu. Meu ex-marido tem uma língua surpreendentemente longa e me penetrou com ela. Passei de suspiros a gemidos e ofegos conforme ele intensificava a lambida e me enchia de saliva. Mesmo dentro da minha putaria, que me fazia perder a cabeça, imaginei o que vinha pela frente.
— Ah… o que você vai fazer comigo…
— Vou te dar prazer — ele respondeu e continuou me chupando e dilatando. Ele abriu minhas nádegas com as mãos para me penetrar mais fundo com a língua.
Eu estava fora de mim. Louca de tesão, apertava meus mamilos e esfregava minha buceta. Meu marido pegou delicadamente minha mão, levou para trás, escolheu meu dedo médio e o apoiou no meu cu.
— Não… — eu disse fracamente.
— Sim — ele sorriu — Toca sua bunda… vai, toca sua bunda como eu te ensinei, que eu gosto de te ver…
Ele sabe que essas coisas me enchem de tesão. Com a ajuda dele, enfiei o dedo lenta e profundamente. Depois comecei a meter e tirar.
— Você gosta? — ele perguntou acariciando minha barriga.
— Ah… você é um filho da puta… as coisas que me faz fazer…
— Vai… enfia outro dedo… quero você com a bunda bem aberta…
— Não… por trás não, por favor…
— Meu amor… o sonho da minha vida é comer o cu de uma grávida… você não vai me deixar?
— Vai doer…
— Não, não vai doer…
— Vai sim…
— Você não me ama?
— Amo, sim… você sabe que te amo…
— Então, me entrega esse cu… é um ato de amor o que eu peço…
— Vai doer…
— Você vai ver que não.
Ele se deitou de lado atrás de mim, na posição conchinha. Me fez levantar mais uma perna e começou a esfregar a cabeça da pica no meu cu.
— Tem cuidado — eu implorei.
— Sim… vou arrombar seu cu com muito amor.
Ele apoiou a cabeça larga da pica na entrada do meu cu e deixou ali por um momento. De repente, fez pressão para enfiar.
— Aaahhhh…
— Shhh… calma… você fica molinha… relaxa…
Ele deu mais uma empurradinha e eu senti entrar mais um pedaço.
— Aiiii…
— Calma… —vai muito bem... —disse ele sem parar de acariciar minha barriga.
—Ai meu amor… ai meu amor… tá doendo muito…
—Faz o que eu tô falando… relaxa a bunda…
—Ahhhh… porra… que dor…
—Já tá quase toda… já já…
Ele deu mais um empurrão e enfiou até o fundo. Literalmente me fez ver estrelas.
—Aaaggggghhhh…. Aahhhh… chega… tira… aaggghhhhh
—Aguenta… relaxa… já tá toda dentro do seu cu… agora aguenta que ele vai dilatar sozinho… não faz força…
Eu não tava fingindo. A dor era tão forte que até caíram umas lágrimas. Era como se eu tivesse perdendo a virgindade de novo.
—Ah… tira um pouco…
—Não, meu amor… não vou tirar… isso é a coisa mais linda que existe… te amo… te amo…
—Eu também te amo mas…
—Se me ama, aguenta. Aguenta, meu amor.
Ele começou a bombar devagar. Desesperada, cravei as unhas na cama, abri a boca procurando ar.
—Uggghhhh… você tá me destruindo…
—Sim, meu amor… tô arrombando seu cu… ah… como você aperta minha pica… vai cortar ela, sua putinha…
Coisas da natureza do corpo humano, minhas entranhas se abriram pro monstro que tava enfiado dentro, e já mais dilatada, a penetração ficou mais fácil. Continuava doendo, mas agora dava pra aguentar.
Meu marido percebeu na hora.
—Tá melhor, viu? Agora entra e sai mais fácil. Cê gosta de sentir uma pica no cu, né?
—Ai meu amor… sinto sua pica toda…
—Claro que sim… e você adora dar o cu, não é?
—Ah… sim, meu amor… adoro… adoro… sou sua… toda sua… —falei, de novo fora de controle de tanto tesão.
—É uma maravilha foder você grávida… um sonho…
—Meu amor… cê gosta?
—Adoro… com essa barrigona que você tem… adoro que você seja tão puta…
—Sou o que você pedir…
Tomados pelo tesão, até experimentamos várias posições. Quando eu fui por cima montar nele, ele apertou tanto meus peitos que umas gotas de leite saíram dos meus bicos. Ele lambeu com vontade.
Tive uma série de orgasmos em sequência que me deixaram quase desmaiando.
Pra completar a fantasia dele, me colocou de barriga pra cima na cama, se masturbou ajoelhado do meu lado e jogou o esperma dele na minha barriga.
Terminei exausta, dolorida, mas naquela época eu era feliz.
Quem tiver interesse, convido a ler meus outros contos.
O motivo da consulta era que eu sentia vontade de urinar o tempo todo. O médico pediu que eu me deitasse na maca ginecológica para um exame externo.
Ele se surpreendeu ao ver que, por baixo da minissaia, eu não estava usando calcinha. Isso mesmo, meu ex pedia que eu usasse minissaias o tempo todo, até naquele estado, e adorava me fazer sair na rua sem nada por baixo porque sabia que eu morria de vergonha (e de tesão).
— É que a calcinha me irrita um pouco — falei pro médico, inventando uma desculpa.
Ele calçou luvas de látex e examinou discretamente os lábios da minha buceta.
— Não vejo irritação nenhuma — disse enquanto me examinava.
Então meu ex-marido fez a primeira intervenção típica do estilo dele:
— Ela reclama de ardor interno.
Fulminei ele com o olhar. O médico, muito profissional, falou:
— Vou fazer um exame um pouco mais profundo. Me avise se sentir desconforto.
Com muito cuidado, ele enfiou um dedo na minha buceta e mexeu devagar.
A gravidez, como acontece com muitas de nós, me deixou especialmente sensível. Pra ser sincera, me deixou com tesão, e eu me excitava com muita facilidade. Aquele dedo fuçando na minha intimidade causou um efeito terrível em mim. Percebi que estava me molhando, e isso me envergonhou.
Meu marido, que naquela altura já tinha me compartilhado com outros como conto em outro relato, estava adorando a situação.
O médico terminou de me examinar como se nada tivesse acontecido, tirou as luvas molhadas pelo meu fluxo vaginal e confirmou que não via nada. Sintoma de irritação. De qualquer forma, ele disse que ia me receitar um remédio e que eu precisava fazer uns exames pra descartar infecção.
Voltou pra mesa dele, e enquanto escrevia a receita dos exames, meu então marido perguntou:
— Tem algum problema se a gente continuar transando?
Eu fiquei vermelha de vergonha. O médico sorriu educado sem parar de escrever e respondeu:
— Bom, com certos cuidados, não teria problema.
E aí meu marido perguntou de novo:
— Isso inclui sexo anal?
Eu fiquei mais vermelha ainda. O médico levantou os olhos e olhou pra ele, como pra ver se a pergunta era séria ou brincadeira.
Meu ex-marido tava com aquele sorriso perverso de sempre. Muito profissional, o médico disse:
— Bom, essa é uma decisão que vocês têm que tomar como casal, sem ninguém se sentir desconfortável. E com os cuidados necessários.
Meu marido me olhou como quem diz “te falei”.
O médico me deu a receita e pediu pra eu voltar assim que tivesse os resultados.
Saímos do consultório e, enquanto andávamos até o carro, eu reclamei com meu marido:
— Você é sem noção, como é que pergunta uma coisa dessas?
— Pra calar a sua boca, que vive arrumando desculpa pra não dar.
— É arriscado.
— Não, não, não, o médico disse que não.
— Ele disse que tinha que ter cuidado.
— Não disse isso.
— Disse sim.
Aí meu marido ficou agressivo, como sempre (esse foi um dos motivos da nossa separação).
— Escuta aqui, querida, eu tô de saco cheio de que desde que você engravidou, você só me chupa a pica e mais nada.
— Não basta?
— Não. Eu quero foder. Tre-par, entendeu?
Eu tinha medo de transar no meu estado. Consegui ganhar tempo: a gente adiaria até sair os resultados dos exames.
Uns dias depois, voltei ao consultório. O médico olhou o laudo bioquímico e sorriu satisfeito.
— Tá tudo perfeito, não precisa temer nada.
— Que alívio.
Me preparei pra me despedir, e ele disse:
— Me desculpe se eu fizer um comentário… aquilo que seu marido perguntou — Seu marido, ele perguntou sério?
Baixei o olhar e senti minhas bochechas corarem. Não precisava responder.
— Olha, senhora, não quero me intrometer na sua privacidade, você é livre pra me responder ou não, mas como médico, preciso saber pra poder aconselhá-la. Você está acostumada com sexo anal?
Minhas bochechas ficaram ainda mais vermelhas.
— Não me entenda mal. Cada casal é um mundo e sabe o que faz. Você é uma mulher muito gostosa, muito sensual, eu entendo que seu marido… bom, é o que eu faria se estivesse no lugar dele. Mas o assunto me preocupa porque, se você não tem experiência, não é um bom momento pra começar com essa prática.
— Não… sim… tá tudo bem… agradeço sua preocupação.
— Sexo anal na gravidez… não é contraindicado, mas exige uma certa prática prévia.
— Sim, entendi — falei sem levantar o olhar.
— Você quer uma opinião profissional sobre se está em condições de praticar?
— Como assim?
Senti que o médico já não tinha a atitude profissional do outro dia. Um certo brilho nos olhos dele denunciava.
— Poderia examinar você e dar meu diagnóstico.
— Me examinar?
— Sim, ver, por exemplo, se você tem a dilatação suficiente.
Só de pensar em ter que mostrar o cu pra ele, fiquei cheia de vergonha. Me perguntei se ele tava falando a verdade ou se tava se aproveitando da situação.
— Não, não precisa — falei.
— Eu ficaria mais tranquilo se te examinasse.
Baixei o olhar de novo. Sou muito dócil, fraca de caráter, e custava a dizer não.
— É só um minuto — insistiu, já com as luvas de látex na mão.
Tirei forças não sei de onde e recusei.
— Não, doutor, não precisa.
Ele pareceu decepcionado. Guardou as luvas numa gaveta e me disse:
— Bom, então me permita te entregar isso.
Procurou numa gaveta e tirou um vidrinho com um bico comprido.
— Isso deve ser usado antes, entende? É feito especialmente. Você introduz esse bico e se lubrifica perfeitamente por dentro.
— Obrigada — falei gaguejando.
— Entendo que Você já está acostumada com sexo anal, mas nenhuma precaução é demais. Me prometa que vai usar.
— Sim, sim.
— E mais uma coisa. Você está de calcinha?
Eu corei de novo sem conseguir responder.
— Pergunto porque é recomendável usar, como primeira barreira pra evitar infecções.
— Vou levar em conta.
Saí rapidinho do consultório. O vidro joguei no primeiro lixo que encontrei.
Naquela noite, durante o jantar, meu ex me perguntou como tinham sido os exames.
— Bem, tô perfeita — sorri.
— Muito bem, muito bem, fico felizão.
Me deu um beijo e eu me permiti comemorar com uma taça de vinho.
Depois fui pra cama e ele deitou um tempo depois, completamente pelado.
A mão dele foi direto na minha entreperna.
— Que bom saber que você tem a pussy saudável, sem nada estranho.
Fiquei molhada na hora com o toque dos dedos dele e comecei a gemer.
Enquanto beijava meu pescoço, ele perguntou:
— Me diz… você ficou com tesão quando o médico enfiou o dedinho?
— Não começa… — falei entre suspiros de prazer.
— Qual é, pra mim você pode contar tudo… ficou com tesão?
— Você é um pervertido… falou de propósito…
— Claro que falei de propósito. Adorei ver ele enfiar o dedinho e você ficar nervosa…
— E se eu tivesse ficado mais excitada do que com você?
— Impossível — disse enfiando dois dedos na minha pussy.
Isso arrancou um gemido profundo de prazer, meu corpo vibrou.
Ele fez uma punheta suave, sussurrando no meu ouvido:
— Você não sabe como me excita assim, grávida.
Eu também tava muito excitada. Tentei pegar o pau dele com uma mão, mas ele desviou com um sorriso safado.
— Ei… não se apressa… temos a noite toda… hoje não vai ter mamadeira, vamos testar outra coisa.
Ele deslizou pela cama pra baixo, se posicionou entre minhas pernas abertas e começou a me chupar.
Brincou com meus lábios da buceta, com meu clitóris, e não demorou pra eu ter um orgasmo entre gemidos de prazer.
— Nossa, que gostosa você tá, mamãe… melhor ainda… vou tirar toda a vontade que tenho acumulada.
Suavemente, ele me fez… Deite de lado e levanta uma perna. Ele voltou a chupar minha buceta, e depois se concentrou no meu cu. Meu ex-marido tem uma língua surpreendentemente longa e me penetrou com ela. Passei de suspiros a gemidos e ofegos conforme ele intensificava a lambida e me enchia de saliva. Mesmo dentro da minha putaria, que me fazia perder a cabeça, imaginei o que vinha pela frente.
— Ah… o que você vai fazer comigo…
— Vou te dar prazer — ele respondeu e continuou me chupando e dilatando. Ele abriu minhas nádegas com as mãos para me penetrar mais fundo com a língua.
Eu estava fora de mim. Louca de tesão, apertava meus mamilos e esfregava minha buceta. Meu marido pegou delicadamente minha mão, levou para trás, escolheu meu dedo médio e o apoiou no meu cu.
— Não… — eu disse fracamente.
— Sim — ele sorriu — Toca sua bunda… vai, toca sua bunda como eu te ensinei, que eu gosto de te ver…
Ele sabe que essas coisas me enchem de tesão. Com a ajuda dele, enfiei o dedo lenta e profundamente. Depois comecei a meter e tirar.
— Você gosta? — ele perguntou acariciando minha barriga.
— Ah… você é um filho da puta… as coisas que me faz fazer…
— Vai… enfia outro dedo… quero você com a bunda bem aberta…
— Não… por trás não, por favor…
— Meu amor… o sonho da minha vida é comer o cu de uma grávida… você não vai me deixar?
— Vai doer…
— Não, não vai doer…
— Vai sim…
— Você não me ama?
— Amo, sim… você sabe que te amo…
— Então, me entrega esse cu… é um ato de amor o que eu peço…
— Vai doer…
— Você vai ver que não.
Ele se deitou de lado atrás de mim, na posição conchinha. Me fez levantar mais uma perna e começou a esfregar a cabeça da pica no meu cu.
— Tem cuidado — eu implorei.
— Sim… vou arrombar seu cu com muito amor.
Ele apoiou a cabeça larga da pica na entrada do meu cu e deixou ali por um momento. De repente, fez pressão para enfiar.
— Aaahhhh…
— Shhh… calma… você fica molinha… relaxa…
Ele deu mais uma empurradinha e eu senti entrar mais um pedaço.
— Aiiii…
— Calma… —vai muito bem... —disse ele sem parar de acariciar minha barriga.
—Ai meu amor… ai meu amor… tá doendo muito…
—Faz o que eu tô falando… relaxa a bunda…
—Ahhhh… porra… que dor…
—Já tá quase toda… já já…
Ele deu mais um empurrão e enfiou até o fundo. Literalmente me fez ver estrelas.
—Aaaggggghhhh…. Aahhhh… chega… tira… aaggghhhhh
—Aguenta… relaxa… já tá toda dentro do seu cu… agora aguenta que ele vai dilatar sozinho… não faz força…
Eu não tava fingindo. A dor era tão forte que até caíram umas lágrimas. Era como se eu tivesse perdendo a virgindade de novo.
—Ah… tira um pouco…
—Não, meu amor… não vou tirar… isso é a coisa mais linda que existe… te amo… te amo…
—Eu também te amo mas…
—Se me ama, aguenta. Aguenta, meu amor.
Ele começou a bombar devagar. Desesperada, cravei as unhas na cama, abri a boca procurando ar.
—Uggghhhh… você tá me destruindo…
—Sim, meu amor… tô arrombando seu cu… ah… como você aperta minha pica… vai cortar ela, sua putinha…
Coisas da natureza do corpo humano, minhas entranhas se abriram pro monstro que tava enfiado dentro, e já mais dilatada, a penetração ficou mais fácil. Continuava doendo, mas agora dava pra aguentar.
Meu marido percebeu na hora.
—Tá melhor, viu? Agora entra e sai mais fácil. Cê gosta de sentir uma pica no cu, né?
—Ai meu amor… sinto sua pica toda…
—Claro que sim… e você adora dar o cu, não é?
—Ah… sim, meu amor… adoro… adoro… sou sua… toda sua… —falei, de novo fora de controle de tanto tesão.
—É uma maravilha foder você grávida… um sonho…
—Meu amor… cê gosta?
—Adoro… com essa barrigona que você tem… adoro que você seja tão puta…
—Sou o que você pedir…
Tomados pelo tesão, até experimentamos várias posições. Quando eu fui por cima montar nele, ele apertou tanto meus peitos que umas gotas de leite saíram dos meus bicos. Ele lambeu com vontade.
Tive uma série de orgasmos em sequência que me deixaram quase desmaiando.
Pra completar a fantasia dele, me colocou de barriga pra cima na cama, se masturbou ajoelhado do meu lado e jogou o esperma dele na minha barriga.
Terminei exausta, dolorida, mas naquela época eu era feliz.
Quem tiver interesse, convido a ler meus outros contos.
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