Mi Concuñada

Com a minha cunhada…

Fala, galera! Hoje quero contar uma história que talvez tenha acontecido com um amigo ou comigo, o importante é que espero que vocês gostem!

Tenho 27 anos e minha namorada tem um irmão um pouco mais velho que eu… 30 anos. Ele começou a namorar uma mina de uns 32. Nunca nos demos muito bem e eu não dei muita bola. Não faz muito tempo que ele oficializou a "namorada" dele, com a moça (bom, ela é mais velha que eu) tudo bem tranquilo. Meu cunhado trata ela como uma rainha, mima, cuida, compra coisas, digamos que é o namorado perfeito em todos os aspectos. Só que, pra azar dele, eu ouvi umas conversas que ela teve com a minha mina e parece que ela fode muito bem. Quando ouvi isso, fiquei de pau duro só de imaginar aquela gostosa transando, mas comigo. Então comecei meu plano maquiavélico. Como não tenho muita intimidade com meu cunhado, queria comer a namorada dele e deixar ele de chifre. Deixei passar uns dias desde a oficialização e falei pra minha mulher convidar eles pra jantar. Quando chegaram, fui cumprimentar e, sei lá, dei um abraço nele e nela. Ela tava com um decote que deixava ver os peitões dela, tipo duas colinas… Não sei por que, mas fiquei muito excitado (hahaha), me senti tipo "se eu te pegar, vou te amassar toda"… Acho que nunca mais foi a mesma coisa depois daquele dia. A verdade é que comer a namorada do meu cunhado era passar dos limites, e se ela dissesse não? E se me dedurasse? Hmm, muitos riscos.

Nesses dias, não conseguia parar de pensar na minha cunhada. Aproveitava pra mandar mensagem por qualquer motivo ou falar com ela no MSN, e acho que passei do limite quando uma noite me toquei olhando as fotos do Facebook dela. Naquela noite, decidi que queria sentir ela em cima de mim.

No dia seguinte, fiquei sabendo que ela viria à tarde pra conversar com minha mulher e resolvi começar meu plano. A ideia era esquentar ela pra que ficasse com a mesma vontade de transar que eu. Passei o melhor perfume, uma calça jeans que marcava bem o volume e quando… Viemos, começamos a tomar chimarrão nós três. Eu sentei no sofá na frente dela e, quando minha mina ia pro banheiro, eu me levantava e ajeitava o pau... embora fosse bem disfarçado, umas duas vezes vi ela com os olhos fixos no meu volume... meu plano tava começando a dar certo!

Nos dias seguintes (que na verdade foram uns meses), as estratégias foram: ser muito gentil com ele, ficar só de short mostrando meu corpo (não sou maromba, mas... muito abraço, roçada "acidental" e tal). Sabia que tava fritando a cabeça dela e que precisava definir as coisas.

Liguei pra ela uma manhã e perguntei se podia me ajudar com uma matéria da facul, mas que por favor viesse sem contar pra ninguém. Ela disse que sem problema e na hora combinada chegou em casa.

Agradeci por ter vindo e, mate vai mate vem, começamos a estudar... eu não tava nem aí, mas fiz ela acreditar que sim. Naquela tarde eu tava pronta pro crime, com uma regatinha de lycra bem justinha, sem nada por baixo e meio desabotoada, e uma saia jeans bem curtinha... notei que várias vezes ela me viu olhando pras tetas dela, e quando eu me levantava, ela me olhava disfarçadamente... era minha chance!

Falei: "Damos uma pausa?" Ela disse que sim, então eu falei que precisava de conselhos... Ela topou me ouvir, então comecei a contar que com meu marido as coisas não iam bem e que a gente não transava mais como antes, por causa do estresse do dia a dia, falei. Aí ela disse que podia ser a rotina, que seria bom testar coisas novas. Nessa hora, virei de costas pra ela e falei: "Olha o que comprei pra ela, um conjuntinho de oncinha todo de renda." Falei: "Não sou o melhor fodedor, mas me viro bem e não sei o que rola." Ela, chocada com a situação, me disse que com meu cunhado também não tava legal, que ele era muito sem graça. Aí eu respondi: "O que eu preciso é de um homem que me faça sentir uma mulher de verdade, uma verdadeira puta." Me aproximei e levantei a saia dela. Tirei a camisa dela e comecei a chupar os peitos dela. Ela reagiu como a besta que eu sabia que era, se jogou no meu peito, me derrubou no sofão enquanto eu devorava os peitos dela com desespero até que ela me olhou fixo e me beijou de língua… nunca tinha sentido alguém ficar tão tesuda comigo, tanta paixão, tanto desejo, eu ardia por dentro. Ela começou a descer com a boca pelo meu pescoço, até chegar na calça, abaixou o zíper e começou a chupar meu pau! Em segundos sentindo a língua dela, já tava durasso… e ela ficou ali até eu gozar! Agora eu entendia o porquê da conversa com minha mulher! Era uma besta… e o melhor ainda tava por vir. Joguei ela no sofá e tirei a roupa dela, aí coloquei meu pau entre os peitos dela e comecei a esfregar… não aguentei e fiz uma puta espanhola nela… o tesão dela só aumentava… abri bem as pernas dela e meti bem devagar… sentia cada centímetro do meu pau entrando na buceta dela que tava encharcada e me deixava louca! Fiquei um tempão bombando como uma besta enquanto ela devorava minha boca e, às vezes, enquanto eu comia ela, batia uma no clitóris dela, o que deixava ela ainda mais doida! Nunca ouvi tanta gemida junto. Aí virei ela de costas e coloquei de quatro! Ela mostrou a bundinha minúscula como se oferecendo e fiz algo que nunca tinha feito… comecei a chupar o cu dela de um jeito incrível! Eu adoro sexo anal como a maioria dos caras, mas esse cu tava bem fechado, mas ela deixou claro que queria que eu metesse! Continuei chupando até que, com a mesma suavidade que tinha comido a buceta dela, comecei a meter no cuzinho… Me senti a mais pervertida do universo por estar comendo minha cunhada! E o pecado valeu a pena! Metia como uma verdadeira besta e eu não aguentava mais de tesão e de fazê-la gozar! Ela me pediu por favor para encher ela de porra, tirei do cuzinho e voltei pra buceta dela, mas deixei um dedo no cu dela enquanto comia a buceta que já não aguentava mais! Aí tirei o dedo e agarrei os peitos dela com as duas mãos. Levantei ela um pouco e fiquei falando as putarias mais excitantes do mundo enquanto metia com mais força do que já tinha sentido... gozei umas duas vezes até ela começar a me ouvir gemer. Achei que ela tomava remédio ou algo assim, mas na hora não liguei. Então joguei tudo pra dentro com uma força tremenda, e fiz ela gozar de novo esfregando o clitóris dela com meu dedo! Aos poucos, meu pau foi murchando e eu tirei bem devagar, mas ela fez algo que eu não esperava: quando a porra começou a escorrer da buceta dela, ela juntou com a mão e tomou tudo como uma boa putinha. No fim, nem sei se eu comi ela ou se ela me comeu — era uma besta na cama. Me deu até uma inveja saber que o babaca do meu cunhado comia aquilo. Enquanto nos vestíamos, falei que isso era nosso segredo e que nunca ia trair ela, mas tinha que manter bem guardado porque eu já tinha família formada. Tudo continuaria assim enquanto a gente transasse daquele jeito. Espero que tenham gostado!!! Abraços.

3 comentários - Mi Concuñada

Esto ES Una Bil Copia Lo Habia Leido EN Un Post ANterior
mmmm....me parece que si. fijate que has cambiado varias cosas, pero te olvidaste de cambiar muchos mas detalles, de tercea a primera persona. no quita, que el relato esta rebueno...!!
esta muy buena la historia y bien caliente pero si pasa de una persona a otra pero esta bueno