Para quem leu minhas coisas anteriores sabe que eu tenho o estranho "privilégio" de ser quem verifica as câmeras de segurança do escritório uma vez por mês, pra guardar os vídeos necessários e apagar o resto. O estranho é que a maioria dos que trabalham comigo esquece que tem câmeras em todo canto. Então aqui vai o que vi no vídeo do mês passado.
ÉBANO E MARFIM:
Introdução:
Na mesa de entrada do escritório tem duas pessoas que atendem: Elisa, uma senhora de 50 e tantos anos, loira de pele branca, olhos castanhos, com uns quilinhos a mais, um pouco por causa do sedentarismo do trabalho e outro pela idade; vaidosa, sempre se maquia e está bem arrumada. Tem um gênio complicado (são mais os dias que queremos matar ela do que os que não). E Leo, um jovem de trinta e cinco anos, atlético (faz muitos esportes), salva-vidas profissional. De pele morena, tem um corpo marcado e fibroso. Cabelo curto escuro e olhos pretos. De caráter alegre e brincalhão. Conversa com todo mundo e tem paciência de santo.
Um dia eles estavam muito estressados e discutiam a toda hora, então se olhavam mas quase não tinham se falado o dia inteiro. Quando todo mundo foi embora, eles ficaram arrumando os papéis e ela estava sentada na mesa dela. Não sei bem por que (lembra que eu vejo quase um mês depois), ele se abaixa pra pegar alguma coisa e fica olhando pra as pernas dela. Fica ali uns 30 segundos e depois engatinha devagar pra debaixo da mesa. Nesse momento, dá pra ver que tira um sapato dela, dá um beijo no peito do pé. A língua molhada dele percorre, vigorosa, todos os dedos do pé dela, enfiados nas meias de seda.
Devagar, dá pra ver que uma mão desliza até os joelhos de Elisa e descruza delicadamente as pernas dela, a respiração dela fica irregular, se antecipando ao que será o próximo movimento. Ela olha pra ele sem dizer nada, cúmplice, fascinada (dá pra notar) com a ideia de ter ele ali aos pés dela.
A boca dele se move. Pela parte interna das coxas dela, molhando elas, abrindo caminho pra cima. Elisa fecha a boca e engole seco, tentando desesperadamente manter a compostura, mas uma certa parte dela tá inchando e se mexendo com contrações e espasmos.
Ela fica olhando pro nada, enquanto os lábios macios do Leo começam uma sucção rítmica na sua "jarra" doce. Elisa desliza a mão esquerda pra acariciar o próprio mamilo duro e ereto através da blusa fina que tá vestindo.
A língua do Leo percorre devagar cada dobra e cantinho, saboreando e sorvendo cada gota do néctar enquanto ela ainda treme. Ele sai de debaixo da mesa e, sem dizer uma palavra, arruma os papéis de novo.
Eu fico perplexa com a descoberta e penso que o Leo encontrou um jeito muito bom de botar a Elisa no lugar dela...
ÉBANO E MARFIM:
Introdução:
Na mesa de entrada do escritório tem duas pessoas que atendem: Elisa, uma senhora de 50 e tantos anos, loira de pele branca, olhos castanhos, com uns quilinhos a mais, um pouco por causa do sedentarismo do trabalho e outro pela idade; vaidosa, sempre se maquia e está bem arrumada. Tem um gênio complicado (são mais os dias que queremos matar ela do que os que não). E Leo, um jovem de trinta e cinco anos, atlético (faz muitos esportes), salva-vidas profissional. De pele morena, tem um corpo marcado e fibroso. Cabelo curto escuro e olhos pretos. De caráter alegre e brincalhão. Conversa com todo mundo e tem paciência de santo.
Um dia eles estavam muito estressados e discutiam a toda hora, então se olhavam mas quase não tinham se falado o dia inteiro. Quando todo mundo foi embora, eles ficaram arrumando os papéis e ela estava sentada na mesa dela. Não sei bem por que (lembra que eu vejo quase um mês depois), ele se abaixa pra pegar alguma coisa e fica olhando pra as pernas dela. Fica ali uns 30 segundos e depois engatinha devagar pra debaixo da mesa. Nesse momento, dá pra ver que tira um sapato dela, dá um beijo no peito do pé. A língua molhada dele percorre, vigorosa, todos os dedos do pé dela, enfiados nas meias de seda.
Devagar, dá pra ver que uma mão desliza até os joelhos de Elisa e descruza delicadamente as pernas dela, a respiração dela fica irregular, se antecipando ao que será o próximo movimento. Ela olha pra ele sem dizer nada, cúmplice, fascinada (dá pra notar) com a ideia de ter ele ali aos pés dela.
A boca dele se move. Pela parte interna das coxas dela, molhando elas, abrindo caminho pra cima. Elisa fecha a boca e engole seco, tentando desesperadamente manter a compostura, mas uma certa parte dela tá inchando e se mexendo com contrações e espasmos.
Ela fica olhando pro nada, enquanto os lábios macios do Leo começam uma sucção rítmica na sua "jarra" doce. Elisa desliza a mão esquerda pra acariciar o próprio mamilo duro e ereto através da blusa fina que tá vestindo.
A língua do Leo percorre devagar cada dobra e cantinho, saboreando e sorvendo cada gota do néctar enquanto ela ainda treme. Ele sai de debaixo da mesa e, sem dizer uma palavra, arruma os papéis de novo.
Eu fico perplexa com a descoberta e penso que o Leo encontrou um jeito muito bom de botar a Elisa no lugar dela...
3 comentários - Mais histórias do meu escritório (ébano e marfim introdu?