Olá, tudo bem? Meu nome é Martín, tenho 44 anos, moro no DF e sou fotógrafo profissional. Sempre amei fotografia desde criança e até hoje é a profissão que, sem dúvida, me apaixona. Na verdade, é disso que vivo, e vivo muito bem, viu? Várias revistas nacionais e internacionais já contrataram os serviços do meu estúdio fotográfico (onde vários colegas fotógrafos trabalham sob meu comando) e já fotografei pessoas, coisas e paisagens de todo tipo. Entre as pessoas que fotografei, a maioria foram modelos também de todos os tipos e idades.
Queria comentar, embora não seja segredo nenhum, que nessa parada de fotografia tem muito erotismo e muito sexo, principalmente envolvendo as aspirantes a modelo, que sempre foram as que mais caem fácil na rede de um fotógrafo profissional com a ideia de que o fotógrafo é quem faz a estrela — e em grande parte é verdade. Se as fotos não dão o foco desejado ou fazem a modelo parecer ruim, as casas de roupa e moda quase sempre descartam a modelo e procuram outra pessoa. Por isso, o papel do fotógrafo pra destacar a carreira de uma modelo é super importante. Isso que tô falando ninguém me ensinou, não tá em nenhum manual nem nada do tipo. Eu vivi isso sem querer quando comecei a tirar fotos pra revistas muito importantes de moda, e as próprias modelos vinham me procurar pra eu ajudar na carreira delas em troca de fotos de capa ou fotos que realmente as fizessem se destacar pra serem levadas a sério e subir na carreira. Sem eu fazer nada, elas me davam mole, e no começo tenho que admitir que não sabia lidar com a situação e perdi várias oportunidades. Mas com o tempo, não só as que se ofereciam iam pra cama comigo, mas até as que se faziam de desinteressadas. Aprendi a falar com elas e dizer o que queriam ouvir pra conseguir levar pra cama. Com o passar dos anos... tenho que admitir que foram vários corpos gostosos que eu consegui comer, também não vou dizer que foram centenas ou milhares, mas não posso reclamar nem um pouco nesse aspecto. Na verdade, já estava sempre preparado caso a oportunidade surgisse, então no meu estúdio mandei construir um quarto que pode-se dizer secreto (o prédio onde tenho meu estúdio se comunica com outros cubículos externos, então decidi alugar um ao lado e conectar ao meu estúdio), e nele tinha uma cama, um frigobar com champanhe e espelhos por todos os lados, para que quando à noite no estúdio ficássemos só a modelo e eu para uma sessão especial de fotos, ela fosse direto para esse quarto em vez de procurar um motel chato ou ir para a casa dela, ainda mais nessa cidade dominada pelo caos onde andar três quarteirões de carro pode levar às vezes mais de meia hora.
Nunca fui casado, mas morei junto com uma modelo, ela engravidou há 19 anos, coisa que até hoje tenho certeza de que ela não me perdoa e nunca vai perdoar, porque não pôde mais continuar modelando. No final, depois de dois anos, ela nos abandonou para ir sei lá para onde, e até hoje nunca mais soube nada dela. Por isso e pelo ritmo bem agitado e social da minha vida, decidi que o melhor era minha filha morar com meus pais, já que eu podia até viajar por várias semanas para as sessões de fotos na praia ou em algum outro lugar.
Minha filha Laura tinha saído muito parecida com a mãe: altura mediana, cabelo castanho claro, olhos verdes, pele branca lisa e macia, nem gorda nem magra, pernas poderosas, barriga lisa e chapada, peitos médios mas pareciam bem duros e maduros, com um corpo que tinha absolutamente tudo que uma gostosa deve ter no lugar certo, sem chegar nem a ser gorda nem magra demais. No entanto, o que ela tirou de exuberante no corpo não tirou no caráter, sendo ela um pouco tímida e introvertida, então ela, que sem dúvida com esse corpo poderia conseguir tudo, o que ela propunha nunca dava certo.
Eu via nela muitas, mas muitas qualidades para ser uma modelo bem-sucedida, e acho que ela também se via nessa posição. Dos poucos interesses que mostrava, o único pelo qual ela tinha desenvolvido um fervor recentemente era esse. Quando vi essa mudança repentina, sem dúvida comecei a incentivá-la. Ficava muito feliz que minha linda filha mostrasse interesse na área em que eu era um verdadeiro expert.
Então, convenci ela a começar a se aventurar no assunto e a convidei para tirar umas fotos no meu estúdio. Claro que não queria que nenhum outro colega fotografasse minha filha, eu sabia bem que tipo de safados eles são, hahaha. Então, por vários dias, comecei eu mesmo a ensinar o que ela precisava fazer: algumas dicas de maquiagem, figurino, o tipo de atitude que deve ter e tudo mais. No começo das sessões de fotos de cada dia, ela, que sempre foi introvertida, não se sentia muito à vontade. No entanto, do que eu comecei a perceber era que minha filha Laura, meu Deus, era uma beleza, hmm com aquela carinha de anjo e aquele corpo tão suculento. Sempre achei que ela era muito linda, mas agora que a estava fotografando, hmm, caralho, que barbaridade. Comecei a ter pensamentos que só tinha com as outras modelos e reações corporais que antes só aconteciam com outras mulheres. Uff, pose após pose que eu indicava, pensamento após pensamento que me vinha.
Passaram-se vários dias em que era eu quem sempre tirava fotos dela em diversos cenários montados, e não sei em que momento cruzei a linha, mas comecei a pedir para ela trocar de roupa, colocar algo mais chamativo. Ela, timidamente, ficava desconfortável, mas com meu jeito de falar, a convencia sem problema algum. Depois, algo menor, até que ela ficou só com uma saia curta e um top, o que tornava impossível meus pensamentos se focarem em outra coisa. Ver aquele corpaço assim e aproveitar de formas... diferentes. Como naquele dia era por volta das 6 da tarde, não dava pra tentar algo mais ousado com ela, já que o estúdio ainda tava cheio de gente e, pelo olhar dos contrarregras e dos técnicos, dava pra ver que os infelizes queriam comer minha filha com os olhos. Então encerrei aquela primeira sessão e convidei a Laura pra passar no meu escritório pra gente bater um papo sobre os resultados desses dias todos. Já sozinhos, menti pra ela, dizendo que as fotos estavam sem graça, sem personalidade, sem sensualidade nenhuma, e que assim a carreira dela ia afundar antes mesmo de decolar. Mas que eu queria testar com ela um tipo de modelagem mais ousada pra ver se ela se encaixava melhor. Ela, decepcionada e desanimada com meus comentários, ficou bem triste, ainda mais porque ela tinha se esforçado pra caralho naquilo. Aí eu falei que não era nada demais, que nem todo mundo servia pra aquele tipo de modelagem, mas que a gente devia, sem dúvida, tentar um novo gênero. - E qual é esse gênero, Papai? - Bem, é o de modelagem de lingerie love. Acho que é aí que você pode brilhar sem problema nenhum, e de todos os cenários, é o que falta pra gente. - Papai, olha, mas acho que isso não é pra mim, é ousado demais e com certeza eu não me sentiria nada confortável. - É assim mesmo, Lau, e acho que a gente devia tentar. Claro que sei que é meio constrangedor pra você, e é por isso que queria que fosse hoje à noite, umas 11 horas, depois que todos os funcionários já tiverem ido embora. Assim a gente ganha várias coisas: primeiro, você se testa nesse novo gênero; segundo, você vai ter a confiança de que eu serei o fotógrafo, e não algum outro babaca que talvez queira te olhar com malícia, o que nem você nem eu queremos; e terceiro, não vai ter mais ninguém no estúdio, então a sessão de fotos vai ser mais leve pra você. - Puuuuts, não sei, Papai, de verdade, não sei. Acho que não é uma boa ideia. - Olha, Laura, se você não tá decidida a continuar com isso, me fala logo de uma vez. Pra isso precisa de... mostrar um pouco de atitude e você sempre arruma desculpas pra tudo: que a roupa é pequena, que a pose é ousada demais, que a luz não ajuda, que isso, que aquilo. Eu, como seu pai, quero te ajudar, mas não é fácil se você não coopera. Outro já teria te posto na rua, mas eu te mimo demais e não vejo retorno da sua parte. Olha, Laura, amadurece e pensa direito, mas se você não estiver aqui hoje às 11 em ponto, pode crer que não vai ter mais chance pra você.
O efeito das minhas palavras foi tremendo. Laura baixou a cabeça e, com lágrimas nos olhos, saiu correndo do meu escritório. É verdade que fui um pouco bruto, mas também é verdade que não era a primeira vez que eu dizia algo assim pra uma modelo novata, e quase todas tinham caído nas minhas teias.
Esperei pacientemente. Bateu 9, 10, 10:30 e, apesar de já ter vivido esse tipo de espera muitas noites antes, dessa vez eu sentia algo totalmente diferente. Tava tão nervoso que minhas mãos suavam o tempo todo. Minha mente vagava, fantasiava, se reprimia porque era MINHA PRÓPRIA FILHA, como eu podia pensar em algo assim? Mas depois de lembrar do corpo dela, voltava a fantasiar, e assim, sem conseguir ficar parado, comecei a escolher que roupa podia colocar nela: baby dolls, négligés, fui pegando de cores diferentes. Uffff, o corpo da Laurita enfiado numa coisa dessas com certeza fazia meu pau explodir, porque só de imaginar já tava duríssimo.
Bateu 11 e nada, 11:10 e nada. Meu Deus, não, Laura não vai vir. 11:15, nada. Tava ficando louco, cada minuto que passava era mais um prego no meu caixão de decepção. Via o ponteiro do relógio andar como se estivesse hipnotizado. Às 11:20, comecei a apagar as luzes e, resignado, me preparava pra ir pra casa, onde ela com certeza já estaria na cama, dormindo o sono da beleza. Mas então aconteceu: tocaram o interfone do estúdio e, pelo porteiro eletrônico, pude ver ela ali. Laura, minha linda filha, esperando eu abrir. Abri a porta, apertei o botão, a porta abriu, ela subiu pelo elevador até chegar no estúdio, eu abri pra ela. Deeeeeeeus, ela tinha ido se maquiar e parecia um anjo caído na terra. Vestiu uns jeans que só Deus sabe como entraram nela, porque estavam coladíssimos, marcando aquelas pernas enormes e uma raba que tava imponente, dura, empinada, que barbaridade. Um decotão que deixava ver aqueles peitos igualmente duros, a gravidade pra eles não existia, parecia que tinham hélio, em vez de cair pra baixo, subiam. Era um top pequeno, dava pra ver a barriguinha dela e o umbigo, com essa combinação dava pra notar a cintura de vespa, lisa e forte, mmmm, sem um grama de gordura, e no lugar de gordura, curvas a Laurita tinha.
- Você não sabe o quanto me faz feliz por ter vindo, pensei que você tinha desistido.
- De jeito nenhum, Papai, tô determinada a lutar pra ser uma modelo excelente e sei que com sua ajuda, seus conselhos e minha dedicação, vou conseguir construir uma carreira de sucesso.
Deeeeeeus, esse discurso e essa atitude eu já ouvi centenas de vezes, minha filha não era nada diferente de muitas modelos que, com quase essas mesmas palavras, acabaram sendo muito comidas por mim com a promessa de levá-las ao topo (muitas eu realmente ajudei a se destacar, outras não valiam a pena, mas fazer o quê).
Rapidamente falei que tinha deixado várias mudas de roupa no provador principal, pra ela vestir uma delas enquanto eu preparava o cenário. Quando a Laura saiu do provador, fiquei igual carro esportivo, de zero a mil em dois segundos, hahaha. Não podia acreditar, era uma deusa com aquela lingerie branca, Deus, que beleza, que ereção eu tava, que peitos, que corpo. Imediatamente comecei a tirar fotos dela de todos os ângulos, até dando zoom nos peitos e na parte íntima, uffff. Depois mandei ela provar os outros modelos, mais fotos e mais modelos, até que eu senti que ia explodir, então Eu falei que já era o suficiente e que a gente precisava conversar sobre aquela sessão e comentar as fotos.
Fomos pro meu escritório, onde eu disse que as fotos tinham sido um desastre, mas que eu tinha descoberto que o problema era que não tinha química entre a gente, não como pai e filha, mas como fotógrafo e modelo. Por isso as fotos saíam totalmente sem brilho nem sensualidade, apesar da lingerie que ela ainda estava usando. Falei que seria muito difícil progredir daquele jeito e que o melhor seria, se ela quisesse continuar com a carreira, procurar outro fotógrafo mais adequado.
— Pai, mas se já nesse começo eu me sinto desconfortável, imagina se for outra pessoa me fotografando. Não, por favor, eu não quero que seja assim, pelo menos agora não. Eu não aguentaria nem um pouco. Tem que ser você meu fotógrafo, além disso você é meu pai e por isso sei que vai me ajudar nisso.
— É verdade, Lau, mas não podemos fazer nada se não tiver essa química entre a gente. As fotos, por mais sensuais ou criativas que sejam, sempre vão sair tristes e sem graça.
— Me diz o que a gente pode fazer pra ter essa química que você tanto fala.
— Mmm, amor, sei lá, sei lá. Essa química não aparece tão fácil. Precisa de união, sintonia, como se fôssemos duas mentes numa só, dois corpos num só. Não é algo simples, pelo contrário, exige compromisso dos dois e sacrifício, principalmente seu. Um compromisso de se envolver numa união de sentimentos e de corpos.
Ao ouvir isso, Laura corou intensamente e baixou a cabeça. Sem dúvida, ela tinha entendido o significado de todas aquelas palavras.
— Pai, mas acho que não é certo. O que você está pedindo é algo que entre a gente não deveria acontecer.
— Amor, a única coisa que peço é que a gente se conheça de um jeito completamente diferente do que a gente vem se conhecendo. Que a gente se conheça intimamente, que dê um passo além. Não veja como algo de pai e filha, mas como homem e mulher, como fotógrafo e modelo. Vem, Laura, me acompanha que vou te mostrar o que quero dizer com isso.
Laura Continuava de cabeça baixa, sem dúvida não acreditava no que eu, o próprio pai dela, estava propondo. Voltei a pressioná-la, dizendo que ela nunca tinha se dedicado a nada nem mostrado firmeza em coisa alguma — isso com certeza atingiu o fundo da alma dela.
— Não me fala essas coisas, pai, não é verdade o que você tá dizendo. Isso sim é algo que eu gosto e que eu queria fazer, crescer e me destacar.
— Então prova, Laurita, não só com palavras, mas com atos. Mostra que você realmente quer se dedicar e avançar nisso, me conhecendo melhor e de um jeito totalmente íntimo.
Não aguentava mais, minha ereção tava machucando minha calça de tanto que eu devorava minha filha com os olhos. Então me levantei, peguei ela suavemente pela mão e a conduzi com bastante delicadeza, mas com decisão, pro meu quarto especial — aquele que eu tinha preparado especialmente pra esses momentos, só que nunca imaginei que seria com a minha linda filha Laura que eu levaria pela mão.
Entramos e já tinha deixado tudo pronto desde a tarde: velas, uma garrafa de champanhe Bollinger no frigobar, luz baixa, tudo no lugar. Ofereci uma taça de champanhe pra Laura, que recusou bem nervosa. Falei que ia ajudar ela a se acalmar, ela aceitou e tomou três em menos de cinco minutos. Então decidi que era a hora certa e me aproximei. Ela tava imóvel, na expectativa, respirando rápido — sinal claro do estado agitado dela. Cheguei perto o suficiente pra sentir o hálito dela na minha cara, e aí aconteceu: juntei meus lábios aos dela. A respiração ofegante dela só me excitou mais, então movi minha língua pra abrir os lábios dela, que ainda estavam fechados. Consegui. Ela não ofereceu resistência nenhuma — mm, que delícia, Deus, gostinho de morango. Procurei a língua dela, mas dava pra ver que ela tava escondendo. Fui atrás até encontrar, toquei, fiz elas se enroscarem naquele beijo enquanto minhas mãos começavam a... moving around her body, touching her neck, her back, guiding myself lower toward her incredibly tight waist, even lower still, touching her round, firm, perfect, rock-hard glutes mmmmmm godddd I started massaging them while pushing them forward so Laura could feel my excitement, my hard cock through my pants.
I don't know how long we were kissing like that, but I couldn't take it anymore. I stepped back and undressed as fast as I could because my cock was aching from being hard for so long. Once I was naked, Laura fixed her eyes on my cock, completely erect, as hard as could be. Laura opened her beautiful green eyes wide, but she didn't dare do anything, she was like petrified, so I stepped forward, grabbed both her hands, and made her touch me. The sensation of feeling her hands there was... I don't know, mm incredibly delicious. I started moving them back and forth, and while that was happening, I could see Laura's face change, more flushed now, with a gleam in her eyes. Through the negligee she was wearing, I could see her nipples furiously poking out, so I asked her to kneel down.
- Dad, well, I don't know if...
Without listening to what she was saying, I put both my hands on her shoulders and with a little pressure, I got her to kneel, her lips right at the height of my perfect member. She hesitated, stared at it, and hesitated, not deciding forward or backward, just hesitating. So once again, with my hand gently on her chin, I guided her to start taking my cock into her little mouth.
Ufffffffffffff what a sensationnn godddd miiiine feeling her moist lips on my cock, her warm little lips, still unsure whether to go further or pull back, so with a gentle movement of my hips, I made part of the shaft slide in. I noticed she tried to pull her head back, but I didn't let her. I held her head and told her no. que ela fizesse, que melhor começasse com a língua passando pela minha cabeça, pelo meu tronco, ela obedeceu e começou a saborear meu pau inteiro, eu me sentia no paraíso com o jeito tímido, mas incrível, que minha filha estava me chupando a pica. Quando já tinha deixado ele bem babado, pedi que ela se levantasse porque ia despí-la, e assim, só de puxar uns fios, a camisola foi toda pro chão, me deixando ver um dos espetáculos mais inesquecíveis da minha vida: Laura em todo seu esplendor. Que corpo, não parecia de 19, parecia de 26, com uns peitos que eu pensei que, quando a camisola caísse, iam descer um pouco, mas, em vez disso, ficaram no lugar, sem se mexer um centímetro. Pelo contrário, como já disse antes, parecia que iam subir, uffff, e os biquinhos, meus Deus, rosados e super eretos. Imediatamente, minhas mãos foram pra eles, tocando de leve, enquanto minha boca ia pro esquerdo, lambendo devagar, suave e pausado. Dava pra sentir o coração dela batendo muito forte, com certeza esperando o que inevitavelmente ia rolar. Então, não dava mais pra esperar: a ponta do meu pau estava escorrendo líquido pré-seminal de tão excitado que eu tava. Antes de meter minha pica na Laura, quis ter certeza de que ela também ia curtir, então desci a mão e, com dois dedos, tateei a entrada da bucetinha dela, toda depilada. Ufffff, meu Deus, por mais que Laura quisesse esconder, tava molhadíssima, tava fervendo. E, quando ela sentiu meus dedos ali, o corpo dela deu um pequeno pulo involuntário, enquanto soltava um "mmhh, aii" bem baixinho. Quando tirei os dedos de lá, com aquele puxão clássico, soube que era a hora. Soube que não tinha volta. Soube que nossas vidas iam mudar pra sempre. Soube que nada mais seria igual.
- Laura, amor, por favor, deita na cama.
- Papai, você não colocou camisinha, por favor, coloca.
- Jamais colocaria camisinha. Com você eu nunca vou colocar, seria uma burrice minha estragar esse momento, eu quero sentir o contato pele com pele, mas não se preocupa que eu vou saber tirar na hora.
- Pai, mas olha só, você tá vazando líquido pré-seminal.
- No pior dos casos, amanhã eu compro a pílula do dia seguinte.
Coloquei a cabeça da minha rola duríssima na entrada da buceta dela, a Laura não acreditava no que ia acontecer em segundos, e então aconteceu, comecei a entrar ufffff.
- Ahhhh, ahhhh pai
- Laura, calma.
Minha filha virava a cabeça pra todo lado enquanto eu a perfurava devagarzinho.
- Ahhh mmm deusss pai espera.
- Não Laura, sente ele dentro, se acomoda.
Nunca tinha sentido uma sensação igual, deusss tão apertadinhaaa, tão quente, cheia de líquido, sentia as contrações dela, sentia cada vez que ela tentava mexer o quadril sozinha e se empalava mais fundo, ufffff só quem já viveu algo assim sabe do que eu tô falando, é uma sensação indescritível enquanto a Laura se contorcia, se mexia, as mãos dela subiam e desciam nas minhas costas, as pernas dela abriam e fechavam em volta dos meus quadris, os gemidos dela ecoavam pelo quarto todo e com certeza pra além dele.
- Pai espera, não mexe mais não, por favor deixa ele parado, deixa eu me acostumar, deixa eu me adaptar a ele.
Então sem me mexer, deixei ele parado lá dentro enquanto via a Laura fazendo de tudo pra se acostumar, pra acalmar o prazer imenso que tava sentindo. Aproveitei aquele momento pra me inclinar só um pouquinho mais pra frente e beijar ela na boca enquanto minhas mãos percorriam o corpo todo dela, principalmente os peitos dela.
- Mmfff mffff, pai espera - ela dizia enquanto a gente se beijava.
- Mmmf mmfff, Lau, o que foi? Tá gostoso, né?
- Deuss mmffff, ahhh
Não sei quanto tempo a gente ficou assim, mas enquanto a gente se beijava, comecei a mexer meus quadris, pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, o que fez minha filha começar a morder os lábios de prazer, se contorcia. Ela ofegava, as costas arqueadas enquanto nossos quadris se moviam agora ritmicamente. Resolvi parar de me mexer pra ver qual seria a reação dela e, pra minha surpresa, percebi que agora era ela mesma quem movia os quadris pra sentir o vai e vem do meu pau dentro dela. Laura, de olhos fechados, só gemia, se movendo sozinha pra sentir ele lá dentro.
- Aiiii, papai, pelo amor de Deusss - ela dizia enquanto arqueava as costas.
Resolvi meter um pouco mais forte e bati na parede vaginal dela. Ela deu um pulinho pra trás enquanto um gemido longo e poderoso escapava. Senti a buceta dela gozando, senti as contrações no máximo, então deixei minha cabeça encostada na parede dela por vários minutos.
Depois disso, resolvi tirar pra ver qual seria a reação dela.
- Papai, o que cê tá fazendo?
Enfiei de novo, mas agora comecei a me mover muito mais rápido, pra dentro e pra fora. Só se ouvia no quarto o barulho das molas da cama. Laura fechou os olhos, o rostinho dela todo descomposto - nunca tinha visto aquela expressão nela. Era a expressão orgásmica dela, a expressão de prazer infinito. Os gemidos sumiram e no lugar só se ouvia um leve:
- Papaiiiiiii, aaaaaaahhhh, aaaaaaahhhhh, papaiiiii, aaaaaaaa
Tirei de novo, saí da cama e fiquei de pé. Meu Deus, impressionante ver minha filha toda suada, ainda se contorcendo de prazer do meu pau, abrindo e fechando as pernas pra sentir ainda mais prazer. Mandei ela deitar na beirada da cama com as pernas pro alto pra eu poder segurar com meus braços. Laura fez sem dizer nada. Quando a coloquei assim, abri as pernas dela com as duas mãos enquanto meu pau se dirigia à buceta dela, pronto pra bombar de novo. Hummm, entrou de um jeito gostoso. Ela gemeu mais uma vez. Meti até ela pedir pra parar, e foi aí que comecei a mexer os quadris freneticamente.
- Ahhhh, mmmm, papai, espera, uffff. Sente isso, Laura, sabe que não vou tirar até você gozar várias vezes.
Mmm, Laura forcejava um pouco pra tentar fechar as pernas, mas eu segurava elas firmes com minhas mãos, abrindo o máximo que dava. Que prazer eu sentia comendo minha filha, sentia ela molhadíssima e também sentia ela gozando sem parar, deixando toda a buceta dela encharcada, assim como as áreas ao redor.
Os gemidos dela eram mais um incentivo pra continuar bombando. Tenho certeza que minha filha Laura nunca tinha sido comida nem um quinto do que eu tava macetando ela, e ainda tinha muito mais pela frente…
Laura se contorcia, se mexia, fechava os olhos, abria, virava eles pra cima, gemia, arqueava as costas, mexia as mãos, passava a mão no cabelo, fazia caretas, o rostinho dela se desmontava, mexia as pernas, respirava rápido, depois devagar, ficava vermelha, ficava molhadíssima, se contraía, se expandia, virava pra todos os lados. Meu Deus, Laura, minha filha, minha nova amante…
Ficamos assim por vários minutos, e minha intenção era continuar sem gozar, mas eu sabia que tinha a noite toda pela frente pra comer ela, então resolvi acelerar ao máximo. Pensei que minha filha fosse desmaiar, mas ela aguentou até meu pau gozar com uma carga impressionante de esperma dentro dela, me mexendo em círculos até a última gota de porra sair. Aí me deitei em cima dela, enquanto ela cruzava os dois braços no meu pescoço e enroscava as pernas em cima do meu quadril.
Laura estava tão suada que parecia ter tomado um banho. O corpo inteiro dela tinha ficado avermelhado, a bucetinha dela estava aberta e parecia que respirava sozinha de tanto que eu tinha comido ela.
Abracei e beijei ela, porque sabia e sentia que era questão de minutos até eu ter a segunda ereção da noite…
CONTINUA
Queria comentar, embora não seja segredo nenhum, que nessa parada de fotografia tem muito erotismo e muito sexo, principalmente envolvendo as aspirantes a modelo, que sempre foram as que mais caem fácil na rede de um fotógrafo profissional com a ideia de que o fotógrafo é quem faz a estrela — e em grande parte é verdade. Se as fotos não dão o foco desejado ou fazem a modelo parecer ruim, as casas de roupa e moda quase sempre descartam a modelo e procuram outra pessoa. Por isso, o papel do fotógrafo pra destacar a carreira de uma modelo é super importante. Isso que tô falando ninguém me ensinou, não tá em nenhum manual nem nada do tipo. Eu vivi isso sem querer quando comecei a tirar fotos pra revistas muito importantes de moda, e as próprias modelos vinham me procurar pra eu ajudar na carreira delas em troca de fotos de capa ou fotos que realmente as fizessem se destacar pra serem levadas a sério e subir na carreira. Sem eu fazer nada, elas me davam mole, e no começo tenho que admitir que não sabia lidar com a situação e perdi várias oportunidades. Mas com o tempo, não só as que se ofereciam iam pra cama comigo, mas até as que se faziam de desinteressadas. Aprendi a falar com elas e dizer o que queriam ouvir pra conseguir levar pra cama. Com o passar dos anos... tenho que admitir que foram vários corpos gostosos que eu consegui comer, também não vou dizer que foram centenas ou milhares, mas não posso reclamar nem um pouco nesse aspecto. Na verdade, já estava sempre preparado caso a oportunidade surgisse, então no meu estúdio mandei construir um quarto que pode-se dizer secreto (o prédio onde tenho meu estúdio se comunica com outros cubículos externos, então decidi alugar um ao lado e conectar ao meu estúdio), e nele tinha uma cama, um frigobar com champanhe e espelhos por todos os lados, para que quando à noite no estúdio ficássemos só a modelo e eu para uma sessão especial de fotos, ela fosse direto para esse quarto em vez de procurar um motel chato ou ir para a casa dela, ainda mais nessa cidade dominada pelo caos onde andar três quarteirões de carro pode levar às vezes mais de meia hora.
Nunca fui casado, mas morei junto com uma modelo, ela engravidou há 19 anos, coisa que até hoje tenho certeza de que ela não me perdoa e nunca vai perdoar, porque não pôde mais continuar modelando. No final, depois de dois anos, ela nos abandonou para ir sei lá para onde, e até hoje nunca mais soube nada dela. Por isso e pelo ritmo bem agitado e social da minha vida, decidi que o melhor era minha filha morar com meus pais, já que eu podia até viajar por várias semanas para as sessões de fotos na praia ou em algum outro lugar.
Minha filha Laura tinha saído muito parecida com a mãe: altura mediana, cabelo castanho claro, olhos verdes, pele branca lisa e macia, nem gorda nem magra, pernas poderosas, barriga lisa e chapada, peitos médios mas pareciam bem duros e maduros, com um corpo que tinha absolutamente tudo que uma gostosa deve ter no lugar certo, sem chegar nem a ser gorda nem magra demais. No entanto, o que ela tirou de exuberante no corpo não tirou no caráter, sendo ela um pouco tímida e introvertida, então ela, que sem dúvida com esse corpo poderia conseguir tudo, o que ela propunha nunca dava certo.
Eu via nela muitas, mas muitas qualidades para ser uma modelo bem-sucedida, e acho que ela também se via nessa posição. Dos poucos interesses que mostrava, o único pelo qual ela tinha desenvolvido um fervor recentemente era esse. Quando vi essa mudança repentina, sem dúvida comecei a incentivá-la. Ficava muito feliz que minha linda filha mostrasse interesse na área em que eu era um verdadeiro expert.
Então, convenci ela a começar a se aventurar no assunto e a convidei para tirar umas fotos no meu estúdio. Claro que não queria que nenhum outro colega fotografasse minha filha, eu sabia bem que tipo de safados eles são, hahaha. Então, por vários dias, comecei eu mesmo a ensinar o que ela precisava fazer: algumas dicas de maquiagem, figurino, o tipo de atitude que deve ter e tudo mais. No começo das sessões de fotos de cada dia, ela, que sempre foi introvertida, não se sentia muito à vontade. No entanto, do que eu comecei a perceber era que minha filha Laura, meu Deus, era uma beleza, hmm com aquela carinha de anjo e aquele corpo tão suculento. Sempre achei que ela era muito linda, mas agora que a estava fotografando, hmm, caralho, que barbaridade. Comecei a ter pensamentos que só tinha com as outras modelos e reações corporais que antes só aconteciam com outras mulheres. Uff, pose após pose que eu indicava, pensamento após pensamento que me vinha.
Passaram-se vários dias em que era eu quem sempre tirava fotos dela em diversos cenários montados, e não sei em que momento cruzei a linha, mas comecei a pedir para ela trocar de roupa, colocar algo mais chamativo. Ela, timidamente, ficava desconfortável, mas com meu jeito de falar, a convencia sem problema algum. Depois, algo menor, até que ela ficou só com uma saia curta e um top, o que tornava impossível meus pensamentos se focarem em outra coisa. Ver aquele corpaço assim e aproveitar de formas... diferentes. Como naquele dia era por volta das 6 da tarde, não dava pra tentar algo mais ousado com ela, já que o estúdio ainda tava cheio de gente e, pelo olhar dos contrarregras e dos técnicos, dava pra ver que os infelizes queriam comer minha filha com os olhos. Então encerrei aquela primeira sessão e convidei a Laura pra passar no meu escritório pra gente bater um papo sobre os resultados desses dias todos. Já sozinhos, menti pra ela, dizendo que as fotos estavam sem graça, sem personalidade, sem sensualidade nenhuma, e que assim a carreira dela ia afundar antes mesmo de decolar. Mas que eu queria testar com ela um tipo de modelagem mais ousada pra ver se ela se encaixava melhor. Ela, decepcionada e desanimada com meus comentários, ficou bem triste, ainda mais porque ela tinha se esforçado pra caralho naquilo. Aí eu falei que não era nada demais, que nem todo mundo servia pra aquele tipo de modelagem, mas que a gente devia, sem dúvida, tentar um novo gênero. - E qual é esse gênero, Papai? - Bem, é o de modelagem de lingerie love. Acho que é aí que você pode brilhar sem problema nenhum, e de todos os cenários, é o que falta pra gente. - Papai, olha, mas acho que isso não é pra mim, é ousado demais e com certeza eu não me sentiria nada confortável. - É assim mesmo, Lau, e acho que a gente devia tentar. Claro que sei que é meio constrangedor pra você, e é por isso que queria que fosse hoje à noite, umas 11 horas, depois que todos os funcionários já tiverem ido embora. Assim a gente ganha várias coisas: primeiro, você se testa nesse novo gênero; segundo, você vai ter a confiança de que eu serei o fotógrafo, e não algum outro babaca que talvez queira te olhar com malícia, o que nem você nem eu queremos; e terceiro, não vai ter mais ninguém no estúdio, então a sessão de fotos vai ser mais leve pra você. - Puuuuts, não sei, Papai, de verdade, não sei. Acho que não é uma boa ideia. - Olha, Laura, se você não tá decidida a continuar com isso, me fala logo de uma vez. Pra isso precisa de... mostrar um pouco de atitude e você sempre arruma desculpas pra tudo: que a roupa é pequena, que a pose é ousada demais, que a luz não ajuda, que isso, que aquilo. Eu, como seu pai, quero te ajudar, mas não é fácil se você não coopera. Outro já teria te posto na rua, mas eu te mimo demais e não vejo retorno da sua parte. Olha, Laura, amadurece e pensa direito, mas se você não estiver aqui hoje às 11 em ponto, pode crer que não vai ter mais chance pra você.
O efeito das minhas palavras foi tremendo. Laura baixou a cabeça e, com lágrimas nos olhos, saiu correndo do meu escritório. É verdade que fui um pouco bruto, mas também é verdade que não era a primeira vez que eu dizia algo assim pra uma modelo novata, e quase todas tinham caído nas minhas teias.
Esperei pacientemente. Bateu 9, 10, 10:30 e, apesar de já ter vivido esse tipo de espera muitas noites antes, dessa vez eu sentia algo totalmente diferente. Tava tão nervoso que minhas mãos suavam o tempo todo. Minha mente vagava, fantasiava, se reprimia porque era MINHA PRÓPRIA FILHA, como eu podia pensar em algo assim? Mas depois de lembrar do corpo dela, voltava a fantasiar, e assim, sem conseguir ficar parado, comecei a escolher que roupa podia colocar nela: baby dolls, négligés, fui pegando de cores diferentes. Uffff, o corpo da Laurita enfiado numa coisa dessas com certeza fazia meu pau explodir, porque só de imaginar já tava duríssimo.
Bateu 11 e nada, 11:10 e nada. Meu Deus, não, Laura não vai vir. 11:15, nada. Tava ficando louco, cada minuto que passava era mais um prego no meu caixão de decepção. Via o ponteiro do relógio andar como se estivesse hipnotizado. Às 11:20, comecei a apagar as luzes e, resignado, me preparava pra ir pra casa, onde ela com certeza já estaria na cama, dormindo o sono da beleza. Mas então aconteceu: tocaram o interfone do estúdio e, pelo porteiro eletrônico, pude ver ela ali. Laura, minha linda filha, esperando eu abrir. Abri a porta, apertei o botão, a porta abriu, ela subiu pelo elevador até chegar no estúdio, eu abri pra ela. Deeeeeeeus, ela tinha ido se maquiar e parecia um anjo caído na terra. Vestiu uns jeans que só Deus sabe como entraram nela, porque estavam coladíssimos, marcando aquelas pernas enormes e uma raba que tava imponente, dura, empinada, que barbaridade. Um decotão que deixava ver aqueles peitos igualmente duros, a gravidade pra eles não existia, parecia que tinham hélio, em vez de cair pra baixo, subiam. Era um top pequeno, dava pra ver a barriguinha dela e o umbigo, com essa combinação dava pra notar a cintura de vespa, lisa e forte, mmmm, sem um grama de gordura, e no lugar de gordura, curvas a Laurita tinha.
- Você não sabe o quanto me faz feliz por ter vindo, pensei que você tinha desistido.
- De jeito nenhum, Papai, tô determinada a lutar pra ser uma modelo excelente e sei que com sua ajuda, seus conselhos e minha dedicação, vou conseguir construir uma carreira de sucesso.
Deeeeeeus, esse discurso e essa atitude eu já ouvi centenas de vezes, minha filha não era nada diferente de muitas modelos que, com quase essas mesmas palavras, acabaram sendo muito comidas por mim com a promessa de levá-las ao topo (muitas eu realmente ajudei a se destacar, outras não valiam a pena, mas fazer o quê).
Rapidamente falei que tinha deixado várias mudas de roupa no provador principal, pra ela vestir uma delas enquanto eu preparava o cenário. Quando a Laura saiu do provador, fiquei igual carro esportivo, de zero a mil em dois segundos, hahaha. Não podia acreditar, era uma deusa com aquela lingerie branca, Deus, que beleza, que ereção eu tava, que peitos, que corpo. Imediatamente comecei a tirar fotos dela de todos os ângulos, até dando zoom nos peitos e na parte íntima, uffff. Depois mandei ela provar os outros modelos, mais fotos e mais modelos, até que eu senti que ia explodir, então Eu falei que já era o suficiente e que a gente precisava conversar sobre aquela sessão e comentar as fotos.
Fomos pro meu escritório, onde eu disse que as fotos tinham sido um desastre, mas que eu tinha descoberto que o problema era que não tinha química entre a gente, não como pai e filha, mas como fotógrafo e modelo. Por isso as fotos saíam totalmente sem brilho nem sensualidade, apesar da lingerie que ela ainda estava usando. Falei que seria muito difícil progredir daquele jeito e que o melhor seria, se ela quisesse continuar com a carreira, procurar outro fotógrafo mais adequado.
— Pai, mas se já nesse começo eu me sinto desconfortável, imagina se for outra pessoa me fotografando. Não, por favor, eu não quero que seja assim, pelo menos agora não. Eu não aguentaria nem um pouco. Tem que ser você meu fotógrafo, além disso você é meu pai e por isso sei que vai me ajudar nisso.
— É verdade, Lau, mas não podemos fazer nada se não tiver essa química entre a gente. As fotos, por mais sensuais ou criativas que sejam, sempre vão sair tristes e sem graça.
— Me diz o que a gente pode fazer pra ter essa química que você tanto fala.
— Mmm, amor, sei lá, sei lá. Essa química não aparece tão fácil. Precisa de união, sintonia, como se fôssemos duas mentes numa só, dois corpos num só. Não é algo simples, pelo contrário, exige compromisso dos dois e sacrifício, principalmente seu. Um compromisso de se envolver numa união de sentimentos e de corpos.
Ao ouvir isso, Laura corou intensamente e baixou a cabeça. Sem dúvida, ela tinha entendido o significado de todas aquelas palavras.
— Pai, mas acho que não é certo. O que você está pedindo é algo que entre a gente não deveria acontecer.
— Amor, a única coisa que peço é que a gente se conheça de um jeito completamente diferente do que a gente vem se conhecendo. Que a gente se conheça intimamente, que dê um passo além. Não veja como algo de pai e filha, mas como homem e mulher, como fotógrafo e modelo. Vem, Laura, me acompanha que vou te mostrar o que quero dizer com isso.
Laura Continuava de cabeça baixa, sem dúvida não acreditava no que eu, o próprio pai dela, estava propondo. Voltei a pressioná-la, dizendo que ela nunca tinha se dedicado a nada nem mostrado firmeza em coisa alguma — isso com certeza atingiu o fundo da alma dela.
— Não me fala essas coisas, pai, não é verdade o que você tá dizendo. Isso sim é algo que eu gosto e que eu queria fazer, crescer e me destacar.
— Então prova, Laurita, não só com palavras, mas com atos. Mostra que você realmente quer se dedicar e avançar nisso, me conhecendo melhor e de um jeito totalmente íntimo.
Não aguentava mais, minha ereção tava machucando minha calça de tanto que eu devorava minha filha com os olhos. Então me levantei, peguei ela suavemente pela mão e a conduzi com bastante delicadeza, mas com decisão, pro meu quarto especial — aquele que eu tinha preparado especialmente pra esses momentos, só que nunca imaginei que seria com a minha linda filha Laura que eu levaria pela mão.
Entramos e já tinha deixado tudo pronto desde a tarde: velas, uma garrafa de champanhe Bollinger no frigobar, luz baixa, tudo no lugar. Ofereci uma taça de champanhe pra Laura, que recusou bem nervosa. Falei que ia ajudar ela a se acalmar, ela aceitou e tomou três em menos de cinco minutos. Então decidi que era a hora certa e me aproximei. Ela tava imóvel, na expectativa, respirando rápido — sinal claro do estado agitado dela. Cheguei perto o suficiente pra sentir o hálito dela na minha cara, e aí aconteceu: juntei meus lábios aos dela. A respiração ofegante dela só me excitou mais, então movi minha língua pra abrir os lábios dela, que ainda estavam fechados. Consegui. Ela não ofereceu resistência nenhuma — mm, que delícia, Deus, gostinho de morango. Procurei a língua dela, mas dava pra ver que ela tava escondendo. Fui atrás até encontrar, toquei, fiz elas se enroscarem naquele beijo enquanto minhas mãos começavam a... moving around her body, touching her neck, her back, guiding myself lower toward her incredibly tight waist, even lower still, touching her round, firm, perfect, rock-hard glutes mmmmmm godddd I started massaging them while pushing them forward so Laura could feel my excitement, my hard cock through my pants.
I don't know how long we were kissing like that, but I couldn't take it anymore. I stepped back and undressed as fast as I could because my cock was aching from being hard for so long. Once I was naked, Laura fixed her eyes on my cock, completely erect, as hard as could be. Laura opened her beautiful green eyes wide, but she didn't dare do anything, she was like petrified, so I stepped forward, grabbed both her hands, and made her touch me. The sensation of feeling her hands there was... I don't know, mm incredibly delicious. I started moving them back and forth, and while that was happening, I could see Laura's face change, more flushed now, with a gleam in her eyes. Through the negligee she was wearing, I could see her nipples furiously poking out, so I asked her to kneel down.
- Dad, well, I don't know if...
Without listening to what she was saying, I put both my hands on her shoulders and with a little pressure, I got her to kneel, her lips right at the height of my perfect member. She hesitated, stared at it, and hesitated, not deciding forward or backward, just hesitating. So once again, with my hand gently on her chin, I guided her to start taking my cock into her little mouth.
Ufffffffffffff what a sensationnn godddd miiiine feeling her moist lips on my cock, her warm little lips, still unsure whether to go further or pull back, so with a gentle movement of my hips, I made part of the shaft slide in. I noticed she tried to pull her head back, but I didn't let her. I held her head and told her no. que ela fizesse, que melhor começasse com a língua passando pela minha cabeça, pelo meu tronco, ela obedeceu e começou a saborear meu pau inteiro, eu me sentia no paraíso com o jeito tímido, mas incrível, que minha filha estava me chupando a pica. Quando já tinha deixado ele bem babado, pedi que ela se levantasse porque ia despí-la, e assim, só de puxar uns fios, a camisola foi toda pro chão, me deixando ver um dos espetáculos mais inesquecíveis da minha vida: Laura em todo seu esplendor. Que corpo, não parecia de 19, parecia de 26, com uns peitos que eu pensei que, quando a camisola caísse, iam descer um pouco, mas, em vez disso, ficaram no lugar, sem se mexer um centímetro. Pelo contrário, como já disse antes, parecia que iam subir, uffff, e os biquinhos, meus Deus, rosados e super eretos. Imediatamente, minhas mãos foram pra eles, tocando de leve, enquanto minha boca ia pro esquerdo, lambendo devagar, suave e pausado. Dava pra sentir o coração dela batendo muito forte, com certeza esperando o que inevitavelmente ia rolar. Então, não dava mais pra esperar: a ponta do meu pau estava escorrendo líquido pré-seminal de tão excitado que eu tava. Antes de meter minha pica na Laura, quis ter certeza de que ela também ia curtir, então desci a mão e, com dois dedos, tateei a entrada da bucetinha dela, toda depilada. Ufffff, meu Deus, por mais que Laura quisesse esconder, tava molhadíssima, tava fervendo. E, quando ela sentiu meus dedos ali, o corpo dela deu um pequeno pulo involuntário, enquanto soltava um "mmhh, aii" bem baixinho. Quando tirei os dedos de lá, com aquele puxão clássico, soube que era a hora. Soube que não tinha volta. Soube que nossas vidas iam mudar pra sempre. Soube que nada mais seria igual.
- Laura, amor, por favor, deita na cama.
- Papai, você não colocou camisinha, por favor, coloca.
- Jamais colocaria camisinha. Com você eu nunca vou colocar, seria uma burrice minha estragar esse momento, eu quero sentir o contato pele com pele, mas não se preocupa que eu vou saber tirar na hora.
- Pai, mas olha só, você tá vazando líquido pré-seminal.
- No pior dos casos, amanhã eu compro a pílula do dia seguinte.
Coloquei a cabeça da minha rola duríssima na entrada da buceta dela, a Laura não acreditava no que ia acontecer em segundos, e então aconteceu, comecei a entrar ufffff.
- Ahhhh, ahhhh pai
- Laura, calma.
Minha filha virava a cabeça pra todo lado enquanto eu a perfurava devagarzinho.
- Ahhh mmm deusss pai espera.
- Não Laura, sente ele dentro, se acomoda.
Nunca tinha sentido uma sensação igual, deusss tão apertadinhaaa, tão quente, cheia de líquido, sentia as contrações dela, sentia cada vez que ela tentava mexer o quadril sozinha e se empalava mais fundo, ufffff só quem já viveu algo assim sabe do que eu tô falando, é uma sensação indescritível enquanto a Laura se contorcia, se mexia, as mãos dela subiam e desciam nas minhas costas, as pernas dela abriam e fechavam em volta dos meus quadris, os gemidos dela ecoavam pelo quarto todo e com certeza pra além dele.
- Pai espera, não mexe mais não, por favor deixa ele parado, deixa eu me acostumar, deixa eu me adaptar a ele.
Então sem me mexer, deixei ele parado lá dentro enquanto via a Laura fazendo de tudo pra se acostumar, pra acalmar o prazer imenso que tava sentindo. Aproveitei aquele momento pra me inclinar só um pouquinho mais pra frente e beijar ela na boca enquanto minhas mãos percorriam o corpo todo dela, principalmente os peitos dela.
- Mmfff mffff, pai espera - ela dizia enquanto a gente se beijava.
- Mmmf mmfff, Lau, o que foi? Tá gostoso, né?
- Deuss mmffff, ahhh
Não sei quanto tempo a gente ficou assim, mas enquanto a gente se beijava, comecei a mexer meus quadris, pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, o que fez minha filha começar a morder os lábios de prazer, se contorcia. Ela ofegava, as costas arqueadas enquanto nossos quadris se moviam agora ritmicamente. Resolvi parar de me mexer pra ver qual seria a reação dela e, pra minha surpresa, percebi que agora era ela mesma quem movia os quadris pra sentir o vai e vem do meu pau dentro dela. Laura, de olhos fechados, só gemia, se movendo sozinha pra sentir ele lá dentro.
- Aiiii, papai, pelo amor de Deusss - ela dizia enquanto arqueava as costas.
Resolvi meter um pouco mais forte e bati na parede vaginal dela. Ela deu um pulinho pra trás enquanto um gemido longo e poderoso escapava. Senti a buceta dela gozando, senti as contrações no máximo, então deixei minha cabeça encostada na parede dela por vários minutos.
Depois disso, resolvi tirar pra ver qual seria a reação dela.
- Papai, o que cê tá fazendo?
Enfiei de novo, mas agora comecei a me mover muito mais rápido, pra dentro e pra fora. Só se ouvia no quarto o barulho das molas da cama. Laura fechou os olhos, o rostinho dela todo descomposto - nunca tinha visto aquela expressão nela. Era a expressão orgásmica dela, a expressão de prazer infinito. Os gemidos sumiram e no lugar só se ouvia um leve:
- Papaiiiiiii, aaaaaaahhhh, aaaaaaahhhhh, papaiiiii, aaaaaaaa
Tirei de novo, saí da cama e fiquei de pé. Meu Deus, impressionante ver minha filha toda suada, ainda se contorcendo de prazer do meu pau, abrindo e fechando as pernas pra sentir ainda mais prazer. Mandei ela deitar na beirada da cama com as pernas pro alto pra eu poder segurar com meus braços. Laura fez sem dizer nada. Quando a coloquei assim, abri as pernas dela com as duas mãos enquanto meu pau se dirigia à buceta dela, pronto pra bombar de novo. Hummm, entrou de um jeito gostoso. Ela gemeu mais uma vez. Meti até ela pedir pra parar, e foi aí que comecei a mexer os quadris freneticamente.
- Ahhhh, mmmm, papai, espera, uffff. Sente isso, Laura, sabe que não vou tirar até você gozar várias vezes.
Mmm, Laura forcejava um pouco pra tentar fechar as pernas, mas eu segurava elas firmes com minhas mãos, abrindo o máximo que dava. Que prazer eu sentia comendo minha filha, sentia ela molhadíssima e também sentia ela gozando sem parar, deixando toda a buceta dela encharcada, assim como as áreas ao redor.
Os gemidos dela eram mais um incentivo pra continuar bombando. Tenho certeza que minha filha Laura nunca tinha sido comida nem um quinto do que eu tava macetando ela, e ainda tinha muito mais pela frente…
Laura se contorcia, se mexia, fechava os olhos, abria, virava eles pra cima, gemia, arqueava as costas, mexia as mãos, passava a mão no cabelo, fazia caretas, o rostinho dela se desmontava, mexia as pernas, respirava rápido, depois devagar, ficava vermelha, ficava molhadíssima, se contraía, se expandia, virava pra todos os lados. Meu Deus, Laura, minha filha, minha nova amante…
Ficamos assim por vários minutos, e minha intenção era continuar sem gozar, mas eu sabia que tinha a noite toda pela frente pra comer ela, então resolvi acelerar ao máximo. Pensei que minha filha fosse desmaiar, mas ela aguentou até meu pau gozar com uma carga impressionante de esperma dentro dela, me mexendo em círculos até a última gota de porra sair. Aí me deitei em cima dela, enquanto ela cruzava os dois braços no meu pescoço e enroscava as pernas em cima do meu quadril.
Laura estava tão suada que parecia ter tomado um banho. O corpo inteiro dela tinha ficado avermelhado, a bucetinha dela estava aberta e parecia que respirava sozinha de tanto que eu tinha comido ela.
Abracei e beijei ela, porque sabia e sentia que era questão de minutos até eu ter a segunda ereção da noite…
CONTINUA
16 comentários - Fotógrafo da Minha Filha
http://www.poringa.net/posts/gay/1901480/La-pija-de-Laura.html
que asco