Não é a primeira vez que isso me acontece. Essa coisa de ver um cara e, mesmo sem conhecê-lo ou saber o nome, sentir uma vontade imensa de ser comida por ele. Não é a primeira vez, embora também não seja algo que aconteça com frequência — não curto essa coisa de promiscuidade, então prefiro mil vezes transar com alguém que conheço, como um amigo ou colega de trabalho, por exemplo, do que com um completo estranho, porque nesse último caso você nunca sabe como pode acabar. Você pode se divertir tanto quanto se foder, então é sempre melhor ir pelo seguro, embora às vezes o inesperado, o casual, aquilo que surge no momento mais improvável seja o que traz mais satisfação… como nesse caso.
Às vezes acontece de ver um cara e — uau! — é como um estalo, não porque ele seja especialmente bonito ou atraente, mas porque tem aquele “algo”, aquele “sex appeal” que faz você reparar nele, mesmo que as outras mulheres não deem a mínima bola. Aconteceu comigo agora. E eu fui uma dessas que nem sequer soube apreciá-lo na hora. A verdade é que passei por aquele lugar muitas vezes. Faz alguns meses que faço esse trajeto, mas só há poucos dias comecei a reparar naquele sujeito. Alto, moreno, desengonçado, bigode grosso, quarenta e poucos anos. Foi algo repentino, eu vinha como sempre voltando do trabalho, pensando no Raul, quando quase trombo com ele.
— Desculpa — falei ao perceber.
— Sem problema, boneca, quando quiser me atropelar de novo com esse peitão, aqui estou eu, todo feliz esperando você — ele disse com uma voz grossa e potente, deliciosamente viril.
Levanto o olhar, olho pra ele e dou um sorriso. Foi só isso, embora eu tenha percebido que, enquanto eu seguia meu caminho como se nada tivesse acontecido, ele se entretinha olhando pra minha bunda. Foram apenas alguns segundos, mas o suficiente pra minha calcinha fio-dental ficar molhada de um jeito totalmente incomum pra um contato tão breve. A partir daquele momento, esqueci do Raul (por uns dias, também não é exagero). (meio besta) e comecei a pensar naquele cara.
Qual era o motivo pra ele ter me impactado tão forte?, eu me perguntava. Não sabia nem conseguia entender o porquê, porque não era nem de longe um galã maduro, nem me parecia bonito… mas tinha algo nele que me atraía irresistivelmente. Naquela noite, me masturbei pensando nele, fantasiando as mil e uma variações sexuais que a gente fazia junto. Desde então, não fiquei mais tranquila, sabia que o único jeito de tirar ele da cabeça era transando com ele. Não é que eu quisesse um relacionamento ou algo assim, de jeito nenhum, a única coisa que queria era matar a vontade e pronto, voltar a pensar no Raúl, o farol que ilumina minha vida… embora ultimamente esse farol esteja apagado, claro.
Depois de pensar por uns dias e fazer um certo trabalho de inteligência, cheguei à conclusão de que o melhor momento pra me aproximar dele seria num domingo. Pelo que consegui descobrir, ele trabalhava todo dia, embora devesse ter alguma folga na semana. A função dele é vigiar um depósito onde, durante o dia e parte da tarde, entram e saem uma infinidade de caminhões com todo tipo de carga, especialmente eletrodomésticos. Nos fins de semana, o movimento é quase nulo, mas mesmo assim ele costuma ficar lá pra cumprir o serviço de vigilância. Então, se eu decidisse fazer isso, teria que ser no domingo à tarde. Não tinha outra opção.
No domingo, depois do almoço, me tranquei no quarto, falei pra minha mãe que ia tirar um cochilo, mas em vez disso fiquei remoendo o assunto. Tava com um tesão do caralho! Mas quanto mais pensava, mais louco e sem sentido parecia. Como é que eu ia me entregar assim, de mão beijada, pra um cara que nem conhecia? E se fosse um doente, um depravado?… bom, se fosse, melhor ainda… hahaha… não, falando sério, podia ser um maluco e eu ali, me dando de bandeja com laço e tudo. Descartei a ideia e tentei dormir um pouco, mas não consegui. Pude. Liguei pra Maru (vocês conhecem, é a que tá com a camiseta argentina nas fotos que postei na quinta-feira santa) pra ver se a gente fazia algo, mas peguei ela num mau momento, a mina tava dando… mas, com quem?, se ela não tem namorado, eu ia descobrir depois, o negócio é que entre gemidos ela disse que tava ocupada, pra ligar mais tarde. Desliguei e entre a excitação que aquele cara me causava e ter ouvido minha amiga gemendo de prazer, comecei a me tocar… pra quê!... fiquei ainda mais tesuda. Não aguentava mais. “Vou me mandar”, ela disse num certo momento. Então me levantei e me troquei. Tirei umas fotos pra registrar como eu tava saindo e depois de avisar minha mãe que ia pra casa da Yiyi (a outra mina das fotos, que mora a umas quadras da minha casa), saí. Tava um pouco frio, mas com o tesão que eu tava nem percebi isso até umas quadras depois, quando já não dava mais pra voltar atrás. Sabia que se voltasse pra pegar uma jaqueta ou um casaquinho, não ia sair de novo. Tinha que aproveitar o embalo que eu tava, senão tudo aquilo ia ficar só como um tesão adiado. Tava que nem uma cadela no cio, com um entusiasmo raro, embora também me sentisse bem nervosa, tanto que ao chegar na esquina do depósito, me desviei duas vezes, a primeira porque não vi ele, e a segunda porque vi, justamente. Ele tinha saído na calçada pra fumar um cigarro. E embora fosse o que eu queria, vê-lo, não tive coragem, e voltei pra casa. Dei umas voltas, reavaliando toda a situação, até que percebi a hora. Já era mais de cinco e meia, daqui a pouco ia começar a escurecer, então se eu fosse fazer, tinha que ser naquele instante. Como se diz: “Agora ou nunca”, principalmente porque sabia que não ia aguentar a vontade até a semana seguinte. E assim, sem estar totalmente convencida, voltei a rumar pro depósito. Cheguei lá. Na esquina, vi ele parado lá e fui na direção dele. Ele continuava fumando, olhando pro outro lado, jogando olhares safados pra qualquer mulher que passasse, estivesse ou não acompanhada. Sentindo o corpo todo tremer, fui me aproximando. Quando já estava chegando perto, ele se virou pra onde eu estava e me olhou. Os olhos dele cravaram nos meus, e os meus nos dele. Mas tenho que dizer que o olhar dele desceu na hora dos meus olhos pros meus peitos, parando um instante ali enquanto me sorria cheio de safadeza. Deu pra ver que ele lembrou na hora do encontro rápido e casual do outro dia, porque logo parou na minha frente e, com os braços levantados, disse:
— Atropela, divina, passa por cima de mim com essa carroceria linda que você tem —
Não consegui evitar rir da graça dele. E, diferente do outro dia, que segui meu caminho como se nada, dessa vez parei e encarei ele. Não sei como saiu a voz, mas falei:
— Não, dessa vez não vim distraída —
— Por mim, pode se distrair à vontade, porque o choque foi maravilhoso — respondeu ele com aquela voz de trovão que me fazia tremer e… molhar, claro.
Não sabia como continuar, o que mais dizer, quando, como se fosse um sinal do destino, ouço lá de dentro do depósito começar o jogo entre Boca e Huracán. Espiei de leve pela porta e vi uma televisão pequena num canto, daquelas com antena de ar, apoiada numa cadeira.
— Vai ver o jogo? — perguntei então.
— Sim, mesmo não podendo ir por causa do trampo, o Globo eu sempre acompanho — ele disse.
— Também sou quemeira — falei, como se fosse uma revelação surpreendente.
— Quer… ver junto comigo? — ele perguntou então — Não tem nada melhor pra um quemeiro do que outro quemeiro, ou melhor, uma quemeira — completou.
Aquele era o sinal que eu tanto esperava, ali estava a oportunidade, na minha cara.
— Bom, um pouquinho, porque tenho coisas pra fazer — falei, sem parar pra avaliar muito o convite que ele tava fazendo.
—Então vem — ele me disse, abrindo bem a porta do depósito pra eu poder entrar.
Não hesitei, entrei, afinal era pra isso que eu tava ali. Ele entrou atrás de mim, fechando a porta com um baque forte que ecoou naquele ambiente frio e desolado. Me pegou pelo braço e me fez avançar até onde tava a televisão.
—Como você vê, não tenho muito conforto aqui, mas não se preocupa que já vou arrumar algo — ele disse.
Não sei se era porque era fim de semana, mas o depósito tava quase vazio, só umas poucas caixas espalhadas pelos cantos, o que dava àquele lugar um aspecto lúgubre e sinistro.
Ele tirou de um armário uma manta e estendeu no chão, me convidando a sentar com ele em cima dela. Fiz isso. A gente começou a ver o jogo, comentando as jogadas e tal, mas a real é que minha atenção tava em outro lugar.
Em algum momento, comecei a me sentir intimidada com toda aquela situação, estar com um desconhecido, num lugar estranho, nós dois sozinhos, longe de qualquer outra pessoa. Comecei a imaginar tanta coisa que me arrependi de novo do que tava fazendo. Pra falar de forma simples, me deu medo, pânico. Então me levantei e falei que tinha que ir. Que era melhor continuar vendo o jogo na minha casa.
—Mas a gente tá jogando bem, será que você vai quebrar a crença? — ele disse, se levantando atrás de mim.
—É que tenho que fazer, sério — falei, indo em direção à porta, mas antes de chegar, ele me parou.
Me segurou firme pelos pulsos e me encurralou contra a porta.
—Fala sério, gatinha, não se faz de difícil, ou você acha que eu engoli a história de que queria ver o jogo? Você tá aqui por outra coisa — ele disse com a cara bem perto da minha, farejando em mim o medo que me dominava.
—Por favor, me solta, foi um erro, a gente nem se conhece — pedi.
—Eu me chamo Miguel, e você? — ele perguntou.
—Gi… Giselle… — respondi gaguejando.
—Viu que fácil? Já nos conhecemos, então pode me dizer com toda confiança pra quê —Você veio — ele insistiu.
Não respondi.
— Você veio por isso? — perguntou então, enquanto pegava uma das minhas mãos e a deslizava pela virilha dele, fazendo eu sentir o puta volume que já tinha se formado ali embaixo.
Na real, não tinha intenção de fazer aquilo, só queria dizer não e vazar dali, voltar pra minha casa e tirar um cochilo, que era o que eu devia estar fazendo, estar na minha casa e não ali, prestes a deixar um estranho me comer. Mas algum lado da minha personalidade assentiu por mim. Foi algo sutil, só um gesto de cabeça, mas o suficiente pra dar razão a ele.
— Já sabia! — exclamou triunfante — Vem — me levou então pra onde estávamos antes, tirou a televisão da cadeira onde estava, colocou no chão e, me fazendo sentar nela, começou a desabotoar a calça.
Naquele momento, o medo que sentia se multiplicou. Comecei até a suar frio, me imaginava toda acabada, com as marcas de um estupro estigmatizando meu corpo, não queria, não queria, mas… quando vi o que aquele cara desenrolou na minha frente… aí a escuridão se iluminou de repente.
Acho que já falei que ele é um cara moreno, né? Bom, a pica dele era ainda mais morena, quase preta, com as veias bem marcadas e uma cabeça de um vermelho intenso, quase roxo. No meio, uma curva fazia ela apontar pra cima, perigosa e insidiosa. Sem que eu fizesse nada… por enquanto… ele começou a esfregar ela toda na minha cara.
— É isso que cê tava procurando, gostosa? É isso que cê queria? Tá aqui, vai, chupa essa pica, vagabunda, dá pra ver que cê tá morrendo de vontade de mamar —
Eu mantinha a boca fechada, apertando os lábios enquanto ele insistia em me fazer sentir a dureza da pica dele nas minhas bochechas.
— Vai, que ela não vai te morder — ele dizia — Aliás, me morde você, se quiser —
Aí eu abri a boca… de leve, mas o suficiente pra ele enfiar a pica dentro com um único empurrão. Chupei ela quase até a metade, e devo Dizer que me afoguei, já que não esperava por ela tão de repente. Por um momento, o ar faltou, então ele a tirou, mas não completamente, porque quando a glande chegou aos meus lábios, ele investiu de novo com tudo, fazendo eu engolir um pedaço maior agora. Dessa vez, senti ela chegando até minha garganta.
— Ahhhhhh… siiiiiii… assim, garota… siiiiiii…! — ele exclamava enquanto começava a deslizar entre meus lábios, pra dentro e pra fora, fazendo eu chupar ele por inteiro. Na verdade, eu não estava chupando, ele que metia e tirava da minha boca.
Eu não resistia, claro, depois daquela primeira sensação de medo, agora a excitação mais intensa e extrema dominava. Então ele parou de se mexer e eu comecei com o meu, com o que sei fazer de melhor. Enquanto eu chupava com toda vontade, ele levava as mãos pra baixo, enfiava dentro da blusa e acariciava meus peitos. Eu não me opunha aos carinhos, estava ocupada demais chupando, saboreando aquele pedaço delicioso de pau que parecia crescer cada vez mais. E enquanto chupava, formava um caldinho grosso, a mistura da minha saliva com os próprios fluidos viris dele, que eu juntava no céu da boca, misturava com mais saliva e cuspia de volta no pau dele, lambuzando ele com aquela substância escorregadia que servia de lubrificante, pra mamada ficar ainda mais fluida. Eu segurava firme com as duas mãos aquele tronco vigoroso, comendo ele uma vez e outra, aproveitando cada centímetro daquela enormidade.
Como o pau do filho da puta crescia! Ficou igual ao de um burro, e ele enfiava tudo pra dentro da minha boca, ou quase tudo, porque um bom pedaço ficava pra fora. Mesmo assim, o que não dava pra engolir, eu chupava pelos lados, lambia ou até mordia, sem deixar de aproveitar nenhum pedaço daquela porra linda e gratificante. Era uma daquelas pirocas ideais pra sexo oral, pra chupar e rechupar, mesmo que depois de um bom tempo minha mandíbula já começasse a doer de tanto mamar. Por sorte... pareceu que nessa hora ele também começou a sentir outras necessidades, porque me pelou as tetas e, colocando a pica entre elas, começou a fazer uma punheta divina de boquete, dando assim um descanso necessário pra minha boquinha já cãibrada. Nesse momento, sai o primeiro gol do Boca, mas a gente já tava em outra, prontos pra jogar nosso próprio jogo.
Depois de se esfregar nas minhas tetas, me mandou levantar e começou a me apalpar toda.
— Como vou te comer, gostosa… vou arrebentar todos os seus buracos…! — me ameaçava, ou melhor, me prometia, enquanto com uma mão acariciava minha buceta por cima da calça.
Aí ele fez eu me abaixar e chupar ele de novo de joelhos, não recusei, adoro chupar assim, de joelhos, tipo de reverência, sei lá, além do tesão, sinto que entra mais fundo, quase na faringe.
Ele tava bem duro e quente, tenso pra caralho, então me levantei e, mordendo o lábio inferior, comecei a me despir, sem perder nenhum detalhe daquela ereção impressionante, primeiro tirei a calça e depois a calcinha fio dental, ficando completamente pelada na frente daquele macho alucinado, pronto pra me foder de pica.
O olhar dele mostrava um tesão do caralho, mas antes de fazer qualquer coisa, ele enfiou a mão no bolso da calça e tirou uma camisinha. Colocou, alisando o látex na pele lustrosa da pica dele. Era impressionante, mas a camisinha cobria só um pouco menos da metade, ele era tão grande que não dava pra cobrir tudo, mesmo assim era mais que suficiente. Nem lerda nem preguiçosa, me joguei de quatro na manta e esperei, entre ansiosa e na expectativa, com a bunda bem levantada, toda aberta e molhada. Já sem calça e com a pica mais dura do que nunca, o cara se posicionou atrás de mim e começou a esfregar a pica na minha retaguarda toda… mmmmmm… que jeito de me molhar, só de sentir saíam uns jorros que pareciam xixi… mas não era xixi… era tesão… excitação… vontade… vontade de ser comida… de ser rompe bem a buceta.
-¡Ahhhhhhhhhhh…!- gritei quando ele enfiou… E como enfiou! Igual aos Deuses!!
Ele meteu até o fundo de um só empurrão, e se segurando firme na minha cintura, começou a me empurrar cada vez mais forte, me fazendo pular cada vez que chegava no fundo. Era delicioso, eu sentia ele vibrar nas minhas entranhas, me enchendo com a carne dele, me dando um prazer mais que espetacular… não esperava menos dele, devo dizer. Desde o primeiro momento eu soube que ele devia foder como o melhor… e ele estava me mostrando.
Ele estava por cima de mim, me empurrando com tudo, ofegando como um cachorro no cio, metendo aquela pica toda até os pelos, uma e outra vez, me enchendo de porradas… vibrantes, profundas, devastadoras.
-¡Puta… puta, como você gosta da pica!- ele falava no meu ouvido, sem parar de me foder, me dando como se eu não tivesse fundo.
-¡Siiiiiii… eu gosto… gosto da sua pica… me dá… me dá toda… ahhhhhhh…!- eu respondia entre suspiros exaltados, me entregando por completo a essa aniquilação gostosa.
Como eu estava de quatro, aguentando todo o peso dele, que mesmo magro e desengonçado é pesado, minhas pernas começaram a cãibrar, aguentei o que pude, mas quando não deu mais, acabei deitada no chão, toda escarrapachada, ele veio junto, sem parar de bombar, martelando duro e firme, e então se jogou de lado, me colocando também de lado, com uma perna bem levantada e aberta, continuou me dando como se estivesse procurando petróleo dentro de mim. Eu estava delirando, me molhando sem parar, aproveitando aquilo que eu tinha ido buscar.
-¡Mamãe, espero que você tenha muletas em casa porque vou te deixar inválida de tanto te foder!- ele disse enquanto dava uma trégua na minha buceta, mas não no meu cu, porque logo começou a enfiar os dedos, primeiro um, mas quando viu que eu recebia sem dificuldade, tentou com dois e até três.
Ele dilatou bem a bunda, e então substituiu os dedos pela pica dele. pau, que estava no máximo do seu potencial. Embora já tivesse aberto bem minha bunda, senti o impacto quando ele enfiou lá. Senti ela tão grossa e dura, tão quente, que soltei um grito de dor ao sentir. Mesmo assim, ele não teve pena, pelo contrário, na mesma hora começou a bombar com tudo, enfiando até o talo, me fazendo vibrar a cada estocada, enquanto apertava meus peitos e torcia meus bicos com força. Ao mesmo tempo que ele me comia, eu me acariciava a buceta, beliscava o clitóris, esfregava, puxava, sacudia violentamente, acompanhando com meus dedos os movimentos que ele fazia por trás. Claro que enquanto eu me tocava daquele jeito, o fluxo que saía de dentro espirrava pra todo lado, escorrendo até a parte de baixo das minhas nádegas, o que deixava a penetração ainda mais molinha.
Depois de ter me comido de frente, ele tirou a pau e se deitou de lado, de costas, bufando tranquilamente enquanto esfregava o pau pra manter a ereção. Ele não falou nada, mas um simples gesto foi suficiente pra eu entender o que queria. Então, como pude, me levantei, me posicionei sobre ele, de costas e de pernas abertas, e apontando minha bundinha minúscula pro pau dele, todo durinho, fui descendo devagar. Quando a ponta do pau dele encostou na minha bunda, parei, me mexi um pouquinho pra encaixar no lugar certo e continuei descendo. Minha bunda se abriu sem problemas ao sentir aquela dureza gostosa. Aí foi só me deixar cair e o pau se enterrou no meu cu como uma fruta em busca de terra fértil.
Parecia incrível, mas mesmo já tendo sentido ele dentro, ainda continuava sentindo ele bem duro e quente, e ainda doía. Mesmo assim, comecei a subir e descer sozinha, deslizando em volta daquela barra grossa de carne que pulsava com uma energia violenta. Enquanto eu subia e descia, ele com uma mão me tocava os peitos e com a outra esfregava meu clitóris e até enfiava os dedos bem fundo na buceta, fazendo uma exploração minuciosa de todo o meu interior.
- Assim, garota… como você monta bem… sim… gatinha linda… que rabão você tem… vou te arrebentar todinha! - ele dizia naquele tom ameaçador que manteve durante toda a trepada.
Entre tanta subida e descida, a pica sai do buraco dela e encaixa no outro, ou seja, na minha buceta, enfiando até o fundo, mas eu continuo montando, aproveitando cada centímetro, até que provoco a troca de novo, pra sentir ela no cu… e de novo na buceta… e outra vez no cu… e assim várias vezes, fodendo e dando o cu quase ao mesmo tempo. Nisso, ele me segura contra o corpo, me abraçando como se fosse um urso, e no meio de gemidos excitantes de prazer, se solta, gozando de um jeito escandaloso. Dá pra sentir a camisinha inflando dentro de mim com a porra que ele jorra.
- Uffffff… como você me espremeu, garota… isso sim é foder! - ele diz entre suspiros apaixonados.
Depois dessa gozada violenta, ele me empurra pro lado bruscamente e vai pro banheiro. De onde estou, ouço o barulho do mijo. Mesmo com o osso doce doendo, me levanto como dá e começo a catar minha roupa espalhada por todo lado, minha calcinha até pendurada na antena da TV.
- O quê, já vai? - ele pergunta quando volta do banheiro.
Curvada como estou, juntando minha roupa do chão, levanto a cabeça e olho pra ele como quem diz: "O quê, ainda quer mais?". Nisso, percebo que a pica dele ainda tá dura. Parece um gancho, com aquela curvatura no meio que dá um aspecto ainda mais intimidador.
- Daqui você não sai sem a gorjeta - ele diz, pegando na pica e sacudindo de forma ameaçadora.
Não preciso ouvir de novo, largo minha roupa num montinho sobre o cobertor e vou até ele. Me ajoelho diante da presença impactante dele e, segurando com as duas mãos... Mãos, começo a chupar ela com frenesi. Igual antes, tento engolir ela toda, ou o máximo que der, passando o resto com minha língua, chegando até a lamber os ovos dele, sentindo neles a própria ebulição da vida e do prazer.
Entre claros gestos de satisfação, o cara acaricia minha cabeça, alisa meu cabelo, arruma ele por cima das orelhas, dizendo o tempo todo que eu chupo melhor que ninguém, que tenho uma boca deliciosa, que meus lábios são de seda, e mais um monte de coisas até que o pau dele começa a soltar jorros efusivos de porra bem quente e grossa. O sêmen espirra na minha cara e nos meus peitos, me encharcando com aquela gosmenta deliciosa que me dá tanta satisfação e alegria. Umas últimas lambidas e deixo ele bem limpinho, praticamente lustrado, cumprindo assim o extra que ele pediu antes. Aí sim, pego minhas roupas e começo a me vestir. Não falo nada, também não precisa.
Antes de sair, ele dá um tapa forte na minha bunda e diz pra eu voltar quando quiser, que sempre vai ter uma foda me esperando. Agradeço de antemão pelo convite e saio do depósito bem na hora que um casal passa perto da porta. Não consigo evitar que me vejam saindo daquele lugar toda despenteada e bagunçada, cheirando a sexo e com o rosto vermelho, marcas mais que visíveis do que acabou de acontecer comigo. Eles murmuram alguma coisa entre si. Com certeza tão falando do que aquele sujeito fez comigo. Morro de vergonha. Então baixo a cabeça e começo a andar, sentindo os olhares de julgamento deles em cima de mim. E pra piorar, o cara não tem ideia melhor do que gritar pra mim enquanto me afasto:
-Até a próxima, mocinha… não lembro seu nome, mas tanto faz, vem quando quiser-
Chego em casa e saio correndo pro meu quarto antes que minha mãe possa me ver ou sentir meu cheiro. Minha cama me espera fofinha, mas solitária. Falo que não vou jantar e durmo na hora. Quando acordo, sinto uma pontada lá embaixo, aí lembro do motivo. Dou um sorriso e penso que No próximo domingo, talvez eu tenha que fazer outra visita pra aquele cara.
Às vezes acontece de ver um cara e — uau! — é como um estalo, não porque ele seja especialmente bonito ou atraente, mas porque tem aquele “algo”, aquele “sex appeal” que faz você reparar nele, mesmo que as outras mulheres não deem a mínima bola. Aconteceu comigo agora. E eu fui uma dessas que nem sequer soube apreciá-lo na hora. A verdade é que passei por aquele lugar muitas vezes. Faz alguns meses que faço esse trajeto, mas só há poucos dias comecei a reparar naquele sujeito. Alto, moreno, desengonçado, bigode grosso, quarenta e poucos anos. Foi algo repentino, eu vinha como sempre voltando do trabalho, pensando no Raul, quando quase trombo com ele.
— Desculpa — falei ao perceber.
— Sem problema, boneca, quando quiser me atropelar de novo com esse peitão, aqui estou eu, todo feliz esperando você — ele disse com uma voz grossa e potente, deliciosamente viril.
Levanto o olhar, olho pra ele e dou um sorriso. Foi só isso, embora eu tenha percebido que, enquanto eu seguia meu caminho como se nada tivesse acontecido, ele se entretinha olhando pra minha bunda. Foram apenas alguns segundos, mas o suficiente pra minha calcinha fio-dental ficar molhada de um jeito totalmente incomum pra um contato tão breve. A partir daquele momento, esqueci do Raul (por uns dias, também não é exagero). (meio besta) e comecei a pensar naquele cara.
Qual era o motivo pra ele ter me impactado tão forte?, eu me perguntava. Não sabia nem conseguia entender o porquê, porque não era nem de longe um galã maduro, nem me parecia bonito… mas tinha algo nele que me atraía irresistivelmente. Naquela noite, me masturbei pensando nele, fantasiando as mil e uma variações sexuais que a gente fazia junto. Desde então, não fiquei mais tranquila, sabia que o único jeito de tirar ele da cabeça era transando com ele. Não é que eu quisesse um relacionamento ou algo assim, de jeito nenhum, a única coisa que queria era matar a vontade e pronto, voltar a pensar no Raúl, o farol que ilumina minha vida… embora ultimamente esse farol esteja apagado, claro.
Depois de pensar por uns dias e fazer um certo trabalho de inteligência, cheguei à conclusão de que o melhor momento pra me aproximar dele seria num domingo. Pelo que consegui descobrir, ele trabalhava todo dia, embora devesse ter alguma folga na semana. A função dele é vigiar um depósito onde, durante o dia e parte da tarde, entram e saem uma infinidade de caminhões com todo tipo de carga, especialmente eletrodomésticos. Nos fins de semana, o movimento é quase nulo, mas mesmo assim ele costuma ficar lá pra cumprir o serviço de vigilância. Então, se eu decidisse fazer isso, teria que ser no domingo à tarde. Não tinha outra opção.
No domingo, depois do almoço, me tranquei no quarto, falei pra minha mãe que ia tirar um cochilo, mas em vez disso fiquei remoendo o assunto. Tava com um tesão do caralho! Mas quanto mais pensava, mais louco e sem sentido parecia. Como é que eu ia me entregar assim, de mão beijada, pra um cara que nem conhecia? E se fosse um doente, um depravado?… bom, se fosse, melhor ainda… hahaha… não, falando sério, podia ser um maluco e eu ali, me dando de bandeja com laço e tudo. Descartei a ideia e tentei dormir um pouco, mas não consegui. Pude. Liguei pra Maru (vocês conhecem, é a que tá com a camiseta argentina nas fotos que postei na quinta-feira santa) pra ver se a gente fazia algo, mas peguei ela num mau momento, a mina tava dando… mas, com quem?, se ela não tem namorado, eu ia descobrir depois, o negócio é que entre gemidos ela disse que tava ocupada, pra ligar mais tarde. Desliguei e entre a excitação que aquele cara me causava e ter ouvido minha amiga gemendo de prazer, comecei a me tocar… pra quê!... fiquei ainda mais tesuda. Não aguentava mais. “Vou me mandar”, ela disse num certo momento. Então me levantei e me troquei. Tirei umas fotos pra registrar como eu tava saindo e depois de avisar minha mãe que ia pra casa da Yiyi (a outra mina das fotos, que mora a umas quadras da minha casa), saí. Tava um pouco frio, mas com o tesão que eu tava nem percebi isso até umas quadras depois, quando já não dava mais pra voltar atrás. Sabia que se voltasse pra pegar uma jaqueta ou um casaquinho, não ia sair de novo. Tinha que aproveitar o embalo que eu tava, senão tudo aquilo ia ficar só como um tesão adiado. Tava que nem uma cadela no cio, com um entusiasmo raro, embora também me sentisse bem nervosa, tanto que ao chegar na esquina do depósito, me desviei duas vezes, a primeira porque não vi ele, e a segunda porque vi, justamente. Ele tinha saído na calçada pra fumar um cigarro. E embora fosse o que eu queria, vê-lo, não tive coragem, e voltei pra casa. Dei umas voltas, reavaliando toda a situação, até que percebi a hora. Já era mais de cinco e meia, daqui a pouco ia começar a escurecer, então se eu fosse fazer, tinha que ser naquele instante. Como se diz: “Agora ou nunca”, principalmente porque sabia que não ia aguentar a vontade até a semana seguinte. E assim, sem estar totalmente convencida, voltei a rumar pro depósito. Cheguei lá. Na esquina, vi ele parado lá e fui na direção dele. Ele continuava fumando, olhando pro outro lado, jogando olhares safados pra qualquer mulher que passasse, estivesse ou não acompanhada. Sentindo o corpo todo tremer, fui me aproximando. Quando já estava chegando perto, ele se virou pra onde eu estava e me olhou. Os olhos dele cravaram nos meus, e os meus nos dele. Mas tenho que dizer que o olhar dele desceu na hora dos meus olhos pros meus peitos, parando um instante ali enquanto me sorria cheio de safadeza. Deu pra ver que ele lembrou na hora do encontro rápido e casual do outro dia, porque logo parou na minha frente e, com os braços levantados, disse:
— Atropela, divina, passa por cima de mim com essa carroceria linda que você tem —
Não consegui evitar rir da graça dele. E, diferente do outro dia, que segui meu caminho como se nada, dessa vez parei e encarei ele. Não sei como saiu a voz, mas falei:
— Não, dessa vez não vim distraída —
— Por mim, pode se distrair à vontade, porque o choque foi maravilhoso — respondeu ele com aquela voz de trovão que me fazia tremer e… molhar, claro.
Não sabia como continuar, o que mais dizer, quando, como se fosse um sinal do destino, ouço lá de dentro do depósito começar o jogo entre Boca e Huracán. Espiei de leve pela porta e vi uma televisão pequena num canto, daquelas com antena de ar, apoiada numa cadeira.
— Vai ver o jogo? — perguntei então.
— Sim, mesmo não podendo ir por causa do trampo, o Globo eu sempre acompanho — ele disse.
— Também sou quemeira — falei, como se fosse uma revelação surpreendente.
— Quer… ver junto comigo? — ele perguntou então — Não tem nada melhor pra um quemeiro do que outro quemeiro, ou melhor, uma quemeira — completou.
Aquele era o sinal que eu tanto esperava, ali estava a oportunidade, na minha cara.
— Bom, um pouquinho, porque tenho coisas pra fazer — falei, sem parar pra avaliar muito o convite que ele tava fazendo.
—Então vem — ele me disse, abrindo bem a porta do depósito pra eu poder entrar.
Não hesitei, entrei, afinal era pra isso que eu tava ali. Ele entrou atrás de mim, fechando a porta com um baque forte que ecoou naquele ambiente frio e desolado. Me pegou pelo braço e me fez avançar até onde tava a televisão.
—Como você vê, não tenho muito conforto aqui, mas não se preocupa que já vou arrumar algo — ele disse.
Não sei se era porque era fim de semana, mas o depósito tava quase vazio, só umas poucas caixas espalhadas pelos cantos, o que dava àquele lugar um aspecto lúgubre e sinistro.
Ele tirou de um armário uma manta e estendeu no chão, me convidando a sentar com ele em cima dela. Fiz isso. A gente começou a ver o jogo, comentando as jogadas e tal, mas a real é que minha atenção tava em outro lugar.
Em algum momento, comecei a me sentir intimidada com toda aquela situação, estar com um desconhecido, num lugar estranho, nós dois sozinhos, longe de qualquer outra pessoa. Comecei a imaginar tanta coisa que me arrependi de novo do que tava fazendo. Pra falar de forma simples, me deu medo, pânico. Então me levantei e falei que tinha que ir. Que era melhor continuar vendo o jogo na minha casa.
—Mas a gente tá jogando bem, será que você vai quebrar a crença? — ele disse, se levantando atrás de mim.
—É que tenho que fazer, sério — falei, indo em direção à porta, mas antes de chegar, ele me parou.
Me segurou firme pelos pulsos e me encurralou contra a porta.
—Fala sério, gatinha, não se faz de difícil, ou você acha que eu engoli a história de que queria ver o jogo? Você tá aqui por outra coisa — ele disse com a cara bem perto da minha, farejando em mim o medo que me dominava.
—Por favor, me solta, foi um erro, a gente nem se conhece — pedi.
—Eu me chamo Miguel, e você? — ele perguntou.
—Gi… Giselle… — respondi gaguejando.
—Viu que fácil? Já nos conhecemos, então pode me dizer com toda confiança pra quê —Você veio — ele insistiu.
Não respondi.
— Você veio por isso? — perguntou então, enquanto pegava uma das minhas mãos e a deslizava pela virilha dele, fazendo eu sentir o puta volume que já tinha se formado ali embaixo.
Na real, não tinha intenção de fazer aquilo, só queria dizer não e vazar dali, voltar pra minha casa e tirar um cochilo, que era o que eu devia estar fazendo, estar na minha casa e não ali, prestes a deixar um estranho me comer. Mas algum lado da minha personalidade assentiu por mim. Foi algo sutil, só um gesto de cabeça, mas o suficiente pra dar razão a ele.
— Já sabia! — exclamou triunfante — Vem — me levou então pra onde estávamos antes, tirou a televisão da cadeira onde estava, colocou no chão e, me fazendo sentar nela, começou a desabotoar a calça.
Naquele momento, o medo que sentia se multiplicou. Comecei até a suar frio, me imaginava toda acabada, com as marcas de um estupro estigmatizando meu corpo, não queria, não queria, mas… quando vi o que aquele cara desenrolou na minha frente… aí a escuridão se iluminou de repente.
Acho que já falei que ele é um cara moreno, né? Bom, a pica dele era ainda mais morena, quase preta, com as veias bem marcadas e uma cabeça de um vermelho intenso, quase roxo. No meio, uma curva fazia ela apontar pra cima, perigosa e insidiosa. Sem que eu fizesse nada… por enquanto… ele começou a esfregar ela toda na minha cara.
— É isso que cê tava procurando, gostosa? É isso que cê queria? Tá aqui, vai, chupa essa pica, vagabunda, dá pra ver que cê tá morrendo de vontade de mamar —
Eu mantinha a boca fechada, apertando os lábios enquanto ele insistia em me fazer sentir a dureza da pica dele nas minhas bochechas.
— Vai, que ela não vai te morder — ele dizia — Aliás, me morde você, se quiser —
Aí eu abri a boca… de leve, mas o suficiente pra ele enfiar a pica dentro com um único empurrão. Chupei ela quase até a metade, e devo Dizer que me afoguei, já que não esperava por ela tão de repente. Por um momento, o ar faltou, então ele a tirou, mas não completamente, porque quando a glande chegou aos meus lábios, ele investiu de novo com tudo, fazendo eu engolir um pedaço maior agora. Dessa vez, senti ela chegando até minha garganta.
— Ahhhhhh… siiiiiii… assim, garota… siiiiiii…! — ele exclamava enquanto começava a deslizar entre meus lábios, pra dentro e pra fora, fazendo eu chupar ele por inteiro. Na verdade, eu não estava chupando, ele que metia e tirava da minha boca.
Eu não resistia, claro, depois daquela primeira sensação de medo, agora a excitação mais intensa e extrema dominava. Então ele parou de se mexer e eu comecei com o meu, com o que sei fazer de melhor. Enquanto eu chupava com toda vontade, ele levava as mãos pra baixo, enfiava dentro da blusa e acariciava meus peitos. Eu não me opunha aos carinhos, estava ocupada demais chupando, saboreando aquele pedaço delicioso de pau que parecia crescer cada vez mais. E enquanto chupava, formava um caldinho grosso, a mistura da minha saliva com os próprios fluidos viris dele, que eu juntava no céu da boca, misturava com mais saliva e cuspia de volta no pau dele, lambuzando ele com aquela substância escorregadia que servia de lubrificante, pra mamada ficar ainda mais fluida. Eu segurava firme com as duas mãos aquele tronco vigoroso, comendo ele uma vez e outra, aproveitando cada centímetro daquela enormidade.
Como o pau do filho da puta crescia! Ficou igual ao de um burro, e ele enfiava tudo pra dentro da minha boca, ou quase tudo, porque um bom pedaço ficava pra fora. Mesmo assim, o que não dava pra engolir, eu chupava pelos lados, lambia ou até mordia, sem deixar de aproveitar nenhum pedaço daquela porra linda e gratificante. Era uma daquelas pirocas ideais pra sexo oral, pra chupar e rechupar, mesmo que depois de um bom tempo minha mandíbula já começasse a doer de tanto mamar. Por sorte... pareceu que nessa hora ele também começou a sentir outras necessidades, porque me pelou as tetas e, colocando a pica entre elas, começou a fazer uma punheta divina de boquete, dando assim um descanso necessário pra minha boquinha já cãibrada. Nesse momento, sai o primeiro gol do Boca, mas a gente já tava em outra, prontos pra jogar nosso próprio jogo.
Depois de se esfregar nas minhas tetas, me mandou levantar e começou a me apalpar toda.
— Como vou te comer, gostosa… vou arrebentar todos os seus buracos…! — me ameaçava, ou melhor, me prometia, enquanto com uma mão acariciava minha buceta por cima da calça.
Aí ele fez eu me abaixar e chupar ele de novo de joelhos, não recusei, adoro chupar assim, de joelhos, tipo de reverência, sei lá, além do tesão, sinto que entra mais fundo, quase na faringe.
Ele tava bem duro e quente, tenso pra caralho, então me levantei e, mordendo o lábio inferior, comecei a me despir, sem perder nenhum detalhe daquela ereção impressionante, primeiro tirei a calça e depois a calcinha fio dental, ficando completamente pelada na frente daquele macho alucinado, pronto pra me foder de pica.
O olhar dele mostrava um tesão do caralho, mas antes de fazer qualquer coisa, ele enfiou a mão no bolso da calça e tirou uma camisinha. Colocou, alisando o látex na pele lustrosa da pica dele. Era impressionante, mas a camisinha cobria só um pouco menos da metade, ele era tão grande que não dava pra cobrir tudo, mesmo assim era mais que suficiente. Nem lerda nem preguiçosa, me joguei de quatro na manta e esperei, entre ansiosa e na expectativa, com a bunda bem levantada, toda aberta e molhada. Já sem calça e com a pica mais dura do que nunca, o cara se posicionou atrás de mim e começou a esfregar a pica na minha retaguarda toda… mmmmmm… que jeito de me molhar, só de sentir saíam uns jorros que pareciam xixi… mas não era xixi… era tesão… excitação… vontade… vontade de ser comida… de ser rompe bem a buceta.
-¡Ahhhhhhhhhhh…!- gritei quando ele enfiou… E como enfiou! Igual aos Deuses!!
Ele meteu até o fundo de um só empurrão, e se segurando firme na minha cintura, começou a me empurrar cada vez mais forte, me fazendo pular cada vez que chegava no fundo. Era delicioso, eu sentia ele vibrar nas minhas entranhas, me enchendo com a carne dele, me dando um prazer mais que espetacular… não esperava menos dele, devo dizer. Desde o primeiro momento eu soube que ele devia foder como o melhor… e ele estava me mostrando.
Ele estava por cima de mim, me empurrando com tudo, ofegando como um cachorro no cio, metendo aquela pica toda até os pelos, uma e outra vez, me enchendo de porradas… vibrantes, profundas, devastadoras.
-¡Puta… puta, como você gosta da pica!- ele falava no meu ouvido, sem parar de me foder, me dando como se eu não tivesse fundo.
-¡Siiiiiii… eu gosto… gosto da sua pica… me dá… me dá toda… ahhhhhhh…!- eu respondia entre suspiros exaltados, me entregando por completo a essa aniquilação gostosa.
Como eu estava de quatro, aguentando todo o peso dele, que mesmo magro e desengonçado é pesado, minhas pernas começaram a cãibrar, aguentei o que pude, mas quando não deu mais, acabei deitada no chão, toda escarrapachada, ele veio junto, sem parar de bombar, martelando duro e firme, e então se jogou de lado, me colocando também de lado, com uma perna bem levantada e aberta, continuou me dando como se estivesse procurando petróleo dentro de mim. Eu estava delirando, me molhando sem parar, aproveitando aquilo que eu tinha ido buscar.
-¡Mamãe, espero que você tenha muletas em casa porque vou te deixar inválida de tanto te foder!- ele disse enquanto dava uma trégua na minha buceta, mas não no meu cu, porque logo começou a enfiar os dedos, primeiro um, mas quando viu que eu recebia sem dificuldade, tentou com dois e até três.
Ele dilatou bem a bunda, e então substituiu os dedos pela pica dele. pau, que estava no máximo do seu potencial. Embora já tivesse aberto bem minha bunda, senti o impacto quando ele enfiou lá. Senti ela tão grossa e dura, tão quente, que soltei um grito de dor ao sentir. Mesmo assim, ele não teve pena, pelo contrário, na mesma hora começou a bombar com tudo, enfiando até o talo, me fazendo vibrar a cada estocada, enquanto apertava meus peitos e torcia meus bicos com força. Ao mesmo tempo que ele me comia, eu me acariciava a buceta, beliscava o clitóris, esfregava, puxava, sacudia violentamente, acompanhando com meus dedos os movimentos que ele fazia por trás. Claro que enquanto eu me tocava daquele jeito, o fluxo que saía de dentro espirrava pra todo lado, escorrendo até a parte de baixo das minhas nádegas, o que deixava a penetração ainda mais molinha.
Depois de ter me comido de frente, ele tirou a pau e se deitou de lado, de costas, bufando tranquilamente enquanto esfregava o pau pra manter a ereção. Ele não falou nada, mas um simples gesto foi suficiente pra eu entender o que queria. Então, como pude, me levantei, me posicionei sobre ele, de costas e de pernas abertas, e apontando minha bundinha minúscula pro pau dele, todo durinho, fui descendo devagar. Quando a ponta do pau dele encostou na minha bunda, parei, me mexi um pouquinho pra encaixar no lugar certo e continuei descendo. Minha bunda se abriu sem problemas ao sentir aquela dureza gostosa. Aí foi só me deixar cair e o pau se enterrou no meu cu como uma fruta em busca de terra fértil.
Parecia incrível, mas mesmo já tendo sentido ele dentro, ainda continuava sentindo ele bem duro e quente, e ainda doía. Mesmo assim, comecei a subir e descer sozinha, deslizando em volta daquela barra grossa de carne que pulsava com uma energia violenta. Enquanto eu subia e descia, ele com uma mão me tocava os peitos e com a outra esfregava meu clitóris e até enfiava os dedos bem fundo na buceta, fazendo uma exploração minuciosa de todo o meu interior.
- Assim, garota… como você monta bem… sim… gatinha linda… que rabão você tem… vou te arrebentar todinha! - ele dizia naquele tom ameaçador que manteve durante toda a trepada.
Entre tanta subida e descida, a pica sai do buraco dela e encaixa no outro, ou seja, na minha buceta, enfiando até o fundo, mas eu continuo montando, aproveitando cada centímetro, até que provoco a troca de novo, pra sentir ela no cu… e de novo na buceta… e outra vez no cu… e assim várias vezes, fodendo e dando o cu quase ao mesmo tempo. Nisso, ele me segura contra o corpo, me abraçando como se fosse um urso, e no meio de gemidos excitantes de prazer, se solta, gozando de um jeito escandaloso. Dá pra sentir a camisinha inflando dentro de mim com a porra que ele jorra.
- Uffffff… como você me espremeu, garota… isso sim é foder! - ele diz entre suspiros apaixonados.
Depois dessa gozada violenta, ele me empurra pro lado bruscamente e vai pro banheiro. De onde estou, ouço o barulho do mijo. Mesmo com o osso doce doendo, me levanto como dá e começo a catar minha roupa espalhada por todo lado, minha calcinha até pendurada na antena da TV.
- O quê, já vai? - ele pergunta quando volta do banheiro.
Curvada como estou, juntando minha roupa do chão, levanto a cabeça e olho pra ele como quem diz: "O quê, ainda quer mais?". Nisso, percebo que a pica dele ainda tá dura. Parece um gancho, com aquela curvatura no meio que dá um aspecto ainda mais intimidador.
- Daqui você não sai sem a gorjeta - ele diz, pegando na pica e sacudindo de forma ameaçadora.
Não preciso ouvir de novo, largo minha roupa num montinho sobre o cobertor e vou até ele. Me ajoelho diante da presença impactante dele e, segurando com as duas mãos... Mãos, começo a chupar ela com frenesi. Igual antes, tento engolir ela toda, ou o máximo que der, passando o resto com minha língua, chegando até a lamber os ovos dele, sentindo neles a própria ebulição da vida e do prazer.
Entre claros gestos de satisfação, o cara acaricia minha cabeça, alisa meu cabelo, arruma ele por cima das orelhas, dizendo o tempo todo que eu chupo melhor que ninguém, que tenho uma boca deliciosa, que meus lábios são de seda, e mais um monte de coisas até que o pau dele começa a soltar jorros efusivos de porra bem quente e grossa. O sêmen espirra na minha cara e nos meus peitos, me encharcando com aquela gosmenta deliciosa que me dá tanta satisfação e alegria. Umas últimas lambidas e deixo ele bem limpinho, praticamente lustrado, cumprindo assim o extra que ele pediu antes. Aí sim, pego minhas roupas e começo a me vestir. Não falo nada, também não precisa.
Antes de sair, ele dá um tapa forte na minha bunda e diz pra eu voltar quando quiser, que sempre vai ter uma foda me esperando. Agradeço de antemão pelo convite e saio do depósito bem na hora que um casal passa perto da porta. Não consigo evitar que me vejam saindo daquele lugar toda despenteada e bagunçada, cheirando a sexo e com o rosto vermelho, marcas mais que visíveis do que acabou de acontecer comigo. Eles murmuram alguma coisa entre si. Com certeza tão falando do que aquele sujeito fez comigo. Morro de vergonha. Então baixo a cabeça e começo a andar, sentindo os olhares de julgamento deles em cima de mim. E pra piorar, o cara não tem ideia melhor do que gritar pra mim enquanto me afasto:
-Até a próxima, mocinha… não lembro seu nome, mas tanto faz, vem quando quiser-
Chego em casa e saio correndo pro meu quarto antes que minha mãe possa me ver ou sentir meu cheiro. Minha cama me espera fofinha, mas solitária. Falo que não vou jantar e durmo na hora. Quando acordo, sinto uma pontada lá embaixo, aí lembro do motivo. Dou um sorriso e penso que No próximo domingo, talvez eu tenha que fazer outra visita pra aquele cara.
16 comentários - No depósito
gracias por compartir
tus relatos cada vez son mejores, sos increible GI
debes garchar muy rico
te dejo mis puntos bebe +10