Celebrando meu aniversário com minha prima

Ei, beleza, galera...

Que legal que vocês curtiram meu primeiro relato, valeu pelos comentários! E promessa é dívida, então aqui vou contar a continuação da minha história anterior (O proibido é mais gostoso, por isso com minha prima).

Bom, depois de aproveitar um pouco com ela, tive a grande ideia de pedir se podia passar meu aniversário com ela (ela mora numa cidade vizinha, só a 2 horas daqui, mas vem direto visitar a família e, claro, eu). No começo, ela pensou, com medo de sermos descobertos, mas nessa altura eu já tinha um plano todo pra tudo ficar em segredo... Pedi pra uma amiga me mandar mensagens me convidando pra praia e usei isso de álibi com minha família.

Chegou o dia e, desde cedo, saí de casa, peguei um ônibus e fui direto pra lá. Sinceramente, não tinha nada planejado, só queria que a gente se trancasse e desse umas fodas do caralho o dia inteiro, mas óbvio que não foi assim. Ela foi me buscar na rodoviária (chegou com um short preto bem pequenininho, tipo lycra, que marcava toda a bunda linda dela, com uma camiseta amarela folgada que marcava os peitinhos viciantes dela) e, como era relativamente cedo, fomos almoçar e ficamos conversando e conversando...

E aí, o que a gente faz agora? — ela perguntou.
Não sei, vamos ao cinema ou sei lá, o que você acha?
E se a gente for pra praia? — quando perguntou, ela me olhou. Eu não tinha ido preparado com roupa, tinha que voltar naquele dia pra não levantar suspeitas.
Mas como é que eu entro, de cueca ou o quê? — a gente começou a rir.
Então vamos comprar roupa e ir — ela disse.

Fomos em várias lojas, porque ela também precisava de mais roupas ou de um biquíni, mas nenhum agradava ela. Demoramos um pouco pra sair (e no fim ela não comprou nada, só eu, já que ela tava de short e morava lá). E, apesar de ser verão, a praia estava quase vazia. A verdade é que, enquanto estávamos lá, percebi ela distante, não me deixava chegar perto. Fiquei me sentindo mal, até que ela me chamou.

Fecha os olhos — ela pediu, e eu obedeci. abrius— esperava que ela mostrasse os peitos ou algo, mas era só ela, parada na minha frente com o horizonte atrás dela
"hoje tudo que você vê é seu" — um sorriso se espalhou no rosto dela
"tudo, tudo que eu vejo?" questionei
"TUDO" — respondeu categoricamente

peguei ela no colo e, prestes a beijá-la, uma onda nos derrubou, fazendo com que ela sentasse no meu colo, e me deu uma ereção tremenda que era super perceptível, porque eu só tava de short de tecido fininho sem cueca, ela sentiu na hora e me perguntou se eu queria ela como PRIMA ou como MULHER, claro que eu via ela como mulher, a parada do parentesco eu tinha esquecido, quando perguntei pra ela, ela calou a boca, levantou e só disse "já é tarde.."

nos trocamos e voltamos, mas o ônibus saía às 7, eram 6, então fomos pra um parque do lado de um lago, caminhamos e caminhamos. agradeci por tudo, tinha sido um bom dia no final das contas, mas ela me perguntou se eu queria fazer algo mais, sorri, "ora, te fazer minha", ela ficou super vermelha e respondeu que sim, que ela também adoraria, mas não na forma de uma rapidinha, que adoraria que eu ficasse, mas onde seria o problema, na casa dela morava com o irmão e eu não podia chegar lá, ninguém sabia que ela tava comigo, na casa das amigas dela era longe, com receio sugeri um hotel, pensei que ela fosse achar ruim, mas ela achou uma excelente opção, partimos pra procurar um (enquanto ligava pra minha casa avisando que não ia chegar, não era bem uma permissão mas um aviso porque a insegurança tá foda), depois de andar encontramos um perfeito, (ao ver ela, ela tava animada mas preocupada, percebi na hora e falei — "não se preocupa, não precisa acontecer nada que você não queira, prometo que não vou tentar nada, você quem vai controlar" — porque isso sim, sou muito tarado mas respeito por uma mulher é essencial, ela se surpreendeu com minhas palavras e se acalmou, e com mais vontade ainda) seguimos procurando um lugar) mesmo assim ela tinha a intenção de nos registrar, me deixar ali pra ir na casa dela pegar roupa e avisar que ia ficar com as amigas, mas o problema é que já era tarde e a insegurança na cidade tá foda, pedi pra ela ficar, e isso significava que ela teria que dormir PELADA pra as roupas dela secarem, depois de pensar, aceitou, entrou no banho, se eu queria espiar não nego, mas se me descobrisse não queria estragar a noite por um momento constrangedor, depois eu tomei banho, me troquei pra sair e buscar algo pra jantar, jantamos, ela Pelada coberta com os lençóis, eu ainda de calça, pedi espaço pra deitar e ver TV, pra não deixar ela desconfortável não tirei a calça, mas foi ela quem pediu pra eu tirar pra ficar mais à vontade. Vimos TV, conversamos sobre o dia cansativo, então ofereci uma massagem e ela topou na hora, foi uma massagem que curti pra caralho, minhas mãos percorreram todas as costas dela, não tentei nada além de uns beijinhos no pescoço. Isso relaxou ela, continuamos vendo TV, ela tava de costas pra mim, mas fazia movimentos que puxavam os lençóis de uma vez, perguntei o que tava fazendo, "é que você puxa e descobre meu peito", ela virou rindo "não vale", "por que não vi", ela sorriu e o que fez foi impactante - pegou minha mão e fez eu abraçar ela, mas colocou minha palma dentro do lençol exatamente no peito dela - caralho, foi maravilhoso, sussurrei se ela tinha certeza, ela concordou com a cabeça, e com isso aos poucos fui tocando ela mais e mais, peguei o peitinho pequeno dela entre meus dedos, massageava deliciosamente, ela dava suspiros leves, e pra tocar o outro peito me aproximei mais, me encostei na bundinha dela, ainda coberta pelo lençol, mas já tava de pau duro e quando encostei na bunda dela, meio que dei uma bombadinha com meu pau, já sabem, mexendo ele sozinho, ela deu um susto mas eu fiz de novo, ela só virou e começamos a nos beijar, eu continuei acariciando o seio dela, e aos poucos Abaixei um pouco pra dar uma mamada daquelas nesses peitos que me deixam louco. Já sabia que ela adorava quando eu dava mordidinhas, e isso deixou ela doida. Com a outra mão livre, comecei a acariciar a perna dela, magrinha mas comprida, passava a mão por cima do lençol até que só cobrisse a buceta dela. E por cima do lençol, eu passava a mão, acariciando de leve, com medo de passar do limite, mas ela não reclamava, e era hora de me arriscar. Então, aos poucos, fui puxando o lençol, até deixar ela completamente nua, sem um pedaço de pano que me impedisse de sentir a nudez dela. Minha mão foi procurar a xota dela, e pra minha surpresa, os pelos estavam aparados, não depilados, só cortados, e a sensação de cócegas na minha palma era deliciosa. Nessa altura, ela já tava pegando fogo, e foi quando senti que, aos poucos, a buceta dela foi lubrificando. Foi uma sensação incrível, era super quentinha. Coloquei meus dedos em cima do clitóris dela, e ela curtiu pra caralho. Pra ter uma visão melhor do espetáculo da buceta dela, fui me ajeitando, mas passando beijos pela barriga dela. Nesse momento, senti as mãos dela na minha cabeça, e com um movimento, ela me mandou descer pra aquele lugar especial. Sem preguiça, desci e, aos poucos, com a ponta da língua, comecei a percorrer a buceta molhada dela. A lubrificação era uma delícia. Toquei e mexi a língua no clitóris dela, dei uma sugada, e as mãos dela agarraram meu cabelo e puxaram enquanto ela soltava uns gemidos maravilhosos. Foi quando senti que a buceta dela ficou mais molhada e super quente. O rosto dela tinha a cara de puro tesão, ela ia ter o primeiro orgasmo. Eu não aguentava mais, precisava fazer ela minha. Me abaixei pra pegar minha calça e peguei as camisinhas que tinha deixado preparadas pra ocasião. Coloquei uma, passei meu pau na buceta dela, eu por cima dela, ela me abraçou com as pernas e se aproximou, e eu penetrei ela. Os movimentos eram espetaculares. A camisinha era daquelas de sensibilidade máxima, então quase não sentia que tava usando. Não tinha nada, mesmo assim essa posição não é minha favorita nem a dela (agora eu sei). A gente trocou pra ela montar em mim, aqueles sentões com aquela bundinha eram maravilhosos. Os movimentos que ela fazia com minha rola toda enfiada nela faziam eu sentir todo o interior dela prestes a explodir. Com minhas mãos eu pegava nos peitos dela, mordia os biquinhos, o que fazia os gemidos dela crescerem, não em intensidade de som, mas naquele sussurro maravilhoso que, quando ela se encostava no meu peito, fazia bem perto do meu ouvido. Não sei quanto tempo a gente ficou assim, mas essa posição tornou a noite incrível. Mas de repente fui me deslocando para o lado da cama e, num movimento só, levantei ela no colo. Ela se surpreendeu, mas eu fui bombardeando ela no ar. Ela se empolgou pra caralho. Eu encostei ela na parede pra me ajudar. Mesmo magrinha, ela pesa, haha. Eu a baixei e virei ela pra ter a bundinha dela à minha disposição e penetrei ela de novo na buceta dela. O choque entre meu quadril e a bundinha dela, já molhados de suor, fazia aquele barulho maravilhoso que hipnotiza (e nem preciso explicar isso pra vocês, vocês também já curtiram). Essa posição me mata, porque esse choque me excita cada vez mais, por isso é minha favorita pra finalizar. E foi assim que eu gozei, na camisinha. Não é o melhor, mas é a opção mais viável pra esse caso.

Tirei a camisinha e fui jogar no banheiro, e aproveitei pra dar uma enxaguada no meu amigo. Tava de costas, me ensaboando, quando senti os peitos da minha magrinha nas minhas costas, e da boquinha dela saiu um "deixa eu ajudar". Sem eu responder, ela passou o braço pelo meu lado e levou a mão até meu pau e começou a ensaboar ele, pra tirar todo o látex e restos de sêmen que tivessem ficado. Ela passou pra frente de mim, com a água caindo sobre a gente, e a gente se pegou pra caralho, que culminou num boquete antológico dela. Foi espetacular os movimentos que ela fazia com a língua, como ela metia na boca dela. Sei que são momentos pra não desperdiçar água, mas que se foda, aquele momento não me Não tô nem aí, nem pra água, nem pro mundo, nem se fosse minha prima. Ainda não tínhamos intimidade suficiente pra jogar tudo na cara dela, e por educação, aham, comentei que já tava indo embora. Ela se retirou, e eu me masturbei até gozar enquanto dava mordidas nos peitos dela (sim, muitas mordidas, mas a real é que sou louco nos peitos dela).

Terminamos de tomar banho, fomos pra cama, nos abraçamos e dormimos.

Um som me acordou, era o do meu celular descarregando. Ela se levantou como se nada, pelada, adeus à vergonha ou insegurança do começo, andou pelo quarto numa boa, pegou o relógio, ainda era cedo e uma chuva suave se ouvia, então decidimos ficar mais um pouco. E não desperdiçamos a chance, mas com a luz do dia eu repassei com o olhar toda a nudez dela pra memorizar pra lembranças futuras. Ela não se incomodou, pelo contrário, sorria pra mim. Passei minhas mãos e lábios por todo o corpo dela, descobrindo as partes que a excitavam. O clássico é o pescoço, pra ela são mais os ombros. Nos peitos dela são mordidinhas, puxões, um pouco de grosseria. Adorei, porque tô acostumado a tratar outras minas com mais carinho, mas com minha prima me soltei. Ver em cores aquela bucetinha, pequena, com os pelos aparados, era maravilhoso. Ver minhas mãos acariciando ela era um deleite. Camisinha pra mais uma rodada? Nem me preocupei, fui preparadíssimo. E mais uma vez meti uma trepada foda nela, a matinal!!! Variamos nas posições, mas pra que negar? Montando em mim, ela é uma mulherão!!!

Depois de mais um tempão de felicidade, tomamos banho sossegados, nos trocamos e fomos tomar café. Ela me levou na rodoviária e nos despedimos como se nada. Foi um dos aniversários mais maravilhosos que já vivi. Pena que é um segredo que só conto no anonimato. Valeu, galera, por me deixar extravasar essa felicidade. Me enrolei muito na introdução, mas espero que me entendam: um amor familiar é um puta rolo de emoções. mas no final, a safadeza pode vencer, porque o amor não tem espaço pra essa relação.

um salve pra toda a galera, e em breve vou contar meus encontros com uma ex-namorada que a gente fazia em qualquer lugar: na frente da casa dela, na minha, na escada da casa da avó dela, no mato, num rio, no ônibus, num parque público, na rua. esperem que vem aí...

7 comentários - Celebrando meu aniversário com minha prima

aguante si hay amor para esas relaciones s solo cuestion d lucharle no se raje